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Febre amarela: acabe com a dúvida sobre a vacina padrão e a fracionada

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O crescimento de casos de febre amarela no país têm deixado os pais em alerta e, caso você esteja em área de risco, é preciso estar bem orientado com relação à vacinação. Principalmente aos riscos de efeitos adversos, aos critérios para a vacina e aos cuidados caso a dose seja fracionada.

Pensando nisso e na responsabilidade dos pais e dos especialistas, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) preparou um documento detalhado por meio dos Departamentos Científicos de Infectologia e de Imunizações, onde você pode se orientar.

Dose fracionada

Antes de tudo, é importante lembrar que ainda existem lacunas importantes em relação ao uso de doses fracionadas da vacina de febre amarela como a duração de proteção oferecida; torna imune apenas populações específicas e tem efeitos colaterais.

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São essas populações específicas que podem tomar a vacina. Crianças a partir de 2 anos de idade podem tomar desde que não apresentem condições clínicas especiais. Para as menores, é indicada a dose padrão. O mesmo vale para o caso de crianças que forem fazer uma viagem internacional para um país que exija o Certificado Internacional de Vacinação.

A campanha de vacinação com a dose fracionada vai acontecer entre o fim de janeiro e o início de março em determinados municípios dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia.  Para aumentar ainda mais a segurança de pacientes e familiares, a Sociedade Brasileira de Pediatra destaca alguns pontos que devem ser observados na hora de receber a dose no posto de saúde.

Interferência: é importante prestar atenção nas diferentes vacinas que você e seu filho tomam ao mesmo tempo ou em um curto período. De acordo com os pediatras, para evitar interferência na proteção das vacinas, a para febre amarela não deve ser administrada simultaneamente com a tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba) ou tetra viral (contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela) em crianças menores de 2 anos de idade. A orientação é que tenha pelo menos um intervalo de 30 dias depois. As demais vacinas do calendário podem ser administradas no mesmo dia que a vacina febre amarela.

Medicações: Alguns grupos não devem ser imunizados contra a febre amarela como, por exemplo, as crianças com menos de seis meses de idade; e o das pessoas que fazem uso de medicações anti-metabólicas ou medicamentos modificadores do curso da doença (Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Natalizumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Ritoximabe e outros terminados com MOMAB, XIMAB, ZUMAB ou UMAB). A regra também se aplica para os transplantados de órgãos sólidos e pessoas com doença oncológica em quimioterapia e ou radioterapia.

No caso das mães moradoras de área com transmissão ativa da febre amarela e que estiverem amamentando criança menor de 6 meses de idade, pode ser administrada uma dose fracionada. No entanto, a amamentação deve ser suspensa por 10 dias após a vacinação. Mulheres que moram em áreas sem transmissão ativa não precisam tomar a vacina.

Reações: crianças, adolescentes e adultos com história de reação alérgica grave ao ovo e a gelatina, podem receber a vacina após avaliação médica e em ambiente com condições de atendimento de urgência/emergência. Mulheres em idade fértil vacinadas devem evitar a gravidez até 30 dias após a vacinação.

Mas não precisa de pânico! Segundo a SBP, a vacina de febre amarela é, de maneira geral, bem tolerada. Segundo os especialistas, a partir do terceiro ou quarto dia da vacinação, 2% a 5% dos vacinados têm sinais como febre, dor de cabeça, dores musculares, entre outros sintomas.

Fonte: Revista Pais e Filhos

A mastigação correta beneficia o tônus muscular da boca e da língua, a saúde dos dentes e o bom funcionamento do sistema digestivo

Movimentos verticais e de rotação de mandíbula são recomendados; mastigação incorreta pode ausar problemas no tônus muscular

Você já parou para analisar a maneira como você mastiga os alimentos? A mastigação é o primeiro processo da digestão e, se feita de maneira errada, pode causar diversos problemas.

O padrão ideal de mastigação, segundo a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, é a bilateral. Ela pode ser simultânea ou alternada, com movimentos verticais e de rotação de mandíbula. A mastigação correta beneficia o tônus muscular da boca e da língua, a saúde dos dentes e o bom funcionamento do sistema digestivo.

