Arquivo da categoria: odontopediatria

Não existe a menor dúvida de que os agentes anestésicos são uma das mais importantes conquistas da medicina com impacto importante no bem-estar das pessoas. Entretanto, não se pode ignorar que, como qualquer fármaco, agentes anestésicos também podem produzir efeitos prejudiciais à saúde. Suspeita-se que substâncias usadas em anestesia geral possam comprometer o desenvolvimento cerebral quando usadas em crianças antes dos 3 anos de idade. Ainda não existe comprovação desse efeito mas até que melhores evidências estejam disponíveis é importante ficar atento e exercitar a precaução. Naturalmente, procedimentos importantes que necessitam ser feitos sob anestesia geral não devem ser adiados mas, para os procedimentos eletivos, vale pesar com cuidado riscos e benefícios. Por exemplo, será que vale a pena submeter um bebê com menos de um ano de idade à anestesia geral para realizar a frenotomia(para a qual nem existe comprovação científica de benefício!)?

Fonte: UERJ – Crescer sorrindo

MEU FILHO CHUPA O DEDO.E AGORA?

Tira a mão daí!

Minha filha tem 3 anos e chupa o dedo o tempo todo, desde que nasceu. Isso já interferiu nos dentes e na fala. O que eu faço?

Por Cláudia Rezende, mãe de Clara, 3 anos – atualizada em 

Essa é a clara (Foto: Arquivo pessoal)
Apoio profissional

Apesar de trazer conforto e acalmar, a mania de chupar o dedo tem consequências negativas. Por experiência própria, nunca quis isso para minha filha. Prometemos presentes, demos remédios, mas nada adiantou. Até que fomos a uma odontopediatra que conversou com ela e explicou como isso poderia prejudicá-la. Dali em diante, ela decidiu por conta própria que iria parar. Deu certo!
Bruna Fadelli, mãe de Bárbara, 7 anos

Ajuda extra

Minha filha tinha esse costume à noite. Então, demos a ela uma boneca e falamos que ela iria “protegê-la”. Ela se sentiu mais segura assim. Fica a dica!
Katiuscia Faustini, mãe de Letícia, 9 anos, e Izadora, 4

Insistência

Depois de várias tentativas, resolvemos na base da conversa. Quando ela estava com o dedo na boca, pedíamos a ela que o tirasse dali. Não teve segredo. Aos poucos, ela foi deixando esse hábito e hoje não temos mais problemas.
Daniela Marques, mãe de Pietra, 6 anos

Acordo                                                                                                                                        Fiz uma proposta ao meu filho: se ficasse alguns dias sem chupar o dedo, poderia escolher um brinquedo. Não foi fácil, mas, ao final, ele conseguiu o presente e nunca mais colocou o dedo na boca.

Joyce Galhardo, mãe de Heitor, 9 anos

Palavra de especialista

Paciência e diálogo
Não há nada de errado em chupar o dedo, desde que não se torne um hábito. Os bebês começam a sugar a língua e os dedos ainda no útero da mãe, quando se preparam instintivamente para a amamentação. Nos primeiros meses de vida, é por meio da boca e da sucção que os pequenos se alimentam e se sentem seguros. O problema aparece quando o reflexo se estende além do primeiro ano. No entanto, quando a criança começa a comer alimentos sólidos e a brincar mais, a tendência é que ela pare de chupar o dedo naturalmente. Caso isso não aconteça, fique de olho se o comportamento não está afetando o dia a dia dela. Algumas podem apresentar problemas na socialização, na fala e na estrutura da face por causa dessa mania. Nesses casos, o ideal é buscar ajuda especializada de um pediatra, psicólogo, odontopediatra ou fonoaudiólogo. Vale lembrar que a amamentação é a melhor forma de evitar o problema: além de satisfazer o instinto de sugar, a criança não precisa recorrer a chupetas e bicos artificiais. Para acabar com o hábito de modo tranquilo, incentive brincadeiras com o uso das mãos (de bater palminhas a blocos de montar). Distraídas, as crianças “esquecem” dos dedos. E não adianta ter pressa e usar métodos agressivos. Só com paciência e conversa seu filho vai entender e deixar de lado o costume.
Melina Amarins, psicóloga e psicopedagoga do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), e Helenice Biancalana, presidente da Associação Paulista de Odontopediatria

Revista Crescer

ORTOPEDIA E ORTODONTIA PREVENTIVA SÃO COISAS DE CRIANÇAS

Até que a dentição permanente se estabeleça completamente, uma série de mudanças ósseas e dentais acontecem, sendo todas elas necessárias para que as funções (mastigação, respiração, deglutição e fonação) e a face se desenvolvam em equilíbrio ⚖. .
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👧🏻 Desde a fase de dentadura decídua completa (aquela em que todos os “dentes de leite” se encontram na boca) é imprescindível o acompanhamento da criança sob o ponto de vista Ortopédico e Ortodôntico também! Visar tão somente a presença de cárie 👾 ou gengivite já não condiz com a atual Odontopediatria. É necessário vislumbrar o todo, e neste contexto está o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das arcadas e da face em conjunto com o corpo 🤰🏼👶🏼🧒🏼👦🏼🧑🏼. .
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⚠Desta forma, é crucial:
1⃣ monitorar e preservar os espaços presentes no arco dentário, identificando os ausentes e os necessários para acomodar os dentes permanentes que estão por vir;
2⃣ avaliar a forma como eles se encaixam (“dentes de leite” e permanentes) tal como
3⃣ a relação expressa entre as arcadas (maxila e mandíbula) e os ossos da face, impedindo se necessário, a instalação de uma má oclusão (alteração muscular, óssea e/ou dentária) de maior magnitude, que no futuro poderia resultar em um tratamento mais longo e com custo monetário e biológico mais elevados.
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☝🏻Portanto, tenha em mente que um período de grandes transformações exige vigilância contínua! 😷 As consultas do seu filho devem estar sempre em dia, conforme a periodicidade estabelecida pelo seu Odontopediatra, e 🚫 não somente para ver cárie ou em caso de dor. Ele irá realizar o 🔎 monitoramento e caso necessário, realizará o tratamento ou o encaminhamento para o Ortodontista.
Fonte: odontopediatriabrasil 🇧🇷

