Associação Americana de Pediatria aprova uso de creme dental com flúor desde o primeiro dente do bebê

Odontopediatria brasileira já recomenda a aplicação desde 2009

bebê; toddler; escovando; dentes; escovar; higiene (Foto: Thinkstock)

Nas prateleiras de supermercados ou farmácias, naquele corredor específico de produtos para bebês, a maior parte das embalagens dos cremes dentais indicados para a faixa etária que vai de 0 a 3 anos, destaca: “Sem flúor” ou “Não contém flúor”. Há pais de filhos pequenos que têm receio de aplicar nos dentes das crianças as versões com a substância. No entanto, de acordo com uma nova recomendação da Academia Americana de Pediatria, um dos órgãos mais influentes do mundo quando se trata de saúde infantil, os primeiros dentes dos bebês devem, sim, ser higienizados com cremes que contêm esse elemento na fórmula.

Apesar de esta ser a recomendação oficial do órgão brasileiro de odontopediatria desde 2009, somente agora a Associação Americana de Pediatria se manifestou a favor do uso. A Sociedade Brasileira de Pediatria concorda com a orientação. “Alinhado com as recomendações da Academia Americana de Pediatria, o Departamento de Pediatria Ambulatorial da SBP recomenda que crianças a partir do primeiro dente usem uma escova macia e uma quantidade de pasta que equivale a um grão de arroz”, diz Tadeu Fernando Fernandes, pediatra e presidente do Departamento de Pediatria Ambulatorial da SBP.

Havia o temor de que o creme dental engolido pelos bebês levasse à fluorose, que provoca manchas brancas nos dentes permanentes, antes mesmo de sua formação. A preocupação era ainda maior, considerando-se que a água corrente que sai de nossas torneiras também já vem com uma certa quantidade de flúor. “Existe uma interpretação errada quando se fala que o creme dental causa fluorose. Na verdade, ela é ocasionada pelo excesso de flúor ingerido pela criança, sem o controle dos pais. A pasta deve ser usada, mas na quantidade certa recomendada pelo odontopediatra e sob supervisão de um adulto”, diz Luciana Nogueira da Cunha Rosa, professora da pós-graduação em Odontopediatria do Senac Tiradentes. Por isso, os pais devem ficar atentos à concentração de flúor no creme dental escolhido (saiba mais abaixo, em “Como escolher a pasta”), à quantidade aplicada na escova ou na dedeira e se responsabilizar pela escovação dos filhos, principalmente dos menores”, afirma Paulo César Rédua, presidente da ABO (Associação Brasileira de Odontopediatria).

Para evitar qualquer tipo de problema com a escolha da pasta, e do momento certo para iniciar o uso da escova e do creme dental para fazer a higiene bucal, é fundamental que os pais levem os filhos ao odontopediatra assim que nasce o primeiro dente. “As orientações variam de acordo com a rotina [alimentar] e com as características de cada criança. Um bebê que já tem cinco dentes, mas não tem contato com o açúcar, pode demandar uma frequência e uma maneira de escovação diferente de outro, com apenas um e que come biscoitos diariamente”, exemplifica Rédua. Depois, na maior parte dos casos, as visitas ao consultório podem continuar acontecendo a cada seis meses.

bebê_dentes_rotina (Foto: Shutterstock)

Como escolher a pasta?
Então, os bebês podem usar pastas de dente comuns desde o início da dentição, mas, de volta às prateleiras do supermercado, qual produto escolher, diante de tantas opções? “Os pais devem ler o rótulo e procurar por produtos que tenham uma concentração de flúor entre 1100 e 1450 ppm (partes por milhão). Nos cremes dentais infantis, o que muda é o sabor, geralmente mais atraente para esse público, mas a eficiência é a mesma”, explica o presidente da ABO. “Se tiver concentração inferior a 500 ppm, não protege das cáries”, afirma. Enquanto a criança ainda não tem os dentes molares (os do fundo, que contêm mais sulcos e fissuras, locais de difícil alcance da escova e, portanto, favoráveis para o acúmulo de bactérias), a limpeza pode ser feita com uma dedeira ou gaze. Depois disso, o uso da escova de dentes torna-se obrigatório. Para escolher, basta seguir a indicação de idade especificada na embalagem.

