A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que a obesidade infantil atingiu níveis alarmantes em todo o mundo. O relatório da Comissão para Acabar com a Obesidade Infantil mostrou que pelo menos 41 milhões de crianças com menos de cinco ano estão acima do peso ou são obesas.

Segundo o documento, o maior aumento de casos foi registrado em países de baixa e média rendas onde o número de crianças obesas mais do que dobrou entre 1990 e 2014, passando de 7,5 milhões para 15,5 milhões.

Saiba mais em: http://bit.ly/2eNrtnm
#Consea #SegurançaAlimentar

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Protetor bucal: O que dentistas e atletas precisam saber

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Caio Capitani dos Santos

Caio Capitani dos Santos

Cirurgião-Dentista especialista em DTM e DOF (2010) UNISANTA; Ortodontia e Ortopedia Facial (2014) UNISANTA; Odontologia do Esporte (2016) UP (Curitiba /PR); Ciências do Esporte (conclusão 2017) UNIFESP / SP. Membro da Academia Brasileira de Odontologia do Esporte (ABROE).

Não comece a #IntroduçãoAlimentar antes dos seis meses de vida do bebê. Nesse período, o#aleitamentomaterno deve ser exclusivo e em livre demanda. Nem mesmo água é necessário oferecer.#Amamentação http://bit.ly/2fCesPV

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Sabe o que é isso apontado pela seta?!

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 Se chama mordida cruzada posterior. Muito comum. Acontece quando os dentes de cima deixam de se relacionar com os de baixo como se fosse a tampa de uma caixa de sapato, o que seria o correto. Ou seja, essa tampa (arcada superior) ficou pequena, seja por uso de chupeta, dedo ou respiração oral. E agora, para encaixar e mastigar, precisa se cruzar!!! De qualquer forma, o importante é entendermos que É FUNDAMENTAL diagnosticarmos e tratarmos logo, mesmo antes dos dentes permanentes aparecerem na boca. Essa “tampa” precisa voltar a ser “tampa” desde sempre para que a criança mastigue, cresça e se desenvolva sem deformidades faciais, assim como o adulto da foto de baixo. Aaaaaaa….por que?! Isso não se corrige sem aparelho?! NÃO, infelizmente, não….procure um especialista em ortodontia infantil e leve seu filho para um diagnóstico adequado!
Fonte:Gabriel Politano

 

Sociedade Brasileira de Pediatria

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NOVIDADE – SBP lançou a versão digital do livro “Nascer prematuro – Manual de orientação aos pais, familiares e cuidadores de prematuros na alta hospitalar”, assinado pela diretora de Cursos e Eventos da entidade, dra. Lilian Sadeck. A publicação está disponível na internet. http://bit.ly/2fvUIYI

  • Dentistas apostam em formas de tratar a cárie sem o motorzinho

    PHILLIPPE WATANABE
    DE SÃO PAULO

    Adriano Vizoni/Folhapress
    GEL PARA CARIES. Gel feito com proteinas derivadas do mamao e que facilita a retirada de caries.
    Géis que amolecem a cárie estão entre as possibilidades

    Um mascarado com luvas e máscara liga um barulhento aparelho e o aproxima do rosto de uma pessoa. Poderia ser um filme terror, mas é só uma visita ao dentista.

    Alguns profissionais, cientes do terror causado pelo motorzinho, e avaliando a severidade de cada caso, têm deixado o aparelho de lado e, em certos casos, até mesmo largado as cáries quietas em seus cantos.

    O tratamento costumeiro, pelo menos até então, era a remoção completa, na qual toda área cariada era extirpada. O protagonista da tarefa, claro, era o motorzinho, aparelho que, com auxílio de brocas em alta rotação, desgasta o dente. (A descrição não deixa de ser assustadora)

    Seguindo uma filosofia odontológica de mínima intervenção, muito desse estresse pode ser evitado e é possível até não fazer absolutamente nada em relação a uma cárie.

    “É igual quando você tem uma pinta e procura um dermatologista”, afirma José Imparato, presidente da ABO (Associação Brasileira de Odontopediatria) e professor da USP. “Você vai controlar a lesão da cárie assim como controla pintas no corpo, sem precisar remover todas.”

