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Ardência na língua

A ardência na língua pode ser um sintoma muito doloroso e irritante.

A sensação de queimação na língua é a mesma sensação que você sente depois de beber uma bebida quente.

Esse transtorno é também chamado de “síndrome da ardência bucal” (SAB).
Na maioria dos casos, a queimação é maior na ponta da língua (glossopirose), nos lábios e em toda a boca (palato, gengivas).
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Classificação

As causas da síndrome de língua ardente podem ser primárias ou secundárias.

Síndrome da língua ardente primária
Quando não são identificadas das anormalidades clínicas, o problema é chamado síndrome da boca ardente primária ou idiopática.
Algumas pesquisas mostram que a síndrome da boca ardente primária está relacionada com questões de gosto ou nervos sensoriais do sistema nervoso central ou periférico.

Síndrome da língua ardente secundária
Às vezes, a síndrome da boca ardente é causada por uma doença. Nestes casos, chama-se síndrome de boca ardente secundária.
Alguns problemas clínicos que podem estar relacionados à síndrome da boca ardente secundária incluem:

Boca seca (xerostomia). Este distúrbio pode ser causado pelo uso de certos medicamentos, incluindo antidepressivos tricíclicos, os antidepressivos do sistema nervoso central, o lítio, os diuréticos e medicamentos utilizados para tratar a pressão arterial elevada. A boca secapode ser também uma conseqüência do envelhecimento ou síndrome de Sjogren, uma doença auto-imune que provoca os olhos e boca seca.

Candidíase oral (sapinho). A candida é uma causa freqüente de sensação de queimação na boca que pode ocorrer por causa da diabetes, por uso de prótese e depois de tomar certos medicamentos como antibióticos e o bochecho.
A sensação da língua que queima pode ser sentida na frente ou para os lados.
Entre os sintomas de infecção por candida, existe também a língua branca.

Causas da boca ardente

A dor durante o dia é bastante variável.
Algunhas pessoas dizem que a queimação não está presente ao acordar, mas que aumenta durante o dia. Outros pacientes percebeu que a dor é constante durante todo o dia.
A síndrome de boca ardente afeta mais as mulheres com uma proporção de 7:1.
Geralmente aparece em adultos de meia-idade ou mais velhos, mas pode ocorrer em alguns casos em pessoas mais jovens.
Entre as causas de queimação na boca estão:

1. Deficiências nutricionais. A falta de nutrientes, como ferro, zinco, ácido fólico (vitamina B-9), tiamina (vitamina B1), riboflavina (vitamina B2), piridoxina (vitamina B-6) e cobalamina (vitamina B-12) afeta os tecidos e causa a sensação de queimação na boca. Estas deficiências podem causar anemia por carência de vitamina.

2. Dentaduras irritantes. As dentaduras e os materiais utilizados em implantes orais, podem irritar os tecidos da boca.
3. Transtornos do nervo (doença neurológica). Os danos aos nervos e as neuropatias podem causar dor e sensação de queimação na boca e na língua além disso podem alterar o sabor.
4. Alergia. A sensação de queimação na boca pode ser causada por uma alergia ou uma reação a certos alimentos, aromas alimentares, aditivos, corantes ou outras substâncias.
5. Refluxo gástrico (doença do refluxo gastroesofágico). O gosto ácido ou amargo que se sente na boca vem do trato gastrointestinal superior e pode causar dor e irritação.
6. Língua geográfica. A língua geográfica é uma doença que causa boca seca, dor e consistência irregular. Esta condição pode ser ligada também a síndrome da boca ardente.
7. Alguns medicamentos. Os inibidores de enzima de conversão da angiotensina utilizado para tratar a pressão arterial elevada pode causar efeitos colaterais que incluem ardência na boca.
8. Hábitos orais. Alguns gestos que aparecem inconscientemente com a língua pode irritar a boca, por exemplo apertar os dentes (bruxismo).
9. Transtornos endócrinos. Os tecidos orais podem responder as níveis elevados de açúcar no sangue que ocorrem como resultado de diabetes ou hipotireoidismo.
10. Desequilíbrios hormonais. A menopausa provoca alterações hormonais que podem causar sensação de queimação na boca. Isso acontece porque os níveis de hormônio afetam a composição da saliva.
11. Irritação excessiva. O uso excessivo de instrumentos para higiene oral como escovas de dente e bochechos ou consumo excessivo de bebidas ácidas pode causar irritação dos tecidos orais.

Disfunção psicológica

Algumas mudanças de humor e personalidade (especialmenteansiedade e depressão) foram observadas em pacientes com a síndrome da boca ardente. No entanto estes tipos de distúrbios psicológicos são típicos de pacientes com dor crônica.
Portanto, a disfunção psicológica é causada por dor crônica, em vez da doença.
O sucesso alcançado por técnicas de relaxamento no tratamento da síndrome está relacionado a uma melhoria de estratégias de gestão da dor, em vez da cura da doença.
Igualmente, a utilidade de antidepressivos e alguns benzodiazepínicos está intimamente ligada às suas propriedades analgésicas e anticonvulsivantes (e por o possível efeito de benzodiazepínicos na via do gosto-dor).

