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Higienização de próteses totais

Foto:CSI

Que tipo de escova deve ser usada para limpar a prótese total?

Existe uma escova dental projetada para dentaduras, cuja característica é a presença de dois comprimentos de cerdas – curtas para higienizar a parte externa e os dentes da prótese, e longas para higienizar a parte interna da dentadura, que é de acesso difícil para a escova comum.

Essa escova não é encontrada com a mesma facilidade para compra como a escova comum, mas pode ser substituída por uma escova macia.

Que produtos devem ser utilizados para complementar a higienização da prótese total?

Atualmente, os fabricantes de escovas dentais já apresentam uma linha de produtos efervescentes para higienização química das próteses, contribuindo para diminuir a dificuldade encontrada pelos idosos ou portadores de problema de coordenação motora. É importante ressaltar que o uso de produtos efervescentes não substitui a higienização com escova e pasta.

Como deve ser feita a higienização bucal do desdentado?

Nos pacientes idosos, freqüentemente portadores de dentadura, o fluxo salivar está diminuído, influenciado também pelo uso de medicamentos, o que pode gerar o início da halitose e maior número de cálculos. Para evitar várias doenças como a candidose, causada por fungo que pode se manifestar na boca, deve-se ter cuidado com a higiene bucal e a limpeza das próteses.

As dentaduras podem ser higienizadas mecanicamente com escovas apropriadas, dentifrício ou sabão e água fria, sempre após as refeições.

Recomenda-se, antes de iniciar a higiene, colocar uma toalha dentro da pia, pois em caso de queda, a prótese não se quebrará. Pode-se completar essa higiene com uma limpeza química com produtos efervescentes ou deixar a prótese em um copo com água e bicarbonato durante a noite.

Deve-se sempre explicar ao paciente que o uso de produtos caseiros como água sanitária ou pós de limpeza (tipo Sapólio) não são indicados, uma vez que descolorem e arranham o acrílico.

Para a higienização da boca, deve-se escovar a língua com movimentos suaves utilizando uma escova macia e creme dental ou limpador de língua encontrado no mercado. Pode-se fazer bochechos com anti-sépticos bucais ou água filtrada e bicarbonato de sódio (2 colheres de chá em um copo com água).

É necessário ficar algum período do dia ou da noite com a prótese fora da boca?

Este é um assunto difícil. Enquanto muitos autores recomendam a remoção das próteses durante a noite, para que os tecidos não fiquem sob ação das próteses e dos possíveis microorganismos a elas associados, a maioria dos pacientes não aceitam essa conduta, pois se sentem constrangidos psicologicamente em tê-las em um

copo. Outro motivo para não dormir com as dentaduras é a diminuição da sua estabilidade e retenção, pois a tendência do paciente é “segurá-las” pela ação muscular ou apertando os dentes durante toda a noite, o que ocasionará dor devido à parafunção. Portanto, é recomendável dormir sem a dentadura, deixando-a sempre em um copo com água e bicarbonato ou produto efervescente para limpeza durante a noite.

Quando não é mais possível higienizar a prótese a ponto de ela ter de ser substituída?

As próteses totais devem ser substituídas no máximo a cada cinco anos, pois os requisitos funcionais e estéticos estarão comprometidos, mesmo que tenham sido cuidadas e higienizadas rigorosamente. Durante esse tempo, deve ter havido controles para se checar tecidos moles, adaptação, oclusão, higiene e de cavidade oral.

Pacientes que tiveram tártaro nos dentes naturais provavelmente terão nas dentaduras artificiais. Não é difícil evitar que ele se forme se for feita uma higienização correta, pois caso contrário, a prótese terá odor desagradável, e a mucosa oral se apresentará inflamada.

Devo usar produtos de fixação?

Quando se coloca um novo par de dentaduras, pode parecer ao paciente que elas estão frouxas, ocasião em que o profissional aconselha que se polvilhe um pouco de pó adesivo na parte interna das mesmas por poucos dias até a adaptação.

Os produtos de fixação não devem ser usados constantemente, pois aumentam a pressão da dentadura sobre os tecidos. Estes não suportam essa pressão aumentada e se contraem, fazendo com que cada vez maiores quantidades de pó sejam necessárias para que a dentadura não fique, na percepção do paciente, frouxa. O uso exagerado do pó adesivo poderá, portanto, levar à necessidade de reembasar ou trocar a dentadura antes do tempo.

Fonte :APCD

Este ponto é cárie?

Esses pontos pretos são de Cárie, certo?! ERRADÍSSIMO!!!! Há vários motivos que levam os dentes de leite e permanentes a ficarem pigmentados. A cárie, ativa, em evolução, nunca será “preta” e “endurecida”. Comumente é acastanhada, amarelada e, principalmente amolecida. É resultado do esfarelamento do dente frente à tanto ácido produzido pelas bactérias (após consumirem carboidratos com alta frequência). Resumindo, esse dente não precisa de nenhum tratamento. Por isso, é importante que um especialista de confiança avalie os dentes do seu filho. Visite um odontopediatra!!!

