A importância da alimentação para o controle da dislipidemia

A dislipidemia, caracterizada pela elevação do nível de colesterol total, alteração de suas frações (HDL – colesterol / LDL – colesterol) e aumento dos triglicérides, é um importante fator de risco para doenças cardiovasculares

Alterações no colesterol total e suas frações

O colesterol é importante para o nosso organismo, pois faz parte da produção de hormônios, vitamina D e ácidos biliares que atuam na digestão e na absorção das gorduras no intestino.
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O colesterol é transportado no sangue sob duas formas:
  • HDL-colesterol: benéfico ao organismo. Tem a função de conduzir o colesterol para fora das artérias para posterior metabolização hepática (fígado).
  • LDL-colesterol: seus níveis elevados tornam-se prejudiciais ao organismo. O LDL-colesterol, transporta o colesterol do fígado para as artérias e o seu depósito neste local acelera o processo de aterosclerose – que é provocada pelo acúmulo de placas nas artérias que levam ao coração, conhecida também como endurecimento das artérias – aumentando o risco de infarto do miocárdio e de acidente vascular cerebral (derrame).
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Elevação do nível de triglicérides
Os triglicérides são gorduras produzidas no fígado e o seu aumento pode contribuir para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e derrame cerebral.
Orientações nutricionais para o controle do triglicérides
Para controle dos níveis de triglicérides, deve-se evitar o consumo excessivo de açúcares, doces em geral, massas, pães, arroz, batatas, além das bebidas alcoólicas. Deve-se também moderar o consumo de gorduras.
Orientações nutricionais para o controle do colesterol
  • Diminuir o consumo de gorduras saturadas e de gordura trans.
  • A ingestão de gorduras deve ser equilibrada. Recomenda-se dar preferência ao consumo de gorduras poli-insaturadas e de gorduras monoinsaturadas.
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Tipos de gordura
  • Gordura saturada, presente nos alimentos de origem animal como as carnes gordas, toucinho, leite integral e seus derivados, manteiga, creme de leite, além do óleo de dendê.
  • Gordura trans, presente em produtos industrializados como biscoitos, pães, sorvetes, salgadinhos.
  • Gordura poli-insaturada, presente em óleos vegetais e alguns peixes como salmão, sardinha, atum, anchova, bacalhau.
  • Gordura monoinsaturada, presente no azeite de oliva e no óleo de canola, frutas oleaginosas, além do abacate (a fruta).
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Alguns alimentos podem auxiliar no controle do colesterol e na prevenção de doenças cardiovasculares, procure inclui-los na sua alimentação diária:
  • Frutas com perfil antioxidante: maçã / uva / suco de uva/ amora / frutas vermelhas / abacate
  • Aveia
  • Linhaça
  • Azeite de oliva
  • Vegetais como brócolis, berinjela, couve-flor, alcachofra.
  • Soja / extrato de soja (leite de soja) / queijo de soja (tofu), feijões.
  • Peixes ricos em ômega-3: salmão, atum, sardinha, anchova, bacalhau
  • Sementes: semente de girassol sem casca, gergelim.
  • Oleaginosas: castanha do Pará, amêndoas, nozes.
  • Chocolate amargo: rico em antioxidantes! Atenção, somente 20g por dia.

Câncer oral

O que é

O câncer da cavidade oral é um dos tipos de câncer de cabeça e pescoço que podem se iniciar nos lábios, nas bochechas, na gengiva, na parte anterior da língua, no assoalho da boca (embaixo da língua), no palato duro (parte anterior do teto da boca) e na pequena área atrás do dente de siso (trígono retromolar).

Sintomas

Na grande maioria das vezes, o paciente sente uma ferida e pode ter dor. Por vezes, pode ter uma mancha branca ou avermelhada. E também pode sangrar. Dificuldade para falar, mastigar e engolir, além de emagrecimento acentuado, dor e presença de caroço no pescoço (linfadenomegalia cervical) são sinais de câncer de boca em estágio avançado.

Causas e conseqüências

Cigarros, bebidas e a má higiene dental. Nos casos em que o diagnóstico é precoce, a cirurgia tem pouco impacto para o paciente, mas com tumores mais avançados, o procedimento pode ser mais agressivo.

