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Lanche pode ser saudável?

Lancheira das crianças: como montar uma lanche saudável?

Dicas para montar um lanche gostoso e saudável para as crianças

As cantinas escolares nem sempre oferecem opções saudáveis como: frutas frescas, sucos naturais ou uma opção de salgados integrais. Embora existam atualmente fortes campanhas contra o comércio de refrigerantes, doces, embutidos e frituras para o combate da obesidade infantil nas escolas, ainda é preocupante o aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade na idade pré-escolar e escolar devido à associação com complicações metabólicas, cardiovasculares, pulmonares, ortopédicas, psicológicas e até alguns tipos de câncer na idade adulta, decorrentes da obesidade.

O incentivo
Em 2009, uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O número de crianças acima do peso mais que dobrou entre 1989 e 2009, passando de 15% para 34,8%.

Incentivar uma alimentação equilibrada deve ter início com os hábitos de casa, junto da família. É difícil incentivar uma criança a comer frutas no lanche da escola se, em casa, não há o exemplo dos pais.

Escolha da lancheira
O uso da lancheira é a melhor opção para garantir um lanche mais saudável e variado. Hoje em dia há diversos modelos de lancheiras divertidas. É interessante deixar com que a criança escolha a cor e modelo na hora da compra para gerar um estímulo e entusiasmo na hora de preparar o seu lanche saudável.

No momento da compra, a melhor opção seria um modelo térmico, porém ela só funciona com uma bolsa de gelo reutilizável. As lancheiras térmicas tem o objetivo do melhor acondicionamento dos alimentos e manutenção da temperatura dos produtos frescos, como frutas e produtos lácteos. Normalmente, os alimentos perecíveis em bolsa térmica e gelo reutilizável podem ser mantidos de 3 a 4 horas ou conforme a orientação do fabricante da lancheira.​

Escolhendo os alimentos
Para obter sucesso com o uso da lancheira é importante envolver a criança em seu preparo, perguntar suas preferências e mostrar os benefícios de tudo que está sendo levado para a escola. Dessa maneira, ao invés de querer o lanchinho do amigo, ele poderá até contar como tudo que ele está levando é bom, nutritivo e saudável.

Dentre as escolhas possíveis para a composição de um lanche equilibrado é sempre interessante pensar em uma opção láctea como queijo branco, vitamina de frutas ou iogurtes. Estes alimentos deverão ser levados sempre com a utilização de uma lancheira térmica e gelo reutilizável para manter a temperatura adequada.

As frutas devem estar sempre presentes, de preferência da forma in natura e não processadas. Pode ser cortada ou inteira. Utilizar potes é uma alternativa para as frutas não amassarem. As melhores frutas são as porções individuais e inteiras como: pera, maçã ou banana.

A troca de pães brancos e biscoitos com açúcar por alimentos integrais e ricos em fibra garantem mais sabor e maior saciedade.

Os vegetais podem ser utilizados não só como recheio de sanduíches como também porcionados como snacks. Lembre-se: se esse tipo de lanche já for o hábito da família, a chance da criança manter esse consumo é muito maior.

As oleaginosas (castanhas, amêndoas, nozes) podem ser utilizadas para compor a lancheira também, porém é melhor dar preferência para aquelas que não são adicionadas de sal.

Ocasionalmente pode-se colocar: purê de fruta sem açúcar, barrinha de cereais (de preferência sem óleo de palma e açúcar entre os ingredientes), suco industrializado integral, sem adição de açúcar, cookies integrais.

É possível deixar a lancheira previamente organizada no dia anterior, porém a maioria dos produtos deve ficar em refrigeração com exceção de algumas frutas como banana, castanhas, cookies integrais, barrinhas de cereais.

Sucos naturais devem ser feitos momentos antes. Já os sanduíches naturais podem ser feitos na noite anterior com exceção daqueles que são adicionados de ingredientes como folhas (ex: alface, rúcula).

Sugestão para levar na lancheira:

  • ​Iogurte sem adição de açúcares (180ml), 4 unidades de cookie integral, fruta crua;
  • Tomate cereja orgânico, suco natural sem açúcar (200ml), pão integral com ricota temperado com ervas;
  • Água de coco natural, cenoura baby crua, 4 unidades de mini pão de queijo integral.

