Arquivo da categoria: Curiosidades

Estudo mostra que resistência à anestesia local é comum

Resistência à anestesia local pode ser comum e também ter causas genéticas

De acordo com uma pesquisa feita por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, casos de resistência à anestesia local podem ser mais comuns do que imaginado, e podem também ter causas genéticas.

De acordo com uma matéria publicada no portal BBC, que conta esta história detalhadamente, tudo começou quando o anestesista Steven Clendenen, de Jacksonville (Flórida), deparou-se com uma paciente que resistiu aos efeitos da anestesia ao ser preparada para uma operação. Instigado pela situação, decidiu investigar o problema e descobriu várias histórias na literatura médica relatando estranhos casos de pacientes que diziam que a anestesia local não lhes fazia efeito.

Você já ouviu de algum paciente que “anestesia não funciona comigo”? A grande maioria dos médicos e Cirurgiões-Dentistas, quando escutam esta afirmação de um paciente, mantém-se céticos e, muitas vezes, prosseguem com o procedimento.

Isso foi o que relatou Jenny Morrison, uma enfermeira que também tem o problema. Ela acredita que a mudança real da percepção dos médicos e Cirurgiões-Dentistas só virá quando uma grande pesquisa confirmar a existência do fenômeno em uma quantidade considerável de pacientes. Porque, mesmo com as pesquisas existentes, o comportamento padrão ainda é de ceticismo com o problema.

Porque a resistência acontece?

De acordo com uma pesquisa feita pelo cientista Alan Hakim e seus colegas no University College Hospital de Londres, que investigam casos de resistência em pessoas com a Síndrome de Ehlers-Danlos, uma hipótese é que o tecido desses pacientes é um pouco diferente das pessoas que não têm a síndrome, e isso poderia afetar a absorção das substâncias anestésicas.

Porém, Lori Lemon, a paciente de Clendenen, não possui a síndrome, o que levou o anestesista a tentar descobrir se podem existir outras razões para a resistência dela aos anestésicos.

Assim, os pesquisadores de Yale buscaram na genética uma resposta para o caso de Lemon, e descobriram que a resistência à anestesia estava presente também em outros membros da família da paciente.

Depois de analisarem o DNA dos familiares, descobriram que aqueles que apresentavam a resistência tinham uma mesma mutação em um gene específico, enquanto os que tinham comportamento normal à anestesia não tinham. No entanto, mesmo com os resultados, pesquisas ainda são necessárias para estudar melhor os mecanismos dessa mutação genética e confirmar as hipóteses das pesquisas.

Fonte: Dental Press

APCD

Homens das cavernas usavam aspirina para dor de dente. Medicamento já era utilizado por Neandertais há quase 50.000 anos

História da humanidade? A resposta é simples: ele tomava aspirina! – ou algo muito parecido com isso.

Cientistas fizeram a descoberta enquanto analisavam a mandíbula fossilizada de um jovem Neandertal. O fóssil tinha sinais de danos causados por abscessos e resquícios de que o homem havia ingerido um fungo antibiótico chamado Penicillium e mastigado pedaços de folha de álamo que continham ácido salicílico, o principal ingrediente da aspirina que conhecemos hoje em dia.

Ao que tudo indica, os “homens das cavernas” possuíam muito conhecimento sobre plantas medicinais e se automedicavam com ervas anti-inflamatórias e analgésicas.
Ao que tudo indica, os “homens das cavernas” possuíam muito conhecimento sobre plantas medicinais e se automedicavam com ervas anti-inflamatórias e analgésicas.

Foto: Procy / Shuttestock

Parece que nossos antigos ancestrais eram mais inteligentes do que pensávamos.

FF

 

Um chocolate para cada páscoa

Está em dúvida de qual será o seu chocolate para a data? Confira a explicação da nossa equipe de Nutrição

A páscoa chegou! Essa época do ano é recheada de barras e ovos de chocolate, gerando muitas dúvidas sobre os prós e contras dessa guloseima.

Conversamos com nossa equipe de Nutrição que explicou as principais dúvidas sobre o tema. Confira!​

Qual a diferença entre os tipos de chocolate?

