Toxina Botulínica e Mini-Implantes: A evolução da odontologia através de Biomateriais.

Toxina Botulínica e Mini-Implantes: A evolução da odontologia através de Biomateriais.

A toxina botulínica é um importante coadjuvante no tratamento das dores faciais, bruxismo e apertamento dentário.

Toxina Botulínica e Mini-Implantes: A evolução da odontologia através de Biomateriais.
Post a comment by Dr. Eliana Pesqueira, especialista em ortodontia e ortopedia facial

As inovações no mercado odontológico são bem-vindas, no entanto o que nós assistimos hoje são verdadeiras evoluções, que mudam todo o conceito de saúde e estética ao redor do mundo. Este é o resultado da parceria ciência e tecnologia, incluindo através de novos conceitos e muita pesquisa novos materiais e novas alternativas.

Reflexão por Dra. Eliana Pesqueira
Será que estamos preparados para distinguir tudo isso? Eu respondo, claro que sim. Ao desviar nosso olhar para as novidades, que não precisam ser inventadas, podem simplesmente ter novas indicações, muitas possibilidades surgem. É o caso da toxina botulínica tão comum para a medicina, agora na odontologia tem lugar garantido e merece destaque. Pensamos logo em estética, eliminar ruguinhas, ficar com a aparência suave e porque não? O dentista que não perceber que a saúde e a estética tem a mesma proporção para o paciente, precisa observar a sociedade competitiva que vivemos.

A toxina botulínica é um importante coadjuvante no tratamento das dores faciais, bruxismo e apertamento dentário, tão inconvenientes ao paciente quanto para o profissional que perde a faceta ou a coroa tão bem preparada para uma mordida com força incontrolada. Intervir nas dores e danos da DTM através de uma aplicação rápida e praticamente indolor da toxina a cada semestre, sem depender de placas e ter a musculatura equilibrada 24 horas, é uma solução muito interessante.

Sorriso gengival é estética? Deixaria o periodontista dizer, mas qualquer profissional conhece as doenças periodontais nos dentes anteriores causadas pela exposição gengival constante, e o tratamento é realizado em pontos específicos com uma quantidade tão pequena de toxina que nos faz pensar onde estava este biomaterial que não chegou antes. O reconhecimento do paciente é evidente e não precisamos nos preocupar muito com o marketing, é o próprio trabalho que refletirá através do “novo” sorriso a dedicação, o conhecimento e excelência do profissional.

O custo de alguns biomateriais é realmente alto, mas cabe a nós profissionais mostrarmos aos pacientes os benefícios reais e o que tem atrás daquela gota ou do pequeno mini-implante explicando suas vantagens.

Este dispositivo tão pequeno irá substituir muitas vezes o extraoral que deveria ser utilizado 16 horas. E a tranquilidade de ter em nossas mãos o controle do tratamento? Nos mini-implantes a tecnologia é evidente. O titânio recebe o alumínio e o vanádio para ter uma liga mais resistente permitindo a inserção destes pequenos dispositivos em espaços reduzidos de forma rápida e simples com uma anestesia local. Verticalizar ou distalizar um molar inferior antes era impossível e com o atendimento multidisciplinar instalar um implante onde antes seria uma ponte fixa por falta de espaço, assim ganhamos todos: pacientes e profissionais. O design deste que parece um parafuso é tão elaborado, que suas roscas, cabeça, conicidade são exemplos de tecnologia eficiente e eficaz.

Projeto da Odontologia na UTI é aprovado no Senado Federal

Projeto da Odontologia na UTI é aprovado no Senado Federal

O Projeto de Lei que estabelece a obrigatoriedade da presença de profissionais da Odontologia em todas as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) foi aprovado.
BRASÍLIA, DF: O Projeto de Lei que estabelece a obrigatoriedade da presença de profissionais da Odontologia em todas as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) em hospitais públicos e privados, foi aprovado por unanimidade, no dia 02 de outubro, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal.

