Já postamos aqui algumas vezes mas eles são assunto novamente: Grillz

BeyoncéDepois dos piercings nos dentes, surgiu outro adorno que as celebridades adotaram e que chama muito a atenção: os grillz. Trata-se de um pequeno molde utilizado por cima dos dentes e que é feito, em geral, com pedras preciosas como diamantes e rubis.

A moda começou fazendo sucesso entre os rappers, mas hoje em dia os pequenos acessórios podem ser vistos nos sorrisos de Madonna, Lady Gaga, Chris Brown, Rihanna, Miley Cyrus e Kanye West.

Nos Estados Unidos, os moldes são vendidos em lojas comuns por US$ 18, mas no Brasil há relatos de que os acessórios feitos em consultório chegam a custar R$ 8 mil. Os grillz podem ser colocados em um dente ou até em todos, varia conforme a preferência de cada um.

Perigos
A moda ainda não pegou no Brasil, mas o Dr Mário Groisman já alerta para os perigos da joia: “Se não higienizada completamente, pode ocasionar doenças gengivais e cáries”, explica.

Para ele, é preciso ter prudência ao usar acessórios como os grillz. “O metal pode pressionar a gengiva e ocasionar retração gengival. E como o molde é colocado sobre os dentes, fica em contato direto com os outros dentes e cria um atrito entre a mandíbula e maxilo”, aponta.

Portanto, a dica para quem quer usar os grillz é procurar um consultório e fazer a joia customizada, utilizando a moldagem própria da arcada dentária. “Acho complicado o uso deste artefato, do ponto de vista biológico. E, no Brasil, acredito que não fará tanto sucesso porque culturalmente nós buscamos os métodos que são mais invisíveis e naturais”, afirma.

Beta
Terra

10 sintomas de deficiência de vitamina D que você precisa reconhecer

10 sintomas de deficiência de vitamina D que você precisa reconhecer

Tomar vitamina D ainda jovem pode ser bom para o corpo a longo prazo. Resultados de um estudo conduzido pela Universidade de Zurique confirmaram que quantidades suficientes de vitamina D tomadas consistentemente são necessárias para manter a saúde dos ossos.

Muitas pessoas acreditam que manter hábitos alimentares saudáveis seja o suficiente, mas apenas alguns alimentos contêm naturalmente níveis significativos de vitamina D. De acordo com Dr. Heike R. Bischoff-Ferrari, da Universidade de Zurique, a fim de obter níveis adequados de vitamina D somente através da dieta, teria-se duas porções de peixes gordos como o salmão e a cavala serem consumidas todos os dias. Assim, é necessário aumentar os níveis de vitamina D no corpo através de suficiente exposição ao sol e suplementação a fim de utilizar todo o potencial da vitamina do sol para manter o funcionamento apropriado do corpo.

Este equívoco sobre a manutenção de níveis D através da dieta têm um grau de fundamento, já que a vitamina D não é uma vitamina autônoma. Para executar muitas funções, a vitamina D funciona em cooperação com outras vitaminas, como o magnésio, que pode ser encontrado em vegetais verdes folhosos como espinafre. Esta característica única de vitamina D tem contribuído para o gerenciamento de muitas doenças crônicas.

As muitas faces da vitamina D

Há décadas, profissionais de saúde pensavam que vitamina D somente seria boa para manutenção de dentes e ossos saudáveis. Recentes avanços na ciência, no entanto, tem colocado essa vitamina no centro do atenções ao revelar seu papel multifacetado para o bom funcionamento do corpo humano e de sua capacidade de reduzir o risco de doenças não anteriormente associadas à ela.

Apesar das recentes revelações sobre o potencial da vitamina D, parece que nem todo mundo aprecia destas descobertas. O estilo de vida atual de trabalhar em ambientes fechados tem contribuído para o crescente número de casos de deficiência de vitamina D em todo o mundo. Isto é agravado pelo fato de que nem todo mundo está consciente de que ele ou ela pode ser deficiente de vitamina D.