A cada páscoa encontramos mais tipos de ovos nos mercados e lojas. Os chocolates amargos e diet estão ganhando espaço e já fazem parte das opções de presente para a data. Mas você sabe a diferença entre cada tipo? Confira abaixo e saiba quais os ingredientes e quantidades específicos de cada um:

  • Chocolate ao leite: leva na sua fabricação leite em pó ou leite condensado. Neste tipo os teores de cacau estão entre 30 e 40%.
  • Chocolate amargo: feito com os grãos de cacau torrados sem adição de leite. É chamado de “chocolate puro”, pois além do cacau vai somente açúcar. Há variações extra amargo (75 a 85% de cacau), amargo (50 a 75%) e meio amargo (35 a 50%). É caracterizado pela cor mais escura e paladar amargo.
  • Chocolate branco: Apesar de ser chamado de chocolate, não possui cacau em seus ingredientes, somente a manteiga de cacau. Entre os outros ingredientes estão o leite, açúcar e lecitina. Foi criado apenas no século XX. É o mais tipo mais doce e de textura bem cremosa.
  • Chocolate diet: é o principal indicado para os diabéticos ou aqueles com restrição de calorias. É composto por massa e manteiga de cacau, leite em pó, sorbitol e sacarina (substituição do açúcar) e vanilina. Não pode ser misturado com óleos e gorduras.

Mas do que é feito o chocolate?

O chocolate puro é feito dos grãos de cacau e açúcar. A sua composição varia de acordo com a porcentagem de outros ingredientes adicionais, como sólidos do leite e tipos de gorduras vegetais. Os principais ingredientes adicionais são os açúcares, manteiga de cacau, leite em pó, leite condensado, cacau em pó, sor​bitol, lecitina de soja, aromatizantes e edulcorantes.

O cacau é o principal ingrediente do chocolate contribuindo para a textura, cor e sabor. Outra ação do cacau é a redução de atividade de água, o que aumenta o tempo de duração do alimento. O tipo de cacau define e diferencia cada tipo e chocolate. Os açúcares utilizados são: a sacarose, xarope de glicose e o açúcar invertido que, são responsáveis pelo sabor doce além de serem agente de corpo dos produtos.

As gorduras que são adicionadas ao chocolate incluem a manteiga de cacau, a gordura do leite e a gordura vegetal. Outros ingredientes essenciais na fabricação são a lecitina de soja, que atua como emul​sificante e est​abilizante e a baunilha, também substituída pela vanilina artificial, como aromatizante.

O chocolate é gorduroso?

O chocolate possui alto teor calórico, devido seu elevado teor de gordura. A versão ao leite possui aproximadamente 500 kcal por 100 g e 30% de gordura na versão convencional. O meio amargo 400 calorias e 30% de gordura, já o branco, 500 calorias e 32% de gordura. Além disso, é rico em manganês, potássio e magnésio, e algumas vitaminas do complexo B. O conteúdo da gordura do chocolate é principalmente de origem vegetal.

Os benefícios

O chocolate possui fl​avonoides, um composto químico com propriedades antioxidantes, também encontrados no vinho, chás e alguns vegetais e frutas. Essas propriedades podem promover a saúde cardiovascular como resultado direto do efeito antioxidante sobre os mecanismos antitrombóticos, reduzindo inclusive o colesterol LDL sanguíneo e diminuindo a resposta inflamatória.

Estudos recentes também observaram outro benefício. A diminuição na pres​são arterial com o consumo até 3 vezes por semana de chocolate do tipo amargo e, além disso, diminuição da tendência à agregação plaquetária. Aproveite seu chocolate durante a páscoa com moderação! Feliz páscoa!

Fontes: Camila Ventura Meneghelli
Carolina Daher Rolfo
Mariana Nicastro
 Hospital Albert Einstein

Cientistas descobrem um sexto sabor. Conheça o Starch!

Classificado como gosto de amido, esse novo sabor vem se juntar ao doce, salgado, amargo, azedo e umami

Responda rápido: quantos sabores nós conseguimos sentir na boca? Acertou quem respondeu seis! São eles: o doce, o salgado, o azedo, o amargo, o umami e agora o starch. A descoberta é fruto de uma pesquisa da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos. Mas afinal, que sabor é esse?

