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Saiba mais sobre apneia do sono

Apneia obstrutiva do sono

 

​O que é 
Apneia significa “parada de respiração”. A apneia do sono é o distúrbio no qual o indivíduo sofre breves e repetidas interrupções da respiração enquanto dorme.
Quando isso acontece, o paciente pode roncar alto ou causar ruídos sufocantes enquanto tenta respirar. O cérebro e o corpo do mesmo são privados de oxigênio. Isso pode acontecer algumas vezes por noite, ou em casos mais graves, centenas de vezes por noite. Na tentativa de reestabelecer a patência da via aérea superior, ocorrem diversos despertares.
Esses despertares são muitas vezes breves, às vezes durando apenas poucos segundos, e essa é a razão pela qual o indivíduo afetado geralmente não percebe que os apresenta durante o sono. Este padrão se repete durante a noite e um paciente com apnéia severa do sono pode acordar centenas de vezes por noite.
Mesmo que os despertares sejam geralmente muito curtos, eles fragmentam e interrompem o ciclo do sono. Essa fragmentação do sono pode causar níveis significativos de fadiga e sonolência diurna, que são sintomas comuns da apneia do sono.
Sintomas
Os sinais e sintomas mais associados com a apneia do sono são roncos, apneias testemunhadas pelo companheiro de cama e sonolência excessiva diurna. As pausas respiratórias podem terminar em engasgos, sensação de sufocamento, vocalizações ou breves despertares.
Como resultado ocorre a fragmentação do sono e consequente sonolência diurna e cansaço, sintomas subjetivos e que muitas vezes não são reconhecidos pelo paciente. Nesses indivíduos um substancial aumento do risco de acidentes automobilísticos e profissionais acontece pela sonolência excessiva, que pode ser medida pela escala de Epworth.
A apneia do sono pode gerar no indivíduo a sensação de cansaço pela manhã e sensação de sono não reparador, ainda que o mesmo tenha tido uma noite de sono longa e aparentemente tranquila. Durante o dia ainda pode ocorrer dificuldade para a concentração ou pode até mesmo episódios de sono incontroláveis e isso ocorre pelos diversos despertares, mesmo que inconscientes, ao longo da noite.
Ao contrário dos sintomas acima descritos, a insônia não é considerada um sintoma comum da apneia do sono e, quando aparece, é mais frequente nas mulheres com apneia.
Os principais sintomas da apneia do sono são:
  • ​Ronco alto ou frequente
  • Pausas respiratórias presenciadas durante o sono
  • Sons sufocantes ou ofegantes e sensação de sufocamento durante o sono
  • Sonolência diurna ou fadiga
  • Sono fragmentado
  • Dor de cabeça matinal
  • Nocturia (acordar durante a noite para ir ao banheiro urinar)
  • Dificuldade na concentração
  • Perda de memória
  • Diminuição do desejo sexual
  • Irritabilidade
Outros sintomas incluem boca seca ao despertar e salivação excessiva, provavelmente devido à respiração oral, além de sono agitado e sudorese noturna, pelo aumento do esforço respiratório.
Devido a apneias repetidas, hipóxia intermitente e desequilíbrio do sistema nervoso autônomo, os pacientes têm maior risco de desenvolver aterosclerose, hipertensão arterial sistêmica, insuficiência coronariana, arritmias e acidente vascular encefálico.
Fatores de risco
O principal fator de risco para a apneia do sono é o excesso de peso corporal. Indivíduos com excesso de peso ou obesidade são mais propensos a ter apneia do sono. No entanto,  também pode ocorrer em pessoas magras.
Os fatores de risco comuns para a apneia do sono incluem:
– Excesso de peso
A obesidade, classificada como um índice de massa corporal (IMC) acima de 30 ou mesmo o sobrepeso (IMC) acima de 25 é um fator de risco bem estabelecido para a apneia do sono.
– Aumento da circunferência do pescoço
Mesmo na ausência de obesidade, valores acima de 40 cm de circunferência cervical estão associados a um risco aumentado para apneia do sono.
– Idade
A apneia do sono pode ocorrer em qualquer idade. No entanto, é mais comum em indivíduos mais velhos.
– Gênero
A apneia do sono é mais comum nos homens do que nas mulheres. Para as mulheres, o risco de apnéia do sono aumenta após a menopausa.
 – Hipertensão arterial
A pressão arterial elevada é extremamente comum em pessoas com apneia no sono.
– Deformidades Craniofaciais
Principalmente envolvendo anormalidades mandibulares, como micrognatia ou retrognatia e condições congênitas (síndromes de Marfan, de Down e de Pierre Robin).
– Hipertrofia de Amígdalas ou adenoides
Essa associação ocorre principalmente em crianças.
– História familiar
Especula-se que a apneia do sono é dependente, em aproximadamente 40% dos casos, de uma combinação genética e, em 60%, de influências ambientais. Isso significa que indivíduos com familiares que possuem o diagnóstico têm um maior risco de apresentar apneia do sono.