Dispositivos interferem na qualidade e quantidade do sono e podem ser responsáveis por obesidade e depressão entre crianças e adolescentes

A combinação sono e celular pode ser prejudicial à saúde. Um estudo divulgado pelo King’s College London comprovou que os efeitos são ainda mais nocivos em crianças e adolescentes entre 6 e 19 anos de idade. O uso dos aparelhos eletrônicos na hora de dormir interfere na qualidade e quantidade do sono e no funcionamento durante o dia.

“O uso de smartphones e tablets no período da noite afeta diretamente a quantidade e a qualidade do sono, bem como piora o funcionamento da criança ou adolescente durante o dia, por aumentar a sonolência diurna”, explica a dra. Leticia Maria Santoro Franco Azevedo Soster, neurologista infantil e neurofisiologista clínica da Medicina do Sono Einstein.

Vale a pena ressaltar que esses efeitos negativos não ocorrem apenas com o uso de aparelhos eletrônicos na cama, mas também no período noturno ou mesmo quando os dispositivos são deixados no quarto no momento de dormir.

Como os eletrônicos interferem?
De acordo com a especialista, os aparelhos podem interferir de maneira direta e indireta. Quanto mais tempo os aparelhos são usados, menos tempo o indivíduo dormirá ou descansará. Além disso, o conteúdo visualizado, principalmente nas redes sociais, pode ser psicologicamente estimulante – fazendo com que a pessoa tenha dificuldade de se “desligar”.

Ainda há uma terceira forma de interferência, que é na produção e liberação de melatonina. “O hormônio que sinaliza ao nosso cérebro que precisamos iniciar o sono”, afirma a dra. Leticia. “Este hormônio é bloqueado pelo feixe de luz azul contida em todos os aparelhos eletrônicos – o que leva atraso do início do sono.”

Impactos à saúde
Durante o sono ocorre o processo de memória (consolidação de itens aprendidos), a liberação de hormônios, como a melatonina, leptina (hormônio da saciedade), Gh (hormônio do crescimento) e cortisol. “Assim, os processos de memória, a saciedade, o crescimento e processos inflamatórios estão comprometidos, caso ocorra interrupções frequentes no sono”, afirma a especialista. “Além disso, o sono não reparador pode levar a consequências diurnas, sonolência excessiva, dificuldade regular o humor, principalmente.”

Noite tranquila 
Evite o uso de eletrônicos no período da noite ou pelo menos 30 minutos antes de deitar-se e também não mantenha celular e tablet no quarto. “Por ser uma fase de crescimento (para crianças e adolescentes), é importante manter a integridade para promover o adequado crescimento somático e funcionamento cerebral. Os hábitos influenciam no restante da vida da criança”, alerta a dra. Leticia.
Dispositivos interferem na qualidade e quantidade do sono e podem ser responsáveis por obesidade e depressão entre crianças e adolescentes

Fonte:Hospital Albert Einstein

Dia Nacional do Livro Infantil

A pedagoga, Ellen Brandalezi, explica a importância do livro no crescimento da criança!

Ler e ouvir histórias são práticas que aguçam a imaginação em qualquer idade. Na infância, a leitura contribui de forma bastante significativa para o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças, pois ouvindo e lendo histórias elas podem imaginar, fantasiar, expressar sentimentos e, acima de tudo, adquirir conhecimentos importantes para a sua transformação.
As histórias infantis são repletas de magia e encantamento e, por meio das mais diversas experiências, os pequenos leitores e ouvintes podem entrar em contato com suas emoções, aprendendo a lidar melhor com as questões da vida de forma simbólica. Além disso, favorece o aprimoramento dos aspectos linguísticos e contribui para um melhor desempenho escolar.

Para estimular o hábito da leitura é importante que haja o incentivo de todos convivem com a criança e, assim como os brinquedos, os livros também devem fazer parte do seu dia a dia. Ler para a criança, disponibilizar um momento do dia e um espaço confortável para que ela leia e manuseie livros, compartilhar da sua leitura, oferecer diversidade literária, leva-la a bibliotecas e livrarias, são formas de estimular uma relação saudável da criança com a leitura. Afinal, esta não deve ser uma prática penosa, e sim um momento prazeroso e de satisfação. Para isso também é importante que sejam oferecidos livros adequados à compreensão da criança, de acordo com as peculiaridades de cada fase do desenvolvimento.

Nos primeiros anos de vida da criança, até por volta dos 3 anos, os livros que estimulam os sentidos são os mais atrativos. Livros de borracha, plástico e tecido são mais agradáveis ao tato. Figuras em alto relevo, texturas, cores vibrantes e sons tendem a despertar a atenção dos pequenos. Apontar para as imagens do livro nomeando-as e utilizando onomatopeias estimula a oralidade e contribui para a ampliação do vocabulário. Cantar musiquinhas com apoio nas imagens do livro também auxilia no desenvolvimento da linguagem.