De forma bem geral podemos dizer que esse seria o sabor dos carboidratos, pois os cientistas definem starch como o gosto do amido. Teriam esse gosto os pães, a batata, a aveia, as massas e o arroz
De forma bem geral podemos dizer que esse seria o sabor dos carboidratos, pois os cientistas definem starch como o gosto do amido. Teriam esse gosto os pães, a batata, a aveia, as massas e o arroz


Foto: Valentyn Volkov / Shutterstock
De forma bem geral podemos dizer que esse seria o sabor dos carboidratos, pois os cientistas definem starch como o gosto do amido. Teriam esse gosto os pães, a batata, a aveia, as massas e o arroz.

A explicação para ele não ter sido “descoberto” antes é que ao ser quebrado dentro da boca pela saliva, o amido se torna meio doce, confundindo o paladar.

“Uma vez que a saliva tem um componente chamado alfa amilase salivar, responsável pela quebra do amido em açúcar, que torna o alimento rico em amido levemente adocicado, esse sabor acabava por se perder durante o processo de digestão”, diz Marignês Theotônio Dutra, cirurgiã-dentista especialista em Gestão na Saúde e membro da Associação Brasileira de Halitose (ABHA).

A pesquisa
Exatamente por isso, por anos, os cientistas ignoraram ser possível isolar esse sabor. Até a pesquisa da Universidade de Oregon. Para provar essa teoria, os cientistas de lá dissolverem vários níveis de carboidratos em uma solução líquida e a ofereceram à voluntários para que eles avaliassem o sabor que sentiam.

Eles também deram aos participantes uma substância para bloquear os receptores do açúcar e da amilase, evitando assim que eles fizessem algum tipo de confusão na hora do teste. E deu certo, mesmo com o sabor doce bloqueado, os voluntários conseguiram definir o que sentiam.

“Alguns definiram como gosto de amido, os asiáticos associaram o sabor ao arroz, enquanto os caucasianos definiram como sabor de massa ou pão”, diz a especialista.

E não pense você que os cientistas pretendem parar por aí. Há vários outros sabores sendo estudados, como o gosto de cálcio, o sabor metálico do sangue e o kokumi (associado à comidas gordurosas).

Umami, o sabor delicioso
Mas como essa matéria é sobre sabores, não podemos deixar de falar de um outro que já é conhecido há algum tempo, o umami, afinal, ele se destaca por ter uma definição um tanto quanto curiosa. Umami é uma palavra de origem japonesa que significa “gosto saboroso e agradável” e que produz na língua uma sensação aveludada. Falando mais uma vez de forma geral, o umami é definido como sabor delicioso. Mas quais alimentos seriam esses uma vez que “delicioso” é meio relativo?

“Pesquisadores afirmam que o primeiro encontro de uma pessoa com umami é geralmente pelo leite materno, mas muitos alimentos consumidos diariamente têm essa sensação de sabor, como por exemplo, alimentos ricos em glutamato monossódico como tomates e cogumelos, carnes em geral (incluindo frutos do mar), ovo, queijos fortes, shoyu, alga kombu, nozes, aspargo, cenoura, ervilha, milho, cebola, entre outros”, diz Marignês.

Tudo culpa da saliva!
E se nós podemos sentir tudo isso que foi descrito acima, nós temos que reconhecer os méritos da saliva. “É indiscutível que a saliva tem um papel preponderante na atividade gustativa, pois ela tem uma grande capacidade de solvente, além de transportar moléculas palatáveis até os receptores contidos nos botões gustativos”, diz a especialista.

Para Marignês, o mais importante é entender que a saliva além de participar da percepção do paladar e da digestão exerce inúmeras funções como manter o pH da cavidade bucal, formar o bolo alimentar, manter a boca hidratada e lubrificada facilitando a deglutição.

“Sua qualidade e quantidade de forma equilibrada dependem muito da nossa rotina de alimentação, ingestão de água e do equilíbrio dos níveis de stress, pois, nossas emoções podem comprometer muito a produção salivar. Quem nunca ouviu a expressão espumando de raiva (saliva desidratada) ou sensação de amargura (boca amarga por tristeza)?”, brinca a dentista.