 

Complicações de uma queimadura da língua

As queimaduras da língua podem destruir as papilas gustativas, criando uma perda do paladar. No entanto, é uma complicação a curto prazo porque as papilas gustativas se regeneram a cada duas semanas.

Abacaxi

Depois de comer o abacaxi, você pode sentir uma sensação desagradável na boca, tais como ardência e formigamento. Estes sintomas ocorrem imediatamente depois de comer um abacaxi fresco e normalmente passam sem tratamento.

Causas
O abacaxi contém uma enzima chamada bromelina que quebram as proteínas da carne, mas também as da boca.
A bromelina remove as moléculas na superfície das células e as digere.
A bromelina começa a quebrar as proteínas na superfície dos lábios, língua e bochechas após entrar em contato com estas áreas.

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É possível minimizar os efeitos desagradáveis de comer abacaxi quando é inteiramente maduro.
Recomendamos de comprar o abacaxi só se tem um aroma forte e uma cor dourada.
Se o abacaxi está ainda com a casca verde, precisa deixar amadurecer colocando-o de cabeça para baixo com as folhas na mesa por vários dias até que se torne maduro.

Muitas vezes, há mais de uma causa. Apesar de uma avaliação cuidadosa, os médicos não são capazes às vezes de encontrar a causa dos sintomas.

Sinais e sintomas de queimação na língua

O principal sintoma da síndrome de boca ardente é uma ligeira e grave sensação de queimação na boca que pode persistir por meses ou anos.
Para muitas pessoas, a língua que queima começa no final da manhã, atinge um pico à noite e muitas vezes diminui durante a noite.
Alguns sentem uma queimação contínua; para outros, a dor vai e vem.

Sintomas

  • Uma sensação de queimação que afeta a língua, lábios, gengivas, palato, garganta ou boca;
  • Uma sensação de formigamento ou dormência na boca ou na ponta da língua;
  • Dor na boca que piora durante o dia;
  • Boca seca;
  • Aumento da sede;
  • Perda do paladar;
  • Alterações no sabor, como um gosto amargo ou metálico.

Como podemos diagnosticar a ardência na língua?

A síndrome da boca ardente é diagnosticada com base nos sintomas clínicos e excluindo outros problemas comoinfecções, diabetes ou deficiência de vitaminas. Se nenhum destes problemas está presente, é feito um diagnóstico da síndrome da boca ardente.

Tratamento para síndrome da boca ardente

O Tratamento para síndrome da boca ardente visa aliviar os sintomas. O tratamento envolve o uso de vários medicamentos que são usados tradicionalmente para depressão e dor crônica.
Os antidepressivos tricíclicos (amitriptilina), antipsicóticos como o clordiazepóxido (Psicosedin), anticonvulsivantes como gabapentina (Neurontin), analgésicos, benzodiazepínicos (clonazepam) e protetores da mucosa que têm proporcionado um alívio eficaz para alguns pacientes.
Além disso, a capsaicina tópica (um ingrediente natural presente na pimenta de Caiena) é usada para dessensibilizar os pacientes com a síndrome de boca ardente.
No entanto, apesar do sucesso dessas abordagens, em determinadas situações não há nenhum tratamento para a síndrome da boca ardente que funciona sempre.
A terapia serve para atender às necessidades específicas de cada paciente.
O custo do tratamento varia de acordo com os medicamentos prescritos, a duração do tratamento e se existe um seguro para as despesas médicas.

Remédios naturais para queimação na língua

De acordo com alguns estudos, a psicoterapia pode ser uma importante alternativa para o tratamento convencional para as implicações psicológicas da doença.
Existem vários remédios naturais para a queimação na língua e nos lábios que podem proporcionar alívio.
Entre estes estão:

  • Mantener na boca um pedaço de gelo ou beber água fria para reduzir a sensação de ardor e dor;
  • Mascar chiclete sem açúcar para aumentar a produção de saliva e evitar a síndrome da boca seca;
  • Ir periodicamente ao dentista para monitorar sua boca e qualquer prótese oral;
  • Se estiver tomando medicamentos, verifique os efeitos colaterais que causam boca seca com seu médico;
  • Praticar regularmente yoga e meditação pode reduzir o estresse e ansiedade que pode agravar a queimação;
  • Substituir a pasta de dente com bicarbonato de sódio em caso que irrita a boca e a língua;
  • Prepare um chá com folhas de hortelã. Beba o chá duas vezes por dia para reduzir a irritação da boca e a queimação.
  • É possível usar o chá de ervas como um enxaguatório bucal para reduzir a inflamação e dor de garganta.
  • O hortelã tem propriedades terapêuticas que podem ajudar a tratar a queimação da língua, mas não mastigue nunca folhas de hortelã crua porque elas podem causar lesões na boca.
  • As folhas de Margosa contêm um composto anti-bacteriano que pode evitar o mau hálito e outros problemas dentários. É possível usar um pasta feita de folhas de Margosa esmagadas para escovar os dentes.
  • Faça uma pasta de cebola e um pouco de alho. Adicione a mistura com água e bochechar durante o dia. Esta solução ajuda a reduzir a sensação de queimação na boca.
  • Se você aplica o óleo de lavanda na boca, você pode fornecer alívio rápido em caso de queimação.
  • Da mesma forma, a glicerina aplicada sobre a lingua reduz a sensação de ardor e dor.
  • Evite cigarros, álcool e alimentos picantes e oleosos.
  • Métodos de tratamento alternativos como a homeopatia ou acupuntura ajudam no gerenciamento de dor e queimação.