Além disso, previne as alterações nas arcadas dentárias, os distúrbios da Articulação Temporomandibular (ATM) que podem causar dores crônicas de cabeça, fragmenta os alimentos de maneira correta, o que ajuda na digestão e aumenta a sensação de saciedade.

Existem vários motivos que levam a uma mastigação incorreta: correria do dia-a-dia, estresse, problemas odontológicos (má oclusão, mordida cruzada, sensibilidade, obturação desgastada), distúrbios na Articulação Temporomandibular (ATM), fraqueza dos músculos responsáveis pela mastigação, alterações morfológicas como cicatrizes nos lábios entre outros.

Além disso, alterações respiratórias como rinite e desvio de septo, que causam obstrução da respiração nasal e exigem a respiração pela boca, também podem provocar a má mastigação.

Assunto difundido
O assunto – bastante complexo, por sinal – foi tema do programa Bem Estar, exibido pelas manhãs da Rede Globo de Televisão. No programa, que foi ao ar no início do mês de março, a endocrinologista Cintia Cercato e a fonoaudióloga Adriana Bueno de Figueiredo explicaram e deram dicas para a mastigação correta.

Segundo elas, nas crianças, o desenvolvimento da mastigação começa desde o primeiro dia de vida com a amamentação. A força que o bebê faz para sugar o leite trabalha o tônus muscular e é um importante estímulo para o desenvolvimento ósseo e para uma futura mastigação.

Facilitar a alimentação da criança mantendo por tempo muito prolongado a dieta pastosa, por exemplo, pode levar a conseqüências graves no futuro porque desequilibra o tônus muscular das estruturas moles como o lábio, a língua e as bochechas.

Este desequilíbrio pode levar a uma deformação das arcadas dentárias (como a mordida aberta ou cruzada) e pode também colaborar para uma alteração na conformação da face no caso de uma predisposição genética, além de levar a criança a ter problemas de fala como a incapacidade de articular determinados fonemas.
Nos adultos, a mastigação incorreta também pode provocar esse desequilíbrio, com conseqüências diretas na ATM, da qual as funções dependem do equilíbrio e da relação de forças entre vários músculos.

Médico da Santa Casa ressalta a importância da mastigação
Ogastroenterologista Fernando Cardoso, 34 anos, do corpo clínico da Santa Casa de Ituverava, ressalta que, qualquer que seja o alimento, a mastigação sempre é importante no processo digestivo.

“Na mastigação ocorre a quebra e a trituração em pedaços menores dos alimentos ingeridos. As enzimas digestivas (presentes na saliva) ajudam produzir moléculas cada vez menores, que serão, por sua vez, mas facilmente aproveitadas pelo organismo”, disse o médico, que é formado em Catanduva, no ano de 2004, com especializa nas áreas de Cirurgia Geral e Gastroenterologia.

Cardoso explicou que a mastigação pode ocasionar transtornos muito freqüentes, como azia, má digestão, entre outros. “Portanto, é fundamental cuidarmos da função da mastigação. Se você é dos que come velozmente, uma dica é triturar os alimentos muito bem antes de engoli-los e isso só se consegue reservando um tempo mínimo para as refeições. Conquiste uma rotina de horário regular para suas refeições. No começo pode ser difícil, mas com o tempo você vai se acostumar”, completou.

O médico deixa algumas dicas. “Coma devagar e saboreie bem os alimentos. Deposite o talher à mesa entre cada garfada. Coloque pequena quantidade de alimentos no garfo a cada vez que for comer. Por fim, sirva alimentos em prato de tamanho normal e calcule sua porção”, finalizou.

Dentista dá recomendações importantes para quem mastiga mal
A dentista Ana Rosa Matos Galdiano Pilotto, proprietária da Clínica Radiologia Padrão, recomenda a “boa mastigação” a todos os seus pacientes.