Agência Beta

 

Museu de Arte Moderna de NY usa saliva para limpar obras

Por conta da sua composição aquosa e cheia de sais minerais, a saliva é considerada uma boa substância para essa função

Sabemos que a saliva tem várias funções como a de promover a auto-limpeza bucal, proteger nossos dentes da cárie, manter a boca sempre hidrata entre outros. Mas recentemente, foi revelado que ela é usada para outra coisa, digamos um tanto quanto inusitada: limpar obras de artes no Museu de Arte Moderna de Nova York.


A obra “A noite estrelada”, de Vincent Van Gogh, é uma das obras que estão no Museu de Arte Moderna de Nova York e que é limpa com a saliva dos funcionários
Foto: Divulgação
Pelo menos foi isso que revelou o áudio guia sobre a manutenção do museu americano. Segundo ele, a limpeza de quadros e outras peças é feita basicamente com um cotonete e um pouco de saliva de algum dos funcionários do museu que são responsáveis pela conservação e a limpeza das obras. Eles costumam passar um úmido com o fluído e depois outro seco para retirar de vez o pó do objeto.

A grande desvantagem desse método é que ele é bem demorado, afinal, não dá para ficar horas usando a própria saliva para limpar obras que às vezes são imensas.

Para Cristiane Tavares, cirurgiã-dentista e membro da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), a explicação está na composição da saliva. “Ela é um liquido claro, viscoso e alcalino que contém em sua composição 99% de água, substâncias orgânicas e sais minerais”, diz a especialista.

Nem sempre serve!
Mas não pense você que qualquer saliva serve para esse trabalho. Segundo os funcionários do museu, dependendo do que a pessoa comeu ou ingeriu, a saliva pode não ser suficiente ou não ser a mais indicada para realizar esse tipo de trabalho.

“Durante a mastigação as glândulas salivares são estimuladas a produzirem saliva. No entanto, se a dieta alimentar da pessoa for muito pastosa, essas glândulas poderão deixar de funcionar adequadamente por falta de estímulo”, diz a especialista.

Uma alimentação muito ácida também poderia deixar o ambiente bucal, e consequentemente a saliva, igualmente ácidas, tornando ela uma substância perigosa para ser usada na superfície sensível de quadros que têm mais de 100 anos.

A dentista ainda destaca que hábitos como o tabagismo e o consumo excessivo de álcool também diminuem bastante o fluxo salivar, assim como a ingestão de alguns medicamentos como aqueles específicos para hipertensão e depressão. “É importante ressaltar que o consumo ideal de água é fundamental para que a saliva seja formada em quantidade ideal”, diz Cristiane.

Serve para limpar tudo?
Bem, se a saliva realmente serve para limpar obras de arte (e é bem eficiente para isso), é normal pensarmos que ela serve para limpar qualquer coisa, como os móveis de nossas casas, certo? Segundo e dentista, errado. “A saliva muitas vezes serve como meio de transporte de bactérias e vírus expelidos pelas vias respiratórias e normalmente as pessoas tem contato físico com móveis, diferente de obras de arte”, diz Cristiane.

Agência Beta

Você saberia dizer se os dentes são ossos?

Com estrutura, aparência e coloração semelhantes, esses dois elementos parecem ser a mesma coisa. Mas será que são mesmo?

Responda rápido: os dentes são ossos ou não? Acertou quem respondeu que não. Apesar de serem estruturas semelhantes na resistência e coloração e de o dente também ter muito cálcio na sua composição, esses elementos que temos dentro da boca não são ossos.

O dente é um órgão do nosso corpo, assim como o coração e o pulmão
O dente é um órgão do nosso corpo, assim como o coração e o pulmão

Foto: Sergieiev / Shutterstock

Essa questão causa muita dúvida entre as pessoas porque de fato eles têm algumas coisas em comum. Por exemplo, além de serem brancos e duros, ambos apresentam muito conteúdo inorgânico composto por cálcio e fosfato o que lhes confere dureza, mas eles também possuem estruturas que os diferem.