Dieta para ardência na língua

A melhor estratégia para tratar a síndrome de língua ardente é fazer mudanças no estilo de vida, tais como:

  • Beber mais água para prevenir a desidratação, a secura na boca e para aumentar a produção de saliva, a fim de reduzir a intensidade dos sintomas.
  • Coma mais legumes cozidos. Alimentos cozidos ajudam a reduzir a inflamação e irritação.
  • Alimentos como molhos e pimentas picantes que contém capsaicina devem ser evitado.
  • Evite alimentos muito amargos, como frutas cítricas. No entanto, não precisa diminuir a ingestão de frutas frescas porque melhoram a saúde dental.
  • Alimentos que esfriam a boca como frutas frescas e sucos vegetais são úteis no alívio dos sintomas.
  • Portanto os problemas de tireóide e doenças como a diabetes podem causar a síndrome da queimação da língua, é importante seguir a cura para a doença.
  • Comer alimentos ricos em vitamina B12 e ferro, incluindo o frango e as gemas do ovo. Os alimentos ricos em ferro, como legumes de folhas verdes, espinafre e brócolis são essenciais para evitar a síndrome de língua ardente.
  • Evite álcool, cafeína, chocolate e canela porque eles podem irritar a língua, exacerbando os sintomas.

Fonte:Fisioterapia para todos

Erosão ácida: sucos detox podem prejudicar a saúde bucal.

Ao contrário do que muitos pensam, escovar os dentes logo após a ingestão de alimentos nem sempre é o mais indicado. No caso, estamos nos referindo especificamente a alimentos ou bebidas ácidas que, se consumidos de forma excessiva à longo prazo, podem causar a erosão ácida dos dentes, que consiste na perda da superfície do dente, muitas vezes associada à dieta moderna.

Em conversa ao JETSS, o Dr. Thiago Avelar explicou quais fatores que podem causar a erosão ácida dos dentes.

“O principal fator são os alimentos ácidos, e ainda pior é o seu consumo seguido de escovação, pois esfregamos um ácido sobre uma superfície temporariamente suscetível a desgaste devido a alteração do ph bucal na sequência da alimentação ácida.”

Um estudo aponta que beber um litro de refrigerante por dia pode remover 1 milímetro do esmalte dos dentes em alguns anos. Beber em grandes goles, o hábito de bochechar ou reter o líquido na boca aumentam o risco. O ideal seria que bebidas gasosas fossem ingeridas através de um canudo, mantendo-se longe dos dentes.

Sucos e frutas como laranja e limão também podem influenciar na perda do esmalte dentário. Para se ter uma idéia, o esmalte do dente se dissolve em pH de 5,5 aproximadamente. O valor de pH indica o grau de acidez de determinado alimento. Qualquer valor abaixo de 7 é considerado ácido e alimentos com níveis de pH abaixo de 5,5 são potencialmente mais prejudiciais à saúde dentária.

Tratamento

Mas, afinal, uma vez que o estrago tenha sido feito, como tratar o dente afetado? “Se o tecido dental foi perdido, a única forma de tratamento é a restauração da área afetada,” diz o Dr. Avelar.
Sobre a possibilidade de regenerar o esmalte perdido e recuperar a brancura original através do uso de cremes dentais específicos ou tratamentos em consultório, ele explica:

“O esmalte dental sofre desmineralização diária, o consumo de produtos com flúor e cálcio, por exemplo, atuam na remineralização deste esmalte, o processo é continuo e quando há um desequilíbrio entre desmineralização e remineralização o esmalte perde mineral se tornando suscetível a cáries e erosão”, afirma o profissional. “As pastas dentais atuam aumentando a quantidade de flúor e cálcio disponível para que o processo de desmineralização não ocorra, porém nunca regenerando o esmalte já perdido.”

Fonte:APCD São José dos Campos

Adenoides (Tonsilas faríngeas)

adenoide

As amídalas são estruturas constituídas por tecido linfoide, ricas em glóbulos brancos. Não são estruturas isoladas dentro dos aparelhos respiratório e digestivo. Fazem parte do anel linfático de Waldeyer que compreende a amídala lingual, a palatina e a faríngea (ou adenoide) na região chamada rinofaringe.