Quantas vezes e quanta pasta colocar?
Em geral, o ideal é escovar pelo menos de manhã e à noite para os menores de 2 anos. Mesmo que você não consiga supervisionar as outras limpezas do dia, garanta que a última, antes do seu filho ir para a cama, seja bem feita, de preferência por você. Comer somente nos horários certos também ajuda na prevenção da cárie. “Se a criança se alimentar várias vezes ao dia, fora dos horários das refeições e dos lanches, os dentes ficam mais expostos à sujeira”, explica Rédua. Uma das funções da saliva é limpar restos alimentares e micro-organismos que favorecem a infecção por cáries. Comer a toda hora, principalmente alimentos que contenham açúcar, sobrecarrega esse mecanismo, que acaba não dando conta do recado. Sem contar, é claro, os outros problemas associados a esse comportamento, como a obesidade.

Os pais também devem ficar atentos à quantidade de pasta usada em cada escovação. Isso também pode ser alterado de acordo com a orientação profissional. A princípio, a recomendação para as crianças de até 2 anos é uma quantidade que equivale ao tamanho de um grão de arroz cru. Depois disso, os pais podem aumentar gradativamente, até o tamanho de um grão de ervilha para os maiores. “Se os pais usarem essa quantidade, não ultrapassam 30% da margem de segurança de deglutição de flúor, ou seja, ainda que a criança engula o creme dental, ela não correrá riscos de ter nenhum problema por conta disso”, explica o presidente da ABO.

 

Fonte:Revista Crescer

Vamos proteger nossas crianças!

Usar repelentes é alternativa para se prevenir contra a zika e evitar as picadas do Aedes aegypti

IMAGEM: Divulgação/CDC

Sociedade de Pediatria recomenda como proteger crianças da dengue, zika e chikungunya

Criado em 11/02/16 12h24 e atualizado em 20/02/16 19h26
Por Sociedade Brasileira de Pediatria

Quadro recomendações contra zika e dengue
Creative Commons – CC BY 3.0Quadro recomendações contra zika e dengue

EBC

As crianças são mais vulneráveis a doenças como dengue, zika e chikungunya. Por isso, os cuidados na prevenção têm que ser redobrados com elas. A Sociedade Brasileira de Pediatria tem uma série de recomendações quanto à formas de evitar o mosquito e ao uso de repelentes. Entenda:

Evitando os mosquitos

– Proteção mecânica: utilize roupas com as mangas longas e calças compridas. As roupas finas não impedem as picadas, preferir tecidos de trama mais fechada e mais grossos. Evite roupas escuras (atraem mais insetos) e as roupas que ficam muito coladas ao corpo pois elas permitem a picada. O uso de perfumes pode atrair alguns insetos e deve ser evitado nas crianças. Algumas roupas já vem tratadas com substâncias repelentes (geralmente artigos esportivos como camisas para camping e pesca).

– Nos períodos do nascer e do pôr do sol as janelas devem ficar fechadas, o que reduz a entrada de muitos mosquitos. Os mosquitos como o Aedes atacam mais durante as primeiras horas da manhã e no final da tarde, mas podem picar à noite se houver suficiente luz artificial. São encontrados em locais abertos e possuem predileção pelo tornozelo, então a criança deve ser protegida quando está brincando fora de casa, com roupas que cubram esta parte do corpo. O uso do ar condicionado ajuda a manter os mosquitos afastados.

– Existem produtos que podem ser utilizados nas roupas como a permetrina 0,5% em spray (para ser aplicada APENAS nas roupas e telas de janelas e NÃO diretamente sobre a pele). Estes produtos estão disponíveis para humanos nos Estados Unidos (lojas para artigos de camping) e em lojas de produtos para animais.

