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MEU FILHO CHUPA O DEDO.E AGORA?

Tira a mão daí!

Minha filha tem 3 anos e chupa o dedo o tempo todo, desde que nasceu. Isso já interferiu nos dentes e na fala. O que eu faço?

Por Cláudia Rezende, mãe de Clara, 3 anos – atualizada em 

Essa é a clara (Foto: Arquivo pessoal)
Apoio profissional

Apesar de trazer conforto e acalmar, a mania de chupar o dedo tem consequências negativas. Por experiência própria, nunca quis isso para minha filha. Prometemos presentes, demos remédios, mas nada adiantou. Até que fomos a uma odontopediatra que conversou com ela e explicou como isso poderia prejudicá-la. Dali em diante, ela decidiu por conta própria que iria parar. Deu certo!
Bruna Fadelli, mãe de Bárbara, 7 anos

Ajuda extra

Minha filha tinha esse costume à noite. Então, demos a ela uma boneca e falamos que ela iria “protegê-la”. Ela se sentiu mais segura assim. Fica a dica!
Katiuscia Faustini, mãe de Letícia, 9 anos, e Izadora, 4

Insistência

Depois de várias tentativas, resolvemos na base da conversa. Quando ela estava com o dedo na boca, pedíamos a ela que o tirasse dali. Não teve segredo. Aos poucos, ela foi deixando esse hábito e hoje não temos mais problemas.
Daniela Marques, mãe de Pietra, 6 anos

Acordo                                                                                                                                        Fiz uma proposta ao meu filho: se ficasse alguns dias sem chupar o dedo, poderia escolher um brinquedo. Não foi fácil, mas, ao final, ele conseguiu o presente e nunca mais colocou o dedo na boca.

Joyce Galhardo, mãe de Heitor, 9 anos

Palavra de especialista

Paciência e diálogo
Não há nada de errado em chupar o dedo, desde que não se torne um hábito. Os bebês começam a sugar a língua e os dedos ainda no útero da mãe, quando se preparam instintivamente para a amamentação. Nos primeiros meses de vida, é por meio da boca e da sucção que os pequenos se alimentam e se sentem seguros. O problema aparece quando o reflexo se estende além do primeiro ano. No entanto, quando a criança começa a comer alimentos sólidos e a brincar mais, a tendência é que ela pare de chupar o dedo naturalmente. Caso isso não aconteça, fique de olho se o comportamento não está afetando o dia a dia dela. Algumas podem apresentar problemas na socialização, na fala e na estrutura da face por causa dessa mania. Nesses casos, o ideal é buscar ajuda especializada de um pediatra, psicólogo, odontopediatra ou fonoaudiólogo. Vale lembrar que a amamentação é a melhor forma de evitar o problema: além de satisfazer o instinto de sugar, a criança não precisa recorrer a chupetas e bicos artificiais. Para acabar com o hábito de modo tranquilo, incentive brincadeiras com o uso das mãos (de bater palminhas a blocos de montar). Distraídas, as crianças “esquecem” dos dedos. E não adianta ter pressa e usar métodos agressivos. Só com paciência e conversa seu filho vai entender e deixar de lado o costume.
Melina Amarins, psicóloga e psicopedagoga do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), e Helenice Biancalana, presidente da Associação Paulista de Odontopediatria

Revista Crescer

Dispositivos interferem na qualidade e quantidade do sono e podem ser responsáveis por obesidade e depressão entre crianças e adolescentes

A combinação sono e celular pode ser prejudicial à saúde. Um estudo divulgado pelo King’s College London comprovou que os efeitos são ainda mais nocivos em crianças e adolescentes entre 6 e 19 anos de idade. O uso dos aparelhos eletrônicos na hora de dormir interfere na qualidade e quantidade do sono e no funcionamento durante o dia.

“O uso de smartphones e tablets no período da noite afeta diretamente a quantidade e a qualidade do sono, bem como piora o funcionamento da criança ou adolescente durante o dia, por aumentar a sonolência diurna”, explica a dra. Leticia Maria Santoro Franco Azevedo Soster, neurologista infantil e neurofisiologista clínica da Medicina do Sono Einstein.

Vale a pena ressaltar que esses efeitos negativos não ocorrem apenas com o uso de aparelhos eletrônicos na cama, mas também no período noturno ou mesmo quando os dispositivos são deixados no quarto no momento de dormir.

