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Parar de fumar de maneira abrupta pode ser mais eficiente

Quer largar o cigarro? Pare de uma vez sugere um estudo da Universidade de Oxford

Quer parar de fumar? Então pare. Não postergue a decisão ou tente diminuir a quantidade de cigarros. A melhor maneira de largar o vício é a suspenção abrupta, segundo um estudo recentemente publicado no periódico científico Annals of Internal Medicine.
Realizado pela pesquisadora Nicola Lindson-Hawley, da Universidade de Oxford, o estudo envolveu cerca de 700 voluntários adultos, que foram divididos em dois grupos de fumantes: o primeiro largaria de forma abrupta e o segundo tentaria parar de fumar gradativamente.
Duas semanas antes do início da pesquisa todos os participantes puderam escolher a data que abandonariam o cigarro. A grande maioria optou pela redução gradual do fumo. O restante dividiu-se entre os que pretendiam interromper abruptamente o vício e os que não tinham preferência de escolha.
Prescrição de remédio
Toda semana os voluntários eram acompanhados por uma enfermeira. Em ambos os grupos os cientistas utilizaram uma nicotina de substituição – escolhas pessoais, de acordo com Nicola, não foram consideradas na hora de criar a estratégia de “tratamento” de cada grupo.
Além da nicotina, os voluntários do grupo de cessação gradual também puderam utilizar chicletes de nicotina, spray bucal, inalador etc. O objetivo era reduzir em 75% o número de cigarros em até duas semanas de pesquisa/ tratamento.
Já no grupo de cessação abrupta, os participantes receberam adesivos de nicotina de 21 mg por dia – dosagem definida por evidências científicas positivas de cessação do tabagismo. Este grupo não teve acesso a produtos de ação curta e puderam fumar como de costume até a data definida para interromper o vício.
Um mês após o encerramento do estudo, cerca de 40% das pessoas do grupo de cessação gradual não voltaram a fumar. A abstinência no mesmo período no outro grupo foi de 49%. O resultado manteve-se seis meses depois: 22% das pessoas que optaram por interromper abruptamente o cigarro conseguiram parar e apenas 15% dos gradativos se mantiveram firmes e longe do tabaco. “A norma é aconselhar as pessoas a parar de uma vez, e nosso estudo encontrou apoio para tal”, afirma Nicola.
 Fonte: Hospital A.Einstein

Antidepressivos podem causar mau hálito

Esse tipo de remédio afeta o funcionamento das glândulas salivares tornando a boca um ambiente ideal para a aparição de cheiros ruins

Quem toma antidepressivo precisa se preocupar com outro problema além da doença em si; o mau hálito. Isso porque esse tipo de remédio causa diminuição do funcionamento das glândulas salivares. Assim, com o “detergente natural da boca” reduzido, aumenta o acúmulo de restos de alimentos, células mortas e bactérias na boca, tornando o ambiente favorável para a aparição de cheiros ruins.

O correto deveria ser o paciente procurar um especialista em halitose para avaliar seu fluxo salivar antes de iniciar o uso dos antidepressivos
Foto: Anton Zabielskyi / Shutterstock

Mas você deve estar se perguntado: como as pessoas que precisam tomar o remédio podem lidar com essa situação? Ana Kolbe, cirurgiã-dentista especializada no diagnóstico e tratamento da halitose, revela que antes de começar a tomá-lo algumas medidas devem ser tomadas.

“O correto deveria ser o paciente procurar um especialista em halitose para avaliar seu fluxo salivar antes de iniciar o uso dos antidepressivos (isso também vale para outras drogas e para radio e quimioterapia). Assim, o profissional poderá decidir se inicia o tratamento das glândulas paralelo ao início do uso do antidepressivo ou se apenas fica acompanhando o quadro a cada 30 dias”, diz a especialista.

Se optar pela segunda opção, o dentista deverá ficar atento o grau de redução da produção salivar do paciente e, se necessário, entrar com um estímulo para que as glândulas voltem a trabalhar em níveis normais de volume, viscosidade e densidade.