Eu sou deficiente de vitamina D?

A melhor maneira de descobrir a deficiência de vitamina D é fazer um teste de sangue que irá medir o nível da vitamina. Você pode pedir para o seu médico realizar o teste ou comprar um kit de teste caseiro para fazer você mesmo. No entanto, você certamente está deficiente de vitamina D se você tiver alguma das seguintes doenças e precisa consultar com seu médico a respeito da prevenção, bem como das opções curativas, logo que possível.

1.) Gripe – em um estudo publicado no Jornal de Cambridge, descobriu-se que a deficiência de vitamina D predispõe as crianças a doenças respiratórias. Um estudo de intervenção realizado mostrou que vitamina D reduz a incidência de infecções respiratórias em crianças.

2.) Fraqueza muscular – de acordo com Michael F. Holick, um especialista em vitamina D, a fraqueza muscular geralmente é causada por deficiência de vitamina D porque para os músculos esqueléticos funcionarem adequadamente, seus receptores de vitamina D devem ser suportados pela vitamina D.

3.) Psoríase – em um estudo publicado pelo UK PubMed central, descobriu-se que os análogos sintéticos de vitamina D são úteis no tratamento da psoríase.

4.) Doença renal crônica – de acordo com Holick, pacientes com doenças renais crônica avançadas (especialmente aqueles que requerem diálise) são incapazes de produzir a forma ativa da vitamina D. Esses indivíduos precisam tomar 1,25-dihidroxivitamina D3 ou um dos seus análogos para apoiar o metabolismo do cálcio, diminuir os riscos de doenças ósseas ou renais e regular os níveis de paratormônio.

5.) Diabetes – um estudo realizado na Finlândia foi destaque no Lancet.com em que 10.366 crianças receberam 2.000 unidades internacionais (UI)/dia de vitamina D3 por dia durante o primeiro ano de vida. As crianças foram monitoradas por 31 anos e em todos eles, o risco de diabetes do tipo 1 foi reduzido em 80%.

6.) Asma – vitamina D pode reduzir a gravidade dos ataques de asma. Pesquisas realizadas no Japão revelaram que os ataques de asma em crianças em idade escolar foram significativamente reduzidos naqueles indivíduos que tomaram suplemento diário de vitamina D de 1.200 UI por dia.

7.) Doença periodontal – aqueles que sofrem desta doença crônica da gengiva que provoca inchaço e sangramento devem considerar aumentar seus níveis de vitamina D para a produção de defensinas e catelicidinas, compostos que contêm propriedades antimicrobiais e diminuem o número de bactérias na boca.

8.) Doenças cardiovasculares – insuficiência cardíaca congestiva está associada com deficiência de vitamina D. Pesquisa realizada na Universidade de Harvard entre enfermeiros encontrou que mulheres com níveis baixos de vitamina D (17 ng/m [42 nmol/L]) tiveram um aumento de 67% no risco de desenvolverem hipertensão.

9.) Esquizofrenia e depressão – estas doenças têm sido associadas a deficiência de vitamina D. Em um estudo, descobriu-se que manter suficiente vitamina D entre mulheres grávidas e durante a infância era necessária para satisfazer o receptor de vitamina D em todo o cérebro para o seu desenvolvimento e manutenção da função mental na vida adulta.

10.) Câncer – pesquisadores da Georgetown University Medical Center , em Washington DC descobriram uma ligação entre a ingestão elevada de vitamina D e risco reduzido de câncer de mama. Esses resultados, apresentados na Associação americana para pesquisa do câncer, revelaram que o aumento de doses de vitamina do sol estava associado a uma redução de 75 por cento do surgimento geral de câncer e 50 por cento de total de câncer em casos de tumores entre aqueles que já possuíram a doença. Interessante foi a capacidade da suplementação de vitamina a ajudar a controlar o desenvolvimento e crescimento do câncer de mama, especialmente o câncer estrogênio-sensível.