Entre 4 e 6 anos de idade, as crianças tendem a se interessar por histórias pequenas com bastante ilustração e frases curtas por página. Os contos de fadas são atrativos, pois são repletos de fantasia e propõem uma viagem ao mundo da imaginação onde a criança tem a possibilidade de se projetar nos personagens e entrar em contato com seus sentimentos, organizando conflitos e emoções que possa estar vivenciando. Poemas, parlendas e cantigas também são gêneros que atraem nessa fase e, além de estimular a consciência fonológica, contribuem para os processos de alfabetização.

De 7 a 9 anos os interesses se expandem e a escolha de diferentes gêneros textuais faz parte da construção da autonomia da criança. Histórias em quadrinhos, fábulas e contos ajudam a ampliar a imaginação e a construir uma nova perspectiva acerca dos acontecimentos do mundo real.

Com o passar do tempo, por volta dos 10 anos, as histórias curtas vão dando lugar a textos mais extensos e elaborados e os mecanismos de leitura vão sendo aprimorados. Histórias de humor, aventuras e contos de mistério são os gêneros mais atrativos nesta fase.

Com a chegada da adolescência os livros são escolhidos de acordo com as principais características da personalidade do leitor. As preferências transitam entre romances, ficção científica, conflitos sociais e até mesmo histórias macabras.  Revistas, jornais, livros literários também são explorados à medida que os jovens começam a se preparar para os vestibulares. Quanto maior o acervo literário acessado pelos jovens, maior será sua capacidade de reflexão e de ampliação do senso crítico.

O hábito da leitura perpassa por um caminho de estímulos e incentivos desde a mais tenra idade, entretanto, é importante lembrar que nem todos seguem esse percurso no mesmo ritmo e com o mesmo desempenho. A indicação etária é sugerida de acordo com as etapas do desenvolvimento infantil, porém, vale levar em consideração os gostos e interesses da criança para que a leitura seja de fato prazerosa e faça sentido ao leitor.

Fonte: Ellen Brandalezi, psicopedagoga da Oncologia e Pediatria Einstein

Insônia, estresse, desgaste ósseo, inflamação na gengiva, dor de cabeça. A mordida pode dizer muito sobre uma pessoa. As imperfeições da mordida, também chamadas de oclusão dentária, estão na terceira posição entre os problemas de odontologia mais frequentes da população brasileira.

O ideal é que os dentes superiores e inferiores encaixem. Os problemas mais comuns são a mordida aberta posterior e a mordida cruzada, em que a parte inferior da arcada fica à direita ou à esquerda da parte superior. A solução para consertar o problema muitas vezes é usar aparelho.

https://g1.globo.com/bemestar/noticia/imperfeicoes-da-mordida-estao-entre-os-principais-problemas-odontologicos.ghtml

Imperfeições da mordida estão entre os principais problemas odontológicos

Imperfeições da mordida estão entre os principais problemas odontológicos

São dois os caminhos: a ortodondia ou a ortopedia maxilofacial. As duas podem ser usadas juntas. A ortopedia trabalha com prevenção. Já a ortodontia corrige o posicionamento do dente.

O presidente da Sociedade Brasileira de Odontopediatria José Carlos Imparato e a fonoaudióloga da Faculdade de Odontologia da USP Ana Paola Carrilho estiveram no Bem Estar desta sexta-feira (4) para falar dos problemas com a mordida e seus tratamentos.

A mordida imperfeita traz alguns problemas. Ela dificulta a alimentação, respiração, sono e fala, além de poder gerar desconforto na ATM. A má oclusão pode começar na falta de amamentação no peito. Traumas, perdas dentárias pela cárie e problemas respiratórios também são causas de alterações de oclusão.

Alimentos industrializados na infância

Porque evitar os alimentos industrializados na infância

Apesar da elevada disponibilidade de alimentos industrializados para a criança, seu uso diário e indiscriminado não é recomendado, pois interfere na formação do hábito alimentar saudável.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças até dois anos de idade não devem consumir alimentos industrializados. Nesta fase, o indicado é consumir alimentos naturais, que oferecem uma maior quantidade de nutrientes sem aditivos químicos, como, conservantes, aromatizantes, corantes e espessantes, pois essas substâncias podem dar inícios às alergias, e em longo prazo, efeito tóxico no fígado, por exemplo.

Além dos aspectos nutricionais, em muitas situações, os alimentos industrializados podem apresentar custo mais elevado que o natural, o que pode comprometer o orçamento da família.

Outro cuidado importante em relação aos alimentos processados está relacionado à quantidade excessiva de açúcar, gordura e sódio. Essas substâncias em excesso podem aumentar o risco de doenças crônicas no futuro, como obesidade, colesterol elevado no sangue e diabetes.

Você pode achar que estamos exagerando, mas não. Vários estudos já encontraram acúmulo de gordura na artéria de crianças, e isso configura risco para doença cardiovascular.