Troca
Segundo Ana, também existem outras formas de lidar com o problema. “O paciente pode conversar com a profissional que lhe receitou tal remédio e ver a possibilidade de troca, pois existem algumas drogas da nova geração que afetam bem menos as glândulas salivares do que outras”.

Para ajudar, a pessoa ainda pode adquirir alguns hábitos clássicos que sempre colaboram no combate ao mau hálito. “Ela pode ingerir no mínimo 3 litros de água por dia de maneira fracionada e ficar mais atenta à higiene oral, em especial a da língua”.

Remédios e a xerostomia
De uma forma geral, todos os remédios costumam causar xerostomia (redução do fluxo salivar) em maior ou menor grau. Por isso, é bom que as pessoas tomem cuidados ao sair por aí se medicando, pois podem estar resolvendo um problema e causando outro para quem um problema não agrave o outro.

“Até mesmo os mais comuns usados por autoprescrição como os analgésicos, antitérmicos e outros de tarjas vermelhas e pretas podem afetar as glândulas salivares. É preciso salientar ainda que o brasileiro costuma fazer uso de vários medicamentos ao mesmo tempo o que agrava o problema.

E o mau hálito, causa depressão?
Acabamos de ver que os remédios antidepressivos podem causar mau hálito, mas também é sabido que o mau hálito pode causar depressão. Por isso, é fundamental que ambos os profissionais (dentistas e psiquiatras) fiquem atento ao quadro emocional do paciente.

“A halitose mexe com a autoconfiança e com a autoestima dos portadores e, portanto, frequentemente causa esquiva social e depressão. Porém, o uso de antidepressivo para tratamento de uma depressão passageira e pontual com origem bem específica não se justifica, pois será um agravante para sua halitose o que irá ter como consequência aumento da depressão”.

Segundo ela, o ideal é que este paciente seja encaminhado imediatamente para um tratamento específico para halitose, assim serão curados os dois problemas: a depressão e o mau hálito. “Devemos sempre agir na origem do problema e não nas causas para evitar um efeito dominó”.

Fonte: Agência Beta

Obesidade .Incentive hábitos saudáveis.

O excesso de peso é um mal cada vez maior entre as crianças e adolescentes, podendo causar problemas como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia e outras. Para reverter esse quadro e diminuir os casos de obesidade infantil, o melhor a se fazer é incentivar hábitos saudáveis entre seus filhos, como uma boa alimentação e a prática regular de exercícios físicos. Se o jovem incorporar isso cedo, a chance também é maior dele continuar assim na vida adulta.

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Realmente ajuda as crianças a escovarem os dentes por 2 minutos

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O momento de escovar os dentes deve ser um momento de alegria e diversão. O uso de uma playlist com músicas que durem de 1 a 2 min pode ser uma boa estratégia para tornar esse momento mais agradável e para manter a criança concentrada na escovação pelo tempo necessário à limpeza de todos os dentes.

Fonte :American Academy of Pediatric Dentistry e Crescer  Sorrindo

O Hábito de chupar o dedo .

As crianças podem chupar o dedo como forma de se consolar ou de se acalmar. Elas treinaram muito este hábito quando ainda era um bebês nas barrigas de suas mães e têm a chance de aperfeiçoá-lo pós o nascimento.
Agora pode ser que chupem o dedo quando estão cansadas, ansiosas, entediadas, ou tentando se ajustar a um novo desafio na vida, como o início da escolinha, por exemplo. Ela também pode chupar o dedo na hora de deitar ou para pegar de novo no sono quando acorda no meio da noite.

