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Você ronca ? Leia aqui

Ronco e Apneia do Sono     

Quem não conhece alguém que ronca? E quem não conhece alguém que ronca, ser motivo de chacota? Sim, o ronco é uma doença que causa constrangimento e segmentação social e pode levar a uma outra doença que causa ainda maiores danos, a chamada apneia do sono.

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Apesar da restrição social imposta pelo ronco, esta primeira doença não causa, em curto prazo, danos físicos definitivos.
Entretanto, o ronco é uma doença progressiva, que tende a, gradualmente, agravar-se até o ponto de evoluir para uma patologia chamada Apneia do Sono. A apneia do sono consiste em paradas respiratórias durante o sono, por no mínimo 10 segundos seguidos.
Calculamos a sua gravidade pelo número de paradas por hora que o indivíduo tem, por exemplo. Um índice de 15 (IAH) significa que durante o sono, ele para de respirar pelo menos 10 segundos, 15 vezes por hora. Essas paradas podem chegar a 120 segundos (sendo considerada apenas 1 apneia), assim como o índice pode variar de 0 a mais de 100, ou seja, nenhuma ou mais de 100 apneias por hora.

A Academia Americana de Doenças do Sono as classificam assim:

Até 5 apneias por hora: normal
De 6 a 15 apneias por hora: leve
De 16 a 30 apneias por hora: moderada
Mais de 30 apneias por hora: severa

Alterações do Sono :

Sono agitado
Ronco
Pesadelos recorrentes
Terror noturno
Apneia do sono

Sintomas (se você apresenta um ou mais destes sintomas, você deve nos procurar para uma avaliação):

Sonolência durante o dia
Cansaço
Depressão
Perda de memória
Irritabilidade
Impotência

Sinais (riscos) :

Angina 
Síndrome metabólica e dificuldade de emagrecer 
Hipertensão arterial 
Infarto do miocárdio 
Acidente vascular cerebral 
(o apneico tem 5 vezes mais chance de ter um infarto ou AVC) 
Aumento do risco de acidentes automobilísticos 7 vezes superior

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Fatores predisponentes:

A obesidade e idade avançada são outros fatores que podem desencadear ou piorar a apneia. Estudos estão sendo realizados para a comprovação de doenças vinculadas a apneia do sono, inclusive, da Diabetes tipo II e alguns distúrbios do metabolismo.

Tratamentos:

Para o correto diagnóstico são necessários exames específicos solicitados por uma equipe médica multidisciplinar (cardiologistas, pneumologistas, otorrinolaringologistas e dentistas) para que seu tratamento seja realizado com total segurança e eficiência. O mais importante é a polissonografia, um exame onde você dorme em um laboratório e seu sono é monitorado durante toda a noite. Exame este indispensável.

Hoje, o tratamento de eleição, pela maior parte dos médicos envolvidos, é o CPAP (pressão positiva contínua). O CPAP é um aparelho que injeta ar sob pressão pelas narinas, fazendo a desobstrução das vias aéreas. É um tratamento altamente eficiente mas pouco aceito pelos pacientes por ter um custo elevado e ser de difícil adaptação.Por se tratar de um tubo que liga uma máscara facial (pacientes relatam muito incômodo com seu uso) a uma máquina que emite ruídos por toda noite, metade dos pacientes que usam o CPAP desistem do tratamento em 1 ano e 80% desistem em até 3 anos.

Existem ainda as cirurgias palatais de tecido mole (remoção de parte do céu da boca) que estão praticamente abolidas porque o paciente volta a ter apneias, e hoje essas cirurgias são indicadas em casos bem específicos, tendo uma efetividade ainda bastante duvidosa. As únicas cirurgias realizadas em pacientes com apneia, que realmente funcionam são as Ortognáticas (aquelas que deslocam os ossos da face), em especial aquelas que trazem os ossos maxilares acima de 1 cm para frente, mas elas são caras, restritas a alguns casos e por ter um pós-operatório nada agradável, essas cirurgias têm alto índice de rejeição, mas são as únicas que realmente curam.