Diagnóstico

O exame rotineiro da boca feito por um profissional de saúde pode diagnosticar lesões no início, antes de se transformarem em câncer.

http://www.youtube.com/embed/3QtmKyOmFLs

Sol, cigarro e álcool são riscos para câncer bucal
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Como é tratamento do câncer de cabeça e pescoço?
http://www.youtube.com/embed/GF7UqvpZXcE

Câncer de cabeça e pescoço tem cura?
http://www.youtube.com/embed/gsa6NXv539o

Como é feito o diagnóstico do câncer de cabeça e pescoço?
http://www.youtube.com/embed/-DO6WN7kNzA

O que é câncer de cabeça e pescoço?
http://www.youtube.com/embed/laUfxU_BaK4

Tratamento

A cirurgia e ou a radioterapia são, isolada ou associadamente, os métodos terapêuticos aplicáveis ao câncer de boca. Para lesões iniciais, tanto a cirurgia quanto a radioterapia tem bons resultados e sua indicação vai depender da localização do tumor e das alterações funcionais provocadas pelo tratamento.

As lesões iniciais são aquelas restritas ao seu local de origem e que não apresentam disseminação para gânglios linfáticos do pescoço ou para outros órgãos. Em casos mais avançados, a quimioterapia entra para ajudar nos resultados do tratamento.

A quimioterapia associada à radioterapia é empregada nos casos mais avançados, quando a cirurgia não é possível. O prognóstico, nestes casos, é extremamente grave, tendo em vista a impossibilidade de se controlar totalmente as lesões extensas.

Fatores de risco

Os fatores que podem levar ao câncer de boca são idade superior a 40 anos, vício de fumar cigarros e cachimbos, consumo de álcool, má higiene bucal e uso de próteses dentárias mal-ajustadas.

Prevenção

Não fumar, não beber, promover a higiene bucal, ter os dentes tratados e fazer uma consulta odontológica de controle a cada ano. Outra recomendação é a manutenção de uma dieta saudável, rica em vegetais e frutas.

Para prevenir o câncer de lábio, deve-se evitar a exposição ao sol sem proteção (filtro solar e chapéu). O combate ao tabagismo é igualmente importante na prevenção deste tipo de câncer.

Fontes

www.inca.gov.br

Revisão médica: Oren Smaletz, oncologista do Einstein

Será que as pessoas com artrite reumatóide (AR) apresentam risco maior de doença periodontal porque sua mobilidade limitada afeta a forma como limpam e cuidam dos dentes? Ou será que existe uma ligação básica entre as duas condições? Foi isso que pesquisadores alemães examinaram em um pequeno estudo publicado numa edição recente do Journal of Periodontology.

Os cientistas examinaram 57 pacientes com AR e 52 pacientes de controle, saudáveis. Os participantes do estudo foram equiparados por idade e gênero, e um questionário registrou os fatores de risco de cada participante para doença periodontal, incluindo tabagismo, consumo de álcool, índice de massa corpórea, educação e doenças crônicas associadas com AR e doença periodontal. O índice de placa bacteriana dentária, o índice gengival, a profundidade de sondagem e a perda de inserção clínica de cada paciente foram registrados conjuntamente com um exame oral completo.

Os pesquisadores constataram que a condição da AR e a idade eram indicadores significativos de doença periodontal, e que pacientes com AR eram oito vezes mais propensos a ter doença periodontal quando comparados com os pacientes do controle.

“O presente estudo sugere que pacientes com AR apresentam prevalência aumentada de perda da inserção periodontal, quando comparados com indivíduos que não apresentam essa doença”, concluem os pesquisadores. “Além disso, a higiene oral tem uma participação apenas parcial nessa associação… nossos resultados indicam a necessidade de uma colaboração mais estreita entre médicos, dentistas e higienistas dentais ao tratar pacientes com AR”.

“Tanto a AR quanto a doença periodontal são doenças inflamatórias sistêmicas, o que pode explicar a conexão entre as duas”, diz o Dr. Kenneth S. Kornman, Editor doJournal of Periodontology. “Já se acredita que a inflamação ligue a doença periodontal com outras condições como doença cardiovascular e diabetes. Ansiamos por pesquisas futuras que possam revelar os mecanismos biológicos que ligam essas duas importantes doenças”.