As duas adenoides se situam atrás das cavidades nasais e acima do palato mole (céu da boca), conforme mostra a imagem ao lado. Não são visíveis quando a pessoa abre a boca

Fazem parte do sistema imunológico, assim como as amídalas (tonsilas palatinas), e produzem anticorpos. Também conhecidas como carne esponjosa, ajudam na defesa do organismo contra a invasão de agentes estranhos.

Elas aumentam de tamanho no início da vida, mas começam a regredir ao redor dos sete anos de idade, desaparecendo totalmente até a vida adulta. Como nariz, garganta e ouvido se comunicam internamente, a inflamação ou hipertrofia das adenoides pode prejudicar a respiração.

 

Narguilé, será que ele é mesmo inofensivo?

Narguilé, será que ele é mesmo inofensivo?
O volume de fumaça inalada em uma hora de narguilé é igual a fumar de 100 a 200 cigarros.
Autor: Telma Antunes, pneumologista

O Narguilé, originalmente uma tradição do Oriente, é cada vez mais visto em bares e confraternizações de amigos nos países ocidentais.

As pessoas se reúnem para conversar e confraternizar e inalam por horas seguidas o vapor de água com tabaco. Além de poder variar o sabor por conta da variedade das essências, como maçã, damasco, uva, a fumaça do narguilé deixa o ambiente com um cheiro mais agradável do que dos cigarros. Outro atrativo é que ele pode ser dividido em grupos, favorecendo a socialização.

O fato de inalar vapor, e não fumaça, traz uma sensação de segurança. Infelizmente, isso não é verdade!

De acordo com pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o volume de fumaça inalada em uma sessão de uma hora de narguilé é equivalente a fumar entre 100 e 200 cigarros. Os resultados também estimam que, em média, um fumante inala meio litro de fumaça por cigarro, enquanto que um fumante de narguilé pode consumir em de 1/6 até um litro de fumaça por inalar.

A exposição ao fumar narguilé é muito mais prolongada do que a de um cigarro comum, que demora alguns minutos, e é bastante prejudicial. Apesar de poucos estudos, alguns mostram que o uso de narguilé reduz a capacidade respiratória (bronquite) após um ano de uso regular por conter várias substâncias como monóxido de carbono, hidrocarbonetos, nicotina, formaldeído e outros.

Além disso, o narguilé utiliza vapor de água aquecido por carvão – juntam-se as toxinas do tabaco com as do carvão, relacionadas entre outras coisas ao desenvolvimento do câncer de pulmão. Existe o risco de dependência como no caso do cigarro, e até quadros mais graves de insuficiência respiratória aguda.

Como se inala da mesma água, existe ainda o risco de adquirir doenças infecto-contagiosas como a tuberculose.

Portanto, é seguro fumar narguilé? Nem um pouco!

Os mitos e verdades sobre o flúor

Há mais de meio século, o Brasil começou a programar a estratégia de maior sucesso usada em saúde publica no mundo para o controle da cárie dentária: a adição  de flúor ao tratamento da água de abastecimento público. Os professores-doutores Jaime Aparecido Cury e Livia Maria Andaló Tenuta, ambos da Faculdade de Odontologia da Unicamp, esclarecem algumas dúvidas sobre o assunto, na palestra Flúor: mitos e realidade de seu uso coletivo, pessoal, profissional e das suas combinações. Abaixo, algumas questões ligadas ao flúor, que geram perguntas entre profissionais e leigos.

O que é – O flúor é uma substância natural encontrada largamente na natureza na forma de gás, de ácidos e de minerais, e que tem sido usada mundialmente na prevenção de cárie dentária.

Atuação – A cárie é provocada por dois fatores: a organização de bactérias bucais na superfície dos dentes (formando a chamada placa bacteriana) e a exposição frequente à açúcares da dieta. O açúcar é transformado em ácidos que dissolvem os minerais dos dentes por um processo chamado de desmineralização. Se o flúor estiver presente na boca ele reduz essa condição e ativa a remineralização dos dentes reduzindo o efeito final do processo de desenvolvimento de cárie.

Aplicação de flúor – Existem meios coletivos, individuais, profissionais e suas combinações. A fluoretação das águas de abastecimento público é um meio de uso coletivo do flúor no Brasil. Uma lei federal determina que as cidades com estação de tratamento devam fluoretar a água. Os meios individuais incluem dentifrícios e soluções para bochecho diário. Há produtos para a aplicação profissional e materiais restauradores liberadores de flúor. A aplicação de flúor pelo cirurgião-dentista é recomendada para pacientes que não fazem auto-uso de flúor, quer seja por questão de comportamento ou deficiência física ou mental.

