Saúde Bucal > Boa Higiene Oral

Os dentes também envelhecem?

Higiene bucal, alimentação e visitas ao dentistas são fatores que irão determinar a idade do seu sorriso

 Com o tempo é normal que nosso corpo dê sinais de envelhecimento. Depois de alguns anos a pele enruga, o cabelo fica branco e a vitalidade não é mais a mesma. Mas e o dente, será que ele também envelhece?
Não escovar os dentes diariamente e esquecer a higienização após as refeições contribuem para a maior acidez da saliva e surgimento da placa bacteriana, que costumam deixar os dentes mais porosos e com aspecto envelhecido
Não escovar os dentes diariamente e esquecer a higienização após as refeições contribuem para a maior acidez da saliva e surgimento da placa bacteriana, que costumam deixar os dentes mais porosos e com aspecto envelhecido

Foto: Rusian Guzov / Shutterstock

A resposta para essa pergunta é: depende da forma como você cuida dele ao longo da vida. Segundo Melissa Tamassia, c.d. , um dente, se bem cuidado, não envelhece, ao contrário do que acontece com o restante do corpo. “E esses cuidados englobam uma higiene bucal adequada, com escovação e uso de fio dental, e visitas regulares ao dentista”, diz a especialista.

Agora, se esses cuidados citados acima foram falhos, ao longo do tempo o esmalte do dente se tornará cada dia mais poroso (mais envelhecido), quando o ideal é que ele seja liso e homogêneo. Isso costuma ocorrer quando a saliva da boca fica mais ácida, e saliva ácida é sinal de boca com problemas.

“A saliva ácida toma conta da boca sempre que a pessoa come e não escova os dentes logo em seguida. Por isso, não escovar os dentes após as refeições ou ficar beliscando o dia todo não é uma boa ideia”.

Dente sempre jovens

“Não escovar os dentes diariamente, sempre priorizando o uso do fio dental, e esquecer a higienização após as refeições contribuem para a maior acidez da saliva e surgimento da placa bacteriana, que costumam deixar os dentes mais porosos e com aspecto envelhecido”, diz a especialista. Ou seja, o segredo está na eficiência da higienização bucal!!

Erosão dental
Outro problema que costuma dar aos dentes um aspecto mais amarelado, e velho, é a erosão ácida. “No Brasil, esse tipo de problema bucal tem atacado cada vez mais a população e está intimamente ligado à dieta moderna. O resultado é a sensibilidade dental ao consumir alimentos quentes ou frios”, diz a especialista.

Esse aspecto amarelado e envelhecido ocorre porque a erosão ácida corroe o esmalte do dente e deixar a dentina exposta. Se a doença não for tratada e chegar a um estágio mais avançado, costuma dar ao dente uma aparência ainda mais escura e rachaduras e sensibilidade ainda mais intensas.

“É importante deixar claro que a erosão ácida não é exclusivamente causada pela alimentação. Má oclusão, bruxismo e o uso de cremes dentais abrasivos também são responsáveis pelo problema”, diz Melissa.

Em resumo, ficou bem claro que ter um dente jovem ou velho é uma escolha pessoal. A forma como você cuida deles e a frequência com que visita o dentista, que é o profissional capaz de identificar possíveis problemas e tratá-los antes que a coisa fique mais séria, faz toda a diferença na qualidade, e na idade, do seu sorriso.

Agência Beta

Dispositivo em desenvolvimento no Brasil detecta 416 vírus diferentes

Teste identifica dengue, zika, chikungunya, febre amarela e outras doenças

Criado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, um novo aparelho permite rastrear e encontrar mais de quatro centenas de vírus típicos das regiões tropicais do planeta a partir de uma amostra de sangue. “Os métodos disponíveis hoje procuram por apenas um único agente infeccioso ou um número limitado deles”, explica o bioquímico Victor Hugo Aquino, idealizador da tecnologia.

Assim, se o causador de determinada doença for desconhecido, é necessário recorrer a vários testes até descobrir qual deles está por trás dos sintomas. A ideia é que o dispositivo, ainda em desenvolvimento, seja utilizado em grandes laboratórios de referência, como o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, para monitorar os casos de enfermidades e evitar que epidemias se espalhem pelo país.

Fonte: Saúde – Abril

Estudo mostra que resistência à anestesia local é comum

Resistência à anestesia local pode ser comum e também ter causas genéticas

De acordo com uma pesquisa feita por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, casos de resistência à anestesia local podem ser mais comuns do que imaginado, e podem também ter causas genéticas.