Os traços hereditários que aumentam o risco de apneia do sono incluem obesidade e características físicas, como alterações maxilares. Outros fatores familiares comuns – como atividade física e hábitos alimentares – também podem desempenhar um papel.
Tipos/ classificação
A classificação da apneia do sono é baseada no resultado do índice de apneia e hipopneia por hora de sono (IAH) de seu exame diagnóstico: A polissonografia.
Pode ser classificada em:
  • ​Leve : IAH maior ou igal a 5 e menor ou igual a 15
  • Moderada : IAH maior que 15 e menor o igual a 30
  • Grave: IAH maior que 30
Para a confirmação diagnóstica é necessária a realização de um exame do sono. O exame padrão-ouro para a avaliação dos distúrbios respiratórios do sono é o estudo polissonográfico de noite inteira, realizado no laboratório sob supervisão de um técnico habilitado (saiba mais sobre esse exame clicando aqui), porém existem outras opções diagnósticas, como a polissonografia domiciliar (exame polissonografico de noite inteira realizado no conforto de sua própria casa).
Outros dispositivos de rastreamento do sono podem ser capazer de detectar a apneia do sono, porém devem ser selecionados a alguns pacientes, como aqueles sem comorbidades e alta com suspeita diagnóstica.
Tratamento
Uma vez estabelecido o diagnóstico de apneia obstrutiva do sono , o paciente deve ser incluído na decisão de uma estratégia de tratamento adequada baseado nas comorbidades do paciente e na gravidade do caso.
As principais opções de tratamento incluem :
– Tratamento conservador:
É realizado por intermédio da higiene do sono e do emagrecimento. Simples medidas, como a retirada de bebidas alcoólicas e de certas drogas (benzodiazepínicos, barbitúricos e narcóticos), a adequada posição do corpo (nos pacientes com apneia relacionada ao decubito) podem ser eficazes para o tratamento de SAOS.
– Fonoterapia:
Exercícios orofaríngeos supervisionados por Fonoaudióloga especializada em Medicina do sono, visando fortalecer a musculatura da via aérea superior.
– CPAP:
O aparelho chamado CPAP (do inglês, Continuous Positive Airway Pressure) consiste em um pequeno compressor de ar muito silencioso de alta tecnologia que gera e direciona um fluxo contínuo de ar, (40-60 L/min), através de um tubo flexível, para uma máscara nasal ou nasobucal confortavelmente aderida à face do indivíduo.
– Tratamento com aparelhos intraorais (AIOs):
Existem atualmente dois modelos de AIOs utilizados para o controle de SAOS: os de avanço mandibular e os dispositivos de retenção lingual. Para apneia do sono o mais indicado é o aparelho de avanço mandibular e seu mecanismo de ação se baseia na extensão/distensão das vias aéreas superiores pelo avanço da mandíbula. Essa distensão previne o colapso entre os tecidos da orofaringe e da base da língua, evitando o fechamento da via aérea superior.
Além de representar uma modalidade de tratamento não invasiva, ter um baixo custo, ser reversível e de fácil confecção, os AIOs vêm sendo cada vez mais utilizados, com sucesso,  para o controle de SAOS leve.
Os AIOs também podem ser uma opção de tratamento para os indivíduos com SAOS moderada e grave que não aceitam CPAP e para aqueles que são incapazes de tolerar ou que falharam nas tentativas do seu uso.
– Tratamento cirúrgico:
As cirurgias direcionadas para SAOS têm por objetivo a modificação dos tecidos moles da faringe (palato, amígdalas, pilares amigdalianos e base da língua) ou ainda do esqueleto (maxila, mandíbula e hioide).
Autoteste
As seguintes perguntas irão ajudá-lo a avaliar o risco de apnéia do sono:
1. Você experimenta algum desses problemas?
– Sonolência diurna
– Sono não reparador
– Fadiga
– Insônia
2. Você já acordou com sensação de sufocamento ou engasgo ?
3. O seu parceiro/a de cama percebeu que você ronca ou apresenta pausas respiratórias enquanto dorme?
4. Você tem algum desses outros sintomas?
Nocturia (acordar durante a noite para ir ao banheiro urinar)
Dor de cabeça matinal
Dificuldade em concentrar
Perda de memória
Diminuição do desejo sexual
Irritabilidade
5. Você possui alguma dessas características físicas?
Obesidade – índice de massa corporal (IMC) de 30 ou superior
Tamanho grande da circunferência do pescoço –
Língua ou amígdalas amplas
Maxila embutida
Pólipos nasais ou desvio de septo
6. Você tem algum desses problemas médicos que são comuns em pessoas com apneia do sono?
Pressão alta
Hipertensão Pulmonar
Distúrbios do humor
Doença arterial coronariana
Acidente vascular encefálico
Insuficiência cardíaca congestiva
Arritmias cardíacas
Diabetes tipo 2 ou Resistência insulínica
Fonte: Hospital Israelita Albert Einstein
dra. Nathalia Borio, pneumologista do Einstein 
Fotos:Internet (Podem ter direitos autorais)

