Água de coco hidrata e contribui para saúde dos dentes

Além de uma deliciosa bebida refrescante, a água de coco hidrata a boca, mantém o fluxo salivar equilibrado, previne o mau hálito e preserva a gengiva

    

Além da sensação de refresco, a água de coco tem alto conteúdo de minerais, que são excelentes para hidratar, manter o fluxo salivar equilibrado e as bactérias longe da boca

Foto: BlueOrange Studio / Shutterstock

Com a chegada do verão, é importante ficar atento a problemas que o excesso de calor pode causar para a saúde, inclusive a bucal. Temperaturas muito quentes favorecem quadros de desidratação – perda de água e sais minerais, principalmente por meio do suor. Por isso, bebidas como a água de coco podem ser verdadeiros remédios hidratantes para o corpo e a boca.

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“Uma pessoa desidratada tem a composição da saliva alterada, o que dificulta funções orais normais (falar, mastigar e engolir). Este desequilíbrio pode, inclusive, trazer como consequência o mau hálito, já que diminui o efeito antibacteriano apresentado pela saliva”, diz Luana Campos, dentista especializada em laser terapia, da clínica Interclin.

E não é só isso. Segundo a especialista, a desidratação diminui a imunidade e a resistência física, predispondo infecções causadas por bactérias, fungos ou vírus, como, por exemplo, o herpes. É aí que entra a água de coco. Além de trazer uma agradável sensação de refresco para o corpo ela também apresenta alto conteúdo de minerais (ferro, ácido fólico, cobre e potássio), que são excelentes para hidratar, manter o fluxo salivar equilibrado e as bactérias longe da boca.

“Além disso, ela ainda tem vitaminas A, B e E que ajudam a melhorar o estado dos ossos e dos dentes, contribuindo para preservação do tecido periodontal (tecido de sustentação dos dentes)”, diz Luana.

Aplicação de Toxina Botulínica para correção do Sorriso Gengival.

Indicações: Alguns pacientes elevam dramaticamente o lábio superior ao sorrirem, o que revela grande parte do tecido gengival, normalmente conhecido como ‘sorriso gengival’.

Considerações anatômicas: O lábio superior é elevado, durante o sorriso, pelo músculo elevador do lábio superior e da asa do nariz. Esse músculo origina-se no processo frontal da maxila e insere-se na pele da porção lateral da narina e do lábio superior. A contração unilateral desse músculo resulta num deslocamento lateral do lábio, tanto que esse músculo é conhecido como ‘músculo do Elvis (Presley).

Técnicas de injeção: Anestesia tópica pode ser usada, embora essa única injeção de cada lado normalmente seja bem tolerada sem anestesia.
O músculo elevador do lábio superior e da as do nariz fica imediatamente lateral ao nariz; 1 a 2 UB são usadas nessa área.

Aplicação de Toxina Botulínica para correção do Sorriso Gengival

Precauções: Essa injeção alongará o lábio superior. Deverá ser usada com cautela em pacientes mais velhos, que podem ter lábios superiores compridos. Pacientes mais jovens pode se beneficiar mais desse procedimento do que os pacientes idosos.
Deverá ser usada com cautela nos paciente que não toleram um enfraquecimento do lábio superior. Exemplos: músicos que tocam instrumentos de sopro.

Instruções pós-aplicação: Nenhuma. Hematoma é improvável.

Riscos: O excesso de tratamento dessa área pode causar queda severa do lábio superior.

Procure um profissional habilitado para verificar se a técnica é aplicável ao seu caso.

Ortoblog

 

Osteoporose: remédios inviabilizam cirurgias de implantes

Alguns medicamentos podem causar problemas de cicatrização após a cirurgia de implante dentário, além de aftas e desgaste do esmalte

Mais comum em mulheres acima dos 45 anos, a osteoporose se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea (por questões hormonais), o que aumenta o risco de fraturas. E, dependendo do grau da doença, essa redução pode afetar diversas partes do corpo, inclusive os ossos maxilares. A questão é que alguns remédios utilizados para combater a osteoporose podem causar problemas à saúde bucal.