A prevenção é proativa

Essas diferentes condições de saúde associadas com a deficiência de vitamina D não precisam ser algo a temer. Uma abordagem proativa de prevenção pode ajudar a evitar as doenças crônicas muito associadas com deficiência de vitamina D. Por um lado, milhares de dólares podem ser economizados, sem mencionar a paz de espírito, simplesmente, à custa de uma caminhada sob o sol. Guarde os guarda-chuvas para os dias chuvosos.

Tradução Vitamina D – Brasil

Fonte NaturalNews.com

Orientação para remoção do hábito de sucção digital no primeiro ano de vida.

Orientação para remoção do hábito de sucção digital no primeiro ano de vida.

A imagem de um bebezinho chupando o dedo é até angelical. Alguns bebês já estão com o dedo na boca dentro da barriga da mamãe. “Olha que bonitinho, com o dedinho na boca!”, costumam dizer muitas pessoas “desavisadas”.

O problema maior é que grande parte das pessoas que acha esse ato “meigo” desconhece o quanto um dedo na boca pode ser prejudicial à vida da criança.

A sucção é muito importante para as crianças até dois anos de idade e em algumas delas a necessidade de sucção é maior. O bebê suga não apenas para matar a fome, mas também para saciar sua vontade de sugar.

Por esse motivo as mamães não devem se preocupar quando os bebês levam a mão toda à boca. Eles começam a conhecer o mundo pela boca. Além da mão, tudo o que pegarem levarão à boca. As mamães devem ficar atentas se o que for à boca seja somente o dedo e o bebê sugue efetivamente.

O bebê amamentado exclusivamente até os seis meses de vida normalmente tem sua necessidade de sugar saciada e dificilmente vai aceitar uma chupeta ou sugar o dedo. Se a mamãe apresentar grande oferta de leite, estiver sempre com as mamas cheias, o bebê não fará muito esforço para sugar, matando sua fome rapidamente, mas não sua vontade de sugar.

Nesse caso, há grandes possibilidades de o bebê encontrar o dedo, já que a necessidade de sucção não foi saciada. A mamãe que tem muito leite deve antes das mamadas ordenhar (retirar) o leite até que as mamas fiquem mais vazias e o bebê tenha que se esforçar para mamar e então matar a fome e a vontade de sugar.

Para crianças que não amamentam ou que já introduziram outros alimentos, o leite, a água ou o suco pode ser oferecido em copos de bico com válvulas que necessitam do esforço do bebê para a retirada do líquido.

Porque tirar este hábito de seu filho?
Alterações na arcada – A sucção do dedo leva a alterações da arcada dentária como mordida aberta, cruzada ou profunda, dependendo da posição em que o dedo é levado à boca, da força durante a sucção, ou da posição da mandíbula durante a sucção.

Essas alterações levam a criança a respirar pela boca, pois deixam a musculatura oral flácida.

Crianças com respiração oral podem apresentar roncos ou baba enquanto dormem, irritabilidade, cansaço fácil em atividades físicas, bruxismo, alterações da postura, apetite diminuído, respiração e mastigação ruidosas, hiperatividade ou sonolência e dificuldade de aprendizagem.

“Alterações na arcada dentária e a respiração oral também podem afetar a fala da criança, que trocará os sons na hora de falar e, se não corrigido antes da criança entrar na escola, pode criar problemas na alfabetização”.

Como Proceder para remover este hábito de “chupar o dedo “:

-Procurar orientação com o profissional habilitado para tal atividade.(odontopediatra)
-Verificar como é esse hábito – é o mesmo dedo? Da mesma maneira? Em qual momento?
-No momento em que o bebê inicia a sucção, retirar o dedo delicadamente e dar o peito, fazer carinho na mão( que pode ser “protegida” com uma luvinha para evitar o estímulo à propriocepção pele/mucosa) e, em último caso, dar a chupeta.
Para evitar a sucção do dedo, além do aleitamento materno, a mamãe precisará de muita paciência. Para tentar tirar o dedo do caminho à boca, ofereça mordedores, preferencialmente gelados (coloque-os na geladeira antes de oferecer à criança). Assim a criança se entreterá com o mordedor e esquecerá o dedo.

