Quando a luz dos olhos teus resolve se apagar

Os médicos Dr. Venceslau Antonio Coelho, especialista em Geriatria e Clínica Médica, e o Dr. Rodrigo Lage Leite, médico psiquiatra falam sobre um grave mal mal emocional
 Fonte: Dr. Venceslau Antonio Coelho e Dr. Rodrigo Lage Leite /Portal rosa Choque

Mas o que é, afinal, este sentimento que atinge tanta gente, que deixa as pessoas sem sonhos, sem saída? De onde ele vem? | Creditos: shutterstock

“A paisagem não tem cor, meu prato favorito não tem sabor. Nada importa. Me dá desânimo pensar em enfrentar certas coisas, pois sei que minha energia é pouca. Para que batalhar tanto se nada tem graça? Às vezes, eu só me obrigo a sair da cama porque tenho que ir trabalhar. Vou porque tenho que ir, porque é um lugar “seguro”, que já conheço, mas qualquer ambiente novo incomoda. A minha família não me compreende totalmente, por isso me isolo e sei que sou visto por muitos como preguiçoso, sem força de vontade”. Este depoimento é de alguém que tem depressão. Esta pessoa está no mundo corporativo e pode estar bem aí do seu lado, sem parecer que está sofrendo da forma silenciosa que está. Ela pode, inclusive, ser você.

Mas o que é, afinal, este sentimento que atinge tanta gente, que deixa as pessoas sem sonhos, sem saída? De onde ele vem?

A primeira coisa que devemos prestar atenção é que a depressão não é apenas uma sensação de tristeza, é um transtorno que atinge o humor, os pensamentos, a saúde e o comportamento de formas diferentes. É uma condição complexa que envolve aspectos biológicos, psicológicos, existenciais, sociais, e ela pode ter forte base hereditária e biológica, inclusive com alterações neuroquímicas específicas. Doenças clínicas também podem levar à depressão, como, por exemplo, o hipotireoidismo, carência de vitamina B12. Outros casos são decorrentes de condições psicológicas graves, como lutos complicados ou transtornos de personalidade. Não devemos esquecer ainda a associação da depressão com questões existenciais centrais da vida humana, como o tédio, vazio, solidão e desamparo, ou com questões sociais, como vulnerabilidade social, abusos, entre outros.

Ou seja, ela pode ter diferentes origens e intensidades. O fato é que hoje, representa uma das principais causas de sofrimento psíquico e de incapacitação no mundo. Esta afirmação pode ser reforçada por dados divulgados pela Organização Mundial daSaúde (OMS), em abril. Segundo a OMS, entre 1990 e 2013, o número de pessoas que sofrem de depressão e ansiedades aumentou em quase 50% (de 416 milhões para 615 milhões). Aproximadamente 10% da população mundial é afetada, e os transtornos mentais são responsáveis por 30% da carga global de doenças não fatais. A OMS estima ainda que cerca de 1 em cada 5 pessoas sofra com a depressão e ansiedade.

Para os médicos, ela é caracterizada por sintomas como: humor triste, perda de prazer e interesse na vida, alterações do sono, alterações de apetite e peso, agitação ou lentidão, culpa e baixa autoestima. Pode ser grave, moderada ou leve. Algumas vezes quadros depressivos demoram a ser identificados, daí dizer que podem se apresentar de maneira silenciosa.

A depressão já existia na Grécia Antiga

A vida moderna não é nada fácil e acabamos de observar que o número de pessoas com depressão só está aumentando. No entanto, o curioso é que a depressão sempre existiu. Já na Grécia Clássica, Hipócrates (uma das figuras mais importantes da história da Medicina) descreveu a melancolia e atribuía a ela um acúmulo de “bílis negra” no organismo. Muito tempo depois, o quadro chamou a atenção de Sigmund Freud que escreveu um ensaio genial sobre o tema, Luto e Melancolia, publicado em 1917. Atualmente a depressão tem ganhado cada vez mais espaço no debate público, trazendo grandes questões sobre vários aspectos: quais seriam os determinantes da depressão? Hoje a grande questão é: fatores psicológicos da vida contemporânea estariam favorecendo um “estar no mundo depressivo”? E os aspectos sociais, como violência e vulnerabilidade social: como afetariam essa questão?