“É muito importante, pois é na boca, através da mastigação, que é feita a trituração dos alimentos que seguirão para o estômago. A mastigação errada pode desencadear uma série de problemas, como dificuldade de digestão, má simetria facial, problemas na ATM, que causam desconforto muscular. O processo de mastigação feito de forma errada pode levar até a correções ortodônticas”, disse.

Ana Rosa afirmou que, infelizmente, as pessoas não mastigam como devem. “Geralmente, as pessoas mastigam e forma incorreta – fato que se agrava ainda mais pela pressa da vida moderna. É necessário investigar o motivo da má mastigação e, depois disso, ele mesmo deve se policiar”, concluiu.

Erros mais comuns na mastigação

•Não mastigar e engolir o alimento quase inteiro

•Fazer movimentos exclusivamente verticais com a mandíbula, o que significa que a mastigação é interrompida antes da fase de pulverização que exige os movimentos rotatórios

•Não fechar os lábios para mastigar (não é só uma questão de estética: boca fechada auxilia a língua na manutenção do bolo sobre os dentes que trituram os alimentos)

Dicas

– Coloque na boca uma quantidade de alimento que permita uma mastigação confortável
– Ao mastigar, preste atenção em qual lado está a comida. Após engolir, coloque a outra porção do alimento do outro lado
– É possível ter alimento dos dois lados da boca ao mesmo tempo. O mais importante é que a língua sempre deve direcionar o bolo alimentar para a superfície dos dentes correspondentes: pedaços maiores nos pré-molares e à medida que eles vão ficando menores são jogados para os molares
– A mastigação deve começar com movimentos verticais da mandíbula, que abre e fecha. A partir da metade do tempo da mastigação, os movimentos devem ser rotatórios para pulverizar o alimento.

FONTE: ABRAMO

Já imaginou um bebezinho mamando coca-cola e comendo Hambúrguer ?

Fotos mostram bebês “mamando” hambúrgueres e refrigerantes para alertar sobre a alimentação da mãe que amamenta

Campanha foi da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul

Já imaginou um bebezinho "mamando" um hambúrguer desses? (Foto: Reprodução/SPRS)

Já imaginou um bebê de meses sugando um hambúrguer daqueles de fast-food? Ou que tal uma rosquinha toda açucarada? Quem sabe um refrigerante? É o que mostram os anúncios perturbadores de uma campanha que foi lançada pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS). Criada em parceria com a agência Paim, a série “Seu bebê é o que você come” pretende alertar sobre a importância de cuidar da alimentação da mãe que amamenta.

Os cartazes estão em inglês, mas foram divulgados oficialmente com a frase: “Seus hábitos nos primeiros mil dias [da vida do seu filho] podem prevenir o desenvolvimento de doenças sérias”.

Uma das imagens mostra o bebê com uma rosquinha doce (Foto: Reprodução/SPRS)
Muito cedo para um refrigerante, não? (Foto: Reprodução/SPRS)

 

Fonte:Revista Crescer Sorrindo

 


SUCÇÃO NÃO NUTRITIVA

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Os hábitos de sucção não nutritiva (sucção de dedo e chupeta) são considerados normais em bebês e crianças de terna idade, usualmente associados à necessidade de satisfação afetiva e de segurança. Esta necessidade de gratificação oral pode ser preenchida com a prática do aleitamento materno. Crianças amamentadas no peito por pelo menos seis meses estão menos propensas a desenvolverem hábitos de sucção não nutritiva. A chupeta é o tipo de hábito de sucção mais prevalente entre as crianças, entretanto sua interrupção ocorre em idade mais precoce quando comparada com a sucção digital.

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É aconselhável evitar a oferta da chupeta nos primeiros dias de vida, para que a amamentação natural possa ser bem estabelecida.
A prática de hábitos de sucção não nutritiva pode provocar alterações oclusais e miofuncionais em longo prazo, o que leva alguns profissionais a recomendarem que a idade de três anos seja considerada a época limite para sua eliminação na vida da criança.

