Sociedade Brasileira de Pediatria

15219627_1490599277636442_8296684300838468377_n

NOVIDADE – SBP lançou a versão digital do livro “Nascer prematuro – Manual de orientação aos pais, familiares e cuidadores de prematuros na alta hospitalar”, assinado pela diretora de Cursos e Eventos da entidade, dra. Lilian Sadeck. A publicação está disponível na internet. http://bit.ly/2fvUIYI

  • Dentistas apostam em formas de tratar a cárie sem o motorzinho

    PHILLIPPE WATANABE
    DE SÃO PAULO

    Adriano Vizoni/Folhapress
    GEL PARA CARIES. Gel feito com proteinas derivadas do mamao e que facilita a retirada de caries.
    Géis que amolecem a cárie estão entre as possibilidades

    Um mascarado com luvas e máscara liga um barulhento aparelho e o aproxima do rosto de uma pessoa. Poderia ser um filme terror, mas é só uma visita ao dentista.

    Alguns profissionais, cientes do terror causado pelo motorzinho, e avaliando a severidade de cada caso, têm deixado o aparelho de lado e, em certos casos, até mesmo largado as cáries quietas em seus cantos.

    O tratamento costumeiro, pelo menos até então, era a remoção completa, na qual toda área cariada era extirpada. O protagonista da tarefa, claro, era o motorzinho, aparelho que, com auxílio de brocas em alta rotação, desgasta o dente. (A descrição não deixa de ser assustadora)

    Seguindo uma filosofia odontológica de mínima intervenção, muito desse estresse pode ser evitado e é possível até não fazer absolutamente nada em relação a uma cárie.

    “É igual quando você tem uma pinta e procura um dermatologista”, afirma José Imparato, presidente da ABO (Associação Brasileira de Odontopediatria) e professor da USP. “Você vai controlar a lesão da cárie assim como controla pintas no corpo, sem precisar remover todas.”

    A cárie, em geral, pode ser dividida em duas partes. Uma delas é a infectada, cheia de bactérias, amolecida e morta. A outra é a área afetada, mais seca e com menos bactérias. A ideia é fazer uma remoção seletiva, ou seja, retirar somente a primeira parte.

    É possível fazer uma remoção mecânica ou unir a ação de instrumentos manuais com a remoção química. Entram, em ação, então, compostos que conseguem amolecer a cárie ainda mais, facilitando a remoção seletiva. Nesse caso, géis à base de papaína (enzima extraída originalmente do mamão) são uma opção.

    “O tratamento com gel é conservador. Na maioria das vezes nem usamos motor”, diz Sandra Kalil, criadora de um dos produtos à base de papaína disponíveis no mercado. “Ele reage com o tecido cariado e não com o normal. Tira a ‘terra ruim’ sem afetar a boa”, diz Alexandre Magno, consultor científico de outro desses produtos, recém-lançado.

    Bisnagas de um dos produtos, por exemplo, podem ser encontrados por volta de R$ 80 e ser usados para entre 40 e 50 aplicações (cerca R$ 2 por aplicação). “O tratamento não é mais caro por causa disso [do gel], pode ser até mais barato”, diz Kalil.

    Lasers também fazem parte do arsenal do tratamento dentário.

    Finalmente, não remover nada também é uma opção dentro da filosofia de mínima intervenção. Se a lesão da cárie for pequena e não estiver muito profunda na dentina (camada interna do dente), o buraco pode ser selado com substâncias adequadas, sem a necessidade de remoção.

    Esses procedimentos menos invasivos são agrupados sob a sigla ART (Tratamento Restaurador Atraumático, na sigla em inglês).

    Nenhum deles, contudo, substitui completamente o uso do motorzinho. São maneiras complementares de tratar a cárie, dependendo das condições do paciente, dizem especialistas.

    DIAGNÓSTICO

    As novas diretrizes da cariologia (área do conhecimento que estuda cáries)afastam o motorzinho da boca das pessoas menos por novas tecnologias e mais pela preocupação com diagnósticos precisos.