    A cárie, em geral, pode ser dividida em duas partes. Uma delas é a infectada, cheia de bactérias, amolecida e morta. A outra é a área afetada, mais seca e com menos bactérias. A ideia é fazer uma remoção seletiva, ou seja, retirar somente a primeira parte.

    É possível fazer uma remoção mecânica ou unir a ação de instrumentos manuais com a remoção química. Entram, em ação, então, compostos que conseguem amolecer a cárie ainda mais, facilitando a remoção seletiva. Nesse caso, géis à base de papaína (enzima extraída originalmente do mamão) são uma opção.

    “O tratamento com gel é conservador. Na maioria das vezes nem usamos motor”, diz Sandra Kalil, criadora de um dos produtos à base de papaína disponíveis no mercado. “Ele reage com o tecido cariado e não com o normal. Tira a ‘terra ruim’ sem afetar a boa”, diz Alexandre Magno, consultor científico de outro desses produtos, recém-lançado.

    Bisnagas de um dos produtos, por exemplo, podem ser encontrados por volta de R$ 80 e ser usados para entre 40 e 50 aplicações (cerca R$ 2 por aplicação). “O tratamento não é mais caro por causa disso [do gel], pode ser até mais barato”, diz Kalil.

    Lasers também fazem parte do arsenal do tratamento dentário.

    Finalmente, não remover nada também é uma opção dentro da filosofia de mínima intervenção. Se a lesão da cárie for pequena e não estiver muito profunda na dentina (camada interna do dente), o buraco pode ser selado com substâncias adequadas, sem a necessidade de remoção.

    Esses procedimentos menos invasivos são agrupados sob a sigla ART (Tratamento Restaurador Atraumático, na sigla em inglês).

    Nenhum deles, contudo, substitui completamente o uso do motorzinho. São maneiras complementares de tratar a cárie, dependendo das condições do paciente, dizem especialistas.

    DIAGNÓSTICO

    As novas diretrizes da cariologia (área do conhecimento que estuda cáries)afastam o motorzinho da boca das pessoas menos por novas tecnologias e mais pela preocupação com diagnósticos precisos.

    “Tratamentos invasivos vêm perdendo espaço, é uma tendência”, afirma o cirurgião-dentista Rodrigo Moraes. Ele diz que antes se acreditava que um pontinho preto no dente contaminava toda a área ao redor.

    José Imparato compara a situação com cirurgias cardíacas que antes precisavam da abertura do peito e hoje são resolvidas com pequenas incisões. “É claro que a pessoa vai preferir a menos invasiva.”

    “Às vezes a lesão não é visível. Quem se incomoda é o dentista, não o paciente”, diz o presidente da ABO. Ele afirma que, se antes o explorador dental (o pequeno gancho dos dentistas) era passado bruscamente pelos dentes à procura da cárie, hoje o diagnóstico se baseia mais no visual e em radiografias.

    Contudo, manter bons hábitos de higiene bucal, como escovação, uso de fio dental e escovas interdentais é o melhor tratamento não invasivo, segundo Moraes.

    “Em tempos de crise as pessoas tendem a negligenciar a ida ao dentista. É muito mais caro depois reconstituir dentes estragados do que investir um pouco na saúde bucal”, afirma o cirurgião-dentista.

    Fonte:Folha de São Paulo

Você sabe a diferença entre o leite anterior e o posterior?

Os dois são importantes para a saúde do seu bebê. Lembre-se de não deixar a mama muito cheia, para não “empedrar”. Sempre que a mulher perceber os seios pesados ou com nódulos endurecidos, é necessário fazer massagem e retirar o leite. #Amamentação

http://bit.ly/2fCesPV

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Sorriso bonito é sinal de saúde e autoestima elevada. Está mais que comprovado o seu poder nas relações profissionais e pessoais, por isso a importância em cuidar tanto da nossa boca. Mas se você tem notado um sangramento na gengiva durante sua higiene, atenção! Isso é sinal de uma gengivite. “Por ser uma inflamação, a gengivite é causada pela presença da bactéria na gengiva causando sangramento. Se a escovação está deficiente esse acúmulo de placa bacteriana na superfície do dente vai causar o problema”, explica a dentista Dra Luciana . Não dê espaço para essa inimiga bucal e previna-se.