Com isso, vamos prestar atenção na alimentação das crianças. E quando falamos de alimentos industrializados, o leque é grande, portanto achamos importante dar alguns exemplos:

  • Chocolate
  • Balas, pirulitos e todas as guloseimas que levam açúcar
  • Bebidas com achocolatados
  • Café
  • Salgadinhos, biscoitos e bolachas
  • Embutidos
  • Refrigerantes
  • Bebidas lácteas
  • Leite fermentado
  • Bebidas à base de soja
  • Petit Suisse
  • Sucos industrializados
  • Macarrão instantâneo

Importante: Essas informações também valem para os tios, avós e amigos. Nunca ofereça nada às crianças sem o consentimento dos pais. Fica a dica!

 Fonte: Meu pratinho saudável

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Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

O açúcar está presente em vários alimentos, sendo utilizado principalmente para deixá-los mais saborosos. Pequenas quantidades de alimentos como achocolatado e ketchup fazem com que a dieta fique rica em açúcar, favorecendo o aumento do peso e a propensão para desenvolver diabetes.

A lista abaixo traz a quantidade de açúcar presente em alguns alimentos, sendo representado por pacotinhos de 5 g de açúcar.

1. Refrigerante

Os refrigerantes são bebidas ricas em açúcar, e o ideal é trocá-los por sucos naturais de fruta, que contêm apenas o açúcar já presente nas frutas e além disso, os sucos naturais são ricos em vitaminas importantes para o bom funcionamento do organismo. Veja dicas para fazer compras saudáveis no supermercado e manter a dieta.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

2. Chocolate

Os chocolates são ricos em açúcar, principalmente o chocolate branco. A melhor opção é escolher o chocolate amargo, com pelo menos 60% de cacau, ou o ‘chocolate’ de alfarroba, que não é preparado com cacau, mas com alfarroba.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

3. Leite condensado

O leite condensado é feito apenas com leite e açúcar, devendo ser evitado na alimentação. Quando necessário, em receitas, deve-se preferir o leite condensado light, lembrando que mesmo a versão light também é muito doce.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

4. Creme de avelã

O creme de avelã tem como principal ingrediente o açúcar, sendo preferível utilizar patês caseiros ou geleia de frutas para consumir com torradas ou passar no pão.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

5. Iogurte

Para produzir iogurtes mais saborosos, a indústria adiciona açúcar na receita desse alimento, sendo ideal consumir iogurtes light, que são feitos apenas a partir do leite simples ou o açúcar natural.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

6. Ketchup

O ketchup e molhos barbecue são ricos em açúcar, devendo ser substituídos por molho de tomate, que é rico em antioxidantes que ajudam na prevenção de doenças como câncer.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

7. Biscoito recheado

Além de muito açúcar, os biscoitos recheados também são ricos em gordura saturada, que aumenta o colesterol ruim. Assim, o ideal é consumir biscoitos simples sem recheio, de preferência integrais, ricos em fibras.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

8. Cereais do café da manhã

Os cereais utilizados no café da manhã são muito doces, principalmente os de chocolate ou com recheio por dentro. Por isso, deve-se preferir cereais de milho ou as versões light, que contêm menos açúcar adicionado.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

9. Achocolatado

Cada colher de achocolatado normal contém 10 g de açúcar, devendo preferir as versões light, que além de serem ricas em vitaminas e minerais, também são saborosas.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

10. Gelatina

O principal ingrediente da gelatina é o açúcar, e por ela ser de fácil digestão, aumenta rapidamente a glicemia, favorecendo o aparecimento de diabetes. Por isso, o ideal é consumir a gelatina diet ou zero, que são ricas em proteínas, nutriente ideal para fortalecer o corpo.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

Fonte: Tua Saúde:dieta e nutrição

Durante a primeira infância, nos primeiros meses a responsabilidade da dieta e da higienização é exclusivamente dos pais!

🥕🥦🍎A dieta: .
🍋Nos primeiros anos de vida não é recomendado o consumo de doces, como balas, chocolates, biscoitos recheados entre outros. Eles apresentam grande quantidade de açúcar, gordura e corantes artificiais e conservantes. 🍉As crianças já nascem com preferência ao sabor doce devido ao aleitamento materno, oferecer alimentos adicionados de açúcar faz com que a criança se desinteresse por verduras e legumes.
.
🍌Seguem abaixo alguns efeitos do açúcar na infância e vida adulta (curto e longo prazo):
👉 Hiperatividade 👉Déficit de atenção 👉Excesso de peso e à obesidade ainda na infância 👉Alteração no paladar
👉Cáries
👉Doenças crônicas não transmissíveis (diabetes, hipertensão) .

🚰A higienização: .
👶A inabilidade motora de crianças até 36 meses as tornam dependentes dos pais para e remoção da placa bacteriana. Até os 6 anos a criança deve se supervisionada durante a escovação.

👾A cárie:
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🍫A sacarose é o principal açúcar extrínseco da dieta humana, metabolizado pelos microorganismos que produzem ácidos que provocam a queda do pH do meio bucal, levando o desenvolvimento da cárie dentária. .
🍭Consequências da cárie dentária da infância:
👉Perda extensa de estrutura dentária 👉Manifestações de dor, infecções, abcessos consequentemente má nutrição e baixa autoestima.
👉Pode levar a deficiência de crescimento, maloclusões e perpetuação da cárie em dentes permanentes. 👉Complicações com relação ao medo e aversão ao tratamento. .
⚠Por isso pense bem ao oferecer chocolates a crianças! Fique atento!⚠
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Fonte: Odontopediatria na Primeira Infância – Maria Salet Nahas P. Correa e odontoporescolha

 

Amamentação em público é um direito: projeto prevê multa a quem proibir prática

Projeto em tramitação no Senado prevê multa de R$ 440 mil a estabelecimentos que proibirem mães de amamentar; cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre já penalizam esse tipo de ação “Precisamos perceber que os espaços públicos é que precisam se adaptar a nós, mães e às crianças, não nós a eles”, explica a Procuradora Especial da Mulher da Assembleia .