    “Tratamentos invasivos vêm perdendo espaço, é uma tendência”, afirma o cirurgião-dentista Rodrigo Moraes. Ele diz que antes se acreditava que um pontinho preto no dente contaminava toda a área ao redor.

    José Imparato compara a situação com cirurgias cardíacas que antes precisavam da abertura do peito e hoje são resolvidas com pequenas incisões. “É claro que a pessoa vai preferir a menos invasiva.”

    “Às vezes a lesão não é visível. Quem se incomoda é o dentista, não o paciente”, diz o presidente da ABO. Ele afirma que, se antes o explorador dental (o pequeno gancho dos dentistas) era passado bruscamente pelos dentes à procura da cárie, hoje o diagnóstico se baseia mais no visual e em radiografias.

    Contudo, manter bons hábitos de higiene bucal, como escovação, uso de fio dental e escovas interdentais é o melhor tratamento não invasivo, segundo Moraes.

    “Em tempos de crise as pessoas tendem a negligenciar a ida ao dentista. É muito mais caro depois reconstituir dentes estragados do que investir um pouco na saúde bucal”, afirma o cirurgião-dentista.

    Fonte:Folha de São Paulo

Você sabe a diferença entre o leite anterior e o posterior?

Os dois são importantes para a saúde do seu bebê. Lembre-se de não deixar a mama muito cheia, para não “empedrar”. Sempre que a mulher perceber os seios pesados ou com nódulos endurecidos, é necessário fazer massagem e retirar o leite. #Amamentação

http://bit.ly/2fCesPV

leite

Sorriso bonito é sinal de saúde e autoestima elevada. Está mais que comprovado o seu poder nas relações profissionais e pessoais, por isso a importância em cuidar tanto da nossa boca. Mas se você tem notado um sangramento na gengiva durante sua higiene, atenção! Isso é sinal de uma gengivite. “Por ser uma inflamação, a gengivite é causada pela presença da bactéria na gengiva causando sangramento. Se a escovação está deficiente esse acúmulo de placa bacteriana na superfície do dente vai causar o problema”, explica a dentista Dra Luciana . Não dê espaço para essa inimiga bucal e previna-se.

SANGRAMENTO É SEMPRE UMA GENGIVITE?

Segundo Luciana, a gengivite é o primeiro sintoma de toda doença gengival, então quando há sangramento é um gengivite que pode ser pura e simples, mas também pode significar uma periodontite, ou seja, estágio mais avançado e perigoso do problema. “A gengivite pode aparecer também em alguns casos de escovação traumática, quando a pessoa faz muita força para escovar e acaba ferindo a gengiva, ficando inchada e sensível ou quando a movimentação ortodôntica for exagerada, mas são casos mais raros”.

1

HIGIENE BUCAL DIÁRIA COMBATE A GENGIVITE

Não tem outro jeito, assim como para evitar qualquer problema bucal é necessário higiene bucal correta e diária, com a gengivite não é diferente. É a sua limpeza que vai impedir que os sintomas apareçam na sua boca. “O uso do fio dental e escovação após todas as refeições são hábitos saudáveis e preventivos”, indica. Além disso, a profissional recomenda o uso do enxaguante bucal como complemento da higiene. “De preferência o enxaguante bucal sem álcool para não irritar a mucosa”.

DANDO UM FIM NA GENGIVITE

Luciana explica que no caso de pessoas que fazem tratamento de gengivite mais generalizada devem ir ao consultório do seu dentista com mais frequência, e não apenas de 6 em 6 meses como é indicado para visitas de rotina. “O dentista fará uma limpeza de toda placa dental, raspagem sub e supragengival e, ainda, dará dicas de como deve ser feita a correta higiene com fio dental e escovação”, explica.

O MELHOR CREME DENTAL

Invista hoje mesmo na saúde da sua gengiva com creme dental para gengivas saudáveis. Especialmente desenvolvido para evitar a gengivite,além de reduzir a placa bacteriana.

Fonte:Sorrisologia