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Tem o que fazer para a criança parar de chupar o dedo?
É importante lembrar que existem maneiras diferentes de chupar o dedo e que nem todas são igualmente nocivas. De acordo com os especialistas, o que deforma o arcada dentária e torna necessário o uso de aparelho mais adiante é a intensidade da sucção e o tipo de movimento que a criança faz com a língua. As crianças que descansam o dedão passivamente na boca têm menos chance de desenvolver problemas dentários do que as que sugam o dedo com força.
Tente observar a “técnica” do seu filho. Se ele chupa o dedo vigorosamente, é bom tentar ajudá-lo a largar o hábito o quanto antes. Se você notar qualquer diferença na boca ou nos dentes do seu filho, ou se você não tem certeza se chupar o dedo está gerando problemas, é melhor consultar um odontopediatra, algo que deve ser feito de qualquer jeito para a avaliação geral dos dentes.
Se o dedão da criança fica vermelho ou a pele fica rachada de tanto sugar, aplique um hidratante à noite, enquanto ele dorme (se você aplicar durante o dia, ele vai chupar e retirar o creme).
A maioria das crianças deixa de chupar o dedo sozinhas, entre 2 e 4 anos. Algumas continuam por mais tempo, mas normalmente a pressão dos coleguinhas na escola acaba sendo um bom incentivo para largar o hábito.
Não adianta muito reclamar ou punir, porque chupar o dedo é uma coisa que seu filho normalmente faz sem perceber. Pressioná-lo para parar costuma intensificar mais ainda a vontade, e outros métodos, como cobrir o dedo com esparadrapo, podem ser vistos como punição injusta, já que seu filho chupa o dedo para se acalmar e se sentir seguro.

chupar-dedo1As crianças costumam parar de chupar o dedo quando descobrem outras forma de se consolar e de se acalmar, dizem os especialistas. Por exemplo, um criança de 2 anos pode chupar o dedo quando sente fome, mas uma criança mais velha (de 3 ou 4 anos) vai simplesmente procurar ou pedir comida.
Se você consegue antecipar os momentos e ocasiões em que seu filho tem mais probabilidade de chupar o dedo — assistindo TV, por exemplo –, você pode tentar distrai-lo com alguma coisa que mantenha suas mãos ocupadas, como uma bolinha de borracha ou fantoches para ele brincar. Se ele costuma chupar o dedo quando está cansado, tente não demorar para colocá-lo para dormir aos primeiros sinais de cansaço. E se ele leva o dedão à boca quando se frustra, ajude-o a achar palavras para expressar seus sentimentos. O segredo é perceber quando e onde o hábito acontece e tentar redirecionar a atenção do seu filho oferecendo outra alternativa.
Fonte:
‪OrtodontiaMiofuncional‬/Clínica Odontomania
Foto de Ortodontia Miofuncional e google

Pacientes oncológicos devem consultar Cirurgião-Dentista antes de iniciar tratamento

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Após o diagnóstico do câncer, o paciente oncológico precisa se preocupar com diversas questões que vão desde o tipo de tratamento, gastos que vai ter, quanto tempo vai demorar etc. Um ponto que muita gente esquece é a importância de consultar um Cirurgião-Dentista antes de iniciar os procedimentos.

Em entrevista ao Instituto Vencer o Câncer, o Cirurgião-Dentista Luis Marcelo Sêneda, responsável pelo departamento de Medicina Bucal do Hospital São José – Beneficência Portuguesa, explica que a recomendação de fazer uma avaliação odontológica serve para todo paciente oncológico, não somente aqueles com tumores de cabeça e pescoço.

Consulta pré-tratamento

A boca pode ser uma fonte rica em bactérias que são especialmente perigosas para quem vai entrar em tratamento contra o câncer. “Nós, primeiramente, procuramos um possível foco de infecção, que pode ser uma doença periodontal ou uma cárie muito profunda. Também verificamos dentes com mobilidades e que precisam ser removidos antes de iniciar o tratamento oncológico. Isso é de extrema importância, pois os pacientes que fazem uso de quimioterápicos ficam com o sistema imunológico mais debilitado. Então uma doença periodontal, por exemplo, que estava lá crônica e a pessoa nem sabia que tinha, pode se agudizar e virar um grande problema”, diz o Cirurgião-Dentista.

