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Doenças autoimunes

Como surgem as doenças autoimunes? Estudo avança compreensão sobre o tema

Pesquisadores da USP usam sistema CRISPR/Cas9 para manipular o gene Aire e, dessa forma, entender melhor como ele atua no controle de doenças autoimunes

O sistema imunológico humano às vezes falha em sua função de reconhecer tecidos e órgãos como elementos próprios do corpo e passa a atacá-los como se fossem estranhos. Esse erro de identificação é denominado autoimunidade agressiva e desencadeia doenças como a síndrome poliglandular autoimune tipo 1 (APS-1) e o diabetes mellitus do tipo 1.Nos últimos anos descobriu-se que dois genes, que atuam nas células da medula do timo (células mTEC), controlam a autoimunidade agressiva: o Fezf2 (sigla em inglês de forebrain-expressed zinc finger 2) e, principalmente, o Aire (sigla em inglês de autoimmune regulator).

Um grupo de pesquisadores das faculdades de Medicina (FMRP) e de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP) da Universidade de São Paulo (USP) usou o sistema CRISPR/Cas9 – uma ferramenta de edição do DNA – para manipular o gene Aire e, dessa forma, entender melhor como ele atua no controle de doenças autoimunes.

O estudo, resultado de um projeto de pesquisa apoiado pela Fapesp e do trabalho de mestrado de Cesar Augusto Speck-Hernandez feito na FMRP-USP, foi publicado na revista Frontiers in Immunology. “Usamos, pela primeira vez, o CRISPR/Cas9 para ‘anular’ o Aire em células mTEC de camundongos cultivadas in vitro [fora do corpo dos animais] e estudar o efeito da perda de função desse gene”, disse Geraldo Aleixo Passos, professor da FMRP e da FORP-USP e coordenador do projeto.

Passos explica que as doenças autoimunes são desencadeadas por autoanticorpos (que reagem contra o próprio corpo) ou pelos linfócitos T autoagressivos. Essas células, provenientes dos “timócitos”, são “educadas” na glândula do timo (um órgão torácico, situado logo à frente do coração) para não atacar os elementos próprios do corpo. Quando essa educação falha, o timo deixa escapar para o resto do corpo linfócitos T autoagressivos que podem agredir órgãos, como a glândula suprarrenal (causando a síndrome APS-1) ou o pâncreas, onde destroem as células produtoras de insulina e provocam o surgimento do diabetes mellitus do tipo 1.

Pesquisadores da área de imunologia sempre associaram a função do gene Aire com a eliminação dos timócitos autoagressivos, pois os pacientes com a síndrome APS-1, por exemplo, apresentam mutações na sequência do DNA desse gene. Mas ainda não havia uma demonstração cabal que validasse essa associação. “Decidimos testar a hipótese de que o gene Aire estaria envolvido na eliminação dos timócitos autoagressivos ao controlar a adesão física ou contato deles com as células mTEC. Sem o contato físico com as células mTEC os timócitos autoagressivos não são eliminados”, disse Passos.

Edição do gene

Os pesquisadores intuíram que, se os pacientes com doenças autoimunes apresentam mutações no Aire, o gene perderia a função de controlar a adesão entre as células mTEC e os timócitos autoagressivos.

A fim de testar essa hipótese, eles usaram o CRISPR/Cas9 para romper o DNA do gene Aire de células mTEC de camundongos e provocar mutações nele, a fim de possibilitar a perda de sua função original.

Para funcionar, um gene tem que estar íntegro, ou seja, não pode ter mutações deletérias. Quando o DNA dele é rompido por meio do CRISPR/Cas9, a célula dispara um sistema emergencial de “reparo” para reunir novamente a dupla fita antes que ela morra. Como esse sistema de reparo não é muito eficiente, a própria célula gera erros na sequência do gene-alvo, que resultam em mutação, explicou Passos. “O gene-alvo mutante geralmente perde a sua função original e isso ocasiona algum problema na célula mutante”, disse.

Os pesquisadores da USP observaram que as células mTEC Aire mutantes se mostraram menos capazes de aderir aos timócitos quando comparadas com as células normais, chamadas Aire selvagens.

