Arquivo da categoria: Halitose

Você sabia que algumas doenças e infecções causam alterações na boca?

doencas

Já parou para pensar que alguns dos problemas que você está tendo na sua boca podem ser sintomas de outras doenças?

Muitos males não necessariamente relacionados à sua saúde bucal podem se manifestar ali, e uma visita ao seu dentista pode ser o suficiente para te indicar um problema mais grave por trás de uma simples halitose, por exemplo.

Continue lendo e conheça algumas das doenças cujos sintomas na sua boca podem ser a ponta do iceberg:

Hepatite

Para quem não sabe, a hepatite é uma infecção no fígado que pode ser causada pelo consumo excessivo de álcool ou alguns medicamentos e drogas. Existem três tipos de hepatite, A, B e C. Os sintomas da doença que podem aparecer na boca são:

  • Gosto amargo;
  • halitose (mau hálito);
  • lesões;
  • e palidez no palato e na região que fica embaixo da língua.

HPV (Papilomavírus)

Essa é uma doença sexualmente transmissível que causa lesões na boca e nas regiões genitais e anal. O perigo aqui reside no fato de que o HPV, quando descontrolado, pode formar tumores malignos e desenvolver câncer no colo de útero ou peniano.

A boa notícia é que a doença apresentar lesões na boca facilmente identificáveis pelo odontologista: são feridas em um formato que lembra uma couve-flor na parte interior da boca.

Bulimia nervosa

Esse é um transtorno alimentar que atinge principalmente mulheres e adolescentes. Normalmente, ele é característico de pessoas que cuidam muito da própria aparência e forma física e, por isso, sentem-se culpadas quando fogem da dieta, provocando o vômito intencionalmente para eliminar as calorias ingeridas.

E é justamente isso que causa os sintomas da bulimia que podem ser percebidos na boca: ao provocar o vômito o ácido clorídrico passa com o alimento que já estava no estômago, causando destruição dos tecidos dentários e lesões na mucosa bucal.

Câncer de boca

Muitas pessoas acreditam que qualquer tipo de câncer causa feridas na boca, entretanto, na verdade, não existe nenhuma relação cientificamente comprovada entre o câncer e o surgimento de lesões orais, a não ser no caso do câncer bucal.

Outras feridas podem ser efeitos colaterais da quimio ou radioterapia.

HIV

A Síndrome da Imunodeficência Adquirida, mais conhecida como AIDS, é uma doença que fragiliza drasticamente o sistema imunológico, deixando o paciente muito vulnerável à ação de vírus e bactérias. Dessa forma, é possível que quem tem AIDS sofra com lesões na mucosa interna das bochechas, língua e gengivas, além de ficar suscetível ao aparecimento de um tipo de câncer denominado Sarcoma, que é causado pelo Herpesvírus tipo 8.

Esse tipo de câncer se apresenta no palato e na gengiva, em forma de nódulos de coloração avermelhada e que sangram com facilidade. Esse é um dos principais indícios de que o paciente possa estar infectado pelo HIV, e a identificação desse sintoma pelo odontologista é essencial para o tratamento precoce da doença.

Diabetes

Diminuição da saliva e alteração na coloração do esmalte dos dentes são alguns sinais de que o paciente pode estar com diabetes. Porém, o sinal mais evidente é o hálito, que se torna adocicado. Ao notar esse sintoma o dentista deve encaminhar o paciente ao médico para que possa se confirmar o diagnóstico.

Osteoporose

Por ser uma doença que provoca a diminuição da massa óssea, um dos sintomas da osteoporose é o aumento de fraturas dentárias e o surgimento de doenças periodontais que causam perda de tecido ósseo. Também pode ocorrer a dificuldade na adaptação ao uso de próteses dentárias.

Infarto do miocárdio

Embora não apresente lesões na boca, um dos principais sintomas do infarto é uma dor muito forte na mandíbula, que geralmente não passa com anestesia.

Descobrir uma doença grave como as mencionadas acima não é nada agradável, mas um diagnóstico precoce pode aumentar as chances de cura e de controle do problema, podendo melhorar muito a qualidade de vida do paciente após o tratamento.

Via TePe

 

Saiba o que a língua revela sobre sua saúde

Uma língua saudável deve ser rosa, consistente, ter uma superfície lisa e homogênea e medir aproximadamente 10 centímetros. Assim, quando ela se apresenta muito diferente disso, é bom ficar atento, pois pode ser que alguma coisa no corpo não esteja indo bem. Variações na língua podem indicar doenças, problemas emocionais ou até falta de algumas vitaminas.

“A língua pode ser um bom medidor da saúde. É importante observar se sua mobilidade está firme, se não apresenta tremores em seus movimentos, inchaços, alterações de volume, cor, aspecto, ardências e/ou modificações de forma e contorno”, diz Celso Sanseverino, cirurgião-dentista, especialista em Saúde Oral pela Faculdade de Ciências Médicas (Unicamp).