O Presidente do Conselho Federal de Odontologia, o Dr. Ailton Diogo Morilhas Rodrigues garante que a luta do CFO para conquistar a aprovação do PLC 34/2013 (Projeto de Lei Complementar) estendia-se há cinco anos. “Hoje, presenciamos uma grande conquista que resultará na qualidade da saúde bucal dos acamados em leitos de UTI e na redução do tempo de internação dos pacientes. Seguimos perseverantes, rumo à sanção presidencial”, concluiu.

Em pronunciamento de defesa ao projeto, o Senador Sérgio Souza disse que a presença do Cirurgião-Dentista garantirá a prevenção de inúmeras doenças que podem ser transmitidas pela cavidade oral, chegando inclusive ao óbito e, além disso, a assistência odontológica regular reduzirá o tempo de internação dos pacientes nos leitos de UTI.

O Projeto de Lei foi aprovado em caráter terminativo na CAS. Caso não haja requerimento por parte do plenário do Senado Federal para colocar em votação o texto do PLC 34, o Projeto segue direto para sanção da Presidente Dilma Rousseff.

O Conselho Federal de Odontologia esteve representado pelo Presidente Dr. Ailton Diogo Morilhas Rodrigues, o Conselheiro Tito Pereira Filho, o membro da Comissão Parlamentar Dr. Nilo Celso Pires, o representante no Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde Dr. Luiz Fernando Rosa e o Procurador Jurídico José Alberto Cabral Botelho. Também estiveram presentes o Presidente do Conselho Regional de Odontologia do DF e o Presidente do Sindicato dos Odontologistas do Paraná.

(Fonte: Conselho Federal de Odontologia)

Estudante recebe prêmio por pesquisa de Enxaguante bucal

Estudante recebe prêmio por pesquisa de Enxaguante bucal

BANGUECOQUE, Tailândia/YANGON, Myanmar: A Associação Internacional para Pesquisa Dentária (International Association for Dental Research -IADR) reconheceu um estudante por sua pesquisa na eficácia clínica do enxaguante bucal feito de casca da amargoseira, usada na medicina tradicional do sudeste asiático. Seu estudo descobriu que o enxaguante bucal derivado da planta é tão eficaz quanto os tradicionais.

Conforme foi reportado pelo Myanmar Times, Mg Ye Htut Oo, um estudante do último ano da Universidade de Medicina de Odontologia em Yangon, ganhou o segundo lugar na competição regional de pesquisa odontológica.

A fim de estudar os benefícios da casca da amargoseira em gengivite induzida por placa, o estudante recrutou 45 pessoas. Para a metade dos recrutados foi dado um enxaguante bucal contendo clorexidina, um químico antisséptico que pode ser encontrado nos enxaguantes bucais atualmente, e à outra metade foi pedido que enxaguassem a boca, duas vezes ao dia, com o enxaguante à base de casca.

Após 3 semanas, Mg Ye Htut Oo observou que não havia uma diferença significativa entre os dois tipos de enxaguante bucal, embora ele tenha descoberto que o à base de casca foi mais eficaz na redução de manchas.

O prêmio foi dado durante o encontro da IADR das divisões Ásia-Pacífico (Austrália, Nova Zelândia, China, Japão, Coreia e sudeste asiático) que aconteceu de 21 a 23 de agosto em Banguecoque.

Via Dental Tribune

Contrato impediu que estrela do Harry Potter corrigisse os dentes

Contrato impediu que estrela do Harry Potter corrigisse os dentes

LONDRES, UK: Os atores algumas vezes precisam fazer sacrifícios por seus personagens. No caso de Matthew Lewis, mais conhecido como o mago Neville Longbottom da série de filmes Harry Potter, os produtores o fizeram assinar um contrato que proibia a correção dos seus dentes tortos.

Conforme reportado pelo The Independent, um dos maiores jornais britânicos, constava no contrato de Lewis para que não corrigisse seus dentes até o final das filmagens, o que o deixou com um conjunto distintivo de dentes por aproximadamente dez anos. De acordo com os diretores, o objetivo geral era desenvolver uma característica do personagem Neville Longbottom.

