Diferenças entre alimentos orgânicos, naturais e saudáveis

Embora esses termos sejam frequentemente usados ​​como sinônimos, os alimentos orgânicos, naturais e saudáveis têm significados diferentes.

Alimentos orgânicos são cultivados sem pesticidas artificiais, fertilizantes e herbicidas. Orgânicos à base de carne, ovos e produtos lácteos são obtidos a partir de animais que são alimentados com alimentos naturais e sem hormônios ou antibióticos.

Alimentos naturais são aqueles livres de ingredientes sintéticos, artificiais ou aditivos.

Já o termo “alimentos saudáveis” pode ser aplicado a alimentos naturais, orgânicos ou para regular alimentos que sofreram menos processamento do que o habitual como os grãos integrais nas farinhas.

Embora alguns digam que os alimentos orgânicos têm uma maior concentração de alguns nutrientes, a evidência sobre isto ainda não é conclusiva. O conteúdo nutricional dos alimentos também varia muito, de acordo com: quando o alimento foi colhido e como ele foi armazenado ou processado.

A menos que eles sejam mais frescos, também não há evidências de que orgânico, natural, são melhores para a saúde ou tenham gosto melhor do que os alimentos regulares. No entanto, o gosto é determinado pela genética de plantas, e não pelo fato de sua cultura ser orgânica ou de modo convencional.

Colheita e manuseio também afetam o sabor. Um pêssego ou tomate que é colhido quando está muito verde nunca vai desenvolver o gosto de fruta ao amadurecer na árvore ou no arbusto. Embora o tipo de fertilizante possa não afetar o sabor ou nutrição, pode ter efeito sobre o meio ambiente. Muitas pessoas preferem pagar preços mais altos por alimentos orgânicos, pois sua produção não causa danos ao meio ambiente, pelo uso de pesticidas e herbicidas, e os adubos compostados ajudam na restauração do solo e não são tão prejudiciais ao meio ambiente como os fertilizantes artificiais. No entanto, a simplesmente denominação de “orgânico” ou “natural” não protege os alimentos da contaminação do campo para o mercado.

O objetivo deste artigo é que as pessoas reflitam sobre o que realmente estão comprando e não o que a propaganda diz que está comprando ou deveria comprar. Isto vale especialmente para os pais de crianças, já que querem sempre oferecer o que há de melhor para os filhos.

Autor: Dr. José Luiz Setúbal.Fonte: Hospital infantil SabaráFonte Nutrição: O que cada pai precisa saber (Copyright © Academia Americana de Pediatria, 2011)

As informações contidas aqui não devem ser usadas como um substituto para o atendimento médico e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o seu pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias individuais.

 

Açúcar é o fator predominante para estimular a hipertensão

A pressão alta, nem sempre está relacionada ao consumo excessivo do sal. Segundo um estudo realizado por médicos americanos, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, e do Saint Luke’s Mid America Heart Institute, publicado no periódico Open Heart, nos Estados Unidos, o açúcar, conhecido como o aliado dos hipertensos, é o fator predominante para estimular a pressão alta. De acordo com os dados do IBGE, um a cada cinco brasileiros são vítimas de infarto por pressão arterial elevada.

Os alimentos industrializados como o açúcar devem ser consumidos em quantidade moderada, pois o açúcar pode estar mais relacionado mais à pressão arterial do que o próprio sal. Cientistas revelam que a frutose, o açúcar que é encontrado na fruta, é o maior causador da hipertensão.

Os médicos americanos afirmam que a ingestão diária de mais de 74 é equivalente ao risco de 30% de maior probabilidade de ter depressão. A elevação do colesterol, risco de síndrome metabólica e altos índices de insulina, está intimamente ligada à alimentação rica em frutose.


O excesso de frutose pode causar processos inflamatórios, diz o cardiologista e diretor da Unidade de Hipertensão do Instituto do Coração (Incor), Luiz Bortolotto. O consumo de açúcar pode causar obesidade e consequentemente a pressão alta. Ele ressalta que o refrigerante também aumenta esse risco.

Os médicos alertam cuidados moderados ao consumo de sucos industrializados e refrigerantes, como, por exemplo, o xarope de milho, com quantidade significativa e relevante de frutose. O estudo comparativo entre o sal e o açúcar, não apresentou resultados na pesquisa sobre a queda na pressão em relação à ingestão de açúcar.

Fonte: Veja

O que causa a hipersensibilidade dentinária?

O que causa a hipersensibilidade dentinária

Que é hipersensibilidade dentinária?
A sensibilidade dentinária afeta um grande número de pessoas. Geralmente é desencadeada causada por bebida e alimentos quentes, frios, doces ou ácidos. Em condições normais, a dentina (camada interna que envolve o nervo) é coberta pelo esmalte da coroa e a gengiva ao redor do dente. Com o tempo, o esmalte pode desgastar-se, reduzindo a proteção. Também com o tempo, a gengiva pode retrair-se, expondo a raiz do dente.