Fonte :Manual de referência para procedimentos clínicos em odontopediatria/ coordenadores Maria Lourdes de Andrade Massara, Paulo César Barbosa Rédua. – 2 ed.- São Paulo: Santos, 2013

Leiam também :

Bebê, Anjo, Chupeta, Criança, Pessoas

(ou Considerações sobre a chupeta baseadas em evidências)

Excelente artigo, baseado em evidências científicas, que trata de dúvidas muito recorrentes, como a interferência negativa sobre a amamentação, a alteração do tônus muscular da musculatura bucal, possíveis deformações esqueléticas faciais, a inexistência de bicos comerciais que sejam comparáveis ao bico do peito, a falácia de que chupeta é menos prejudicial que o dedo, a ligação entre a chupeta e a síndrome do respirador bucal, entre outros tópicos tão importantes quanto.

http://cientistaqueviroumae.com.br/blog/textos/chupeta-o-que-toda-mae-e-pai-deveria-saber-antes-de-oferecer-uma-para-seu-bebe-por-andreia-stankiewicz

Via Dra Marta Meireles

Fique atento! Mau hálito pode ser sinal de câncer .Alterações no metabolismo geram substâncias químicas específicas da doença que caem na corrente sanguínea e são exaladas pela boca e narinas

Já estamos cansados de saber que cerca de 90% das causas de halitose são de origem bucal. Os demais 10%, podem ocorrer devido a problemas nas vias aéreas superiores, alterações gástricas, pulmonares ou sistêmicas. O que poucos sabem é que mau hálito pode indicar câncer, motivo que realça a importância de investigar mais a fundo os casos de halitose crônica.

Insuficiências orgânicas, perda de peso e radioterapia e quimioterapia em casos de câncer de cabeça e pescoço também podem contribuir para o aparecimento de odores mau cheirosos na boca
Insuficiências orgânicas, perda de peso e radioterapia e quimioterapia em casos de câncer de cabeça e pescoço também podem contribuir para o aparecimento de odores mau cheirosos na boca

Foto: Vladimir Gjorgiev / Shutterstock

Segundo Maria Cecília Aguiar, presidente da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), esse tipo específico de halitose acontece por alguns motivos.

“Essa doença se caracteriza pela multiplicação celular desordenada, o que, e alguns casos, resulta em tecidos tumorais comprimindo os tecidos normais circundantes, causando necrose. Neste processo de morte tecidual, ocorre produção de algumas substâncias de odor desagradável, que são carregadas pela corrente sanguínea e alcançam os pulmões, sendo eliminadas pela expiração e provocando halitose, percebida tanto pela boca quanto pelas narinas”, diz a especialista.

Outros desdobramentos dessa doença como insuficiências orgânicas, perda de peso e radioterapia e quimioterapia em casos de câncer de cabeça e pescoço também podem contribuir para o aparecimento de odores mau cheirosos na boca.

“A queima de gorduras gera a liberação dos corpos cetônicos, de odor semelhante à manteiga rançosa, que são transportados via sanguínea em direção aos pulmões, podendo ser eliminados pelo hálito. Já a quimio e a radio provocam hipossalivação, favorecendo a multiplicação de bactérias bucais, que fermentam resíduos na boca e geram, como produto final de seus metabolismos, gases mau cheirosos responsáveis pela halitose”, diz Maria Cecília.

Cheiro diferente?
Mas será que dá para saber, pelo cheiro, quando o hálito está indicando algo mais sério? Segundo a especialista, algumas vezes dá. Ela explica que é comum que algumas doenças gerem um cheiro característico.

“O diabetes mal compensado resulta em hálito cetônico com odor de fruta passada; a insuficiência renal em odor de ureia ou urina; a insuficiência hepática em odor de terra molhada ou rato. Já o câncer em geral produz um hálito com odor de necrose. Porém, não há regras. Por exemplo, um câncer renal pode culminar em insuficiência renal e, por isso, vir acompanhado de hálito urêmico, e assim por diante”, diz a especialista.

Mas o que realmente diferencia a halitose por origem bucal dos casos de halitose extrabucal é que, na primeira, o odor é eliminado apenas pela boca, enquanto na segunda, o cheiro desagradável é eliminado pela boca e pelas narinas.