– Instalação de telas e mosquiteiros. Eles podem ser tratados com a permetrina em spray ou alguns já estão disponíveis com a substância com ação repelente.

– A dedetização por empresa especializada reduz a quantidade de mosquitos na casa, mas deve-se seguir todas as orientações de tempo de afastamento da casa e limpeza após a sua realização.

– Os repelentes elétricos (com liberação de inseticidas) são úteis e diminuem a entrada dos mosquitos quando colocados próximos das janelas e portas. Deve-se tomar cuidado com os repelentes líquidos que podem ser retirados da tomada pela criança e acidentalmente ingeridos.

– Aparelhos ultrassônicos ou que emitem luzes não possuem eficácia comprovada.

– Realizar a limpeza do terreno da casa e, se possível, de terrenos, praças ou casas próximas, além da retirada de lixo e entulhos que possam acumular água parada que servem como local de criação de novos mosquitos.

Uso de repelentes

Os repelentes tópicos podem ser usados para passeios em locais com maior número de insetos como praias, fazendas e chácaras, não devendo ser utilizado durante o sono ou por períodos prolongados. Na tabela abaixo, constam alguns dos repelentes existentes no Brasil e suas respectivas concentrações da substância ativa. Eles atuam formando uma camada de vapor com odor que afasta os insetos. Sua eficácia pode ser alterada pela concentração da substância ativa, por substâncias eliminadas pela própria pele, fragrâncias florais, umidade, gênero (menor eficácia em mulheres), de modo que um repelente não protege de maneira igual a todas as pessoas.

Princípios ativos e duração dos repelentes
Creative Commons – CC BY 3.0Princípios ativos e duração dos repelentes

Sociedade Brasileira de Pediatria

– Abaixo de 6 meses – não há estudos nessa faixa etária sobre segurança dos repelentes e extrapola-se o uso dos recomendados para bebês acima de 6 meses em caso de exposição inevitável e com orientação médica.

– Acima dos 6 meses – IR3535 – protege por cerca de 4 horas. É usado na Europa há vários anos e, em concentrações de 20% é eficaz, mas os estudos diferem quanto ao período de ação contra o Aedes aegypti que parece ser muito curto. (Loção Antimosquito Johnson & Johnson® tem 12,5% de IR3535, também disponível em farmácias de manipulação).

– Acima de 2 anos – os que contém DEET são os mais utilizados (veja os nomes comerciais e concentrações na tabela abaixo). Quanto maior a concentração da substância, mais longa é a duração do seu efeito, mas não devem ser usadas concentrações maiores de 30 a 50%. Uma formulação com 5% de DEET confere proteção por aproximadamente 90 minutos, com 7% de DEET a proteção dura quase 2 horas e com 20% de DEET a proteção é de 5 horas. A concentração máxima para uso em crianças varia de país para país: nos EUA a Academia Americana de Pediatria recomenda concentrações de até 30% para crianças acima de 2 anos. A Sociedade Canadense de Pediatria preconiza repelentes com até 10% de DEET para crianças de 6 meses a 12 anos e autores franceses orientam concentrações de até 30% para crianças entre 30 meses e 12 anos. Há consenso quanto a se evitar a aplicação em crianças menores de 6 meses. A maioria dos repelentes disponíveis no Brasil possuem menos de 10% de DEET. Icaridina – em concentrações de 10% confere proteção por 3 a 5 horas e a 20%, de 8 a 10 horas. Deriva da pimenta e permite aplicações mais espaçadas que os repelentes à base de DEET, com eficácia comparável. Parece ser mais potente contra o Aedes Aegypti do que o DEET e o IR3535 e está liberado para uso acima de 2 anos.