A American Academy of Periodontology recomenda que pacientes com AR escovem os dentes e usem fio dental regularmente, consultem um profissional da odontologia duas vezes por ano e consultem um periodontista se a doença periodontal se desenvolver.

Fonte : Colgate – Centro de Cuidado Bucal

Descubra as diferenças entre hipotireoidismo e o hipertireoidismo

Problemas na tireoide afetam mais de 15% dos brasileiros, e muitos deles não sabem

 Cerca de 15% da população sofre com problemas na tireoide, o que coloca essas doenças entre as que mais atingem os brasileiros, principalmente o sexo feminino, de acordo com o censo do IBGE, Outro dado da instituição afirma que cinco milhões de mulheres não sabem que tem algum tipo de disfunção na tireoide por falta de conhecimento dos sintomas.

“Os maus que mais acometem a tireoide são o hipotireoidismo, o hipertireoidismo e a aparição de nódulos benignos nessa glândula. Todas essas alterações podem ser tratadas sem maiores problemas se diagnosticadas rapidamente. Contudo, como os sintomas são difíceis de detectar, uma grande parte das pessoas que sofre com problemas na tireoide não consegue identificar o problema”, explica Pedro Saddi, endocrinologista da Unifesp.

A tireoide, que se localiza no pescoço, libera dois hormônios essenciais para o bom funcionamento do organismo, o T3 (tri-iodotironina) e o T4 (tiroxina). Eles regulam a velocidade do metabolismo e interferem no desempenho de órgãos importantes, como o coração, rins e também no ciclo menstrual. Por isso, qualquer disfunção na tireoide afeta várias funções vitais do nosso corpo. É importante, portanto, conhecer as principais diferenças entre as duas doenças mais comuns na tireoide: o hipotoreoidismo e o hipertireoidismo. Confira aqui.

Dor de barriga- Foto Getty Image

O hipotireoidismo

O hipotireoidismo pode ser classificado como a baixa produção dos hormônios produzidos pela tireoide. O sexo feminino é mais afetado com essa falha na produção no T3 e T4. Estimativas feitas pelo IBGE dizem que atinja cerca de 10 vezes mais as mulheres do que os homens. Isso acontece principalmente no climatério, última menstruação antes da menopausa, quando o tipo mais comum de hipotireoidismo, a Tireoidite de Hashimoto, se mostra mais comum.

“Os sintomas de hipotireoidismo podem ser resumidos em todos aqueles sinais de que o metabolismo está desacelerado”
O hipotireoidismo pode ser causado por uma série de motivos, embora o mais frequente seja uma variação autoimune, quando o próprio corpo começa a atacar a tireoide. Esse tipo de hipotireoidismo é classificado como Tiroidite de Hashimoto. “A doença de Hashimoto corresponde a 95% dos casos de hipotireoidismo. Ela acontece quando os próprios anticorpos do organismo encaram a glândula tireoide como um corpo estranho no organismo”, diz a endocrinologista e metabologista Gláucia Duarte, da USP.

Outro fator que pode causar o hipotireoidismo é a quantidade de iodo no organismo. Tanto altas doses como baixos níveis dessa substância no organismo podem afetar a produção dos hormônios T3 e T4.

Sintomas

Os sintomas podem ser resumidos em todos aqueles sinais de que o metabolismo está desacelerado, como menor número de batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, diminuição da memória, cansaço excessivo e dores musculares.

Outros sintomas como pele seca, queda de cabelo, ganho de peso, aumento de colesterol no sangue e alterações no humor – que normalmente leva à depressão-, também são observados em pessoas que têm hipotireoidismo. “Esses sintomas não aparecem repentinamente, ou em conjunto, e podem variar de pessoa para pessoa”, diz Glaucia Duarte. Por isso, é difícil fazer o diagnóstico precocemente.

Alimentação

Carne de peixe- Foto Getty Image

Carne de peixe- Foto Getty Image

Segundo Glaucia Duarte, a alimentação não determina o surgimento da doença. Como fator de proteção, os alimentos ricos em selênio são uma boa opção.”O selênio parece contribuir para o bom funcionamento tireoidiano. Além disso, este mineral tem um papel antioxidante, que também age no controle de radicais livres que podem causar danos às células saudáveis do corpo. As melhores fontes de selênio encontradas na natureza são peixes, alho, cebola, pepino e cogumelo”, explica Gláucia Duarte.

