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o colesterol é sempre vilão?

Um índice alto de colesterol no corpo muitas vezes está ligado ao nosso estilo de vida

​A imagem é sempre de um vilão, mas o colesterol é um tipo de gordura importante para o funcionamento do organismo. Ele está presente em nosso sangue e em todos os tecidos, contribuindo para a produção de muitos hormônios, de vitamina D, de ácidos envolvidos na digestão e também tem papel na regeneração das células.

Produzido pelo nosso corpo diariamente, também obtemos colesterol ao ingerir alimentos como carne, leite integral e ovos. O problema está quando acumulamos em excesso no nosso corpo, o que pode gerar problemas graves de saúde como AVC, infartos e outros problemas cardiovasculares.

Para entender a sua importância e como ele está ligado a nossa rotina, conversamos com o dr. Gabriel Ferreira Rozin, especialista em Medicina do Estilo de Vida  do Einstein. Confira abaixo e tire suas dúvidas!

Existem tipos de colesterol?
Dentro do termo “colesterol”  estão compreendidas várias substâncias complexas, chamadas de lipoproteínas,  que são primariamente produzidas pelo fígado e circulam no nosso organismo. Existem vários tipos de lipoproteínas, mas as que têm maior relevância na prática clínica são a lipoproteína de baixa densidade (LDL) e a de alta densidade (HDL). Colesterol é um tipo de gordura presente nessas lipoproteínas, e que é vital para a saúde do organismo. Ele faz parte de todas as membranas celulares e é a base para a produção de muitos hormônios. No entanto o excesso de colesterol no organismo pode ser a causa de diversos problemas de saúde.

Quais problemas de saúde o colesterol pode causar? E quais comportamentos do dia a dia contribuem para esses problemas?
O excesso de colesterol, especificamente o excesso de LDL na sua forma oxidada, é a base do desenvolvimento da doença aterosclerótica, que é o acúmulo de placas gordurosas nas paredes das artérias. A obstrução das artérias leva a doenças como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, isquemia periférica (nos membros inferiores). Além disso, o excesso de gordura circulante está também relacionado à maior chance de desenvolver diabetes, por contribuir com a resistência à insulina.

Vale lembrar que o controle do colesterol é um dos componentes da prevenção da doença aterosclerótica. Outros fatores que também contribuem para a doença são hipertensão arterial, tabagismo, diabetes, sedentarismo e obesidade, que devem ser igualmente abordados para reduzir a chance futura de doença.

Como o exercício físico e o estilo de vida saudável podem ajudar no controle do colesterol?
A principal modificação de estilo de vida para reduzir o colesterol LDL é reduzir a quantidade de gordura saturada presente na alimentação. Isso significa reduzir o consumo de:

  • Carnes (bovina, suína, frango, peixes);
  • Laticínios (leite integral, queijos, iogurte, manteiga);
  • Gema de ovo;
  • Frituras;
  • Outras gorduras industrializadas presentes em salgadinhos, doces, biscoitos, bolos, sorvetes e chocolates.
Independentemente da dieta, intervenções de estilo de vida que levem a perda de peso também reduzem o colesterol, especialmente atividade física aeróbica. Entretanto é difícil competir com a alimentação. Estudos demonstram que mesmo em atletas de alto rendimento, se a alimentação for muito rica em gordura o colesterol continua alto a despeito do alto gasto calórico.

Quais adaptações posso fazer na rotina para cuidar do meu colesterol?
Preferir alimentos de origem vegetal em relação aos animais é um bom começo. Nossa tradição alimentar põe com frequência a carne como principal elemento da refeição, e isso geralmente significa gorduras demais.

Trocar o excesso de carnes por proteínas de origem vegetal (por exemplo, mais feijões, grão de bico ou lentilhas, brócolis ou couve flor) é uma boa forma de reduzir o conteúdo de gordura da refeição sem perder no conteúdo proteico ou nutricional. Substituir sobremesas industrializadas por frutas é fundamental! Atividade física regular, mesmo que de intensidade leve a moderada, como caminhadas diárias, também podem ter um impacto positivo sobre o colesterol.

Dr. Gabriel Ferreira Rozin, médico da área de Revisão Continuada de Saúde do Einstein. 

Lanche pode ser saudável?

Lancheira das crianças: como montar uma lanche saudável?

Dicas para montar um lanche gostoso e saudável para as crianças

As cantinas escolares nem sempre oferecem opções saudáveis como: frutas frescas, sucos naturais ou uma opção de salgados integrais. Embora existam atualmente fortes campanhas contra o comércio de refrigerantes, doces, embutidos e frituras para o combate da obesidade infantil nas escolas, ainda é preocupante o aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade na idade pré-escolar e escolar devido à associação com complicações metabólicas, cardiovasculares, pulmonares, ortopédicas, psicológicas e até alguns tipos de câncer na idade adulta, decorrentes da obesidade.

O incentivo
Em 2009, uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O número de crianças acima do peso mais que dobrou entre 1989 e 2009, passando de 15% para 34,8%.

Incentivar uma alimentação equilibrada deve ter início com os hábitos de casa, junto da família. É difícil incentivar uma criança a comer frutas no lanche da escola se, em casa, não há o exemplo dos pais.