Como os eletrônicos interferem?
De acordo com a especialista, os aparelhos podem interferir de maneira direta e indireta. Quanto mais tempo os aparelhos são usados, menos tempo o indivíduo dormirá ou descansará. Além disso, o conteúdo visualizado, principalmente nas redes sociais, pode ser psicologicamente estimulante – fazendo com que a pessoa tenha dificuldade de se “desligar”.

Ainda há uma terceira forma de interferência, que é na produção e liberação de melatonina. “O hormônio que sinaliza ao nosso cérebro que precisamos iniciar o sono”, afirma a dra. Leticia. “Este hormônio é bloqueado pelo feixe de luz azul contida em todos os aparelhos eletrônicos – o que leva atraso do início do sono.”

Impactos à saúde
Durante o sono ocorre o processo de memória (consolidação de itens aprendidos), a liberação de hormônios, como a melatonina, leptina (hormônio da saciedade), Gh (hormônio do crescimento) e cortisol. “Assim, os processos de memória, a saciedade, o crescimento e processos inflamatórios estão comprometidos, caso ocorra interrupções frequentes no sono”, afirma a especialista. “Além disso, o sono não reparador pode levar a consequências diurnas, sonolência excessiva, dificuldade regular o humor, principalmente.”

Noite tranquila 
Evite o uso de eletrônicos no período da noite ou pelo menos 30 minutos antes de deitar-se e também não mantenha celular e tablet no quarto. “Por ser uma fase de crescimento (para crianças e adolescentes), é importante manter a integridade para promover o adequado crescimento somático e funcionamento cerebral. Os hábitos influenciam no restante da vida da criança”, alerta a dra. Leticia.
Dispositivos interferem na qualidade e quantidade do sono e podem ser responsáveis por obesidade e depressão entre crianças e adolescentes

Fonte:Hospital Albert Einstein

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

O açúcar está presente em vários alimentos, sendo utilizado principalmente para deixá-los mais saborosos. Pequenas quantidades de alimentos como achocolatado e ketchup fazem com que a dieta fique rica em açúcar, favorecendo o aumento do peso e a propensão para desenvolver diabetes.

A lista abaixo traz a quantidade de açúcar presente em alguns alimentos, sendo representado por pacotinhos de 5 g de açúcar.

1. Refrigerante

Os refrigerantes são bebidas ricas em açúcar, e o ideal é trocá-los por sucos naturais de fruta, que contêm apenas o açúcar já presente nas frutas e além disso, os sucos naturais são ricos em vitaminas importantes para o bom funcionamento do organismo. Veja dicas para fazer compras saudáveis no supermercado e manter a dieta.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

2. Chocolate

Os chocolates são ricos em açúcar, principalmente o chocolate branco. A melhor opção é escolher o chocolate amargo, com pelo menos 60% de cacau, ou o ‘chocolate’ de alfarroba, que não é preparado com cacau, mas com alfarroba.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

3. Leite condensado

O leite condensado é feito apenas com leite e açúcar, devendo ser evitado na alimentação. Quando necessário, em receitas, deve-se preferir o leite condensado light, lembrando que mesmo a versão light também é muito doce.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

4. Creme de avelã

O creme de avelã tem como principal ingrediente o açúcar, sendo preferível utilizar patês caseiros ou geleia de frutas para consumir com torradas ou passar no pão.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

5. Iogurte

Para produzir iogurtes mais saborosos, a indústria adiciona açúcar na receita desse alimento, sendo ideal consumir iogurtes light, que são feitos apenas a partir do leite simples ou o açúcar natural.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

6. Ketchup

O ketchup e molhos barbecue são ricos em açúcar, devendo ser substituídos por molho de tomate, que é rico em antioxidantes que ajudam na prevenção de doenças como câncer.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

7. Biscoito recheado

Além de muito açúcar, os biscoitos recheados também são ricos em gordura saturada, que aumenta o colesterol ruim. Assim, o ideal é consumir biscoitos simples sem recheio, de preferência integrais, ricos em fibras.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

8. Cereais do café da manhã

Os cereais utilizados no café da manhã são muito doces, principalmente os de chocolate ou com recheio por dentro. Por isso, deve-se preferir cereais de milho ou as versões light, que contêm menos açúcar adicionado.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

9. Achocolatado

Cada colher de achocolatado normal contém 10 g de açúcar, devendo preferir as versões light, que além de serem ricas em vitaminas e minerais, também são saborosas.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

10. Gelatina

O principal ingrediente da gelatina é o açúcar, e por ela ser de fácil digestão, aumenta rapidamente a glicemia, favorecendo o aparecimento de diabetes. Por isso, o ideal é consumir a gelatina diet ou zero, que são ricas em proteínas, nutriente ideal para fortalecer o corpo.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

Fonte: Tua Saúde:dieta e nutrição

Durante a primeira infância, nos primeiros meses a responsabilidade da dieta e da higienização é exclusivamente dos pais!

