O que vc sabe sobre Caxumba?

Caxumba

O que é?
A caxumba é uma doença causada pelo paramyxovirus da classe rubulavirus, um tipo de vírus que acomete caracteristicamente as glândulas parótidas, que são as maiores das três glândulas salivares.

O número de casos de caxumba em São Paulo aumentou 568% nos primeiros quatros meses deste ano em relação ao mesmo período de 2015, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde. Até o dia 30 de abril, a cidade registrou 275 casos – mesma quantidade registrada em todo o ano passado.

Segundo o infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein dr. Jacyr Pasternak, o surto da doença pode ter ligação com o “esquecimento” da 2ª dose da vacina. “Imagino que existam muitas pessoas não vacinadas ou vacinadas com uma única dose e que não estão protegidas.”
Estudos indicam que a dose única da vacina garante uma proteção de apenas 50%, nível que não atinge o herd immunity – condição na qual os indivíduos não vacinados estão protegidos porque as pessoas que os cercam foram vacinadas e não carregam o vírus.
A possibilidade, apesar da falta de estatísticas que indiquem precisamente o motivo do aumento de casos, é reforçada pelo fato de não existir confirmação de uma variação do vírus e da doença.
O Center for Disease Control and Prevention (CDC), órgão de saúde norte-americano, recomenda a vacinação entre 12 e 15 meses de vida, da 1ª dose, e entre 4 e 6 anos da 2ª dose.

Sintomas
Os principais sintomas da doença são: febre, dor na face e aumento do volume das glândulas salivares. Ela também pode provocar dor no corpo e na cabeça. Complicações mais graves são raras, mas podem ocorrer, entre elas inflamação nos testículos (orquite), inflamação nos ovários (ooforite) em mulheres acima de 15 anos, inflamação do pâncreas (pancreatite) e inflamação que envolve cérebro e meninges (meningoencefalite).

Transmissão
A transmissão é principalmente aérea, por meio de gotículas de saliva do doente que possui o vírus. Na maior parte das vezes, a infecção se manifesta na infância.

É importante destacar que a pessoa com caxumba é capaz de transmitir o vírus cerca de uma semana antes de aparecerem os sintomas e até nove dias depois destas manifestações. Assim, sugere-se que o paciente fique longe do trabalho ou da escola, uma vez que existe a possibilidade de contaminar outras pessoas.

Diagnóstico e Tratamento
O diagnóstico é clínico e com auxílio de exame de sangue. Não há tratamento específico, o que se faz é aliviar os sintomas com anti-inflamatórios. São indicados repouso, o uso de medicamentos analgésicos e observação de possíveis complicações. No caso de inflamação nos testículos, o repouso e o uso de suspensório escrotal são fundamentais para o alívio da dor.

Prevenção
A prevenção é feita com o uso de vacina produzida com o vírus vivo atenuado da doença e faz parte do Calendário Básico de Vacinação. Em geral, está associada à época de vacinas contra sarampo e rubéola. As três juntas compõem a vacina tríplice viral. A primeira dose deve ser administrada aos doze meses e a segunda, entre quatro e seis anos.

E atenção: mulheres que nunca tiveram caxumba, nem tomaram a vacina, devem procurar um posto para serem vacinadas antes de engravidar. Na gestação, a doença pode provocar aborto.

Deve-se ter em mente que existe a possibilidade de reinfecção quando a vacina perde a eficácia com o decorrer dos anos. Para uma pessoa que adquiriu caxumba, a recomendação é procurar um médico para diagnóstico e acompanhamento.

Fonte:Hospital Albert Einstein

Cuide de sua saúde – Você sabe o que é glaucoma?

Glaucoma: sintomas sutis, riscos reais

O glaucoma é uma doença ocular que afeta o nervo óptico, a estrutura dos olhos que leva as informações do que enxergamos para a área do cérebro que vai interpretar a visão.