Escolha da lancheira
O uso da lancheira é a melhor opção para garantir um lanche mais saudável e variado. Hoje em dia há diversos modelos de lancheiras divertidas. É interessante deixar com que a criança escolha a cor e modelo na hora da compra para gerar um estímulo e entusiasmo na hora de preparar o seu lanche saudável.

No momento da compra, a melhor opção seria um modelo térmico, porém ela só funciona com uma bolsa de gelo reutilizável. As lancheiras térmicas tem o objetivo do melhor acondicionamento dos alimentos e manutenção da temperatura dos produtos frescos, como frutas e produtos lácteos. Normalmente, os alimentos perecíveis em bolsa térmica e gelo reutilizável podem ser mantidos de 3 a 4 horas ou conforme a orientação do fabricante da lancheira.​

Escolhendo os alimentos
Para obter sucesso com o uso da lancheira é importante envolver a criança em seu preparo, perguntar suas preferências e mostrar os benefícios de tudo que está sendo levado para a escola. Dessa maneira, ao invés de querer o lanchinho do amigo, ele poderá até contar como tudo que ele está levando é bom, nutritivo e saudável.

Dentre as escolhas possíveis para a composição de um lanche equilibrado é sempre interessante pensar em uma opção láctea como queijo branco, vitamina de frutas ou iogurtes. Estes alimentos deverão ser levados sempre com a utilização de uma lancheira térmica e gelo reutilizável para manter a temperatura adequada.

As frutas devem estar sempre presentes, de preferência da forma in natura e não processadas. Pode ser cortada ou inteira. Utilizar potes é uma alternativa para as frutas não amassarem. As melhores frutas são as porções individuais e inteiras como: pera, maçã ou banana.

A troca de pães brancos e biscoitos com açúcar por alimentos integrais e ricos em fibra garantem mais sabor e maior saciedade.

Os vegetais podem ser utilizados não só como recheio de sanduíches como também porcionados como snacks. Lembre-se: se esse tipo de lanche já for o hábito da família, a chance da criança manter esse consumo é muito maior.

As oleaginosas (castanhas, amêndoas, nozes) podem ser utilizadas para compor a lancheira também, porém é melhor dar preferência para aquelas que não são adicionadas de sal.

Ocasionalmente pode-se colocar: purê de fruta sem açúcar, barrinha de cereais (de preferência sem óleo de palma e açúcar entre os ingredientes), suco industrializado integral, sem adição de açúcar, cookies integrais.

É possível deixar a lancheira previamente organizada no dia anterior, porém a maioria dos produtos deve ficar em refrigeração com exceção de algumas frutas como banana, castanhas, cookies integrais, barrinhas de cereais.

Sucos naturais devem ser feitos momentos antes. Já os sanduíches naturais podem ser feitos na noite anterior com exceção daqueles que são adicionados de ingredientes como folhas (ex: alface, rúcula).

Sugestão para levar na lancheira:

  • ​Iogurte sem adição de açúcares (180ml), 4 unidades de cookie integral, fruta crua;
  • Tomate cereja orgânico, suco natural sem açúcar (200ml), pão integral com ricota temperado com ervas;
  • Água de coco natural, cenoura baby crua, 4 unidades de mini pão de queijo integral.

Referências:
http://www.obesidadeinfantilnao.com.br/nutricao_saude/
http://meupratinhosaudavel.com.br/
Obesidade na infância e adolescência – Manual de Orientação / Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento Científi co de Nutrologia. 2ª. Ed. – São Paulo: SBP. 2012.

Fonte: Thais Eliana Carvalho de Lima, nutricionista do Einstein 

“Cárie pega?”

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Cárie pega????

Vez por outra assistimos na TV ou lemos em matérias jornalísticas que a cárie pega e que se pode evitar transmitir cárie para crianças evitando beijá-las, evitando provar ou soprar a comidinha, etc. Entretanto, não existe evidência científica de que essas medidas contribuam efetivamente para reduzir o risco de cárie em crianças. Todas as pessoas têm na boca microrganismos que podem produzir ácidos que vão promover a desmineralização dos tecidos duros dos dentes. Entretanto, para que isso aconteça, é necessário consumir açúcares. Assim, devemos pensar na cárie como uma doença associada ao estilo de vida e não como doença transmissível e para preveni-la devemos evitar que hábitos de dieta prejudiciais à saúde dos dentes sejam transmitidos.

Quer evitar que seu filho tenha sobrepeso ou se torne obeso?

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A obesidade em crianças tem crescido assustadoramente e as pesquisas para entender as razões desse crescimento têm incluído o estudo da microbiota intestinal. Este estudo mostra que mães obesas ou com sobrepeso têm maior chance de terem filhos que sejam obesos ou tenham sobrepeso com 1 e 3 anos de idade. Além disso, a chance é maior se a criança tiver nascido de parto cesariana. Futuras mamães, muita atenção então ao peso antes mesmo de pensar em engravidar! Seus filhos serão eternamente gratos.