 Foto: Zametalov / Shutterstock
Variações na língua podem indicar doenças, problemas emocionais ou até falta de algumas vitaminas

Foto: Zametalov / Shutterstock

Alterações nesses quesitos citados pelo especialista podem indicar algumas doenças como câncer, AIDS, anemia, estomatite, reações alérgicas, diabetes, hipotireoidismo, apneia do sono, entre outras. Por isso, Celso ressalta que é sempre bom fazer um “check up” durante as higienizações do dia-a-dia.

Por exemplo, se placas brancas são observadas no dorso da língua, pode ser que a higienização não esteja sendo feita corretamente, o que pode resultar em halitose. Já se houver inchaços estranhos, é necessário fazer exames para detectar tumores. Uma língua muito lisa pode indicar anemia. Febres altas a deixam muito seca e vermelha. Até mesmo pequenas lesões podem indicar algo mais sério.

Cuidar da língua é tão importante quanto cuidar dos dentes Foto: Shutterstock

O grupo de fumantes e pessoas que usam muitas medicações precisa ter cuidados extras para preservarem as papilas gustativas

“A língua é uma das partes do nosso corpo que cicatriza mais rápido. Pessoas com lesões que persistem por mais de três semanas devem buscar o auxílio profissional competente a fim de receber um diagnóstico correto e já iniciar algum tipo de tratamento, caso seja necessário”, diz Celso.

Indicador emocional
Alterações emocionais costumam causar uma série de reações orgânicas no corpo, e com a língua não é diferente. O alto nível de estresse e ansiedade (por causa do aumento da adrenalina) causa uma diminuição do fluxo salivar, o que pode gerar outras alterações nesse órgão. “Podemos observar, desde pequenas lesões que provocam ardência e desconforto, a inflamações, lesões aftosas e doenças oportunistas, especialmente fúngicas”, diz Celso.

Falta de vitamina
Para o especialista, embora a analise da língua não seja a mais indicada para detectar carência de vitaminas (hoje os exames de sangue são bem mais simples e precisos para esses fins), é possível perceber através dela algumas deficiências nesse campo.

“A presença de pequenas lesões pode significar deficiência das vitaminas A e C. Uma língua esbranquiçada (e bem higienizada) pode ser falta de biotina ou ferro. Uma língua avermelhada, excluindo a possibilidade de aumento de volume por inflamação, pode significar carência das vitaminas B2, B3 e E”, diz Celso.

Higienização correta
A higienização da língua deve ser feita sempre junto com a higiene dos dentes, ou seja, após as refeições, com o uso da própria escova de dente ou com o auxilio de raspadores linguais. “Placas bacterianas presentes na língua levam a uma predisposição a doenças sistêmicas importantes. Portanto, aquela frase que diz que a saúde começa pela boca não é apenas um simples jargão”, diz o especialista.

Dicas para prevenir a halitose

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Para Prevenir a Halitose, você deve:

1) Escovar corretamente os dentes 3 vezes ao dia para remover a placa dental e evitar cárie.

2) Usar corretamente o fio dental 2 vezes ao dia para remover a placa interdental e evitar doença periodontal.

3) Limpar a língua 1 a 2 vezes ao dia para prevenir a formação da placa bacteriana lingual ou saburra.

4) Aumentar o fluxo salivar pela mastigação de produtos duros ou o uso de alimentos ácidos.

5) Diminuir a descamação excessiva da mucosa da boca evitando morder os lábios e bochechas, evitando respirar pela boca.

6) Observar se costuma ter com freqüência dor de garganta ou cáseos.

7) Observar se costuma ter descamação aparentemente sem motivo em certas partes do corpo.

8) Observar se costuma ter com freqüência o intestino preso ou diarréia.

9) Verificar se não sofre de diabetes, uremia, se costuma tomar algum remédio de odor carregado.

10) Verificar se costuma usar alimentos de odor carregado (principalmente alho e cebola crus em excesso).

11) Observar que não deve fazer uso indiscriminado de medicamentos controlados ou com efeito colateral xerostômico.

12) Observar que não deve ficar mais de 4 horas em jejum, sem comer nada.

Fonte : Cartilha da Halitose- Olinda Tarzia

‘Tem alguma dúvida?Fale conosco.Somos credenciados CETH – Centro de excelência no tratamento da halitose’

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Halitose em crianças

Embora não haja estatísticas específicas sobre halitose em crianças, o problema é muito comum nesta faixa etária. De acordo com a Cirurgiã-Dentista, Daiane Rocha, que é diretora e membro da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), na maioria dos casos a halitose é mais de origem fisiológica, orgânica ou causada por hábitos que favorecem as alterações de hálito nessa faixa etária. “Não é comum existirem crianças portadores de halitose com origem em patologias, mas ocasionalmente esses casos podem aparecer”.