Pela forma como age, pode ser definido como um ‘ladrão furtivo’: vai roubando a visão da pessoa sem que ela perceba. Quando os sintomas aparecem, o glaucoma já produziu danos significativos, com perdas de visão irreversíveis. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o glaucoma está entre as principais causas de cegueira. No Brasil, estima-se que um milhão de pessoas tenha a doença.

Na grande maioria dos casos, o glaucoma está relacionado com o aumento da pressão intraocular, embora haja portadores da doença que têm essa pressão normal. Segundo a Dra. Erika Sayuri Yasaki, oftalmologista do Einstein, há dezenas de tipos de glaucoma, mas em linhas gerais eles podem ser classificados em primário e secundário. “O primário é mais comum acima dos 40 anos e normalmente é hereditário. O secundário pode ser resultado de outra doença ocular, alteração vascular ou processo inflamatório, entre outros”, explica a médica.

Não há cura para o glaucoma. Mas identificar o problema logo no começo faz toda a diferença. Nessa etapa, o tratamento é geralmente feito com colírios que atuam baixando a pressão ocular, permitindo interromper ou desacelerar o processo de dano do nervo óptico e perda de visão. Mas como na fase inicial o glaucoma não apresenta sintomas, o diagnóstico precoce depende, sobretudo, de check-ups anuais com o oftalmologista, particularmente para quem tem mais de 40 anos, antecedentes na família ou outras doenças oculares. “Quanto mais cedo for identificada a patologia, menor o risco de sequelas”

“O problema para o indivíduo é que os sinais só aparecem quando a doença já avançou. Então a pessoa começa a enxergar menos ou a perceber os danos no campo de visão. Isso acontece porque o glaucoma afeta a quantidade de visão e o campo visual. Com o avanço da doença, porém, o campo visual vai ficando cada vez mais limitado.”

Diagnóstico

De forma geral, o diagnóstico é feito durante a consulta oftalmológica, com exames e uso de equipamentos para medir a visão e a pressão intraocular, avaliar as características do nervo óptico e defeitos no campo visual. “A grande maioria dos casos é diagnosticada com a realização desses exames, mas há alguns quadros em que apenas o acompanhamento definirá se o paciente tem ou não glaucoma”, diz a especialista.
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Fonte: Hospital Albert EINSTEIN

Falando um pouco sobre a alimentação do seu bebê …

O Ministério da Saúde do Brasil, assim como a OMS e a UNICEF, recomendam que seja realizado o aleitamento exclusivo durante os primeiros 6 meses de vida do bebê.
Isso significa que o único alimento e bebida que o bebê deve receber é o leite materno, sem necessidade de nenhuma complementação, nem água.
O leite materno é o mais importante e o melhor alimento para o bebê. Sua composição nutricional muda ao longo do tempo, de maneira que o leite se adapta às necessidades específica da criança. Por isso o leite materno só deve ser compartilhado com outras crianças através dos bancos de leite.

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O desenvolvimento de uma criança, a partir do 6º mês, atinge um estágio em que permite a realização, de uma maneira mais eficiente, da mastigação, deglutição, digestão e excreção. Por isso, a partir do 6o mês de vida, deve-se iniciar a alimentação complementar com a introdução de novos alimentos, de forma lenta e gradual. À medida que a criança cresce e se desenvolve, a sua alimentação deve ser ajustada.

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Fonte: Crescer sorrindo – UERJ

Uso de adoçante na gravidez: saiba tudo!

Há muita preocupação sobre alimentação e nutrição durante a gravidez. Uma dessas preocupações é sobre o adoçante na gravidez. É permitido usar adoçantes durante a gravidez? Muitas mulheres vão cortar açúcar de sua dieta, apenas para substituí-lo com alimentos e bebidas que são adoçadas artificialmente.

