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A maneira previsível e confortável de ter um sorriso bonito

Você está pensando em endireitar os dentes, mas tem receio do desconforto? Com as inovadoras tecnologias SmartForce e SmartTrack, o Sistema Invisalign endireita seus dentes de forma previsível e mais confortável.

O que é Invisalign ?

Invisalign é uma maneira invisível de alinhar os dentes sem aparelho de metal. Invisalign usa uma série de alinhadores transparentes e removíveis para gradualmente alinhar seus dentes, sem metal ou fio.

Quais são as principais vantagens do Invisalign ?

Invisalign é transparente. Você endireita seus dentes sem ninguém perceber. Invisalign é removível. Diferentemente de aparelhos fixos, você pode comer e beber o que quiser durante o tratamento.
Invisalign é confortável. Não existem fios ou metais que possam causar irritação em sua boca, e sem fios os metais significa você gastar menos tempo na cadeira do seu ortodontista para ajustes. Invisalign permite que você visualize seu próprio plano de tratamento antes de iniciar seu caso. Você poderá visualizar como seus dentes ficarão alinhados quando seu tratamento estiver completo.

Quer saber mais? Agende uma consulta conosco e tire suas dúvidas.

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Febre amarela: acabe com a dúvida sobre a vacina padrão e a fracionada

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O crescimento de casos de febre amarela no país têm deixado os pais em alerta e, caso você esteja em área de risco, é preciso estar bem orientado com relação à vacinação. Principalmente aos riscos de efeitos adversos, aos critérios para a vacina e aos cuidados caso a dose seja fracionada.

Pensando nisso e na responsabilidade dos pais e dos especialistas, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) preparou um documento detalhado por meio dos Departamentos Científicos de Infectologia e de Imunizações, onde você pode se orientar.

Dose fracionada

Antes de tudo, é importante lembrar que ainda existem lacunas importantes em relação ao uso de doses fracionadas da vacina de febre amarela como a duração de proteção oferecida; torna imune apenas populações específicas e tem efeitos colaterais.

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São essas populações específicas que podem tomar a vacina. Crianças a partir de 2 anos de idade podem tomar desde que não apresentem condições clínicas especiais. Para as menores, é indicada a dose padrão. O mesmo vale para o caso de crianças que forem fazer uma viagem internacional para um país que exija o Certificado Internacional de Vacinação.

A campanha de vacinação com a dose fracionada vai acontecer entre o fim de janeiro e o início de março em determinados municípios dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia.  Para aumentar ainda mais a segurança de pacientes e familiares, a Sociedade Brasileira de Pediatra destaca alguns pontos que devem ser observados na hora de receber a dose no posto de saúde.

Interferência: é importante prestar atenção nas diferentes vacinas que você e seu filho tomam ao mesmo tempo ou em um curto período. De acordo com os pediatras, para evitar interferência na proteção das vacinas, a para febre amarela não deve ser administrada simultaneamente com a tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba) ou tetra viral (contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela) em crianças menores de 2 anos de idade. A orientação é que tenha pelo menos um intervalo de 30 dias depois. As demais vacinas do calendário podem ser administradas no mesmo dia que a vacina febre amarela.

Medicações: Alguns grupos não devem ser imunizados contra a febre amarela como, por exemplo, as crianças com menos de seis meses de idade; e o das pessoas que fazem uso de medicações anti-metabólicas ou medicamentos modificadores do curso da doença (Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Natalizumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Ritoximabe e outros terminados com MOMAB, XIMAB, ZUMAB ou UMAB). A regra também se aplica para os transplantados de órgãos sólidos e pessoas com doença oncológica em quimioterapia e ou radioterapia.

No caso das mães moradoras de área com transmissão ativa da febre amarela e que estiverem amamentando criança menor de 6 meses de idade, pode ser administrada uma dose fracionada. No entanto, a amamentação deve ser suspensa por 10 dias após a vacinação. Mulheres que moram em áreas sem transmissão ativa não precisam tomar a vacina.

Reações: crianças, adolescentes e adultos com história de reação alérgica grave ao ovo e a gelatina, podem receber a vacina após avaliação médica e em ambiente com condições de atendimento de urgência/emergência. Mulheres em idade fértil vacinadas devem evitar a gravidez até 30 dias após a vacinação.