De acordo com uma matéria publicada no portal BBC, que conta esta história detalhadamente, tudo começou quando o anestesista Steven Clendenen, de Jacksonville (Flórida), deparou-se com uma paciente que resistiu aos efeitos da anestesia ao ser preparada para uma operação. Instigado pela situação, decidiu investigar o problema e descobriu várias histórias na literatura médica relatando estranhos casos de pacientes que diziam que a anestesia local não lhes fazia efeito.

Você já ouviu de algum paciente que “anestesia não funciona comigo”? A grande maioria dos médicos e Cirurgiões-Dentistas, quando escutam esta afirmação de um paciente, mantém-se céticos e, muitas vezes, prosseguem com o procedimento.

Isso foi o que relatou Jenny Morrison, uma enfermeira que também tem o problema. Ela acredita que a mudança real da percepção dos médicos e Cirurgiões-Dentistas só virá quando uma grande pesquisa confirmar a existência do fenômeno em uma quantidade considerável de pacientes. Porque, mesmo com as pesquisas existentes, o comportamento padrão ainda é de ceticismo com o problema.

Porque a resistência acontece?

De acordo com uma pesquisa feita pelo cientista Alan Hakim e seus colegas no University College Hospital de Londres, que investigam casos de resistência em pessoas com a Síndrome de Ehlers-Danlos, uma hipótese é que o tecido desses pacientes é um pouco diferente das pessoas que não têm a síndrome, e isso poderia afetar a absorção das substâncias anestésicas.

Porém, Lori Lemon, a paciente de Clendenen, não possui a síndrome, o que levou o anestesista a tentar descobrir se podem existir outras razões para a resistência dela aos anestésicos.

Assim, os pesquisadores de Yale buscaram na genética uma resposta para o caso de Lemon, e descobriram que a resistência à anestesia estava presente também em outros membros da família da paciente.

Depois de analisarem o DNA dos familiares, descobriram que aqueles que apresentavam a resistência tinham uma mesma mutação em um gene específico, enquanto os que tinham comportamento normal à anestesia não tinham. No entanto, mesmo com os resultados, pesquisas ainda são necessárias para estudar melhor os mecanismos dessa mutação genética e confirmar as hipóteses das pesquisas.

Fonte: Dental Press

APCD

SUCÇÃO NÃO NUTRITIVA

Bebê, Criança Pequena, Rir, Alegria

Os hábitos de sucção não nutritiva (sucção de dedo e chupeta) são considerados normais em bebês e crianças de terna idade, usualmente associados à necessidade de satisfação afetiva e de segurança. Esta necessidade de gratificação oral pode ser preenchida com a prática do aleitamento materno. Crianças amamentadas no peito por pelo menos seis meses estão menos propensas a desenvolverem hábitos de sucção não nutritiva. A chupeta é o tipo de hábito de sucção mais prevalente entre as crianças, entretanto sua interrupção ocorre em idade mais precoce quando comparada com a sucção digital.

Criança, Brinquedos, Bebê, Menina
É aconselhável evitar a oferta da chupeta nos primeiros dias de vida, para que a amamentação natural possa ser bem estabelecida.
A prática de hábitos de sucção não nutritiva pode provocar alterações oclusais e miofuncionais em longo prazo, o que leva alguns profissionais a recomendarem que a idade de três anos seja considerada a época limite para sua eliminação na vida da criança.

Fonte :Manual de referência para procedimentos clínicos em odontopediatria/ coordenadores Maria Lourdes de Andrade Massara, Paulo César Barbosa Rédua. – 2 ed.- São Paulo: Santos, 2013

Leiam também :

Bebê, Anjo, Chupeta, Criança, Pessoas

(ou Considerações sobre a chupeta baseadas em evidências)

Excelente artigo, baseado em evidências científicas, que trata de dúvidas muito recorrentes, como a interferência negativa sobre a amamentação, a alteração do tônus muscular da musculatura bucal, possíveis deformações esqueléticas faciais, a inexistência de bicos comerciais que sejam comparáveis ao bico do peito, a falácia de que chupeta é menos prejudicial que o dedo, a ligação entre a chupeta e a síndrome do respirador bucal, entre outros tópicos tão importantes quanto.

http://cientistaqueviroumae.com.br/blog/textos/chupeta-o-que-toda-mae-e-pai-deveria-saber-antes-de-oferecer-uma-para-seu-bebe-por-andreia-stankiewicz

Via Dra Marta Meireles

LEITE DEMAIS, LEITE DE MENOS COMO IDENTIFICAR?

