Sorriso bonito é sinal de saúde e autoestima elevada. Está mais que comprovado o seu poder nas relações profissionais e pessoais, por isso a importância em cuidar tanto da nossa boca. Mas se você tem notado um sangramento na gengiva durante sua higiene, atenção! Isso é sinal de uma gengivite. “Por ser uma inflamação, a gengivite é causada pela presença da bactéria na gengiva causando sangramento. Se a escovação está deficiente esse acúmulo de placa bacteriana na superfície do dente vai causar o problema”, explica a dentista Dra Luciana . Não dê espaço para essa inimiga bucal e previna-se.

SANGRAMENTO É SEMPRE UMA GENGIVITE?

Segundo Luciana, a gengivite é o primeiro sintoma de toda doença gengival, então quando há sangramento é um gengivite que pode ser pura e simples, mas também pode significar uma periodontite, ou seja, estágio mais avançado e perigoso do problema. “A gengivite pode aparecer também em alguns casos de escovação traumática, quando a pessoa faz muita força para escovar e acaba ferindo a gengiva, ficando inchada e sensível ou quando a movimentação ortodôntica for exagerada, mas são casos mais raros”.

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HIGIENE BUCAL DIÁRIA COMBATE A GENGIVITE

Não tem outro jeito, assim como para evitar qualquer problema bucal é necessário higiene bucal correta e diária, com a gengivite não é diferente. É a sua limpeza que vai impedir que os sintomas apareçam na sua boca. “O uso do fio dental e escovação após todas as refeições são hábitos saudáveis e preventivos”, indica. Além disso, a profissional recomenda o uso do enxaguante bucal como complemento da higiene. “De preferência o enxaguante bucal sem álcool para não irritar a mucosa”.

DANDO UM FIM NA GENGIVITE

Luciana explica que no caso de pessoas que fazem tratamento de gengivite mais generalizada devem ir ao consultório do seu dentista com mais frequência, e não apenas de 6 em 6 meses como é indicado para visitas de rotina. “O dentista fará uma limpeza de toda placa dental, raspagem sub e supragengival e, ainda, dará dicas de como deve ser feita a correta higiene com fio dental e escovação”, explica.

O MELHOR CREME DENTAL

Invista hoje mesmo na saúde da sua gengiva com creme dental para gengivas saudáveis. Especialmente desenvolvido para evitar a gengivite,além de reduzir a placa bacteriana.

Fonte:Sorrisologia

Você sabe identificar a cárie dentária em seu filho?

Queridos Pais,
Vamos ficar espertos! Seus filhos podem já ter a doença cárie instalada e vocês ainda não sabem pois não “enxergam nenhum buraquinho” nos dentes deles.
Procure sempre um Odontopediatra especialista para tirarem todas suas dúvidas!!!
Infelizmente a cárie ainda é uma doença que atinge muitas das nossas crianças.

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Fonte : Odontologia baseada em evidências

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Você sabe gerenciar o estresse?

O estresse é algo que todos nós temos, sobre o qual todos nós conversamos e, muitas vezes, até procuramos de certo modo combatê-lo. As alterações emocionais são responsáveis em muitas situações pelo estresse elevado e causam danos à qualidade de vida, mas controlar as emoções negativas não é uma tarefa simples.

“Infelizmente, há uma grande tendência a banalizar o grau de seriedade ou importância do manejo adequado do estresse. É comum encontrarmos pessoas que acreditem que, para reduzi-lo, basta não ficar nervoso ou ansioso”, diz Cinthia Alves, psicóloga e Wellness Coach, que desenvolve o trabalho de Gerenciamento do Estresse no Centro de Atenção à Saúde do Colaborador do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

O estresse elevado ou crônico é responsável pela manifestação de sintomas desconfortáveis e pelo desencadeamento de doenças gástricas, intestinais, cutâneas, respiratórias, cardiovasculares e psiquiátricas. Além disso, influencia vínculos e relacionamentos afetivos, profissionais e familiares, interação social, autoconfiança e autoestima.