“O dente é composto de algumas camadas como o esmalte, que é a estrutura mais externa e brilhante, a dentina e a polpa dentária, sendo cada uma destas camadas responsáveis por alguma característica específica do dente. Já o osso é composto por tecido ósseo contendo células que o revestem e estão no seu interior”, diz Elizabeth Ferreira Martinez, professora de Biologia Celular e Molecular na Faculdade São Leopoldo Mandic.

Mas então, o dente é o que?
O dente é um órgão do nosso corpo, assim como o coração e os pulmões. “Isto é importante, pois ele pode ser doado para fins de pesquisa em instituições de ensino, além de ser fonte doadora de células-tronco que estão presentes na região da polpa”, diz a especialista.

Principais diferenças
A principal diferença entre eles, segundo Elizabeth, é a capacidade de regeneração do osso, coisa que o dente não tem.

“Os ossos quando lesionados, a exemplo de fraturas, são capazes de reparação, diferentemente do dente, que se quebrar necessita de um tratamento dentário restaurador. Isto tem relação com as diferentes capacidades de regeneração das células que os constituem. Além disto, o osso apresenta bastante colágeno, proteína que confere flexibilidade a este tecido”, diz a professora.

Outra diferença entre os dentes e os ossos é que a medula óssea produz glóbulos vermelhos e brancos, enquanto os dentes não. Além disso, os dentes estão sempre expostos, enquanto os ossos vivem escondidos sob nossa pele.

Mais resistente
Tendo em vista a composição de cálcio e fosfato da camada mais externa do dente (o esmalte), ele é mais resistente que o osso, alias, o elemento dental é uma das partes mais resistente do corpo humano.

”O dente apresenta 97% do seu peso em conteúdo mineral, já o osso apenas 65%”, diz Elizabeth. Mas então, se o dente é tão resistente assim, por que os ossos não são feitos do mesmo material que os dentes? Essa é uma questão para uma outra matéria.

Agência Beta

Qual a sua opinião sobre Bichectomia?

Bichectomia: conheça cirurgia que afinou o rosto das famosas

Angelina Jolie e Megan Fox já se renderam ao método que retira gordura extra das bochechas sem deixar cicatrizes

Se você é uma pessoa antenada no mundo das celebridades e suas tendências, você com certeza sabe o que é bichectomia. Mas se não sabe, a gente explica. Bichectomia é uma cirurgia feita nas bochechas para retirar a bola de Bichat, uma gordura que deixa o rosto mais redondo. Angelina Jolie e Megan Fox são apenas algumas das mulheres mais lindas do mundo que já recorreram a essa prática.

A ideia da cirurgia é deixar o rosto mais definido e as maçãs mais evidentes, gerando um perfil e contorno mais fino e magro da face
A ideia da cirurgia é deixar o rosto mais definido e as maçãs mais evidentes, gerando um perfil e contorno mais fino e magro da face

Foto: Instagram: @angelinajolieofficial / Divulgação

Famoso no EUA faz algum tempo, esse procedimento ficou mais popular aqui no Brasil nos últimos dois anos. “A ideia da cirurgia é deixar o rosto mais definido e as maçãs mais evidentes, gerando um perfil e contorno mais fino e magro da face. Os resultados podem efetivamente ser vistos após 4 a 6 meses, quando o edema tecidual definitivamente é reabsorvido por completo”, diz Alessandro Silva, cirurgião Buco-Maxilo-Facial.

Nem só estético
Apesar de estar sendo mais procurada por razões estéticas, a Bichectomia não é indicado somente para esse fim. “A redução da gordura da bochecha pode ter um aspecto funcional para aqueles casos em que ela existe em excesso, aumentando muito seu volume e levando a um trauma dental recorrente na região durante a alimentação, por exemplo”, diz Aline Dias, ortodontista.

O sucesso não é para todos
A cirurgia tem sido um sucesso entre as pessoas que querem “afinar” seu rosto porque, apesar da bochecha ser um tecido que diminui pouco ao longo de processos de emagrecimento, após a retirada dessa gordura ela dificilmente se restabelece na mesma dimensão que antes, tendo um resultado muito duradouro.