Usando adoçantes artificiais durante a gravidez

Adoçantes artificiais são ingredientes que acrescentam doçura aos alimentos. São utilizados em refrigerantes, sobremesas, doces e tortas. Existem duas categorias de adoçantes: nutritivos (contêm calorias) e não nutritivos (sem calorias).

Edulcorantes nutritivos (por exemplo, o açúcar de mesa) são extraídos de vegetais e frutas. Estes aditivos contribuem calorias à dieta, mas eles contêm algumas vitaminas ou minerais. Quando usado com moderação, adoçantes nutritivos são considerados seguros para consumo durante a gravidez assumindo que eles não estão a contribuir para o ganho de peso em excesso.

No entanto, as mulheres com intolerância aos carboidratos, como nos casos de diabetes gestacional, diabetes mellitus, ou resistência à insulina, precisam limitar o uso de adoçantes nutritivos.

Os edulcorantes não nutritivos (artificiais) são adicionados em quantidades muito pequenas de alimentos para um efeito significativo e foram aprovados para utilização em alimentos e bebidas dietéticas ou de calorias reduzidas.

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Adoçante na gravidez: descubra o que pode ser consumido durante esse período. Foto: iStock/GettyImages

 Adoçante na gravidez:adoçantes considerados seguros

Rebaudiosídeo A: (Stevia)

Este é um adoçante novo e comum que é frequentemente utilizado em refrigerantes e sucos. A FDA (Food and Drug Administration) considera Stevia como seguros durante a gravidez.

Acessulfame de potássio: (Sunett)

Este adoçante é adicionado a produtos de panificação, sobremesas congeladas, açúcar livre gelatinas, pudins e bebidas. Acessulfame de potássio tem sido considerado seguro para usar com moderação durante a gravidez pela FDA.

Aspartame: (Igual, Zero Cal, NutraSweet)

Encontra-se frequentemente como um aditivo para refrigerantes, gelatina, sobremesas, misturas de pudim, cereais de pequeno almoço, bebidas, goma de mascar, produtos lácteos e outros alimentos e medicamentos. De acordo com a FDA, o aspartame é seguro para uso durante a gravidez (com raras restrições) e lactação.

Recomenda-se a limitar o consumo a um nível moderado. Por exemplo, o aspartame, liberado na gestação, em dose altas tem efeitos tóxicos, para isso a paciente teria que ingerir mais de 53 saquinhos de 8 mg de um adoçante comum de aspartame.

Sucralose: (Finn, Gold, Linea, Assugrin)

Este é adoçante, não calórico, é feito a partir de açúcar. Sucralose foi aprovada para uso em assados, misturas de cozimento, bebidas não alcoólicas, goma de mascar, café e chá, produtos confecções e geada, gorduras e óleos, sobremesas lácteas congeladas e misturas, sucos de frutas, substitutos do açúcar, molhos doces, coberturas e xaropes. Ele também pode ser usado como “edulcorante de mesa”.
Sucralose não tem efeito sobre o açúcar no sangue, não oferece calorias e é considerado seguro durante a gravidez e lactação. De acordo com a FDA, a sucralose é seguro para todos, incluindo mulheres grávidas.

Adoçantes artificiais que não são seguros para uso durante a gravidez

Sacarina: (Sweet ‘N Low, Adocyl)

Embora não seja utilizado tanto quanto no passado, ainda parece em muitos alimentos, bebidas e outras substâncias. A FDA não considera sacarina uma adoçante não seguro.
Os estudos mostram que a sacarina atravessa a placenta e podem permanecer no tecido fetal, por isso seu uso para as mulheres grávidas ainda permanece em questão.

Ciclamato

Ciclamato está proibida para uso nos Estados Unidos e não há dados suficientes sobre a segurança de seu uso durante a gravidez. Se você pretende usar adoçantes artificiais e está grávida, é sempre melhor falar com o seu médico sobre qual edulcorante que você usa e quanto você consome.