– Óleos naturais: são os mais antigos repelentes conhecidos e parecem ter eficácia razoável. Porém, por evaporarem muito rápido, protegem por pouco tempo. Um estudo mostrou que o óleo de soja a 2% conferiu proteção contra o Aedes por quase 1 hora e meia. O óleo de citronela por evaporar muito rápido, fornece proteção muito curta. Óleo de andiroba puro mostrou ser muito menos efetivo que o DEET. Óleo de capim-limão é o mais efetivo dos óleos naturais e seu princípio ativo já foi isolado. Esses produtos podem causar reações alérgicas locais e sistêmicas e devem ser usados com cautela e, preferencialmente, com a orientação do Pediatra.

– Atenção ao utilizar pulseiras de citronela, pois além da baixa eficácia(6) já foram relatados casos de alergia no local do contato com a pele.

– O uso de vitamina B1 (tiamina) por via oral como repelente parece ser benéfico em alguns casos, porém com poucos estudos disponíveis demonstrando a sua real eficácia. Acredita-se que ao ingerir a tiamina ela seja liberada pelo suor e o seu odor não seja tolerado pelos insetos. A dose recomendada é de 100 a 150mg/dia via oral diariamente, iniciando alguns dias antes da exposição ou mantendo a administração nos meses de verão. Pode ser formulada na forma de xarope.

Orientação quanto à aplicação dos repelentes:

– NUNCA aplicar na mão da criança para que ela mesma espalhe no corpo. Elas podem esfregar os olhos ou mesmo colocar a mão na boca.

– Aplicar a quantidade e intervalo recomendados pelo fabricante, lembrando que a maioria dos repelentes atuam até 4cm do local da aplicação.

– NÃO aplicar próximo da boca, nariz, olhos ou sobre machucados na pele e seguir as orientações do fabricante guardando a bula ou embalagem para posterior consulta, em caso de ingestão ou efeitos adversos.

– Assim que não for mais necessário o repelente deve ser retirado com um banho com água e sabonete.

– NÃO permitir que a criança durma com o repelente aplicado. Apesar de seguro se usado corretamente, o repelente é uma substância química e pode causar reações alérgicas ou intoxicações na criança quando utilizado em excesso.

– Em locais muito quentes (temperaturas maiores que 30 graus) ou em crianças que suam muito, os fabricantes recomendam reaplicações mais frequentes.

– Repelentes com hidratantes ou protetores solares devem ser evitados, pois essas associações não são recomendadas em crianças. Os repelentes reagem com os protetores solares e acabam por reduzir o efeito do protetor quando aplicados juntos. Pode-se aplicar o protetor solar e após 20 a 40 minutos realizar a aplicação do repelente escolhido.

– A apresentação em loção cremosa é mais segura do que a apresentação em spray e deve ser preferida nas crianças.

Fonte: EBC

Orientação alimentar para adolescentes- O que os pais precisam saber.

Embora os adolescentes possam ter independência de escolha com relação à própria alimentação, algumas recomendações devem ser enfatizadas.A melhoria das condições nutricionais durante a adolescência está baseada em hábitos alimentares saudáveis com dietas variadas ,aumento de consumo de frutas e vegetais,ingestão de alimentos ricos em cálcio, diminuição de consumo de açúcar refinado e gorduras saturadas, restrição do consumo de bebidas ácidas. importância do café da manhã,regularidade na alimentação e jantar em família

  • Explicar ao adolescente a relação entre alimentação consumida e as necessidades diárias

  • Enfatizar a importância de não pular refeições sobretudo o café da manhã e seu conteúdo de vitaminas A, C e ferro.

  • Incentivar ingestão de iogurte, coalhada, margarina, leite e queijo com baixo teor de de gordura por serem fontes de cálcio que promovem o crescimento esquelético.

  • Estimular refeições familiares.

  • Verificar opções nutricionais para refeições fora de casa . (Levar lanche)

 

  • Evitar entre as refeições o consumo de  alimentos que apresentem sacarose em sua composição(bolos, bolachas,chocolate, balas,refrigerantes,etc.)  e as frituras por serem responsáveis pelo aumento dos níveis de colesterol,desenvolvimento de cárie e aumento de peso corporal.

