Sorriso imperfeito: as famosas que fazem sucesso com os dentes separados.O diastema, aquela separação entre os dentes, virou moda. Veja quem são as musas – de ontem e de hoje – que carregam este sorriso imperfeito e entenda por que o ‘defeitinho’ faz tanto sucesso

Sorriso imperfeito: as famosas que fazem sucesso com os dentes separados.O diastema, aquela separação entre os dentes, virou moda. Veja quem são as musas - de ontem e de hoje - que carregam este sorriso imperfeito e entenda por que o 'defeitinho' faz tanto sucesso

Se a altura e o peso de uma modelo podem atrapalhar a carreira, um diastema – espaço entre os dentes – é um “defeito” aceitável – que pode até alavancar o estrelato. Lara Stone, a décima top mais bem paga do mundo, que o diga! A partir de 2010, uma nova safra de modelos com a abertura dental, representada também por Lindsey Wixson e Jessica Hart, ganhou destaque nas passarelas e nos editoriais de moda.
Na cultura africana, o espaço entre os dentes sinaliza beleza e fertilidade. E ao que parece, agora, também simboliza sensualidade para o restante do mundo. Há pouco mais de 30 anos, no entanto, o diastema não era visto com bons olhos. Na década de 1970, no auge da carreira, a modelo e atriz Lauren Hutton usava uma prótese em ensaios de moda para ficar esconder a falha no sorriso. No cinema e no cenário musical, Brigitte Bardot e Madonna já representavam a diferença.
Em 1987, a falha foi tema do documentário Gap-Toothed Women, do diretor Les Blank, que queria mostrar algo natural a pessoas que estão acostumadas com um mundo artificial. E é justamente o aspecto natural do diastema que surpreende e encanta quem observa a “tendência”. “Acho que, por muito tempo, a beleza foi como uma forminha de biscoitos. Estamos indo para um tipo de beleza mais peculiar, que inclui mulheres com pele comum, sardas e cabelos armados”, diz Heather Muir, editora de beleza da revista Allure, em entrevista ao The New York Times.
Apesar do espaço, ter diastema não significa um problema na arcada dentária. É possível ter uma mordida certa mesmo com o vão. Ou seja, não é preciso aproximar os dentes como fez Carine Roitfeld, editora de moda. Se o espaço for muito pequeno, é preciso ter cuidado para evitar problemas como acúmulo de comida. Em 2010, Tyra Banks mandou uma das participantes do America’s Next Top Model ir ao dentista para aumentar o diastema.
Fazer artificialmente um diastema também não oferece risco, mas é um caminho sem volta. “O procedimento consiste em tirar uma parte da parede do dente, o que desgasta o esmalte, mas não provoca alteração na arcada. Mas não tem como voltar ao que era antes”.
http://youtu.be/BilnXlqQy6w

Dica de App

Dica de App

Where’s my Water
Esse aplicativo da Disney pede que a criança ajude o jacaré a tomar banho. Vai ser preciso cavar a terra e desviar o esgoto, além de achar patinhos, buchas e sabonetes perdidos. “O João adora as músicas e as caras que o jacaré faz. Ele ri bastante quando joga”, diz Silvia Baliero, editora do site da Época Negócios. “A interface é intuitiva e as crianças gostam de ver o que acontece com a água de acordo com os movimentos que fazem”, diz Maurício.
Plataformas: Android, iPad e iPhone / Idade: 4 anos

Gabriela Duarte posta foto da filha, Manuela, sem um dente: “1a janelinha!”

Mãe coruja, a atriz Gabriela Duarte, 39, postou uma foto de sua filha Manuela, 7, contando sobre a queda do primeiro dentinho da menina: “1a janelinha!!!!Fiquei tão emocionada!Mãe é boba ne????rs”, escreveu em seu perfil do Instagram. Gabriela é casada com o fotógrafo Jairo Goldflus, com quem também tem Frederico, 1.

Via Revista Crescer

A importância dos cuidados com a boca durante a gravidez

A importância dos cuidados com a boca durante a gravidez

Os hormônios da gestação mexem muito com o corpo e facilitam, inclusive, a ocorrência de problemas dentários. Saiba por que você precisa tomar um cuidado extra com a saúde bucal durante os nove meses
Se você está grávida, deve saber que tem uma lista razoável de coisas a fazer nos próximos meses para garantir sua saúde e a do bebê. Visitar o obstetra regularmente, fazer ultrassons, cortar a bebida alcoólica, praticar uma atividade física, prestar atenção ao cardápio… Mas há um detalhe que nem sempre é conversado nas primeiras consultas médicas: você também precisa cuidar com carinho da sua boca.

Por conta dos hormônios da gestação, especialmente a progesterona, as mulheres têm mais tendência a apresentar problemas como a gengivite, que pode causar incômodos e levar à perda de dentes se não for tratada corretamente. Além disso, estudos científicos apontam que há uma relação entre doenças periodontais e ocorrência de partos prematuros ou bebês de baixo peso no nascimento.