Efeitos da quimioterapia

“Algumas drogas têm a capacidade de afetar a mucosa da boca causando inflamações e feridas semelhantes a aftas, mas que são chamadas de mucosites. Muitas vezes o paciente está debilitado e ele não consegue comer por causa da mucosite, porque sente muita dor. A mucosa é uma proteção, uma barreira protetora, e quando temos a quebra dessa barreira, há maior risco de infecção por agentes oportunistas. Por isso, na fase de imunossupressão, elas têm maior probabilidade de acontecer”, adverte.

Uma das formas de prevenção da mucosite é a laserterapia de baixa intensidade. O laser é um bioestimulador que auxilia na redução do processo inflamatório, modula a dor e auxilia no processo de reparo do tecido lesado. É importante conversar com seu oncologista sobre essa possibilidade.

Boca seca durante o tratamento

Muitas vezes, o paciente em tratamento oncológico precisa tomar remédios para dor (opiáceos) e antidepressivos. Alguns ainda tomam outros medicamentos porque possuem doenças associadas, como pressão alta, diabetes e doença renal. Por conta disso, é extremamente comum surgir um quadro de boca seca (xerostomia).

“O meio bucal é concebido para estar úmido, não seco. Para aliviar esse sintoma, existem atualmente lubrificantes orais que servem tanto para repor quanto para melhorar a lubrificação da boca. Eles estão disponíveis na forma de gel, spray ou manipulado. A saliva não é só um lubrificante bucal, ela promove a auto-higiene dos dentes. O paciente com boca seca tem mais placas bacterianas, que acumula mais agentes ofensivos e produz mais toxinas, aumentando o risco da mucosite, uma das complicações bucais mais comuns durante o tratamento oncológico”, explica Sêneda.

Efeitos da Radioterapia

“Pacientes com câncer na região da cabeça e pescoço e que são submetidos a radioterapia precisam de cuidados maiores, porque ele vai produzir menos saliva. Além disso, como é justamente a região que inclui a boca a ser irradiada, há riscos de desenvolver um tipo de cárie com um efeito colateral tardio, denominada cárie de radiação. Atualmente você vê menos do que há alguns, por conta das radioterapias com intensidade modulada, mas ainda assim é preciso muita atenção. Esse tipo de cárie, que atinge a porção entre dentes e gengivas, se desenvolve muito rapidamente e há um enorme risco de o paciente acabar perdendo o dente”, finaliza o Cirurgião-Dentista.

Fonte: Odonto Notícias

14 motivos para reduzir o açúcar

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Por que devemos diminuir o consumo de açúcar?

Enumerei os 14 principais motivos para que você comece hoje a reduzi-lo na alimentação:

  1. Excesso de açúcar é fator de risco para diabetes

Afirmativa verdadeira para quem tem predisposição genética e consome açúcar em excesso, pois pode ocasionar sobrecarga do pâncreas e interferir  na produção de insulina. Além de levar ao excesso de peso, que também é fator de risco para o diabetes.


  1. Aumento dos níveis de triglicérides

O excesso de açúcar se transforma na gordura chamada triglicerídeo, que eleva o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e esteatose hepática – acúmulo de gordura no fígado.

  1. Obesidade

Não é novidade pra ninguém que o consumo de açúcar contribui – e muito – para o aumento de peso, já que pode ser convertido em gordura, que se acumula no organismo. Além do que, enquanto há razoável quantidade de açúcar no sangue a quebra de gordura não acontece e mais é armazenada, levando à obesidade.

  1. Celulite

Excesso de açúcar aumenta as células de gordura e a inflamação destas, o que caracteriza o quadro de celulite

  1. Enxaqueca

Os doces estão entre os alimentos mais citados na literatura como desencadeantes da enxaqueca, por ocasionarem a liberação de hormônios chamados catecolaminas, cujos efeitos podem levar à dor de cabeça intensa.

  1. Prejudica saúde intestinal

O açúcar serve de alimento para bactérias maléficas no intestino, levando à destruição da microbiota saudável, que está relacionada ao controle de diversos processos, tais como: melhora da imunidade e inflamação, controle do colesterol sanguíneo e manutenção do peso.