Resultado de imagem para doces,sacarose e frituras           

  • Alertar sobre o consumo de bebidas ácidas e sua relação com erosão dentária.

  • Incentivar a ingestão de alimentos ricos em fibras,tais como frutas frescas,vegetais e grãos integrais que promovem a mastigação adequada,contribuindo para a manutenção da oclusão dentária, prevenção da cárie, através do estímulo das propriedades salivares.

Fonte: Manual de Hebiatria- Sandra Kalil Bussadori e Milton Massuda

Fotos: Internet

 

 

 

Doces e guloseimas o que devo e não devo ingerir

 

Evitar comer doces deve ser uma ação gradativa, pois há um risco de retornar ao consumo ainda mais agressivo. Apesar desse hábito ser comum, em especial, entre as mulheres, não é nada saudável. O açúcar refinado, proporciona uma série de problemas à saúde, como obesidade; diabetes mellitus, arteriosclerose, aumento do ácido úrico sérico e incidência de cálculos biliares e outras doenças levando a chamada síndrome metabólica. O consumo exagerado de doce aumenta a produção de insulina do corpo, sobrecarregando o pâncreas e fragilizando o organismo.O açúcar é composto por sacarose e outras substâncias químicas. Dependendo da quantidade e frequência a ser consumida, pode causar muitos prejuízos à saúde. A vontade de comer doces pode estar associada à diminuição da serotonina, um neurotransmissor regulador do humor, prazer, sono, ansiedade, fome, saciedade, entre outros. Alterações na serotonina no cérebro podem alterar todos esses sentimentos e sensações. Na verdade, a queda desse neurotransmissor aumenta a vontade e a necessidade de comer doce, principalmente o chocolate. E o chocolate não é 100% vilão da saúde. Ele possui vitaminas e flavanóides, substância encontrada no cacau que age como protetor cardiovascular. O que prejudica a saúde é o seu excesso, pois o chocolate é rico em açúcar e gordura saturada. Uma alternativa é recorrer aos chocolates meio amargo, aqueles conhecidos como cacau 50% até 90%.”, ensina o médico. Não troque por chocolate diet, pois ele somente tem baixo teor de açúcar, que é compensado com maior concentração de gordura e mesmo valor calórico que o chocolate ao leite.

Dicas para driblar a vontade de ingerir guloseimas
durante o dia:
1 – Vá deixando, aos poucos

Se a vontade de comer doce é muito grande, não é recomendado à parada brusca de seu consumo. O ideal é reduzir gradativamente. A parada repentina geralmente dura alguns dias e, muitas vezes, a pessoa sofre com um efeito rebote, retornando a consumir mais ainda.

Parada Brusca

 

 

2 – Menos calorias e mais saúde
Diariamente faça três refeições principais e duas pequenas refeições nos intervalos, isso ajuda a controlar os níveis glicêmicos diminuindo a fome. E não deixe de se alimentar corretamente, pois isso ajuda a diminuir o desejo por doces depois do almoço ou jantar.

3 – Escolha as frutas
Troque os doces por frutas in natura e frutas secas. Alternativas como gelatina light com pedaços de frutas e frutas com iogurte light são boas opções. Outra ótima pedida, inclusive no período do verão são os frozen iogurtes. São refrescantes, de baixa caloria (cerca de 80 Kcal o copo e 70 Kcal na versão dieta). Frutas como maçã, pêra ou banana podem ser cozidas até em microondas com canela e cravo, sendo uma excelente opção de sobremesa mais saudável e que pode suprir a necessidade de comer doce.

4 – Controle o emocional
Procure ajuda se você não consegue se controlar emocionalmente e usa o doce como válvula de escape dos problemas. Também não o elimine totalmente da dieta enquanto não buscar um suporte emocional e, sobretudo, nutricional adequado.