Sempre que a criança estiver com o dedo na boca, não recrimine, apenas tente distraí-la para outra atividade que tenha que fazer uso das mãos. Se o hábito já for vicioso, consulte um profissional como fonoaudiólogo, dentista ou psicólogo para ajudar nesse hábito tão prejudicial.Fontes : Odontopediatria para pediatra: Lúcia Coutinho, Marcelo Bonecker.
Bruno Rodrigues ,Renata Ramos

“Assaltar a geladeira” à noite ou de madrugada pode ser prejudicial à saúde bucal

 

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Pessoas que tendem a comer um quarto ou mais das calorias diárias após o jantar fazendo um lanche à noite diversas vezes por semana podem não apenas estar expandindo a cintura, mas também prejudicando a saúde dental, de acordo com pesquisadores dinamarqueses. Um estudo das fichas de mais de 2,2 mil adultos, com idades entre 30 e 60 anos, que participaram de um estudo médico dinamarquês, avaliou dois momentos num período de seis anos (1987-88 e 1993-94). Apenas 8% dos participantes, 173 no total, foram diagnosticados como pessoas que consomem pelo menos um quarto das calorias de cada dia após a refeição ao anoitecer e relataram acordar no meio da noite para fazer um lanche pelo menos duas vezes por semana.

Analisando as fichas dos participantes, os pesquisadores observaram que essas pessoas perderam mais dentes no período de seis anos, mesmo levando em conta as idades dos participantes, estado de diabetes e tabagismo, índice de massa corporal e consumo de açúcares e carboidratos. Aqueles que não estavam neste grupo, não diabéticos e não fumantes apresentaram perda de dentes significativamente menor. Os pesquisadores teorizam que, uma vez que as pessoas produzem menos saliva durante a noite, quem come neste período não têm saliva suficiente para remover os resíduos de alimentos da boca. Recomendam que dentistas e pacientes discutam os comportamentos de alimentação no período da noite e que os pacientes escovem os dentes todas as noites depois de comer para ajudar a preservar os dentes.

A Associação Dental Americana em seu site ADA.org oferece um guia abrangente de dieta e saúde dental, incluindo informações sobre como os alimentos podem causar cárie dentária, como escolher alimentos de maneira inteligente e dicas para uma saúde dental melhor. A página da internet também oferece informações sobre a limpeza dos dentes e da gengiva, incluindo dicas sobre a maneira adequada de escovar os dentes e usar o fio dental. Converse com seu dentista sobre as estratégias de cuidados bucais se você achar que possui um comportamento alimentar prejudicial à sua saúde bucal. Uma página de informação ao paciente, “Eating habits that can harm teeth”, também está disponível no site da ADA.

Fonte: Associação Dental Americana

Todo dentista deve conhecer as drogas que estão sendo usadas por seus pacientes

Todo dentista deve conhecer as drogas que estão sendo usadas por seus pacientes

Algumas medicações utilizadas pelo paciente podem atrapalhar a cicatrização após intervenções cirúrgicas.As pessoas que utilizam medicamentos e precisam de tratamentos mais complexos, como cirurgias, implantes e extrações devem informar seu dentista sobre todos os medicamentos utilizados.
É muito Importante para evitar riscos ao tratamento e a saúde.

Note na imagem acima uma cicatrização comprometida e a exposição de osso sem cobertura de gengiva (também chamada de necrose óssea), associada a tratamento dentário (extração de dente) em paciente sob efeito de bifosfonato.

Esse imagem apresentada na postagem, não mostra o efeito de uma extração de dentes desejada por qualquer um de nós e pode colocar em risco a qualidade de vida do paciente.