Concentração – A concentração de flúor a ser adicionada na água é feita segundo cálculo matemático que considera a temperatura média anual da localidade. Se as pessoas bebem mais água porque está mais calor, a concentração do flúor na água deve ser menor. No Brasil, por ser um país tropical, a concentração “ideal” de flúor na água da maioria das cidades é de 0,7 ppm (mg/L).

Aumentar ou diminuir? – Em locais com alta prevalência de cárie, uma maior concentração de flúor não é indicada porque irá aumentar a fluorose dentária – único efeito colateral da água fluoretada, que ocorre durante a formação dos dentes. A fluorose é percebida pelo aparecimento de linhas brancas transversais nos dentes. Já uma menor concentração reduz o efeito anticárie do flúor.

Benefícios – Mesmo quem não consome água de abastecimento público fluoretada é beneficiada, porque geralmente cozinha com essa água. Assim, refeições com arroz-feijão cozidos, por exemplo, com água fluoretada chegam a ser responsáveis por 50% da quantidade de flúor ingerido por dia.

Crianças – O flúor em creme dental é essencial para controlar a cárie. A criança que não usa dentifrício fluoretado estará sendo privada do benefício anticárie do flúor. Para diminuir o risco de fluorose, deve-se se usar uma pequena quantidade (igual a um grão de arroz cozido) de dentifrício de concentração convencional (1000-1100 ppm de flúor) e a escovação deve ser supervisionada pelos responsáveis pelas crianças até que elas dominem esses cuidados, um processo educativo como qualquer outro.

Fonte: Paraná online

Creme dental para crianças menores de 6 anos deve conter flúor?

Associação Americana de Pediatria aprova uso de creme dental com flúor desde o primeiro dente do bebê

Odontopediatria brasileira já recomenda a aplicação desde 2009

bebê; toddler; escovando; dentes; escovar; higiene (Foto: Thinkstock)

Nas prateleiras de supermercados ou farmácias, naquele corredor específico de produtos para bebês, a maior parte das embalagens dos cremes dentais indicados para a faixa etária que vai de 0 a 3 anos, destaca: “Sem flúor” ou “Não contém flúor”. Há pais de filhos pequenos que têm receio de aplicar nos dentes das crianças as versões com a substância. No entanto, de acordo com uma nova recomendação da Academia Americana de Pediatria, um dos órgãos mais influentes do mundo quando se trata de saúde infantil, os primeiros dentes dos bebês devem, sim, ser higienizados com cremes que contêm esse elemento na fórmula.

Apesar de esta ser a recomendação oficial do órgão brasileiro de odontopediatria desde 2009, somente agora a Associação Americana de Pediatria se manifestou a favor do uso. A Sociedade Brasileira de Pediatria concorda com a orientação. “Alinhado com as recomendações da Academia Americana de Pediatria, o Departamento de Pediatria Ambulatorial da SBP recomenda que crianças a partir do primeiro dente usem uma escova macia e uma quantidade de pasta que equivale a um grão de arroz”, diz Tadeu Fernando Fernandes, pediatra e presidente do Departamento de Pediatria Ambulatorial da SBP.

Havia o temor de que o creme dental engolido pelos bebês levasse à fluorose, que provoca manchas brancas nos dentes permanentes, antes mesmo de sua formação. A preocupação era ainda maior, considerando-se que a água corrente que sai de nossas torneiras também já vem com uma certa quantidade de flúor. “Existe uma interpretação errada quando se fala que o creme dental causa fluorose. Na verdade, ela é ocasionada pelo excesso de flúor ingerido pela criança, sem o controle dos pais. A pasta deve ser usada, mas na quantidade certa recomendada pelo odontopediatra e sob supervisão de um adulto”, diz Luciana Nogueira da Cunha Rosa, professora da pós-graduação em Odontopediatria do Senac Tiradentes. Por isso, os pais devem ficar atentos à concentração de flúor no creme dental escolhido (saiba mais abaixo, em “Como escolher a pasta”), à quantidade aplicada na escova ou na dedeira e se responsabilizar pela escovação dos filhos, principalmente dos menores”, afirma Paulo César Rédua, presidente da ABO (Associação Brasileira de Odontopediatria).

Para evitar qualquer tipo de problema com a escolha da pasta, e do momento certo para iniciar o uso da escova e do creme dental para fazer a higiene bucal, é fundamental que os pais levem os filhos ao odontopediatra assim que nasce o primeiro dente. “As orientações variam de acordo com a rotina [alimentar] e com as características de cada criança. Um bebê que já tem cinco dentes, mas não tem contato com o açúcar, pode demandar uma frequência e uma maneira de escovação diferente de outro, com apenas um e que come biscoitos diariamente”, exemplifica Rédua. Depois, na maior parte dos casos, as visitas ao consultório podem continuar acontecendo de acordo com cada caso e orientado pelo dentista.

bebê_dentes_rotina (Foto: Shutterstock)

Como escolher a pasta?
Então, os bebês podem usar pastas de dente comuns desde o início da dentição, mas, de volta às prateleiras do supermercado, qual produto escolher, diante de tantas opções? “Os pais devem ler o rótulo e procurar por produtos que tenham uma concentração de flúor de 1100  (partes por milhão). Nos cremes dentais infantis, o que muda é o sabor, geralmente mais atraente para esse público, mas a eficiência é a mesma”, explica o presidente da ABO.