5 – Quanto mais longe, melhor
Para resistir à tentação, não carregue doce na bolsa ou evite deixar quantidade em estoque no armário. Manter as guloseimas por perto só aumenta a vontade de ingeri-las. Por isso, evite deixar docinhos guardados em casa ou no escritório. Evite também passar o dia chupando balas e chicletes. Se somadas, as calorias podem aumentar muito.

6 – Aproveite para consumir os alimentos certos
Aveia, banana, maçã, canela, grãos em geral, castanha-do-pará devem ser incluídos nas refeições, pois ajudam a controlar a necessidade de consumir doces.

7 – Pratique atividade física regularmente
A prática regular de atividade física ajuda muito a resistir aos doces. Com o exercício também são liberadas substâncias no cérebro que nos dão sensação de prazer, melhoram o humor, diminuem a ansiedade e consequentemente a vontade de doces. Além disso, melhora a capacidade cardio-vascular e se ganha em qualidade de vida.

8 – Não pule refeições
Não pule refeição alguma durante o dia, também não diminua as quantidades para, mais tarde, comer uma sobremesa.

 

 

9 – Chupar um pedaço de canela em pau ou alguns cravos, também auxiliam no controlo do desejo de doces


Evitar as guloseimas:
Chocolate ao leite e branco: O chocolate tem vários benefícios desde que seja aquele com a porcentagem maior de cacau: possui propriedades antioxidantes, melhora o fluxo arterial, ajuda a diminuir os níveis de LDL (colesterol ruim), entre outros. Porém, os chocolates com baixa porcentagem de cacau (que são os mais comumente encontrados) possuem muito açúcar e gordura, contribuindo assim para que a criança ganhe peso de maneira pouco saudável. Nesse caso é melhor evitá-los os chocolates brancos não apresentam cacau em sua composição, .

Açúcar Refinado:
Ao passar pelo processo de refinamento o açúcar perde vitaminas e sais mineirais, ficando apenas as “calorias vazias”. Nesta forma, traz prejuízos ao organismo, tornando-o propenso a varias doenças, entre elas o diabetes. Prefira o açúcar mascavo ou o demerara, que não recebem aditivos químicos, por isso conservam as vitaminas e minerais.Evite as guloseimas como balas, pirulitos e doces em geral que entre muitos outros problemas, podem causar cáries.

Gordura:
A gordura tem seu charme: ajuda a manter a temperatura corporal, protege contra impactos e ajuda a metabolizar as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), além de dar sabor aos alimentos. Porém ao esquentar o óleo são liberadas muitas toxinas e o excesso traz prejuízos ao organismo como colesterol alto, obesidade, baixo desempenho físico, etc.Os salgadinhos de pacote geralmente possuem muitos carboidratos, sódio (principal vilão da hipertensão) e gorduras saturadas. Para não restringir totalmente, procure os que são assados, com menos gorduras.

Refrigerantes:
Os refrigerantes não contribuem em nada para a nossa saúde. Prejudicam o organismo deixando o Ph do nosso sangue mais ácido, portanto mais propício a doenças. Vejam a explicação do Ph em relação à água. Uma água mineral de boa qualidade deve ter um pH compreendido entre 7,0 e 7,5.O sangue de um ser humano saudável tem um pH de 7,35 a 7,45 e contém cerca de 90 a 95% de água.O nosso corpo tenta a todo custo manter o pH sanguíneo dentro destes valores, extraindo minerais do organismo para manter o pH. Quando não consegue equilibrar o pH, o nosso corpo torna-se ácido e propenso à infestação por parasitas e todos os males que eles trazem.Um pH levemente alcalino do sangue aumenta a oxigenação das células e a imunidade, uma vez que, vírus e bactérias precisam de um meio ácido para sobreviver. Assim como o fogo precisa de oxigênio para existir, os vírus e bactérias necessitam de um meio ácido para se manterem vivos. Sendo assim, beber água com um pH neutro ou levemente alcalino contribui, também, para que o nosso corpo mantenha o seu pH nos níveis adequados”.Isso significa que a água é saudável, já o refrigerante faz muito mal. Para mantermos nossos filhos saudáveis e longe de doenças, o ideal é dar opções de sucos naturais e água, ficando longe dos refrigerantes.Ao optar por essas restrições na dieta do seu filho, você provavelmente irá ouvir: “coitadinho dele!”Na verdade, deveríamos “sentir pena” das crianças que desde cedo tomam refrigerante e se alimentam de muitos doces e salgadinhos fritos. Muitas calorias, poucos (ou quase zero) nutrientes. É importante encontrar um equilíbrio, claro.Mas lembre-se que ao dizer não, você está zelando pela saúde do seu filho, que é mais importante do que qualquer prazer que um doce ou refrigerante possam proporcionar.Ajude seu filho a cultivar hábitos saudáveis de alimentação e fuja da influência da mídia, que nos induz a consumir produtos que prejudicam nossa saúde, nos fazendo mais tarde, investir em medicamentos.