Identificação pelo hálito
Exatamente por causa dessa diferenciação é que pesquisadores estão buscando tornar viável a possibilidade de diagnosticar uma doença pelo hálito, pois toda enfermidade resulta em alterações no metabolismo que, por sua vez, geram produção de diferentes substâncias químicas características ou específicas da doença.

“Muito além que apenas o mau cheiro da halitose, moléculas específicas presentes no hálito podem indicar diversas doenças, como alguns tipos de câncer, com precisão. Estima-se que, futuramente, será viável realizar o diagnóstico dessas doenças com um simples exame de sopro (como no exame do bafômetro), onde sensores de um aparelho identificarão moléculas que normalmente não existem no hálito e indicarão com quais doenças podem estar associadas”, diz Maria Cecília.

Fonte:Agência Beta

Perca a odontofobia em apenas 5 passos .Siga nossas dicas e perca o medo irracional de dentistas

Você sente aflição, desconforto e fica inquieto só de pensar na próxima visita ao consultório do dentista? Pois é, você sofre de odontofobia. Essa condição impede muitas pessoas de cuidarem de seus dentes da forma correta, pois fica difícil prevenir e solucionar problemas sem a ajuda do profissional.

Se você faz parte do time que tem pavor de dentistas. Confira 5 dicas que te ajudarão a perder o medo e, assim, conseguir tratar melhor da sua saúde bucal:

1 – Vontade: Nada pode ser iniciado antes que você queira! O primeiro passo é reconhecer que você precisa se livrar desse medo.

2 – Confiança: Será muito mais fácil começar e concluir um tratamento se você confiar no profissional. Pesquise muito antes de tomar qualquer decisão. Peça indicações à amigos e familiares se for preciso.

Vá acompanhado: Convide um amigo para ir com você pelo menos na primeira consulta. Ter alguém conhecido por perto ajuda a distrair.
 3-Vá acompanhado: Convide um amigo para ir com você pelo menos na primeira consulta. Ter alguém conhecido por perto ajuda a distrair.

Foto: alphaspirit / Shutterstock.com

4 – Pergunte: Tire todas as dúvidas possíveis! Conhecer mais sobre o procedimento que será realizado auxilia no alívio da ansiedade. Pergunte quanto tempo vai demorar e tente ficar tranquilo ao menos durante o período estipulado.

5 – Comunicação: Combine alguns sinais com o dentista para alertá-lo caso você sinta algum tipo de dor. Assim você ficará mais seguro quanto a possíveis imprevistos.

Foque nos benefícios que enfrentar a odontofobia te trará e saiba que tudo ficará bem.

FF
Fonte:Terra

Piercing smile: estiloso ou perigoso? O acessório que faz sucesso entre os jovens pode trazer riscos à saúde bucal

 A cada temporada uma nova tendência surge entre os mais apaixonados por moda. A onda dos piercings teve seu ápice em 1990, mas ainda faz sucesso entre os que desejam se destacar na multidão.

Existem diversas joias e modelos e fica a gosto do cliente a região a ser perfurada. Além de umbigo, nariz, orelha e sobrancelhas, os piercings bucais também são bastante populares. Entre os mais usados estão o de língua, frênulo da língua (freio), lábio e dente. Porém, uma categoria diferente começou a fazer sucesso recentemente: o piercing de smile.

Aço cirúrgico é a melhor opção de material para o piercing pois não oxida. Atente-se a suas alergias na hora de fazer essa escolha e opte pelo modelo anelar para facilitar a cicatrização.
Aço cirúrgico é a melhor opção de material para o piercing pois não oxida. Atente-se a suas alergias na hora de fazer essa escolha e opte pelo modelo anelar para facilitar a cicatrização.

Foto: mrkornflakes / Shutterstock.com

O nome da joia faz referência ao sorriso já que o piercing fica localizado no chamado “freio superior”, uma camada fina de pele que só aparece quando a pessoa sorri. Muita gente opta por esse tipo de piercing porque é mais fácil de esconder em ocasiões que não permitem um visual tão ousado. Mas será que essa ideia é 100% segura?