Antes de usar adoçante na gravidez, consulte seu médico ginecologista e/ou um nutricionista.
Dr. Vamberto Maia Filho possui graduação em medicina pela UFPE (2001). Realizou residência médica em Ginecologia e Obstetrícia (2004) e em Reprodução Humana (2005) pelo Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP). Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO/TEGO – 2004) e em endoscopia ginecológica (Video-laparoscopia e Histeroscopia – FEBRASGO – 2005). Médico do setor de Ginecologia-Endócrina da UNIFESP com ênfase no ensino com linha de pesquisa em implantação embrionária. Responsável pelo ambulatório de hirsutismo do setor de Ginecologia-Endócrina da UNIFESP. Doutor pela UNIFESP. Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. Membro da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva – ASRM. Membro da Sociedade Européia de Reprodução Humana – ESHRE.

Engula Essa: Mastigar Gelo Pode Fazer Mal Para Seus Dentes

Enquanto liqüidificadores e moedores de gelo são perfeitos para triturar cubos de gelo, os dentes não são.

Muitas pessoas habitualmente mastigam gelo, especialmente nos meses de verão. É nesse período que os consultórios odontológicos ficam lotados de pacientes sofrendo de lesões gengivais e dentes quebrados. A American Dental Association afirma que evitar mastigar gelo é uma forma simples de evitar lesões dentais.

Para se refrescar, em vez de triturar grandes pedras de gelo com os dentes, os dentistas recomendam deixar o gelo derreter na boca como bala. O dentistas recomendam também cenouras ou maçãs para refrescar os “mastigadores” que desejam um barulho crocante.

Porém, qualquer um que tenha um hábito persistente de mastigar gelo e sinta dificuldade de abandoná-lo deve informar seu dentista. Desejos específicos, como o de mastigar gelo, geralmente estão associados com anemia ferropriva.

Como sugere o nome, a anemia ferropriva deve-se à quantidade insuficiente de ferro. O corpo necessita de ferro para formar a hemoglobina, uma substância presente nas células vermelhas do sangue que possibilita o transporte de oxigênio.

Esse tipo de anemia é comum. Cerca de 20% das mulheres, 50% das gestantes e 3% dos homens têm deficiência de ferro. Freqüentemente ela é corrigida com a suplementação de ferro.

Fonte : Colgate- Cuidados de saúde bucal

Fluorose x Cárie x Percepção de Saúde Bucal?

Esse estudo longitudinal comprova também na Austrália que cárie é um problema não fluorose!
1- Após 8 anos, mais que 60% dos dentes que tinham fluorose 1 (muito leve) mudaram para 0 (zero, integro)
2- 66% dos dentes com fluorose 2 (leve) ou 3 (moderada), após 8 anos foram diagnosticados como 0 ou 1
3- Essa diminuição do grau de fluorose não foi associada com fatores sócio-econômicos ou comportamentais
4- Essa diminuição temporal do grau de fluorose confirma que é resultado de um processo natural
Há aprox. 25-30 anos minha filha que nasceu em região de água fluoretada e sempre escovou os dentes com pasta fluoretada me perguntou apontando para a cervical dos incisivos permanentes inferiores: “Pai, o que é isso?”
Respondi com naturalidade: “Continue escovando”
É isso aí agora evidenciado!
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26763813

Fonte: Aboprev

Alongamento: saúde e qualidade de vida

Assim como atividades físicas, prática traz benefícios à saúde e bem-estar

A prática de exercícios de alongamento, assim como a realização de atividades físicas regulares promovem ganhos significativos na promoção de saúde e no bem-estar físico e mental.

Os alongamentos são exercícios utilizados para o aumento da flexibilidade, que é uma capacidade individual e depende de fatores como: herança genética, sexo, idade, volume muscular e adiposo, além de fatores externos como o treinamento, temperatura ambiente entre outros.