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A Odontopediatra Sandra Kalil Bussadori, que é professora da EAP APCD concorda que, apesar de existirem vários estudos sobre halitose, poucos são voltados para o público infantil. Até por esta razão, Sandra faz parte de um grupo de pesquisa que tem realizado alguns estudos aprofundados sobre prevalência e tratamento da halitose infantil e em jovens. “Buscamos soluções e alternativas para este problema que é uma queixa frequente dos pais e jovens”.

As principais causas de halitose em crianças, segundo a Odontopediatra, são as alterações bucais como presença de biofilme, lesões de cárie, saburra lingual, respiração bucal e inflamações como sinusite e amigdalite. “Contudo, esses dados ainda não são muito concretos, faltam estudos mais profundos, como já mencionei”, ressalta. Como a origem da maioria das halitoses é bucal, Sandra explica que, primeiramente, é necessário adequar a correta higienização dos dentes e da língua com o uso de fio dental. “O tratamento odontológico deve ser realizado caso existam doenças instaladas (lesões de cárie, gengivite, restaurações inadequadas). Se o problema persistir, problemas respiratórios e alergias deverão ser investigados”, alerta.

A diretora da ABHA também observa que as falhas na higiene bucal, especialmente na limpeza de língua, gerando acúmulo intenso de saburra lingual e, com isso, formação de enxofre, é o principal fator predisponente da halitose. “Isso, associado ao uso frequente de cremes dentais com laurilsulfato de sódio que causam descamação nas células da mucosa da boca, além de bochechos com álcool na composição é potencialmente danoso, pois gera ressecamento bucal intenso, aumenta a descamação das células (ricas em proteínas), acentuando a formação da saburra lingual, mais uma vez favorecendo a formação de enxofre”. Daiane acredita que esse problema poderia ser minimizado, se pais e responsáveis tivessem um controle rigoroso e auxiliassem, ou pelo menos fiscalizassem mais de perto, a higiene bucal de seus filhos. “Com o ritmo de trabalho atual esse cuidado muitas vezes fica ‘terceirizado’ para babás, auxiliares ou escola, não sendo efetuado ou sendo efetuado com muitas falhas. Em outros casos, a própria criança realiza sua escovação sozinha, sem nenhuma supervisão… Até os sete anos, pelo menos, essa higiene precisa ser auxiliada e/ou supervisionada por um adulto e as crianças devem, desde cedo, ser estimuladas a escovar os dentes, no mínimo, 3x/dia”, esclarece.

Do lado do profissional, a Odontopediatra, reforça que o Cirurgião-Dentista deve atuar como um educador em saúde. “Promovendo o controle do biofilme e a limpeza da língua, e também realizando o tratamento das doenças instaladas”, ressalta Sandra.

Pré-adolescência e adolescência

Segundo a diretora da ABHA, Daiane Rocha, na pré-adolescência e adolescência há outros fatores bastante relevantes e peculiares que podem favorecer a halitose:

Alterações hormonais – é comum antes e durante a puberdade haver alterações de odor, não só no hálito, mas também de chulé, suor, odor vaginal, por influência de desordem ou picos hormonais que aumentam a intensidade da produção de odores corporais;

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Uso de aparelho ortodôntico – os aparelhos ortodônticos também contribuem indiretamente para a ocorrência de halitose nessa faixa etária. A higiene bucal fica ainda mais precária, em especial pelo maior acúmulo de alimentos entre os dentes e os bráquetes ortodônticos. A dificuldade de uso do fio dental faz com que muito negligenciem a limpeza. Além disso, o contato constante dos bráquetes na mucosa bucal contribui mais uma vez para a descamação celular e aumento de saburra lingual.

Alimentação – o consumo excessivo de leite e seus derivados e, em alguns casos, também de carne vermelha, aliados à ausência de higiene satisfatória contribui novamente, de forma fisiológica, para formação de enxofre. O consumo insuficiente de água pelas crianças é outro problema que contribui.

Neste sentido, o tratamento consiste em eliminar as causas que levam à ocorrência da halitose. “Deve-se intensificar os cuidados de higiene, em especial em crianças e adolescentes usuários de aparelho ortodôntico, quanto à escovação com técnica adequada, uso de fio dental, limpeza lingual eficiente e cuidado na escolha de produtos próprios para sua idade, além da supervisão e auxilio, quando necessário, de um adulto. Os retornos periódicos ao Cirurgião-Dentista, no mínimo semestralmente, também devem ser cumpridos. A alimentação deve ser balanceada, com limpeza bucal realizada quando houver o consumo de alimentos que contribuem para o aumento da saburra lingual. Intervalos regulares a cada 3 a 4 horas também são importantes para que não haja a queima de gordura e, consequentemente, hálito cetônico. Esse controle nos horários de refeições já é difícil em adultos hoje em dia, nas crianças então vem sendo bastante negligenciado”, finaliza Daiane.

