Outubro Rosa: todos na luta contra o câncer de mama!

Outubro Rosa: todos na luta contra o câncer de mama!

E o mês mais feminino do ano chegou. O Outubro Rosa, mundialmente conhecido por ser dedicado à luta contra o câncer de mama, começa cheio de energia e com o apoio de muita gente bacana.

O QUE É?!
O movimento é popular comemorado em todo mundo. Teve início nos Estados Unidos onde, nesse período, vários Estados organizavam ações isoladas em favor do conhecimento compartilhado e da conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce.

Com o passar do tempo, após a aprovação do Congresso Americano, o mês de Outubro passou a ser, oficialmente, o mês nacional de prevenção da doença. Representado pelo laço cor-de-rosa, o símbolo deriva-se à última década do século 20, quando foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990. Desde então, a corrida é promovida anualmente na cidade.
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Hoje, uma das ações mais importantes e universais do movimento é a iluminação de monumentos, prédios públicos, pontes e teatros com a cor rosa. Forma prática para que o movimento tivesse uma expansão cada vez maior para a população e que pudesse ser replicado em qualquer lugar.

O Ciclo dos Sentidos Outubro Rosa 2013 trará nesse período posts sobre assunto. Você encontrará informações superbacanas sobre o movimento em todo mundo. Acesse PLUII + BLOG DOS SENTIDOS
E bem-vindo ao Outubro Rosa.

Cuidado! Energético em excesso faz mal para a saúde Lotado de cafeína, o energético não é inócuo como parece.

Cuidado! Energético em excesso faz mal para a saúde Lotado de cafeína, o energético não é inócuo como parece.

Em excesso, ele faz mal para o coração, provoca gastrite e danifica os dentes
“Nos energéticos, a quantidade de cafeína varia de 80 a 500 miligramas”, alerta a cardiologista Luciana Janot Matos
Foto: Getty Images
Como o desejo de que o dia tenha bem mais de 24 horas não passará disso, ou seja, de um desejo, as pessoas vivem procurando maneiras de fazer o tempo disponível render. Uma delas é mandar energéticos goela abaixo para ficar a mil. O indício de que se trata de um comportamento cada vez mais corriqueiro vem do Serviço de Administração em Abuso de Substâncias e Saúde Mental, nos Estados Unidos. Em um documento recente, o órgão revela que, entre 2007 e 2011, aumentou em 279% o número de indivíduos acima de 40 anos visitando o pronto-socorro após a ingestão da bebida. Prova de que não são apenas os jovens baladeiros que se entopem de latinhas.

Outro dado intrigante: em 2011, quase 60% desses atendimentos emergenciais estavam associados somente ao uso dos energéticos – isto é, não havia álcool ou drogas na jogada. A situação americana está longe de surpreender especialistas brasileiros. Afinal, essa parece ser uma realidade também por aqui. “Devido à rotina atribulada, muita gente já acorda cansada”, nota o cardiologista Daniel Pellegrino dos Santos, do Hospital do Coração, na capital paulista.

Daí, às vezes só com a ajuda da bendita cafeína, principal composto das bebidas estimulantes, para aguentar o tranco. Só que existe um limite para seu consumo. “Adultos, por exemplo, podem ingerir no máximo 2,5 miligramas de cafeína por quilo de peso”, informa Santos. Isso significa que uma mulher de 60 quilos precisaria parar nos 150 miligramas. “Acontece que, nos energéticos, a quantidade de cafeína varia de 80 até 500 miligramas”, avisa a cardiologista Luciana Janot Matos, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Coração em risco

E o excesso cobra seu preço. Quem paga mais caro, geralmente, é o coração. “A cafeína instiga o sistema nervoso simpático a liberar hormônios estimulantes, como adrenalina e noradrenalina”, explica a médica. Algo preocupante, pois essa dupla propicia o aumento da frequência cardíaca e o estreitamento dos vasos sanguíneos, fazendo a pressão decolar. Em sujeitos com problemas prévios nas artérias – muitas vezes silenciosos -, o efeito eventualmente serve como estopim para um infarto ou derrame.