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Fonte: Dr Gabriel Politano

Qual a relação do sangramento nasal com o tempo seco?

A variação sazonal, com predominância nos meses de inverno, foi encontrada na maioria dos estudos relacionados ao sangramento nasal (também conhecido como epistaxe). Os fatores que influenciam sua ocorrência são o numero de casos de infecções das vias áreas superiores, rinite alérgica, e alterações na mucosa associados às flutuações de temperatura e umidade.

Baixo teor de umidade no ar ambiente pode resultar em secura e irritação das mucosas. Este fator é comum nos meses de inverno, e nos locais com aquecimento central, sem umidificadores.

A vermelhidão da mucosa do nariz, que acompanha a rinite alérgica ou viral, pode propiciar pequenos traumas, levando ao sangramento.

O que fazer na hora do sangramento?

Sangramentos nasais são muito comuns, mas nem sempre graves. As principais causas são exposição ao ar seco e manipular o interior do nariz.

Se seu nariz ou de seu filho começar a sangrar, o principal é saber como proceder, a maioria dos casos cessa espontaneamente. E como saber se é sério ou não? Quando procurar o Hospital?

Você deve procurar um médico se o sangramento:

  • em grande quantidade, causando dificuldade de respirar
  • lhe deixar muito pálido, cansado ou com confusão mental
  • não cessar, mesmo com as auto- medidas realizadas em casa
  • acontecer logo após uma cirurgia do nariz, ou se você tem, sabidamente, alguma lesão intra-nasal
  • vier acompanhado de outros sintomas, como dor no peito
  • acontecer após algum trauma, como ser atingido na face
  • não parar, e você fizer uso de algum anticoagulante ou antiagregnte plaquetario

Como evitar?

  • use um umidificador no quarto
  • deixe sempre a mucosa nasal úmida, através de sprays nasais/soro fisiológico
  • tome cuidado ao manipular seu nariz, para evitar pequenos traumas, que podem levar a um sangramento.

Qual o tratamento?

Algumas medidas podem ser auto- realizadas em casa, no momento do sangramento:

  1. Assoe o nariz. Isso pode aumentar o sangramento num primeiro momento, não se assuste!
  2. Fique sentado ou em pé com a cabeça inclinada para frente. NÃO deite ou coloque a cabeça para trás!
  3. Aperte suas narinas por alguns segundos (na ponta do nariz)
  4. Fique pressionando seu nariz, com papel descartável, por alguns minutos (respire pela boca)
  5. Se o sangramento persistir, repita os passos. Se mesmo assim não parar de sangrar, procure o pronto atendimento.
Fonte : Hospital A. Einstein
Fernanda domingos giglio petreche
Registro Profissional: 125087
Juliana aparecida soares
Registro Profissional: 133846
Publicado em: 22/07/2016

Dificuldade para engolir pode causar cárie e mau hálito

Problema colabora para acúmulo de alimentos e resíduos, fator determinante para o aparecimento de bactérias e outras doenças bucais

 A Dificuldade de engolir não é uma doença, mas sim um sinal de que alguma coisa dentro do seu corpo não está indo bem. Esse problema, que se chama disfagia, pode estar associado ao mau funcionamento do esôfago, câncer de boca, problemas psicológicos ou neurológicos, infecções nas amídalas e até alterações salivares. Se for esse último caso, a pessoa pode desenvolver até cárie e mau hálito.

A higiene bucal das pessoas com disfagia deve ser minuciosa, de modo a ajudar a eliminar os resíduos alimentares e impedir o aparecimento da cárie e da halitose

A higiene bucal das pessoas com disfagia deve ser minuciosa, de modo a ajudar a eliminar os resíduos alimentares e impedir o aparecimento da cárie e da halitose
Foto: Poprotskiy Alexei / Shutterstock

Saúde bucal
Em relação à saúde bucal, problemas frequentes para engolir podem acarretar outras doenças ainda mais sérias. “Elas podem resultar em acúmulo de alimentos na boca, o que pode favorecer a formação e a multiplicação de microrganismos bucais, progressão rápida das cáries e aumento da vulnerabilidade a infecções, especialmente causadas por fungos”, diz Maria Cecília Aguiar, cirurgiã-dentista especializada em Alterações Salivares e presidente da Associação Brasileira de Halitose (ABHA).

Além disso, a especialista destaca que o aumento do número de bactérias consumindo esses resíduos alimentares resulta na liberação de gases mau cheirosos eliminados na forma de mau hálito. “Por isso, a higiene bucal das pessoas com disfagia deve ser minuciosa, de modo a ajudar a eliminar os resíduos alimentares e minimizar os problemas listados”, diz a dentista.

Saúde do corpo
É comum que pessoas que sofrem de dificuldade para engolir sejam “obrigadas” a modificar sua dieta. Eles costumam substituir alimentos sólidos como carnes e vegetais crus por refeições mais líquidas ou pastosas.