Via Jornal APCD

Quais as causas do mau hálito ?

Halitose

Mais conhecida por mau hálito, a halitose é muito comum na população. As causas são diversas, mas sabe-se que 80-90% dos casos têm origem bucal.

Causas de origem bucal

As bactérias presentes na boca são capazes de produzir compostos com odor desagradável. Se a higiene oral for feita de forma incorreta, essas bactérias se proliferam descontroladamente e produzem grandes quantidades desses compostos, gerando o mau hálito. Esses compostos têm em comum a presença do enxofre, que é o componente responsável pelo odor desagradável. A língua também merece destaque, pois quando não a higienizamos corretamente ocorre o acúmulo de resíduos e células mortas, isso resulta em uma placa branca-amarelada no dorso da língua. Essa placa é conhecida como saburra lingual, que é um meio ideal para a proliferação bacteriana capazes de produzir compostos sulfurados. As doenças das gengivas (gengivite e periodontite) também são associadas à higiene deficiente e, portanto, geram o mau hálito. Produtos corretos e higienização adequada podem ser grandes aliados na prevenção da halitose.

Causas com origem nas vias aéreas

As amídalas, por ter uma superfície com reentrâncias, favorecem o acúmulo de cáseos amigdalianos, que são acúmulos de restos mal cheirosos. Os cáseos amigdalianos podem ser expelidos durante a fala, tosse ou espirros.

Outras causas

Existem outras origens da halitose como diabetes, problemas no pulmão, intestino ou rins, fumo, deficiência de vitamina A e D e pouca produção de saliva. Alguns medicamentos para depressão, emagrecimento e pressão alta, podem levar a alterações na saliva que favorecem o aparecimento da halitose.

Sabe-se, contudo, que a halitose não tem como causa problemas no estômago, o que muitos profissionais erroneamente ainda acreditam.

Halitose temporária

Pacientes com inflamação das amídalas e sinusopatias podem ter halitose temporária que não deve persistir após a cura da inflamação. A halitose também pode aparecer em pacientes respiradores bucais, pois a boca fica constantemente seca devido à passagem excessiva de ar e a saliva fica mais grossa o que favorece o aparecimento de odor desagradável.

Halitose matinal

É importante salientar que é absolutamente normal o mau hálito matinal. Durante a noite nosso metabolismo muda e há uma diminuição drástica da produção de saliva e da motricidade lingual. Esses dois fatores favorecem a proliferação bacteriana, já que a língua e a saliva têm também como função a auto-limpeza da cavidade oral. Além disso, nosso corpo entra em hipoglicemia, o que gera odor cetônico na boca. Todos esses fatores resultam no característico odor desagradável pela manhã, que deverá desaparecer com a correta higienização, isso é, escovação adequada e uso do fio dental. Caso isso não ocorra, o paciente deve procurar um profissional credenciado CETH.

Pacientes hospitalizados

Normalmente a halitose não traz nenhum prejuízo para a saúde das pessoas saudáveis, porém em pacientes pós-cirúrgicos ou internados em Unidades Intensivas ou Semi Intensivas normalmente ocorre maior acúmulo de bactérias na cavidade bucal uma vez que a higienização se torna dificultada. O quadro de higiene oral precária e a debilidade da saúde do paciente favorecem as infecções pulmonares e hospitalares causadas por bactérias de origem bucal, o que pode prolongar ainda mais o tempo de internação. O uso de enxaguante específico especialmente desenvolvido para esta situação pode diminuir a quantidade de bactérias patogênicas e tornar a recuperação do paciente mais rápida.

Fonte:CETH


Para Prevenir a Halitose, você deve:
1) Escovar corretamente os dentes 3 vezes ao dia para
remover a placa dental e evitar cárie.
2) Usar corretamente o fio dental 2 vezes ao dia para
remover a placa interdental e evitar doença periodontal.
3) Limpar a língua 1 a 2 vezes ao dia para prevenir a
formação da placa bacteriana lingual ou saburra.
4) Aumentar o fluxo salivar pela mastigação de produtos
duros ou o uso de alimentos ácidos.
5) Diminuir a descamação excessiva da mucosa da boca
evitando morder os lábios e bochechas, evitando respirar
pela boca.
6) Observar se costuma ter com freqüência dor de garganta
ou cáseos.
7) Observar se costuma ter descamação aparentemente
sem motivo em certas partes do corpo.
8) Observar se costuma ter com freqüência o intestino preso
ou diarréia.
9) Verificar se não sofre de diabetes, uremia, se costuma
tomar algum remédio de odor carregado.
10) Verificar se costuma usar alimentos de odor carregado
(principalmente alho e cebola crus em excesso).
11) Observar que não deve fazer uso indiscriminado de
medicamentos controlados ou com efeito colateral
xerostômico.
12) Observar que não de vê ficar mais de 4 horas em jejum,
sem comer nada.
Outras causas de halitose você não vai ter
condições de reconhecer e portanto deve procurar um
profissional habilitado para este tipo de tratamento.