Outro nutriente que pode fazer bem a tireoide é o iodo. “Os fabricantes de sal de são obrigados por lei a colocar uma quantidade de iodo que possa prevenir doenças na tireoide. A ingestão de frutos do mar e algas, também ajuda a aumentar os níveis de iodo no organismo”, explica o endocrinologista Pedro Saddi. Não é preciso salgar demais a comida, já que ingerir mais do que seis gramas de sal e de iodo pode até ser prejudicial à saúde da tireoide.

Sal- Foto Getty Image

Sal- Foto Getty Image

Mas, de acordo com Gláucia Duarte, existem alimentos conhecidamente bociogênicos (causadores do aumento do volume da tireoide), e seu consumo não deve ser exagerado, já que, somados com outros fatores como pré-disposição genética e falta de iodo no organismo, podem causar problemas na tireoide. Entre esses alimentos estão o repolho, couve-de-bruxela, brócolis, espinafre e couve-flor.

Tratamento

O tratamento consiste na reposição hormonal, em geral, à base de levotiroxina (L-T4). “O comprimido é tomado uma vez ao dia, cedo, em jejum. Solicita-se que a alimentação ocorra somente após 30 minutos da ingestão da medicação, pois os alimentos aumentam o pH estômago, diminuindo a absorção da levotiroxina”, explica Glaucia.

O hipertireoidismo

depressão- foto getty image

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O hipertiroidismo, mesmo sendo um pouco menos comum que o hipotireoidismo, ainda afeta milhões de pessoas no Brasil, segundo dados do IBGE. Assim como o hipotireoidismo, o hipertireoidismo é mais comum nas mulheres. “O sexo feminino está mais propenso a ter essa doença. Os números da Organização Mundial da Saúde estimam que as mulheres sofrem até cinco vezes mais com o hipertireoidismo do que os homens”, diz Gláucia Duarte.

Causas

A causa mais comum de hipertiroidismo é quando a glândula da tireoide encontra-se exageradamente ativa, produzindo uma excessiva quantidade de hormônios, condição denominada também de bócio difuso tóxico ou Doença de Graves.

Outros problemas, como tumores e excesso de iodo no organismo também podem fazer com que a tireoide passe a produzir uma quantidade maior de T3 e T4, causando assim mudanças em todo o corpo.

Sintomas

Os principais sintomas do hipertireoidismo são o oposto do hipotireoidismo, ou seja, irregularidade e aceleração nos batimentos cardíacos, geralmente acima de 100 batimentos por minuto, nervosismo, mãos trêmulas e sudoreicas, ondas de calor repentinas, intestino solto, perda de peso acentuada sem intenção.

Alguns sintomas, no entanto, são os mesmos como enfraquecimento e queda de cabelos, fraqueza e dores musculares e alterações no ciclo menstrual. Ela também aumenta as chances de aborto e acelera a perda de cálcio dos ossos, com aumento do risco de osteoporose e fraturas. “A semelhança entre os sintomas é um fator que dificulta o diagnóstico do tipo de doença na tireoide. Por isso que os exames TSH sérico e ultrassom da tireoide são essenciais para fazer o diagnóstico”, comenta Perdo Saddi.
Alimentação

Os principais sintomas do hipertireoidismo são o oposto do hipotireoidismo, ou seja, irregularidade e aceleração no metabolismo
O excesso de ingestão de iodo (alimentos ricos em iodo: ostras, moluscos e outros mariscos e peixes de água salgada, algas, consumo excessivo de sal iodado) pode, em indivíduos predispostos, levar ao quadro de hipertiroidismo e suas complicações (arritmias cardíacas, por exemplo), principalmente em idosos.

Tratamento

De acordo com a endocrinologista Glaucia Duarte, o tratamento com medicamentos específicos, como Tapazol ou Propiltiouracil, que reduzem a função tireoidiana e controlam a produção hormonal pela tireoide, é o mais comum. Esses dois medicamentos são administrados pela via oral, e devem ser receitados por um médico.

Outro tratamento bastante comum é com iodo radioativo, mais conhecido como radiodoterapia. Durante esse tratamento, a glândula tireoide absorve o iodo da circulação e quando ele penetra na glândula, começa a destruí-la lentamente. Esse processo pode durar meses, mas tem efeito definitivo.