​Qual a relação do sangramento nasal com o tempo seco?

Baixo teor de umidade no ar ambiente pode resultar em secura e irritação das mucosas. Este fator é comum nos meses de inverno, e nos locais com aquecimento central, sem umidificadores.

A vermelhidão da mucosa do nariz, que acompanha a rinite alérgica ou viral, pode propiciar pequenos traumas, levando ao sangramento.

​​O que fazer na h​ora do sangramento?

Sangramentos nasais são muito comuns, mas nem sempre graves. As principais causas são exposição ao ar seco e manipular o interior do nariz.

Se seu nariz ou de seu filho começar a sangrar, o principal é saber como proceder, a maioria dos casos cessa espontaneamente. E como saber se é sério ou não? Quando procurar o Hospital?

Você deve procurar um médico se o sangramento:

  • em grande quantidade, causando dificuldade de respirar
  • lhe deixar muito pálido, cansado ou com confusão mental
  • não cessar, mesmo com as auto- medidas realizadas em casa
  • acontecer logo após uma cirurgia do nariz, ou se você tem, sabidamente, alguma lesão intra-nasal
  • vier acompanhado de outros sintomas, como dor no peito
  • acontecer após algum trauma, como ser atingido na face
  • não parar, e você fizer uso de algum anticoagulante ou anti agregante plaquetário

Como evitar?

  • use um umidificador no quarto
  • deixe sempre a mucosa nasal úmida, através de sprays nasais/soro fisiológico
  • tome cuidado ao manipular seu nariz, para evitar pequenos traumas, que podem levar a um sangramento.

Qual o tratamento?