Ao fazer o sequenciamento do transcriptoma, ou seja, do conjunto completo dos RNAs mensageiros (mRNAs, codificadores de proteínas) das células mTEC Aire mutantes e das selvagens, eles observaram que o gene Aire também controla mRNAs codificadores de proteínas envolvidas com a adesão célula-célula.

Em um estudo anterior, feito durante o trabalho de mestrado de Nicole Pezzi, sob orientação de Passos, os pesquisadores demonstraram por meio de uma técnica de silenciamento gênico, chamada RNA interferente, que o gene Aire realmente controla a adesão entre as células mTEC e os timócitos. “Essas novas constatações reforçam a tese de que o gene Aire está implicado na adesão mTECs-timócitos, que é um processo essencial para eliminação das células autoagressivas e prevenção das doenças autoimunes”, disse Passos, pesquisador associado ao Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiado pela Fapesp.

Na avaliação dele, a utilização da técnica CRISPR/Cas9 abre perspectivas importantes de pesquisa no sentido de “editar” o genoma das células mTEC de camundongos de laboratório de modo a “mimetizar” as mutações do gene Aire encontradas nos pacientes com doenças autoimunes. “Isso facilitará muito as pesquisas sobre o efeito das mutações patogênicas do gene Aire. Como os genomas do homem e do camundongo são muito parecidos em termos de sequências de DNA [mais de 80% de identidade], poderemos continuar a utilizar o CRISPR/Cas9 nas células desse animal para estudar os mecanismos da autoimunidade agressiva que acontece em humanos e quem sabe, no futuro, tentar corrigi-los”, finaliza Passos.

Fonte e foto: Agência Fapesp

Quer evitar que seu filho tenha sobrepeso ou se torne obeso?

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A obesidade em crianças tem crescido assustadoramente e as pesquisas para entender as razões desse crescimento têm incluído o estudo da microbiota intestinal. Este estudo mostra que mães obesas ou com sobrepeso têm maior chance de terem filhos que sejam obesos ou tenham sobrepeso com 1 e 3 anos de idade. Além disso, a chance é maior se a criança tiver nascido de parto cesariana. Futuras mamães, muita atenção então ao peso antes mesmo de pensar em engravidar! Seus filhos serão eternamente gratos.

Fonte: Crescer Sorrindo-UERJ

Mamão papaia tem ação anticancerígena

Pesquisa da USP revela que mamão papaia tem ação anticancerígena

Substâncias presentes no mamão colocadas em contato com células de tumores do intestino diminuíram sua proliferação

Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), no Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), revelou que o mamão papaia, dependendo do ponto de amadurecimento, inibe a proliferação de células de câncer no intestino. A descoberta, de João Paulo Fabi e Samira Prado, foi publicada no Scientific Reports, publicação do grupo Nature.

A pesquisa, que analisou tumores humanos, foi realizada in vitro. Os resultados relacionaram a modificação das estruturas das fibras alimentares – dentre elas a pectina – com os efeitos da pectina em células cancerígenas.

Foi observado que as pectinas diminuíram a interação entre as células de câncer e as proteínas da matriz extracelular. Os estudos devem avançar agora para a etapa in vivo, quando se verificará se os resultados encontrados se repetem em organismos vivos.

O Núcleo de Divulgação Científica da USP produziu um vídeo detalhado sobre a pesquisa, clique aqui para visualizar.

Fonte: Jornal da USP  

MEU FILHO CHUPA O DEDO.E AGORA?

Tira a mão daí!

Minha filha tem 3 anos e chupa o dedo o tempo todo, desde que nasceu. Isso já interferiu nos dentes e na fala. O que eu faço?