🥕🥦🍎A dieta: .
🍋Nos primeiros anos de vida não é recomendado o consumo de doces, como balas, chocolates, biscoitos recheados entre outros. Eles apresentam grande quantidade de açúcar, gordura e corantes artificiais e conservantes. 🍉As crianças já nascem com preferência ao sabor doce devido ao aleitamento materno, oferecer alimentos adicionados de açúcar faz com que a criança se desinteresse por verduras e legumes.
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🍌Seguem abaixo alguns efeitos do açúcar na infância e vida adulta (curto e longo prazo):
👉 Hiperatividade 👉Déficit de atenção 👉Excesso de peso e à obesidade ainda na infância 👉Alteração no paladar
👉Cáries
👉Doenças crônicas não transmissíveis (diabetes, hipertensão) .

🚰A higienização: .
👶A inabilidade motora de crianças até 36 meses as tornam dependentes dos pais para e remoção da placa bacteriana. Até os 6 anos a criança deve se supervisionada durante a escovação.

👾A cárie:
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🍫A sacarose é o principal açúcar extrínseco da dieta humana, metabolizado pelos microorganismos que produzem ácidos que provocam a queda do pH do meio bucal, levando o desenvolvimento da cárie dentária. .
🍭Consequências da cárie dentária da infância:
👉Perda extensa de estrutura dentária 👉Manifestações de dor, infecções, abcessos consequentemente má nutrição e baixa autoestima.
👉Pode levar a deficiência de crescimento, maloclusões e perpetuação da cárie em dentes permanentes. 👉Complicações com relação ao medo e aversão ao tratamento. .
⚠Por isso pense bem ao oferecer chocolates a crianças! Fique atento!⚠
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Fonte: Odontopediatria na Primeira Infância – Maria Salet Nahas P. Correa e odontoporescolha

 

DEPRESSÃO INFANTIL NÃO DEVE SER ENCARADA COMO “MANHA”

 

Apesar de parecer pouco provável, a depressão pode ocorrer na infância. Muitas vezes ela é subestimada e negligenciada pelos adultos, e encarada como “manha” ou “frescura”. Outros transtornos psiquiátricos que também podem afetar crianças são muito mais discutidos, como o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e as fobias. No entanto, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2020 a depressão se tornará a doença mais incapacitante no mundo. Para mudar esse quadro, uma das medidas é tirar a depressão infantil da invisibilidade.

Dra. Ana Kleinman, psiquiatra infantil e pesquisadora do Programa de Transtorno Bipolar do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, aponta que cerca de 2% das crianças em idade pré-escolar e escolar sofrem de depressão. Esse número sobe para 11,7% quando elas passam para a puberdade.

O desenvolvimento da depressão em uma criança geralmente envolve dois pontos: pré-disposição genética e problemas no entorno familiar e social (brigas entre os pais, bullying, dificuldades escolares, perda de um animal de estimação ou parente próximo, entre outros).

Atenção para os sintomas

É de extrema importância saber identificar os sintomas. Os primeiros sinais são físicos: dor de cabeça, dor de barriga, alteração no apetite e no sono. “Quando os pais começam a ligar muito para o pediatra, ou ir várias vezes ao pronto-socorro, é um sinal de alerta para a depressão”, afirma a médica. A criança pode ficar muito ansiosa ou irritada, apresentar dificuldades escolares e evitar socializar com família e amigos. Também podem surgir medo de ficar sozinhas e choro excessivo.

Mas é importante ressaltar que os sintomas nem sempre são aparentes, pois crianças tendem a ter mais dificuldade de falar sobre o que sentem, o que torna mais difícil o diagnóstico precoce. A partir dos 12 anos as crianças conseguem descrever melhor seus sentimentos, e é fundamental não ignorá-los. Para isso, pais, professores e pessoas próximas devem sempre observar e acompanhar as crianças.