Fonte: Crescer Sorrindo-UERJ

Mamão papaia tem ação anticancerígena

Pesquisa da USP revela que mamão papaia tem ação anticancerígena

Substâncias presentes no mamão colocadas em contato com células de tumores do intestino diminuíram sua proliferação

Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), no Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), revelou que o mamão papaia, dependendo do ponto de amadurecimento, inibe a proliferação de células de câncer no intestino. A descoberta, de João Paulo Fabi e Samira Prado, foi publicada no Scientific Reports, publicação do grupo Nature.

A pesquisa, que analisou tumores humanos, foi realizada in vitro. Os resultados relacionaram a modificação das estruturas das fibras alimentares – dentre elas a pectina – com os efeitos da pectina em células cancerígenas.

Foi observado que as pectinas diminuíram a interação entre as células de câncer e as proteínas da matriz extracelular. Os estudos devem avançar agora para a etapa in vivo, quando se verificará se os resultados encontrados se repetem em organismos vivos.

O Núcleo de Divulgação Científica da USP produziu um vídeo detalhado sobre a pesquisa, clique aqui para visualizar.

Fonte: Jornal da USP  

Alimentos industrializados na infância

Porque evitar os alimentos industrializados na infância

Apesar da elevada disponibilidade de alimentos industrializados para a criança, seu uso diário e indiscriminado não é recomendado, pois interfere na formação do hábito alimentar saudável.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças até dois anos de idade não devem consumir alimentos industrializados. Nesta fase, o indicado é consumir alimentos naturais, que oferecem uma maior quantidade de nutrientes sem aditivos químicos, como, conservantes, aromatizantes, corantes e espessantes, pois essas substâncias podem dar inícios às alergias, e em longo prazo, efeito tóxico no fígado, por exemplo.

Além dos aspectos nutricionais, em muitas situações, os alimentos industrializados podem apresentar custo mais elevado que o natural, o que pode comprometer o orçamento da família.

Outro cuidado importante em relação aos alimentos processados está relacionado à quantidade excessiva de açúcar, gordura e sódio. Essas substâncias em excesso podem aumentar o risco de doenças crônicas no futuro, como obesidade, colesterol elevado no sangue e diabetes.

Você pode achar que estamos exagerando, mas não. Vários estudos já encontraram acúmulo de gordura na artéria de crianças, e isso configura risco para doença cardiovascular.

Com isso, vamos prestar atenção na alimentação das crianças. E quando falamos de alimentos industrializados, o leque é grande, portanto achamos importante dar alguns exemplos:

  • Chocolate
  • Balas, pirulitos e todas as guloseimas que levam açúcar
  • Bebidas com achocolatados
  • Café
  • Salgadinhos, biscoitos e bolachas
  • Embutidos
  • Refrigerantes
  • Bebidas lácteas
  • Leite fermentado
  • Bebidas à base de soja
  • Petit Suisse
  • Sucos industrializados
  • Macarrão instantâneo

Importante: Essas informações também valem para os tios, avós e amigos. Nunca ofereça nada às crianças sem o consentimento dos pais. Fica a dica!

 Fonte: Meu pratinho saudável

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Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

O açúcar está presente em vários alimentos, sendo utilizado principalmente para deixá-los mais saborosos. Pequenas quantidades de alimentos como achocolatado e ketchup fazem com que a dieta fique rica em açúcar, favorecendo o aumento do peso e a propensão para desenvolver diabetes.

A lista abaixo traz a quantidade de açúcar presente em alguns alimentos, sendo representado por pacotinhos de 5 g de açúcar.

1. Refrigerante

Os refrigerantes são bebidas ricas em açúcar, e o ideal é trocá-los por sucos naturais de fruta, que contêm apenas o açúcar já presente nas frutas e além disso, os sucos naturais são ricos em vitaminas importantes para o bom funcionamento do organismo. Veja dicas para fazer compras saudáveis no supermercado e manter a dieta.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

2. Chocolate

Os chocolates são ricos em açúcar, principalmente o chocolate branco. A melhor opção é escolher o chocolate amargo, com pelo menos 60% de cacau, ou o ‘chocolate’ de alfarroba, que não é preparado com cacau, mas com alfarroba.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

3. Leite condensado

O leite condensado é feito apenas com leite e açúcar, devendo ser evitado na alimentação. Quando necessário, em receitas, deve-se preferir o leite condensado light, lembrando que mesmo a versão light também é muito doce.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

4. Creme de avelã

O creme de avelã tem como principal ingrediente o açúcar, sendo preferível utilizar patês caseiros ou geleia de frutas para consumir com torradas ou passar no pão.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

5. Iogurte

Para produzir iogurtes mais saborosos, a indústria adiciona açúcar na receita desse alimento, sendo ideal consumir iogurtes light, que são feitos apenas a partir do leite simples ou o açúcar natural.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

6. Ketchup

O ketchup e molhos barbecue são ricos em açúcar, devendo ser substituídos por molho de tomate, que é rico em antioxidantes que ajudam na prevenção de doenças como câncer.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

7. Biscoito recheado

Além de muito açúcar, os biscoitos recheados também são ricos em gordura saturada, que aumenta o colesterol ruim. Assim, o ideal é consumir biscoitos simples sem recheio, de preferência integrais, ricos em fibras.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