10 benefícios da amamentação para mãe e filho

Os primeiros sete dias do mês de agosto marcam uma data muito especial: a Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM). Criada em 1948 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para incentivar a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida do bebê, a Semana possui uma abordagem diferente a cada ano. Em 2017, o lema é “Trabalhar juntos para o bem comum”. Há incontáveis  estudos científicos que reafirmam o quão importante e benéfico é dar o peito para o bebê e, por isso mesmo, mulheres do mundo todo lutam pelo direito de amamentar em público. No Brasil, coibir a amamentação é uma prática considerada criminosa ou ilegal.

amamentação

Para incentivar que as mães amamentem seus pequenos sem qualquer tipo de constrangimento, listamos 10 benefícios da prática — tanto para elas, quanto para seus filhos.

  1. Reduz o sangramento pós-parto e evita a anemia

Dar de mamar para o bebê acelera o processo de recuperação do parto devido a ação de um hormônio chamado ocitocina, responsável pelas contrações do útero e que faz com que o órgão volte mais rapidamente ao seu tamanho “normal”. O processo acaba por reduzir os riscos de hemorragia pós-parto e, logo, diminui os riscos da anemia materna. A ocitocina também é conhecida como o hormônio do amor. Os primeiros instantes do bebê fora do útero são tão mágicos que ele busca o peito da mãe naturalmente, acredita?

  1. Protege contra o câncer de mama

A longo prazo, a amamentação reduz os riscos da mulher desenvolver o câncer de mama. Isso acontece porque a prolactina, que também é um hormônio que estimula a produção de leite, é capaz de desenvolver o tecido adiposo das mamas e amadurecer as células produtoras de colostro. O aleitamento materno também pode prevenir outros tipos de câncer como o de endométrio e o de ovário.

  1. Diminui a ansiedade do bebê e da mãe

Da mesma forma que estudos comprovaram que sintomas de depressão materna afetam negativamente o tipo e a duração da amamentação, o inverso também acontece: mães que dão de mamar para seus filhos possuem menos chances de desenvolver o problema. O bebêzinho tende a chorar menos quando consegue mamar logo no início da vida, pois passa a desenvolver uma relação de confiança com a mãe. As mulheres também ficam menos ansiosas.

  1. Aumenta a autoestima da mãe

Durante a gravidez, a maioria das mulheres  está extremamente insegura e com medo do que está por vir. Isso, naturalmente, afeta a autoestima e a confiança sobre a capacidade de amamentar. Mas a lógica tem de ser inversa: o fato de saber que produz um leite perfeito para suprir todas as necessidades do rebento deve ser motivo para ter a autoestima aumentada significativamente. É só imaginar que sairá do próprio corpo dela o melhor alimento que o filho receberá durante todas as décadas de vida dele.

  1. Intensifica o vínculo entre mãe e filho

A hora de dar de mamar é um momento muito especial e rico em desenvolvimento. Assim como todos os outros sentidos dos bebês, durante os primeiros meses de vida, a visão ainda está se acostumando a enxergar o mundo aqui fora. Por isso, os pequenos tendem a ver com mais nitidez numa distância entre 20 a 30 centímetros. Curiosamente, este é o espaço entre o bebê e a mãe durante o aleitamento. O calor e o cheiro da mãe também deixam o bebê seguro, enquanto que os batimentos cardíacos despertam a sua curiosidade. Mas vai um recado para as mulheres que não conseguem  — por uma série de motivos — amamentar os filhos: vocês não são menos mães por isso. Estudos também constataram que se a mãe trata o bebê com carinho e cuidado durante a alimentação, o vínculo também se estreitará.

  1. Ajuda a proteger o bebê contra a síndrome da morte súbita

Um estudo da Universidade de Medicina da Virginia, nos Estados Unidos, mostrou que bebês alimentados com leite materno durante o primeiro ano de vida tinham até 60% menos chances de sofrer morte súbita do que aquelas crianças que não foram amamentadas. De acordo com os pesquisadores, isso é resultado da quantidade de anticorpos – conhecidos como imunoglobulinas – contidos no leite materno, que protegem o bebê de infecções durante o período em que ele está mais suscetível a ser vítima dessa síndrome.

  1. Diminui os riscos de diarreia e fortalece o sistema imunológico

O colostro é uma das formas mais importantes para o fortalecimento do sistema imunológico do bebê: é através dele que a mãe consegue transmitir seus anticorpos para o filho. Portanto, o leite materno é uma das maneiras mais efetivas de proteção contra a diarreia e infecções de ouvido (otite), além de outras infecções do trato digestivo, do sistema respiratório, como pneumonia, e do trato urinário. Os pequenos que recebem o leite do peito também apresentam risco menor de desenvolver asma e outras alergias alimentares e de pele.

  1. Diminui as chances de desnutrição e obesidade

Quanto maior for o período em que o bebê for amamentado, menores serão as chances de ele desenvolver problemas relativos à alimentação, como a desnutrição e obesidade.  Na revisão da OMS sobre evidências do efeito do aleitamento materno em longo prazo, os indivíduos amamentados tiveram uma chance 22% menor de vir a apresentar sobrepeso/obesidade. Entre os possíveis mecanismos implicados a essa proteção, encontram-se um melhor desenvolvimento da auto-regulação de ingestão de alimentos das crianças amamentadas e a composição única do leite materno.