SANGRAMENTO É SEMPRE UMA GENGIVITE?

Segundo Luciana, a gengivite é o primeiro sintoma de toda doença gengival, então quando há sangramento é um gengivite que pode ser pura e simples, mas também pode significar uma periodontite, ou seja, estágio mais avançado e perigoso do problema. “A gengivite pode aparecer também em alguns casos de escovação traumática, quando a pessoa faz muita força para escovar e acaba ferindo a gengiva, ficando inchada e sensível ou quando a movimentação ortodôntica for exagerada, mas são casos mais raros”.

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HIGIENE BUCAL DIÁRIA COMBATE A GENGIVITE

Não tem outro jeito, assim como para evitar qualquer problema bucal é necessário higiene bucal correta e diária, com a gengivite não é diferente. É a sua limpeza que vai impedir que os sintomas apareçam na sua boca. “O uso do fio dental e escovação após todas as refeições são hábitos saudáveis e preventivos”, indica. Além disso, a profissional recomenda o uso do enxaguante bucal como complemento da higiene. “De preferência o enxaguante bucal sem álcool para não irritar a mucosa”.

DANDO UM FIM NA GENGIVITE

Luciana explica que no caso de pessoas que fazem tratamento de gengivite mais generalizada devem ir ao consultório do seu dentista com mais frequência, e não apenas de 6 em 6 meses como é indicado para visitas de rotina. “O dentista fará uma limpeza de toda placa dental, raspagem sub e supragengival e, ainda, dará dicas de como deve ser feita a correta higiene com fio dental e escovação”, explica.

O MELHOR CREME DENTAL

Invista hoje mesmo na saúde da sua gengiva com creme dental para gengivas saudáveis. Especialmente desenvolvido para evitar a gengivite,além de reduzir a placa bacteriana.

Fonte:Sorrisologia

Paracetamol usado na gravidez aumenta risco do bebê ter asma

Pesquisadores europeus encontraram evidências de que a asma pode ser, na maior parte das vezes, causada pela exposição de mulheres grávidas ao paracetamol. Os resultados foram publicados no periódico científico International Journal of Epidemiology.

Participaram da pesquisa cientistas das Universidades de Oslo e de Bristol, na Inglaterra. Eles analisaram dados do Estudo Norueguês Cohort da mãe e da criança e compararam associações entre o desenvolvimento de asma e o período de gestação de 114.500 crianças — com e sem o uso de paracetamol. Eles examinaram a ocorrência da asma estritamente aos 3 e 7 anos, avaliando a probabilidade de isso ser resultado de um dos três gatilhos mais comuns para o uso de paracetamol na gravidez: dor, febre e gripe.

“Descobrir os potenciais efeitos adversos (do paracetamol) é questão de saúde pública, já que ele é o analgésico mais comumente usado entre gestantes e crianças”, assinalou a coautora do estudo, Maria Magnus, da Divisão de Saúde Mental e Física do Instituto Norueguês de Saúde Pública, em Oslo, capital da Noruega.

Os resultados mostraram que 5,7% das crianças tinham asma aos 3 anos, e 5,1% tinham asma aos 7. A pesquisa encontrou uma ligação consistente entre as crianças que têm asma aos 3 anos e que tenham sido expostas ao paracetamol durante a gravidez. A associação mais forte foi observada se, durante a gravidez, a mãe utilizou paracetamol por causa de mais de uma queixa diferente. No entanto, os autores do estudo fazem questão de frisar que as novas conclusões não implicam, automaticamente, quaisquer mudanças nas recomendações sobre o uso de paracetamol entre as mulheres grávidas.

O estudo, o maior de seu tipo, contraria pesquisas anteriores, uma vez que não encontrou nenhuma evidência forte para uma associação entre asma infantil e o uso de paracetamol pela mãe depois do nascimento da criança ou o uso de paracetamol pelo pai. Isso significa que a doença não pode ser causada por características ou comportamentos de saúde partilhados pelos pais.

Fonte: O Globo 

Higiene Bucal em pacientes que usam aparelhos ortodônticos

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Por que durante o tratamento ortodôntico com aparelho fixo a higiene bucal é difícil?