A área onde esse tipo de piercing é colocado é uma das mais sensíveis da boca. Portanto, quem deseja colocar o acessório precisa ter cuidados redobrados para que não haja nenhuma complicação grave. Confira:

– Colocação: O piercing deve ser feito por um profissional, com materiais esterilizados e descartáveis;

– Escovação: Deve ser feita regularmente, porém com menos intensidade para que a joia não cause pressão na gengiva;

– Alimentação: Além de todas as restrições requisitadas pela colocação de piercings em geral, também é importante evitar o uso dos dentes frontais para mastigação;

– Limpeza: O piercing deve ser higienizado duas vezes ao dia e isso independe da escovação. Faça gargarejo com enxaguante bucal sem álcool e utilize uma haste de algodão para limpar a joia com soro fisiológico.

Dentistas não recomendam o uso do smile – ou qualquer piercing bucal – pois pode causar inflamação da gengiva, sangramentos e até deixar a boca mais vulnerável a doenças sexualmente transmissíveis.

 Fonte:Terra

Com ou sem lactose?

Leia os rótulos!Pode parecer confuso, mas aumenta a sua segurança alimentar. Alguns adoçantes contém lactose.

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Quais as diferenças entre adoçantes com lactose e sem lactose?

Os adoçantes, também chamados de edulcorantes, são substâncias que apresentam poder de conferir sabor doce aos alimentos maior que o do açúcar (sacarose). Eles são classificados de várias maneiras, geralmente com base em sua origem e valor calórico. Alguns produtos podem utilizar a lactose como excipiente (substância farmacologicamente inativa usada como veículo para o princípio ativo e que completam a massa ou volume especificado do produto). Os sem lactose utilizam outros excipientes, como por exemplo, a maltodextrina e água, no caso de adoçantes líquidos.

Há problemas em consumir esse tipo de adoçante?

A lactose é um carboidrato (dissacarídeo) composto por glicose e galactose. É naturalmente presente no leite de mamíferos, inclusive no leite materno.
Pessoas que possuem intolerância a lactose, dependendo do grau, podem manifestar sintomas clínicos após o consumo de produtos que contenham lactose.
Porém, segundo estudos, a maioria dos pacientes intolerantes é capaz de digerir e absorver cerca de 6 a 12 gramas de lactose sem nenhum sintoma adverso. A quantidade contida nos adoçantes é muito inferior a esta, fazendo com que o consumo seja assintomático na grande maioria dos casos.
A suspeita de intolerância à lactose deve ser sempre investigada por meio de testes diagnósticos de confirmação.

Adoçantes com lactose são melhores?

Cada adoçante possui uma formulação pensada a atender um determinado público alvo. Cabe a cada pessoa pesquisar qual produto e formulação é mais indicado para o seu caso/objetivo específico.

A lactose ajuda em algo no adoçante?

Alguns adoçantes em pó utilizam a lactose como excipiente (agentes sem ação medicinal que participam de uma formulação farmacêutica, com funções variadas e específicas, usados para auxiliar a administração de substâncias, ou seja, são os agentes carreadores de uma substância). No caso dos adoçantes essas substâncias são os edulcorantes (aspartame, sacarina, ciclamato, esteviosídeo, sorbitol, sucralose, acesulfame-K, entre outros) que sem o excipiente não teriam volume suficiente para completar o sachê do produto, já que uma quantidade muito pequena de edulcorante possui um grande poder adoçante (a sucralose, por exemplo, adoça de 600 a 800 vezes mais que o açúcar).

Existem tipos de adoçante que contém lactose?

Geralmente os adoçantes líquidos não contém lactose e os em forma de pó podem conter ou não, então é sempre válido confirmar essa informação no rótulo dos produtos ou diretamente com a empresa produtora.

No rótulo dos adoçantes contém essa informação?

Sim, na lista de ingredientes as empresas são obrigadas a declararem todos os compostos que fazem parte do produto.

O que impacta na saúde da pessoa ingerir adoçante com lactose?

Desde que se respeite a quantidade máxima permitida e o indivíduo não apresente intolerância sintomática, contra indicação médica ou a outros componentes da fórmula não há impacto negativo.

