SUBSTITUTOS PARA O “VILÃO AÇUCARADO”!

A preocupação com a saúde estimula os segmentos de pesquisa a buscarem alternativas para o “doce veneno” chamado açucar.

Muito além do conhecido aumento no risco das cáries, especialmente para aqueles que comem muito açucar refinado e higienizam mal os dentes, valorizamos os danos a saúde gerados por esse produto e que levam a prejuízos orgânicos comparáveis aos de excessos com bebidas e cigarros.

Para os que não conseguem viver sem doces, pelo “paladar condicionado”, pintaram novidades interessantes a saúde e para o auxílo da boa dentição. O agave, por exemplo, é uma planta mexicana de onde é retirado um xarope adocicado com a consistência do mel.

Esse xarope pode ser usado para adoçar comidas e bebidas sem preocupação, pois não engorda como o açucar. Afinal tem apenas 3,34 calorias por grama.

Ao que parece, o agave é uma opção mais saudável que o açucar e o próprio mel, pois é um alimento orgânico, de baixo índice glicêmico, que apresenta poder adoçante maior do que o açúcar comum, é 100% natural, sem glúten e sem lactose.

Ele pode ser usado no preparo de alimentos, caso de bolos, doces e tortas, mas deve ser consumido com moderação. Como é uma fonte de frutose, seu consumo exagerado pode aumentar os níveis de triglicérides e de glicemia, não sendo indicado para os diabéticos. Apesar disso é uma opção nutritiva, rica em sais minerais, ferro, cálcio, potássio e magnésio a maioria das pessoas.

Já diabéticos ou não diabéticos e, especialmente os com medo das cáries tem uma outra opção, o FOS (fruto-oligossacarídeos). Além de não engordar, o FOS tende a cooperar com a redução no risco de cáries e pode ser usado por diabéticos. Ele não engorda porque sua molécula é muito grande para ser quebrada pelo organismo. Isso já não acontece com a do açúcar.

Atualmente é tido e reconhecido como um alimento funcional recomendado a saúde e a “doce prevenção de cáries”!

De resto fica a recomendação de uma boa higiene bucal para a preservação do melhor ao seu sorriso!

TePe

Higiene bucal mesmo sem os dentinhos

Higiene bucal mesmo sem os dentinhos

Engana-se a mamãe que acha que deve se preocupar com a limpeza da boca e dos dentes do bebê só depois que os dentinhos surgem na boca. Pior ainda são as mães que acham que dentes de leite não precisam de cuidados, pois têm vida curta.

Espero que 99,9% dos pais não pensem dessa forma. Os dentes de leite são sim importantes e merecem todo o cuidado. São eles que guiam o nascimento dos dentes permanentes, que abrem os espaços para a dentição posterior e são essenciais para uma boa mastigação e para a fala.

A saúde dos primeiros dentinhos motiva a saúde dos dentes permanentes.

Os primeiros dentes nascem ao redor do sexto mês de vida, mas a limpeza da boca deve começar antes, com uma gaze ou fralda molhada em água filtrada, passe por toda a boca da criança, limpando gengiva, bochechas e língua.

Assim, desde pequenina a criança se acostuma com a intervenção na boca, não dando trabalho quando começar a ir ao odontopediatra e com hábitos orais corretos.

Fase pré-escova – Cada idade tem um jeitinho de fazer a limpeza da boca do bebê. Logo que os dentinhos nascem, a gaze ou fralda é substituída por uma dedeira. Da dedeira, a escova de dente infantil já é recomendada. O fio dental é recomendado assim que os primeiros dentes surgem.

O uso de creme dental só deve ser usado sob orientação do odontopediatra, que indicará quando e qual creme usar, já que para os pequenos não pode conter flúor devido à imaturidade da deglutição – a criança ainda não está suficientemente preparada para engolir todo o flúor que, em excesso, pode fazer mal à saúde dos dentes permanentes.

Cárie de mamadeira – Existe um mal que acomete cerca de 60% das crianças de até três anos de idade e que pode ser evitada com algumas atitudes: a cárie de mamadeira, provocada principalmente pela alimentação noturna da criança (seja o leite materno ou não) seguida do sono sem a devida higienização.

A saliva tem uma ação protetora dos dentes e ajuda a manter a boca limpa, mas durante o sono, a quantidade de saliva diminui, favorecendo a rápida instalação da cárie.

A cárie de mamadeira provoca muita dor e ataca todos os dentes da criança em um curto espaço de tempo, provocando mau hálito, deficiência na mastigação e na fala, além de ficar com uma estética feia. Se a mamãe observar manchas brancas opacas nos dentinhos do seu filho, leve imediatamente ao dentista. Essa machinha é o início da cárie.

Outros fatores que provocam a cárie de mamadeira são o uso excessivo de açúcares na alimentação da criança e o hábito que algumas mamães têm de adoçar a chupeta para acalmar o bebê e fazê-lo dormir.

Como a cárie é ima doença infecciosa, isto é, passa de pessoa para pessoa, evite assoprar a comida da criança, dividir o mesmo talher ou beijar a sua boca, pois se estiver com cárie, pode contagiar a criança.