Algumas medidas podem ser auto- realizadas em casa, no momento do sangramento:

  1. Assoe o nariz. Isso pode aumentar o sangramento num primeiro momento, não se assuste!
  2. Fique sentado ou em pé com a cabeça inclinada para frente. NÃO deite ou coloque a cabeça para trás!
  3. Aperte suas narinas por alguns segundos (na ponta do nariz)
  4. Fique pressionando seu nariz, com papel descartável, por alguns minutos (respire pela boca)
  5. Se o sangramento persistir, repita os passos. Se mesmo assim não parar de sangrar, procure o pronto atendimento.
Fonte: Hospital A.Einstein
fernanda domingos giglio petreche
e Juliana aparecida soares

Você ronca ? Leia aqui

Ronco e Apneia do Sono     

Quem não conhece alguém que ronca? E quem não conhece alguém que ronca, ser motivo de chacota? Sim, o ronco é uma doença que causa constrangimento e segmentação social e pode levar a uma outra doença que causa ainda maiores danos, a chamada apneia do sono.

Guy Sofá Dormir Homem Livro Exploração Ron

Apesar da restrição social imposta pelo ronco, esta primeira doença não causa, em curto prazo, danos físicos definitivos.
Entretanto, o ronco é uma doença progressiva, que tende a, gradualmente, agravar-se até o ponto de evoluir para uma patologia chamada Apneia do Sono. A apneia do sono consiste em paradas respiratórias durante o sono, por no mínimo 10 segundos seguidos.
Calculamos a sua gravidade pelo número de paradas por hora que o indivíduo tem, por exemplo. Um índice de 15 (IAH) significa que durante o sono, ele para de respirar pelo menos 10 segundos, 15 vezes por hora. Essas paradas podem chegar a 120 segundos (sendo considerada apenas 1 apneia), assim como o índice pode variar de 0 a mais de 100, ou seja, nenhuma ou mais de 100 apneias por hora.

A Academia Americana de Doenças do Sono as classificam assim:

Até 5 apneias por hora: normal
De 6 a 15 apneias por hora: leve
De 16 a 30 apneias por hora: moderada
Mais de 30 apneias por hora: severa

Alterações do Sono :

Sono agitado
Ronco
Pesadelos recorrentes
Terror noturno
Apneia do sono

Sintomas (se você apresenta um ou mais destes sintomas, você deve nos procurar para uma avaliação):

Sonolência durante o dia
Cansaço
Depressão
Perda de memória
Irritabilidade
Impotência

Sinais (riscos) :

Angina 
Síndrome metabólica e dificuldade de emagrecer 
Hipertensão arterial 
Infarto do miocárdio 
Acidente vascular cerebral 
(o apneico tem 5 vezes mais chance de ter um infarto ou AVC) 
Aumento do risco de acidentes automobilísticos 7 vezes superior

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Fatores predisponentes:

A obesidade e idade avançada são outros fatores que podem desencadear ou piorar a apneia. Estudos estão sendo realizados para a comprovação de doenças vinculadas a apneia do sono, inclusive, da Diabetes tipo II e alguns distúrbios do metabolismo.

Tratamentos:

Para o correto diagnóstico são necessários exames específicos solicitados por uma equipe médica multidisciplinar (cardiologistas, pneumologistas, otorrinolaringologistas e dentistas) para que seu tratamento seja realizado com total segurança e eficiência. O mais importante é a polissonografia, um exame onde você dorme em um laboratório e seu sono é monitorado durante toda a noite. Exame este indispensável.

Hoje, o tratamento de eleição, pela maior parte dos médicos envolvidos, é o CPAP (pressão positiva contínua). O CPAP é um aparelho que injeta ar sob pressão pelas narinas, fazendo a desobstrução das vias aéreas. É um tratamento altamente eficiente mas pouco aceito pelos pacientes por ter um custo elevado e ser de difícil adaptação.Por se tratar de um tubo que liga uma máscara facial (pacientes relatam muito incômodo com seu uso) a uma máquina que emite ruídos por toda noite, metade dos pacientes que usam o CPAP desistem do tratamento em 1 ano e 80% desistem em até 3 anos.