Por Cláudia Rezende, mãe de Clara, 3 anos – atualizada em 

Essa é a clara (Foto: Arquivo pessoal)
Apoio profissional

Apesar de trazer conforto e acalmar, a mania de chupar o dedo tem consequências negativas. Por experiência própria, nunca quis isso para minha filha. Prometemos presentes, demos remédios, mas nada adiantou. Até que fomos a uma odontopediatra que conversou com ela e explicou como isso poderia prejudicá-la. Dali em diante, ela decidiu por conta própria que iria parar. Deu certo!
Bruna Fadelli, mãe de Bárbara, 7 anos

Ajuda extra

Minha filha tinha esse costume à noite. Então, demos a ela uma boneca e falamos que ela iria “protegê-la”. Ela se sentiu mais segura assim. Fica a dica!
Katiuscia Faustini, mãe de Letícia, 9 anos, e Izadora, 4

Insistência

Depois de várias tentativas, resolvemos na base da conversa. Quando ela estava com o dedo na boca, pedíamos a ela que o tirasse dali. Não teve segredo. Aos poucos, ela foi deixando esse hábito e hoje não temos mais problemas.
Daniela Marques, mãe de Pietra, 6 anos

Acordo                                                                                                                                        Fiz uma proposta ao meu filho: se ficasse alguns dias sem chupar o dedo, poderia escolher um brinquedo. Não foi fácil, mas, ao final, ele conseguiu o presente e nunca mais colocou o dedo na boca.

Joyce Galhardo, mãe de Heitor, 9 anos

Palavra de especialista

Paciência e diálogo
Não há nada de errado em chupar o dedo, desde que não se torne um hábito. Os bebês começam a sugar a língua e os dedos ainda no útero da mãe, quando se preparam instintivamente para a amamentação. Nos primeiros meses de vida, é por meio da boca e da sucção que os pequenos se alimentam e se sentem seguros. O problema aparece quando o reflexo se estende além do primeiro ano. No entanto, quando a criança começa a comer alimentos sólidos e a brincar mais, a tendência é que ela pare de chupar o dedo naturalmente. Caso isso não aconteça, fique de olho se o comportamento não está afetando o dia a dia dela. Algumas podem apresentar problemas na socialização, na fala e na estrutura da face por causa dessa mania. Nesses casos, o ideal é buscar ajuda especializada de um pediatra, psicólogo, odontopediatra ou fonoaudiólogo. Vale lembrar que a amamentação é a melhor forma de evitar o problema: além de satisfazer o instinto de sugar, a criança não precisa recorrer a chupetas e bicos artificiais. Para acabar com o hábito de modo tranquilo, incentive brincadeiras com o uso das mãos (de bater palminhas a blocos de montar). Distraídas, as crianças “esquecem” dos dedos. E não adianta ter pressa e usar métodos agressivos. Só com paciência e conversa seu filho vai entender e deixar de lado o costume.
Melina Amarins, psicóloga e psicopedagoga do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), e Helenice Biancalana, presidente da Associação Paulista de Odontopediatria

Revista Crescer

Estudo sugere ter identificado genes para barrar a progressão do câncer de tireoide

Pesquisa mostrou que a expressão de um conjunto de 52 microRNAs diminui à medida que a doença se torna mais agressiva

O câncer de tireoide é uma doença com bons índices de cura na maioria dos casos. Em 5% dos pacientes, porém, o tumor torna-se refratário aos tratamentos disponíveis e capaz de se disseminar pelo corpo e causar a morte.

Em um estudo conduzido no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), pesquisadores descobriram que, à medida que o tumor se torna mais agressivo, ocorre queda na expressão de 52 microRNAs – pequenas moléculas de RNA que não codificam proteínas, mas desempenham função regulatória em diversos processos celulares.

A investigação foi realizada durante o pós-doutorado de Murilo Vieira Geraldo, com apoio da FAPESP e supervisão da professora do ICB, Edna Teruko Kimura. Os resultados foram divulgados em artigo publicado na revista Oncotarget.

“Os dados obtidos até agora sugerem que esses microRNAs podem ser explorados como supressores tumorais. A ideia seria restaurar o nível dessas moléculas no tumor e verificar se, desse modo, conseguimos impedir a progressão da doença”, disse Geraldo, que atualmente é professor do Instituto de Biologia (IB) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Como contou o pesquisador, a maior parte dos experimentos de seu pós-doutorado foi feita em um modelo de camundongo geneticamente modificado. Nesse animal, o gene BRAF encontra-se mutado somente na tireoide. A alteração é similar à encontrada frequentemente em pacientes com tumores na tireoide ou com melanoma. “Quando essa mutação está presente, o câncer costuma ser mais agressivo. No caso dos camundongos, com apenas cinco semanas de vida eles já apresentam um tumor grande, com arquitetura tecidual característica de um carcinoma papilífero de tireoide. Esse modelo mimetiza o que acontece com esses 5% dos pacientes que morrem em decorrência da progressão da doença”, contou Geraldo.