Para orientar médicos e gestantes, a Academia Americana de Periodontologia, em parceria com a Federação Europeia de Periodontologia, publicou recentemente um guia de recomendações sobre a saúde bucal nesse período.

“Escovar os dentes e passar fio dental com frequência, além de visitar o dentista durante a gravidez, pode diminuir a chance de complicações. É importante para as mulheres monitorar sua saúde bucal e conversar com o especialista sobre os cuidados adequados. Cuidando da boca você não está apenas contribuindo para sua saúde como um todo, mas garantindo uma gravidez segura e saúde para seu bebê”, afirmou em nota Nancy Newhouse, presidente da Academia Americana de Periodontologia.

De acordo com Marcia Vasconcelos, membro do conselho científico da Associação Brasileira de Odontologia, os cuidados durante a gravidez são os mesmos que os dentistas recomendam para qualquer pessoa: escovação, fio dental, controle da dieta e uso do flúor. O problema é que naquela semana mais corrida, que a gente fica sem escovar os dentes depois do almoço ou exagera no doce, as grávidas, por estarem mais sensíveis, podem apresentar sinais como gengiva inflamada, vermelhidão e sangramento durante a escovação.

Uma dica é ter sempre uma goma de mascar sem açúcar na bolsa, para evitar a formação de placa e amenizar os efeitos da falta de escovação em dias complicados. Massagear a gengiva com o dedo depois da escovação favorece a circulação nessa área e também ajuda na prevenção da gengivite. Para quem sente enjoo pela manhã, vale trocar a marca do creme dental e deixar para fazer a higiene bucal após o café.

Caso você sinta dor ou note que a vermelhidão ou sangramento persistem, procure seu dentista. O ideal é que ele esteja em contato com o obstetra que acompanha sua gravidez para realizar o tratamento mais adequado. Se o tratamento que você quer fazer não é urgente, o ideal é esperar pelo segundo trimestre da gestação ou mesmo o nascimento do seu bebê. Caso uma intervenção cirúrgica seja necessária, é possível usar uma anestesia local específica, sem vasoconstritores. Tratamentos estéticos, como clareamento, não são proibidos, mas como não há estudos que atestem sua segurança, o melhor é adiar.
Revista Crescer
Outras fontes: A Bíblia da Gravidez, de Wladimir Taborda e Alice Deutsch

O Respirador bucal e o mau hálito

O Respirador bucal e o mau hálito

Nem sempre os adultos se dão conta de que a timidez e a insegurança da criança na escola podem estar relacionadas ao mau hálito. O impacto social provocado pela halitose prejudica a qualidade de vida, além de indicar a existência de algum outro problema de saúde que precisa ser investigado pelo dentista e o otorrinolaringologista.

Um estudo publicado em 2011 na revista científica Clinics, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), avaliou 55 crianças entre 3 e 14 anos, divididas em dois grupos: respiradores bucais e nasais.

A conclusão da pesquisa “Association between halitosis and mouth breathing in children” foi de que 40% das crianças exibiram padrão de respirador bucal e 63% dessas crianças apresentaram forte odor da halitose ou mau hálito,mostrando uma relação estatisticamente significativa entre a respiração bucal e o mau hálito.

Na revisão de literatura, as autoras citaram estudos em que a maior porcentagem dos analisados tinha uma halitose mais forte pela manhã provocada pela boca seca, causada pela respiração bucal durante a noite. A evaporação da água na saliva entre os respiradores bucais poderia explicar a halitose encontrada neste estudo. No entanto, as autoras deixaram transparente a necessidade de mais estudos sobre a halitose em crianças e os fatores relacionados com a sua etiologia.nivel de odor medido com halimeter

Para baixar e ler a pesquisa “Association between halitosis and mouth breathing in children” completa em ingles, clique aqui (artigo em pdf – necessita Adobe Reader)
http://www.scielo.br/pdf/clin/v66n6/03.pdf

Fonte: Papo de Consultório – Condor e Scielo

Mitos comuns sobre saúde bucal

Mitos comuns sobre saúde bucal

Cientistas desfazem mitos sobre a saúde da boca e dos dentes
Por Siobhan Gallagher

A escovação, o uso do fio dental e visitas ao dentista duas vezes por ano são o padrão dos cuidados da saúde bucal.

Mas há mais benefícios à saúde, resultantes de manter os dentes brancos e saudáveis, do que a maioria das pessoas sabe.
Um estudo científico que reúne as conclusões de vários outros sobre o mesmo tema -, pesquisadores da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, desmascaram mitos comuns sobre a saúde bucal e dental e descrevem como a alimentação afeta a saúde em crianças, adolescentes, gestantes, adultos e idosos.

Mito 1: As consequências da má saúde bucal são restritas à boca

As mulheres grávidas geralmente não sabem que o que elas comem afeta o desenvolvimento dos dentes do futuro bebê. A má nutrição durante a gravidez pode tornar a criança mais propensa a ter cáries mais tarde.