Devido a isso, a odontologia vem desenvolvendo aparelhos intraorais (AIO) específicos para tratamento do ronco e da apneia do sono que possui um alto índice de aceitação e possui mais de 80% de eficiência comprovada. São aparelhos simples e confortáveis, que você pode levar onde quer que vá, resolvendo a sua apneia e seu ronco, mesmo que você esteja em uma viagem de avião ou ônibus.

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Os aparelhos intraorais não são os tratamentos mais eficientes, mas são os que garantem os melhores resultados, a custos acessíveis, pouco invasivo e reversível, sem incomodar a sua noite de sono e de seu parceiro(a).    Fonte:Neon

  •  Usamos Aparelhos PPV

  • Monitoramento do ronco

  • MONITORAMENTO DIGITAL DA APNEIA DO SONO

 Fazemos o monitoramento da apneia do sono  através da tecnologia Biologix.

Biologix é uma solução com validação clínica, inovadora, fácil de usar e de baixo custo. Com apenas o sensor sem fio Oxistar e um smartphone com o aplicativo instalado,  monitoramos a apneia do sono em casa, sem complicações.

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Dia Nacional do Livro Infantil

A pedagoga, Ellen Brandalezi, explica a importância do livro no crescimento da criança!

Ler e ouvir histórias são práticas que aguçam a imaginação em qualquer idade. Na infância, a leitura contribui de forma bastante significativa para o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças, pois ouvindo e lendo histórias elas podem imaginar, fantasiar, expressar sentimentos e, acima de tudo, adquirir conhecimentos importantes para a sua transformação.
As histórias infantis são repletas de magia e encantamento e, por meio das mais diversas experiências, os pequenos leitores e ouvintes podem entrar em contato com suas emoções, aprendendo a lidar melhor com as questões da vida de forma simbólica. Além disso, favorece o aprimoramento dos aspectos linguísticos e contribui para um melhor desempenho escolar.

Para estimular o hábito da leitura é importante que haja o incentivo de todos convivem com a criança e, assim como os brinquedos, os livros também devem fazer parte do seu dia a dia. Ler para a criança, disponibilizar um momento do dia e um espaço confortável para que ela leia e manuseie livros, compartilhar da sua leitura, oferecer diversidade literária, leva-la a bibliotecas e livrarias, são formas de estimular uma relação saudável da criança com a leitura. Afinal, esta não deve ser uma prática penosa, e sim um momento prazeroso e de satisfação. Para isso também é importante que sejam oferecidos livros adequados à compreensão da criança, de acordo com as peculiaridades de cada fase do desenvolvimento.

Nos primeiros anos de vida da criança, até por volta dos 3 anos, os livros que estimulam os sentidos são os mais atrativos. Livros de borracha, plástico e tecido são mais agradáveis ao tato. Figuras em alto relevo, texturas, cores vibrantes e sons tendem a despertar a atenção dos pequenos. Apontar para as imagens do livro nomeando-as e utilizando onomatopeias estimula a oralidade e contribui para a ampliação do vocabulário. Cantar musiquinhas com apoio nas imagens do livro também auxilia no desenvolvimento da linguagem.

Entre 4 e 6 anos de idade, as crianças tendem a se interessar por histórias pequenas com bastante ilustração e frases curtas por página. Os contos de fadas são atrativos, pois são repletos de fantasia e propõem uma viagem ao mundo da imaginação onde a criança tem a possibilidade de se projetar nos personagens e entrar em contato com seus sentimentos, organizando conflitos e emoções que possa estar vivenciando. Poemas, parlendas e cantigas também são gêneros que atraem nessa fase e, além de estimular a consciência fonológica, contribuem para os processos de alfabetização.

De 7 a 9 anos os interesses se expandem e a escolha de diferentes gêneros textuais faz parte da construção da autonomia da criança. Histórias em quadrinhos, fábulas e contos ajudam a ampliar a imaginação e a construir uma nova perspectiva acerca dos acontecimentos do mundo real.