Então, o que precisamos fazer para lidar com o estresse? Cinthia explica que não há uma receita pronta e que sirva para todos, mas dá algumas dicas:

·          Reconheça seus sintomas e avalie os possíveis prejuízos acarretados em sua vida.

·         Devemos compreender e nos responsabilizar pelas nossas próprias escolhas e buscar a satisfação das reais necessidades que temos. A rotina atribulada, o excesso de compromissos e responsabilidades e a administração inadequada do tempo acabam nos colocando em condições vulneráveis ao desencadeamento do estresse crônico.

·         O autocuidado também tem influência positiva neste processo: praticar atividades físicas, manter uma alimentação saudável, meditar, fazer psicoterapia, desenvolver a espiritualidade, autoestima, autoconfiança e ter clareza de valores e objetivos de vida.

Ao lidar com o estresse, devemos considerar que ele ocorre a partir da fisiologia natural do organismo frente a contextos em que se entende ser necessária uma adaptação. E para modificar as reações frente a determinados eventos, é necessário adquirir novas formas de pensar e agir, conhecendo melhor a si mesmo, identificando limites, fraquezas, qualidades e, acima de tudo, valores, ou seja, o que realmente traz satisfação.

“Nossas crenças e valores são a mola propulsora de nossas opções e decisões diárias. É essa a razão do trabalho do Coach: despertar nas pessoas o que de melhor elas possuam, para que identifiquem e busquem seus sonhos e idéias, afinal ‘sonhos são metas com prazos’”, afirma Cinthia.

Lidar com isso está ao alcance de todos. Ao fazer uma escolha, pense no quão coerente ela é com seus valores e reais necessidades. Deste modo, a satisfação e a segurança nos deixam mais preparados diante dos eventos vulneráveis da vida.

Fonte: Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Parar de fumar de maneira abrupta pode ser mais eficiente

Quer largar o cigarro? Pare de uma vez sugere um estudo da Universidade de Oxford

Quer parar de fumar? Então pare. Não postergue a decisão ou tente diminuir a quantidade de cigarros. A melhor maneira de largar o vício é a suspenção abrupta, segundo um estudo recentemente publicado no periódico científico Annals of Internal Medicine.
Realizado pela pesquisadora Nicola Lindson-Hawley, da Universidade de Oxford, o estudo envolveu cerca de 700 voluntários adultos, que foram divididos em dois grupos de fumantes: o primeiro largaria de forma abrupta e o segundo tentaria parar de fumar gradativamente.
Duas semanas antes do início da pesquisa todos os participantes puderam escolher a data que abandonariam o cigarro. A grande maioria optou pela redução gradual do fumo. O restante dividiu-se entre os que pretendiam interromper abruptamente o vício e os que não tinham preferência de escolha.
Prescrição de remédio
Toda semana os voluntários eram acompanhados por uma enfermeira. Em ambos os grupos os cientistas utilizaram uma nicotina de substituição – escolhas pessoais, de acordo com Nicola, não foram consideradas na hora de criar a estratégia de “tratamento” de cada grupo.
Além da nicotina, os voluntários do grupo de cessação gradual também puderam utilizar chicletes de nicotina, spray bucal, inalador etc. O objetivo era reduzir em 75% o número de cigarros em até duas semanas de pesquisa/ tratamento.
Já no grupo de cessação abrupta, os participantes receberam adesivos de nicotina de 21 mg por dia – dosagem definida por evidências científicas positivas de cessação do tabagismo. Este grupo não teve acesso a produtos de ação curta e puderam fumar como de costume até a data definida para interromper o vício.
Um mês após o encerramento do estudo, cerca de 40% das pessoas do grupo de cessação gradual não voltaram a fumar. A abstinência no mesmo período no outro grupo foi de 49%. O resultado manteve-se seis meses depois: 22% das pessoas que optaram por interromper abruptamente o cigarro conseguiram parar e apenas 15% dos gradativos se mantiveram firmes e longe do tabaco. “A norma é aconselhar as pessoas a parar de uma vez, e nosso estudo encontrou apoio para tal”, afirma Nicola.
 Fonte: Hospital A.Einstein