Existem ainda as cirurgias palatais de tecido mole (remoção de parte do céu da boca) que estão praticamente abolidas porque o paciente volta a ter apneias, e hoje essas cirurgias são indicadas em casos bem específicos, tendo uma efetividade ainda bastante duvidosa. As únicas cirurgias realizadas em pacientes com apneia, que realmente funcionam são as Ortognáticas (aquelas que deslocam os ossos da face), em especial aquelas que trazem os ossos maxilares acima de 1 cm para frente, mas elas são caras, restritas a alguns casos e por ter um pós-operatório nada agradável, essas cirurgias têm alto índice de rejeição, mas são as únicas que realmente curam.

Devido a isso, a odontologia vem desenvolvendo aparelhos intraorais (AIO) específicos para tratamento do ronco e da apneia do sono que possui um alto índice de aceitação e possui mais de 80% de eficiência comprovada. São aparelhos simples e confortáveis, que você pode levar onde quer que vá, resolvendo a sua apneia e seu ronco, mesmo que você esteja em uma viagem de avião ou ônibus.

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Os aparelhos intraorais não são os tratamentos mais eficientes, mas são os que garantem os melhores resultados, a custos acessíveis, pouco invasivo e reversível, sem incomodar a sua noite de sono e de seu parceiro(a).    Fonte:Neon

  •  Usamos Aparelhos PPV

  • Monitoramento do ronco

  • MONITORAMENTO DIGITAL DA APNEIA DO SONO

 Fazemos o monitoramento da apneia do sono  através da tecnologia Biologix.

Biologix é uma solução com validação clínica, inovadora, fácil de usar e de baixo custo. Com apenas o sensor sem fio Oxistar e um smartphone com o aplicativo instalado,  monitoramos a apneia do sono em casa, sem complicações.

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“Cárie pega?”

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Cárie pega????

Vez por outra assistimos na TV ou lemos em matérias jornalísticas que a cárie pega e que se pode evitar transmitir cárie para crianças evitando beijá-las, evitando provar ou soprar a comidinha, etc. Entretanto, não existe evidência científica de que essas medidas contribuam efetivamente para reduzir o risco de cárie em crianças. Todas as pessoas têm na boca microrganismos que podem produzir ácidos que vão promover a desmineralização dos tecidos duros dos dentes. Entretanto, para que isso aconteça, é necessário consumir açúcares. Assim, devemos pensar na cárie como uma doença associada ao estilo de vida e não como doença transmissível e para preveni-la devemos evitar que hábitos de dieta prejudiciais à saúde dos dentes sejam transmitidos.

Cárie pega pelo beijo ?

Então, cárie é doença transmissível? Não.

Cárie pega pelo beijo? Não.

E será que devemos continuar nos referindo à cárie como “doença infecciosa”? No sentido convencional, provavelmente não.

Em um instigante artigo científico publicado este ano Simón-Soro e Mira explicam porque a cárie dentária deve ser considerada uma disbiose e não uma doença infecciosa.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25435135 

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Fonte:Crescer Sorrindo UERJ

Doenças autoimunes

Como surgem as doenças autoimunes? Estudo avança compreensão sobre o tema

Pesquisadores da USP usam sistema CRISPR/Cas9 para manipular o gene Aire e, dessa forma, entender melhor como ele atua no controle de doenças autoimunes

O sistema imunológico humano às vezes falha em sua função de reconhecer tecidos e órgãos como elementos próprios do corpo e passa a atacá-los como se fossem estranhos. Esse erro de identificação é denominado autoimunidade agressiva e desencadeia doenças como a síndrome poliglandular autoimune tipo 1 (APS-1) e o diabetes mellitus do tipo 1.Nos últimos anos descobriu-se que dois genes, que atuam nas células da medula do timo (células mTEC), controlam a autoimunidade agressiva: o Fezf2 (sigla em inglês de forebrain-expressed zinc finger 2) e, principalmente, o Aire (sigla em inglês de autoimmune regulator).

Um grupo de pesquisadores das faculdades de Medicina (FMRP) e de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP) da Universidade de São Paulo (USP) usou o sistema CRISPR/Cas9 – uma ferramenta de edição do DNA – para manipular o gene Aire e, dessa forma, entender melhor como ele atua no controle de doenças autoimunes.