A instalação do aparelho ortodôntico fixo e a presença de braquetes (peças coladas nos dentes), bandas (anéis cimentados nos dentes), fios e demais acessórios fazem com que aumentem as áreas que retêm os alimentos, provocando, assim, um maior acúmulo de placa bacteriana.

O que é placa bacteriana?

É uma película de cor branca, cinzenta ou amarelada que se adere ao dente, em volta dos braquetes, e é constituída de restos de alimentos, microrganismos, células descamadas. A falta de higiene bucal faz com que ela se torne espessa e de difícil remoção.

O tipo de alimentação interfere na higiene bucal e no bom andamento do tratamento ortodôntico?

Sim. Deve-se evitar a ingestão de alimentos açucarados e pegajosos: balas, pirulitos, chicletes, que prejudicam os dentes, aumentando o risco de contrair a doença cárie. Evitar também a ingestão de alimentos duros como a pipoca e o amendoim e frutas como a maçã e a pêra, que devem ser cortadas em pedaços, pois o impacto da mordida pode danificar o aparelho fixo.

É verdade que o aparelho ortodôntico fixo mancha os dentes?

Não. O que pode acontecer é a falta de higiene do paciente provocar um acúmulo de placa bacteriana, principalmente ao redor dos braquetes (peças coladas nos dentes). Como a placa concentra restos alimentares e microrganismos vivos, vai haver uma deterioração da superfície do esmalte, provocando manchas brancas ou marrons e, posteriormente, cáries.

Como proceder com a higiene para que, durante o tratamento ortodôntico com aparelho fixo, não ocorram cáries e a gengiva se mantenha saudável?

Os pacientes que usam aparelhos ortodônticos fixos devem ter atenção redobrada quanto à higiene, com controle constante e orientações dadas pelo ortodontista.

E em relação aos aparelhos removíveis?

Recomenda-se, além da higiene dos dentes, a do aparelho com a mesma freqüência, escovando-o diariamente com creme dental, buscando-se evitar a retenção de placa no aparelho, e o consequente sabor desagradável. Mensalmente, pode-se deixar o aparelho imerso em um anti-séptico bucal por 15 minutos. Nunca se deve ferver o aparelho.

Qual a escova dental recomendada?

A escova dental apropriada é aquela com cerdas arredondadas e macias. Existem no mercado escovas dentais próprias para a higiene do aparelho fixo, com pequenos tufos (unitufo, bitufo), com cerdas recortadas em forma de “v” para facilitar na limpeza dos braquetes e as com duas fileiras de cerdas (“sulcus”). A vida útil das escovas dentais dos pacientes ortodônticos é menor. Portanto, ela deve ser substituída sempre que necessário.

Qual o creme dental recomendado?

Os cremes dentais ou dentifrícios possuem valor cosmético (creme, ungüento) e valor terapêutico (flúor e substâncias antibacterianas). Os dentifrícios do mercado brasileiro contêm flúor em condições de inibir o desenvolvimento da cárie e tornar as camadas superficiais do esmalte mais resistentes.

Qual a técnica de escovação recomendada?

A duração da escovação é importante. Existem diferentes técnicas que devem ser ajustadas individualmente a cada paciente. A escovação horizontal (vai-e-vem) deve ser evitada: ela machuca a gengiva e provoca erosão (cavidades) nos dentes. Os movimentos com a escova no sentido da gengiva para os dentes, como se estivesse “varrendo” e, ao mesmo tempo, massageando a gengiva, ajuda a remover a placa bacteriana e a manter a gengiva saudável.

Além da escova dental, quais outros procedimentos para melhorar a higiene?

O uso do fio dental é muito importante. Deve-se lançar mão do passa fio (uma agulhinha de plástico), que ajuda a passar o fio entre os dentes. O uso de bochechos com soluções fluoretadas (fluoreto de sódio a 0,05%, 1 vez ao dia, de preferência à noite, antes de dormir) auxilia na proteção do esmalte dos dentes e inibe a aderência de placa bacteriana. Essa solução não deve ser engolida. Sempre que possível, os pacientes devem levar ao consultório suas escovas para praticar a escovação sob supervisão do ortodontista.

Odontologia Especializada

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