Com o passar do tempo, por volta dos 10 anos, as histórias curtas vão dando lugar a textos mais extensos e elaborados e os mecanismos de leitura vão sendo aprimorados. Histórias de humor, aventuras e contos de mistério são os gêneros mais atrativos nesta fase.

Com a chegada da adolescência os livros são escolhidos de acordo com as principais características da personalidade do leitor. As preferências transitam entre romances, ficção científica, conflitos sociais e até mesmo histórias macabras.  Revistas, jornais, livros literários também são explorados à medida que os jovens começam a se preparar para os vestibulares. Quanto maior o acervo literário acessado pelos jovens, maior será sua capacidade de reflexão e de ampliação do senso crítico.

O hábito da leitura perpassa por um caminho de estímulos e incentivos desde a mais tenra idade, entretanto, é importante lembrar que nem todos seguem esse percurso no mesmo ritmo e com o mesmo desempenho. A indicação etária é sugerida de acordo com as etapas do desenvolvimento infantil, porém, vale levar em consideração os gostos e interesses da criança para que a leitura seja de fato prazerosa e faça sentido ao leitor.

Fonte: Ellen Brandalezi, psicopedagoga da Oncologia e Pediatria Einstein

DEPRESSÃO INFANTIL NÃO DEVE SER ENCARADA COMO “MANHA”

 

Apesar de parecer pouco provável, a depressão pode ocorrer na infância. Muitas vezes ela é subestimada e negligenciada pelos adultos, e encarada como “manha” ou “frescura”. Outros transtornos psiquiátricos que também podem afetar crianças são muito mais discutidos, como o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e as fobias. No entanto, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2020 a depressão se tornará a doença mais incapacitante no mundo. Para mudar esse quadro, uma das medidas é tirar a depressão infantil da invisibilidade.

Dra. Ana Kleinman, psiquiatra infantil e pesquisadora do Programa de Transtorno Bipolar do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, aponta que cerca de 2% das crianças em idade pré-escolar e escolar sofrem de depressão. Esse número sobe para 11,7% quando elas passam para a puberdade.

O desenvolvimento da depressão em uma criança geralmente envolve dois pontos: pré-disposição genética e problemas no entorno familiar e social (brigas entre os pais, bullying, dificuldades escolares, perda de um animal de estimação ou parente próximo, entre outros).

Atenção para os sintomas

É de extrema importância saber identificar os sintomas. Os primeiros sinais são físicos: dor de cabeça, dor de barriga, alteração no apetite e no sono. “Quando os pais começam a ligar muito para o pediatra, ou ir várias vezes ao pronto-socorro, é um sinal de alerta para a depressão”, afirma a médica. A criança pode ficar muito ansiosa ou irritada, apresentar dificuldades escolares e evitar socializar com família e amigos. Também podem surgir medo de ficar sozinhas e choro excessivo.

Mas é importante ressaltar que os sintomas nem sempre são aparentes, pois crianças tendem a ter mais dificuldade de falar sobre o que sentem, o que torna mais difícil o diagnóstico precoce. A partir dos 12 anos as crianças conseguem descrever melhor seus sentimentos, e é fundamental não ignorá-los. Para isso, pais, professores e pessoas próximas devem sempre observar e acompanhar as crianças.

Identificados os possíveis sintomas, os responsáveis devem procurar um psiquiatra infantil, que poderá definir o diagnóstico com precisão após descartar outras condições clínicas capazes de provocar sinais semelhantes.

A etapa seguinte é atestar o grau da doença. Segundo a médica, é preciso avaliar o prejuízo funcional, ou seja, o quanto a depressão está interferindo no desenvolvimento e socialização da criança. Nos casos de grau leve, o tratamento é focado em terapias e atividade física, mas a especialista reforça que é preciso enfrentar a raiz do problema. “Não adianta fazer terapia se as brigas familiares não cessarem, por exemplo. É necessário uma mudança nas causas da depressão.” Nos casos de depressão moderada ou grave, o tratamento pode incluir o uso de medicamentos.