Esta capacidade, conhecida como flexibilidade, diminui ao longo do tempo, podendo ser mais significativa nos homens. As mulheres, por ações hormonais e anatômicas apresentam, naturalmente, maior flexibilidade.

De acordo com o Colégio Americano de Medicina do Esporte, os exercícios de alongamento são fundamentais em um programa de condicionamento físico, contudo os exercícios de alongamento também trazem benefícios se forem realizados independentemente, sem a prática de uma atividade física.

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Benefícios dos Exercícios de Alongamento:
– Melhora da qualidade de vida;
– Aumento da amplitude de movimentos;
– Ativação de circulação sanguínea;
– Redução de encurtamentos musculares;
– Melhora da coordenação motora;
– Correção Postural;
– Reduz a dor muscular pós-exercício;
– Diminuição das sobrecargas articulares;
– Alívio de dores e tensões musculares.

Além disso, os exercícios de alongamento podem ser inseridos na sua rotina diária, mesmo no ambiente de trabalho. Séries curtas de aproximadamente 10 minutos de duração trazem diversos benefícios para os colaboradores e para as empresas.

Programe algumas pausas no seu dia-dia e alongue-se.

Além de todos os benefícios gerais os alongamentos no trabalho:

COLABORADOR
Reduzem o Estresse
Relaxam
Aliviam dores e tensões musculares
Evitam dores lombares

Técnicas de alongamento

Existem diversas técnicas de alongamentos, as mais comuns são: passiva e ativa, além da facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP). Embora a FNP seja uma técnica eficaz, ela deve ser bem indicada, pois pode oferecer maior risco de lesão.

Alongamento ativo ou auto alongamento, é aquele em que a própria pessoa se alonga realizado por meio de uma contração estática de grupo muscular oposto àquele que será alongado, pode ser utilizado como aquecimento e preparação para o exercício.

O alongamento passivo depende de outra pessoa para realizar o estiramento do músculo a ser alongado, é lento e progressivo, onde objetiva-se ganho da amplitude de movimento, comumente realizado após os exercícios físicos.

Entre os esportistas, o alongamento dinâmico é muito utilizado, pois também serve como forma de aquecimento. São exercícios realizados na maior amplitude possível, para as articulações utilizadas durante o desporto. Jogadores de futebol estimulam mais membros inferiores, por exemplo.

Os problemas musculares não ocorrem de um dia para o outro e o desequilíbrio devido ao crescimento e atitudes repetitivas são a origem das desordens do organismo. A educação muscular deve começar o mais cedo possível.

8 -11 anos: o alongamento deve ser iniciado naqueles que realizarem exercícios físicos regulares.

12 -17 anos: a partir dos 12 anos, o alongamento deve fazer parte de qualquer programa de treinamento, uma vez que neste período ocorre o estirão do crescimento, que pode gerar desalinhamentos posturais, pois o aumento ósseo precede o crescimento muscular.

Os exercícios devem ser realizados de forma quotidiana, supervisionada por pessoas orientadas.

Após 18 anos: nesta faixa etária acontece a diminuição mais significativa da flexibilidade, decorrente, principalmente dos hábitos sedentários do dia-dia. O alongamento deve ser mantido durante toda a vida, pois contribuem para a manutenção dos movimentos, também pode ser utilizado como forma de relaxamento, a fim de aliviar as articulações, tendões e músculos.

Quais músculos devem ser alongados?
Os músculos que realizam maior parte dos movimentos devem ser alongados após a pratica, por exemplo, um corredor deve alongar os membros inferiores após a corrida, se você passa longos períodos sentado, alongue principalmente a região posterior da coxa.

Utilize uma sequencia de exercícios, isto facilita a regularidade e contribui para o aumento para a flexibilidade.

Lembramos que para um melhor aproveitamento dos exercícios de alongamento e consequente ganho de flexibilidade e amplitude articular deve-se permanecer na posição de alongamento por pelo menos 30 (trinta) segundos.