Identificados os possíveis sintomas, os responsáveis devem procurar um psiquiatra infantil, que poderá definir o diagnóstico com precisão após descartar outras condições clínicas capazes de provocar sinais semelhantes.

A etapa seguinte é atestar o grau da doença. Segundo a médica, é preciso avaliar o prejuízo funcional, ou seja, o quanto a depressão está interferindo no desenvolvimento e socialização da criança. Nos casos de grau leve, o tratamento é focado em terapias e atividade física, mas a especialista reforça que é preciso enfrentar a raiz do problema. “Não adianta fazer terapia se as brigas familiares não cessarem, por exemplo. É necessário uma mudança nas causas da depressão.” Nos casos de depressão moderada ou grave, o tratamento pode incluir o uso de medicamentos.

Fonte:Drauzio Varela

Fotos podem ter direitos autorais

BEBÊS NÃO DEVEM TOMAR SUCO DE FRUTAS ANTES DE 1 ANO

 

Academia Americana de Pediatria publicou em 2017 novas diretrizes em relação ao consumo de sucos por crianças que ainda não completaram um ano de vida.

Segundo a entidade, sucos de frutas in natura e industrializados não oferecem benefícios nutricionais para os bebês e devem ser evitados, por conta do alto índice de açúcar e calorias vazias que colaboram para aumentar as taxas de obesidade e problemas dentários.

A fruta em forma de suco acaba perdendo as fibras e alguns nutrientes no processo de preparo, o que, entre outros problemas, causa menos saciedade ao bebê. O leite materno ainda é o alimento mais recomendado para este período. A entrada de frutas in natura deve ser estimulada somente após os sexto mês de vida.

A ingestão dos sucos deve ocorrer de maneira gradual e limitada, e não deve ultrapassar os 120 ml diários para crianças de 1 a 3 anos de idade, 175 ml para crianças de 4 a 6 anos e a 250 ml para a faixa de 7 aos 18 anos, sempre dentro da ingestão diária recomendada de 2 a 2 ½ porções de frutas por dia.


Fonte :Drauzio Varela

Febre amarela: acabe com a dúvida sobre a vacina padrão e a fracionada

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O crescimento de casos de febre amarela no país têm deixado os pais em alerta e, caso você esteja em área de risco, é preciso estar bem orientado com relação à vacinação. Principalmente aos riscos de efeitos adversos, aos critérios para a vacina e aos cuidados caso a dose seja fracionada.

Pensando nisso e na responsabilidade dos pais e dos especialistas, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) preparou um documento detalhado por meio dos Departamentos Científicos de Infectologia e de Imunizações, onde você pode se orientar.

Dose fracionada

Antes de tudo, é importante lembrar que ainda existem lacunas importantes em relação ao uso de doses fracionadas da vacina de febre amarela como a duração de proteção oferecida; torna imune apenas populações específicas e tem efeitos colaterais.

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São essas populações específicas que podem tomar a vacina. Crianças a partir de 2 anos de idade podem tomar desde que não apresentem condições clínicas especiais. Para as menores, é indicada a dose padrão. O mesmo vale para o caso de crianças que forem fazer uma viagem internacional para um país que exija o Certificado Internacional de Vacinação.

A campanha de vacinação com a dose fracionada vai acontecer entre o fim de janeiro e o início de março em determinados municípios dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia.  Para aumentar ainda mais a segurança de pacientes e familiares, a Sociedade Brasileira de Pediatra destaca alguns pontos que devem ser observados na hora de receber a dose no posto de saúde.

Interferência: é importante prestar atenção nas diferentes vacinas que você e seu filho tomam ao mesmo tempo ou em um curto período. De acordo com os pediatras, para evitar interferência na proteção das vacinas, a para febre amarela não deve ser administrada simultaneamente com a tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba) ou tetra viral (contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela) em crianças menores de 2 anos de idade. A orientação é que tenha pelo menos um intervalo de 30 dias depois. As demais vacinas do calendário podem ser administradas no mesmo dia que a vacina febre amarela.

Medicações: Alguns grupos não devem ser imunizados contra a febre amarela como, por exemplo, as crianças com menos de seis meses de idade; e o das pessoas que fazem uso de medicações anti-metabólicas ou medicamentos modificadores do curso da doença (Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Natalizumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Ritoximabe e outros terminados com MOMAB, XIMAB, ZUMAB ou UMAB). A regra também se aplica para os transplantados de órgãos sólidos e pessoas com doença oncológica em quimioterapia e ou radioterapia.