Fonte:Drauzio Varela

Fotos podem ter direitos autorais

Sorrisos das famosas: antes e depois de Grazi, Juliana Paes, Flávia Alessandra e mais

Há alguns anos, cuidar dos dentes não era prioridade para muita gente e também não havia tantos recursos. Com o avanço das tecnologias e descobertas da odontologia, as pessoas têm investido cada vez mais em um novo sorriso.

Além do clareamento, dentre as técnicas mais populares para deixar os dentes mais harmoniosos está a aplicação de lente de contato dental, que alinha, ajusta o formato e o tamanho dos dentes e ainda preenche os espaços entre eles.

Uma estimativa da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética aponta que, entre 2014 e 2015, houve um aumento de 300% na procura por este procedimento.

E temos provas de que um belo sorriso faz toda a diferença! Veja fotos do antes e depois dos sorrisos das famosas que deram uma repaginada nos dentes:

Antes e depois dos sorrisos das famosas

Sorriso de Flávia Alessandra

O sorriso atual de Flávia Alessandra merece aplausos. A atriz foi eleita pela Sociedade Brasileira de Odontologia Estética a dona do melhor sorriso de 2015. Este prêmio não foi conquistado de uma hora para a outra. Flávia faz um acompanhamento odontológico rigoroso há 12 anos. Na foto da esquerda, em 2002, seus dentes eram desalinhados e amarelados. Já em 2016, na foto à direita, ela exibe um sorrisão bem branquinho, alinhado e em um formato mais quadradinho.

Sorriso de Alessandra Ambrósio

Na foto à esquerda, em 2004, os dentes de Alessandra Ambrósio possuíam um aspecto infantil, eram pequenos, tortinhos e ainda havia uma pequena abertura entre os dentes incisivos centrais. Mas 13 anos depois o sorriso da modelo é outro! Apesar dos dentes debaixo ainda não estarem alinhados, os de cima estão bem certinhos, maiores e mais claros, até a falha entre os dentes desapareceu.

Sorriso de Juliana Paes

Os dentes de Juliana Paes têm chamado a atenção dos telespectadores, completamente alinhados e branquinhos. Em 2016, Juliana desbancou Flávia Alessandra e conquistou o prêmio de “Sorriso do Ano” pela Sociedade Brasileira de Odontologia Estética.

Sorriso de Cleo Pires

Apesar de serem alinhados, em 2005, na foto à esquerda, os dentes de Cleo Pires possuíam desníveis e tamanhos diferentes, dando a ilusão de que eram tortinhos. Atualmente a atriz exibe um sorrisão perfeito, pois além de estarem ainda mais branquinhos, todos os dentes seguem um padrão de formato e tamanho.

Sorriso de Grazi Massafera

Os dentes de Grazi Massafera passaram por grandes mudanças desde a sua participação no BBB, em 2005. Apesar de alinhado, a atriz possuía um sorriso tímido, com dentes pequenos e amareladinhos. Há quem diga que Grazi exagerou na transformação, mas agora ela exibe um sorriso largo, seus dentes estão muito maiores, retangulares, brancos e até a sua gengiva, atualmente muito mais visível, passou por mudanças.

Sorriso de Vanessa Giácomo

Em 2004, aos 21 anos, Vanessa Giácomo exibia dentes muito infantis, pequenininhos, levemente desalinhados e bem amarelados. Entretanto, a atriz investiu fortemente, e agora, é dona de um sorrisão bem branquinho, com dentes um pouco maiores e superalinhados.

Sorriso de Taís Araújo

Taís Araújo sempre teve dentes uniformes, grandes e alinhados, em 1997, ela recebeu o prêmio de “Sorriso do Ano” pela Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, mas nem por isso deixou de cuidar deles. Os dentes da atriz ainda tinham um tom amarelado, assim, ela investiu em um clareamento, e hoje, os exibe em um sorriso largo bem cativante.