Mas, como todo procedimento estético, não pode ser banalizado. Segundo Aline, não são todas as pessoas que devem realizar essa cirurgia. “Esse arredondamento da face ou um aspecto mais “quadrado” do contorno facial pode ocorrer por outros motivos, como por exemplo, pela chamada hipertrofia de masseter e, nesses casos, a bichectomia não dará o resultado esperado”.

Portanto, antes da sua realização é fundamental que o profissional especializado no assunto faça uma avaliação do formato do rosto, da característica óssea de seu contorno e da real possibilidade de gerar um resultado evidente e positivo na estética da face do paciente.

Cirurgia e pós-operatório
E Alessandro destaca: também não é qualquer profissional que pode fazer esse tipo de cirurgia. “Ela deve ser feita por profissionais com amplo conhecimento da região maxilofacial, sendo uma cirurgia de baixo risco, podendo ser realizada em ambiente ambulatorial”, diz o especialista.

Ainda segundo ele, apesar de cada caso ser um caso, de uma forma geral o procedimento consiste em fazer essa retirada da gordura através de um corte bem pequeno, com aproximadamente 1centímetro na parte interna da boca, e depois fechá-lo com pontos de fios absorvíveis que não deixam cicatrizes visíveis. “O procedimento dura em média 40 minutos”, diz Alessandro.

A região costuma ficar sensível e dolorida já que se trata de um procedimento cirúrgico, mas a dor é totalmente suportável e muito bem controlada com o uso de medicações próprias para esse desconforto.

O pós-operatório também é considerado bem simples, semelhante à extração de um dente do siso. “Durante pelo menos 5 dias o paciente deve ter cuidado com a alimentação que deverá ser mais pastosa e fria. A higienização da boca deve ser realizada com cuidado, mas é muito importante, pois manterá limpa a região onde foram feitos os cortes, ajudando a prevenir infecções”, diz Aline.

Além disso, é recomendado que o paciente faça compressas geladas na região do lado de fora do rosto, evite exposição ao sol e mantenha um repouso relativo, não realizando atividades físicas por cerca de 10 a 15 dias.

Agência Beta

Chocolate: Vilão ou mocinho?

Conforme a legislação vigente, para um alimento ser considerado “chocolate” deve ter no mínimo 25% de cacau. Sendo assim, os outros 65% podem ser dos mais variados ingredientes. Os mais comuns são açúcar e gordura vegetal.
Altos teores de cacau, em pó ou em barras, estão associados a uma série de benefícios à saúde como redução de risco cardiovascular, melhora do raciocínio e controle da ansiedade. A má noticia é que isso não significa que podemos sair comendo chocolate à vontade… A  recomendação é que não se consuma mais que 30 g por dia de chocolate com, no mínimo, 70% cacau.
Quanto maior a concentração de chocolate no alimento, mais amargo ele tenderá a ser. O que torna o chocolate doce é a quantidade de açúcar presente, pois o cacau não é uma fruta de natureza adocicada. Assim, bolos, doces e sobremesas sabor chocolate, não entram na lista dos que trazem benéficos à saúde!
Nosso paladar é um reflexo da condição de nossa alimentação atual. Se você estiver habituado ao consumo de chocolates mais doces pode precisar de um período de adaptação para saborear com prazer chocolates mais amargos. O importante é realizar a mudança de maneira gradativa. Comece evitando chocolates recheados, ou do tipo branco, e vá aumentando a concentração de cacau do chocolate consumido aos poucos, até chegar ao de melhor qualidade do ponto de vista nutricional.
Como escolher o chocolate aliado da saúde?
  • Observe sempre a lista de ingredientes. Por lei está em ordem decrescente de quantidade. O cacau, ou massa de cacau, deve ser o primeiro da lista. Não é difícil encontrar chocolates cuja   embalagem refira  “55% de cacau” e o primeiro ingrediente da lista é o açúcar!
  • Evite aqueles que contem açúcar como primeiro ingrediente, Altas concentrações de açúcar faz com que a vontade de comer só aumente! Evite o primeiro pedaço. Não se iluda achando que estará aproveitando os benefícios do cacau, pois não são significativos nesses tipos.
  • Escolha chocolates que contenham o menor número de ingredientes possível, e que você reconheça. Uma linguagem rebuscada não significada que o produto é melhor e pode confundir o consumidor.
  • Evite chocolates fracionados ou que contenham gordura vegetal hidrogenada (gordura trans) na composição. Esse tipo de gordura está associada à inflamação crônica e pode aumentar o risco de doença cardiovascular e obesidade abdominal.
  • Cuidado com produtos quem contem cobertura “sabor” chocolate, isso significa que o produto tem menos de 25% de cacau.
Fonte
Mariana Fernandes Ravellis
Nutricionista Clinica – CRN: 15163