8. Cereais do café da manhã

Os cereais utilizados no café da manhã são muito doces, principalmente os de chocolate ou com recheio por dentro. Por isso, deve-se preferir cereais de milho ou as versões light, que contêm menos açúcar adicionado.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

9. Achocolatado

Cada colher de achocolatado normal contém 10 g de açúcar, devendo preferir as versões light, que além de serem ricas em vitaminas e minerais, também são saborosas.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

10. Gelatina

O principal ingrediente da gelatina é o açúcar, e por ela ser de fácil digestão, aumenta rapidamente a glicemia, favorecendo o aparecimento de diabetes. Por isso, o ideal é consumir a gelatina diet ou zero, que são ricas em proteínas, nutriente ideal para fortalecer o corpo.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

Fonte: Tua Saúde:dieta e nutrição

Durante a primeira infância, nos primeiros meses a responsabilidade da dieta e da higienização é exclusivamente dos pais!

🥕🥦🍎A dieta: .
🍋Nos primeiros anos de vida não é recomendado o consumo de doces, como balas, chocolates, biscoitos recheados entre outros. Eles apresentam grande quantidade de açúcar, gordura e corantes artificiais e conservantes. 🍉As crianças já nascem com preferência ao sabor doce devido ao aleitamento materno, oferecer alimentos adicionados de açúcar faz com que a criança se desinteresse por verduras e legumes.
.
🍌Seguem abaixo alguns efeitos do açúcar na infância e vida adulta (curto e longo prazo):
👉 Hiperatividade 👉Déficit de atenção 👉Excesso de peso e à obesidade ainda na infância 👉Alteração no paladar
👉Cáries
👉Doenças crônicas não transmissíveis (diabetes, hipertensão) .

🚰A higienização: .
👶A inabilidade motora de crianças até 36 meses as tornam dependentes dos pais para e remoção da placa bacteriana. Até os 6 anos a criança deve se supervisionada durante a escovação.

👾A cárie:
.
🍫A sacarose é o principal açúcar extrínseco da dieta humana, metabolizado pelos microorganismos que produzem ácidos que provocam a queda do pH do meio bucal, levando o desenvolvimento da cárie dentária. .
🍭Consequências da cárie dentária da infância:
👉Perda extensa de estrutura dentária 👉Manifestações de dor, infecções, abcessos consequentemente má nutrição e baixa autoestima.
👉Pode levar a deficiência de crescimento, maloclusões e perpetuação da cárie em dentes permanentes. 👉Complicações com relação ao medo e aversão ao tratamento. .
⚠Por isso pense bem ao oferecer chocolates a crianças! Fique atento!⚠
.
Fonte: Odontopediatria na Primeira Infância – Maria Salet Nahas P. Correa e odontoporescolha

 

Amamentação em público é um direito: projeto prevê multa a quem proibir prática

Projeto em tramitação no Senado prevê multa de R$ 440 mil a estabelecimentos que proibirem mães de amamentar; cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre já penalizam esse tipo de ação “Precisamos perceber que os espaços públicos é que precisam se adaptar a nós, mães e às crianças, não nós a eles”, explica a Procuradora Especial da Mulher da Assembleia .

10 benefícios da amamentação para mãe e filho

Os primeiros sete dias do mês de agosto marcam uma data muito especial: a Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM). Criada em 1948 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para incentivar a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida do bebê, a Semana possui uma abordagem diferente a cada ano. Em 2017, o lema é “Trabalhar juntos para o bem comum”. Há incontáveis  estudos científicos que reafirmam o quão importante e benéfico é dar o peito para o bebê e, por isso mesmo, mulheres do mundo todo lutam pelo direito de amamentar em público. No Brasil, coibir a amamentação é uma prática considerada criminosa ou ilegal.

amamentação

Para incentivar que as mães amamentem seus pequenos sem qualquer tipo de constrangimento, listamos 10 benefícios da prática — tanto para elas, quanto para seus filhos.

  1. Reduz o sangramento pós-parto e evita a anemia

Dar de mamar para o bebê acelera o processo de recuperação do parto devido a ação de um hormônio chamado ocitocina, responsável pelas contrações do útero e que faz com que o órgão volte mais rapidamente ao seu tamanho “normal”. O processo acaba por reduzir os riscos de hemorragia pós-parto e, logo, diminui os riscos da anemia materna. A ocitocina também é conhecida como o hormônio do amor. Os primeiros instantes do bebê fora do útero são tão mágicos que ele busca o peito da mãe naturalmente, acredita?

  1. Protege contra o câncer de mama

A longo prazo, a amamentação reduz os riscos da mulher desenvolver o câncer de mama. Isso acontece porque a prolactina, que também é um hormônio que estimula a produção de leite, é capaz de desenvolver o tecido adiposo das mamas e amadurecer as células produtoras de colostro. O aleitamento materno também pode prevenir outros tipos de câncer como o de endométrio e o de ovário.

  1. Diminui a ansiedade do bebê e da mãe

Da mesma forma que estudos comprovaram que sintomas de depressão materna afetam negativamente o tipo e a duração da amamentação, o inverso também acontece: mães que dão de mamar para seus filhos possuem menos chances de desenvolver o problema. O bebêzinho tende a chorar menos quando consegue mamar logo no início da vida, pois passa a desenvolver uma relação de confiança com a mãe. As mulheres também ficam menos ansiosas.