Sorriso de Regina Duarte

Regina Duarte mudou completamente o aspecto de seu sorriso. Na imagem à esquerda, em 2002, ela exibia dentes desalinhados, com restaurações aparentes e muito amarelados. Após investir em laminados de porcelana, atualmente a atriz tem um sorriso de cinema! Completamente alinhado e bem clarinho.

Sorriso de Gloria Pires

O que mais chama a atenção no sorriso de Gloria Pires, na foto à esquerda em 2005, é o seu sorriso gengival. Ela foi uma das primeiras artistas a passar pelo procedimento para reduzir a gengiva. Hoje a atriz possui os dentes bem branquinhos e um pouco maiores.

Sorriso de Paolla Oliveira

Os dentes de Paolla Oliveira não sofreram muitas mudanças, eles que em 2004 eram levemente desalinhados, passaram por um alinhamento e clareamento. Entretanto, a atriz possui um probleminha em seu sorriso que passa despercebido por muita gente, ela possui mordida cruzada, uma questão óssea que pode acarretar dores e problemas na mastigação.

 

rachel_machado_9_dicas_para_aprimorar_a_relação_com_seu_filho_na_hora_de_oferecer_refeições_13_04_2017A maneira como pais e cuidadores em geral se comportam na hora de oferecer refeições às crianças pode influenciar – e muito – na formação do hábito alimentar infantil. Na teoria, o ideal é que o adulto decida o que, quando e onde as refeições são oferecidas; cabendo às crianças a decisão de comer ou não, e do volume de alimentos consumidos. Esta divisão de responsabilidades faz parte do conceito de Cuidado Responsivo para alimentação, um conjunto de comportamentos que envolvem atenção e interesse pelo processo de alimentação da criança, com respeito aos seus sinais de fome e saciedade, às suas habilidades de comunicação e estímulo adequado para a alimentação independente.

A influência destes comportamentos sobre hábitos alimentares e saúde das crianças varia desde estímulo positivo para hábitos saudáveis de alimentação, desenvolvimento de habilidades sociais, aprendizado e autoestima; redução do consumo de doces, guloseimas e bebidas açucaradas; até prevenção de distúrbios psicossociais na adolescência. O cuidador responsivo participa mais dos momentos de refeições da família, estimula a autonomia e a independência da criança em todas as esferas de desenvolvimento, enquanto os cuidadores não responsivos preferem utilizar práticas como a restrição proibitiva ao consumo de alimentos, pressão para comer, recompensas, ameaças, castigos, e/ou distrações durante as refeições.

No fundo, todos apresentam um pouco de cada comportamento, o responsivo e o não responsivo. O importante é reconhecer aqueles comportamentos que dominam o seu dia a dia, e tentar revertê-los em estímulos positivos para o seu filho!

Na prática, entretanto, esta é uma rotina que muitas famílias têm dificuldade em cumprir, sobretudo aquelas cujas crianças têm dificuldades alimentares. Algumas dicas para refletir sobre os comportamentos da sua família:

  • Procure reconhecer e entender os sinais não verbais que seu filho emite às refeições e responda na forma de apoio: se ele recua com o corpo, vira a cabeça para o outro lado, não abre a boca, empurra os pratos e talheres, etc.; não ignore a recusa ou force a alimentação;
  • Ofereça alimentos no tamanho, formato e consistência que seu filho possa se alimentar sem o seu auxílio; dê a ele a oportunidade de exploração de sabores e texturas;
  • Sorria e utilize palavras de encorajamento durante as refeições; converse com a criança sobre alimentação de maneira informal e sem pressão;
  • Faça contato visual com seu filho durante toda a refeição;
  • Ofereça alimentos ao seu filho com disposição, paciência e sem pressa; evite demonstrar claramente seu desagrado;
  • Espere a criança terminar o processo de mastigação e deglutição, e demonstrar sinais de saciedade antes de oferecer nova porção;
  • Faça as refeições junto com seu filho e outros membros da família (se possível), preferencialmente comendo juntos e o mesmo cardápio;
  • Ofereça as refeições em local e postura adequados, sem distrações nem coerção;
  • Esteja totalmente envolvido na ação de oferecer a refeição ao seu filho, não se distraia com outras tarefas.