Somos credenciados da CETH – centro de excelência em Halitose

Fonte : Cartilha de Halitose – Dra OLINDA TÁRZIA – Conahaol

Remédios e mau hálito em idosos

 Antidepressivos e anti-hipertensivos prejudicam a salivação e podem causar cáries, saburra lingual, boca seca e ardência.
O Mau hálito em idosos é comum e, embora não seja considerado uma doença, pode ser um alerta para muitas questões envolvendo a saúde de quem está envelhecendo. Por isso, preocupada em garantir que a terceira idade tenha uma sobrevida com qualidade, a Associação Brasileira de Halitose (ABHA), fez uma pesquisa com 252 idosos em todo o País.

A pesquisa indicou que a principal causa da halitose nesta população é o consumo alto de medicamentos, atribuídos às doenças crônicas que aumentam com idade avançada. Entre os entrevistados, 60% afirmaram consumir mais de um medicamento por dia e 82% tomam pelo menos um. Muitos desses remédios, como antidepressivos e anti-hipertensivos, prejudicam a salivação e podem causar cáries, saburra lingual, boca seca e ardência.

A boca seca, relatada por 70% dos entrevistados, é um dos principais causadores do mau hálito, pois reduz a capacidade de auto-limpeza bucal, favorecendo a ação das bactérias. Por sua vez, essas bactérias acumuladas criam uma camada esbranquiçada sobre a língua, a chamada saburra lingual, que produz compostos mal cheirosos.

O ronco, outro item bastante citado pelos entrevistados (70%), também contribui para o aparecimento da saburra lingual, pois causa uma grande descamação da mucosa bucal.

Para evitar a halitose
Existem cuidados especiais, além de apenas escovar os dentes e passar o fio dental, que os idosos podem ter para que o mau hálito não faça parte do seu dia-a-dia. Fazer a limpeza diária da língua com limpadores próprios para remover a saburra, limpar as próteses e mantê-las bem polidas evitam o acúmulo de bactérias.
O consumo alto de medicamentos, atribuídos às doenças crônicas que aumentam com idade avançada, são a maior causa de mau hálito em idosos
“Consumir bastante líquidos, mastigar bem para estimular a salivação, evitar fumo e bebidas alcoólicas, além de ter uma dieta rica em fibras, são algumas práticas que evitam o mau hálito”, diz Maria Cecília Aguiar, especialista em Odontogeriatria, coordenadora da pesquisa e vice-presidente da Associação Brasileira de Halitose (ABHA).

Círculo vicioso
A halitose não tratada pode comprometer, e muito, a qualidade de vida dos idosos, chegando a levá-los à depressão. “O mau hálito prejudica as relações interpessoais, afeta a autoestima e a confiança de quem sofre do problema. Além disso, o mau hálito pode indicar que há algo errado com a saúde geral, podendo sinalizar, inclusive, problemas graves como o câncer”, afirma a dentista.

É aí que se forma o círculo vicioso, já que, como mostrou a pesquisa, muitos medicamentos usados para o tratamento da depressão têm como efeito colateral a redução da salivação, uma das principais causa do mau hálito. Outro ponto é que, quando as glândulas produtoras da saliva passam a ter um funcionamento inadequado, ficando envelhecidas, ocorre a senilidade de glândulas salivares. “Porém, esse não é um processo natural do envelhecimento saudável, é uma consequência do envelhecimento associado a doenças”, diz Maria Cecília.

 Matéria retirada do Portal Terra Saúde | Disponível em http://bit.ly/1rJ4d82   e Clínica Hálito Center

Você sofre de mau hálito?

Você sofre de mau hálito?

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Pode acreditar, você não está sozinho. Cerca de 40% da população (4 em cada 10 pessoas) sofrem com o mesmo problema. Está certo que esta informação não traz nenhum consolo, mas o mais importante eu posso lhe dizer agora: halitose tem cura. Não se envergonhe, TRATE.
Em geral as pessoas acreditam que o mau hálito seja devido única e exclusivamente devido à falta de higiene ou falta de cuidados com os dentes e as gengivas (o que até pode ser verdade) mas nem sempre é isso que acontece.
Vamos respeitar quem sofre de halitose
Ele é seu parente ou colega? Evite fazer piadinhas ou dar indireta porque esta postura gera muito mais constrangimento do que falar com a pessoa de forma delicada. É importante conversar à respeito porque nem sempre o paciente percebe seu próprio hálito, devido ao que chamamos de fadiga olfatória. Existe um verdadeiro tabu em relação ao assunto porque também tememos que a pessoa vá se ofender. Isso até pode acontecer, porém acredite, você está lhe prestando um grande favor porque só quando ele fica sabendo é que vai poder procurar um tratamento. Na verdade essa atitude de falar claramente com a pessoa que sofre de mau hálito é mais bem aceita quando se é um parente, um amigo muito íntimo ou o seu próprio dentista.
Você pode acreditar que muitas dessas pessoas já procuraram ajuda de médicos e dentistas, mais de uma vez, e não conseguiram bons resultados porque
nem todo profissional da área da saúde está plenamente habilitado para esse tipo de tratamento.