Esses hormônios excitantes ainda são capazes de fazer o coração bater em ritmo pra lá de apressado, quadro conhecido como arritmia. “Quando há um histórico de doença cardíaca, a aceleração pode ser fatal”, avisa Daniel Daher, presidente do Grupo de Estudos em Cardiologia do Esporte da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

O fato de seu coração estar aparentemente livre de enroscos não serve de argumento para abusar das latinhas. Especialmente para quem já atingiu os 40 anos de idade. “Com o passar do tempo, sobe a probabilidade de a pessoa ter sido exposta a fatores de risco como pressão alta, obesidade, tabagismo, dieta inadequada, entre outros”, lembra Daher. Os energéticos seriam, então, um ingrediente extra na equação bombástica. Fora que uma parcela daqueles que à primeira vista esbanjam saúde – são magros, comem direito e fazem exercícios – possuem um risco aumentado de males cardíacos por causa da herança genética. Mais um motivo para espiar o rótulo e evitar se entupir de cafeína.

Bebida ácida

A recomendação vale por outras razões, como barrar a gastrite. Isso porque tanto a cafeína como os hormônios excitantes despejados na corrente sanguínea contribuem para a maior produção de ácidos que irritam a mucosa do estômago, o que explica a sensação de queimação. O estado de agitação ainda favorece a ocorrência de tremores involuntários pelo corpo todo, inclusive nas pálpebras. Para piorar, no dia seguinte a tendência é sentir uma espécie de ressaca, com sonolência e tudo mais. “Aí, crescem as chances de lançar mão da bebida novamente”, raciocina o cardiologista Rui Póvoa, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Se as consequências da falta de comedimento já são temerosas nos adultos, imagine em crianças e adolescentes. “Eles são mais suscetíveis aos efeitos da cafeína. Sem contar que seu sistema cardiovascular está em formação”, enfatiza a cardiologista Grace Bichara, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo. As preocupações vão além: é comum que os energéticos sejam misturados a bebidas alcoólicas. Segundo levantamento do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas da Unifesp, dos mais de 50 mil jovens entrevistados em 2010, pelo menos 60,5% relataram já ter consumido alguma bebida alcoólica, sendo que 15,4% adicionaram o energético ao copo. “O perigo é que a mistura potencializa o efeito estimulante do álcool, motivando sua procura em outras ocasiões”, alerta Sionaldo Ferreira, professor de educação física da instituição. Levantamentos também apontam que a coordenação motora e o tempo de reação são afetados, abrindo brecha para acidentes.

A cafeína não está sozinha

Embora a maioria das chateações decorrentes dos energéticos esteja relacionada à presença dessa substância, há prejuízos que se manifestam graças a outras características do líquido. Sua acidez é um exemplo, como registra um estudo da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Nele, dentes bovinos, cuja composição é semelhante à dos nossos, foram imersos no líquido durante 15 minutos, quatro vezes ao dia, por cinco dias.

O resultado não foi nada positivo. “A bebida removeu o cálcio dos dentes e tornou a superfície do esmalte porosa”, atesta Lídia Morales Justino, professora de odontologia e orientadora da pesquisa. “Isso cria condições para a deposição de corantes ali, culminando em mudança de cor”, completa. Colocando tudo na balança – do coração ameaçado aos dentes manchados -, você há de convir que uma boa noite de sono ainda é a melhor pedida para repor as energias. Energético? Só de vez em quando e com moderação.

Gás natural

Falta disposição para trabalhar ou assistir às aulas da faculdade? Antes de recorrer aos energéticos para encontrar o vigor perdido, que tal se questionar a quantas andam seu sono, sua dieta e a frequência na academia? É que os três fatores, quando levados a sério, fornecem a energia necessária para você aguentar o corre-corre. “Parece simples, mas a maioria das pessoas não dorme pelo menos oito horas diárias, tem uma alimentação desequilibrada ou não faz exercícios pelo menos quatro vezes por semana”, lamenta o cardiologista Daniel Daher, da SBC.