Referências:
http://www.obesidadeinfantilnao.com.br/nutricao_saude/
http://meupratinhosaudavel.com.br/
Obesidade na infância e adolescência – Manual de Orientação / Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento Científi co de Nutrologia. 2ª. Ed. – São Paulo: SBP. 2012.

Fonte: Thais Eliana Carvalho de Lima, nutricionista do Einstein 

Cárie pega pelo beijo ?

Então, cárie é doença transmissível? Não.

Cárie pega pelo beijo? Não.

E será que devemos continuar nos referindo à cárie como “doença infecciosa”? No sentido convencional, provavelmente não.

Em um instigante artigo científico publicado este ano Simón-Soro e Mira explicam porque a cárie dentária deve ser considerada uma disbiose e não uma doença infecciosa.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25435135 

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Fonte:Crescer Sorrindo UERJ

Quer evitar que seu filho tenha sobrepeso ou se torne obeso?

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A obesidade em crianças tem crescido assustadoramente e as pesquisas para entender as razões desse crescimento têm incluído o estudo da microbiota intestinal. Este estudo mostra que mães obesas ou com sobrepeso têm maior chance de terem filhos que sejam obesos ou tenham sobrepeso com 1 e 3 anos de idade. Além disso, a chance é maior se a criança tiver nascido de parto cesariana. Futuras mamães, muita atenção então ao peso antes mesmo de pensar em engravidar! Seus filhos serão eternamente gratos.

Fonte: Crescer Sorrindo-UERJ

Cárie de mamadeira

  • No caso de uma má higiene bucal dos bebês. os dentes podem sofrer desmineralização, apresentar primeiramente manchas brancas e depois irem perdendo estrutura de esmalte e dentina, podendo causar dor, grandes destruições dentárias, e levar até à necessidade de tratamento de canal ou extrações.
Para evitar cáries de mamadeira ou PRECOCE DE INFÂNCIA:
  • Realizar a limpeza após cada mamada
  • Não deixar que a criança adormeça mamando,
  • Evitar alimentar o bebê durante a madrugada .
  • Não dar líquidos adocicados com frequência ao longo do dia.

Não existe a menor dúvida de que os agentes anestésicos são uma das mais importantes conquistas da medicina com impacto importante no bem-estar das pessoas. Entretanto, não se pode ignorar que, como qualquer fármaco, agentes anestésicos também podem produzir efeitos prejudiciais à saúde. Suspeita-se que substâncias usadas em anestesia geral possam comprometer o desenvolvimento cerebral quando usadas em crianças antes dos 3 anos de idade. Ainda não existe comprovação desse efeito mas até que melhores evidências estejam disponíveis é importante ficar atento e exercitar a precaução. Naturalmente, procedimentos importantes que necessitam ser feitos sob anestesia geral não devem ser adiados mas, para os procedimentos eletivos, vale pesar com cuidado riscos e benefícios. Por exemplo, será que vale a pena submeter um bebê com menos de um ano de idade à anestesia geral para realizar a frenotomia(para a qual nem existe comprovação científica de benefício!)?

Fonte: UERJ – Crescer sorrindo

MEU FILHO CHUPA O DEDO.E AGORA?

Tira a mão daí!

Minha filha tem 3 anos e chupa o dedo o tempo todo, desde que nasceu. Isso já interferiu nos dentes e na fala. O que eu faço?

Por Cláudia Rezende, mãe de Clara, 3 anos – atualizada em 

Essa é a clara (Foto: Arquivo pessoal)
Apoio profissional

Apesar de trazer conforto e acalmar, a mania de chupar o dedo tem consequências negativas. Por experiência própria, nunca quis isso para minha filha. Prometemos presentes, demos remédios, mas nada adiantou. Até que fomos a uma odontopediatra que conversou com ela e explicou como isso poderia prejudicá-la. Dali em diante, ela decidiu por conta própria que iria parar. Deu certo!
Bruna Fadelli, mãe de Bárbara, 7 anos

Ajuda extra

Minha filha tinha esse costume à noite. Então, demos a ela uma boneca e falamos que ela iria “protegê-la”. Ela se sentiu mais segura assim. Fica a dica!
Katiuscia Faustini, mãe de Letícia, 9 anos, e Izadora, 4

Insistência

Depois de várias tentativas, resolvemos na base da conversa. Quando ela estava com o dedo na boca, pedíamos a ela que o tirasse dali. Não teve segredo. Aos poucos, ela foi deixando esse hábito e hoje não temos mais problemas.
Daniela Marques, mãe de Pietra, 6 anos

Acordo                                                                                                                                        Fiz uma proposta ao meu filho: se ficasse alguns dias sem chupar o dedo, poderia escolher um brinquedo. Não foi fácil, mas, ao final, ele conseguiu o presente e nunca mais colocou o dedo na boca.