“Em alguns casos, o problema pode diminuir o apetite e interferir nas condições nutricionais, resultando em carências de nutrientes e perda de peso. Também pode ocorrer desidratação, engasgos e risco aumentado para pneumonias por aspiração”, diz Maria Cecília.

Papel do dentista
O dentista pode e deve ajudar em casos de disfagia, principalmente se a causa estiver relacionada com alterações salivares. Quando a saliva apresenta quantidade reduzida ou alterada ela pode acarretar dificuldade para a formação do bolo alimentar, sensação de engasgos e de bolo na garganta.

“Já a produção excessiva de saliva causa incômodo na deglutição. Todas essas alterações salivares têm sintomas semelhantes à disfagia e, por isso, é importante fazer o diagnóstico diferencial, de modo a guiar o tratamento adequado ao caso”, diz a dentista.

Uma vez diagnosticado a causa corretamente, o tratamento precisa ser realizado por uma equipe multiprofissional que inclui fonoaudiólogo, nutricionista, cirurgião-dentista e médicos (gastroenterologistas, otorrinolaringologistas, neurologistas e geriatras), conforme o diagnóstico de cada caso.

“O tratamento inclui desde uso de medicamentos, cirurgias, mudanças dietéticas, exercícios para musculatura oral e esofágica, uso de bandagens elásticas, aparelhos bucais para estimular ou guiar a deglutição, adequação dos padrões salivares e etc”, diz a especialista.

Alimentação
É importante ressaltar que a adequações da dieta é fundamental para um tratamento com conforto e segurança. Os alimentos sólidos devem ser triturados ou esmagados junto com os líquidos para que possam ser engolidos com facilidade. Frequentemente indica-se o uso de espessantes (substâncias químicas que conferem aumento da viscosidade sem alterar outras propriedades do alimento) para os líquidos, minimizando desconfortos e engasgos.

“Também é recomendável que o indivíduo se alimente de forma devagar e mastigue completamente o alimento. Durante alimentação, o paciente deve estar sentado, com a cabeça ligeiramente inclinada para frente, ajudando no fechamento do trato aéreo. Já quando o paciente está no leito, a cabeceira deve estar elevada”, diz a especialista.

 fonte :Agência Beta

ESTOMATITE HERPÉTICA. Você sabe o que fazer?

Estomatite é o nome que se dá a qualquer processo inflamatório que acomete a mucosa da boca. As causas variam muito. Nas crianças entre seis meses e cinco anos, a mais comum é a infecção pelo herpesvírus humano simples do tipo 1 (HSV-1). A doença conhecida como gengivoestomatite herpética, em geral, se manifesta quando o organismo entra pela primeira vez em contato com esse vírus, o que pode acontecer também com as crianças mais velhas, os adolescentes e até com adultos sem exposição prévia ao HSV-1.
Uma das características da estomatite herpética é o enantema, ou seja, o aparecimento de manchas vermelhas na superfície da mucosa da boca e da garganta. Essas lesões podem espalhar-se pela parte interna das bochechas e dos lábios, pela língua, amídalas, céu da boca e gengivas, que passam a sangrar com muita facilidade.

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Às vezes confundidas com as aftas comuns, as lesões da estomatite herpética são constituídas por vesículas esbranquiçadas na área central cercadas por um halo vermelho. Pequenas no início, elas podem aumentar de tamanho, romper-se e ligar-se a outras formando úlceras rasas, com bordas bem definidas e extemamente dolorosas.
O HSV-1 que provoca a estomatite herpética é o mesmo responsável pelo aparecimento das lesões labiais, quase sempre na área de transição entre a mucosa e os lábios. Uma vez infectada, a pessoa nunca mais se livra desse vírus, que penetra pelas terminações nervosas e instala-se no núcleo das células dos gânglios, onde permanece em estado de latência. Infelizmente, sob certas condições, ele pode ser reativado e provocar novos episódios da doença.

Sintomas:
A gengivoestomatite herpética é uma doença contagiosa. Os sintomas aparecem, geralmente, uma semana após o contato com os fuidos corporais da pessoa infectada, seja ela sintomática ou assintomática.

Febre, falta de apetite, irritabilidade, insônia, dor de cabeça e nas articulações, gânglios aumentados de tamanho, mau hálito são sinais da doença que podem ser confundidos com os de outras viroses. Há casos em que esses sintomas são atribuídos à erupção dos dentes nas crianças, porque ela passa a babar muito em razão da maior produção de saliva (sialorreia) e da dificuldade para engolir (disfagia).

O primeiro episódio da infecção pelo VHS-1 costuma ser o mais grave e as ulcerações na mucosa da boca e da garganta podem durar de sete a 14 dias. São muito dolorosas.