  1. Excesso pode diminuir a potência sexual

O excesso de glicose aumenta a pressão dos vasos sanguíneos, inclusive dos que irrigam o pênis. Estudos recentes têm comprovado que homens com níveis de hemoglobina glicada (exame que analisa a glicose sanguínea) acima de 8,0 têm baixa potência sexual.


  1. Cáries

O açúcar alimenta as bactérias bucais causadoras de cáries.

  1. Menor apetência para frutas

Quem está habituado a consumir muito açúcar deseduca o paladar a  gostar só do que é excessivamente doce, dificultando a percepção e apreciação do sabor suave das frutas. Isso acontece muito com as crianças.

  1. Açúcar é forte indutor de inflamação

O excesso de açúcar ocasiona a liberação de substâncias inflamatórias. Atualmente se sabe que um grande número de doenças têm sua origem ou manutenção na inflamação, como obesidade, diabetes e até mesmo o câncer.

  1. Açúcar pode acelerar o processo de envelhecimento

Por mecanismos complexos, o excesso de açúcar eleva o estresse oxidativo no organismo, aumentando radicais livres que aceleram o envelhecimento.

  1. Consumir doces aumenta a compulsão alimentar

Por ocasionar pico de liberação de insulina com consequente hipoglicemia, acarreta sensação de fome em pouco tempo.

  1. Vício

Estudos experimentais sugerem que o consumo excessivo e contínuo de açúcar pode torná-lo uma substância viciante, ocasionando certa dependência. Sua ingestão leva à liberação de dopamina e ativação de receptores opioides – os mesmo que respondem a ação de drogas como morfina e heroína.

  1. Caloria vazia

Não há vantagem em se consumir açúcar refinado, ele não possui nutrientes essenciais como vitaminas, minerais, proteínas, fibras. Fornece apenas calorias, as quais podemos obter em diversas fontes saudáveis.

E agora, o que eu faço?!

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Se você já se tornou dependente do açúcar, diminua-o aos poucos. Foi demonstrado que uma redução de 30% no sabor doce não é perceptível ao paladar. Isso significa que se você coloca hoje 30g de açúcar no suco e passa a colocar 20g, ninguém da família percebe!

Faça dessa forma com todos os alimentos que adiciona açúcar: suco, café, bolo, etc. A curto prazo já terá benefícios.

Não gosto de falar em calorias, porém percebo que causa mais impacto quando mostramos em números. Vou dar um exemplo prático: Adicionando 10 g a menos de açúcar (1 colher de sopa rasa) ao seu café com leite, você estará reduzindo 40kcal. Se toma café com leite 2 vezes ao dia, reduzirá 80 kcal, o que em 1 semana representará uma redução de 560Kcal.

Em 7 dias terá deixado de passar pelo seu organismo quase 1 copo de açúcar refinado!

Isso com a redução de apenas 1 colher rasa de açúcar!

Fonte: Andréia Moura – Nutriblog
Referências:

AVENA, N.M.; RADA, P.; HOEBEL, B.G. Evidence for sugaraddiction: Behavioral and neurochemical effects of intermittent, excessive sugar intake. Neuroscience & Biobehavioral Reviews, v. 32, n.1, p. 20-39, 2008.

COLANTUONI, C. et al. Evidence That Intermittent, Excessive Sugar Intake Causes Endogenous Opioid Dependence. Obesity Research (2002) 10, 478–488; doi: 10.1038/oby.2002.66

 

Bem me faz… mal me faz…. Lanchinho anticâncer

Pessoal, olha só que ótima foto encontrei! Ela ilustra bem que alimentação saudável pode ser sim mais saborosa.
Apenas 1 copo de leite integral com açúcar e 1 muffin, possuem juntos mais calorias que o lanche completo ao lado, que tem até direito à sobremesa!
Além da maior quantidade e variedade de alimentos, o lanche da direita contém teores incomparavelmente maiores de vitaminas, minerais,fibras, compostos antioxidantes que previnem o envelhecimento precoce e outros compostos bioativos capazes de prevenir doenças.
O brócolis, por exemplo, contém uma substância chamadaglucosinolato, relacionada à prevenção de câncer de intestino,bexiga, próstata e pulmão. Este alimento também auxilia o processo de desintoxicação do organismo.
 