O estudo, resultado de um projeto de pesquisa apoiado pela Fapesp e do trabalho de mestrado de Cesar Augusto Speck-Hernandez feito na FMRP-USP, foi publicado na revista Frontiers in Immunology. “Usamos, pela primeira vez, o CRISPR/Cas9 para ‘anular’ o Aire em células mTEC de camundongos cultivadas in vitro [fora do corpo dos animais] e estudar o efeito da perda de função desse gene”, disse Geraldo Aleixo Passos, professor da FMRP e da FORP-USP e coordenador do projeto.

Passos explica que as doenças autoimunes são desencadeadas por autoanticorpos (que reagem contra o próprio corpo) ou pelos linfócitos T autoagressivos. Essas células, provenientes dos “timócitos”, são “educadas” na glândula do timo (um órgão torácico, situado logo à frente do coração) para não atacar os elementos próprios do corpo. Quando essa educação falha, o timo deixa escapar para o resto do corpo linfócitos T autoagressivos que podem agredir órgãos, como a glândula suprarrenal (causando a síndrome APS-1) ou o pâncreas, onde destroem as células produtoras de insulina e provocam o surgimento do diabetes mellitus do tipo 1.

Pesquisadores da área de imunologia sempre associaram a função do gene Aire com a eliminação dos timócitos autoagressivos, pois os pacientes com a síndrome APS-1, por exemplo, apresentam mutações na sequência do DNA desse gene. Mas ainda não havia uma demonstração cabal que validasse essa associação. “Decidimos testar a hipótese de que o gene Aire estaria envolvido na eliminação dos timócitos autoagressivos ao controlar a adesão física ou contato deles com as células mTEC. Sem o contato físico com as células mTEC os timócitos autoagressivos não são eliminados”, disse Passos.

Edição do gene

Os pesquisadores intuíram que, se os pacientes com doenças autoimunes apresentam mutações no Aire, o gene perderia a função de controlar a adesão entre as células mTEC e os timócitos autoagressivos.

A fim de testar essa hipótese, eles usaram o CRISPR/Cas9 para romper o DNA do gene Aire de células mTEC de camundongos e provocar mutações nele, a fim de possibilitar a perda de sua função original.

Para funcionar, um gene tem que estar íntegro, ou seja, não pode ter mutações deletérias. Quando o DNA dele é rompido por meio do CRISPR/Cas9, a célula dispara um sistema emergencial de “reparo” para reunir novamente a dupla fita antes que ela morra. Como esse sistema de reparo não é muito eficiente, a própria célula gera erros na sequência do gene-alvo, que resultam em mutação, explicou Passos. “O gene-alvo mutante geralmente perde a sua função original e isso ocasiona algum problema na célula mutante”, disse.

Os pesquisadores da USP observaram que as células mTEC Aire mutantes se mostraram menos capazes de aderir aos timócitos quando comparadas com as células normais, chamadas Aire selvagens.

Ao fazer o sequenciamento do transcriptoma, ou seja, do conjunto completo dos RNAs mensageiros (mRNAs, codificadores de proteínas) das células mTEC Aire mutantes e das selvagens, eles observaram que o gene Aire também controla mRNAs codificadores de proteínas envolvidas com a adesão célula-célula.

Em um estudo anterior, feito durante o trabalho de mestrado de Nicole Pezzi, sob orientação de Passos, os pesquisadores demonstraram por meio de uma técnica de silenciamento gênico, chamada RNA interferente, que o gene Aire realmente controla a adesão entre as células mTEC e os timócitos. “Essas novas constatações reforçam a tese de que o gene Aire está implicado na adesão mTECs-timócitos, que é um processo essencial para eliminação das células autoagressivas e prevenção das doenças autoimunes”, disse Passos, pesquisador associado ao Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiado pela Fapesp.