  1. Evita o aparecimento de problemas ortodônticos e faciais

A sucção e outros movimentos que o bebezinho faz para conseguir retirar o leite do seio é fundamental para o desenvolvimento de sua boquinha. É por meio deste movimento que o palato duro se fortalece para que os dentinhos cresçam bem alinhados. O desmame precoce pode levar à ruptura do desenvolvimento motor-oral adequado, podendo prejudicar as funções de mastigação, deglutição, respiração e articulação dos sons da fala, ocasionar má-oclusão dentária, respiração bucal e alteração motora-oral.

  1. Estimula o desenvolvimento cognitivo e intelectual

Há evidências de que o aleitamento materno contribui para o desenvolvimento cognitivo. A maioria dos estudos conclui que as crianças amamentadas apresentam vantagem nesse aspecto quando comparadas com as não amamentadas. Apesar de os mecanismos envolvidos na possível associação entre a amamentação e o melhor desenvolvimento cognitivo ainda não serem totalmente conhecidos, os pesquisadores defendem a presença de substâncias no leite materno que otimizam o desenvolvimento cerebral. A gordura presente no leite materno, por exemplo, é constituída por ácidos graxos poli-insaturados, responsáveis por formar os neurônios da criança e favorecer as sinapses nervosas.

Bibliografia: Sociedade Brasileira de Pediatria. (“Filhos – Da gravidez aos 2 anos de idade.”), Ministério da saúde (“Saúde da criança: Nutrição Infantil Aleitamento Materno e Alimentação Complementar”), FEBRASGO (“Manual de Aleitamento Materno”), Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedades Estaduais de Pediatria (“Amamentação – Saúde e Paz – Por um mundo melhor”), Revista Saúde Pública (“Determinantes do abandono do aleitamento materno exclusivo: fatores psicossociais”), Jornal de Pediatria (“Aconselhamento em amamentação e sua prática”), Departamento de Obstetrícia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (“Contracepção no Puérperio”)

Nutrieconomia: os benefícios do investimento na primeira infância

Imagine dois países: no país 1, os investimentos na infância são altos e as crianças crescem saudáveis em todos os sentidos. Já no país 2, uma grande parcela das crianças não se alimenta adequadamente, vive em um ambiente estressante, cheio de problemas e não recebe todos os cuidados necessários. Qual dos dois tem mais chances de prosperar no futuro? Para responder essa pergunta,Para responder essa pergunta, estudiosos criaram uma ciência chamada Nutrieconomia, que visa entender o impacto econômico que a nutrição, principalmente nos primeiros anos de vida, tem a longo prazo.

Nesse sentido, o professor James J. Heckman, da Universidade de Chicago, elaborou uma equação, conhecida como Equação de Heckman, que prova que o investimento na primeira infância traz impactos positivos para o país e gera menos custos do que tentar reverter ou minimizar os problemas mais tarde.

De acordo com o professor, a cada US$1 investido nos primeiros mil dias da criança, US$7 retornam na vida adulta. Em países onde há preocupação com essa fase, há menores taxas de evasão escolar e índices menores de violência. Ademais, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a nutrição adequada na primeira infância melhora o desempenho escolar, o que resulta em ganhos posteriores ao PIB de um país.

Qual o papel do ferro no desenvolvimento do bebê durante a gestação?

Qual o papel do ferro no desenvolvimento do bebê durante a gestação?

Entenda por que é tão importante que esse nutriente esteja presente na dieta da grávida O ferro é um dos nutrientes mais recomendados para as crianças nos primeiros anos de vida. Mas, ao contrário do que muita gente pode acreditar, não é apenas após o nascimento que ele ganha papel de destaque no crescimento do bebê. Ainda durante a gestação, esse nutriente atua fortemente no

no desenvolvimento adequado do feto.

De acordo com artigo publicado pelo Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition, o ferro é essencial nos primeiros 1000 dias de vida, quando a velocidade de crescimento e desenvolvimento da criança é alta. Esse período abrange também as gigantescas transformações pelas quais o feto passa ao longo da gravidez.

O ferro é um dos nutrientes que ajudam a estimular o desenvolvimento cerebral do bebê, que é bastante intenso principalmente no início da gestação. Ele também influencia o desenvolvimento muscular que acontece enquanto a criança está na barriga da mãe.

O estudo ainda aponta mais um importante benefício desse nutriente: o ferro também auxilia na prevenção de casos de anemia durante a gravidez e até mesmo nos primeiros meses da criança após o nascimento. Isso acontece porque o recém-nascido possui uma reserva desse nutriente, adquirida ainda na gestação. O que os especialistas indicam é que essa reserva é essencial para  prevenir de uma possível anemia durante a infância da criança.

Procure a orientação de um médico e/ou nutricionista para garantir uma alimentação adequada para mãe e bebê.


Bibliografia: Domellöf M et al. Iron Requirements of Infants and Toddlers. JPGN. 2014;58: 119-129.

Amamentação: você sabia que o leite materno tem diferentes fases?

Amamentação: você sabia que o leite materno tem diferentes fases?