A grande maioria das mulheres tem total condição de produzir quantidade suficiente de leite materno para as necessidades de seus bebês. Essa condição é biológica: todas as mulheres possuem o mesmo número de alvéolos (glândulas que fabricam leite), bem como apresentam os hormônios da lactação em seu organismo, exceto quando há retirada de glândulas (como no caso de cirurgias de redução mamária com retirada de alvéolos) ou problemas hormonais.

A questão é que, mesmo sabendo que biologicamente todas as mulheres são capazes de produzir leite, a maior queixa das mães é de que o leite é fraco ou há pouca produção. Essa percepção geralmente é resultado de insegurança que outras pessoas (profissionais de saúde, familiares, amigos, indústrias de leites artificiais) inculcam na mulher, colocando em dúvida sua capacidade de nutrir plenamente seu próprio filho.

É importante a mulher compreender que há algumas situações que podem promover a redução da produção de leite (hipolactação) ou mesmo dar a falsa ideia de que o leite não é produzido em quantidade suficiente:

– uso de bicos artificiais – quando o bebê usa chupeta/mamadeira, há redução do tempo de estímulo da mama e, consequentemente, pode haver redução na produção de leite, o que se transforma num ciclo vicioso que pode levar ao desmame.

– uso de outros leites ou líquidos – a ingestão de outros leites ou líquidos promove preenchimento gástrico no bebê e redução da ingestão de leite materno. Com menor estímulo na mama, há menor produção láctea

– bebês doentes (refluxo gastroesofágico, alergia à proteína do leite de vaca, infecções) – bebês doentes podem chorar durante e após as mamadas, se debater e não dar a sensação de estarem satisfeitos, o que pode confundir a mãe e fazê-la acreditar que o problema é o seu leite. Quando o bebê mudar de comportamento, é importante que o médico avalie e, caso haja diagnóstico de algum problema, o tratamento adequado seja realizado

– picos de crescimento – quase que mensalmente os bebês passam por picos de crescimento, pois crescem e necessitam de maior volume de leite. Com isso, passam a mamar mais vezes, com menores intervalos e esse comportamento faz com que as mães realmente acreditem que o leite não está sustentando ou houve redução na produção. Esse comportamento se prolonga de alguns dias a uma semana e quanto mais se amamentar em livre demanda, mais rápido a produção de leite se adapta às novas necessidades do bebê e ele voltará ao comportamento normal de mamada.

– erupção dos dentes – na fase do nascimento dos dentes de leite os bebês podem mamar mais ou até ter dificuldades para sugar, morder, chorar por causa do incômodo gerado nessa fase. Manter a livre demanda é importante, juntamente com oferecimento de mordedores, picolé de leite materno para aliviar o incômodo, massagens na gengiva.

– greves de amamentação – os bebês fazem greve de amamentação por vários motivos, entre eles mudanças na rotina e doenças. A mãe acredita que o bebê não quer mais mamar e sempre associa à falta de leite, porém os bebês retornam em alguns dias como se nada tivesse acontecido.

– confusão de bicos – o uso dos bicos artificiais pode levar à confusão de bicos, que é a mudança radical na fisiologia da sucção. Com as posturas orais alteradas, o bebê não consegue mamar no seio materno da mesma forma que suga um bico e, em consequência, começa a chorar, se debater, pegar e soltar a mama. Nesse momento a primeira coisa que a mãe pensa é que seu leite está pouco ou fraco, mas isso não é real.

– problemas de técnica de amamentação – a pega errada, horários rígidos, tempo determinado para mamar e limitação de mamas podem, além de impedir que o bebê extraia a quantidade de leite necessária, promover a redução da produção de leite pela falta de esvaziamento das mamas. É importante manter a livre demanda, observar e proporcionar a pega correta, deixar o bebê esvaziar uma mama e oferecer a outra, caso deseje.