Diagnóstico:
Incialmente, o diagnóstico da gengivoestomatite herpética leva em conta a aparência e a localização das lesões e os sintomas. Em alguns casos, pode ser necessário recorrer a exames de laboratórios para identificar o tipo do vírus ou determinar outras possíveis causas da doença.

Estabelecer o diagnóstico diferencial é de extrema importância para conduzir o tratamento adequado.

Tratamento:
Não existe tratamento definitivo para a gengivoestomatite herpética, uma doença autolimitada que desaparece espontaneamente entre sete e 14 dias. O medicamento antiviral aciclovir, introduzido nas primeiras 72 horas da doença, reduz a replicação do vírus e, consequentemente, atenua a gravidade das lesões, diminui o tempo de contágio e o risco de complicações. A partir desse período, porém, o remédio deixa de fazer efeito, porque o vírus parou de multiplicar-se.

Analgésicos, anti-inflamatórios e antitérmicos são indicados para controle da dor, do mal-estar e da febre. Já os antibióticos e os antifúngicos não são recomendados como rotina, porque são ineficazes nas infecções por vírus.

O tratamento da estomatite herpética inclui cuidados especiais com a hidratação e a alimentação dos pacientes, que têm dificuldade para engolir e fazer a higiene bucal, porque a dor é muito forte.

Recomendações:
* Procure assistência médica ou do cirurgião dentista tão logo apareçam lesões avermelhadas ou ulcerativas na mucosa da boca ou na gengiva, que incha e sangra;

* Fuja da automedicação. Quanto mais depressa a moléstia for diagnosticada e o doente receber o tratamento adequado, menos graves serão os sintomas da gengivoestomatite herpética;

* Lave sempre as mãos antes e depois de entrar em contato direto com o doente e não permita que ele ponha as mãos na boca e depois nos olhos, o que pode provocar complicações da doença;

* Ofereça liquidos gelados, como sucos (não utilize frutas ácidas, tais como laranja, abacaxi, morango e limão), ou alimentos pastosos, por exemplo, sorvetes, iogurtes, cremes e purês. Nunca sirva alimentos muito condimentados ou quentes;

* Estimule a ingestão de água em pequenos goles, o que nem sempre é fácil, porque as lesoes são muito dolorosas. Por isso, ao primeiro sinal de desidratação, encaminhe imediatamente o doente para atendimento médico;

* Informe-se sobre o uso de soluções antissépticas com propriedades anestésicas para a higiene da boca;

* Não aplique bicarbonato de sódio puro diretamente sobre as feridas nem soluções de formol, porque destroem as células nervosas e lesam mais ainda a mucosa oral.

Fonte:
Dr. Dráuzio Varella

A Secretaria de Estado da Saúde anunciou nesta terça-feira (29) que a vacina contra a gripe H1N1 será dada para grávidas, crianças e idosos a partir do dia 11 de abril na capital e na região metropolitana de São Paulo.

O governo antecipou o calendário de vacinação para estes três grupos de maior risco de infecção devido ao surto da doença que se espalhou pelo Estado. Serão distribuídas antes do previsto 2,991 milhões de doses na capital. As vacinas já foram enviadas pelo Ministério da Saúde.

Desde o dia 23 de março, 67 municípios da região de São José do Rio Preto começaram uma vacinação extra contra a gripe com doses que sobraram de 2015. No entanto, quem tomou a dose extra com imunizador do ano passado deverá tomar novamente a dose com a nova vacina, pois são diferentes.

Para a população de outras cidades do Estado, inclusive de público-alvo (como portadores de doenças crônicas, população prisional e índios), as vacinas serão distribuídas a partir da data prevista no calendário nacional de vacinação, dia 30 de abril.

Distribuição

O Ministério da Saúde informou que enviará 25,6 milhões de doses da vacina aos Estados a partir do dia 1º de abril. Dessas, 9,9 milhões de doses ficarão na região Sudeste. Segundo a pasta, não houve alteração no processo de envio, é normal que a entrega ocorra um mês antes do calendário de vacinação começar.

Em Santa Catarina, o governo estadual informou que também irá antecipar a campanha de vacinação. A notícia foi divulgada após o registro da terceira morte por infecção do vírus H1N1. A aplicação estava prevista para o dia 30 de abril, mas com o agravamento do quadro deverá começar na próxima semana.

Fonte: Maria Júlia Marques
Do UOL, Em São Paulo

O que é o câncer bucal?

 Globalmente, o câncer de boca está entre os 10 tipos de câncer mais incidentes em populações de países em desenvolvimento e em minorias de países desenvolvidos

É um tipo de câncer que geralmente ocorre nos lábios (mais frequentemente no lábio inferior), dentro da boca, na parte posterior da garganta, nas amígdalas ou nas glândulas salivares. É mais frequente em homens do que em mulheres e atinge principalmente pessoas com mais de 40 anos de idade. O fumo, combinado com o excesso de bebida alcoólica, é um dos principais fatores de risco.