Mas não precisa de pânico! Segundo a SBP, a vacina de febre amarela é, de maneira geral, bem tolerada. Segundo os especialistas, a partir do terceiro ou quarto dia da vacinação, 2% a 5% dos vacinados têm sinais como febre, dor de cabeça, dores musculares, entre outros sintomas.

Fonte: Revista Pais e Filhos

Dispositivo em desenvolvimento no Brasil detecta 416 vírus diferentes

Teste identifica dengue, zika, chikungunya, febre amarela e outras doenças

Criado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, um novo aparelho permite rastrear e encontrar mais de quatro centenas de vírus típicos das regiões tropicais do planeta a partir de uma amostra de sangue. “Os métodos disponíveis hoje procuram por apenas um único agente infeccioso ou um número limitado deles”, explica o bioquímico Victor Hugo Aquino, idealizador da tecnologia.

Assim, se o causador de determinada doença for desconhecido, é necessário recorrer a vários testes até descobrir qual deles está por trás dos sintomas. A ideia é que o dispositivo, ainda em desenvolvimento, seja utilizado em grandes laboratórios de referência, como o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, para monitorar os casos de enfermidades e evitar que epidemias se espalhem pelo país.

Fonte: Saúde – Abril

Estudo mostra que resistência à anestesia local é comum

Resistência à anestesia local pode ser comum e também ter causas genéticas

De acordo com uma pesquisa feita por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, casos de resistência à anestesia local podem ser mais comuns do que imaginado, e podem também ter causas genéticas.

De acordo com uma matéria publicada no portal BBC, que conta esta história detalhadamente, tudo começou quando o anestesista Steven Clendenen, de Jacksonville (Flórida), deparou-se com uma paciente que resistiu aos efeitos da anestesia ao ser preparada para uma operação. Instigado pela situação, decidiu investigar o problema e descobriu várias histórias na literatura médica relatando estranhos casos de pacientes que diziam que a anestesia local não lhes fazia efeito.

Você já ouviu de algum paciente que “anestesia não funciona comigo”? A grande maioria dos médicos e Cirurgiões-Dentistas, quando escutam esta afirmação de um paciente, mantém-se céticos e, muitas vezes, prosseguem com o procedimento.

Isso foi o que relatou Jenny Morrison, uma enfermeira que também tem o problema. Ela acredita que a mudança real da percepção dos médicos e Cirurgiões-Dentistas só virá quando uma grande pesquisa confirmar a existência do fenômeno em uma quantidade considerável de pacientes. Porque, mesmo com as pesquisas existentes, o comportamento padrão ainda é de ceticismo com o problema.

Porque a resistência acontece?

De acordo com uma pesquisa feita pelo cientista Alan Hakim e seus colegas no University College Hospital de Londres, que investigam casos de resistência em pessoas com a Síndrome de Ehlers-Danlos, uma hipótese é que o tecido desses pacientes é um pouco diferente das pessoas que não têm a síndrome, e isso poderia afetar a absorção das substâncias anestésicas.

Porém, Lori Lemon, a paciente de Clendenen, não possui a síndrome, o que levou o anestesista a tentar descobrir se podem existir outras razões para a resistência dela aos anestésicos.

Assim, os pesquisadores de Yale buscaram na genética uma resposta para o caso de Lemon, e descobriram que a resistência à anestesia estava presente também em outros membros da família da paciente.

Depois de analisarem o DNA dos familiares, descobriram que aqueles que apresentavam a resistência tinham uma mesma mutação em um gene específico, enquanto os que tinham comportamento normal à anestesia não tinham. No entanto, mesmo com os resultados, pesquisas ainda são necessárias para estudar melhor os mecanismos dessa mutação genética e confirmar as hipóteses das pesquisas.

Fonte: Dental Press

APCD

Piercing smile: estiloso ou perigoso? O acessório que faz sucesso entre os jovens pode trazer riscos à saúde bucal

 A cada temporada uma nova tendência surge entre os mais apaixonados por moda. A onda dos piercings teve seu ápice em 1990, mas ainda faz sucesso entre os que desejam se destacar na multidão.

Existem diversas joias e modelos e fica a gosto do cliente a região a ser perfurada. Além de umbigo, nariz, orelha e sobrancelhas, os piercings bucais também são bastante populares. Entre os mais usados estão o de língua, frênulo da língua (freio), lábio e dente. Porém, uma categoria diferente começou a fazer sucesso recentemente: o piercing de smile.