Aproximadamente 190 milhões de pessoas no mundo usam o medicamento Alendronato de Sódio – representante clássico do segmento dos Bifosfonatos. Pacientes com câncer ósseo ou extrema osteoporose podem usar esses remédios para tratamento ou outras alternativas como o Pamedronato e Zoledronato.

Caso o paciente esteja se tratando com esses remédios e precise de alguma intervenção que vá mexer com o osso da boca, como por exemplo a instalação de implantes dentários ou extração de dentes, deve-se conversar com o médico que prescreveu a droga sobre as alternativas, melhores momentos e a conveniência dessa intervenção.

A boa higiene bucal e o uso mais completo dos recursos para a eliminação das bactérias dos dentes e da língua são indispensáveis para prevenir o surgimento de problemas que venham a complicar a vida desses pacientes. Boa Higiene Bucal e visitas regulares ao dentista ainda são o melhor remédio contra esse risco dos bifosfonatos.

SAÚDE EXIGE GENGIVA SAUDÁVEL !

SAÚDE EXIGE GENGIVA SAUDÁVEL !

Estudos científicos mostram que as inflamações das gengivas, ou gengivites, podem evoluir, ao redor de cada dente, para situações mais drásticas e destrutivas do suporte ósseo que segura cada um dos seus dentes, tornando-se periodontites. A esse conjunto de doenças bucais, gengivites e periodontites, dá-se o nome de doença periodontal.

Após os 30 anos de idade, a doença periodontal é a razão para o que mais prejudica a dentição – superando até mesmo as cáries como risco de prejuízo a saúde. Esta realidade ainda é muito evidente, especialmente entre pessoas mal informadas sobre higiene bucal e negligentes quanto as visitas rotineiras ao dentista.

Ao examinar a boca, dentista e pessoas informadas, podem atestar a gravidade desta doença através dos altos níveis de perdas dentárias, ainda registrados na sociedade brasileira, da grande ocorrência de retrações das gengivas, da percepção de sangramento bucal ( inclusive ao escovar ou usar fio dental) e do mau hálito,todos sintomas que podem retratar a existência desta doença da boca.

O acúmulo de bactérias,de restos de alimentos e de restos das próprias bactérias sobre os dentes, forma a placa bacteriana. Ela é reconhecida como o agente principal que leva a esta perigosa doença da boca (doença periodontal). É fato que nas pessoas, com menos de trinta anos apaixonadas por açucar e sem boa higiene bucal regular, ela está ainda mais associada com o risco de cárie e sinais menos drásticos desse problema, embora cáries e doença periodontal possam ser vistos e diagnosticados durante toda a vida para qualquer descuidado.

Além destes devastadores efeitos para a boca, outros estudos mostram que a doença periodontal pode favorecer um aumento no risco de doenças cardiovasculares, como a endocardite infecciosa e as decorrentes da aterosclerose, caso das anginas, dos derrames e do infarto.

Estima-se que as bactérias da placa bacteriana – quando conseguem penetrar regularmente pelo espaço entre o dente e a gengiva, gerando as inflamações típicas da doença periodontal, estão aptas a penetrar pelos pequenos vasos sanguíneos que existem ao redor ds dentes e adentrarem o sistema circulatório do nosso organismo pelas gengivas aonde se localizam.

Com o tempo e a repetição constante deste fenômeno, especialmente em alguém negligente com o tratamento e a prevenção desta doença, o acúmulo e a penetração destas bactérias e seus restos no sangue, podem chegar aos grandes vasos sanguíneos e estimular desde infecções dos tecidos que revestem o coração – caso das endocardites ou, com maior frequência, cooperar com o processo de formação e estabilização das placas de gordura, ou placa de aterosclerose, favorecendo o surgimento de infartos ou derrames, por exemplo.