Se não for detectado de maneira precoce, o câncer bucal pode exigir tratamentos que vão da cirurgia (para a sua remoção) à radioterapia ou quimioterapia. Este câncer pode ser fatal, com uma taxa de sobrevivência de cinco anos de 50%*. Uma das razões pelas quais este prognóstico é tão negativo é o fato de que os primeiros sintomas não serem reconhecidos logo. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.

Quais os sintomas deste tipo de câncer?
Nem sempre é possível visualizar os primeiros sinais que indicam a existência do câncer bucal, o que aumenta a importância das consultas regulares com o dentista ou o médico. Seu dentista foi preparado para detectar os primeiros sinais do câncer bucal. Contudo, além das consultas regulares, é preciso que você fale com seu dentista se perceber qualquer dos sinais abaixo:

– Ferida nos lábios, gengiva ou no interior da boca, que sangra facilmente e não parece melhorar;
– Um caroço ou inchaço na bochecha que você sente ao passar a língua;
– Perda de sensibilidade ou sensação de dormência em qualquer parte da boca;
– Manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou qualquer outra parte da boca;
– Dificuldade para mastigar ou para engolir;
– Dor sem razão aparente ou sensação de ter algo preso na garganta;
– Inchaço que impede a adaptação correta da dentadura.
– Mudança na voz.

Como evitar o câncer bucal?
Se você não fuma nem masca tabaco, não comece a fazê-lo. O uso do tabaco é responsável por 80 a 90% das causas de câncer bucal.**

Fumo
A ligação entre o fumo, o câncer pulmonar e as doenças cardíacas já foi estabelecida (1). O fumo também afeta sua saúde geral, tornando mais difícil o combate a infecções e a reparação de ferimentos ou de cirurgias. Em adultos jovens, este hábito pode retardar o crescimento e dificultar o desenvolvimento. Muitos fumantes afirmam não sentir mais o odor ou sabor tão bem como antes. O fumo também pode causar mau hálito e manchar os dentes.

Sua saúde bucal está em perigo cada vez que você acende um cigarro, um charuto ou um cachimbo. Com esta atitude, suas chances de desenvolver câncer na laringe, na boca, na garganta e no esôfago aumentam. Como muitas pessoas não notam ou simplesmente ignoram os sintomas iniciais, o câncer bucal muitas vezes se espalha antes de ser detectado.

Mascar tabaco
O hábito de mascar tabaco eleva em 50 vezes a possibilidade de se desenvolver o câncer bucal.

O melhor a se fazer é não fumar nem usar quaisquer outros produtos derivados do tabaco. Quando uma pessoa para de usar esses produtos, mesmo depois de vários anos de consumo, o risco de contrair câncer bucal se reduz significativamente. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco de câncer bucal. A combinação fumo/álcool torna esse risco ainda muito maior.

Como se trata o câncer bucal?
Depois do diagnóstico, uma equipe de especialistas (que inclui um cirurgião dentista) desenvolve um plano de tratamento especial para cada paciente. Quase sempre a cirurgia é indispensável, seguida de um tratamento de radio ou quimioterapia. É essencial entrar em contato com um profissional que esteja familiarizado com as mudanças produzidas na boca por essas terapias.

Que efeitos colaterais a radioterapia produz na boca?
Quando a radioterapia é usada na área de cabeça e pescoço, muitas pessoas experimentam irritação ou ressecamento da boca, dificuldade de deglutir e perda do paladar. A radiação também aumenta o risco de cáries e, por isso, é muito mais importante cuidar bem da boca e da garganta neste período.

Converse com seu dentista e seu médico oncologista sobre os problemas bucais que você possa ter durante ou depois do tratamento. Antes de começar a radioterapia, não se esqueça de discutir com seu dentista os possíveis efeitos colaterais e a forma de evitá-los.

Como manter a saúde bucal durante a terapia?
Use uma escova macia depois das refeições e fio dental diariamente. Evite condimentos e alimentos ásperos como vegetais crus, nozes e biscoitos secos. Evite o fumo e o álcool. Para não ficar com a boca seca os doces e chicletes não devem conter açúcar.

Antes de começar a radioterapia, consulte seu dentista e faça uma revisão completa dos seus dentes e peça ao dentista para conversar com seu oncologista.

* The Complete Guide to Better Dental Care, Jeffrey F. Taintor, D.D.S., M.S., and Mary Jane Taintor, 1997.
** The National Cancer Institute, “What You Need to Know about Oral Cancer.” Last revised, Sept. 28, 1998.
1Compendium of Continuing Education in Dentistry, Vol. 19, #1 (supp), Fall, 2000.

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Você está sempre desenvolvendo aftas na boca? Você pode ser alérgico à sua pasta de dente!