Saiba mais sobre as fases do leite materno e entenda porque ele é tão importante para o desenvolvimento do bebê A amamentação tem diversos benefícios, entre eles a reduzir o risco de doenças, além de estimular o desenvolvimento físico e cognitivo do bebê e orquestrar a colonização adequada do intestino. Mas você sabia que existem fases do leite materno? Que ele passa  por algumas mudanças nos primeiros dias após o início da amamentação?O leite materno é um complexo fluído que fornece a quantidade de água e nutrientes necessários para o bebê. Contém proteínas, lipídeos e carboidratos que são absorvidos pelo organismo da criança. Mas, ao contrário do que muita gente pode acreditar, o leite da mãe não é igual o tempo todo. Na verdade, ele sofre alterações durante todo o período de amamentação para se adaptar às necessidades da criança. Existem três fases do leito materno: o colostro, o leite de transição e o leite maduro.

Fases do Leite Materno

Colostro
Esse é o primeiro leite produzido pela mãe, entre o 1° e o 5° dia após o parto. É um líquido mais transparente ou amarelo, que é rico em proteínas. Também possui alta concentração de imunoglobulinas, o que faz com que tenha um papel de destaque para a imunidade do recém-nascido.
Saiba mais sobre o que é o colostro?

Leite de transição
A quantidade de leite aumenta entre o 6° e o 15° dia após o nascimento do bebê. E sua composição também é alterada: ele se torna mais rico em gorduras e nutrientes que contribuem para o desenvolvimento e o crescimento da criança.

Leite maduro
É o leite que alimentará o bebê do 15° dia em diante. Ele contém todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento físico e cognitivo da criança.

É importante lembrar que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento exclusivo nos 6 primeiros meses de vida, podendo ser prolongado até os 2 anos ou mais.


Bibliografia: Nicholas J. Andreas, Beate Kampmann, Kirsty Mehring Le-Doare. Human Breast Milk: A review on its composition and bioactivity. Early Human Develpment. 2015;91: 629-635.

NutriçãoA nutrição adequada na infância na luta contra a obesidade no Brasil

A nutrição adequada na infância na luta contra a obesidade no Brasil

Revisão sobre o consumo alimentar de crianças no país mostra que uma boa nutrição é essencial para prevenir quadros de sobrepeso e obesidade Você sabia que a ingestão adequada de nutrientes não é o único fator em que devemos prestar atenção na dieta da criança? Essa é uma das recomendações de uma revisão realizada na Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, em2015.

Os pesquisadores avaliaram o consumo alimentar de crianças brasileiras entre 6 meses e 5 anos e descobriram que o consumo excessivo de energia, combinado com o gasto energético insuficiente, é uma das causas de quadros de sobrepeso e obesidade no país. Ou seja, além da quantidade é importante atentar a qualidade da dieta dos pequeninos.

Segundo a revisão, cerca de 40% das crianças analisadas estavam com excesso de peso devido à alta ingestão energética na alimentação. Além do sobrepeso, muitas delas apresentavam também deficiências em micronutrientes, pois possuíam uma dieta de baixa qualidade.

É importante lembrar que a nutrição adequada, recomendada pelo nutricionista, é fundamental para atender as necessidades nutricionais da criança. A influência da alimentação é ainda maior nos primeiros 1000 dias, pois os hábitos adquiridos nesse período estimulam o desenvolvimento saudável e podem ser levados para toda a vida. O profissional poderá recomendar uma dieta saudável e balanceada, sem faltas ou excessos para o pequeno. Assim, ele poderá desenvolver toda a sua capacidade intelectual e produtiva.

Bibliografia: Carvalho CA. Consumo alimentar e adequação nutricional em crianças brasileiras: revisão sistemática. Rev. Paul. Pediatr. 2015; 33(2):211-221.

NutriçãoQual a importância do ácido fólico durante a gestação?

Qual a importância do ácido fólico durante a gestação?

Entenda o papel desse nutriente para o desenvolvimento saudável do bebê ainda na barriga Quando se fala em gravidez, alguns nutrientes são prontamente recomendados para uma gestação saudável. Entre eles, o ácido fólico tem papel de destaque para a saúde do bebê. Mas o que leva esse nutriente a ser tão importante para esse período? Segundo uma revisão realizada na Universidade

 Viena, na Áustria, a recomendação está ligada a importância dessa vitamina no desenvolvimento da criança, principalmente nos primeiros meses de gestação.

O ácido fólico ajuda a evitar problemas de má-formação fetal. Ele atua na prevenção de defeitos no tubo neural (DTN), uma estrutura embrionária que dá origem ao cérebro e à medula espinhal do bebê ainda nas primeiras semanas de gravidez.

A importância desse nutriente é tão grande que ele chega a ser recomendado antes mesmo da concepção. Os médicos indicam a suplementação do ácido fólico ainda no período de planejamento. Procure a orientação de um profissional de saúde para receber as recomendações adequadas de consumo desse nutriente.

Bibliografia: Elmadfa I, Meyer AL. Vitamins for the first 1000 days: preparing for life. Austria. Int. J. Vitam. Nutr. Res. 2012; 82(5): 342-47.

NutriçãoComo é o consumo alimentar de crianças nos primeiros anos de vida no Brasil?

Como é o consumo alimentar de crianças nos primeiros anos de vida no Brasil?

Revisão realizada sobre a nutrição infantil brasileira mostra que é preciso manter a atenção ao consumo de vitaminas e minerais na primeira infância Você sabia que a alimentação é um dos fatores que influenciam o crescimento saudável de seu filho? A nutrição adequada e balanceada é essencial principalmente nos 2 primeiros anos de vida, quando o bebê passa por um rápido e intenso desenvolvimento. Mas como está o consumo alimentar das crianças brasileiras?Uma revisão realizada na Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, analisou 16 estudos publicados entre 2003 e 2013 sobre o consumo alimentar de crianças brasileiras entre 6 meses e 5 anos. O que os pesquisadores apontam é que a ingestão de micronutrientes é inadequada na dieta infantil, se apresentando como um problema de saúde pública no país.