O primeiro passo foi avaliar, à medida que a doença progredia nos camundongos, como se modificava a expressão dos microRNAs de uma maneira geral. Os cientistas então identificaram um grupo de moléculas com comportamento muito similar: altamente expressas nos animais mais jovens, com tumores menos agressivos, e reduzidas nos casos mais avançados.

Os cientistas então investigaram em qual região do genoma esses microRNAs eram codificados e descobriram que se trata de um local conhecido como braço longo do cromossomo 14 (banda cromossômica 14q32). “Coincidentemente, em 2015, foi publicado um artigo revelando a existência de uma condição rara conhecida como Temple syndrome, caracterizada justamente pela perda parcial ou total dessa região do genoma. O estudo mostrava que os portadores dessa síndrome tinham risco aumentado de câncer da tireoide. Isso reforçou nossa suspeita de que há nessa região do genoma algo importante para o funcionamento da tireoide”, explicou o pesquisador.

O passo seguinte foi avaliar como estava a expressão desses microRNAs em pacientes com tumores tireoidianos. Foram analisados, por meio de ferramentas de bioinformática, bancos públicos que armazenam dados genômicos de portadores da doença, como o The Cancer Genome Atlas (TCGA). Essa parte do projeto contou com a colaboração do professor Helder Nakaya, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP. Dados de 500 pacientes coletados na internet confirmaram que a expressão desses microRNAs está reduzida também em tumores humanos. “Quando olhamos para os alvos desses microRNAs, as moléculas de RNA com as quais eles interagem, percebemos que muitos deles regulam processos importantes para a progressão do câncer e a disseminação metastática, como migração e adesão celular”, comentou Geraldo.

Validação

De modo quase aleatório, o grupo do ICB selecionou um dos 52 microRNAs identificados no modelo animal – o miR-654 – para validar sua função em testes in vitro, feitos com linhagens de células tumorais tireoidianas humanas.

Os testes in vitro confirmaram que, quando a expressão do miR-654 – que estava baixa na linhagem tumoral – é restaurada a níveis equivalentes aos de uma condição sadia, as células passam a se proliferar menos, tornam-se menos capazes de migrar e morrem mais.

Em um novo projeto, que ainda está começando na Unicamp, Geraldo pretende identificar quais dos 52 microRNAs são mais interessantes para serem estudados mais detalhadamente e testados como alvos para terapia. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de tireoide é o mais comum na região da cabeça e pescoço, sendo três vezes mais frequente no sexo feminino. Dados do banco público SurveillanceEpidemiology and End Results (SEER) e do National Cancer Institute (Estados Unidos), revelam que a incidência da doença triplicou nos últimos 35 anos. O carcinoma papilífero é o subtipo de tumor tireoidiano mais comum, representando entre 75% e 80% dos casos.

Fonte e foto: Jornal da USP

BEBÊS NÃO DEVEM TOMAR SUCO DE FRUTAS ANTES DE 1 ANO

 

Academia Americana de Pediatria publicou em 2017 novas diretrizes em relação ao consumo de sucos por crianças que ainda não completaram um ano de vida.

Segundo a entidade, sucos de frutas in natura e industrializados não oferecem benefícios nutricionais para os bebês e devem ser evitados, por conta do alto índice de açúcar e calorias vazias que colaboram para aumentar as taxas de obesidade e problemas dentários.

A fruta em forma de suco acaba perdendo as fibras e alguns nutrientes no processo de preparo, o que, entre outros problemas, causa menos saciedade ao bebê. O leite materno ainda é o alimento mais recomendado para este período. A entrada de frutas in natura deve ser estimulada somente após os sexto mês de vida.

A ingestão dos sucos deve ocorrer de maneira gradual e limitada, e não deve ultrapassar os 120 ml diários para crianças de 1 a 3 anos de idade, 175 ml para crianças de 4 a 6 anos e a 250 ml para a faixa de 7 aos 18 anos, sempre dentro da ingestão diária recomendada de 2 a 2 ½ porções de frutas por dia.