Ajudar muitas vezes é não atrapalhar

É difícil fazer com que as pessoas entendam como conviver com amigos e parentes deprimidos. Mesmo com boa intenção, elas sugerem atividades e distrações, entretenimento, achando que tudo pode voltar ao normal de uma hora para outra e se sentem frustradas quando isso não acontece. A melhor forma de ajudar é através de apoio, escutando, quando a pessoa quiser ser escutada, e não sendo invasivo.

Sugerir um tratamento médico é muito importante, oferecer acompanhá-lo em seu tratamento, se ele desejar. Estas são algumas boas maneiras de ajudar.

O tratamento depende antes de tudo de um diagnóstico preciso. Do ponto de vista medicamentoso, as drogas antidepressivas são eficazes e seguras, devendo ser usada somente com receita médica. A outra abordagem é a psicoterapia, fundamental, sobretudo, nos casos com preponderância de fatores psicológicos. Sabe-se que a combinação medicamentos e psicoterapia é sempre mais efetiva do que qualquer uma das duas formas isoladamente.

Como os outros vão me olhar?

Já falamos sobre a depressão, suas possíveis causas, sintomas e vimos que a pessoa que sofre deste transtorno pode se isolar, por falta de interesse, por vergonha e outros motivos. A ausência em festas e reuniões de amigos ficam cada vez mais frequentes e o medo em relação a contar sobre a difícil fase para as pessoas também. Na cabeça, a dúvida: “o que pensarão de mim? Ficarão com pena? ”.

A questão levantada é gerada porque há muita desinformação sobre os quadros depressivos, com preconceitos como: “depressão é frescura, ou preguiça, ou sem-vergonhice”. Esses conceitos são interpretados erroneamente muitas vezes e é por isso que muitos só entendem verdadeiramente o transtorno quando passam por ele, ou vivenciam por proximidade com algum ente querido.

A depressão afeta as capacidades cognitivas (atenção, raciocínio, memória), sua energia, ânimo e interesse. Tudo isso aliado a noites mal dormidas e outros sintomas secundários ocasionais, como uso de álcool ou sedativos – em alguns casos. Tudo isso atrapalha a vida cotidiana.

Depressão não é como uma epidemia que pode ser “erradicada”

Estamos falando sobre algo subjetivo. Esqueça a ideia de que a depressão é uma doença pura, como a Aids ou a Diabetes. Quando pensamos em solução para este transtorno, muitos aspectos estão envolvidos, não dá simplesmente para “erradicar esta epidemia”. O que se pode dizer é que hoje, com o desenvolvimento das neurociências, ganhamos algumas armas nesta batalha para o alívio sintomático, com as novas medicações.

Nós, organizações, podemos ajudar neste quadro informando, observando e direcionando nossos colegas para um especialista.

A depressão pode receber ajuda médica, na maioria das vezes, mas ela não é apenas uma condição médica. Diz respeito à vida emocional das pessoas. Por isso merece ser vista e pensada amplamente. Médico, medicamentos, psicoterapia, interesse dos amigos e familiares – tudo isso é um grande ganho. Muitas pessoas venceram esta luta! Agora, voltando ao início desta reflexão sobre o assunto, se o transtorno é abstrato, como conviver com ele? A resposta é: “como se conviver com a VIDA, uma vez que ela também é abstrata? ”.

Dentro dos nossos olhos existe a luz e a escuridão. O que determina o que vamos enxergar são nossas escolhas. Escolha o brilho da vida.

* Dr. Venceslau Antonio Coelho é especialista em Geriatria e Clínica Médica, e médico-consultor da Willis Towers Watson Brasil e o Dr. Rodrigo Lage Leite é médico psiquiatra pelo Instituto de Psiquiatria da USP e Membro Filiado ao Instituto de Psicanálise, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.