Antes de considerar fazer uma cirurgia de implante, o dentista deve questionar se o paciente está fazendo uso de medicamento para osteoporose

Foto:  Shutterstock

 Para começar, segundo Maria Luiza Frigerio, coordenadora do Projeto Envelhecer Sorrindo do Departamento de Prótese da FOUSP, é preciso ter muito cuidado ao associar a osteoporose à saúde bucal. “A osteoporose sozinha não seria capaz de causar grandes estragos na boca, ou seja, até que a boca seja atingida por essa doença, muitas outras regiões do corpo já terão entrado em colapso”, diz a especialista.

Alerta
No entanto, a especialista concorda que existem alguns tipos de medicamentos próprios para tratar a osteoporose que podem causar danos na boca. O Alendronato de Sódio, ou qualquer outro medicamento da família dos bifosfonatos, muito recomendados para mulheres na menopausa que sofrem com esta doença, podem prejudicar a saúde bucal, pois deixa os tecidos fibrosos do interior dos ossos com pouca ou nenhuma irrigação sanguínea.

Essa irrigação é fundamental para que as células possam chegar à superfície do osso ligando-o ao material do implante e para que haja uma boa cicatrização óssea. Por isso, o uso desse medicamento associado a uma cirurgia de implante pode aumentar o risco de necrose óssea.

Além disso, os remédios bifosfonatos podem ser tóxicos para os tecidos moles, ou seja, eles podem causar feridas ou aftas na cavidade oral e no esôfago e irritação e ardência no estômago, podendo acarretar refluxos. “A questão do refluxo pode criar condições para que o esmalte dos dentes fique bem danificado”, diz Maria Luiza.

“Quando o médico indica o uso do Alendronato para osteoporose, ele deve comunicar ao paciente que tal medicamento inviabiliza a realização de implantes dentais por, pelo menos, um ano após a suspensão de seu uso”, diz Maria Luiza.

A especialista afirma, ainda, que o mesmo deve acontecer com o dentista que vai realizar alguma intervenção óssea, como é o caso de uma cirurgia de implante. “Antes de considerar fazer o procedimento, o profissional deve questionar se o paciente está fazendo uso desse tipo de medicamento e, caso a resposta seja positiva, a cirurgia não deve ser realizada”, diz a coordenadora.

Diabete – Cuidados

3 cuidados bucais que o paciente diabético deve ter

Por TePe

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Uma boa higienização bucal traz benefícios e ajuda na prevenção de doenças, enquanto que uma limpeza bucal malfeita pode trazer infecções, mau hálito, gengivite e outras diversas complicações que pioram a qualidade de vida de qualquer pessoa. Por isso, a atenção à escovação e à limpeza da boca é essencial para todos.

Essa regra deve ser ainda mais especial para os diabéticos, já que a doença pode causar infecções na boca. Por isso, o diabético deve redobrar a atenção com sua limpeza bucal e com sua dieta, além de cumprir as recomendações do médico — e do odontologista também.

Reunimos aqui 3 cuidados que você deve ter para não deixar a diabete prejudicar a saúde da sua boca. Confira!

Faça uma limpeza bucal impecável

Boa parte das doenças bucais ocorre devido a restos de alimentos que não são retirados durante a escovação. Esses resíduos permitem que as bactérias se multipliquem e causem mau hálito, cáries, inflamações e, em casos graves, doenças como úlceras ou periodontite, que afeta a gengiva de maneira severa, causando perda óssea.

Nos diabéticos, todas essas consequências são agravadas pelo maior tempo que o corpo leva para terminar a cicatrização. Além disso, as doenças gengivais podem agravar o nível glicêmico, o que prejudica qualquer tratamento contra a diabete. E, conforme se agrava a situação da saúde bucal, fica mais difícil manter uma dieta equilibrada, devido à dificuldade na mastigação. Em consequência, esse problema pode levar ao desequilíbrio do nível de glicose no organismo.

Além da recomendação geral para escovar os dentes ao menos quatro vezes por dia, o diabético deve fazer a higiene bucal imediatamente após as refeições.. Lembrando ainda que é fundamental passar o fio ou fita dentais. Faça uma limpeza criteriosa e constante, principalmente.

Atenção aos maus hábitos

O hábito de fumar é prejudicial ao diabético: o fumo traz consequências negativas para qualquer pessoa, mas agrava ainda mais a situação dos diabéticos. Os fumantes têm mais chances de adquirir inflamações entre outros problemas. Portanto, se você tem esse hábito, é hora de repensá-lo, dando prioridade à sua saúde. Para quem usa aparelho ou próteses é indicado que  redobrem as atenções para a limpeza e conservação dessas peças, para que não acumulem resíduos.