  1. Aumenta a autoestima da mãe

Durante a gravidez, a maioria das mulheres  está extremamente insegura e com medo do que está por vir. Isso, naturalmente, afeta a autoestima e a confiança sobre a capacidade de amamentar. Mas a lógica tem de ser inversa: o fato de saber que produz um leite perfeito para suprir todas as necessidades do rebento deve ser motivo para ter a autoestima aumentada significativamente. É só imaginar que sairá do próprio corpo dela o melhor alimento que o filho receberá durante todas as décadas de vida dele.

  1. Intensifica o vínculo entre mãe e filho

A hora de dar de mamar é um momento muito especial e rico em desenvolvimento. Assim como todos os outros sentidos dos bebês, durante os primeiros meses de vida, a visão ainda está se acostumando a enxergar o mundo aqui fora. Por isso, os pequenos tendem a ver com mais nitidez numa distância entre 20 a 30 centímetros. Curiosamente, este é o espaço entre o bebê e a mãe durante o aleitamento. O calor e o cheiro da mãe também deixam o bebê seguro, enquanto que os batimentos cardíacos despertam a sua curiosidade. Mas vai um recado para as mulheres que não conseguem  — por uma série de motivos — amamentar os filhos: vocês não são menos mães por isso. Estudos também constataram que se a mãe trata o bebê com carinho e cuidado durante a alimentação, o vínculo também se estreitará.

  1. Ajuda a proteger o bebê contra a síndrome da morte súbita

Um estudo da Universidade de Medicina da Virginia, nos Estados Unidos, mostrou que bebês alimentados com leite materno durante o primeiro ano de vida tinham até 60% menos chances de sofrer morte súbita do que aquelas crianças que não foram amamentadas. De acordo com os pesquisadores, isso é resultado da quantidade de anticorpos – conhecidos como imunoglobulinas – contidos no leite materno, que protegem o bebê de infecções durante o período em que ele está mais suscetível a ser vítima dessa síndrome.

  1. Diminui os riscos de diarreia e fortalece o sistema imunológico

O colostro é uma das formas mais importantes para o fortalecimento do sistema imunológico do bebê: é através dele que a mãe consegue transmitir seus anticorpos para o filho. Portanto, o leite materno é uma das maneiras mais efetivas de proteção contra a diarreia e infecções de ouvido (otite), além de outras infecções do trato digestivo, do sistema respiratório, como pneumonia, e do trato urinário. Os pequenos que recebem o leite do peito também apresentam risco menor de desenvolver asma e outras alergias alimentares e de pele.

  1. Diminui as chances de desnutrição e obesidade

Quanto maior for o período em que o bebê for amamentado, menores serão as chances de ele desenvolver problemas relativos à alimentação, como a desnutrição e obesidade.  Na revisão da OMS sobre evidências do efeito do aleitamento materno em longo prazo, os indivíduos amamentados tiveram uma chance 22% menor de vir a apresentar sobrepeso/obesidade. Entre os possíveis mecanismos implicados a essa proteção, encontram-se um melhor desenvolvimento da auto-regulação de ingestão de alimentos das crianças amamentadas e a composição única do leite materno.

  1. Evita o aparecimento de problemas ortodônticos e faciais

A sucção e outros movimentos que o bebezinho faz para conseguir retirar o leite do seio é fundamental para o desenvolvimento de sua boquinha. É por meio deste movimento que o palato duro se fortalece para que os dentinhos cresçam bem alinhados. O desmame precoce pode levar à ruptura do desenvolvimento motor-oral adequado, podendo prejudicar as funções de mastigação, deglutição, respiração e articulação dos sons da fala, ocasionar má-oclusão dentária, respiração bucal e alteração motora-oral.

  1. Estimula o desenvolvimento cognitivo e intelectual

Há evidências de que o aleitamento materno contribui para o desenvolvimento cognitivo. A maioria dos estudos conclui que as crianças amamentadas apresentam vantagem nesse aspecto quando comparadas com as não amamentadas. Apesar de os mecanismos envolvidos na possível associação entre a amamentação e o melhor desenvolvimento cognitivo ainda não serem totalmente conhecidos, os pesquisadores defendem a presença de substâncias no leite materno que otimizam o desenvolvimento cerebral. A gordura presente no leite materno, por exemplo, é constituída por ácidos graxos poli-insaturados, responsáveis por formar os neurônios da criança e favorecer as sinapses nervosas.

Bibliografia: Sociedade Brasileira de Pediatria. (“Filhos – Da gravidez aos 2 anos de idade.”), Ministério da saúde (“Saúde da criança: Nutrição Infantil Aleitamento Materno e Alimentação Complementar”), FEBRASGO (“Manual de Aleitamento Materno”), Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedades Estaduais de Pediatria (“Amamentação – Saúde e Paz – Por um mundo melhor”), Revista Saúde Pública (“Determinantes do abandono do aleitamento materno exclusivo: fatores psicossociais”), Jornal de Pediatria (“Aconselhamento em amamentação e sua prática”), Departamento de Obstetrícia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (“Contracepção no Puérperio”)

Nutrieconomia: os benefícios do investimento na primeira infância

Imagine dois países: no país 1, os investimentos na infância são altos e as crianças crescem saudáveis em todos os sentidos. Já no país 2, uma grande parcela das crianças não se alimenta adequadamente, vive em um ambiente estressante, cheio de problemas e não recebe todos os cuidados necessários. Qual dos dois tem mais chances de prosperar no futuro? Para responder essa pergunta,Para responder essa pergunta, estudiosos criaram uma ciência chamada Nutrieconomia, que visa entender o impacto econômico que a nutrição, principalmente nos primeiros anos de vida, tem a longo prazo.