A boa higienização oral desde bebê é um bom começo para uma dentição saudável no futuro.

Dicas

O nenê não tem dentinho, mas nem por isso devemos esquecer de higienizar a boca dele. A alimentação noturna deve ser retirada até os doze meses de vida para evitar a cárie de mamadeira.

Caso a criança se alimente à noite, a mamãe deve fazer a higienização da boca da criança mesmo que esta esteja dormindo.

Leve a criança ao dentista a cada seis meses, a partir dos seis meses de vida da criança para a prevenção de cáries.

Guia do bebê

Saiba mais sobre Herpes

Saiba mais sobre Herpes

Beijar transmite herpes? Beijar indivíduo com herpes pode transmite o vírus para quem nunca teve contato com ele. A transmissão geralmente ocorre na primeira infância.

O herpes é uma infecção que causa pequenas bolhas vermelhas e lesões que ardem e coçam, e podem afetar a pele e mucosas da garganta, nariz, boca, uretra, reto e órgãos sexuais.

O vírus que transmite a doença é o Herpes simplex e estima-se que 90% das pessoas já tiveram contato com o tipo que se manifesta nos lábios, o HSV1. Mas apenas 10% dos portadores manifestam o sintoma.

A doença não tem cura, e existem muitas crendices populares sobre seu tratamento. Duas dermatologistas, que são membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Marcia Monteiro e Flávia Guglielmino, vão desmistificar algumas delas.

Beijar transmite herpes?
Beijar indivíduo com herpes pode transmite o vírus para quem nunca teve contato com ele. A transmissão geralmente ocorre na primeira infância.

Riscar a borda do herpes com caneta impede que a ferida cresça?
O herpes é autolimitado e, assim, a ferida só cresce até certo ponto. Por tal razão há a impressão que, se riscar ao redor da ferida, ela para de crescer, mas não é verdade. A pessoa ainda corre o risco de infectar a ferida, que não deve ser manipulada, nem estourada com agulha pelo risco de infecção secundária.

Depois que a ferida este seca o vírus ainda pode ser transmitido?
Até hoje se acreditava que quando a lesão está cicatrizada completamente não há mais risco de transmissão, mas estudos demonstraram que mesmo sem a lesão, o portador pode transmitir o vírus.

Colocar gelo assim que sente a coceira e a ardência inibem o crescimento da ferida?
O gelo alivia os sintomas, mas deve ser usado com cuidado. Dê preferência a compressas geladas para não ter o risco de queimar a pele com o gelo. Mas o que inibe o crescimento é somente medicação oral.

Colocar azeite na ferida ajuda a aliviar a sensação de repuxar da pele?
Tudo que hidrata a pele diminui a sensação de repuxar, mas nesse caso o melhor é utilizar pomada com antibiótico que vai hidratar e prevenir infecção secundária da lesão, e não o azeite.

Uma vez que a pessoa teve herpes, ela terá para o resto da vida?
O vírus do herpes quando adquirido fica armazenado para toda vida no nosso organismo, mas a pessoa pode desenvolver novamente a lesão ou não.

Situações de estresse e nervoso podem fazer com que o herpes apareça?
Em alguns casos, ele nunca se manifesta. Em outras pessoas, situações de doença, stress emocional, mudanças bruscas de temperatura e exposição ao sol podem desencadear uma crise.

Quem tem herpes precisa ter toalha de rosto, copos exclusivos para seu uso mesmo quando a ferida não está aparente?
Durante o surto da doença, ou seja, quando o paciente está com as lesões, elas estão cheias de vírus, então nessa situação deve-se evitar o contato direto com outras pessoas e separar os objetos. Sem a lesão a transmissão por objetos é muito rara.

E se aparecer um herpes no dia do casamento, por exemplo? Existem pomadas ou alguma receita caseira para melhorar a aparência ou impedir a vermelhidão?
Se a lesão surgir no dia do casamento, o ideal é camuflar com uma boa maquiagem, já que o tratamento não surte efeito imediato. A única maneira de diminuir a evolução é com o medicamento oral. Estudos demonstraram que as pomadas antivirais não impedem o crescimento da ferida. O melhor é procurar um médico o mais rápido possível e usar corretivos.

Para se prevenir, é indicado usar protetor labial todos os dias ou apenas nos dias de sol?
O protetor labial é indicado todos os dias, pois irá prevenir também o câncer de pele nos lábios.

A ferida do herpes deixa cicatriz?
A ferida pode deixar cicatriz se for manipulada ou se for agravada por infecção secundaria por bactérias.

O herpes pode desencadear outros sintomas como febre?
A primo-infecção herpética, que acomete crianças, vem acompanhada de sintomas, como estomatite, febre e mal-estar. Mas as infecções recorrentes geralmente não causam sintomas sistêmicos.

Quais complicações o herpes pode ter?
No herpes simples, em pacientes saudáveis, a complicação mais frequente é a infecção secundária por bactérias, com o surgimento de pus no local. Complicações mais graves aparecem em pacientes imunosuprimidos, como portadores de HIV e pacientes em quimioterapia.

Terra