Como saber se está dando certo?

Tanto o cuidador como a criança perceberão que estão indo bem: a refeição transcorre no tempo adequado, com menos recusa e estresse, sem comportamentos coercitivos. Seu filho conseguirá exercitar sua independência para manusear e comer os alimentos, e controlar seu próprio apetite, interagindo com você de maneira agradável, com contato visual durante todo o processo, em posição relaxada e prazerosa.

Diversos estudos científicos mostram que famílias orientadas sobre como praticar o cuidado responsivo apresentam melhorias na qualidade da alimentação e comportamento das crianças frente à alimentação. Além, é claro, de reduzir o estresse dos pais e cuidadores e fortalecer o vínculo familiar.

Que tal testar na sua rotina? Conte com a nossa ajuda no Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto Pensi!

RACHAEL MACHADO
Pesquisadora do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto PENSI. (CDA-PENSI). Nutricionista, formada pelo C. Univ. São Camilo, especialista em Nutrição clínica (HC-FMUSP) e pediatria (EPM/UNIFESP), Mestre em Ciências da Saúde e doutoranda em Pediatria (EPM/UNIFESP). Docente do curso de pós-graduação em Nutrição Materno-Infantil do INSIRA e coordenadora do curso de graduação em Nutrição da Universidade Uni Sant’Anna.

ESSES ALIMENTOS POSSUEM RELEVÂNCIAS DISTINTAS EM UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E BALANCEADA. CONFIRA!

Saiba a importância dos alimentos integrais, orgânicos e sem glúten nas dietas

Ter uma alimentação saudável tem sido cada vez mais a preocupação dos brasileiros, e muitos apostam em dietas com alimentos integrais, orgânicos e sem glúten para melhorar a saúde e alcançar o corpo desejado. Mas, afinal, o que são esses alimentos? Eles são realmente indispensáveis em uma dieta balanceada?

Dentre esses três tipos de alimentos, os integrais são os mais necessários e indispensáveis na alimentação diária. Isso porque eles mantém sua estrutura original intacta no processo de industrialização, sendo ricos em fibras e possuindo maior quantidade de vitaminas e minerais. Um exemplo é o próprio arroz, que em sua versão integral mantém a casca que é retirada na produção da versão branca, devido aos processos de industrialização. Para saber se um alimento como o pão ou a torrada são realmente integrais, vale conferir no rótulo se um dos primeiros ingredientes listados é a farinha de trigo integral.

Os alimentos orgânicos são outros que vieram para ficar. Já é sabido que legumes, verduras e frutas, apesar de serem saudáveis e indispensáveis na dieta, muitas vezes vêm com grandes concentrações de agrotóxicos, que podem causar danos à saúde. Os orgânicos fogem à regra por serem isentos de aditivos químicos, agrotóxicos, drogas veterinárias, hormônios, antibióticos e mesmo modificação genética. Mas ainda assim podem ser dispensáveis. Com uma boa lavagem em água corrente e uso de esponja, é possível eliminar dos legumes e frutas boa parte da química. Para verduras, o ideal é retirar as folhas mais externas, que contém mais agrotóxicos.

Já o glúten é cercado de mitos. A proteína é uma mistura de outras duas, a gliadina e glutenina, está presente em cereais como o trigo, a cevada e o centeio e em seus derivados e dá elasticidade e viscosidade principalmente a produtos de panificação. Ao contrário do que se pensa, a ingestão do glúten em si não engorda nem faz mal. Portanto, só deve ser retirado da dieta caso o indivíduo tenha doença celíaca, cujos sintomas são diarreia, anemia, vômito, desânimo, dor abdominal e alterações de humor. Logo, o glúten não interfere em uma dieta balanceada. A alimentação ideal deve ser variada, balanceada e equilibrada, com alimentos integrais, rica em fibras e, de preferência, com menor quantidade possível de aditivos químicos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que a obesidade infantil atingiu níveis alarmantes em todo o mundo. O relatório da Comissão para Acabar com a Obesidade Infantil mostrou que pelo menos 41 milhões de crianças com menos de cinco ano estão acima do peso ou são obesas.