Aço cirúrgico é a melhor opção de material para o piercing pois não oxida. Atente-se a suas alergias na hora de fazer essa escolha e opte pelo modelo anelar para facilitar a cicatrização.
Aço cirúrgico é a melhor opção de material para o piercing pois não oxida. Atente-se a suas alergias na hora de fazer essa escolha e opte pelo modelo anelar para facilitar a cicatrização.

Foto: mrkornflakes / Shutterstock.com

O nome da joia faz referência ao sorriso já que o piercing fica localizado no chamado “freio superior”, uma camada fina de pele que só aparece quando a pessoa sorri. Muita gente opta por esse tipo de piercing porque é mais fácil de esconder em ocasiões que não permitem um visual tão ousado. Mas será que essa ideia é 100% segura?

A área onde esse tipo de piercing é colocado é uma das mais sensíveis da boca. Portanto, quem deseja colocar o acessório precisa ter cuidados redobrados para que não haja nenhuma complicação grave. Confira:

– Colocação: O piercing deve ser feito por um profissional, com materiais esterilizados e descartáveis;

– Escovação: Deve ser feita regularmente, porém com menos intensidade para que a joia não cause pressão na gengiva;

– Alimentação: Além de todas as restrições requisitadas pela colocação de piercings em geral, também é importante evitar o uso dos dentes frontais para mastigação;

– Limpeza: O piercing deve ser higienizado duas vezes ao dia e isso independe da escovação. Faça gargarejo com enxaguante bucal sem álcool e utilize uma haste de algodão para limpar a joia com soro fisiológico.

Dentistas não recomendam o uso do smile – ou qualquer piercing bucal – pois pode causar inflamação da gengiva, sangramentos e até deixar a boca mais vulnerável a doenças sexualmente transmissíveis.

 Fonte:Terra

Com ou sem lactose?

Leia os rótulos!Pode parecer confuso, mas aumenta a sua segurança alimentar. Alguns adoçantes contém lactose.

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Quais as diferenças entre adoçantes com lactose e sem lactose?

Os adoçantes, também chamados de edulcorantes, são substâncias que apresentam poder de conferir sabor doce aos alimentos maior que o do açúcar (sacarose). Eles são classificados de várias maneiras, geralmente com base em sua origem e valor calórico. Alguns produtos podem utilizar a lactose como excipiente (substância farmacologicamente inativa usada como veículo para o princípio ativo e que completam a massa ou volume especificado do produto). Os sem lactose utilizam outros excipientes, como por exemplo, a maltodextrina e água, no caso de adoçantes líquidos.

Há problemas em consumir esse tipo de adoçante?

A lactose é um carboidrato (dissacarídeo) composto por glicose e galactose. É naturalmente presente no leite de mamíferos, inclusive no leite materno.
Pessoas que possuem intolerância a lactose, dependendo do grau, podem manifestar sintomas clínicos após o consumo de produtos que contenham lactose.
Porém, segundo estudos, a maioria dos pacientes intolerantes é capaz de digerir e absorver cerca de 6 a 12 gramas de lactose sem nenhum sintoma adverso. A quantidade contida nos adoçantes é muito inferior a esta, fazendo com que o consumo seja assintomático na grande maioria dos casos.
A suspeita de intolerância à lactose deve ser sempre investigada por meio de testes diagnósticos de confirmação.

Adoçantes com lactose são melhores?

Cada adoçante possui uma formulação pensada a atender um determinado público alvo. Cabe a cada pessoa pesquisar qual produto e formulação é mais indicado para o seu caso/objetivo específico.

A lactose ajuda em algo no adoçante?

Alguns adoçantes em pó utilizam a lactose como excipiente (agentes sem ação medicinal que participam de uma formulação farmacêutica, com funções variadas e específicas, usados para auxiliar a administração de substâncias, ou seja, são os agentes carreadores de uma substância). No caso dos adoçantes essas substâncias são os edulcorantes (aspartame, sacarina, ciclamato, esteviosídeo, sorbitol, sucralose, acesulfame-K, entre outros) que sem o excipiente não teriam volume suficiente para completar o sachê do produto, já que uma quantidade muito pequena de edulcorante possui um grande poder adoçante (a sucralose, por exemplo, adoça de 600 a 800 vezes mais que o açúcar).

Existem tipos de adoçante que contém lactose?

Geralmente os adoçantes líquidos não contém lactose e os em forma de pó podem conter ou não, então é sempre válido confirmar essa informação no rótulo dos produtos ou diretamente com a empresa produtora.