 

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Por esse motivo, pacientes que sofrem de halitose se tornam infelizes, deprimidos, arredios, inseguros, com baixa auto-estima, relacionam-se muito mau com parceiros, filhos, amigos e no trabalho e chegam a pensar em suicídio…
A halitose é um problema antigo
A halitose é um problema muito antigo, podemos ver mencionada na própria Bíblia (Jô), depois de Cristo em comédias e tragédias. Somente em 1864 é que ela começou a ser estudada do ponto de vista médico, sendo que há cerca de 10 anos aumentou bastante o interesse pelo assunto e apesar disso ainda temos poucos profissionais que se dedicam ao seu tratamento.
O sucesso do tratamento
O que garante o sucesso do tratamento é a escolha de um profissional plenamente preparado para o atendimento nessa área, isso porque a halitose é muito abrangente, podendo-se enumerar cerca de 60 causas diferentes para o surgimento da halitose. Apesar disso, em sua maioria se manifestam na boca e por essa razão é muito mais da responsabilidade do dentista, embora ele possa precisar da ajuda e concorrência de algum profissional da área médica, principalmente do otorrinolaringologista.
Para prevenir ou tratar a halitose é preciso conhecer todas as suas possíveis causas, como elas se relacionam e como podem ser evitadas. É muito comum o paciente perguntar sobre a causa de sua halitose, mas ele deveria se preocupar também (ou talvez mais ainda) com as suas conseqüências.

 

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Conseqüências da Halitose
Entre as causas de mau hálito, invariavelmente está presente a Saburra Lingual. A saburra pode ser explicada como uma massa de microorganismos que se adere sobre a superfície da língua. O tipo de microorganismo que se instala depende do tipo com que você entra em contacto durante o seu dia a dia. Isto nós chamamos de contaminação. Dessa forma a saburra lingual passa a ser um reservatório de microorganismos capazes de produzir doenças. Esse fato pode ser até mais importante que o próprio hálito.
Pessoas com halitose, além das restrições sociais, estão predispostas a amidalites, doença periodontal (pior ainda se forem fumantes), acidente vascular cerebral, enfarte, pneumonia, gastrite, doenças reumatóides e, no caso de gestantes, podem vir a ter parto prematuro, aborto ou nati morto.
Na sua Primeira Consulta
Na sua primeira consulta o dentista vai lhe fazer uma porção de perguntas (anamnese), exame clínico, alguns exames de consultório (medida do hálito no Halimeter ou no Oralchroma, medida do fluxo salivar, teste para verificar o tipo de microorganismos que produzem doenças existentes na boca).
Num segundo momento o profissional irá lhe dar o diagnóstico, orientações de higiene bucal e dieta, medicamentos de uso interno e de uso externo e ainda marcará retornos de acompanhamento até a cura.
Todas as pessoas têm halitose ao acordar
Essa halitose é considerada fisiológica porque praticamente todas as pessoas têm em maior ou menor intensidade. Podemos elencar como causas o fato de que durante o sono o fluxo salivar é praticamente zero, a pessoa está em jejum e ocorre um aumento de descamação da mucosa da boca, principalmente se o indivíduo dormir com a boca aberta.
Causas de halitose mais freqüentes
Entre as causas de halitose mais freqüentes e facilmente reconhecidas pelo leigo podemos citar:
a) Placa bacteriana dental – que provoca cárie
b) Placa bacteriana periodontal – que provoca doenças gengivais
c) Placa bacteriana lingual (SABURRA) que junto com a placa periodontal são os principais responsáveis pelo mau hálito.
A saburra é formada por microorganismos (saprófitas – que não provocam doença e patogênicos – que provocam doenças), mucina (que é uma proteína da saliva que deixa a saliva gosmenta, capaz de provocar a aderência dos microorganismos sobre a língua), restos alimentares e células descamadas das partes internas da boca.