Desde de 2011, fim dos filmes Harry Potter, Lewis passou por transformações físicas significativas. O jornal reportou que ele corrigiu os dentes e os realinhou com aparelho.

Além disso, Lewis disse ao The Independent que precisou vestir uma roupa que o engordasse a partir do terceiro filme para que parecesse nerd, pois na época ele tornou-se alto e magro.
by Dental Tribune International

Estudo aponta o melhor método para combater mau hálito matinal

Estudo aponta o melhor método para combater mau hálito matinal

Pesquisa de doutorado da USP aponta que higienização com escova, pasta de dente e enxaguante bucal deixa o hálito melhor

A combinação da higienização bucal com escova e pasta de dente e também o uso do enxaguante bucal à base de clorexidina é o método que deixa o hálito melhor e por mais tempo. A constatação é feita em estudo desenvolvido na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Forp-USP).

A pesquisa, desenvolvida pelo doutorando Jeronimo Neto, está descrita na dissertação Avaliação Clínica em Estudo Cruzado e Randomizado de Diferentes Métodos para a Redução da Halitose Matinal, apresentada à Forp sob orientação do professor Vinícius Pedrazzi. O objetivo foi descobrir qual método disponível no mercado brasileiro é mais eficaz contra o mau hálito da manhã. Porém, segundo Jeronimo Neto, esses resultados não podem ser estendidos para quem sofre de mau hálito persistente.

Estudo
O pesquisador explica que o estudo testou o uso de um higienizador lingual, um higienizador integrado à escova dental, dois enxaguatórios bucais à base de clorexidina ou cloreto de cetilpiridínio e uma escova com pasta de dente. Esses diferentes métodos de higienização foram analisados. “O diferencial da pesquisa foi justamente analisar os métodos de remoção mecânica do biofilme lingual em comparação com os métodos químicos de higienização contra a halitose, pois não havia estudos com essa análise conjunta”, diz Jeronimo Neto.
Foram selecionados 20 voluntários de ambos os sexos, com idade entre 18 e 50 anos, que foram orientados a permanecer por 24 horas sem qualquer tipo de higiene bucal, para o registro dos índices de halitose. O hálito foi mensurado antes da higienização, imediatamente após e nas três horas seguintes. “Essa medição foi feita com um aparelho para aferir os sulfetos, gases de enxofre responsáveis pelo odor desagradável na boca. O tempo foi estipulado em até três horas após a higienização, porque geralmente após esse período, as pessoas se alimentam e isso interfere nas condições do hálito.”

Resultados dos testes
O resultado dos testes mostrou que, imediatamente após o uso dos produtos, apenas os higienizadores linguais foram capazes de reduzir o hálito, com duração de até duas horas. Os antissépticos bucais reduziram o hálito somente ao final da segunda e terceira horas, enquanto que a higienização bucal com escova e pasta de dentes foi eficaz na redução do mau hálito já na primeira hora, perdurando por até três horas.

De acordo com o pesquisador, o método que deixou o hálito melhor e por mais tempo foi a combinação da higienização bucal com escova e pasta de dente e também o uso do enxaguante bucal à base de clorexidina. “Concluímos que a limpeza mecânica da língua é capaz de reduzir imediatamente o hálito, porém com relativa curta duração de seu efeito, enquanto que os antissépticos com clorexidina e a higienização da boca conseguem reduzir o hálito por períodos maiores. Porém, a literatura mostra que o mau hálito crônico pode ainda estar associado a doenças de órgãos como os pulmões, os rins ou o fígado, e isso requer investigação pra detectar o composto responsável pelo cheiro característico”.

Acúmulo de sujeira
Jeronimo Neto explica que ao contrário do que muitas pessoas imaginam o mau hálito nem sempre está relacionado a problemas no estômago. “Mais de 90% dos casos de halitose estão ligados a alterações na boca e, desse percentual, 60% ao acúmulo de sujeira na língua. Por isso, deve-se fazer a limpeza lingual e também o uso do antisséptico para atingir as partes mais profundas da língua.”