Fonte:Minhavida

Nove alimentos para deixar a imunidade nas alturas

Transforme-os em aliados e deixe a saúde perfeita

Sua imunidade anda baixa? Ou, melhor ainda, você não quer dar chance para que nenhum mal afete a sua saúde? Aposte em um prato de comida bem equilibrado, principalmente com os ingredientes certos.

 

“Os alimentos são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico”, afirma Ioná Zalcman, mestre em nutrição pela Universidade Federal de São Paulo. De acordo com a nutricionista, atingir a recomendação diária de consumo de frutas e vegetais já garante uma defesa melhor.

“O consumo deve ser de cinco porções por dia: três frutas e dois vegetais”, completa.

A seguir, confira a lista de campeões da blindagem e conheça os motivos que tornam esses alimentos poderosos aliados do organismo.

Frutas cítricas

Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo

Frutas cítricas - Foto: Getty ImagesFrutas cítricas – Foto: Getty Images

Vegetais verdes escuros

Vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão, cogumelo (shimeji) e fígado são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo

Vegetais - Foto: Getty Images

Alimentos ricos em zinco

Carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico

Leguminosas - Foto: Getty Images

Leguminosas – Foto: Getty Images Noz e castanha – Foto: Getty

Oleaginosas

Noz, castanha, amêndoa e óleos vegetais (de girassol, gérmem de trigo, milho e canola) são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade

Noz e castanha - Foto: Getty Images

Tomate

Rico em licopeno, o tomate é forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo

Tomates - Foto: Getty Images

Images Tomates – Foto: Getty Images Comida Japonesa – Foto: Getty

Alimentos fonte de ômega-3

O ômega-3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo

Comida Japonesa - Foto: Getty Images

Antioxidantes

A castanha-do-Pará e cogumelos (Champignon) contêm selênio, um forte antioxidante que combate os radicais livres, melhorando a imunidade do corpo e acelerando a cicatrização do organismo

Cogumelos - Foto: Getty Images

Images Cogumelos – Foto: Getty

Gengibre

Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo

Gengibre - Foto: Getty Images

Images Gengibre – Foto: Getty

Pimenta

A pimenta é fonte de betacaroneto, substância que se transforma em vitamina A, nutriente que protege o organismo de infecções

Pimentas - Foto: Getty Images

Images Pimentas – Foto: Getty 

Fonte: Minha vida

Boca seca: os fatos

Uso prolongado de medicamentos e deficiência nutricional podem ser causas do problema

Mais da metade dos americanos sofrem de boca seca (xerostomia) devido ao uso de alguns medicamentos, doenças autoimunes, a terapias de tratamento do câncer e ao envelhecimento natural. A boca seca ocorre devido à falta de fluxo salivar normal. A boca seca pode afetar pessoas de qualquer idade e deve ser monitorada para não causar efeitos mais sérios na cavidade oral.

Qual a causa?

A boca seca pode ocorrer como resultado do uso de medicamentos vendidos com receita médica como anti-histamínicos, anticonvulsivantes, antidepressivos, drogas cardiovasculares, antieméticos, antipsicóticos, sedativos e descongestionantes, entre outros. O uso prolongado de medicamentos de venda livre também pode causar boca seca. As pessoas que se submetem a cirurgia, radioterapia e quimioterapia podem sentir a boca seca. A terapia de radiação, quando aplicada na região da cabeça e pescoço, tem efeitos mais significativos relacionados com a boca seca, em comparação com cirurgia e quimioterapia. Após terapia de radiação aplicada na região da cabeça e do pescoço, as glândulas salivares irradiadas produzem pouca ou nenhuma secreção salivar e a boca seca pode tornar-se um grande desconforto para os pacientes com câncer oral e da faringe.

Outros exemplos de pessoas susceptíveis à xerosotomia são aquelas que sofrem de doenças auto-imunes como a síndrome de Sjögren, caracterizada por olhos secos, boca seca e doenças do tecido conjuntivo (artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico, esclerose sistêmica, polimiosite ou doença mista do tecido conectivo). As pessoas que têm diabetes tipo I, esclerose múltipla, esclerodermia, psoríase e doença inflamatória intestinal, fibrose cística também podem apresentar a boca seca.