Na prevenção da halitose também é importante você observar se existe algum odor proveniente do nariz. Feche a boca e solte o ar pelo nariz pedindo para alguma pessoa mais íntima e de confiança verificar se percebe odor.
As causas mais comuns de halitose de origem nasal (comprometendo também a boca) são as amidalites, cáseos e respiração bucal (principalmente realizada durante a noite, geralmente devido à obstrução nasal alérgica).
A respiração bucal provoca descamação da mucosa da boca e piora muito o hálito por aumentar a quantidade de saburra. Muitas vezes ela não é percebida pelo paciente. Da mesma forma o paciente deve evitar morder as bochechas e ou os lábios para evitar o aumento da descamação.
Cáseos – Massa de Bactérias que se Forma em Buraquinhos nas Amídalas
Você deve evitar morder os lábios e as bochechas para evitar excesso de descamação
Se você não tem certeza se respira pela boca enquanto dorme, observe sua língua ao acordar. Coloque a língua para fora, de uma forma um pouco relaxada e observe se vê as marcas dos dentes ao redor, denunciando que pela respiração bucal a língua inchou um pouco e ao ficar presa entre os dentes ficou com suas marcas. É a chamada língua crenada.
Quando a descamação é sistêmica ela poderá ser vista em outras partes do corpo como por exemplo ao redor dos lábios, nas mãos e nos pés. Nesse caso é necessária a ajuda do dentista ou do médico.
Outras Causas de Mau Hálito:
Boca
Nariz
Ar que sai dos Pulmões
Quando o odor do hálito vem através dos pulmões, a halitose é chamada metabólica e acontece devido a alterações da saúde como por exemplo:
diarréia, intestino preso, diabetes não compensada, uremia, alimento de odor carregado (ingerido em grande quantidade), medicamento de odor carregado e jejum prolongado (ficar sem comer por mais de 4 horas).

Fonte : Cartilha de halitose

Caso tenha dúvidas ou perguntas ,escreva para Odontoshop Butantã : odontoshbutanta@uol.com.br

Somos credenciados CETH – Centro de excelência em halitose

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Entenda o que é saburra lingual

 

Saburra lingual

A saburra se forma quando ocorre um aumento de certa proteína na saliva, chamada mucina. O aumento de mucina na saliva pode ocorrer por “stress” excessivo ou por abaixamento da produção de saliva (fluxo salivar baixo). A redução do fluxo salivar pode acontecer por diversas causas, sendo as mais freqüentes o próprio “stress” e o uso de medicamentos controlados (tarja preta) e outros medicamentos que como efeito colateral que também diminui a produção de saliva.

Nesta situação, quanto maior a descamação das células da boca maior a produção de odor pelos microorganismos da saburra.

Um indivíduo com salivação normal não deve formar saburra.

Indivíduo Normal

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Língua sem Saburra

Salivação Normal de um Indivíduo sem Saburra

A aparência da saburra varia de indivíduo para indivíduo, podendo variar de esbranquiçada, gosmenta ou amarelada, podendo se localizar sobre a língua toda ou somente na parte de trás da língua.

Sempre que houver saburra sobre a língua, o primeiro passo será removê-la com um limpador lingual adequado. Existem vários modelos de limpador lingual, os melhores são os que permitem uma boa limpeza na parte de trás da língua, onde sempre se forma maior quantidade de saburra.

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Língua Saburrosa Antes e Depois da Limpeza

 

 

Após a limpeza da língua com o limpador lingual estamos no melhor momento para a aplicação de um bom enxaguante, entendendo-se como bom enxaguante aqueles próprios para o tratamento de mau hálito.

Fonte:Cartilha do bom hálito

Dra Olinda Tárzia

Veja as perguntas mais frequentes sobre mau hálito

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE MAU HÁLITO

Como saber se tenho mau hálito e se preciso de tratamento de halitose?
A melhor forma é perguntar a um familiar ou um amigo de confiança se o seu hálito está alterado ou costuma ser forte. Caso você identifique o problema ou caso você se sinta constrangido a pedir a alguém que o avalie, pode procurar um dentista para que este possa ajudá-lo no diagnóstico e no tratamento da halitose.

Por que o quem tem halitose não sente o seu próprio mau hálito?
Como o odor passa a ser constante, o nariz entra em processo de fadiga olfatória. Isso faz com que a pessoa se acostume com o mau cheiro e passe a não senti-lo mais.

O mau hálito está relacionado a problemas no estomago?
Diversas pesquisas afirmam que apenas 1% das causas da Halitose está associada a problemas gástricos.

Por que longos períodos em jejum causa mau hálito?
Quando o nível de açúcar cai na corrente sanguínea, o organismo entra em hipoglicemia e começa a queimar gordura. Nesse processo é produzido um gás de cheiro desagradável, levando ao mau hálito.

É normal ter mau hálito de manhã?
Sim. Além da hipoglicemia ocasionada por horas sem comer, a pessoa fica com a boca fechada a noite toda, quadro que leva à descamação da boca, redução do fluxo salivar e consequente aumento da saburra lingual. A situação é ainda pior para quem sofre de apneia ou respira pela boca por outro motivo. Após a higiene dos dentes e da língua (com limpador lingual) e após a primeira refeição (café da manhã), a halitose matinal deve desaparecer. Caso isso não aconteça, podemos considerar que o indivíduo tem mau hálito.