No caso das mães moradoras de área com transmissão ativa da febre amarela e que estiverem amamentando criança menor de 6 meses de idade, pode ser administrada uma dose fracionada. No entanto, a amamentação deve ser suspensa por 10 dias após a vacinação. Mulheres que moram em áreas sem transmissão ativa não precisam tomar a vacina.

Reações: crianças, adolescentes e adultos com história de reação alérgica grave ao ovo e a gelatina, podem receber a vacina após avaliação médica e em ambiente com condições de atendimento de urgência/emergência. Mulheres em idade fértil vacinadas devem evitar a gravidez até 30 dias após a vacinação.

Mas não precisa de pânico! Segundo a SBP, a vacina de febre amarela é, de maneira geral, bem tolerada. Segundo os especialistas, a partir do terceiro ou quarto dia da vacinação, 2% a 5% dos vacinados têm sinais como febre, dor de cabeça, dores musculares, entre outros sintomas.

Fonte: Revista Pais e Filhos

A mastigação correta beneficia o tônus muscular da boca e da língua, a saúde dos dentes e o bom funcionamento do sistema digestivo

Movimentos verticais e de rotação de mandíbula são recomendados; mastigação incorreta pode ausar problemas no tônus muscular

Você já parou para analisar a maneira como você mastiga os alimentos? A mastigação é o primeiro processo da digestão e, se feita de maneira errada, pode causar diversos problemas.

O padrão ideal de mastigação, segundo a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, é a bilateral. Ela pode ser simultânea ou alternada, com movimentos verticais e de rotação de mandíbula. A mastigação correta beneficia o tônus muscular da boca e da língua, a saúde dos dentes e o bom funcionamento do sistema digestivo.

Além disso, previne as alterações nas arcadas dentárias, os distúrbios da Articulação Temporomandibular (ATM) que podem causar dores crônicas de cabeça, fragmenta os alimentos de maneira correta, o que ajuda na digestão e aumenta a sensação de saciedade.

Existem vários motivos que levam a uma mastigação incorreta: correria do dia-a-dia, estresse, problemas odontológicos (má oclusão, mordida cruzada, sensibilidade, obturação desgastada), distúrbios na Articulação Temporomandibular (ATM), fraqueza dos músculos responsáveis pela mastigação, alterações morfológicas como cicatrizes nos lábios entre outros.

Além disso, alterações respiratórias como rinite e desvio de septo, que causam obstrução da respiração nasal e exigem a respiração pela boca, também podem provocar a má mastigação.

Assunto difundido
O assunto – bastante complexo, por sinal – foi tema do programa Bem Estar, exibido pelas manhãs da Rede Globo de Televisão. No programa, que foi ao ar no início do mês de março, a endocrinologista Cintia Cercato e a fonoaudióloga Adriana Bueno de Figueiredo explicaram e deram dicas para a mastigação correta.

Segundo elas, nas crianças, o desenvolvimento da mastigação começa desde o primeiro dia de vida com a amamentação. A força que o bebê faz para sugar o leite trabalha o tônus muscular e é um importante estímulo para o desenvolvimento ósseo e para uma futura mastigação.

Facilitar a alimentação da criança mantendo por tempo muito prolongado a dieta pastosa, por exemplo, pode levar a conseqüências graves no futuro porque desequilibra o tônus muscular das estruturas moles como o lábio, a língua e as bochechas.

Este desequilíbrio pode levar a uma deformação das arcadas dentárias (como a mordida aberta ou cruzada) e pode também colaborar para uma alteração na conformação da face no caso de uma predisposição genética, além de levar a criança a ter problemas de fala como a incapacidade de articular determinados fonemas.
Nos adultos, a mastigação incorreta também pode provocar esse desequilíbrio, com conseqüências diretas na ATM, da qual as funções dependem do equilíbrio e da relação de forças entre vários músculos.

Médico da Santa Casa ressalta a importância da mastigação
Ogastroenterologista Fernando Cardoso, 34 anos, do corpo clínico da Santa Casa de Ituverava, ressalta que, qualquer que seja o alimento, a mastigação sempre é importante no processo digestivo.