Na avaliação dele, a utilização da técnica CRISPR/Cas9 abre perspectivas importantes de pesquisa no sentido de “editar” o genoma das células mTEC de camundongos de laboratório de modo a “mimetizar” as mutações do gene Aire encontradas nos pacientes com doenças autoimunes. “Isso facilitará muito as pesquisas sobre o efeito das mutações patogênicas do gene Aire. Como os genomas do homem e do camundongo são muito parecidos em termos de sequências de DNA [mais de 80% de identidade], poderemos continuar a utilizar o CRISPR/Cas9 nas células desse animal para estudar os mecanismos da autoimunidade agressiva que acontece em humanos e quem sabe, no futuro, tentar corrigi-los”, finaliza Passos.

Fonte e foto: Agência Fapesp

Quer evitar que seu filho tenha sobrepeso ou se torne obeso?

Nenhum texto alternativo automático disponível.

A obesidade em crianças tem crescido assustadoramente e as pesquisas para entender as razões desse crescimento têm incluído o estudo da microbiota intestinal. Este estudo mostra que mães obesas ou com sobrepeso têm maior chance de terem filhos que sejam obesos ou tenham sobrepeso com 1 e 3 anos de idade. Além disso, a chance é maior se a criança tiver nascido de parto cesariana. Futuras mamães, muita atenção então ao peso antes mesmo de pensar em engravidar! Seus filhos serão eternamente gratos.

Fonte: Crescer Sorrindo-UERJ

Cárie de mamadeira

  • No caso de uma má higiene bucal dos bebês. os dentes podem sofrer desmineralização, apresentar primeiramente manchas brancas e depois irem perdendo estrutura de esmalte e dentina, podendo causar dor, grandes destruições dentárias, e levar até à necessidade de tratamento de canal ou extrações.
Para evitar cáries de mamadeira ou PRECOCE DE INFÂNCIA:
  • Realizar a limpeza após cada mamada
  • Não deixar que a criança adormeça mamando,
  • Evitar alimentar o bebê durante a madrugada .
  • Não dar líquidos adocicados com frequência ao longo do dia.

Mamão papaia tem ação anticancerígena

Pesquisa da USP revela que mamão papaia tem ação anticancerígena

Substâncias presentes no mamão colocadas em contato com células de tumores do intestino diminuíram sua proliferação

Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), no Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), revelou que o mamão papaia, dependendo do ponto de amadurecimento, inibe a proliferação de células de câncer no intestino. A descoberta, de João Paulo Fabi e Samira Prado, foi publicada no Scientific Reports, publicação do grupo Nature.

A pesquisa, que analisou tumores humanos, foi realizada in vitro. Os resultados relacionaram a modificação das estruturas das fibras alimentares – dentre elas a pectina – com os efeitos da pectina em células cancerígenas.

Foi observado que as pectinas diminuíram a interação entre as células de câncer e as proteínas da matriz extracelular. Os estudos devem avançar agora para a etapa in vivo, quando se verificará se os resultados encontrados se repetem em organismos vivos.

O Núcleo de Divulgação Científica da USP produziu um vídeo detalhado sobre a pesquisa, clique aqui para visualizar.

Fonte: Jornal da USP  

Não existe a menor dúvida de que os agentes anestésicos são uma das mais importantes conquistas da medicina com impacto importante no bem-estar das pessoas. Entretanto, não se pode ignorar que, como qualquer fármaco, agentes anestésicos também podem produzir efeitos prejudiciais à saúde. Suspeita-se que substâncias usadas em anestesia geral possam comprometer o desenvolvimento cerebral quando usadas em crianças antes dos 3 anos de idade. Ainda não existe comprovação desse efeito mas até que melhores evidências estejam disponíveis é importante ficar atento e exercitar a precaução. Naturalmente, procedimentos importantes que necessitam ser feitos sob anestesia geral não devem ser adiados mas, para os procedimentos eletivos, vale pesar com cuidado riscos e benefícios. Por exemplo, será que vale a pena submeter um bebê com menos de um ano de idade à anestesia geral para realizar a frenotomia(para a qual nem existe comprovação científica de benefício!)?

Fonte: UERJ – Crescer sorrindo