No caso da produção de leite realmente estar reduzida, a mãe perceberá redução da urina (com cor amarelada e cheiro forte), redução das fezes(que será endurecido), manutenção ou perda de peso (quando se exclui pega e técnica incorreta de amamentação), choro frequente, mamadas frequentes e intervalos muito curtos (quando não estiver em pico de crescimento)

Para aumentar a produção, a mulher pode amamentar com maior frequência, permitindo o esvaziamento das mamas ou ordenhar com frequência o leite materno. Em alguns dias ocorrerá aumento na produção.

Por outro lado, há mulheres que reclamam de excesso de leite, chamada de hiperlactação. Nesses casos o bebê mama, mas pode não se satisfazer, já que muitas vezes não consegue esvaziar a mama e extrair o leite posterior.

A mulher deve observar algumas situações para identificar se realmente possui hiperlactação:

– as mamas estão sempre cheias, o que gera desconforto

– logo após as mamadas as mamas enchem novamente

– sensação de dor como agulhadas

– percepção de regiões endurecidas, dolorosas e sensíveis

– ocorrência frequente de ingurgitamento, mastites e bloqueio de ductos

– dor quando ocorre a descida do leite

– excesso de leite na descida, muitas vezes com engasgos do bebê e até falta de manutenção da pega da mama

– as mamas estão sempre vazando leite, mesmo após o período da apojadura

– bebê regurgita durante as mamadas

– ocorrência de gases frequentes no bebê

– baixo ganho de peso mesmo com ingestão de leite frequente

– bebê com cocô esverdeado

Para reduzir as consequências da verdadeira hiperlactação, a mulher pode ordenhar o leite anterior e oferecer o posterior ao bebê e, nesse caso, oferecer apenas uma mama, para que ocorra esvaziamento e ingestão do leite anterior. Caso a outra mama fique muito cheia e gere desconforto na mãe, ela pode retirar um pouco de leite para alívio, mas se esvaziá-la pode ocorrer aumento da produção.
Além disso, é importante colocar o bebê para arrotar durante a mamada e também massagear as áreas endurecidas.

Tanto o excesso de leite quanto a produção reduzida podem ser prejudiciais, por isso é importante procurar auxílio de profissional capacitado para auxiliar na adaptação da produção do leite materno.

Agradecimento :Dra Marta meireles

Fonte :DRª CRISTIANE GOMES

Consultora Internacional em Amamentação (IBLCE), Fonoaudióloga, Especialista em Motricidade Orofacial (CFFa), Mestre em Educação (UNESP), Doutora em Pediatria (UNESP), Pós-Doutorado em Saúde Coletiva (UEL), Psicanalista em formação (Sociedade Psicanalítica do Paraná), Especializanda em Teoria Psicanalítica e Doula.
http://prolactare.com/…/leite-demais-leite-de-menos-como-id…

 

Fique atento! Mau hálito pode ser sinal de câncer .Alterações no metabolismo geram substâncias químicas específicas da doença que caem na corrente sanguínea e são exaladas pela boca e narinas

Já estamos cansados de saber que cerca de 90% das causas de halitose são de origem bucal. Os demais 10%, podem ocorrer devido a problemas nas vias aéreas superiores, alterações gástricas, pulmonares ou sistêmicas. O que poucos sabem é que mau hálito pode indicar câncer, motivo que realça a importância de investigar mais a fundo os casos de halitose crônica.

Insuficiências orgânicas, perda de peso e radioterapia e quimioterapia em casos de câncer de cabeça e pescoço também podem contribuir para o aparecimento de odores mau cheirosos na boca
Insuficiências orgânicas, perda de peso e radioterapia e quimioterapia em casos de câncer de cabeça e pescoço também podem contribuir para o aparecimento de odores mau cheirosos na boca

Foto: Vladimir Gjorgiev / Shutterstock

Segundo Maria Cecília Aguiar, presidente da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), esse tipo específico de halitose acontece por alguns motivos.

“Essa doença se caracteriza pela multiplicação celular desordenada, o que, e alguns casos, resulta em tecidos tumorais comprimindo os tecidos normais circundantes, causando necrose. Neste processo de morte tecidual, ocorre produção de algumas substâncias de odor desagradável, que são carregadas pela corrente sanguínea e alcançam os pulmões, sendo eliminadas pela expiração e provocando halitose, percebida tanto pela boca quanto pelas narinas”, diz a especialista.

Outros desdobramentos dessa doença como insuficiências orgânicas, perda de peso e radioterapia e quimioterapia em casos de câncer de cabeça e pescoço também podem contribuir para o aparecimento de odores mau cheirosos na boca.