Antidepressivos podem causar mau hálito

Esse tipo de remédio afeta o funcionamento das glândulas salivares tornando a boca um ambiente ideal para a aparição de cheiros ruins

Quem toma antidepressivo precisa se preocupar com outro problema além da doença em si; o mau hálito. Isso porque esse tipo de remédio causa diminuição do funcionamento das glândulas salivares. Assim, com o “detergente natural da boca” reduzido, aumenta o acúmulo de restos de alimentos, células mortas e bactérias na boca, tornando o ambiente favorável para a aparição de cheiros ruins.

O correto deveria ser o paciente procurar um especialista em halitose para avaliar seu fluxo salivar antes de iniciar o uso dos antidepressivos
Foto: Anton Zabielskyi / Shutterstock

Mas você deve estar se perguntado: como as pessoas que precisam tomar o remédio podem lidar com essa situação? Ana Kolbe, cirurgiã-dentista especializada no diagnóstico e tratamento da halitose, revela que antes de começar a tomá-lo algumas medidas devem ser tomadas.

“O correto deveria ser o paciente procurar um especialista em halitose para avaliar seu fluxo salivar antes de iniciar o uso dos antidepressivos (isso também vale para outras drogas e para radio e quimioterapia). Assim, o profissional poderá decidir se inicia o tratamento das glândulas paralelo ao início do uso do antidepressivo ou se apenas fica acompanhando o quadro a cada 30 dias”, diz a especialista.

Se optar pela segunda opção, o dentista deverá ficar atento o grau de redução da produção salivar do paciente e, se necessário, entrar com um estímulo para que as glândulas voltem a trabalhar em níveis normais de volume, viscosidade e densidade.

Troca
Segundo Ana, também existem outras formas de lidar com o problema. “O paciente pode conversar com a profissional que lhe receitou tal remédio e ver a possibilidade de troca, pois existem algumas drogas da nova geração que afetam bem menos as glândulas salivares do que outras”.

Para ajudar, a pessoa ainda pode adquirir alguns hábitos clássicos que sempre colaboram no combate ao mau hálito. “Ela pode ingerir no mínimo 3 litros de água por dia de maneira fracionada e ficar mais atenta à higiene oral, em especial a da língua”.

Remédios e a xerostomia
De uma forma geral, todos os remédios costumam causar xerostomia (redução do fluxo salivar) em maior ou menor grau. Por isso, é bom que as pessoas tomem cuidados ao sair por aí se medicando, pois podem estar resolvendo um problema e causando outro para quem um problema não agrave o outro.

“Até mesmo os mais comuns usados por autoprescrição como os analgésicos, antitérmicos e outros de tarjas vermelhas e pretas podem afetar as glândulas salivares. É preciso salientar ainda que o brasileiro costuma fazer uso de vários medicamentos ao mesmo tempo o que agrava o problema.

E o mau hálito, causa depressão?
Acabamos de ver que os remédios antidepressivos podem causar mau hálito, mas também é sabido que o mau hálito pode causar depressão. Por isso, é fundamental que ambos os profissionais (dentistas e psiquiatras) fiquem atento ao quadro emocional do paciente.

“A halitose mexe com a autoconfiança e com a autoestima dos portadores e, portanto, frequentemente causa esquiva social e depressão. Porém, o uso de antidepressivo para tratamento de uma depressão passageira e pontual com origem bem específica não se justifica, pois será um agravante para sua halitose o que irá ter como consequência aumento da depressão”.

Segundo ela, o ideal é que este paciente seja encaminhado imediatamente para um tratamento específico para halitose, assim serão curados os dois problemas: a depressão e o mau hálito. “Devemos sempre agir na origem do problema e não nas causas para evitar um efeito dominó”.

Fonte: Agência Beta

Obesidade .Incentive hábitos saudáveis.