Além desta via direta de ação, as bactérias e seus restos que compõe a placa bacteriana dental, ao adrentarem o sistema circulatório pelas gengivas que revestem os dentes, também podem sensibilizar o organismo para gerar uma série de reações químicas. Estas reações químicas levam a liberação de substâncias inflamatórias em várias partes do corpo atingidas pela circulação do sangue.

O aumento na circulação destas substâncias faz crescer o risco para as doenças ateroscleróticas citadas e também para uma série de outros problemas da saúde, caso dos partos prematuros, dos desequilíbrios do diabete, das infecções respiratórias, das artrites e das doenças renais.

Como se vê, tratar da boca é algo que pode repercutir positivamente para a prevenção dos dentes e da saúde do corpo. … Pense nisso!

TePe – ADORO SORRIR

Obesidade pode afetar tratamento periodontal

Obesidade pode afetar tratamento periodontal

No Reino Unido, de 10 a 15 % dos adultos possuem periodontite severa. Estar obeso pode contribuir para o desenvolvimento e permanência da doença. (Foto: Jakub Cejpek/Shutterstock)

LONDRES, UK: O índice de massa corporal (IMC) e a obesidade foram associados à prevalência, permanência e severidade da periodontite em vários estudos. Atualmente, pesquisadores do Reino Unido descobriram que o IMC e o sobrepeso dos pacientes podem afetar negativamente o tratamento periodontal não cirúrgico.

O estudo foi conduzido por pesquisadores do Instituto de Odontologia Eastman da Universidade de Londres em colaboração com o Grupo de Pesquisa Europeu para a Periodontologia em Gênova (Itália). O estudo incluiu 260 adultos que passaram por um tratamento periodontal não cirúrgico intensivo. Seguindo o padrão e em dois meses, o diagnóstico dos pacientes foi avaliado com base na medida de profundidade da bolsa periodontal.

De acordo com os pesquisadores, o IMC e a obesidade foram associados com a piora da profundidade da bolsa, independente da idade, do hábito de fumar e níveis de placa dental. A magnitude dessa associação foi similar a dos fumantes, que também foi relacionada ao pior resultado periodontal clínico, eles disseram.

Deste modo, os cientistas concluíram que o IMC e a obesidade aparentam ser prognósticos independentes da resposta baixa ao tratamento periodontal não cirúrgico em pacientes com periodontite severa.

O estudo, intitulado “O índice de massa corporal como um fator predefinido dos resultados do tratamento periodontal” (Body mass index as a predictive factor of periodontal therapy outcomes), foi publicado na revista Journal of Dental Research.

Maternidade denota problemas dentários

Maternidade denota problemas dentários

Tóquio, Japão: Uma nova pesquisa realizada no Japão sugere que mulheres com um certo número de filhos são mais propensas a doenças bucais e perda de dente. Num estudo conduzido por toda a nação pela Universidade de Medicina e Odontologia de Tóquio e o Centro Nacional de Câncer, foi sugerido que quanto mais filhos a mulher possui, menos dentes funcionais ela tem.

No estudo, as mulheres foram comparadas aos homens, e nenhuma relação entre o número de dentes e o número de crianças foi encontrada. Sendo assim, os pesquisadores sugeriram que poderia haver certos fatores patológicos e de comportamento social que poderiam promover a perda de dente nas mulheres com mais filhos A fim de direcionar o caso, eles recomendaram o controle da saúde bucal da mulher durante a gravidez é essencial e informações foram disponibilizadas.

O estudo, patrocinado pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, foi conduzido entre 2005 e 2006, e envolveu mais de 1.500 mulheres e homens recrutados de duas pesquisas odontológicas nacionais realizadas em 1990 e 2005. Mulheres que tiveram dois filhos formaram o maior grupo. Uma em cada quatro mulheres teve três filhos, e uma em trinta mulheres teve quatro filhos. Um quadro similar sobre o número de filhos foi reportado pelos homens no estudo.

De acordo com os pesquisadores, esse é o primeiro estudo do gênero no Japão.
Via Dental Tribune Asia Pacific