Como reconhecer a disfunção temporomandibular (DTM) infantil

Crianças e adolescentes apresentam sintomas que devem ser observados pelos pais

 Fonte: Time Comunicação./Portal Rosa choque

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A disfunção temporomandibular, conhecida também pela sigla DTM, é uma condição que causa dor e desconforto na região da mandíbula. “Podemos definir a DTM como um conjunto de distúrbios que acometem os músculos da mastigação, a articulação temporomandibular (ATM) e estruturas associadas”, explica a dentista Adriana Lira Ortega, mestre em DTM e membro da Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial (SBDOF).

Os problemas causados pela DTM podem atingir tanto adultos quanto crianças e adolescentes. Segundo estudos, acredita-se que um a cada seis pacientes não adultos apresenta algum sinal clínico de condições na ATM. “Uma pesquisa feita com crianças entre seis e oito anos reportou que aproximadamente 35% dessas crianças com pelo menos um sinal de DTM”, conta Adriana.

Mesmo com os estudos, a especialista acredita que o número de casos de DTM infantil pode ser, na realidade, ainda maior. Muitas vezes, o paciente não tem o diagnóstico correto da doença. “Os sintomas da DTM infantil podem passar despercebidos ou serem confundidos com outras condições de saúde. Isso pode acontecer pela falta de maturidade da criança em perceber as alterações ou até mesmo de verbalizá-las de forma adequada”.

Os sinais e sintomas da DTM em crianças são os mesmos dos adultos: dor, som na articulação e limitação dos movimentos da mandíbula. “Os pais devem prestar atenção se a criança de queixa de dor de cabeça, dor na região do ouvido ou ainda se evita alimentos duros”, explica Adriana.

Em muitos casos, o sinal clínico da DTM não representa necessidade de tratamento. “Alguns casos de sinais ou sintomas na infância devem ser apenas monitorados e servir de alerta para o profissional de que aquela criança pode apresentar fatores de risco para o desenvolvimento da DTM”, afirma Adriana.

De acordo com a dentista, o tratamento para as crianças e adolescentes que sofrem com a DTM seguem opções minimamente invasivas e procedimentos reversíveis. “São utilizadas técnicas com enfoque cognitivo-comportamental, exercícios terapêuticos – com recursos térmicos e de movimento – e, em casos, específicos, dispositivos intrabucais, como placas”.

Medidas preventivas DTM, tanto para adultos quanto para crianças, se baseiam, principalmente, em hábitos que podem evitar o desenvolvimento e/ou agravamento da doença. “A boa qualidade do sono e o controle de hábitos orais parafuncionais são exemplos de atitudes preventivas para a DTM”, finaliza a especialista.

Pacientes oncológicos devem consultar Cirurgião-Dentista antes de iniciar tratamento

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Após o diagnóstico do câncer, o paciente oncológico precisa se preocupar com diversas questões que vão desde o tipo de tratamento, gastos que vai ter, quanto tempo vai demorar etc. Um ponto que muita gente esquece é a importância de consultar um Cirurgião-Dentista antes de iniciar os procedimentos.

Em entrevista ao Instituto Vencer o Câncer, o Cirurgião-Dentista Luis Marcelo Sêneda, responsável pelo departamento de Medicina Bucal do Hospital São José – Beneficência Portuguesa, explica que a recomendação de fazer uma avaliação odontológica serve para todo paciente oncológico, não somente aqueles com tumores de cabeça e pescoço.

Consulta pré-tratamento

A boca pode ser uma fonte rica em bactérias que são especialmente perigosas para quem vai entrar em tratamento contra o câncer. “Nós, primeiramente, procuramos um possível foco de infecção, que pode ser uma doença periodontal ou uma cárie muito profunda. Também verificamos dentes com mobilidades e que precisam ser removidos antes de iniciar o tratamento oncológico. Isso é de extrema importância, pois os pacientes que fazem uso de quimioterápicos ficam com o sistema imunológico mais debilitado. Então uma doença periodontal, por exemplo, que estava lá crônica e a pessoa nem sabia que tinha, pode se agudizar e virar um grande problema”, diz o Cirurgião-Dentista.