Nesse sentido, o professor James J. Heckman, da Universidade de Chicago, elaborou uma equação, conhecida como Equação de Heckman, que prova que o investimento na primeira infância traz impactos positivos para o país e gera menos custos do que tentar reverter ou minimizar os problemas mais tarde.

De acordo com o professor, a cada US$1 investido nos primeiros mil dias da criança, US$7 retornam na vida adulta. Em países onde há preocupação com essa fase, há menores taxas de evasão escolar e índices menores de violência. Ademais, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a nutrição adequada na primeira infância melhora o desempenho escolar, o que resulta em ganhos posteriores ao PIB de um país.

Qual o papel do ferro no desenvolvimento do bebê durante a gestação?

Qual o papel do ferro no desenvolvimento do bebê durante a gestação?

Entenda por que é tão importante que esse nutriente esteja presente na dieta da grávida O ferro é um dos nutrientes mais recomendados para as crianças nos primeiros anos de vida. Mas, ao contrário do que muita gente pode acreditar, não é apenas após o nascimento que ele ganha papel de destaque no crescimento do bebê. Ainda durante a gestação, esse nutriente atua fortemente no

no desenvolvimento adequado do feto.

De acordo com artigo publicado pelo Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition, o ferro é essencial nos primeiros 1000 dias de vida, quando a velocidade de crescimento e desenvolvimento da criança é alta. Esse período abrange também as gigantescas transformações pelas quais o feto passa ao longo da gravidez.

O ferro é um dos nutrientes que ajudam a estimular o desenvolvimento cerebral do bebê, que é bastante intenso principalmente no início da gestação. Ele também influencia o desenvolvimento muscular que acontece enquanto a criança está na barriga da mãe.

O estudo ainda aponta mais um importante benefício desse nutriente: o ferro também auxilia na prevenção de casos de anemia durante a gravidez e até mesmo nos primeiros meses da criança após o nascimento. Isso acontece porque o recém-nascido possui uma reserva desse nutriente, adquirida ainda na gestação. O que os especialistas indicam é que essa reserva é essencial para  prevenir de uma possível anemia durante a infância da criança.

Procure a orientação de um médico e/ou nutricionista para garantir uma alimentação adequada para mãe e bebê.


Bibliografia: Domellöf M et al. Iron Requirements of Infants and Toddlers. JPGN. 2014;58: 119-129.

Amamentação: você sabia que o leite materno tem diferentes fases?

Amamentação: você sabia que o leite materno tem diferentes fases?

Saiba mais sobre as fases do leite materno e entenda porque ele é tão importante para o desenvolvimento do bebê A amamentação tem diversos benefícios, entre eles a reduzir o risco de doenças, além de estimular o desenvolvimento físico e cognitivo do bebê e orquestrar a colonização adequada do intestino. Mas você sabia que existem fases do leite materno? Que ele passa  por algumas mudanças nos primeiros dias após o início da amamentação?O leite materno é um complexo fluído que fornece a quantidade de água e nutrientes necessários para o bebê. Contém proteínas, lipídeos e carboidratos que são absorvidos pelo organismo da criança. Mas, ao contrário do que muita gente pode acreditar, o leite da mãe não é igual o tempo todo. Na verdade, ele sofre alterações durante todo o período de amamentação para se adaptar às necessidades da criança. Existem três fases do leito materno: o colostro, o leite de transição e o leite maduro.

Fases do Leite Materno

Colostro
Esse é o primeiro leite produzido pela mãe, entre o 1° e o 5° dia após o parto. É um líquido mais transparente ou amarelo, que é rico em proteínas. Também possui alta concentração de imunoglobulinas, o que faz com que tenha um papel de destaque para a imunidade do recém-nascido.
Saiba mais sobre o que é o colostro?

Leite de transição
A quantidade de leite aumenta entre o 6° e o 15° dia após o nascimento do bebê. E sua composição também é alterada: ele se torna mais rico em gorduras e nutrientes que contribuem para o desenvolvimento e o crescimento da criança.

Leite maduro
É o leite que alimentará o bebê do 15° dia em diante. Ele contém todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento físico e cognitivo da criança.

É importante lembrar que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento exclusivo nos 6 primeiros meses de vida, podendo ser prolongado até os 2 anos ou mais.


Bibliografia: Nicholas J. Andreas, Beate Kampmann, Kirsty Mehring Le-Doare. Human Breast Milk: A review on its composition and bioactivity. Early Human Develpment. 2015;91: 629-635.