A maçã contém quercetina, substância antioxidante,anticarcinogênica e com efeitos protetores ao coração, fígado e rins.
Quanto ao lanche da esquerda, pobrezinho… Não só contém quase o dobro de calorias, como faz você sentir fome muito mais rápido.
Outra desvantagem é o teor de açúcar e gordura trans do muffin, ambas aumentam a inflamação no organismo dificultando o processo de emagrecimento.
Qual lanche o seu corpo merece?
Uma bela foto para chegar ficar mais consciente no fim de semana!
 FONTE :Andréia Moura – Nutriblog
REFERÊNCIAS
Shapiro, T. A.; Fahey, J. J. W.; Wade, K. L.; Stephenson, K. K.; Talalay, P.; Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention 2001, 10, 501.
Li F, Hullar MA, Schwarz Y, Lampe JW. Human gut bacterial communities are altered by adition of cruciferous vegetables to a controlled fruit- and vegetable-free diet. J Nutr. 2009;139(9):1685-91.
Behling, EB et al. Flavonóide quercetina: aspectos gerais e ações biológicas. Alim. Nutr., Araraquara, v. 15, n. 3, p. 285-292, 2004.

Sucos de soja são tão erosivos quanto versões industrializadas de laranja e limão

Sucos de soja têm potencial erosivo similar ao de sucos industrializados de laranja e limão. Por outro lado, o leite de soja consegue proteger o dente desse processo. Essas são as conclusões de um estudo realizado na Faculdade de Odontologia (FO) da USP pelas doutorandas Karina Lachowski e Tatiane Alexandre de Oliveira. Sob a orientação da professora Maria Ângela Pita Sobral, as pesquisadoras analisaram os efeitos do leite e sucos de soja nos dentes, comparando-os com as suas respectivas versões sem o grão.

De acordo com a professora, o desgaste dental pode acontecer de duas formas. Uma delas é o desgaste mecânico, que acontece através da escovação e do próprio uso dos dentes. A outra é a erosão, ou seja, a ação de ácidos nos dentes. Essas substâncias podem ser encontradas em diversos alimentos, como sucos de laranja e limão, refrigerantes, isotônicos e, inclusive, medicamentos.

Tatiane explica que o leite funciona de maneira oposta aos ácidos. Segundo ela, a erosão dental é causada pela por ácidos que podem vir tanto da dieta quanto do próprio organismo, como no caso de pessoas com problemas de refluxo ou bulimia. Eles ocasionam a perda de estrutura do dente, como os íons cálcio e fosfato. O leite, por sua vez, é rico em cálcio e algumas proteínas, que favorecem a proteção do dente contra os ácidos. As pesquisadoras consideraram essa situação e se propuseram a avaliar se o leite de soja poderia proteger da mesma maneira que o leite de vaca e, além disso, se a presença da soja em alguns sucos causaria  um potencial de erosão menor que o dos sucos industrializados.

Maior desgaste

Segundo Karina, uma das causas do aumento desse desgaste é o fatos de os dentes durarem mais. Isso é reflexo do maior acesso à informação por parte da população de uma mudança de abordagem no tratamento, que passou a ter um foco mais preventivo. A professora Maria Ângela completa: “Antes o grande problema da odontologia era a cárie, e hoje nós lidamos com a questão do desgaste do dente”.

A mudança alimentar na população que aconteceu ao longo dos tempos aumentou o consumo dos alimentos ácidos. Tatiane explica que as pessoas procuraram comer ítens mais saudáveis, como frutas, por exemplo. Além disso, cresceu também a ingestão das bebidas industrializadas. No entanto, em excesso, alguns deles podem causar a erosão. “Como hoje as pessoas têm menos perda dos dentes do que antigamente , eles sofrerão as ações dos ácidos por tempo maior”, diz.