“A queima de gorduras gera a liberação dos corpos cetônicos, de odor semelhante à manteiga rançosa, que são transportados via sanguínea em direção aos pulmões, podendo ser eliminados pelo hálito. Já a quimio e a radio provocam hipossalivação, favorecendo a multiplicação de bactérias bucais, que fermentam resíduos na boca e geram, como produto final de seus metabolismos, gases mau cheirosos responsáveis pela halitose”, diz Maria Cecília.

Cheiro diferente?
Mas será que dá para saber, pelo cheiro, quando o hálito está indicando algo mais sério? Segundo a especialista, algumas vezes dá. Ela explica que é comum que algumas doenças gerem um cheiro característico.

“O diabetes mal compensado resulta em hálito cetônico com odor de fruta passada; a insuficiência renal em odor de ureia ou urina; a insuficiência hepática em odor de terra molhada ou rato. Já o câncer em geral produz um hálito com odor de necrose. Porém, não há regras. Por exemplo, um câncer renal pode culminar em insuficiência renal e, por isso, vir acompanhado de hálito urêmico, e assim por diante”, diz a especialista.

Mas o que realmente diferencia a halitose por origem bucal dos casos de halitose extrabucal é que, na primeira, o odor é eliminado apenas pela boca, enquanto na segunda, o cheiro desagradável é eliminado pela boca e pelas narinas.

Identificação pelo hálito
Exatamente por causa dessa diferenciação é que pesquisadores estão buscando tornar viável a possibilidade de diagnosticar uma doença pelo hálito, pois toda enfermidade resulta em alterações no metabolismo que, por sua vez, geram produção de diferentes substâncias químicas características ou específicas da doença.

“Muito além que apenas o mau cheiro da halitose, moléculas específicas presentes no hálito podem indicar diversas doenças, como alguns tipos de câncer, com precisão. Estima-se que, futuramente, será viável realizar o diagnóstico dessas doenças com um simples exame de sopro (como no exame do bafômetro), onde sensores de um aparelho identificarão moléculas que normalmente não existem no hálito e indicarão com quais doenças podem estar associadas”, diz Maria Cecília.

Fonte:Agência Beta

Pesquisa sugere que amamentar protege contra o câncer de mama

A maioria da população desconhece essa e outras formas de prevenir a doença

Os casos genéticos de câncer de mama correspondem a aproximadamente 10% de todos no mundo. Isso significa que os outros 90% envolvem também fatores como obesidade, sedentarismo, tabagismo, alcoolismo e… não ter amamentado.

O problema é que essa questão é amplamente desconhecida, segundo dados de um levantamento realizado com usuários dos metrôs de São Paulo. Essa pesquisa fez parte da campanha “Cada Minuto Conta”, uma parceria entre a União Latino-americana contra o Câncer da Mulher (Ulaccam) e a farmacêutica Pfizer.

Dentro da amostra de 270 passageiros, 22% das mulheres e 19% dos homens acreditavam que o aleitamento materno não diminuía a probabilidade de tumores na mama. Além disso, 78% das participantes não sabiam que ter filhos também abaixa essa possibilidade.

O oncologista Rafael Kaliks, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, explicou em um comunicado o porquê da relação: “Quanto menos filhos, maior o número de ciclos menstruais na vida da mulher, que são momentos de maior exposição a hormônios relacionados à doença. Da mesma forma, quanto maior o período de amamentação, menos ciclos menstruais, e maior a proteção”.

É claro que essas não são as únicas maneiras de prevenir a disfunção. O Instituto Nacional de Câncer (Inca), aponta outras considerações importantes: “estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor”.

Fonte: Saúde – Abril

APCD

Maloclusão em adolescentes impacta negativamente na qualidade de vida, diz estudo

Estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais

Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) concluiu em um estudo que a maloclusão em adolescentes ou a má posição dos dentes pode exercer um efeito negativo na qualidade de vida dos jovens. A pesquisa, publicada sob o título “Perception of parents and caregivers regarding the impact of malocclusion on adolescents’ quality of life: a cross-sectional study”, no volume 21, número 6 do Dental Press Journal of Orthodontics (DPJO), incluiu pais ou cuidadores que acompanhavam os seus filhos adolescentes em consultas odontológicas na Faculdade de Odontologia da UFMG. Durante o atendimento de adolescentes, Cirurgiões-Dentistas frequentemente levam em consideração as opiniões de pais ou cuidadores, pois estes podem conhecer aspectos importantes da saúde dos filhos, além de serem considerados os principais tomadores de decisão quando um procedimento de diagnóstico ou um tratamento odontológico vai ser realizado em um menor de idade.