Joyce Galhardo, mãe de Heitor, 9 anos

Palavra de especialista

Paciência e diálogo
Não há nada de errado em chupar o dedo, desde que não se torne um hábito. Os bebês começam a sugar a língua e os dedos ainda no útero da mãe, quando se preparam instintivamente para a amamentação. Nos primeiros meses de vida, é por meio da boca e da sucção que os pequenos se alimentam e se sentem seguros. O problema aparece quando o reflexo se estende além do primeiro ano. No entanto, quando a criança começa a comer alimentos sólidos e a brincar mais, a tendência é que ela pare de chupar o dedo naturalmente. Caso isso não aconteça, fique de olho se o comportamento não está afetando o dia a dia dela. Algumas podem apresentar problemas na socialização, na fala e na estrutura da face por causa dessa mania. Nesses casos, o ideal é buscar ajuda especializada de um pediatra, psicólogo, odontopediatra ou fonoaudiólogo. Vale lembrar que a amamentação é a melhor forma de evitar o problema: além de satisfazer o instinto de sugar, a criança não precisa recorrer a chupetas e bicos artificiais. Para acabar com o hábito de modo tranquilo, incentive brincadeiras com o uso das mãos (de bater palminhas a blocos de montar). Distraídas, as crianças “esquecem” dos dedos. E não adianta ter pressa e usar métodos agressivos. Só com paciência e conversa seu filho vai entender e deixar de lado o costume.
Melina Amarins, psicóloga e psicopedagoga do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), e Helenice Biancalana, presidente da Associação Paulista de Odontopediatria

Revista Crescer

ORTOPEDIA E ORTODONTIA PREVENTIVA SÃO COISAS DE CRIANÇAS

Até que a dentição permanente se estabeleça completamente, uma série de mudanças ósseas e dentais acontecem, sendo todas elas necessárias para que as funções (mastigação, respiração, deglutição e fonação) e a face se desenvolvam em equilíbrio ⚖. .
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👧🏻 Desde a fase de dentadura decídua completa (aquela em que todos os “dentes de leite” se encontram na boca) é imprescindível o acompanhamento da criança sob o ponto de vista Ortopédico e Ortodôntico também! Visar tão somente a presença de cárie 👾 ou gengivite já não condiz com a atual Odontopediatria. É necessário vislumbrar o todo, e neste contexto está o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das arcadas e da face em conjunto com o corpo 🤰🏼👶🏼🧒🏼👦🏼🧑🏼. .
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⚠Desta forma, é crucial:
1⃣ monitorar e preservar os espaços presentes no arco dentário, identificando os ausentes e os necessários para acomodar os dentes permanentes que estão por vir;
2⃣ avaliar a forma como eles se encaixam (“dentes de leite” e permanentes) tal como
3⃣ a relação expressa entre as arcadas (maxila e mandíbula) e os ossos da face, impedindo se necessário, a instalação de uma má oclusão (alteração muscular, óssea e/ou dentária) de maior magnitude, que no futuro poderia resultar em um tratamento mais longo e com custo monetário e biológico mais elevados.
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☝🏻Portanto, tenha em mente que um período de grandes transformações exige vigilância contínua! 😷 As consultas do seu filho devem estar sempre em dia, conforme a periodicidade estabelecida pelo seu Odontopediatra, e 🚫 não somente para ver cárie ou em caso de dor. Ele irá realizar o 🔎 monitoramento e caso necessário, realizará o tratamento ou o encaminhamento para o Ortodontista.
Fonte: odontopediatriabrasil 🇧🇷

Dispositivos interferem na qualidade e quantidade do sono e podem ser responsáveis por obesidade e depressão entre crianças e adolescentes

A combinação sono e celular pode ser prejudicial à saúde. Um estudo divulgado pelo King’s College London comprovou que os efeitos são ainda mais nocivos em crianças e adolescentes entre 6 e 19 anos de idade. O uso dos aparelhos eletrônicos na hora de dormir interfere na qualidade e quantidade do sono e no funcionamento durante o dia.