Doces saudáveis

Banana com canela:
Essa é uma receita clássica e super gostosa. Basta cortar uma banana ao meio e salpicar com canela. Se preferir, leve a banana ao micro-ondas por alguns segundos, alem de ficar mais gostosa ainda se transforma em amido resistente que tem difícil absorção e auxilia na formação do bolo fecal.

Gelatina:
Além de extremamente saborosa, a gelatina é composta praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na renovação do colágeno. Se consumida regularmente, ela auxilia na redução dos níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia. Por ser rica em proteína, ela fortalece os ossos e previne o organismo de doenças como a osteoporose.

Frutas secas:
Ameixa, damasco e outras frutas secas são ótimas opções para saciar a vontade de comer doce. Se a situação estiver complicada, uma boa dica é mergulhar o damasco na alfarroba líquida.

Pêra ao forno:
Corte uma pêra em quatro ou mais pedaços e os leve ao forno. Ao perceber que já estão amolecendo, retire-os do fogo e os deixe esfriar. Se quiser adoçar a fruta, pingue algumas gotinhas de mel ou açúcar mascavo.

Salada de frutas:
Uma frutinha sempre cai bem. Ainda mais as mais adocicadas, como banana, manga e caqui, por exemplo. Uma boa dica é fazer uma deliciosa salada de frutas e separar a mistura em potinhos para você não exagerar na dose.Pode ser colocado sobre a salada , iogurte natural, fica muito saboroso.

Uvas congeladas:
Essa alternativa é tão gostosa quanto um picolé de uva. Na verdade, o gostinho é quase o mesmo. Basta colocar as uvas sem semente em um pote e levar ao congelador. Depois é só comer algumas uvinhas e se deliciar com o sabor. Se preferir, amasse as uvas até formar uma pasta de “sorvete”.

Frozen de Iogurte:
O frozen yogurt é uma ótima alternativa para substituir os doces. Sem glúten, com poucas calorias e 0% de gordura, o frozen yogurt ainda tem um alto valor nutricional. Uma boa idéia é rechear com frutas da estação!

Oleaginosas:
Nozes, castanhas e amêndoas (preferencialmente com pouco ou sem sal) pode ajudar a combater a vontade incontrolável de doces. Mas não exagere na dose, pois as oleaginosas são bastante calóricas.

Alfarroba:
A alfarroba tem gosto, cor e textura semelhantes ao do chocolate, porem é uma leguminosa como uma vagem e serve como substituto do cacau.Ela não apresenta a gordura do chocolate. Rica em vitaminas B1 e B2, ela ajuda o organismo a metabolizar gordura, carboidrato e proteína. Além disso, ela ainda é fonte de vitamina A, que protege a pele e a visão, além de cálcio e magnésio. Ou seja, ela é uma boa opção para saciar a vontade de doce.

Fonte:Prof.Edson Credidio

Fotos:Internet