Efeitos da quimioterapia

“Algumas drogas têm a capacidade de afetar a mucosa da boca causando inflamações e feridas semelhantes a aftas, mas que são chamadas de mucosites. Muitas vezes o paciente está debilitado e ele não consegue comer por causa da mucosite, porque sente muita dor. A mucosa é uma proteção, uma barreira protetora, e quando temos a quebra dessa barreira, há maior risco de infecção por agentes oportunistas. Por isso, na fase de imunossupressão, elas têm maior probabilidade de acontecer”, adverte.

Uma das formas de prevenção da mucosite é a laserterapia de baixa intensidade. O laser é um bioestimulador que auxilia na redução do processo inflamatório, modula a dor e auxilia no processo de reparo do tecido lesado. É importante conversar com seu oncologista sobre essa possibilidade.

Boca seca durante o tratamento

Muitas vezes, o paciente em tratamento oncológico precisa tomar remédios para dor (opiáceos) e antidepressivos. Alguns ainda tomam outros medicamentos porque possuem doenças associadas, como pressão alta, diabetes e doença renal. Por conta disso, é extremamente comum surgir um quadro de boca seca (xerostomia).

“O meio bucal é concebido para estar úmido, não seco. Para aliviar esse sintoma, existem atualmente lubrificantes orais que servem tanto para repor quanto para melhorar a lubrificação da boca. Eles estão disponíveis na forma de gel, spray ou manipulado. A saliva não é só um lubrificante bucal, ela promove a auto-higiene dos dentes. O paciente com boca seca tem mais placas bacterianas, que acumula mais agentes ofensivos e produz mais toxinas, aumentando o risco da mucosite, uma das complicações bucais mais comuns durante o tratamento oncológico”, explica Sêneda.

Efeitos da Radioterapia

“Pacientes com câncer na região da cabeça e pescoço e que são submetidos a radioterapia precisam de cuidados maiores, porque ele vai produzir menos saliva. Além disso, como é justamente a região que inclui a boca a ser irradiada, há riscos de desenvolver um tipo de cárie com um efeito colateral tardio, denominada cárie de radiação. Atualmente você vê menos do que há alguns, por conta das radioterapias com intensidade modulada, mas ainda assim é preciso muita atenção. Esse tipo de cárie, que atinge a porção entre dentes e gengivas, se desenvolve muito rapidamente e há um enorme risco de o paciente acabar perdendo o dente”, finaliza o Cirurgião-Dentista.

Fonte: Odonto Notícias

14 motivos para reduzir o açúcar

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Por que devemos diminuir o consumo de açúcar?

Enumerei os 14 principais motivos para que você comece hoje a reduzi-lo na alimentação:

  1. Excesso de açúcar é fator de risco para diabetes

Afirmativa verdadeira para quem tem predisposição genética e consome açúcar em excesso, pois pode ocasionar sobrecarga do pâncreas e interferir  na produção de insulina. Além de levar ao excesso de peso, que também é fator de risco para o diabetes.


  1. Aumento dos níveis de triglicérides

O excesso de açúcar se transforma na gordura chamada triglicerídeo, que eleva o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e esteatose hepática – acúmulo de gordura no fígado.

  1. Obesidade

Não é novidade pra ninguém que o consumo de açúcar contribui – e muito – para o aumento de peso, já que pode ser convertido em gordura, que se acumula no organismo. Além do que, enquanto há razoável quantidade de açúcar no sangue a quebra de gordura não acontece e mais é armazenada, levando à obesidade.