A alergia à pasta de dentes, não é muito comum, mas pode acontecer. Os efeitos da pasta dentes na boca de uma pessoa alérgica ao produto, acaba sendo confundido com sintomas vindos de outros problemas como acidez estomacal excessiva, refluxo, periodontite. Mas o fato é que o surgimento de aftas recorrentes somado a sangramentos e vermelhidão na gengiva podem não ser consequência dos problemas mais comuns. Alguns dentistas garantem que muitos cremes dentais atuais tem desenvolvido uma série de processos alérgicos na boca dos usuários que culminam com o surgimento de aftas periódicas que demoram a desaparecer.

Estes efeitos colaterais podem ocorrer quando a pessoa é alérgica a algum flavorizante (substância que dá o sabor ao creme dental). Outro componente do creme dental que pode contribuir para a sensibilização das mucosas são os abrasivos. A maioria dos cremes dentais tem abrasivos para aumentar o poder de limpeza. Os menos abrasivos são os infantis e os mais abrasivos são os com bicarbonato de sódio ou com efeito branqueador. Atualmente, pesquisadores estabeleceram também, uma ligação entre o aparecimento de aftas em algumas pessoas e o uso de pastas de dentes contendo SLS (lauril sulfato de sódio). Ele é o responsável pela formação da espuma que se observa durante a lavagem dos dentes, atuando como uma espécie de detergente. Verifica-se uma melhoria rápida das aftas quando a pessoa deixa de utilizar pastas com esse componente.

Outra substância que tem causado alergia é “fluoreto de sódio”, o flúor que colocam na fórmula para evitar cáries. Neste caso o recomendado é evitar cremes dentais com esse componente e optar por cremes com “monofluorfosfato de sódio”, que tem o mesmo efeito com as cáries, porém, não tem provocado alergia nos usuários. Para saber se um creme dental tem uma ou outra substância é só ler a lista de ingredientes na embalagem.

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Os dentistas recomendam que o ideal é usar pelo menos três tipos de cremes dentais diferentes e fazer um revezamento afim de aproveitar as propriedades de cada uma e evitar sensibilizações pelo uso contínuo de um só tipo de produto. Mas para os que realmente são alérgicos ao creme dental convencional, existem produtos naturais que podem ser testados. Que não tem detergentes (tensoativos), espumantes, corantes sintéticos e mentol. Devemos lembrar também, que o uso de creme dental em excesso pode piorar a situação. A quantidade de creme dental utilizada em cada escovação, deve ser pequena, mais ou menos do tamanho de um grão de ervilha.

Devemos lembrar que o que limpa os dentes é a escova dental e uma escovação correta, a pasta é apenas uma coadjuvante. Se você acha que é alérgico e já falou com seu dentista sobre o problema, pode optar por escovar os dentes sem usar o creme dental.

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Fonte: artedenutrir/alergohousel/ Imagens: blogdogordinho/ bolsademulher/especialista24

Por Karlla Patrícia – Bióloga

Ardência na língua

A ardência na língua pode ser um sintoma muito doloroso e irritante.

A sensação de queimação na língua é a mesma sensação que você sente depois de beber uma bebida quente.

Esse transtorno é também chamado de “síndrome da ardência bucal” (SAB).
Na maioria dos casos, a queimação é maior na ponta da língua (glossopirose), nos lábios e em toda a boca (palato, gengivas).
 Língua que queima, ardência,boca

Classificação

As causas da síndrome de língua ardente podem ser primárias ou secundárias.

Síndrome da língua ardente primária
Quando não são identificadas das anormalidades clínicas, o problema é chamado síndrome da boca ardente primária ou idiopática.
Algumas pesquisas mostram que a síndrome da boca ardente primária está relacionada com questões de gosto ou nervos sensoriais do sistema nervoso central ou periférico.

Síndrome da língua ardente secundária
Às vezes, a síndrome da boca ardente é causada por uma doença. Nestes casos, chama-se síndrome de boca ardente secundária.
Alguns problemas clínicos que podem estar relacionados à síndrome da boca ardente secundária incluem:

Boca seca (xerostomia). Este distúrbio pode ser causado pelo uso de certos medicamentos, incluindo antidepressivos tricíclicos, os antidepressivos do sistema nervoso central, o lítio, os diuréticos e medicamentos utilizados para tratar a pressão arterial elevada. A boca secapode ser também uma conseqüência do envelhecimento ou síndrome de Sjogren, uma doença auto-imune que provoca os olhos e boca seca.

Candidíase oral (sapinho). A candida é uma causa freqüente de sensação de queimação na boca que pode ocorrer por causa da diabetes, por uso de prótese e depois de tomar certos medicamentos como antibióticos e o bochecho.
A sensação da língua que queima pode ser sentida na frente ou para os lados.
Entre os sintomas de infecção por candida, existe também a língua branca.