Utilize uma sequencia de exercícios, isto facilita a regularidade e contribui para o aumento para a flexibilidade.

Orientações Gerais:
Respirar suavemente.
Alongar os músculos de forma lenta e calma.
Procurar manter uma boa postura.

Alongamentos para as principais articulações.
Alongamento geral do corpo

Alongar todo o corpo elevando os braços, ficando na ponta dos pés.

Membros inferiores
Quadríceps – Em pé, fique de frente a uma parede. Apoie a mão direita na parede, dobre a perna esquerda, e segure a ponta do pé com a mão esquerda. Repita o exercício invertendo braço e perna.
Panturrilhas – Em pé, mantenha os braços esticados contra a parede. Leve uma das pernas para frente dobrando levemente o joelho. Faça uma flexão neste joelho enquanto mantém a outra perna esticada. Repita com a outra perna.
Posterior da Coxa – Deitado, eleve a perna e com apoio de uma toalha fixada a planta do pé puxe-a em direção ao tronco, enfatizando o alongamento da musculatura posterior da coxa.

Membros superiores
Braços – Estique o braço direito e alongue-o para o lado esquerdo. Com a ajuda do braço esquerdo, intensifique o alongamento, mas não vá além do seu limite. Repita o movimento com o outro braço.
Ombros e tríceps – Eleve o braço, dobre o cotovelo e empurre-o para aproximar a mão da escápula. Repita com o outro braço.
Costas – Em pé, os 2 braços estendidos acima da cabeça. dedos das mãos cruzados, palmas para cima, incline seu tronco para o lado, segure a posição e repita para o outro lado.
Peitoral – Entrelace os dedos das mãos atrás do corpo e mantenha a posição.

Contraindicações
Exercícios de alongamentos extremos;
Exercícios bruscos realizados antes de um aquecimento prévio;
Alongar-se além de um determinado limite;
Alongamentos devem ser evitados em casos de suspeita de fratura ou lesão muscular.

Modalidades de Exercícios para ganho de flexibilidade:

Pilates: tem como base, os princípios criados por Joseph H. Pilates e associa a estes, os conceitos de outras técnicas de conscientização corporal e teorias de controle motor. Com a certeza de que os músculos devem ser fortes e flexíveis para se manterem saudáveis, o Pilates, fortalece os músculos fracos, alonga os músculos que estão encurtados e com isso aumenta a mobilidade articular. O alinhamento postural é importante em cada exercício, ajudando na melhora da postura global do indivíduo.

Yoga: é um conceito que se refere às tradicionais disciplinas físicas e mentais originárias da Índia. Ultiliza-se de posturas que associam flexibiliadde e força muscular como forma de exercicio.

Iso-stretching: método é de origem francesa e vem sendo aplicado no Brasil desde 1994, consiste em uma ginástica terapêutica composta por exercícios que permitem simultaneamente alongar e fortalecer os músculos do corpo atuando na prevenção e no tratamento das alterações osteomusculares. Os exercícios são posturais, globais e eretos. Posturais, porque a maioria dos exercícios são executados dentro de uma posição vertebral correta; Globais, porque o corpo todo trabalha a cada exercício, principalmente a coluna vertebral, região pouco trabalhada nas diversas atividades físicas e que é, no entanto, a causa da maioria dos nossos males; Eretos, porque solicita a coluna vertebral em auto engrandecimento, trabalhando inclusive a musculatura mais profunda da coluna.

Fonte: http://goo.gl/GE5djY         Hospital  A. Einstein

Você pratica menos de 10 minutos semanais de atividade física? Cuidado: você é sedentário. O sedentarismo está relacionado a diversas doenças, como obesidade, diabetes e hipertensão.

Confira pequenas mudanças diárias que podem te ajudar a ter uma vida mais saudável e veja qual a sua classificação no ranking de atividade física.

Fonte :Hospital A. Einstein