Se a informação não estiver no rótulo, tem como saber que o adoçante contém lactose?

Sim, em caso de qualquer dúvida em relação à composição de produtos alimentícios é indicado que o cliente entre em contato com o serviço de atendimento ao consumidor (SAC) da marca.
Fonte
Thais Eliana Carvalho de Lima
H.A.Einstein

Um chocolate para cada páscoa

Está em dúvida de qual será o seu chocolate para a data? Confira a explicação da nossa equipe de Nutrição

A páscoa chegou! Essa época do ano é recheada de barras e ovos de chocolate, gerando muitas dúvidas sobre os prós e contras dessa guloseima.

Conversamos com nossa equipe de Nutrição que explicou as principais dúvidas sobre o tema. Confira!​

Qual a diferença entre os tipos de chocolate?

A cada páscoa encontramos mais tipos de ovos nos mercados e lojas. Os chocolates amargos e diet estão ganhando espaço e já fazem parte das opções de presente para a data. Mas você sabe a diferença entre cada tipo? Confira abaixo e saiba quais os ingredientes e quantidades específicos de cada um:

  • Chocolate ao leite: leva na sua fabricação leite em pó ou leite condensado. Neste tipo os teores de cacau estão entre 30 e 40%.
  • Chocolate amargo: feito com os grãos de cacau torrados sem adição de leite. É chamado de “chocolate puro”, pois além do cacau vai somente açúcar. Há variações extra amargo (75 a 85% de cacau), amargo (50 a 75%) e meio amargo (35 a 50%). É caracterizado pela cor mais escura e paladar amargo.
  • Chocolate branco: Apesar de ser chamado de chocolate, não possui cacau em seus ingredientes, somente a manteiga de cacau. Entre os outros ingredientes estão o leite, açúcar e lecitina. Foi criado apenas no século XX. É o mais tipo mais doce e de textura bem cremosa.
  • Chocolate diet: é o principal indicado para os diabéticos ou aqueles com restrição de calorias. É composto por massa e manteiga de cacau, leite em pó, sorbitol e sacarina (substituição do açúcar) e vanilina. Não pode ser misturado com óleos e gorduras.

Mas do que é feito o chocolate?

O chocolate puro é feito dos grãos de cacau e açúcar. A sua composição varia de acordo com a porcentagem de outros ingredientes adicionais, como sólidos do leite e tipos de gorduras vegetais. Os principais ingredientes adicionais são os açúcares, manteiga de cacau, leite em pó, leite condensado, cacau em pó, sor​bitol, lecitina de soja, aromatizantes e edulcorantes.

O cacau é o principal ingrediente do chocolate contribuindo para a textura, cor e sabor. Outra ação do cacau é a redução de atividade de água, o que aumenta o tempo de duração do alimento. O tipo de cacau define e diferencia cada tipo e chocolate. Os açúcares utilizados são: a sacarose, xarope de glicose e o açúcar invertido que, são responsáveis pelo sabor doce além de serem agente de corpo dos produtos.

As gorduras que são adicionadas ao chocolate incluem a manteiga de cacau, a gordura do leite e a gordura vegetal. Outros ingredientes essenciais na fabricação são a lecitina de soja, que atua como emul​sificante e est​abilizante e a baunilha, também substituída pela vanilina artificial, como aromatizante.

O chocolate é gorduroso?

O chocolate possui alto teor calórico, devido seu elevado teor de gordura. A versão ao leite possui aproximadamente 500 kcal por 100 g e 30% de gordura na versão convencional. O meio amargo 400 calorias e 30% de gordura, já o branco, 500 calorias e 32% de gordura. Além disso, é rico em manganês, potássio e magnésio, e algumas vitaminas do complexo B. O conteúdo da gordura do chocolate é principalmente de origem vegetal.

Os benefícios

O chocolate possui fl​avonoides, um composto químico com propriedades antioxidantes, também encontrados no vinho, chás e alguns vegetais e frutas. Essas propriedades podem promover a saúde cardiovascular como resultado direto do efeito antioxidante sobre os mecanismos antitrombóticos, reduzindo inclusive o colesterol LDL sanguíneo e diminuindo a resposta inflamatória.