No rótulo dos adoçantes contém essa informação?

Sim, na lista de ingredientes as empresas são obrigadas a declararem todos os compostos que fazem parte do produto.

O que impacta na saúde da pessoa ingerir adoçante com lactose?

Desde que se respeite a quantidade máxima permitida e o indivíduo não apresente intolerância sintomática, contra indicação médica ou a outros componentes da fórmula não há impacto negativo.

Se a informação não estiver no rótulo, tem como saber que o adoçante contém lactose?

Sim, em caso de qualquer dúvida em relação à composição de produtos alimentícios é indicado que o cliente entre em contato com o serviço de atendimento ao consumidor (SAC) da marca.
Fonte
Thais Eliana Carvalho de Lima
H.A.Einstein

Estudo testa substância que reduz a dor da nevralgia do trigêmio

A nevralgia do trigêmio é caracterizada por dor aguda e lancinante nos dentes

Uma nova substância inibe com eficácia a dor e é bem tolerada, segundo os resultados iniciais de um estudo internacional envolvendo o Center of Dental Medicine da University of Zurich.

A dor aguda conhecida como neuralgia do trigémio, é uma das piores dores nervosas crónicas. As crises são desencadeadas por diversos motivos tais como, toque, barbear, colocar maquiagem, tomar banho, falar e escovar os dentes, ou mesmo uma rajada de vento. A causa é geralmente uma irritação do nervo trigémeo – nervo craniano responsável pela inervação sensorial da área facial, partes do couro cabeludo e cavidade oral.

Cerca de 13 pessoas em cada 100.000 são diagnosticadas com neuralgia trigeminal todos os anos. A neuralgia do trigémeo afeta mais mulheres do que homens e cerca de 1% de todos os pacientes com esclerose múltipla desenvolver neuralgia trigeminal.

Recentemente foi testada uma nova droga que pode reduzir a dor a um nível tolerável, a julgar pelos resultados promissores de um estudo de fase II internacional envolvendo o Center of Dental Medicine da University of Zurich. 

Os sinais de dor atingem o cérebro através da ativação de canais de sódio localizados nas membranas das células nervosas. O canal de sódio “1,7” é frequentemente expresso em nervos condutores da dor e a maior intensidade da dor está ligada a uma maior atividade do canal. O bloqueio deste canal de sódio por exemplo através de um anestésico local inibe a dor. Na neuralgia do trigémeo, presume-se que o dano do nervo está na base do crânio, região difícil de alcançar com injeções locais e, portanto, requer tratamento medicamentoso.

A nova substância BIIB074 que foi testada neste estudo de fase II inibe o canal de sódio 1.7, dependendo do estado, o que significa: que quanto mais ativo este canal de sódio estiver obtém, mais forte é o bloqueio pelo BIIB074. Em contraste, os fármacos atualmente disponíveis bloqueiam o canal de sódio 1,7 independentemente da atividade do nervo, o que normalmente resulta em efeitos colaterais de sobrecarga. Ao contrário dos medicamentos convencionais, que muitas vezes causam cansaço e problemas de concentração, BIIB074 não só foi eficaz, mas também muito bem tolerado.

Fonte: O Jornal Dentistry

APCD

ESSES ALIMENTOS POSSUEM RELEVÂNCIAS DISTINTAS EM UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E BALANCEADA. CONFIRA!

Saiba a importância dos alimentos integrais, orgânicos e sem glúten nas dietas

Ter uma alimentação saudável tem sido cada vez mais a preocupação dos brasileiros, e muitos apostam em dietas com alimentos integrais, orgânicos e sem glúten para melhorar a saúde e alcançar o corpo desejado. Mas, afinal, o que são esses alimentos? Eles são realmente indispensáveis em uma dieta balanceada?

Dentre esses três tipos de alimentos, os integrais são os mais necessários e indispensáveis na alimentação diária. Isso porque eles mantém sua estrutura original intacta no processo de industrialização, sendo ricos em fibras e possuindo maior quantidade de vitaminas e minerais. Um exemplo é o próprio arroz, que em sua versão integral mantém a casca que é retirada na produção da versão branca, devido aos processos de industrialização. Para saber se um alimento como o pão ou a torrada são realmente integrais, vale conferir no rótulo se um dos primeiros ingredientes listados é a farinha de trigo integral.