Segundo o documento, o maior aumento de casos foi registrado em países de baixa e média rendas onde o número de crianças obesas mais do que dobrou entre 1990 e 2014, passando de 7,5 milhões para 15,5 milhões.

Saiba mais em: http://bit.ly/2eNrtnm
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Sorriso bonito é sinal de saúde e autoestima elevada. Está mais que comprovado o seu poder nas relações profissionais e pessoais, por isso a importância em cuidar tanto da nossa boca. Mas se você tem notado um sangramento na gengiva durante sua higiene, atenção! Isso é sinal de uma gengivite. “Por ser uma inflamação, a gengivite é causada pela presença da bactéria na gengiva causando sangramento. Se a escovação está deficiente esse acúmulo de placa bacteriana na superfície do dente vai causar o problema”, explica a dentista Dra Luciana . Não dê espaço para essa inimiga bucal e previna-se.

SANGRAMENTO É SEMPRE UMA GENGIVITE?

Segundo Luciana, a gengivite é o primeiro sintoma de toda doença gengival, então quando há sangramento é um gengivite que pode ser pura e simples, mas também pode significar uma periodontite, ou seja, estágio mais avançado e perigoso do problema. “A gengivite pode aparecer também em alguns casos de escovação traumática, quando a pessoa faz muita força para escovar e acaba ferindo a gengiva, ficando inchada e sensível ou quando a movimentação ortodôntica for exagerada, mas são casos mais raros”.

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HIGIENE BUCAL DIÁRIA COMBATE A GENGIVITE

Não tem outro jeito, assim como para evitar qualquer problema bucal é necessário higiene bucal correta e diária, com a gengivite não é diferente. É a sua limpeza que vai impedir que os sintomas apareçam na sua boca. “O uso do fio dental e escovação após todas as refeições são hábitos saudáveis e preventivos”, indica. Além disso, a profissional recomenda o uso do enxaguante bucal como complemento da higiene. “De preferência o enxaguante bucal sem álcool para não irritar a mucosa”.

DANDO UM FIM NA GENGIVITE

Luciana explica que no caso de pessoas que fazem tratamento de gengivite mais generalizada devem ir ao consultório do seu dentista com mais frequência, e não apenas de 6 em 6 meses como é indicado para visitas de rotina. “O dentista fará uma limpeza de toda placa dental, raspagem sub e supragengival e, ainda, dará dicas de como deve ser feita a correta higiene com fio dental e escovação”, explica.

O MELHOR CREME DENTAL

Invista hoje mesmo na saúde da sua gengiva com creme dental para gengivas saudáveis. Especialmente desenvolvido para evitar a gengivite,além de reduzir a placa bacteriana.

Fonte:Sorrisologia

Você sabe identificar a cárie dentária em seu filho?

Queridos Pais,
Vamos ficar espertos! Seus filhos podem já ter a doença cárie instalada e vocês ainda não sabem pois não “enxergam nenhum buraquinho” nos dentes deles.
Procure sempre um Odontopediatra especialista para tirarem todas suas dúvidas!!!
Infelizmente a cárie ainda é uma doença que atinge muitas das nossas crianças.

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Fonte : Odontologia baseada em evidências

De acordo com a Organização Mundial da Saúde OPAS OMS Brasil – PAHO WHO Brazil, o simples ato de lavar as mãos reduz em até 40% o risco de contrair doenças como gripe, diarreia, infecção estomacal, conjuntivite e dor de garganta. A lavagem das mãos exige certo cuidado e deve ser realizada com frequência. #SaúdenasRedes

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