Causas da boca ardente

A dor durante o dia é bastante variável.
Algunhas pessoas dizem que a queimação não está presente ao acordar, mas que aumenta durante o dia. Outros pacientes percebeu que a dor é constante durante todo o dia.
A síndrome de boca ardente afeta mais as mulheres com uma proporção de 7:1.
Geralmente aparece em adultos de meia-idade ou mais velhos, mas pode ocorrer em alguns casos em pessoas mais jovens.
Entre as causas de queimação na boca estão:

1. Deficiências nutricionais. A falta de nutrientes, como ferro, zinco, ácido fólico (vitamina B-9), tiamina (vitamina B1), riboflavina (vitamina B2), piridoxina (vitamina B-6) e cobalamina (vitamina B-12) afeta os tecidos e causa a sensação de queimação na boca. Estas deficiências podem causar anemia por carência de vitamina.

2. Dentaduras irritantes. As dentaduras e os materiais utilizados em implantes orais, podem irritar os tecidos da boca.
3. Transtornos do nervo (doença neurológica). Os danos aos nervos e as neuropatias podem causar dor e sensação de queimação na boca e na língua além disso podem alterar o sabor.
4. Alergia. A sensação de queimação na boca pode ser causada por uma alergia ou uma reação a certos alimentos, aromas alimentares, aditivos, corantes ou outras substâncias.
5. Refluxo gástrico (doença do refluxo gastroesofágico). O gosto ácido ou amargo que se sente na boca vem do trato gastrointestinal superior e pode causar dor e irritação.
6. Língua geográfica. A língua geográfica é uma doença que causa boca seca, dor e consistência irregular. Esta condição pode ser ligada também a síndrome da boca ardente.
7. Alguns medicamentos. Os inibidores de enzima de conversão da angiotensina utilizado para tratar a pressão arterial elevada pode causar efeitos colaterais que incluem ardência na boca.
8. Hábitos orais. Alguns gestos que aparecem inconscientemente com a língua pode irritar a boca, por exemplo apertar os dentes (bruxismo).
9. Transtornos endócrinos. Os tecidos orais podem responder as níveis elevados de açúcar no sangue que ocorrem como resultado de diabetes ou hipotireoidismo.
10. Desequilíbrios hormonais. A menopausa provoca alterações hormonais que podem causar sensação de queimação na boca. Isso acontece porque os níveis de hormônio afetam a composição da saliva.
11. Irritação excessiva. O uso excessivo de instrumentos para higiene oral como escovas de dente e bochechos ou consumo excessivo de bebidas ácidas pode causar irritação dos tecidos orais.

Disfunção psicológica

Algumas mudanças de humor e personalidade (especialmenteansiedade e depressão) foram observadas em pacientes com a síndrome da boca ardente. No entanto estes tipos de distúrbios psicológicos são típicos de pacientes com dor crônica.
Portanto, a disfunção psicológica é causada por dor crônica, em vez da doença.
O sucesso alcançado por técnicas de relaxamento no tratamento da síndrome está relacionado a uma melhoria de estratégias de gestão da dor, em vez da cura da doença.
Igualmente, a utilidade de antidepressivos e alguns benzodiazepínicos está intimamente ligada às suas propriedades analgésicas e anticonvulsivantes (e por o possível efeito de benzodiazepínicos na via do gosto-dor).

 

Complicações de uma queimadura da língua

As queimaduras da língua podem destruir as papilas gustativas, criando uma perda do paladar. No entanto, é uma complicação a curto prazo porque as papilas gustativas se regeneram a cada duas semanas.

Abacaxi

Depois de comer o abacaxi, você pode sentir uma sensação desagradável na boca, tais como ardência e formigamento. Estes sintomas ocorrem imediatamente depois de comer um abacaxi fresco e normalmente passam sem tratamento.

Causas
O abacaxi contém uma enzima chamada bromelina que quebram as proteínas da carne, mas também as da boca.
A bromelina remove as moléculas na superfície das células e as digere.
A bromelina começa a quebrar as proteínas na superfície dos lábios, língua e bochechas após entrar em contato com estas áreas.

 Abacaxi, língua queima, reação,dorSolução
É possível minimizar os efeitos desagradáveis de comer abacaxi quando é inteiramente maduro.
Recomendamos de comprar o abacaxi só se tem um aroma forte e uma cor dourada.
Se o abacaxi está ainda com a casca verde, precisa deixar amadurecer colocando-o de cabeça para baixo com as folhas na mesa por vários dias até que se torne maduro.

Muitas vezes, há mais de uma causa. Apesar de uma avaliação cuidadosa, os médicos não são capazes às vezes de encontrar a causa dos sintomas.

Sinais e sintomas de queimação na língua

O principal sintoma da síndrome de boca ardente é uma ligeira e grave sensação de queimação na boca que pode persistir por meses ou anos.
Para muitas pessoas, a língua que queima começa no final da manhã, atinge um pico à noite e muitas vezes diminui durante a noite.
Alguns sentem uma queimação contínua; para outros, a dor vai e vem.

Sintomas

  • Uma sensação de queimação que afeta a língua, lábios, gengivas, palato, garganta ou boca;
  • Uma sensação de formigamento ou dormência na boca ou na ponta da língua;
  • Dor na boca que piora durante o dia;
  • Boca seca;
  • Aumento da sede;
  • Perda do paladar;
  • Alterações no sabor, como um gosto amargo ou metálico.