A dentina tem um grande número de poros ou tubos microscópicos (túbulos) que vão da face externa do dente até a polpa, no centro. Quando a dentina está exposta, os líquidos presentes nesses túbulos podem ser estimulados por mudanças de temperatura ou certos alimentos, causando a sensibilidade. Abaixo está uma ilustração dos túbulos dentinários vistos em um microscópio:

Qual é a causa da hipersensibilidade dentinária

Qual é a causa da hipersensibilidade dentinária?

A exposição da dentina por ocorrer devido a vários fatores. Os fatores mais comuns são:

  • Retração gengival devido à idade ou escovação inadequada;
  • Bebidas ácidas (como refrigerantes) que causam a erosão do esmalte e a exposição da dentina;
  • Bruxismo – que, na verdade, faz com que todos ou a maior parte dos dentes tornem-se sensíveis;
  • Escovação com creme dental muito abrasivo, escovação incorreta e/ou escovação em um número de vezes maior do que três;
  • Gengivite, que pode causar retração gengival;
  • Dente lascado ou fraturado, com exposição da dentina;

Além disso, alguns tratamentos dentários podem causar sensibilidade. Sabe-se que alguns tratamentos como o branqueamento, a profilaxia em consultório, a colocação de aparelhos ortodônticos ou restauração dentária podem causar sensibilidade durante ou depois do procedimento.

Que posso fazer?

O primeiro passo é descobrir a causa, com a ajuda de um dentista. Se a causa for a exposição da dentina, há algumas providências que você e seu dentista podem tomar para reduzir a sensibilidade:

  • Use uma escova de cerdas extra macias;
  • Escove corretamente para evitar a abrasão do esmalte e a retração gengival;
  • Use um creme dental formulado especialmente para ajudar reduzir a sensibilidade;

O dentista pode:

  • Aplicar verniz de flúor nas áreas sensíveis para ajudar a fortalecer o dente;
  • Prescrever um creme dental com alto teor de flúor para uso diário;
  • Restaurar as áreas que perderam o esmalte;

No final, quer você precise de procedimentos em consultório ou somente em casa, o passo mais importante é consultar seu dentista para que ele determine a causa da sensibilidade dos dentes e ajude você a encontrar uma solução que seja eficaz.

Você sabe o que faz um odontohebiatra?

Como em qualquer outra área, o profissional tem que ter conhecimento das atitudes e comportamentos específicos daquela idade ou grupo, e ser capaz de conquistar o adolescente. Uma atitude que se deseja é que o adolescente sinta que pode confiar naquele profissional e encontre nele um parceiro para tirar dúvidas e dividir seus anseios em relação ao processo saúde-doença. Foto: ShutterstockComo em qualquer outra área , o profissional tem que ter conhecimento das atitudes e comportamentos específicos daquela idade ou grupo, e ser capaz de conquistar o adolescente. Uma atitude que se deseja é que o adolescente sinta que pode confiar naquele profissional e encontre nele um parceiro para tirar dúvidas e dividir seus anseios em relação ao processo saúde-doença.

Como em qualquer outra área, o profissional tem que ter conhecimento das atitudes e comportamentos específicos daquela idade ou grupo, e ser capaz de conquistar o adolescente. Uma atitude que se deseja é que o adolescente sinta que pode confiar naquele profissional e encontre nele um parceiro para tirar dúvidas e dividir seus anseios em relação ao processo saúde-doença. Foto: Shutterstock

Outra vantagem é que o odontohebiatra tem conhecimento para utilizar recursos clínicos no auxílio do diagnóstico de comportamentos nocivos a saúde típicos da adolescência, como distúrbios alimentares e uso de drogas. Um exemplo disso é a observação de erosões ácidas-desgastes- nos dentes de adolescentes com bulimia ou anorexia.

Como em qualquer outra área, o profissional tem que ter conhecimento das atitudes e comportamentos específicos daquela idade ou grupo, e ser capaz de conquistar o adolescente. Uma atitude que se deseja é que o adolescente sinta que pode confiar naquele profissional e encontre nele um parceiro para tirar dúvidas e dividir seus anseios em relação ao processo saúde-doença. Foto: Shutterstock

  Segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS -, a adolescência pode ser inserida na faixa que vai dos 10 aos 20 anos e é uma fase da vida em que questões sociais e comportamentais interferem muito nas escolhas que determinam a saúde. O odontohebiatra está habilitado a entender como os determinantes de saúde interferem nos adolescentes.

Via Beta