OS EFEITOS DO EXCESSO DE ENERGÉTICO PELO CORPO

Contrações musculares

A descarga de adrenalina e noradrenalina no organismo pode desencadear contrações involuntárias nos músculos.

Fasciculação

Os níveis elevados de hormônios estimulantes correndo pela circulação fazem as pálpebras tremerem.

Infarto e avc

As substâncias que conferem excitação também geram endurecimento das artérias. No cérebro, o aperto pode levar a um derrame. No coração, a um ataque cardíaco.

Erosão dentária

O pH baixo dos energéticos fomenta um desequilíbrio bucal. Assim, o cálcio sai dos dentes, alterando a superfície do esmalte.

Gastrite

Os hormônios liberados por causa da cafeína da bebida favorecem a produção de ácidos no estômago. Isso explica a possibilidade de queimação.

Fontes: Daniel Pellegrino dos Santos, cardiologista do Hospital do Coração; Luciana Janot Matos, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein; Lídia Morales Justino, professora do curso de Odontologia da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina
Via Saúde

Mini-Implantes em Ortodontia

Os mini-implantes ortodônticos, ou micro parafusos ortodônticos, ou apenas MPO, são estruturas, geralmente feitas de titânio, cujo diâmetro pode variar de 1,2 a 2,0 mm e o comprimento de 4 a 12 mm. São um recurso bastante atual e atuam como auxiliar na ancoragem para correção de várias situações corriqueiras na mecânica ortodôntica.
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Função

A utilização de mini-implantes em Ortodontia proporciona uma ancoragem esquelética. Agem somente sobre o local de sua instalação, fazendo com que os dentes adjacentes não sofram qualquer interferência ou prejuízo.

Os mini-implantes utilizados para correções ortodônticas funcionam de maneira muito semelhante aos de finalidade protética, apresentando porém tamanho bastante reduzido e maior facilidade colocação e remoção. São resistentes a forças ortodônticas e devem receber cargas imediatas no ato da sua instalação (cerca de 30% da força normal a ser aplicada normalmente) afim de auxiliar na sua fixação.

Vantagens

Uma das principais vantagens dos mini-implantes é que, devido a seu tamanho reduzido, podem ser colocados nos mais diversos locais da maxila, mandíbula ou palato, em espaços extremamente reduzidos, permitindo assim movimentos antes impossíveis, como por exemplo, retrações em áreas onde o paciente não tem mais dentes que permitam ancoragem natural.

Instalação

Normalmente eles são instalados entre as raízes, já que são as regiões que apresentam maior espaço para a implantação. Autores dizem que o espaço deverá corresponder a, no mínimo, o diâmetro do implante mais 1,5 mm – 0,25 mm para cada raiz e 1 mm de margem de segurança. Caso a área escolhida não apresente o espaço mínimo exigido, é necessário optar por um outro local, mudar a angulação do implante, ou, ainda, aumentar esse espaço através do afastamento das raízes.

Onde instalar ???

O local escolhido dependerá do objetivo da mecânica a ser executada. Se o objetivo é retrair, por exemplo, deve ser instalado mais distalmente na maxila ou mandíbula, se o objetivo for intrusão de molares superiores, o mais alto possível, sempre lembrando que eles devem obrigatoriamente ser instalados em áreas de gengiva inserida, e nunca em gengiva marginal livre, pois sua fixação ficará comprometida. Uma avaliação clínica seguida de radiografias periapicais e panorâmicas, somadas ao quadro clínico do paciente, mostrará qual o melhor local para a implantação dos MPOs. Após definido o local da instalação é que determinamos o tamanho e o diâmetro do mini-implante a ser instalado.

Higienização

Deve ser feita com a escovação normal. Isso evitará a mucosite, inflamação local que leva ao insucesso do mini-implante.

Remoção

Terminado o tratamento os micro parafusos podem ser removidos utilizando a mesma chave de instalação, sendo apenas girada no sentido oposto. Não há na maioria dos casos necessidade de uso de anestésico, a não ser o tópico.