“Entre as idades de 14 semanas a quatro meses, as deficiências em cálcio, vitamina D, vitamina A, proteínas e calorias podem resultar em defeitos orais,” diz Carole Palmer, coordenadora do estudo.

Alguns dados também sugerem que a falta de quantidades adequadas de vitamina B6 ou B12 podem ser um fator de risco para lábio leporino e fenda palatina.

Em crianças, a cárie é a doença mais prevalente, cerca de cinco vezes mais comum do que a asma. “Se a boca de uma criança dói devido à queda dos dentes, ela será menos capaz de se concentrar na escola e é mais provável que coma apenas alimentos mais fáceis de mastigar, mas que são menos nutritivos. Alimentos como donuts e doces são muitas vezes inferiores em qualidade nutricional e têm maior teor de açúcar que os alimentos mais nutritivos, que necessitam de mais mastigação, como frutas e vegetais,” diz Palmer. “As complicações orais combinadas com dieta pobre também podem contribuir para problemas cognitivos e de crescimento e podem contribuir para a obesidade.”

Mito 2: Mais açúcar significa mais deterioração dos dentes e cáries

Não é a quantidade de açúcar que você come, é a quantidade de tempo que o açúcar fica em contato com os dentes que importa.

“Alimentos como doces de dissolução lenta e refrigerantes ficam na boca por períodos de tempo maiores. Isso aumenta o tempo que os dentes ficam expostos aos ácidos formados dos açúcares pelas bactérias orais,” diz Palmer.

Algumas pesquisas mostram que os adolescentes obtêm cerca de 40 por cento do seu consumo de carboidratos dos refrigerantes. Esse uso constante de bebidas aumenta o risco de cárie dentária.

Refrigerantes sem açúcar e bebidas ácidas, como limonada, muitas vezes são considerados mais seguros para os dentes do que as bebidas açucaradas, mas também podem contribuir para a desmineralização do esmalte do dente se consumidas regularmente.

Mito 3: Nas crianças pequenas, não há problema em perder dentes por cárie

É um mito comum que os dentes das crianças perdidos devido a cáries são algo de menor importância porque os dentes de leite iriam cair de qualquer jeito.

Palmer observa que a cárie dentária em dentes de leite pode resultar em danos para o desenvolvimento das coroas dos dentes permanentes em desenvolvimento abaixo deles.

Se os dentes de leite forem perdidos precocemente, os dentes permanentes podem surgir mal posicionados, exigindo ortodontia mais tarde.

Mito 4: A osteoporose afeta somente a espinha e ossos dos quadris e pernas

A osteoporose também pode levar à perda de dentes. Os dentes são mantidos na mandíbula pelos ossos da face, que também podem ser afetados pela osteoporose.

“Assim, a mandíbula também pode sofrer as consequências de uma dieta pobre em nutrientes essenciais como cálcio e vitaminas D e K,” diz Palmer.

“A mandíbula, gengiva, lábios e palato mole e duro são constantemente repostos ao longo da vida. Uma boa dieta é necessária para manter a boca e as estruturas de apoio na forma ideal,” complementa.

Mito 5: As dentaduras melhoram a dieta de uma pessoa

Se as dentaduras não se ajustam bem, os adultos mais velhos tendem a comer alimentos que são mais fáceis de mastigar e de baixa qualidade nutricional, como bolos ou massas.

“Primeiro, os usuários das próteses devem se certificar de que as dentaduras estão instaladas corretamente. Se eles estão tendo dificuldade para mastigar ou sentindo desconforto na boca, podem continuar comendo alimentos nutritivos, preferindo legumes cozidos ao invés de crus, frutas em conserva em vez frutas naturais, e carne moída em vez de bife. Eles também devem beber líquidos em abundância ou mascar chiclete sem açúcar para evitar a boca seca,” diz Palmer.

Mito 6: Cáries são problema de jovens

Nos adultos e idosos, a recessão gengival pode resultar na deterioração da raiz – cáries ao longo das raízes dos dentes.

Medicamentos comuns, como antidepressivos, diuréticos, anti-histamínicos e sedativos aumentam o risco de cárie, reduzindo a produção de saliva.

“A falta de saliva significa que a boca é limpa de forma mais lenta. Isso aumenta o risco de problemas bucais,” diz Palmer. “Neste caso, beber água com frequência pode ajudar a limpar a boca.”

Adultos e idosos são mais propensos a terem doenças crônicas, como diabetes, que são fatores de risco para doenças periodontais, que começam com uma inflamação das gengivas e podem levar à perda dos dentes.

“Pacientes com diabete tipo 2 têm o dobro de risco de desenvolver doença periodontal do que pessoas sem diabetes. Além disso, a doença periodontal agrava o diabetes mellitus, de forma que uma higiene oral meticulosa pode ajudar a melhorar o controle do diabetes,” diz Palmer.