“O uso de smartphones e tablets no período da noite afeta diretamente a quantidade e a qualidade do sono, bem como piora o funcionamento da criança ou adolescente durante o dia, por aumentar a sonolência diurna”, explica a dra. Leticia Maria Santoro Franco Azevedo Soster, neurologista infantil e neurofisiologista clínica da Medicina do Sono Einstein.

Vale a pena ressaltar que esses efeitos negativos não ocorrem apenas com o uso de aparelhos eletrônicos na cama, mas também no período noturno ou mesmo quando os dispositivos são deixados no quarto no momento de dormir.

Como os eletrônicos interferem?
De acordo com a especialista, os aparelhos podem interferir de maneira direta e indireta. Quanto mais tempo os aparelhos são usados, menos tempo o indivíduo dormirá ou descansará. Além disso, o conteúdo visualizado, principalmente nas redes sociais, pode ser psicologicamente estimulante – fazendo com que a pessoa tenha dificuldade de se “desligar”.

Ainda há uma terceira forma de interferência, que é na produção e liberação de melatonina. “O hormônio que sinaliza ao nosso cérebro que precisamos iniciar o sono”, afirma a dra. Leticia. “Este hormônio é bloqueado pelo feixe de luz azul contida em todos os aparelhos eletrônicos – o que leva atraso do início do sono.”

Impactos à saúde
Durante o sono ocorre o processo de memória (consolidação de itens aprendidos), a liberação de hormônios, como a melatonina, leptina (hormônio da saciedade), Gh (hormônio do crescimento) e cortisol. “Assim, os processos de memória, a saciedade, o crescimento e processos inflamatórios estão comprometidos, caso ocorra interrupções frequentes no sono”, afirma a especialista. “Além disso, o sono não reparador pode levar a consequências diurnas, sonolência excessiva, dificuldade regular o humor, principalmente.”

Noite tranquila 
Evite o uso de eletrônicos no período da noite ou pelo menos 30 minutos antes de deitar-se e também não mantenha celular e tablet no quarto. “Por ser uma fase de crescimento (para crianças e adolescentes), é importante manter a integridade para promover o adequado crescimento somático e funcionamento cerebral. Os hábitos influenciam no restante da vida da criança”, alerta a dra. Leticia.
Dispositivos interferem na qualidade e quantidade do sono e podem ser responsáveis por obesidade e depressão entre crianças e adolescentes

Fonte:Hospital Albert Einstein

Dia Nacional do Livro Infantil

A pedagoga, Ellen Brandalezi, explica a importância do livro no crescimento da criança!

Ler e ouvir histórias são práticas que aguçam a imaginação em qualquer idade. Na infância, a leitura contribui de forma bastante significativa para o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças, pois ouvindo e lendo histórias elas podem imaginar, fantasiar, expressar sentimentos e, acima de tudo, adquirir conhecimentos importantes para a sua transformação.
As histórias infantis são repletas de magia e encantamento e, por meio das mais diversas experiências, os pequenos leitores e ouvintes podem entrar em contato com suas emoções, aprendendo a lidar melhor com as questões da vida de forma simbólica. Além disso, favorece o aprimoramento dos aspectos linguísticos e contribui para um melhor desempenho escolar.

Para estimular o hábito da leitura é importante que haja o incentivo de todos convivem com a criança e, assim como os brinquedos, os livros também devem fazer parte do seu dia a dia. Ler para a criança, disponibilizar um momento do dia e um espaço confortável para que ela leia e manuseie livros, compartilhar da sua leitura, oferecer diversidade literária, leva-la a bibliotecas e livrarias, são formas de estimular uma relação saudável da criança com a leitura. Afinal, esta não deve ser uma prática penosa, e sim um momento prazeroso e de satisfação. Para isso também é importante que sejam oferecidos livros adequados à compreensão da criança, de acordo com as peculiaridades de cada fase do desenvolvimento.