Leite x suco

Maria Ângela explica que os testes indicaram que sucos de soja são tão erosivos quanto os normais. Segundo ela, o suco está um pouco dissolvido na soja, mas a capacidade de causar erosão ainda é alta. O leite de soja, por outro lado, protegeu o dente contra a erosão. No entanto, Tatiane faz uma ressalva: “Ele protegeu por causa de outras substâncias que encontramos no leite, não por causa da soja”.

Tatiane ainda afirma que o potencial erosivo dos sucos normais e de soja pode ser aumentado pela própria escovação dentária. Ela explica que o ácido amolece o dente, porém a própria saliva consegue recuperar a situação em algum tempo. Porém, com a ação mecânica da escova, os íons são arrancados e não conseguem mais aderir ao dente. “O que se perde não se recupera”, sintetiza.

Por isso, Maria Ângela destaca que a odontologia hoje difunde a ideia não se escovar os dentes logo após a ingestão de uma bebida ácida justamente para proteger os dentes contra o desgaste da erosão. No entanto, ela adverte: “se a pessoa tiver problemas com cáries, ela vai precisar escovar os dentes em seguida porque os sucos em geral têm uma quantidade muito grande de açúcar”.

Fonte: FOUSP

E você, está entre os 57% ?

Apenas 57% dos brasileiros usam fio dental, diz Datafolha

Desse total, apenas 30% usam mais de uma vez por dia, quando o ideal era utilizar o fio dental sempre após as refeições e antes de dormir

Segundo uma pesquisa realizada pelo Datafolha, por encomenda do Conselho Federal de Odontologia, apenas 57% dos brasileiros usam fio dental. Esse dado é bastante preocupando uma vez que esse item simples é o grande responsável por remover os restos de alimentos e resíduos que ficam presos entre os dentes, os quais a escova não consegue eliminar.saudebucalfiodental

A mesma pesquisa apontou que desses 57%, apenas 30% usam mais de uma vez por dia, dado preocupante, pois o ideal é utilizá-lo sempre após as refeições e antes de dormir

Foto: hightowernrw / Shutterstock

Para Alexandre Bussab, cirurgião-dentista, falta conscientização principalmente por parte do governo e dos profissionais. “Segundo o IBGE, 18% das pessoas no Brasil nunca foram ao dentista, ou seja, quase 1 a cada 5. Esses índices são muito altos e só mostram a falta de cuidado que nós, como um todo, temos com a saúde bucal. A utilização do fio dental é muito pequena por causa da nossa própria cultura, pois o brasileiro não tem o costume de ir ao dentista, mas isso já está mudando” , diz o especialista.

Segundo ele, o papel do dentista é muito importante nessa história, pois é sua função orientar e ensinar sobre a utilização do fio dental bem como os benefícios deste aos dentes, à gengiva e à limpeza da cavidade bucal.

Mais dados
A mesma pesquisa apontou que desses 57%, apenas 30% os usam mais de uma vez por dia. “Isso também está errado. É recomendado que a escovação seja feita de quatro a cinco vezes ao dia para remover a placa bacteriana que se forma nos dentes. E o fio dental deve acompanhar as escovações, sendo usado sempre após as refeições e antes de dormir”.

Problemas mais sérios
E engana-se quem pensa que negligenciar o fio dental não é um grande problema. Quando fazemos isso podemos desenvolver desde uma simples cárie nos dentes até mesmo uma inflamação na gengiva chamada gengivite ou ainda sua versão mais severa, a periodontite. “A periodontite compromete a saúde da gengiva e abala a base de sustentação dos dentes”.

Os desdobramentos da cárie
Dados do Ministério da Saúde mostram que aos 5 anos de idade mais de 53% das crianças já tiveram cárie.

“Os grandes vilões são os doces, porque o açúcar se associa à placa bacteriana enfraquecendo o esmalte do dente e deixando-o mais suscetível às cáries”, diz Alexandre.

Ou seja, o ideal é evitar o consumo exagerado de doces e nunca abrir mão de todas as etapas da higienização bucal. Escovar os dentes é importante, mas o fio dental também tem papel fundamental para a saúde bucal e a qualidade do seu sorriso.

Agência Beta