A boca seca pode também decorrer de deficiências nutricionais, como a falta de vitamina A e a riboflavina (vitamina B2).

Sintomas da boca seca

Há vários sintomas presentes na ocorrência da boca seca:

– Secura na boca e na garganta
– Saliva mais viscosa
-Aumento de infecções bucais e da faringe.
– Crescimento da placa bacteriana
– Mau hálito
– Úlceras na boca
– Alteração do paladar
– Aparecimento ou evolução da doença cárie
– Desenvolvimento de doença gengival e/ou periodontal
– Dificuldade na fala e deglutição

Tratamento da boca seca

Se a sua boca seca for causada por remédios vendidos sob receita, seu médico pode reavaliar o tipo de medicamento que você está tomando e eliminar ou ajustar a dosagem daqueles que causam o problema. Os sprays de saliva artificial podem ser usados para ajudar a umedecer a boca e aumentar o fluxo de saliva. Seu médico também pode prescrever pilocarpina, um medicamento que ajuda a estimular a produção de saliva. Você também pode decidir simplesmente beber mais água para matar a sede decorrente da boca seca. Antissépticos orais na forma de enxaguatórios também são indicados como anti-microbianos para controlar a placa bacteriana ou auxiliar no tratamento de infecções bucais.

Entre os recursos que podem ser utilizados em casa para combater a boca seca estão a escovação dos dentes pelo menos duas vezes ao dia com um creme dental com flúor, o uso diário de fio dental, a ingestão de água ou líquidos não açucarados nas refeições e o uso de balas ou gomas de mascar sem açúcar para estimular o fluxo salivar. Procure não respirar pela boca, pois isso aumenta o efeito da boca seca.

Consulte o seu médico e dentista se estiver sofrendo desse problema e monitore os medicamentos que você toma e o que você come ou bebe.

© 2014 Colgate-Palmolive Company

Referências:
1 Ettinger RL: Review: Xerostomia ? A Symptom which acts like a disease. Age Ageing 25:409-412, 1996.
2 Porter SR, Scully C, Hegarty AM: An update of the etiology and management of xerostomia. Oral Surg Oral med Oral Pathol oral Radiol Endod 97:28-46, 2004.

Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2016 Colgate-Palmolive.

Diga não a obesidade infantil !

Obesidade Infantil

Crianças e adolescentes acima do peso correm maior risco de doenças cardiovasculares

Pesquisas mostram que esses grupos podem sofrer de diabetes e hipertensão precocemente

Adolescentes com obesidade grave têm riscos de doença cardíaca ainda mais altos do que se pensava. Um estudo, publicado no início de março na edição de Pediatria da “Revista da Associação Médica Americana” (“JAMA Pediatrics”, na sigla em inglês), mostrou que 15% dos participantes estavam diabéticos; aproximadamente metade tinha hipertensão arterial; e 75% apresentavam níveis alterados de uma proteína associada à doença cardíaca. Ao menos um fator de risco para problemas cardiovasculares foi identificado em 95% dos adolescentes; 5% deles tinham quatro fatores de risco ou mais associados.

O trabalho realizado por médicos da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, acompanhou 242 menores de 19 anos à espera de uma cirurgia para redução de peso entre 2007 e 2011. Em média, os voluntários tinham 17 anos e índice de massa corporal (IMC) de 50. Para os pesquisadores, os resultados indicam que o diagnco e o tratamento precoces dos fatores de risco poderiam trazer benefícios.

Para a cardiologista pediátrica Rosa Celia Pimentel Barbosa, presidente do instituto Pro Criança Cardíaca, estudos como esse são muito importantes porque chamam a atenção para um problema que nem sempre é adequadamente valorizado:

“Sabemos que as doenças cardiovasculares que se manifestam no adulto têm suas raízes na infância, mas, como não apresentam sintomas, não se dá ênfase na prevenção.”

Atenta ao aumento da obesidade entre crianças no Brasil, a especialista instaurou um protocolo de acompanhamento que já conta com cerca de duas mil crianças inscritas.