O excesso de peso é um mal cada vez maior entre as crianças e adolescentes, podendo causar problemas como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia e outras. Para reverter esse quadro e diminuir os casos de obesidade infantil, o melhor a se fazer é incentivar hábitos saudáveis entre seus filhos, como uma boa alimentação e a prática regular de exercícios físicos. Se o jovem incorporar isso cedo, a chance também é maior dele continuar assim na vida adulta.

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Realmente ajuda as crianças a escovarem os dentes por 2 minutos

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O momento de escovar os dentes deve ser um momento de alegria e diversão. O uso de uma playlist com músicas que durem de 1 a 2 min pode ser uma boa estratégia para tornar esse momento mais agradável e para manter a criança concentrada na escovação pelo tempo necessário à limpeza de todos os dentes.

Fonte :American Academy of Pediatric Dentistry e Crescer  Sorrindo

O Hábito de chupar o dedo .

As crianças podem chupar o dedo como forma de se consolar ou de se acalmar. Elas treinaram muito este hábito quando ainda era um bebês nas barrigas de suas mães e têm a chance de aperfeiçoá-lo pós o nascimento.
Agora pode ser que chupem o dedo quando estão cansadas, ansiosas, entediadas, ou tentando se ajustar a um novo desafio na vida, como o início da escolinha, por exemplo. Ela também pode chupar o dedo na hora de deitar ou para pegar de novo no sono quando acorda no meio da noite.

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Tem o que fazer para a criança parar de chupar o dedo?
É importante lembrar que existem maneiras diferentes de chupar o dedo e que nem todas são igualmente nocivas. De acordo com os especialistas, o que deforma o arcada dentária e torna necessário o uso de aparelho mais adiante é a intensidade da sucção e o tipo de movimento que a criança faz com a língua. As crianças que descansam o dedão passivamente na boca têm menos chance de desenvolver problemas dentários do que as que sugam o dedo com força.
Tente observar a “técnica” do seu filho. Se ele chupa o dedo vigorosamente, é bom tentar ajudá-lo a largar o hábito o quanto antes. Se você notar qualquer diferença na boca ou nos dentes do seu filho, ou se você não tem certeza se chupar o dedo está gerando problemas, é melhor consultar um odontopediatra, algo que deve ser feito de qualquer jeito para a avaliação geral dos dentes.
Se o dedão da criança fica vermelho ou a pele fica rachada de tanto sugar, aplique um hidratante à noite, enquanto ele dorme (se você aplicar durante o dia, ele vai chupar e retirar o creme).
A maioria das crianças deixa de chupar o dedo sozinhas, entre 2 e 4 anos. Algumas continuam por mais tempo, mas normalmente a pressão dos coleguinhas na escola acaba sendo um bom incentivo para largar o hábito.
Não adianta muito reclamar ou punir, porque chupar o dedo é uma coisa que seu filho normalmente faz sem perceber. Pressioná-lo para parar costuma intensificar mais ainda a vontade, e outros métodos, como cobrir o dedo com esparadrapo, podem ser vistos como punição injusta, já que seu filho chupa o dedo para se acalmar e se sentir seguro.

chupar-dedo1As crianças costumam parar de chupar o dedo quando descobrem outras forma de se consolar e de se acalmar, dizem os especialistas. Por exemplo, um criança de 2 anos pode chupar o dedo quando sente fome, mas uma criança mais velha (de 3 ou 4 anos) vai simplesmente procurar ou pedir comida.
Se você consegue antecipar os momentos e ocasiões em que seu filho tem mais probabilidade de chupar o dedo — assistindo TV, por exemplo –, você pode tentar distrai-lo com alguma coisa que mantenha suas mãos ocupadas, como uma bolinha de borracha ou fantoches para ele brincar. Se ele costuma chupar o dedo quando está cansado, tente não demorar para colocá-lo para dormir aos primeiros sinais de cansaço. E se ele leva o dedão à boca quando se frustra, ajude-o a achar palavras para expressar seus sentimentos. O segredo é perceber quando e onde o hábito acontece e tentar redirecionar a atenção do seu filho oferecendo outra alternativa.
Fonte:
‪OrtodontiaMiofuncional‬/Clínica Odontomania
Foto de Ortodontia Miofuncional e google

Pacientes oncológicos devem consultar Cirurgião-Dentista antes de iniciar tratamento

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Após o diagnóstico do câncer, o paciente oncológico precisa se preocupar com diversas questões que vão desde o tipo de tratamento, gastos que vai ter, quanto tempo vai demorar etc. Um ponto que muita gente esquece é a importância de consultar um Cirurgião-Dentista antes de iniciar os procedimentos.