Fonte :Drauzio Varela

Sorrisos das famosas: antes e depois de Grazi, Juliana Paes, Flávia Alessandra e mais

Há alguns anos, cuidar dos dentes não era prioridade para muita gente e também não havia tantos recursos. Com o avanço das tecnologias e descobertas da odontologia, as pessoas têm investido cada vez mais em um novo sorriso.

Além do clareamento, dentre as técnicas mais populares para deixar os dentes mais harmoniosos está a aplicação de lente de contato dental, que alinha, ajusta o formato e o tamanho dos dentes e ainda preenche os espaços entre eles.

Uma estimativa da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética aponta que, entre 2014 e 2015, houve um aumento de 300% na procura por este procedimento.

E temos provas de que um belo sorriso faz toda a diferença! Veja fotos do antes e depois dos sorrisos das famosas que deram uma repaginada nos dentes:

Antes e depois dos sorrisos das famosas

Sorriso de Flávia Alessandra

O sorriso atual de Flávia Alessandra merece aplausos. A atriz foi eleita pela Sociedade Brasileira de Odontologia Estética a dona do melhor sorriso de 2015. Este prêmio não foi conquistado de uma hora para a outra. Flávia faz um acompanhamento odontológico rigoroso há 12 anos. Na foto da esquerda, em 2002, seus dentes eram desalinhados e amarelados. Já em 2016, na foto à direita, ela exibe um sorrisão bem branquinho, alinhado e em um formato mais quadradinho.

Sorriso de Alessandra Ambrósio

Na foto à esquerda, em 2004, os dentes de Alessandra Ambrósio possuíam um aspecto infantil, eram pequenos, tortinhos e ainda havia uma pequena abertura entre os dentes incisivos centrais. Mas 13 anos depois o sorriso da modelo é outro! Apesar dos dentes debaixo ainda não estarem alinhados, os de cima estão bem certinhos, maiores e mais claros, até a falha entre os dentes desapareceu.

Sorriso de Juliana Paes

Os dentes de Juliana Paes têm chamado a atenção dos telespectadores, completamente alinhados e branquinhos. Em 2016, Juliana desbancou Flávia Alessandra e conquistou o prêmio de “Sorriso do Ano” pela Sociedade Brasileira de Odontologia Estética.

Sorriso de Cleo Pires

Apesar de serem alinhados, em 2005, na foto à esquerda, os dentes de Cleo Pires possuíam desníveis e tamanhos diferentes, dando a ilusão de que eram tortinhos. Atualmente a atriz exibe um sorrisão perfeito, pois além de estarem ainda mais branquinhos, todos os dentes seguem um padrão de formato e tamanho.

Sorriso de Grazi Massafera

Os dentes de Grazi Massafera passaram por grandes mudanças desde a sua participação no BBB, em 2005. Apesar de alinhado, a atriz possuía um sorriso tímido, com dentes pequenos e amareladinhos. Há quem diga que Grazi exagerou na transformação, mas agora ela exibe um sorriso largo, seus dentes estão muito maiores, retangulares, brancos e até a sua gengiva, atualmente muito mais visível, passou por mudanças.

Sorriso de Vanessa Giácomo

Em 2004, aos 21 anos, Vanessa Giácomo exibia dentes muito infantis, pequenininhos, levemente desalinhados e bem amarelados. Entretanto, a atriz investiu fortemente, e agora, é dona de um sorrisão bem branquinho, com dentes um pouco maiores e superalinhados.

Sorriso de Taís Araújo

Taís Araújo sempre teve dentes uniformes, grandes e alinhados, em 1997, ela recebeu o prêmio de “Sorriso do Ano” pela Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, mas nem por isso deixou de cuidar deles. Os dentes da atriz ainda tinham um tom amarelado, assim, ela investiu em um clareamento, e hoje, os exibe em um sorriso largo bem cativante.

Sorriso de Regina Duarte

Regina Duarte mudou completamente o aspecto de seu sorriso. Na imagem à esquerda, em 2002, ela exibia dentes desalinhados, com restaurações aparentes e muito amarelados. Após investir em laminados de porcelana, atualmente a atriz tem um sorriso de cinema! Completamente alinhado e bem clarinho.