“Estamos muito preocupados com a morbidade e a mortalidade das doenças vasculares no adulto. Por isso, iniciamos o protocolo para crianças a partir dos 7 anos. O controle é perio, e isso é feito independentemente de a criança ser ou não cardiopata. Levamos em conta a hist familiar, os hábitos e os exames clínicos e laboratoriais, incluindo avaliação de IMC, níveis de glicose e lipidograma. Aps resultados, orientamos a alimentação e a prática de atividade física, enfatizando que a responsabilidade é de quem cuida da criança. Se a criança está obesa, provavelmente é porque a despensa da casa deve estar abastecida com biscoitos, refrigerantes e outros alimentos prejudiciais à saude.”

A médica afirma que a obesidade e suas doenças associadas têm sido observadas em todas as classes sociais.

Fonte: AMIL

POIN

Cuidados dentais em crianças: Fio dental

O fio dental é tão importante quanto a escovação na higiene bucal

POR COLGATE

Embora a escovação seja o ponto central da rotina dental diária de seu filho, o fio dental é muito importante. Passar o fio dental ajuda a remover as partículas de comida e a placa que se acumulam entre os dentes e a linha da gengiva, onde a escova normalmente não alcança. Incorporar a escovação ao cuidado dental de rotina do seu filho deve começar logo que os dentes estiverem em contato entre si. Estabelecer hábitos saudáveis logo cedo é muito importante para boas práticas dentais. Veja algumas dicas para deixar seu filho empolgado com o fio dental.

Crie um calendário de progresso

Menina passando fio dental - Foto: Getty Images
Passar fio dental precisa se tornar um hábito desde cedo

A maioria das crianças ama ter uma referência visual das conquistas delas. Um jeito criativo de mostrar as conquistas da rotina de cuidados dentais do seu filho é criar um calendário de progresso. Crie um calendário que você pode pendurar no banheiro e deixe seu filho colar um adesivo nele a cada dia após passar o fio dental. Para fazer esta tarefa ainda mais empolgante, ofereça um prêmio para um mês inteiro de adesivos; uma noite de filmes ou ir para a cama mais tarde são boas motivações.

Lidere com exemplo

A melhor maneira de enfatizar a importância do fio dental é garantir que seja parte de sua rotina diária de cuidados dentais. Passar o fio dental na frente do seu filho ajuda a enfatizar a necessidade de praticar hábitos saudáveis de higiene bucal. Lembre-se, as habilidades que você incorpora à rotina de cuidado dental de seu filho hoje perpetuarão para uma vida toda.

Considere opções de fio dental amigáveis

A maioria dos dentistas recomenda usar um pedaço de 45 cm de fio para limpar seus dentes adequadamente. No entanto, para mãos menores, isso pode ser difícil. Seguradores de fio dental para crianças, também chamados de Kid Flossers, são um bom jeito de apresentar a criança ao fio dental, porque são muito mais fáceis de manusear com mãos pequenas. Os Kid Flossers estão disponíveis em uma variedade de cores e estilos.

Divirta-se

A rotina de usar o fio dental transformada de uma obrigação a um evento divertido pode fazer disso uma experiência prazerosa para seu filho. Invente uma história sobre as bactérias nojentas e malvadas que vivem em sua boca e que o incrível herói fio dental vem para salvar o dia. Isso permitirá que seu filho se divirta enquanto foca nesta atividade importante.

Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2016 Colgate-Palmolive.

Adicione o “fio dental” à sua rotina diária

Se você se sente culpado por responder timidamente “nem sempre” quando seu dentista te pergunta sobre passar fio dental, você não é o único. Estatísticas dizem que cerca de 80% das pessoas não usam fio dental.

Embora tenha ouvido sobre importância do fio dental, você provavelmente não presta atenção quando o dentista começa a falar sobre isso. Por alguma razão é um hábito difícil de incorporar, provavelmente porque leva tempo, faz bagunça, ou por ser mais uma coisa que você tem que fazer.

Bom, acontece que essa parte de sua rotina diária vale cada segundo. Uma vez que sua escova de dente não consegue alcançar cada canto da sua boca (como entre os dentes), o fio dental é a melhor maneira de remover qualquer partícula de comida e placa para prevenir cárie nos dentes e gengivite (inflamação do tecido da gengiva). Como um bônus, ajuda a prevenir o mau hálito, uma vez que pode impedir que bactérias se formem nesses lugares difíceis de alcançar.