Quantas vezes e quanta pasta colocar?
Em geral, o ideal é escovar pelo menos de manhã e à noite para os menores de 2 anos. Mesmo que você não consiga supervisionar as outras limpezas do dia, garanta que a última, antes do seu filho ir para a cama, seja bem feita, de preferência por você. Comer somente nos horários certos também ajuda na prevenção da cárie.

Os pais também devem ficar atentos à quantidade de pasta usada em cada escovação. Isso também pode ser alterado de acordo com a orientação profissional. A princípio, a recomendação para as crianças de até 2 anos é uma quantidade que equivale ao tamanho de um grão de arroz cru. Depois disso, os pais podem aumentar gradativamente, até o tamanho de um grão de ervilha para os maiores. “Se os pais usarem essa quantidade, não ultrapassam 30% da margem de segurança de deglutição de flúor, ou seja, ainda que a criança engula o creme dental, ela não correrá riscos de ter nenhum problema por conta disso”, explica o presidente da ABO.

Fonte:Revista Crescer Por Vanessa Lima

Conheça alguns mitos e verdades sobre saúde bucal

É importante usar, também, a escova interdental.

VERDADE: a função das escovas interdentais é higienizar a área entre os dentes, conhecida como região proximal, local côncavo que as escovas convencionais não conseguem acessar. E é importante escolher uma interdental de boa qualidade, pois deve haver uma relação adequada entre o diâmetro de inserção ou acesso da região proximal (diâmetro do fio) e o diâmetro de efetividade (diâmetro de limpeza). Por isso, vale pedir orientação do dentista .

Higienização eficiente é feita com boa quantidade de creme.
MITO: o que promove a desorganização da chamada placa dental, placa bacteriana ou biofilme oral é a escova, e não a pasta ou gel dental. É importante observar que crianças pequenas, normalmente menores de seis ou sete anos, engolem praticamente tudo que põem na boca, pois ainda não desenvolveram o controle total da deglutição. “A pasta aplicada sobre a escova deve ser do tamanho de uma ervilha, e inserida no meio das cerdas, para evitar que seja engolida facilmente. E, ainda em relação aos pequenos, o melhor é que não utilizem dentifrícios fluoretados. Por fim, os responsáveis precisam sempre reforçar a escovação”,

Além dos dentes, a língua também precisa ser limpa.
VERDADE: “Ela apresenta retenções – fissuras – que podem alojar bactérias e placa bacteriana. Portanto, deve ser escovada”. “Na maioria dos casos, o mau hálito, ou halitose, tem origem na própria boca, principalmente na região da língua, que é um músculo revestido por papilas gustativas onde se forma um tipo de placa bacteriana denominada saburra lingual. A saburra é um material viscoso e esbranquiçado ou amarelado, que fica aderido ao dorso da língua, principalmente no terço posterior. É ali que se acumulam restos de alimentos e células que descamam do epitélio bucal e, pior, funcionam como meio de cultura para as bactérias existentes na cavidade oral. Com a fermentação dos resíduos, ocorre a liberação de substâncias ricas em enxofre, responsáveis pelo odor característico do mau hálito. A falta de higienização da língua (levando à formação de saburra) é a principal causa da halitose. As escovas dentais não foram desenhadas para a remoção dessa saburra, pois a cabeça e as cerdas provocam ânsia e o estímulo do vômito. Além disso, as cerdas ficam contaminadas pela saburra, o que facilita a proliferação dos micro-organismos. Assim, o processo de higienização oral não deve se limitar apenas ao hábito de escovar os dentes. A utilização de raspadores para a língua são imprescindíveis, e devem ser empregados diariamente”

É melhor passar o fio dental antes ou depois de escovar os dentes?

Catherine Saint Louis

Infelizmente, um número surpreendentemente pequeno de estudos aborda o tema. Baseado nas provas existentes, passar o fio antes não é necessariamente melhor para a saúde bucal do que qualquer outra forma.

Mesmo assim, os dentistas têm opiniões sobre o assunto. O Dr. Edmond R. Hewlett, porta-voz da Associação Odontológica Americana e professor de Odontologia Restauradora da Universidade da Califórnia, campus de Los Angeles, recomenda passar antes. O raciocínio? Tire a tarefa desagradável do caminho para não cair em tentação de não realizá-la. “Encaremos a natureza humana, se você for deixar de fazer uma dessas coisas, qual será?”

Em contrapartida, o Dr. Philippe Hujoel, professor de Ciências da Saúde Oral da Universidade de Washington, campus de Seattle, aconselha os pacientes a escovar com pasta com flúor, depois passar o fio dental. Assim, a boca será lavada com flúor enquanto se manobra o fio.