E você, aprova esta técnica?

Breast Crawl: técnica promete facilitar a amamentação

O objetivo é deixar que o recém-nascido rasteje sozinho do abdômen materno até o seio

O recém-nascido é capaz de reconhecer a mãe, sim (Foto: Thinkstock)

Durante o trabalho de parto normal, o bebê luta para deixar o ambiente em que ficou por nove meses e conhecer o mundo. No entanto, para os filhos de mães que optam pelobreast crawl o esforço não termina aí. Nesta técnica, logo depois de passar pelo canal vaginal, o recém-nascido é colocado sobre o abdômen da mãe e deve rastejar sozinho até o seio para dar a primeira mamada.

De acordo com o site Breastcrawl.org, criado por defensores da prática, os recém-nascidos demoram de 30 a 60 minutos para chegar ao seio da mãe por conta própria. “A transição da vida dentro do ventre para existência fora do útero fica mais fácil graças aos vários estímulos sensoriais da posição de Breast Crawl”, diz um dos artigos publicados no site.

Alguns vídeos no Youtube mostram os bebês fazendo o trajeto lentamente. Os adeptos afirmam que a técnica respeita o ritmo do bebê, deixando-o decidir sozinho o momento da primeira mamada, e que durante o processo o vínculo entre mãe e filho se fortalece graças ao contato pele a pele.

Para o neonatologista José Maria de Andrade Lopes, da Sociedade Brasileira de Pediatria, a técnica não oferece risco se o bebê estiver com boa vitalidade. “amamentação durante a primeira hora de vida é muito importante e o breast crawling incentiva isso”, afirma. “A única contraindicação é para casos em que o recém-nascido precisa de atendimento médico imediato”. Segundo o médico, não existem vantagens adicionais ao método, ele tem os mesmos benefícios de quando a mãe coloca o filho entre os seios e espera o bebê fazer a pega por conta própria.

Assista a um recém-nascido fazendo ‘breast crawl’ (se não conseguir visualizar, clique aqui):

  Fonte: Revista Crescer

A ingestão rotineira de leite e derivados pode ajudar a promover a saúde periodontal, segundo um estudo publicado no Journal of Periodontology.

Produtos derivados do leite podem promover saúde periodontal

A ingestão rotineira de leite e derivados pode ajudar a promover a saúde periodontal, segundo um estudo publicado no Journal of Periodontolo

O estudo analisou a saúde periodontal de 942 pessoas e determinou que aquelas que consumiam regularmente produtos como leite, queijo e iogurte apresentavam incidência mais baixa de doença gengival.

A pesquisa sugere que a doença periodontal pode afetar a saúde sistêmica geral”, diz o autor do estudo, dr. Yoshiro Shimazaki, da Universidade de Kyushu, Fukuoka, Japão. “Este estudo reforça aquilo que a maioria das pessoas já sabe – a importância do leite e seus derivados para ajudar a alcançar um estilo de vida saudável, o que inclui uma boca saudável”.

Os pesquisadores examinaram os participantes do estudo, que tinham idades entre 40 e 79 anos, analisando dois parâmetros periodontais: a profundidade da bolsa periodontal (BP) e a perda clínica de inserção (PCI). Observaram que as pessoas que consumiam 55 ou mais gramas de produtos contendo ácido lático todos os dias apresentavam prevalência significativamente mais baixa de BP profunda e PCI severa, assim demonstrando uma incidência mais baixa de doença periodontal.


Foto: iStock
Conteúdo oferecido por: © Colgate-Palmolive Company