Os alimentos orgânicos são outros que vieram para ficar. Já é sabido que legumes, verduras e frutas, apesar de serem saudáveis e indispensáveis na dieta, muitas vezes vêm com grandes concentrações de agrotóxicos, que podem causar danos à saúde. Os orgânicos fogem à regra por serem isentos de aditivos químicos, agrotóxicos, drogas veterinárias, hormônios, antibióticos e mesmo modificação genética. Mas ainda assim podem ser dispensáveis. Com uma boa lavagem em água corrente e uso de esponja, é possível eliminar dos legumes e frutas boa parte da química. Para verduras, o ideal é retirar as folhas mais externas, que contém mais agrotóxicos.

Já o glúten é cercado de mitos. A proteína é uma mistura de outras duas, a gliadina e glutenina, está presente em cereais como o trigo, a cevada e o centeio e em seus derivados e dá elasticidade e viscosidade principalmente a produtos de panificação. Ao contrário do que se pensa, a ingestão do glúten em si não engorda nem faz mal. Portanto, só deve ser retirado da dieta caso o indivíduo tenha doença celíaca, cujos sintomas são diarreia, anemia, vômito, desânimo, dor abdominal e alterações de humor. Logo, o glúten não interfere em uma dieta balanceada. A alimentação ideal deve ser variada, balanceada e equilibrada, com alimentos integrais, rica em fibras e, de preferência, com menor quantidade possível de aditivos químicos.

Meu filho pode usar chupeta?

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Meu filho pode usar chupeta?
O uso de chupetas, também chamado hábito de sucção não nutritiva, é aceitável em bebês e crianças de tenra idade. Portanto, este hábito nos primeiros anos de vida não é considerado ruim. Geralmente está associado à necessidade de satisfação afetiva e de segurança, que pode ser atendida com a prática do aleitamento materno. Existem, inclusive, evidências científicas de que crianças amamentadas no peito por pelo menos seis meses estão menos propensas a desenvolverem hábitos de sucção não nutritiva, incluindo-se a sucção de chupetas que é o mais prevalente. No entanto, nos casos em que a amamentação natural não pode ser realizada e mesmo com a oferta do aleitamento materno, as necessidades de sucção da criança não estejam satisfeitas, o uso do bico é recomendado.

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Quer saber mais sobre a saúde bucal do seu filho?Leia aqui …

Na grande maioria dos casos, entre 2 anos e meio e 3 anos, todos os dentes de leite da criança já terão nascido. São dez superiores e mais dez inferiores.

Troca de dentes

É por volta dos 5 ou 6 anos de vida que tem início a troca dos de leite pelos permanentes.  Os primeiros são os de baixo, da frente. Os dentes costumam amolecer até que caiam sozinhos ou fiquem “por um fio”, bastando uma leve puxadinha para soltar. Porém, em alguns casos raros, quando ele fica mole por muito tempo e não quer saber de cair, pode ser necessária a ajuda de um odontopediatra. A troca completa dura até os 12 anos da criança.

Dentes permanentes

Com cerca de 12 anos, quando terminam todas as trocas, a criança deve ter 28 dentes. Aí, falta aparecer apenas os cisos – que, em alguns casos, não nascem ou não existem. Caso venham a surgir, é só por volta dos 18 anos.

Uso de fio dental

O uso ou não do fio dental depende da proximidade entre os dentes: quando são bem grudadinhos, é melhor utilizar (um vez por dia é suficiente). Caso sejam afastados, não precisa passar.

A importância da alimentação

Você sabia que a saúde bucal não depende apenas dos bons hábitos de higiene? Para dentes bonitos, é fundamental cuidar da alimentação de seu filho. Tudo começa com uma dieta balanceada, rica em verduras, frutas e legumes. O consumo de itens ricos em açúcar, como balas, chocolates e refrigerantes, deve ser evitado ao máximo. Quando a criança ingere muitos doces e não faz a escovação correta, aumenta a chance de surgirem cáries.

Consultas com o dentista

O odontopediatra deve ser consultado quando nasce o primeiro dentinho do bebê. Na ocasião, o profissional irá orientar a família sobre escovação. Não há regra para o retorno das consultas – isso dependerá da saúde bucal de cada paciente. Por exemplo, para uma criança com boa escovação e sem cáries, uma visita anual ao dentista é suficiente. Se ela tiver cáries, precisará voltar com mais frequência, de acordo com cada caso.

FONTES : Gabriel Politano, odontopediatra  e Karla Mayra Rezende, diretora da Associação Brasileira de Odontopediatria (ABO).