Estudos recentes também observaram outro benefício. A diminuição na pres​são arterial com o consumo até 3 vezes por semana de chocolate do tipo amargo e, além disso, diminuição da tendência à agregação plaquetária. Aproveite seu chocolate durante a páscoa com moderação! Feliz páscoa!

Fontes: Camila Ventura Meneghelli
Carolina Daher Rolfo
Mariana Nicastro
 Hospital Albert Einstein

Chegando a Páscoa…

Por que você deveria oferecer doces para criança apenas depois dos 2 anos

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 Imagem: iStock

A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é clara: doces são considerados calorias vazias e seu consumo não tem indicação em nenhuma faixa etária. “Mas, se houvesse a necessidade de oferta, seria somente depois dos dois anos”, diz Elza de Mello, do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Então, como controlar a criançada que vê os amigos comendo uma barra de chocolate e o desejo dos avós de fazerem os netos felizes? Como abrir exceções sem perder o controle? Qual tipo de doce oferecer? Abaixo, três pediatras respondem seis dúvidas frequentes relacionadas ao tema.

Consultoria: Elza de Mello, do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Werther de Carvalho, pediatra do Hospital Santa Catarina, em São Paulo e Jomara de Araújo, pediatra e médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Por que o consumo é indicado somente depois dos dois anos?

Por diversos motivos, como não promover alteração da flora oral e, consequentemente, criar risco de surgimento de cáries e não desencadear processo de obesidade ou desenvolvimento de diabetes. Também vale citar que comer doces tão cedo (e até mesmo depois dos dois anos) vicia e empobrece o paladar. É nesta fase que a criança está desenvolvendo o paladar, portanto elas podem ficar mais tolerantes aos doces, querendo cada vez mais porções maiores, para satisfazê-las. Não raro, crianças passam a recusar alimentos salgados e só aceitam os mais adocicados, como mandioquinha e batatas, ou receitas adoçadas, como feijão cozido com batata-doce e arroz com uva-passa.

Existe algum tipo de açúcar bem-vindo na rotina alimentar?

Sim, o que é natural dos alimentos, como o presente em frutas e legumes. A indicação é oferecer diversos tipos de frutas. Mesmo que a criança não queira no início, não desista de dar. Não é recomendável forçar, pois ela tem que entender que o alimento é comum.

Como liberar o consumo sem prejudicar a saúde?

A alimentação é um momento de inserção na vida social e as crianças não podem ser privadas disso. Sendo assim, não há nada de errado liberar um pouco de doce em festas. No dia a dia, o segredo, segundo os especialistas consultados, é não ter esse alimento em casa. O ideal é que doces sejam liberados em quantidades pequenas e ocasionalmente, em eventos festivos, como aniversários e Natal.

Como negociar a quantidade com as crianças?

A determinação dos pais deve prevalecer e, desde cedo, é importante ensinar as crianças a comer doses pequenas e escolher o que comer –dois brigadeiros ou um copo de refrigerante? Também é um equívoco achar que a criança que nunca come doces na rotina pode se esbaldar em uma festa de aniversário. Além do excesso fazer mal, a criança pode passar a se comportar assim em todas outras datas comemorativas e a exceção acaba virando regra.

Faz sentido usar doce para chantagear?

Jamais diga para os pequenos que, se comerem espinafre, vão ganhar sobremesa. Os pais nunca devem fazer chantagem para que o filho coma. Quando se faz isso, a ideia que se forma para a criança é que o alimento o alimento saudável é ruim e para ingerí-lo é preciso comer algo considerado saboroso depois.

  • Pode acontecer que o excesso de açúcar seja rapidamente absorvido e cause apenas certa excitabilidade. No entanto, é mais visto que, com a ingestão constante de açúcar simples, aconteçam picos repentinos e frequentes da quantidade de glicose no sangue que, por sua vez, determinam picos de insulina. Com isso, podem ocorrer quadros de irritabilidade, alterações de humor e cansaço.

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