Seu dentista deve estar ciente de tudo

Ninguém melhor do que seu cirurgião dentista e seu endocrinologista para te darem as melhores orientações. Sendo assim, o seu dentista deve ser avisado de todos os medicamentos, tratamentos e alterações em sua dieta. Afinal, a saúde bucal está relacionada ao  controle da diabetes e vice-versa. Ciente de todo o tratamento feito para controlar a doença, o dentista pode recomendar os medicamentos e condutas mais indicados para o seu caso. Procedimentos invasivos, como extrações, deverão ser feitos com atenção redobrada e orientados no pré e pós cirúrgico por seu c.dentista.

Mantenha sua higiene bucal em dia e visite seu dentista regularmente.

 

Implantes e a peri-implantite

Peri-implantite, saiba o que é e como prevenir

periimplantite
Os implantes dentários têm se tornado cirurgias muito populares no Brasil e no mundo – e por um bom motivo. Ter um sorriso bonito é sinônimo de autoestima elevada e bem-estar. Basta apenas uma pequena imperfeição para que a gente coloque a mão no rosto ao sorrir ou evite comer em locais públicos. Criados para substituir um dente (ou muitos deles), os implantes recuperam a saúde oral, corrigem a mastigação .Servem para suportar uma ou um grupo de coroas dentárias que se assemelham a dentes naturais. Tem função de atuar como a raiz de um dente perdido ou ausente. Servem de âncora ou suporte de próteses dentárias completas, coroas unitárias ou um grupo de coroas e dentadura. Na ortodontia são utilizados como ponto de ancoragem para o movimento do dente Mas, como todos os procedimentos possuem riscos, é preciso tomar alguns cuidados para evitar processos inflamatórios, como a peri-implantite, que afeta os tecidos circundantes ao implante. A doença está relacionada à perda do suporte ósseo, sangramento e/ou supuração.

O que é a Peri-implantite?

Você sabia que essa infecção é a maior causa da perda dos implantes? As bactérias que determinam a inflamação podem estar presentes durante a cirurgia ou na falta de uma higiene bucal adequada, estimulando o aparecimento de uma infecção meses ou até anos após a realização do procedimento. Sendo uma doença periodontal, ela ocasiona a perda óssea e, em alguns dos casos, o implante deve ser removido. A seguir, separamos algumas dicas básicas para auxiliar você na prevenção.

Você deve ficar de olho

Os principais sinais são:

  • Aumento progressivo da profundidade de sondagem;
  • Formação de pus na região do implante;
  • Sangramento ao realizar a sondagem;
  • Gengiva com aparência de tecido inflamado (sangrando, com inchaço, placa bacteriana e alteração de cor).

Como prevenir

Pacientes com diabetes, que abusam do cigarro, com gengivas finas e com má higiene bucal estão no grupo de risco para desenvolver o processo inflamatório. Além disso, quem tem osteoporose e bruxismo também está suscetível à doença. Para evitar que esse incômodo apareça, na hora de realizar o procedimento, procure profissionais  que possuam a técnica cirúrgica adequada para realizar o implante. Além disso, o controle periodontal deve ser feito de forma correta, principalmente para evitar o contato de lesões com a superfície do implante. É importante fazer sempre uma boa escovação, removendo as placas e resíduos de alimentos, bem como utilizar a escova interdental, uma boa escova específica para implantes e limpar a área com frequência.

Tratamento

Se a peri-implantite não estiver em um estágio muito avançado, em que é necessário retirar o implante, o tratamento é simples: o especialista realizará a limpeza e descontaminação do local e aplicará antissépticos. Lembre-se: manter uma boa escovação e a higiene bucal correta é a melhor maneira de prevenir qualquer incômodo ou doença nos dentes e na gengiva. As cáries que estão próximas ao implante exercem grande influência e contribuem para o aparecimento da peri-implantite. Muitas pessoas costumam achar que os implantes podem ser a solução definitiva para periodontites não tratadas. Mas o tratamento periodontal deve continuar, principalmente com a presença dos implantes. O segredo para lidar com essa e outras doenças é a prevenção, o diagnóstico precoce e sempre procurar um profissional especializado, que indicará as melhores formas de manter o local limpo

TePe