O estudo deixa claro que, após responderem um questionário sobre a saúde bucal do filho, pais e cuidadores afirmam que a má posição (ou o mal alinhamento) dos dentes tem um impacto adverso no bem-estar de indivíduos jovens com repercussões emocionais e no convívio social destes indivíduos com os colegas da mesma idade. A presença de dentes com uma aparência desfavorável pode transformar um adolescente em uma pessoa estigmatizada e insegura, pois os outros adolescentes podem hostilizá-lo devido àquele problema dentário.

As conclusões desta pesquisa podem ser úteis para todos os pais ou cuidadores de adolescentes sobre a importância do acompanhamento odontológico do seu filho. Uma vez identificada, a má posição dos dentes deve ser tratada com aparelhos apropriados (tratamento ortodôntico). O não tratamento e a persistência do mau alinhamento dentário podem ter consequências devastadoras na autoestima do indivíduo..

Fonte: Dental Press

Você já viu uma criança usando dentadura? Pode até parecer absurdo, mas esse risco é real. A má higienização bucal durante a infância pode resultar no uso de próteses, em casos extremos.

Foto: Microgen / Shutterstock.com

Apesar de não ser uma situação tão comum, essa probabilidade deve ser considerada pelos pais na hora de conscientizar os pequenos a escovar os dentes diariamente.

A falta de atenção com a saúde bucal na infância danifica os dentes decíduos, chamados popularmente de “dentes de leite”. Muitas vezes, o cuidado é subestimado durante essa fase, já que a substituição por dentes permanentes ocorre em pouco tempo. O resultado dessa negligência pode ocasionar cáries e outros problemas.

O que poucas pessoas sabem é que a extração precoce dos dentes de leite traz grandes prejuízos à saúde da criança em longo prazo. Isso porque, além de guardar o espaço para os dentes permanentes, os dentes de leite têm papel fundamental no desenvolvimento dos ossos e músculos da face. Eles também são importantes para a estética, ajudam na mastigação e garantem a pronúncia correta das palavras.

Resumidamente, a extração dos dentes de leite pode desencadear distúrbios fonéticos – que precisarão ser corrigidos em sessões com um fonoaudiólogo -, má deglutição e falta de espaço para os dentes permanentes crescerem.

Também há o risco da criança desenvolver problemas psicológicos, por sentir vergonha de sorrir e, consequentemente, passar a apresentar dificuldade na socialização. Sem contar na possibilidade dos maus hábitos de higienização bucal serem continuados após o nascimento dos dentes permanentes.

Por isso, a higiene bucal deve começar desde cedo. A fim de evitar a chamada cárie de aleitamento, causada pelo acúmulo de leite na boca, é preciso limpar a gengiva do bebê com gaze ou algodão e água frequentemente.

Quando a criança estiver maior, as visitas periódicas ao dentista passam a ser indispensáveis para garantir um acompanhamento próximo e uma boa saúde bucal.

Fonte:Terra

Homens das cavernas usavam aspirina para dor de dente. Medicamento já era utilizado por Neandertais há quase 50.000 anos

História da humanidade? A resposta é simples: ele tomava aspirina! – ou algo muito parecido com isso.

Cientistas fizeram a descoberta enquanto analisavam a mandíbula fossilizada de um jovem Neandertal. O fóssil tinha sinais de danos causados por abscessos e resquícios de que o homem havia ingerido um fungo antibiótico chamado Penicillium e mastigado pedaços de folha de álamo que continham ácido salicílico, o principal ingrediente da aspirina que conhecemos hoje em dia.

Ao que tudo indica, os “homens das cavernas” possuíam muito conhecimento sobre plantas medicinais e se automedicavam com ervas anti-inflamatórias e analgésicas.
Ao que tudo indica, os “homens das cavernas” possuíam muito conhecimento sobre plantas medicinais e se automedicavam com ervas anti-inflamatórias e analgésicas.

Foto: Procy / Shuttestock

Parece que nossos antigos ancestrais eram mais inteligentes do que pensávamos.

FF

 

Odontologia Especializada

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