O fio dental é importante para manter a gengiva saudável e prevenir doenças periodontais. Sua saúde bucal está ligada a sua saúde física e não escovar ou passar fio dental nos dentes realmente pode te deixar suscetível a infecções.

Além de reconhecer que o uso do fio dental é um bom hábito,  você pode adicionar isso à sua rotina diária se você tem problema com o fio dental tradicional. Há várias opções que podem ser usadas para limpar entre os dentes. Os primeiros são o floss pick e o grampo de fio. Essas engenhocas úteis são fáceis de usar, rápidas e legais. Para pessoas com espaço entre os dentes, utilize uma escova interdental. Ao fim de cada dia, você verá como, logo após passar o fio, sua boca fica refrescante e com a sensação de que acabou de sair do dentista.

Fonte: Wikimedia Commons

Quem tem Síndrome de Down possue, além do cromossomo do amor, como muitos chamam carinhosamente, algumas peculiaridades na anatomia e fisiologia bucal o que os tornam mais sujeitos a desenvolverem problemas nessa região. Por causa disso, eles são considerados, na Odontologia, pacientes especiais e necessitam de um atendimento diferenciado.

Como no caso qualquer criança, os cuidados com a saúde bucal da pessoa que nasce com essa síndrome devem começar bem cedo. “A criança com Síndrome de Down deve iniciar o acompanhamento odontológico no primeiro mês de vida para evitar ou controlar os problemas bucais comuns e também para se acostumar ao ambiente e técnicas sem que haja a necessidade futura de anestesia geral ou sedação”, diz Maria Cecília Aguiar, presidente da Comissão de Odontologia Hospitalar, do Conselho Regional de Odontologia do Rio Grande do Norte (CRO-RN).

A criança com Síndrome de Down deve iniciar o acompanhamento odontológico no primeiro mês de vida para evitar ou controlar os problemas bucais comuns e também para se acostumar ao ambiente e técnicas sem que haja a necessidade futura de anestesia geral ou sedação

A criança com Síndrome de Down deve iniciar o acompanhamento odontológico no primeiro mês de vida para evitar ou controlar os problemas bucais comuns e também para se acostumar ao ambiente e técnicas sem que haja a necessidade futura de anestesia geral ou sedação
Foto: riopatuca / Shutterstock

Principais problemas
Os problemas bucais mais comuns identificados em pessoas com Síndrome de Down variam muito de acordo com o quadro de cada indivíduo e podem ser leves ou mais graves, neste último caso trazendo desconforto e complicações para a qualidade de vida do portador.

“Aspecto de língua aumentada, língua fissurada, atraso na erupção tanto dos dentes de leite como dos permanentes, maior prevalência de algumas anomalias como dentes e raízes curtas, mordida torta, manchas dentais, maior prevalência de doenças gengivais, halitose entre outras são algumas das alterações mais frequentes observadas nesse tipo de paciente”, diz a especialista.

Sem a intervenção adequada de um profissional, esses problemas têm enorme potencial para prejudicar a vida das pessoas com a síndrome. “Eles podem causar prejuízos na estética e autoestima, menor eficácia mastigatória (o que, por sua vez, pode resultar em restrições alimentares e alterações nutricionais), dificuldades de deglutição e fonação e acúmulo de saliva, diz Maria Cecília.

Todos juntos pela causa!
O tratamento ideal deve contar com um conjunto de profissionais da saúde como médicos, fonoaudiólogos, nutricionistas, fisioterapeutas etc.

Algumas crianças com a síndrome podem se beneficiar de um aparelho bucal chamado Placa Palatina de Memória que tem a função de estimular a língua e o lábio superior a se posicionem adequadamente contribuindo para o desenvolvimento da respiração nasal e auxiliando os processos de deglutição, mastigação e fala.

“Esse aparelho é especialmente desenhado para pacientes que têm o costume de ficar com a língua para fora, que não têm força labial e que ficam muito tempo com a boca aberta. Ele deve ser utilizado diariamente, ainda nos dois primeiros anos de vida”, diz a especialista.

Hábitos comuns
No mais, alguns cuidados com a saúde bucal, técnicas de higienização e hábitos devem ser os mesmo de qualquer criança/pessoa. “De uma forma geral, é importante estabelecer hábitos saudáveis de higiene bucal e tomar cuidado com o alto consumo de açúcar”, diz Maria Cecília.
Agência Beta