NutriçãoA nutrição adequada na infância na luta contra a obesidade no Brasil

A nutrição adequada na infância na luta contra a obesidade no Brasil

Revisão sobre o consumo alimentar de crianças no país mostra que uma boa nutrição é essencial para prevenir quadros de sobrepeso e obesidade Você sabia que a ingestão adequada de nutrientes não é o único fator em que devemos prestar atenção na dieta da criança? Essa é uma das recomendações de uma revisão realizada na Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, em2015.

Os pesquisadores avaliaram o consumo alimentar de crianças brasileiras entre 6 meses e 5 anos e descobriram que o consumo excessivo de energia, combinado com o gasto energético insuficiente, é uma das causas de quadros de sobrepeso e obesidade no país. Ou seja, além da quantidade é importante atentar a qualidade da dieta dos pequeninos.

Segundo a revisão, cerca de 40% das crianças analisadas estavam com excesso de peso devido à alta ingestão energética na alimentação. Além do sobrepeso, muitas delas apresentavam também deficiências em micronutrientes, pois possuíam uma dieta de baixa qualidade.

É importante lembrar que a nutrição adequada, recomendada pelo nutricionista, é fundamental para atender as necessidades nutricionais da criança. A influência da alimentação é ainda maior nos primeiros 1000 dias, pois os hábitos adquiridos nesse período estimulam o desenvolvimento saudável e podem ser levados para toda a vida. O profissional poderá recomendar uma dieta saudável e balanceada, sem faltas ou excessos para o pequeno. Assim, ele poderá desenvolver toda a sua capacidade intelectual e produtiva.

Bibliografia: Carvalho CA. Consumo alimentar e adequação nutricional em crianças brasileiras: revisão sistemática. Rev. Paul. Pediatr. 2015; 33(2):211-221.

NutriçãoQual a importância do ácido fólico durante a gestação?

Qual a importância do ácido fólico durante a gestação?

Entenda o papel desse nutriente para o desenvolvimento saudável do bebê ainda na barriga Quando se fala em gravidez, alguns nutrientes são prontamente recomendados para uma gestação saudável. Entre eles, o ácido fólico tem papel de destaque para a saúde do bebê. Mas o que leva esse nutriente a ser tão importante para esse período? Segundo uma revisão realizada na Universidade

 Viena, na Áustria, a recomendação está ligada a importância dessa vitamina no desenvolvimento da criança, principalmente nos primeiros meses de gestação.

O ácido fólico ajuda a evitar problemas de má-formação fetal. Ele atua na prevenção de defeitos no tubo neural (DTN), uma estrutura embrionária que dá origem ao cérebro e à medula espinhal do bebê ainda nas primeiras semanas de gravidez.

A importância desse nutriente é tão grande que ele chega a ser recomendado antes mesmo da concepção. Os médicos indicam a suplementação do ácido fólico ainda no período de planejamento. Procure a orientação de um profissional de saúde para receber as recomendações adequadas de consumo desse nutriente.

Bibliografia: Elmadfa I, Meyer AL. Vitamins for the first 1000 days: preparing for life. Austria. Int. J. Vitam. Nutr. Res. 2012; 82(5): 342-47.

NutriçãoComo é o consumo alimentar de crianças nos primeiros anos de vida no Brasil?

Como é o consumo alimentar de crianças nos primeiros anos de vida no Brasil?

Revisão realizada sobre a nutrição infantil brasileira mostra que é preciso manter a atenção ao consumo de vitaminas e minerais na primeira infância Você sabia que a alimentação é um dos fatores que influenciam o crescimento saudável de seu filho? A nutrição adequada e balanceada é essencial principalmente nos 2 primeiros anos de vida, quando o bebê passa por um rápido e intenso desenvolvimento. Mas como está o consumo alimentar das crianças brasileiras?Uma revisão realizada na Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, analisou 16 estudos publicados entre 2003 e 2013 sobre o consumo alimentar de crianças brasileiras entre 6 meses e 5 anos. O que os pesquisadores apontam é que a ingestão de micronutrientes é inadequada na dieta infantil, se apresentando como um problema de saúde pública no país.

Abaixo, veja alguns dos micronutrientes mais citados e entenda os papéis que exercem no desenvolvimento e no crescimento de seu filho:

Ferro
Tem ação no crescimento físico adequado da criança. Além disso, esse micronutriente atua no desenvolvimento das habilidades cognitivas e no rendimento intelectual.

Zinco
O zinco desempenha uma importante função tanto no crescimento quanto no sistema imunológico

Vitamina A
Essa vitamina também desempenha uma função fundamental para a imunidade da criança. Ela auxilia na produção de células que atuam na defesa do corpo contra infecções. A vitamina A ainda age no desenvolvimento da visão de seu filho.

Segundo o artigo, a ingestão adequada desses micronutrientes é essencial para a saúde de seu filho, principalmente nessa fase em que ele está desenvolvendo seu sistema imunológico e suas habilidades físicas e cognitivas.

É importante lembrar também que a nutrição de seu filho começa ainda na barriga. Após o nascimento, a criança recebe os nutrientes necessários para seu desenvolvimento através do leite materno e, futuramente, dos alimentos oferecidos pelos pais. Por isso, é necessário procurar a orientação de um médico e/ou nutricionista para garantir uma dieta adequada e rica em micronutrientes para mãe e bebê.