Em entrevista ao Instituto Vencer o Câncer, o Cirurgião-Dentista Luis Marcelo Sêneda, responsável pelo departamento de Medicina Bucal do Hospital São José – Beneficência Portuguesa, explica que a recomendação de fazer uma avaliação odontológica serve para todo paciente oncológico, não somente aqueles com tumores de cabeça e pescoço.

Consulta pré-tratamento

A boca pode ser uma fonte rica em bactérias que são especialmente perigosas para quem vai entrar em tratamento contra o câncer. “Nós, primeiramente, procuramos um possível foco de infecção, que pode ser uma doença periodontal ou uma cárie muito profunda. Também verificamos dentes com mobilidades e que precisam ser removidos antes de iniciar o tratamento oncológico. Isso é de extrema importância, pois os pacientes que fazem uso de quimioterápicos ficam com o sistema imunológico mais debilitado. Então uma doença periodontal, por exemplo, que estava lá crônica e a pessoa nem sabia que tinha, pode se agudizar e virar um grande problema”, diz o Cirurgião-Dentista.

Efeitos da quimioterapia

“Algumas drogas têm a capacidade de afetar a mucosa da boca causando inflamações e feridas semelhantes a aftas, mas que são chamadas de mucosites. Muitas vezes o paciente está debilitado e ele não consegue comer por causa da mucosite, porque sente muita dor. A mucosa é uma proteção, uma barreira protetora, e quando temos a quebra dessa barreira, há maior risco de infecção por agentes oportunistas. Por isso, na fase de imunossupressão, elas têm maior probabilidade de acontecer”, adverte.

Uma das formas de prevenção da mucosite é a laserterapia de baixa intensidade. O laser é um bioestimulador que auxilia na redução do processo inflamatório, modula a dor e auxilia no processo de reparo do tecido lesado. É importante conversar com seu oncologista sobre essa possibilidade.

Boca seca durante o tratamento

Muitas vezes, o paciente em tratamento oncológico precisa tomar remédios para dor (opiáceos) e antidepressivos. Alguns ainda tomam outros medicamentos porque possuem doenças associadas, como pressão alta, diabetes e doença renal. Por conta disso, é extremamente comum surgir um quadro de boca seca (xerostomia).

“O meio bucal é concebido para estar úmido, não seco. Para aliviar esse sintoma, existem atualmente lubrificantes orais que servem tanto para repor quanto para melhorar a lubrificação da boca. Eles estão disponíveis na forma de gel, spray ou manipulado. A saliva não é só um lubrificante bucal, ela promove a auto-higiene dos dentes. O paciente com boca seca tem mais placas bacterianas, que acumula mais agentes ofensivos e produz mais toxinas, aumentando o risco da mucosite, uma das complicações bucais mais comuns durante o tratamento oncológico”, explica Sêneda.

Efeitos da Radioterapia

“Pacientes com câncer na região da cabeça e pescoço e que são submetidos a radioterapia precisam de cuidados maiores, porque ele vai produzir menos saliva. Além disso, como é justamente a região que inclui a boca a ser irradiada, há riscos de desenvolver um tipo de cárie com um efeito colateral tardio, denominada cárie de radiação. Atualmente você vê menos do que há alguns, por conta das radioterapias com intensidade modulada, mas ainda assim é preciso muita atenção. Esse tipo de cárie, que atinge a porção entre dentes e gengivas, se desenvolve muito rapidamente e há um enorme risco de o paciente acabar perdendo o dente”, finaliza o Cirurgião-Dentista.

Fonte: Odonto Notícias