Parceria no tratamento : Dentista- Pais -Paciente

Parceria no tratamento : Dentista- Pais -Paciente 170956119

Vamos falar um pouco sobre Odontologia para crianças?
Hoje em dia, a odontologia não é mais vista de forma assustadora pelas crianças.A odontologia evoluiu muito em termos de avaliação, tratamento e principalmente prevenção.
Ao contrário de antigamente hoje as crianças podem gostar de ir ao consultório dentário estimuladas a protegerem seus dentes “dos bichinhos” e conservarem sua saúde e seus sorrisos lindos. Houve grande modernização em nossos equipamentos e materiais odontológicos. Nossa formação profissional, nossas técnicas e a psicologia aplicada ao tratamento infantil também evoluiram bastante.
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É extremamente importante que os pais de nossos pacientes infantis saibam que o tratamento odontológico de seu filho é uma parceria, nossa, dos pais e das crianças.
A criança precisa entender que o consultório dentário não é o local aonde será castigada por não ter escovado os dentes de maneira correta ou ter tido maus hábitos alimentares, quando for este o caso, e portanto aonde irá “tomar injeção” e “sentir dor ” mas sim o local aonde ela terá a orientação e os cuidados necessários para se proteger de possíveis problemas.Terá acesso a informações, através de filmes, brinquedos e diversões.

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O dentista é o amigo que ajuda e não aquele que castiga.
Também não adianta o dentista preconizar bons hábitos de higiene e dieta, se a criança em casa não tiver um estímulo dado pelos pais para promoverem higienização bucal adequada e não souberem que ingerir alimentos, bolachas e doces durante o dia todo não será bom para sua saúde bucal.
Portanto,precisamos agir juntos para um resultado favorável. Rompendo com preconceitos, estimulando bons hábitos,trocando idéias e buscando saúde para nossas crianças.
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Origem do creme dental .Creme dental levava urina????

Creme dental

Há cerca de 4 mil anos, no Egito, surgiu o creme dental. Era uma substância altamente abrasiva e adstringente, feita com pedra-pomes pulverizada e vinagre. O preparado era esfregado nos dentes com um pequeno ramo de árvore.

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Os romanos, no século I, acrescentaram um insólito anti-séptico na sua fórmula – urina humana, para deixar os dentes mais brancos.
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Hoje em dia, as pastas contêm basicamente uma substância aromática, uma substância abrasiva e sabão.

Em 1850, o dentista americano Washington Wentworth Sheffield desenvolveu um pó para limpar os dentes que se tornou muito popular entre seus pacientes. Lucius, filho de Sheffield e também dentista, ajudou-o a modificar a fórmula, criando assim o Creme Dentifrício Dr. Sheffield, a primeira pasta de dente.

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O produto só teve sucesso quando foi colocado em tubos de folhas-de-flandres. Lucius Sheffield foi considerado o “dentista mais famoso do mundo”, e recebeu trinta patentes por invenções que vão desde uma técnica de colocar jaquetas em dentes até um túnel ferroviário elevado para cidades.

Fonte: Guia dos curiosos

Será que os ruivos fogem do dentista?????

Será que os ruivos fogem do dentista?????

De acordo com um estudo publicado no jornal da Associação Dental Norte-americana (ADA) em agosto de 2009, os ruivos naturais têm uma mutação genética capaz de afetar a habilidade cerebral de processar remédios contra dor, como o Novocain. Trata-se de uma variação do receptor genético melanocortina-1. A principal autora do estudo, Catherine Binkley, ainda observou que, por causa da dor, os ruivos são mais propensos a fugirem dos dentistas e a pedirem doses maiores de anestesia.
Fonte: Guia dos Curiosos

Doenças bucais comprometem rendimento esportivo

Doenças bucais comprometem rendimento esportivo

Não são raros os casos em que os atletas de alto rendimento – ou até mesmo aquele atleta de final de semana – parecem mais cansados, indispostos ou com dores. Resultado: acabam não dando o melhor de si fisicamente e não obtêm o retorno que desejam nas práticas esportivas, seja dentro de campo, na corrida, nas quadras ou na piscina.
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O cirurgião-dentista, Fernando Aparecido Kawaguchi, especialista em dentística, explica que os problemas mais comuns que acometem os atletas a ponto de prejudicar o rendimento são a cárie, doença periodontal, disfunções da articulação temporomandibular (ATM) e respiração bucal. “A cárie por conta da dor que pode causar. A doença periodontal avançada, pelo quadro infeccioso, diminui a resistência do organismo e pode debilitar um atleta. A disfunção da articulação pode originar cefaleias insuportáveis”, diz.