Sorriso de Gloria Pires

O que mais chama a atenção no sorriso de Gloria Pires, na foto à esquerda em 2005, é o seu sorriso gengival. Ela foi uma das primeiras artistas a passar pelo procedimento para reduzir a gengiva. Hoje a atriz possui os dentes bem branquinhos e um pouco maiores.

Sorriso de Paolla Oliveira

Os dentes de Paolla Oliveira não sofreram muitas mudanças, eles que em 2004 eram levemente desalinhados, passaram por um alinhamento e clareamento. Entretanto, a atriz possui um probleminha em seu sorriso que passa despercebido por muita gente, ela possui mordida cruzada, uma questão óssea que pode acarretar dores e problemas na mastigação.

 

Dispositivo em desenvolvimento no Brasil detecta 416 vírus diferentes

Teste identifica dengue, zika, chikungunya, febre amarela e outras doenças

Criado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, um novo aparelho permite rastrear e encontrar mais de quatro centenas de vírus típicos das regiões tropicais do planeta a partir de uma amostra de sangue. “Os métodos disponíveis hoje procuram por apenas um único agente infeccioso ou um número limitado deles”, explica o bioquímico Victor Hugo Aquino, idealizador da tecnologia.

Assim, se o causador de determinada doença for desconhecido, é necessário recorrer a vários testes até descobrir qual deles está por trás dos sintomas. A ideia é que o dispositivo, ainda em desenvolvimento, seja utilizado em grandes laboratórios de referência, como o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, para monitorar os casos de enfermidades e evitar que epidemias se espalhem pelo país.

Fonte: Saúde – Abril

Estudo mostra que resistência à anestesia local é comum

Resistência à anestesia local pode ser comum e também ter causas genéticas

De acordo com uma pesquisa feita por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, casos de resistência à anestesia local podem ser mais comuns do que imaginado, e podem também ter causas genéticas.

De acordo com uma matéria publicada no portal BBC, que conta esta história detalhadamente, tudo começou quando o anestesista Steven Clendenen, de Jacksonville (Flórida), deparou-se com uma paciente que resistiu aos efeitos da anestesia ao ser preparada para uma operação. Instigado pela situação, decidiu investigar o problema e descobriu várias histórias na literatura médica relatando estranhos casos de pacientes que diziam que a anestesia local não lhes fazia efeito.

Você já ouviu de algum paciente que “anestesia não funciona comigo”? A grande maioria dos médicos e Cirurgiões-Dentistas, quando escutam esta afirmação de um paciente, mantém-se céticos e, muitas vezes, prosseguem com o procedimento.

Isso foi o que relatou Jenny Morrison, uma enfermeira que também tem o problema. Ela acredita que a mudança real da percepção dos médicos e Cirurgiões-Dentistas só virá quando uma grande pesquisa confirmar a existência do fenômeno em uma quantidade considerável de pacientes. Porque, mesmo com as pesquisas existentes, o comportamento padrão ainda é de ceticismo com o problema.

Porque a resistência acontece?

De acordo com uma pesquisa feita pelo cientista Alan Hakim e seus colegas no University College Hospital de Londres, que investigam casos de resistência em pessoas com a Síndrome de Ehlers-Danlos, uma hipótese é que o tecido desses pacientes é um pouco diferente das pessoas que não têm a síndrome, e isso poderia afetar a absorção das substâncias anestésicas.

Porém, Lori Lemon, a paciente de Clendenen, não possui a síndrome, o que levou o anestesista a tentar descobrir se podem existir outras razões para a resistência dela aos anestésicos.

Assim, os pesquisadores de Yale buscaram na genética uma resposta para o caso de Lemon, e descobriram que a resistência à anestesia estava presente também em outros membros da família da paciente.

Depois de analisarem o DNA dos familiares, descobriram que aqueles que apresentavam a resistência tinham uma mesma mutação em um gene específico, enquanto os que tinham comportamento normal à anestesia não tinham. No entanto, mesmo com os resultados, pesquisas ainda são necessárias para estudar melhor os mecanismos dessa mutação genética e confirmar as hipóteses das pesquisas.

Fonte: Dental Press

APCD