Contudo, não ficou provado que passar o fio dental previna cáries, embora dentistas e higienistas sugiram que sim.

Pelo contrário, o maior benefício do fio dental é estancar o sangramento das gengivas e reduzir a inflamação local conhecida como gengivite.

“A gengivite é o primeiro passo para a perda dos dentes. O bom de pegar a inflamação quando a gengiva está sangrando é o fato de ser possível revertê-la, se tudo isso estiver acontecendo”, afirmou Hewlett. (Escovar os dentes e passar fio dental não são adequados para tratar inflamações mais avançadas.)

Uma análise de 2012 sobre 12 testes clínicos controlados, escolhidos aleatoriamente, constatou que quem escovava e passava o fio dental com regularidade tinha menos sangramento na gengiva do que quem apenas escovava, embora os autores tenham alertado que a qualidade da comprovação fosse “muito baixa”.

Esse mesmo estudo, em “The Cochrane Database of Systematic Reviews”, descobriu provas somente “pouco confiáveis” de que o uso de fio dental pode reduzir a placa em um período de um a três meses. E nenhum estudo relatou a eficácia do fio dental combinado à escovação para prevenir cáries.

“Testes clínicos de autoaplicação de fio dental não conseguiram mostrar benefícios na redução da cárie dentária”, disse Hujoel, periodontista.

Existem motivos práticos para passar fio dental, é claro. Por exemplo, a técnica pode desalojar sementes e outros restos alimentares que talvez não sejam sentidos, e perfeccionistas preferem participar de reuniões sem espinafre nos dentes.

Quanto à técnica, a Associação Odontológica Americana recomenda guiar o fio no sentido da curva da linha da gengiva na base de cada dente, além de fazer um movimento de sobe e desce entre eles.

Pode ser que amadores não saibam passar corretamente o fio dental, pois existem provas de que a técnica profissional consegue reduzir as cáries em crianças que tiveram exposição mínima ao flúor.

Análise sistemática com seis estudos clínicos constatou que quando profissionais passavam fio dental nos dentes dessas crianças nos dias de aula durante 1,7 anos, havia 40 por cento de redução no risco de cáries.

Essa pode ser uma boa notícia para filhos e cônjuges de higienistas odontológicos. Porém, para quem não tem um profissional em casa para realizar o processo, só resta a escolha de passar o fio antes ou depois de escovar os dentes.

Móvel ou fixo? Conheça prós e contras dos aparelhos

Especialistas indicam as vantagens e desvantagens dos aparelhos ortodônticos e como podem ajudar a conseguir o sorriso perfeito

O objetivo da ortodontia é prevenir e resolver problemas de crescimento e desenvolvimento da mordida, face e arcos dentários de maneira simples e eficaz. E para que isso seja possível existem diferentes aparelhos ortodônticos que, dentro das suas funções, são capazes de devolver o sorriso perfeito para o paciente.

Aparelho móvel

 Foto: fotorince / Shutterstock

Foto: fotorince / Shutterstock

O aparelho móvel (ortopédico) é indicado para pacientes na fase de dentição de leite e mista (fase de crescimento). “Sua finalidade é estimular o desenvolvimento ósseo, permitindo que os dentes permanentes cresçam nas posições corretas. Considerado um tratamento preventivo, ele impede que um problema seja instalado antes da finalização do crescimento dental” 

Desvantagens: a cooperação do paciente (e responsável) faz toda a diferença para o resultado do processo e, caso não seja satisfatória, o processo pode ser longo e ainda pode aumentar o tempo de uso do aparelho fixo.

Aparelho fixo

Já o aparelho fixo, o mais usado hoje em dia, é considerado um tratamento corretivo feito na dentição já permanente. “Por apresentarem diferentes técnicas e tipos costumam resolver qualquer caso desde que bem planejado e executado o processo”. Na sua forma mais tradicional, é composto por bráquetes de metal (colados nos dentes) e elásticos que prendem o fio metálico que serve de guia para o alinhamento dos dentes.

 Foto: Olga Miltsova / Shutterstock

Desvantagens: o acúmulo de alimentos, ulcerações na mucosa, quebras e dor estão constantemente presentes no tratamento, precisando da colaboração e cuidado de quem está sendo tratado.

Foto: Olga Miltsova / Shutterstock

Aparelhos fixos estéticos

 Foto: Pressmaster / Shutterstock
A tecnologia e a necessidade de tornar os aparelhos fixos cada dia mais discretos fizeram com que outros modelos desses dispositivos fossem criados. “Esses aparelhos encontram-se cada vez menores e com materiais estéticos que se aproximam da aparência dos dentes como bráquetes feitos de porcelana, policarbonato e safira”.

Desvantagens: além das desvantagens comuns de um aparelho fixo, o custo é mais alto.