Quem são os pacientes com maior tendência a halitose?
Respiradores bucais, pacientes com sangramento gengival (doença periodontal), saburra lingual, alterações sistêmicas (por exemplo diabetes, doenças hepáticas, etc), em dieta ou ainda aqueles que apresentam baixo fluxo salivar.

Como é feito o diagnóstico da halitose?
Chega-se ao diagnóstico através de uma série de perguntas, envolvendo o histórico médico e odontológico, hábitos alimentares, estado emocional, etc. Existem alguns exames como a halimetria (medida dos CSV, através de aparelhos específicos como o Halimeter ou o Oralchroma), sialometria (medida do fluxo e avaliação da qualidade da saliva).

O que é a saburra lingual?
A saburra é uma placa bacteriana que se instala sobre a língua,quando as condições da pessoa favorecem a aderência de microorganismos, muitos dos quais são patogênicos e também produtores de odores desagradáveis. É uma película composta de células descamadas, bactérias e detritos alimentares que aderem à superfície da língua. Ela é responsável por grande parte das halitoses. O grande desafio é saber por que ela está se formando, pois mesmo realizando limpeza correta da língua, alguns pacientes poderão continuar apresentando formação acentuada.

Via Sobrehali

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Somos credenciados CETH – Dra Renata Ramos

 

Mau Hálito – Saiba mais sobre este assunto

Halitose

Mais conhecida por mau hálito, a halitose é muito comum na população. As causas são diversas, mas sabe-se que 80-90% dos casos têm origem bucal.

Causas de origem bucal

As bactérias presentes na boca são capazes de produzir compostos com odor desagradável. Se a higiene oral for feita de forma incorreta, essas bactérias se proliferam descontroladamente e produzem grandes quantidades desses compostos, gerando o mau hálito. Esses compostos têm em comum a presença do enxofre, que é o componente responsável pelo odor desagradável. A língua também merece destaque, pois quando não a higienizamos corretamente ocorre o acúmulo de resíduos e células mortas, isso resulta em uma placa branca-amarelada no dorso da língua. Essa placa é conhecida como saburra lingual, que é um meio ideal para a proliferação bacteriana capazes de produzir compostos sulfurados. As doenças das gengivas (gengivite e periodontite) também são associadas à higiene deficiente e, portanto, geram o mau hálito. Produtos corretos e higienização adequada podem ser grandes aliados na prevenção da halitose.

Causas com origem nas vias aéreas

As amídalas, por ter uma superfície com reentrâncias, favorecem o acúmulo de cáseos amigdalianos, que são acúmulos de restos mal cheirosos. Os cáseos amigdalianos podem ser expelidos durante a fala, tosse ou espirros.

Outras causas

Existem outras origens da halitose como diabetes, problemas no pulmão, intestino ou rins, fumo, deficiência de vitamina A e D e pouca produção de saliva. Alguns medicamentos para depressão, emagrecimento e pressão alta, podem levar a alterações na saliva que favorecem o aparecimento da halitose.

Sabe-se, contudo, que a halitose não tem como causa problemas no estômago, o que muitos profissionais erroneamente ainda acreditam.

Halitose temporária

Pacientes com inflamação das amídalas e sinusopatias podem ter halitose temporária que não deve persistir após a cura da inflamação. A halitose também pode aparecer em pacientes respiradores bucais, pois a boca fica constantemente seca devido à passagem excessiva de ar e a saliva fica mais grossa o que favorece o aparecimento de odor desagradável.

Halitose matinal

É importante salientar que é absolutamente normal o mau hálito matinal. Durante a noite nosso metabolismo muda e há uma diminuição drástica da produção de saliva e da motricidade lingual. Esses dois fatores favorecem a proliferação bacteriana, já que a língua e a saliva têm também como função a auto-limpeza da cavidade oral. Além disso, nosso corpo entra em hipoglicemia, o que gera odor cetônico na boca. Todos esses fatores resultam no característico odor desagradável pela manhã, que deverá desaparecer com a correta higienização, isso é, escovação adequada e uso do fio dental. Caso isso não ocorra, o paciente deve procurar um profissional credenciado CETH.

Pacientes hospitalizados

Normalmente a halitose não traz nenhum prejuízo para a saúde das pessoas saudáveis, porém em pacientes pós-cirúrgicos ou internados em Unidades Intensivas ou Semi Intensivas normalmente ocorre maior acúmulo de bactérias na cavidade bucal uma vez que a higienização se torna dificultada. O quadro de higiene oral precária e a debilidade da saúde do paciente favorecem as infecções pulmonares e hospitalares causadas por bactérias de origem bucal, o que pode prolongar ainda mais o tempo de internação. O uso de enxaguante específico especialmente desenvolvido para esta situação pode diminuir a quantidade de bactérias patogênicas e tornar a recuperação do paciente mais rápida.
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Somos cadastrados pela CETH -Centro de excelência no tratamento da halitose.
Dra Renata Ramos – Odontoshop Butantã