“Na mastigação ocorre a quebra e a trituração em pedaços menores dos alimentos ingeridos. As enzimas digestivas (presentes na saliva) ajudam produzir moléculas cada vez menores, que serão, por sua vez, mas facilmente aproveitadas pelo organismo”, disse o médico, que é formado em Catanduva, no ano de 2004, com especializa nas áreas de Cirurgia Geral e Gastroenterologia.

Cardoso explicou que a mastigação pode ocasionar transtornos muito freqüentes, como azia, má digestão, entre outros. “Portanto, é fundamental cuidarmos da função da mastigação. Se você é dos que come velozmente, uma dica é triturar os alimentos muito bem antes de engoli-los e isso só se consegue reservando um tempo mínimo para as refeições. Conquiste uma rotina de horário regular para suas refeições. No começo pode ser difícil, mas com o tempo você vai se acostumar”, completou.

O médico deixa algumas dicas. “Coma devagar e saboreie bem os alimentos. Deposite o talher à mesa entre cada garfada. Coloque pequena quantidade de alimentos no garfo a cada vez que for comer. Por fim, sirva alimentos em prato de tamanho normal e calcule sua porção”, finalizou.

Dentista dá recomendações importantes para quem mastiga mal
A dentista Ana Rosa Matos Galdiano Pilotto, proprietária da Clínica Radiologia Padrão, recomenda a “boa mastigação” a todos os seus pacientes.

“É muito importante, pois é na boca, através da mastigação, que é feita a trituração dos alimentos que seguirão para o estômago. A mastigação errada pode desencadear uma série de problemas, como dificuldade de digestão, má simetria facial, problemas na ATM, que causam desconforto muscular. O processo de mastigação feito de forma errada pode levar até a correções ortodônticas”, disse.

Ana Rosa afirmou que, infelizmente, as pessoas não mastigam como devem. “Geralmente, as pessoas mastigam e forma incorreta – fato que se agrava ainda mais pela pressa da vida moderna. É necessário investigar o motivo da má mastigação e, depois disso, ele mesmo deve se policiar”, concluiu.

Erros mais comuns na mastigação

•Não mastigar e engolir o alimento quase inteiro

•Fazer movimentos exclusivamente verticais com a mandíbula, o que significa que a mastigação é interrompida antes da fase de pulverização que exige os movimentos rotatórios

•Não fechar os lábios para mastigar (não é só uma questão de estética: boca fechada auxilia a língua na manutenção do bolo sobre os dentes que trituram os alimentos)

Dicas

– Coloque na boca uma quantidade de alimento que permita uma mastigação confortável
– Ao mastigar, preste atenção em qual lado está a comida. Após engolir, coloque a outra porção do alimento do outro lado
– É possível ter alimento dos dois lados da boca ao mesmo tempo. O mais importante é que a língua sempre deve direcionar o bolo alimentar para a superfície dos dentes correspondentes: pedaços maiores nos pré-molares e à medida que eles vão ficando menores são jogados para os molares
– A mastigação deve começar com movimentos verticais da mandíbula, que abre e fecha. A partir da metade do tempo da mastigação, os movimentos devem ser rotatórios para pulverizar o alimento.

FONTE: ABRAMO

Já imaginou um bebezinho mamando coca-cola e comendo Hambúrguer ?

Fotos mostram bebês “mamando” hambúrgueres e refrigerantes para alertar sobre a alimentação da mãe que amamenta

Campanha foi da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul

Já imaginou um bebezinho "mamando" um hambúrguer desses? (Foto: Reprodução/SPRS)

Já imaginou um bebê de meses sugando um hambúrguer daqueles de fast-food? Ou que tal uma rosquinha toda açucarada? Quem sabe um refrigerante? É o que mostram os anúncios perturbadores de uma campanha que foi lançada pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS). Criada em parceria com a agência Paim, a série “Seu bebê é o que você come” pretende alertar sobre a importância de cuidar da alimentação da mãe que amamenta.

Os cartazes estão em inglês, mas foram divulgados oficialmente com a frase: “Seus hábitos nos primeiros mil dias [da vida do seu filho] podem prevenir o desenvolvimento de doenças sérias”.

Uma das imagens mostra o bebê com uma rosquinha doce (Foto: Reprodução/SPRS)
Muito cedo para um refrigerante, não? (Foto: Reprodução/SPRS)

 

Fonte:Revista Crescer Sorrindo