Ele explica que, como em toda infecção bucal, há queda da resistência do organismo. “Quando as defesas do corpo estão comprometidas, surge um círculo vicioso, pois a pessoa com infecção bucal se alimenta mal, dorme mal, perde a concentração e esses são fatores determinantes para bons resultados nos esportes”, salienta. Segundo Kawaguchi , existem estudos, inclusive, que apontam que doenças periodontais muito severas podem levar a maiores riscos de infartos e derrames pela alteração de taxas de triglicérides no sangue.

Além disso, respirar pela boca durante a atividade traz uma ineficiência do aproveitamento do oxigênio pelo organismo e, por isso, atletas com essa deficiência não alcançam o pleno estágio físico que certas modalidades esportivas exigem. “Dessa forma é fundamental que o atleta tenha também uma boa saúde bucal para não interferir no seu desempenho esportivo”, aponta.

Alexandre Barberini, membro da Comissão de Odontologia do Esporte da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (APCD), diz que os pacientes acometidos por infecções à distância, possuidores de válvulas cardíacas defeituosas ou com doenças cardiovasculares podem adquirir uma doença chamada ‘endocardite bacteriana’, que é a infecção mais grave que acomete a cavidade oral e o coração. “Caracteriza-se pela formação de uma massa de bactérias e coágulos sanguíneos, que se alojam nas válvulas cardíacas podendo levar à morte. Cerca de 40% dos casos são ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC)”, diz.

Um exemplo disso é do atleta do basquete Laurence Scott Young que jogava pela equipe de Santos e faleceu em virtude de uma infecção generalizada, iniciada devido a um problema dentário. A causa da morte foi uma endocardite bacteriana, que teve origem em uma infecção bucal.

Testando limites
Levar o corpo a extremos sempre traz riscos. Como os atletas estão sempre em busca de superação, as lesões decorrentes da queda da resistência corporal são frequentes. Também é comum que, em práticas esportivas, as pessoas tenham mais bruxismo (ranger ou apertar dos dentes) que pode piorar com má oclusão – quando não há o encaixe correto das arcadas superior e inferior.

Barberini completa que alguns problemas de postura são potencializados quando o atleta possui disfunção da articulação temporomandibular (ATM). “Os casos de apertamento dental em esportes como levantamento de peso, musculação, atletismo e lutas podem causar fraturas dentárias, dores nas articulações e musculares, até problemas ósseos, gengivais e de canal”, acrescenta.
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Outros riscos ocorrem nos esportes de impacto que podem causar traumas e para os nadadores, que estão passíveis de sofrer erosão dental pela quantidade de agentes químicos utilizados nas piscinas.

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fonte:Beta Terra

O ato de mamar traz vantagens para o desenvolvimento oral da criança, pois a sucção correta pode garantir uma melhor respiração e progressão orofacial dos pequenos

O ato de mamar traz vantagens para o desenvolvimento oral da criança, pois a sucção correta pode garantir uma melhor respiração e progressão orofacial dos pequenos

Que o aleitamento materno traz inúmeros benefícios para a saúde do bebê já é fato conhecido por todas as mães. Mas o que muitas ainda não sabem é que o ato de mamar também traz vantagens para o desenvolvimento oral da criança, pois a sucção correta pode garantir uma melhor respiração e progressão orofacial dos pequenos.

O presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Luciano Borges, explica que na amamentação natural, o bebê é obrigado a fazer um movimento com a boca que pode ajudar no crescimento adequado dos seios da face. “Sem contar que ele é obrigado a respirar somente pelo nariz, o que evita a respiração oral”, destaca.
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Os benefícios vão além. Com a amamentação, é possível prevenir a mastigação incorreta, pois se garante uma melhor posição dos dentes, com o desenvolvimento das mandíbulas e dos seios da face. O mesmo já não acontece com os bebês amamentados por mamadeiras, que podem ter o desenvolvimento da fala comprometido, além de progredirem com respiração oral e oclusão dentária.
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O presidente do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp), Cláudio Miyake, destaca ainda que a amamentação natural estimula o crescimento favorável das estruturas do crânio e da face. “Além disso, a amamentação natural promove um efeito psicológico favorável, pois aproxima o bebê da mãe”, diz.
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Ele complementa que a amamentação com a mamadeira não requer do bebê um esforço semelhante ao mamar no peito da mãe. “Desta forma, o estímulo para o crescimento não é o mesmo. Existem mães ou babás que, para que o tempo de amamentação pela mamadeira seja mais rápido, ainda cometem o erro de ampliar o orifício do bico da mamadeira, o que resultará em um esforço menor ainda para o bebê conseguir sugar o leite”, aponta.

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Portanto, some à lista de benefícios do aleitamento materno todos os prós de se oferecer um leite de qualidade para a criança e o fato de que seu desenvolvimento oral será muito mais tranquilo com a amamentação exclusiva até seis meses de idade e intercalada com alimentos sólidos até os dois anos de vida.
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Via Terra