Abaixo, veja alguns dos micronutrientes mais citados e entenda os papéis que exercem no desenvolvimento e no crescimento de seu filho:

Ferro
Tem ação no crescimento físico adequado da criança. Além disso, esse micronutriente atua no desenvolvimento das habilidades cognitivas e no rendimento intelectual.

Zinco
O zinco desempenha uma importante função tanto no crescimento quanto no sistema imunológico

Vitamina A
Essa vitamina também desempenha uma função fundamental para a imunidade da criança. Ela auxilia na produção de células que atuam na defesa do corpo contra infecções. A vitamina A ainda age no desenvolvimento da visão de seu filho.

Segundo o artigo, a ingestão adequada desses micronutrientes é essencial para a saúde de seu filho, principalmente nessa fase em que ele está desenvolvendo seu sistema imunológico e suas habilidades físicas e cognitivas.

É importante lembrar também que a nutrição de seu filho começa ainda na barriga. Após o nascimento, a criança recebe os nutrientes necessários para seu desenvolvimento através do leite materno e, futuramente, dos alimentos oferecidos pelos pais. Por isso, é necessário procurar a orientação de um médico e/ou nutricionista para garantir uma dieta adequada e rica em micronutrientes para mãe e bebê.

Bibliografia: Carvalho CA. Consumo alimentar e adequação nutricional em crianças brasileiras: revisão sistemática. Rev. Paul. Pediatr. 2015; 33(2):211-221.

NutriçãoQuais vitaminas são importantes para os primeiros 1000 dias de seu filho?

Quais vitaminas são importantes para os primeiros 1000 dias de seu filho?

Descubra qual o papel das vitaminas no desenvolvimento da criança desde a gestação até os primeiros anos de vida Uma nutrição adequada é um dos fatores importantes para o desenvolvimento e o crescimento da criança nos primeiros 1000 dias de vida. Mas você sabe o que são vitaminas e por que elas são essenciais em uma alimentação saudável e balanceada? Vitaminas são micronutrientes encontrados em diversos alimentos que possuem papel de destaque em diversas funções do corpo humano, como a manutenção do sistema imunológico e da visão. Nos primeiros anos de vida, elas também são necessárias para o desenvolvimento físico e cerebral da criança.

Descubra duas vitaminas importantes nos primeiros 1000 dias, com base em uma revisão realizada na Universidade de Viena, na Áustria:

 

Vitamina A

Está relacionada ao desenvolvimento da visão e ao adequado crescimento e desenvolvimento físico. Ela também possui papel nas funções imunológicas, ajudando a reduzir o risco de infecções intestinais e respiratórias.

Vitamina D

A vitamina D tem ação plenamente reconhecida na saúde óssea de crianças e adultos, uma vez que, em associação com o cálcio, favorece o fortalecimento dos ossos e dentes. Essa ação acontece principalmente durante os primeiros anos de vida da criança, quando a velocidade de crescimento é muito elevada. Recentemente, descobriu-se também que essa vitamina auxilia o sistema imunológico.

De acordo com o artigo, a importância dessas vitaminas vai muito além dos primeiros anos da criança. Uma nutrição adequada tem grande papel na promoção da saúde, do crescimento e do desenvolvimento e, quando iniciada ainda na infância, ajuda a estabelecer as bases de uma vida saudável na fase adulta.

É importante lembrar que as recomendações nutricionais são diferentes em cada fase. Por isso, procure sempre a orientação de seu médico e/ou nutricionista para garantir a dieta balanceada da criança.

Bibliografia: Elmadfa I, Meyer AL. Vitamins for the first 1000 days: preparing for life. Austria. Int. J. Vitam. Nutr. Res. 2012; 82(5): 342-47.

NutriçãoIncluir peixes na dieta durante a gravidez traz benefícios ao bebê

Incluir peixes na dieta durante a gravidez traz benefícios ao bebê

Você já ouviu falar em DHA? Trata-se de uma gordura da mesma família do Ômega-3, encontrada em peixes como salmão, sardinha, atum, cavala e arenque.Um nutriente extremamente necessário para a formação do sistema nervoso e visual da criança, e essencial durante a gravidez. É esta a conclusão do I Consenso da Associação Brasileira de Nutrologia sobre os benefícios do consumo de DHA em três diferentes momentos da vida: gestação, lactação e infância, publicado recentemente.

Segundo os especialistas, grávidas devem ter uma alimentação balanceada e que contenha este tipo de gordura. Ela é transportada para o bebê através da placenta e ajuda no crescimento e desenvolvimento do feto.
O nutriente é importante ainda para o aumento de peso, para a coordenação e para a imunidade do recém-nascido.
Como se trata de uma gordura com tamanha importância para o bebê, a dica dos especialistas é ter cuidado com a nutrição, principalmente no último trimestre da gestação. Por isso, o acompanhamento com o médico e nutricionista é fundamental.

Bibliografia: I Consenso da Associação Brasileira de Nutrologia sobre recomendações de DHA durante gestação, lactação e infância. International Journal of Nutrology. 2014, 7(3): 1-13.

Fonte: http:// www.primeiros1000dias.com.br