Como podemos diagnosticar a ardência na língua?

A síndrome da boca ardente é diagnosticada com base nos sintomas clínicos e excluindo outros problemas comoinfecções, diabetes ou deficiência de vitaminas. Se nenhum destes problemas está presente, é feito um diagnóstico da síndrome da boca ardente.

Tratamento para síndrome da boca ardente

O Tratamento para síndrome da boca ardente visa aliviar os sintomas. O tratamento envolve o uso de vários medicamentos que são usados tradicionalmente para depressão e dor crônica.
Os antidepressivos tricíclicos (amitriptilina), antipsicóticos como o clordiazepóxido (Psicosedin), anticonvulsivantes como gabapentina (Neurontin), analgésicos, benzodiazepínicos (clonazepam) e protetores da mucosa que têm proporcionado um alívio eficaz para alguns pacientes.
Além disso, a capsaicina tópica (um ingrediente natural presente na pimenta de Caiena) é usada para dessensibilizar os pacientes com a síndrome de boca ardente.
No entanto, apesar do sucesso dessas abordagens, em determinadas situações não há nenhum tratamento para a síndrome da boca ardente que funciona sempre.
A terapia serve para atender às necessidades específicas de cada paciente.
O custo do tratamento varia de acordo com os medicamentos prescritos, a duração do tratamento e se existe um seguro para as despesas médicas.

Remédios naturais para queimação na língua

De acordo com alguns estudos, a psicoterapia pode ser uma importante alternativa para o tratamento convencional para as implicações psicológicas da doença.
Existem vários remédios naturais para a queimação na língua e nos lábios que podem proporcionar alívio.
Entre estes estão:

  • Mantener na boca um pedaço de gelo ou beber água fria para reduzir a sensação de ardor e dor;
  • Mascar chiclete sem açúcar para aumentar a produção de saliva e evitar a síndrome da boca seca;
  • Ir periodicamente ao dentista para monitorar sua boca e qualquer prótese oral;
  • Se estiver tomando medicamentos, verifique os efeitos colaterais que causam boca seca com seu médico;
  • Praticar regularmente yoga e meditação pode reduzir o estresse e ansiedade que pode agravar a queimação;
  • Substituir a pasta de dente com bicarbonato de sódio em caso que irrita a boca e a língua;
  • Prepare um chá com folhas de hortelã. Beba o chá duas vezes por dia para reduzir a irritação da boca e a queimação.
  • É possível usar o chá de ervas como um enxaguatório bucal para reduzir a inflamação e dor de garganta.
  • O hortelã tem propriedades terapêuticas que podem ajudar a tratar a queimação da língua, mas não mastigue nunca folhas de hortelã crua porque elas podem causar lesões na boca.
  • As folhas de Margosa contêm um composto anti-bacteriano que pode evitar o mau hálito e outros problemas dentários. É possível usar um pasta feita de folhas de Margosa esmagadas para escovar os dentes.
  • Faça uma pasta de cebola e um pouco de alho. Adicione a mistura com água e bochechar durante o dia. Esta solução ajuda a reduzir a sensação de queimação na boca.
  • Se você aplica o óleo de lavanda na boca, você pode fornecer alívio rápido em caso de queimação.
  • Da mesma forma, a glicerina aplicada sobre a lingua reduz a sensação de ardor e dor.
  • Evite cigarros, álcool e alimentos picantes e oleosos.
  • Métodos de tratamento alternativos como a homeopatia ou acupuntura ajudam no gerenciamento de dor e queimação.

Dieta para ardência na língua

A melhor estratégia para tratar a síndrome de língua ardente é fazer mudanças no estilo de vida, tais como:

  • Beber mais água para prevenir a desidratação, a secura na boca e para aumentar a produção de saliva, a fim de reduzir a intensidade dos sintomas.
  • Coma mais legumes cozidos. Alimentos cozidos ajudam a reduzir a inflamação e irritação.
  • Alimentos como molhos e pimentas picantes que contém capsaicina devem ser evitado.
  • Evite alimentos muito amargos, como frutas cítricas. No entanto, não precisa diminuir a ingestão de frutas frescas porque melhoram a saúde dental.
  • Alimentos que esfriam a boca como frutas frescas e sucos vegetais são úteis no alívio dos sintomas.
  • Portanto os problemas de tireóide e doenças como a diabetes podem causar a síndrome da queimação da língua, é importante seguir a cura para a doença.
  • Comer alimentos ricos em vitamina B12 e ferro, incluindo o frango e as gemas do ovo. Os alimentos ricos em ferro, como legumes de folhas verdes, espinafre e brócolis são essenciais para evitar a síndrome de língua ardente.
  • Evite álcool, cafeína, chocolate e canela porque eles podem irritar a língua, exacerbando os sintomas.

Fonte:Fisioterapia para todos