Veja abaixo alguns dos exemplos mais comuns do uso dos mini-implantes em ortodontia:



Via Vida de dentista

Mau hálito pode ser sinal de doença bucal infecciosa; entenda

Aproximadamente 25% da população tem a doença infecciosa, causada por bactérias orais, índice considerado alto por especialistas. Essa inflamação na boca, em última instância, leva à perda dos dentes Foto: Shutterstock
Aproximadamente 25% da população tem a doença infecciosa, causada por bactérias orais, índice considerado alto por especialistas. Essa inflamação na boca, em última instância, leva à perda dos dentes
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A cárie é a doença bucal mais popular, mas poucos sabem que a periodontite também é comum e perigosa. Aproximadamente 25% da população tem a doença infecciosa, causada por bactérias orais, índice considerado alto por especialistas. Essa inflamação na boca, em última instância, leva à perda dos dentes.
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A grande maioria dos casos de periodontite se refere a um estágio avançado da gengivite, que atinge 90% da população. A diferença entre uma e outra é que a gengivite é caracterizada por mais de um ponto sangrando com inflamação na gengiva, porém sem perda óssea, já a periodontite tem a presença da perda óssea.
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“Existem fatores de risco clássicos, como fumo e diabetes, que podem levar a uma perda maior dos dentes em pacientes com periodontite, mas existem indicadores de risco, que não são fatores comprovados, como a osteoporose e a má alimentação”, diz o cirurgião-dentista, Giuseppe Romito, especialista em periodontia, professora da Faculdade de Odontologia da USP.

Perda dentária
A periodontite é uma das maiores causas de perdas de dentes, em número igual à cárie. Porém, a perda dentária, dentro da medicina periodontal, deve ser analisada com outras doenças. Segundo Romito, ela pode dificultar o controle glicêmico de diabetes, por exemplo, ou ser indicador de risco de partos prematuros ou bebês de baixo peso. Também pode ser relacionada a doenças pulmonares, ateroscleróticas e até disfunção erétil, isso porque são todos processos inflamatórios.
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“Digo que quem tem periodontite moderada a severa, com vários dentes comprometidos, pode ser comparado a uma doença com o tamanho da palma da mão. Então imagine ter uma ferida exposta deste tamanho”, afirma o especialista.

O sangramento pode ser considerado um sinal precoce da doença, mas muitas vezes o paciente não leva em consideração quando a boca sangra. “Se fosse na urina ou nas fezes, ele se atentaria, mas na gengiva, não”. O grande problema é que em 99% dos casos, a periodontite não causa dor, não é como a cárie, que dói e dá sinais. “Quando o paciente percebe, o dente já está mole”, diz Romito.
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Crianças
Não é preciso ter idade avançada para ter periodontite. Apesar de ser rara, apenas 3% da população, a doença pode afetar crianças. “A situação é mais rara, mas, quando acontece, chamamos de periodontite agressiva. Isso porque, quando jovem, normalmente a progressão é rápida”, afirma o professor.

Prevenção
A prevenção da periodontite é simples: boa higiene bucal. “Prevenção é escova e fio dental, porque se o paciente for um excelente higienizador, não terá gengivite ou periodontite”, afirma o profissional.

Tratamento
O tratamento da periodontite não recupera o que foi perdido, apenas impede a progressão da doença. Isso quer dizer que quem tem doença periodontal não se cura, trata-se de uma doença crônica que pode ser controlada. “O tratamento pode ser feito pelo dentista com raspagem e descontaminação da boca”, diz.

Sinais de periodontite
– Sangramento
– Mobilidade do dente
– Mau hálito

Especialista dá razões para colocar aparelho depois dos 30 anos

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Além de preços mais acessíveis, aparelhos ortodônticos modernos e discretos encorajaram muitos adultos a enfrentarem o tratamento. Alguns modelos prometem, inclusive, diminuir a necessidade de consultas.