  1. Celulite

Excesso de açúcar aumenta as células de gordura e a inflamação destas, o que caracteriza o quadro de celulite

  1. Enxaqueca

Os doces estão entre os alimentos mais citados na literatura como desencadeantes da enxaqueca, por ocasionarem a liberação de hormônios chamados catecolaminas, cujos efeitos podem levar à dor de cabeça intensa.

  1. Prejudica saúde intestinal

O açúcar serve de alimento para bactérias maléficas no intestino, levando à destruição da microbiota saudável, que está relacionada ao controle de diversos processos, tais como: melhora da imunidade e inflamação, controle do colesterol sanguíneo e manutenção do peso.

  1. Excesso pode diminuir a potência sexual

O excesso de glicose aumenta a pressão dos vasos sanguíneos, inclusive dos que irrigam o pênis. Estudos recentes têm comprovado que homens com níveis de hemoglobina glicada (exame que analisa a glicose sanguínea) acima de 8,0 têm baixa potência sexual.


  1. Cáries

O açúcar alimenta as bactérias bucais causadoras de cáries.

  1. Menor apetência para frutas

Quem está habituado a consumir muito açúcar deseduca o paladar a  gostar só do que é excessivamente doce, dificultando a percepção e apreciação do sabor suave das frutas. Isso acontece muito com as crianças.

  1. Açúcar é forte indutor de inflamação

O excesso de açúcar ocasiona a liberação de substâncias inflamatórias. Atualmente se sabe que um grande número de doenças têm sua origem ou manutenção na inflamação, como obesidade, diabetes e até mesmo o câncer.

  1. Açúcar pode acelerar o processo de envelhecimento

Por mecanismos complexos, o excesso de açúcar eleva o estresse oxidativo no organismo, aumentando radicais livres que aceleram o envelhecimento.

  1. Consumir doces aumenta a compulsão alimentar

Por ocasionar pico de liberação de insulina com consequente hipoglicemia, acarreta sensação de fome em pouco tempo.

  1. Vício

Estudos experimentais sugerem que o consumo excessivo e contínuo de açúcar pode torná-lo uma substância viciante, ocasionando certa dependência. Sua ingestão leva à liberação de dopamina e ativação de receptores opioides – os mesmo que respondem a ação de drogas como morfina e heroína.

  1. Caloria vazia

Não há vantagem em se consumir açúcar refinado, ele não possui nutrientes essenciais como vitaminas, minerais, proteínas, fibras. Fornece apenas calorias, as quais podemos obter em diversas fontes saudáveis.

E agora, o que eu faço?!

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Se você já se tornou dependente do açúcar, diminua-o aos poucos. Foi demonstrado que uma redução de 30% no sabor doce não é perceptível ao paladar. Isso significa que se você coloca hoje 30g de açúcar no suco e passa a colocar 20g, ninguém da família percebe!

Faça dessa forma com todos os alimentos que adiciona açúcar: suco, café, bolo, etc. A curto prazo já terá benefícios.

Não gosto de falar em calorias, porém percebo que causa mais impacto quando mostramos em números. Vou dar um exemplo prático: Adicionando 10 g a menos de açúcar (1 colher de sopa rasa) ao seu café com leite, você estará reduzindo 40kcal. Se toma café com leite 2 vezes ao dia, reduzirá 80 kcal, o que em 1 semana representará uma redução de 560Kcal.

Em 7 dias terá deixado de passar pelo seu organismo quase 1 copo de açúcar refinado!

Isso com a redução de apenas 1 colher rasa de açúcar!

Fonte: Andréia Moura – Nutriblog
Referências:

AVENA, N.M.; RADA, P.; HOEBEL, B.G. Evidence for sugaraddiction: Behavioral and neurochemical effects of intermittent, excessive sugar intake. Neuroscience & Biobehavioral Reviews, v. 32, n.1, p. 20-39, 2008.

COLANTUONI, C. et al. Evidence That Intermittent, Excessive Sugar Intake Causes Endogenous Opioid Dependence. Obesity Research (2002) 10, 478–488; doi: 10.1038/oby.2002.66