Bibliografia: Carvalho CA. Consumo alimentar e adequação nutricional em crianças brasileiras: revisão sistemática. Rev. Paul. Pediatr. 2015; 33(2):211-221.

NutriçãoQuais vitaminas são importantes para os primeiros 1000 dias de seu filho?

Quais vitaminas são importantes para os primeiros 1000 dias de seu filho?

Descubra qual o papel das vitaminas no desenvolvimento da criança desde a gestação até os primeiros anos de vida Uma nutrição adequada é um dos fatores importantes para o desenvolvimento e o crescimento da criança nos primeiros 1000 dias de vida. Mas você sabe o que são vitaminas e por que elas são essenciais em uma alimentação saudável e balanceada? Vitaminas são micronutrientes encontrados em diversos alimentos que possuem papel de destaque em diversas funções do corpo humano, como a manutenção do sistema imunológico e da visão. Nos primeiros anos de vida, elas também são necessárias para o desenvolvimento físico e cerebral da criança.

Descubra duas vitaminas importantes nos primeiros 1000 dias, com base em uma revisão realizada na Universidade de Viena, na Áustria:

 

Vitamina A

Está relacionada ao desenvolvimento da visão e ao adequado crescimento e desenvolvimento físico. Ela também possui papel nas funções imunológicas, ajudando a reduzir o risco de infecções intestinais e respiratórias.

Vitamina D

A vitamina D tem ação plenamente reconhecida na saúde óssea de crianças e adultos, uma vez que, em associação com o cálcio, favorece o fortalecimento dos ossos e dentes. Essa ação acontece principalmente durante os primeiros anos de vida da criança, quando a velocidade de crescimento é muito elevada. Recentemente, descobriu-se também que essa vitamina auxilia o sistema imunológico.

De acordo com o artigo, a importância dessas vitaminas vai muito além dos primeiros anos da criança. Uma nutrição adequada tem grande papel na promoção da saúde, do crescimento e do desenvolvimento e, quando iniciada ainda na infância, ajuda a estabelecer as bases de uma vida saudável na fase adulta.

É importante lembrar que as recomendações nutricionais são diferentes em cada fase. Por isso, procure sempre a orientação de seu médico e/ou nutricionista para garantir a dieta balanceada da criança.

Bibliografia: Elmadfa I, Meyer AL. Vitamins for the first 1000 days: preparing for life. Austria. Int. J. Vitam. Nutr. Res. 2012; 82(5): 342-47.

NutriçãoIncluir peixes na dieta durante a gravidez traz benefícios ao bebê

Incluir peixes na dieta durante a gravidez traz benefícios ao bebê

Você já ouviu falar em DHA? Trata-se de uma gordura da mesma família do Ômega-3, encontrada em peixes como salmão, sardinha, atum, cavala e arenque.Um nutriente extremamente necessário para a formação do sistema nervoso e visual da criança, e essencial durante a gravidez. É esta a conclusão do I Consenso da Associação Brasileira de Nutrologia sobre os benefícios do consumo de DHA em três diferentes momentos da vida: gestação, lactação e infância, publicado recentemente.

Segundo os especialistas, grávidas devem ter uma alimentação balanceada e que contenha este tipo de gordura. Ela é transportada para o bebê através da placenta e ajuda no crescimento e desenvolvimento do feto.
O nutriente é importante ainda para o aumento de peso, para a coordenação e para a imunidade do recém-nascido.
Como se trata de uma gordura com tamanha importância para o bebê, a dica dos especialistas é ter cuidado com a nutrição, principalmente no último trimestre da gestação. Por isso, o acompanhamento com o médico e nutricionista é fundamental.

Bibliografia: I Consenso da Associação Brasileira de Nutrologia sobre recomendações de DHA durante gestação, lactação e infância. International Journal of Nutrology. 2014, 7(3): 1-13.

Fonte: http:// www.primeiros1000dias.com.br

BEBÊS NÃO DEVEM TOMAR SUCO DE FRUTAS ANTES DE 1 ANO

 

Academia Americana de Pediatria publicou em 2017 novas diretrizes em relação ao consumo de sucos por crianças que ainda não completaram um ano de vida.

Segundo a entidade, sucos de frutas in natura e industrializados não oferecem benefícios nutricionais para os bebês e devem ser evitados, por conta do alto índice de açúcar e calorias vazias que colaboram para aumentar as taxas de obesidade e problemas dentários.

A fruta em forma de suco acaba perdendo as fibras e alguns nutrientes no processo de preparo, o que, entre outros problemas, causa menos saciedade ao bebê. O leite materno ainda é o alimento mais recomendado para este período. A entrada de frutas in natura deve ser estimulada somente após os sexto mês de vida.

A ingestão dos sucos deve ocorrer de maneira gradual e limitada, e não deve ultrapassar os 120 ml diários para crianças de 1 a 3 anos de idade, 175 ml para crianças de 4 a 6 anos e a 250 ml para a faixa de 7 aos 18 anos, sempre dentro da ingestão diária recomendada de 2 a 2 ½ porções de frutas por dia.


Fonte :Drauzio Varela