Segundo o cirurgião-dentista, Cássio José Fornazari Alencar, especialista em ortodontia e ortopedia facial, a estética é a principal motivação para os pacientes procurarem ajuda. “Há também quem precise de reabilitação de perdas precoces, em que dentes se inclinaram sobre os espaços presentes”, diz Alencar.

Para a psicóloga Miriam Barros, especialista em coaching, o tratamento ortodôntico aumenta a autoestima, o que traz bons frutos para a vida pessoal e o trabalho. As pessoas que sentem que seus dentes estão tortos, e se incomodam com isso, acabam sorrindo menos ou tentando disfarçar para que os outros não percebam. “Com isso, elas acabam tendo pior desempenho social e profissional também, pois quando a autoestima está baixa as pessoas se recolhem e ficam com receio de se expor”, diz Miriam.
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Idade
Não existe limite de idade para o uso de aparelho fixo. Cássio explica que depende se o paciente tem osso para movimentar os dentes, já que com a idade pode ocorrer perda óssea. “Tenho pacientes com 50, 60 anos que usaram aparelhos, mas tinham periodonto (tecidos envolvidos na fixação do dente ao osso) saudável para isso”, afirma.
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Em alguns casos, passada a fase de crescimento, o tratamento ortodôntico fica limitado e alguns casos são tratados com a associação de cirurgia ortognática (reposicionamento dos ossos da face cirurgicamente) com o tratamento ortodôntico.

Tempo de tratamento
Ao contrário do que se pensa, nem sempre o tratamento é mais demorado na fase adulta. “Ocorre que o limite de força e a necessidade de poder movimentar o dente podem aumentar o tempo de tratamento”, diz o especialista. Quanto ao tempo de tratamento, vai depender dos objetivos traçados. Pode variar de 18 meses a 24 meses.
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É possível que, com o tempo, seja necessário dar mais uma mãozinha à arcada. “O apinhamento (dentes tortos) é a ruga na boca, com a idade o nosso osso perde água, com isso diminui de tamanho, e os dentes podem se movimentar para se acomodarem na arcada”, afirma Alencar. Para evitar essa movimentação, o especialista indica a contenção – um fio metálico que é colado na parte de trás dos dentes.
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Menos dor
Alencar explica que, com o uso dos fios de última geração (termoativados e de liga de níquel-titânio), essa dor é bem menor. “Existem trabalhos mostrando o uso de laser de baixa intensidade (laserterapia) para ajudar na dor e na movimentação”, afirma.
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Beta/Terra

Saiba como fazer um suco desintoxicante

Saiba como fazer um suco desintoxicante

Quando a temperatura começa a aumentar e o Verão se aproxima, surgem também novas fórmulas para cuidar do corpo. Uma dessas receitas da moda é o “suco detox”, que elimina as toxinas e outras substâncias acumuladas no corpo. A ideia é desintoxicar o organismo para que ele fique limpo.

Os sucos naturais por si só já possuem várias propriedades que ajudam nesse processo. Mas, para reforçar essa tarefa são utilizados alimentos com características anti-inflamatórias e antioxidantes. Veja abaixo um exemplo de como fazer o suco detox.

Ingredientes:

– Couve

– Água

– Frutas

– Gengibre

Como fazer:

O primeiro passo é higienizar um maço de couve para, em seguida, bater as folhas em um liquidificador com um pouco de água. Bata até que a mistura fique bem dissolvida. Despeje o líquido em formas de gelo e leve ao congelador.

Separadamente, faça um suco de frutas do sabor de sua preferência. Adicione o cubo de gelo de couve e raspas de gengibre. Novamente, leve toda a mistura ao liquidificador.

Nos sucos detox também pode ser usado linhaça triturada e talos de agrião. É recomendável tomá-los pela manhã ainda em jejum.

As frutas ficam à escolha de quem for preparar o composto, entre algumas que são comuns neste tipo de suco: abacaxi, kiwi, morango, laranja e limão.

Com informações do Nutrilais.

Redação CicloVivo

Sorrindo ,curtindo seu som e interagindo com seus amigos …

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