Por quase dois anos, a apresentadora Adriane Galisteu usou um aparelho fixo de acrílico, mas discreto Foto: Instagram / Reprodução

Por quase dois anos, a apresentadora Adriane Galisteu usou um aparelho fixo de acrílico, mas discreto

Aparelho auto-ligado

 Foto: Olga Miltsova / Shutterstock
A técnica auto-ligado dispensa o uso das borrachinhas (elásticos), pois os bráquetes têm um dispositivo próprio que prende o fio, é uma das versões mais modernas do aparelho fixo hoje em dia. “Ele diminui o atrito entre fio e bráquete reduzindo o tempo de tratamento e os intervalos entre as consultas”.

Desvantagens: Custo  mais alto de tratamento.

Alinhadores invisíveis (tipo Invisalign)

 Foto: Invisalign / Divulgação
O aparelho invisível (ou alinhador invisível) corrige os dentes utilizando uma série de placas removíveis de acetato, feitas sob medida, que são indicadas para casos simples de alinhamento e nivelamento. Suas vantagens são inúmeras; ele não usa bráquetes nem fios, é o mais confortável de todos e pode ser retirado e colocado sempre que o paciente achar necessário.

Desvantagens: o alto custo e a limitação de indicação para o seu uso, além de também dependerem completamente da cooperação do paciente, o que pode tornar o tratamento mais longo.

 

Por quase dois anos, a apresentadora Adriane Galisteu usou um aparelho fixo de acrílico, mas discreto Foto: Instagram / Reprodução

 

Para fazer a Gisele, de Em Família, a atriz Agatha Moreira optou pelo Invisalign para que na telinha não desse para perceber que ela estava de aparelho

 

Foto: Invisalign / Divulgação

Aparelho lingual

 Foto: Divulgação
Seguindo a linha de aparelhos “invisíveis”, esse é um modelo praticamente imperceptível, pois os bráquetes são colocados na parte interna dos dentes e ficam em contato com a língua. Sua principal vantagem é conseguir resultados ortodônticos sem prejudicar a estética.

Desvantagem: maior dificuldade para remoção de alimentos e incômodo (com possíveis lesões) na língua.

Foto: Divulgação

Por quase dois anos, a apresentadora Adriane Galisteu usou um aparelho fixo de acrílico, mas discreto Foto: Instagram / Reprodução

Depois de tomar uma cotovelada em um jogo do Santos e ter a boca toda machucada pelo aparelho, Neymar optou por uma versão que fica do lado de dentro dos dentes

 

Fonte:Beta

Amálgama ainda tem lugar na odontologia ?

O amálgama dentário  (Foto: botazsolti/Shutterstock)

 

Muitos pacientes ainda tem dúvidas  se devem trocar suas restaurações em amálgama por restaurações em resina nos dentes posteriores ou por qual material optar em caso da necessidade de uma nova restauração.

   O amálgama foi por muito tempo o material de escolha para os dentes posteriores, devido a vários fatores :

  • custo mais baixo
  •  maior resistência
  • maior durabilidade

 Porém existem muitas desvantagens na sua escolha :

  •  estética ( cor prata)
  •  desgaste maior do dente devido ao  preparo necessário para reter a restauração.
  • mercúrio em sua composição, embora estudos clínicos apontem que o mercúrio não causa danos à saúde do paciente portador de restauração de amálgama .
  •  Danos ao meio ambiente, se descartado de maneira incorreta.

 O amálgama foi por muito tempo o material de escolha para os dentes posteriores, pois é mais barato, tem maior resistência, maior durabilidade e facilidade de execução de sua técnica, porém, sua estética não é bem aceita pelo paciente por ser da cor prata, além disso tem baixa resistência nas bordas e necessita de um desgaste maior do dente que deve ser preparado para receber a restauração, e ainda possui mercúrio em sua composição, embora estudos clínicos apontem que o mercúrio não causa danos à saúde do paciente portador de restauração de amálgama e os danos ao meio ambiente, quando a sua manipulação é feita de maneira correta, são mínimos.

 Já os materiais resinosos são esteticamente mais vantajosos, pois a sua cor se aproxima mais da cor dos dentes e hoje em dia existem kits de pintura que dão condições ao cirurgião-dentista de aproximar ainda mais a cor da restauração e a cor do dente, possui adesividade, ou seja, a estrutura do dente pode ser mais preservada, além de não apresentar mercúrio.

 O tempo de vida útil de cada material é diferente, o amálgama dura até 15 anos, enquanto a resina tem uma duração de 8 a 9 anos, e esta passa por um processo de aprimoramento. Com o passar do tempo a sua composição melhora elevando o resultado da relação durabilidade e resistência. O grau de dureza e resistência da resina está bem alto, e o processo de dilatação e contração que este material sofre por ocasião das variações térmicas está atualmente muito próximo do ocorrido nos dentes naturais.

 Pessoalmente acredito que um dentista  que pretenda atuar fazendo uso de uma odontologia pouco invasiva e mais estética  deva optar pelo uso de  resinas.