Nos primeiros anos de vida da criança, até por volta dos 3 anos, os livros que estimulam os sentidos são os mais atrativos. Livros de borracha, plástico e tecido são mais agradáveis ao tato. Figuras em alto relevo, texturas, cores vibrantes e sons tendem a despertar a atenção dos pequenos. Apontar para as imagens do livro nomeando-as e utilizando onomatopeias estimula a oralidade e contribui para a ampliação do vocabulário. Cantar musiquinhas com apoio nas imagens do livro também auxilia no desenvolvimento da linguagem.

Entre 4 e 6 anos de idade, as crianças tendem a se interessar por histórias pequenas com bastante ilustração e frases curtas por página. Os contos de fadas são atrativos, pois são repletos de fantasia e propõem uma viagem ao mundo da imaginação onde a criança tem a possibilidade de se projetar nos personagens e entrar em contato com seus sentimentos, organizando conflitos e emoções que possa estar vivenciando. Poemas, parlendas e cantigas também são gêneros que atraem nessa fase e, além de estimular a consciência fonológica, contribuem para os processos de alfabetização.

De 7 a 9 anos os interesses se expandem e a escolha de diferentes gêneros textuais faz parte da construção da autonomia da criança. Histórias em quadrinhos, fábulas e contos ajudam a ampliar a imaginação e a construir uma nova perspectiva acerca dos acontecimentos do mundo real.

Com o passar do tempo, por volta dos 10 anos, as histórias curtas vão dando lugar a textos mais extensos e elaborados e os mecanismos de leitura vão sendo aprimorados. Histórias de humor, aventuras e contos de mistério são os gêneros mais atrativos nesta fase.

Com a chegada da adolescência os livros são escolhidos de acordo com as principais características da personalidade do leitor. As preferências transitam entre romances, ficção científica, conflitos sociais e até mesmo histórias macabras.  Revistas, jornais, livros literários também são explorados à medida que os jovens começam a se preparar para os vestibulares. Quanto maior o acervo literário acessado pelos jovens, maior será sua capacidade de reflexão e de ampliação do senso crítico.

O hábito da leitura perpassa por um caminho de estímulos e incentivos desde a mais tenra idade, entretanto, é importante lembrar que nem todos seguem esse percurso no mesmo ritmo e com o mesmo desempenho. A indicação etária é sugerida de acordo com as etapas do desenvolvimento infantil, porém, vale levar em consideração os gostos e interesses da criança para que a leitura seja de fato prazerosa e faça sentido ao leitor.

Fonte: Ellen Brandalezi, psicopedagoga da Oncologia e Pediatria Einstein

Insônia, estresse, desgaste ósseo, inflamação na gengiva, dor de cabeça. A mordida pode dizer muito sobre uma pessoa. As imperfeições da mordida, também chamadas de oclusão dentária, estão na terceira posição entre os problemas de odontologia mais frequentes da população brasileira.

O ideal é que os dentes superiores e inferiores encaixem. Os problemas mais comuns são a mordida aberta posterior e a mordida cruzada, em que a parte inferior da arcada fica à direita ou à esquerda da parte superior. A solução para consertar o problema muitas vezes é usar aparelho.

https://g1.globo.com/bemestar/noticia/imperfeicoes-da-mordida-estao-entre-os-principais-problemas-odontologicos.ghtml

Imperfeições da mordida estão entre os principais problemas odontológicos

Imperfeições da mordida estão entre os principais problemas odontológicos

São dois os caminhos: a ortodondia ou a ortopedia maxilofacial. As duas podem ser usadas juntas. A ortopedia trabalha com prevenção. Já a ortodontia corrige o posicionamento do dente.

O presidente da Sociedade Brasileira de Odontopediatria José Carlos Imparato e a fonoaudióloga da Faculdade de Odontologia da USP Ana Paola Carrilho estiveram no Bem Estar desta sexta-feira (4) para falar dos problemas com a mordida e seus tratamentos.

A mordida imperfeita traz alguns problemas. Ela dificulta a alimentação, respiração, sono e fala, além de poder gerar desconforto na ATM. A má oclusão pode começar na falta de amamentação no peito. Traumas, perdas dentárias pela cárie e problemas respiratórios também são causas de alterações de oclusão.