Ele lembra que o portador da halitose tem dificuldade de perceber o problema, por causa da “fadiga olfativa”, ou seja, a própria pessoa não consegue sentir o odor da própria boca (algo muito parecido com o hálito do fumante, que não consegue perceber o seu hálito). Dessa forma, o pesquisador recomenda: “o cirurgião-dentista é profissional mais indicado para a detecção do mau hálito, com as orientações corretas, o problema pode ser resolvido”.

Jornal Odonto

ESPORTE DE CONTATO EXIGE PROTEÇÃO BUCAL !!

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As mobilizações pelo país chegaram ao esporte. Atletas começam a reivindicar melhores condições de trabalho e calendários que os protejam de desgastes físicos além do possível.
Recomendamos que os atletas se preocupem com a integridade de suas arcadas dentárias.

Esse foi o exemplo que o astro da liga de Hockey no gelo americana, Sam Gagner da NHL, deixou aos seus seguidores nas redes sociais ao postar sua foto minutos depois de receber uma tacada de um jogador da equipe adversária pelo torneio principal dessa federação de esporte.

As placas de proteção móveis amenizam os riscos de impactos bucais e servem para quaisquer esportes de risco semelhante, caso de basquete, futebol, handebol e lutas…
Via Adoro Sorrir

Robô fabricado no Japão detecta mau hálito

Empresa que desenvolveu a tecnologia pretende obter lucro alugando máquinas para animar eventos

Um robô japonês foi desenvolvido para advertir usuários se eles estão sofrendo de mau hálito. Ele se assemelha à cabeça de uma mulher e se chama Kaori, que em japonês significa “cheiro” ou “fragrância”. Os detalhes a respeito da máquina foram revelados pelo diário japonês Asahi Shimbun.

O robô detector de mau hálito atua da seguinte forma: o usuário dá uma baforada diante do rosto de Kaori. Se seu hálito estiver agradável, ela dirá “um bom cheiro, sem problemas”. Se não estiver tão bom, dirá coisas como “seu hálito está meio fedido” ou ainda “isso está ruim, intolerável”. E quando o seu hálito está realmente malcheiroso, Kaori diz “está declarado um estado de emergência; isso ultrapassa o limite da minha tolerância”.

A máquina se vale de sensores disponíveis no mercado, o que deixa claro como a tecnologia já evoluiu. O robô foi criado pela companhia japonesa CrazyLabo e pelo Colégio Nacional de Tecnologia de Kitakyushu. Ele utiliza sensores de gás capazes de identificar odores específicos. A informação é processada por computadores que, por sua vez, controlam a resposta do robô.

Mas além de utilizações bem-humoradas como a feita pelos especialistas japoneses, já estão sendo desenvolvidos produtos tecnológicos com finalidades médicas que se valem de odores. Uma companhia holandesa, a Enose, está desenvolvendo um kit de diagnóstico chamado Aenose, que busca, no odor, sinais de tuberculose, asma e câncer de garganta. A empresa americana Alpha Szsenszor está desenvolvendo um equipamento feito para estudar o hálito humano a fim detectar câncer de pulmão e outras doenças. E a britânica Universidade de Bristol está desenvolvendo um projeto chamado Odour Reader (Leitor de Odores), que analisa vapores coletado de amostras de fezes dos pacientes para ajudar a diagnosticar causas de diarreia. O sistema olfativo humano contém cerca de 100 milhões de receptores que fazem uso de cerca de 350 milhões de diferentes tipos de proteínas. Já os “narizes eletrônicos” costumam usar 32 ou menos sensores químicos.robo

Dentes: saiba por que é importante cuidar da saúde bucal

Nas palavras de um colega da medicina e consultor da Jovem Pan sobre medicina da família, exaltamos a preocupação crescente da medicina em se integrar e orientar sobre o bem estar bucal, como base a saúde.

A maior proximidade entre médicos e dentistas faz com que a saúde ganhe um importante reforço na prevenção e no tratamento de doenças. Juntos médicos e dentistas podem muito mais.
Tepe