VAI PAGAR MICO ?

VAI PAGAR MICO ?

Todos nós valorizamos a prática da higiene bucal para a saúde e o bem estar das pessoas. Sem dúvida, essa é a função principal das nossas escovas e dos recursos de higiene bucal que conhecemos.

Apesar disso é importante relembrar que a escovação após as refeições, além de auxiliar a promover a saúde, pode prevenir situações de constrangimento, como um pedaço de alface ou resto de milho preso entre os dentes.

Esse “adereço indesejado”pode ficar visível para qualquer um que conversar ou observar o sorriso daquele “comilão” que esqueceu a escova em casa.

Para evitar micos, como o da bruxa que foi capaz de assustar o nosso herói dessa história infantil, é recomendável carregar uma escova para auxiliar tanto na estética, como na saúde após a refeição.

Lembre-se dessa dica para não pagar o “mico da bruxa” !!

By Tepe

GENGIVAS E RINS – MAIS UMA LIGAÇÃO PERIGOSA EM PAUTA.

GENGIVAS E RINS - MAIS UMA LIGAÇÃO PERIGOSA EM PAUTA.

As doenças bucais, em especial as que acometem as gengivas, conhecidas por doenças periodontais, podem repercutir no agravamento de situações renais graves, caso de pacientes sob hemodiálise, influenciando seu risco deevolução indesejada para essa delicada situação.

Atualmente esse é um dos novos e importantes tópicos debatidos na Medicina Periodontal. Atualização científica é a chave para entender todo o mecanismo que liga uma condição a outra.

Recomendamos a leitura de mais um texto científico que exemplifica o quanto essa relação é potencialmente valiosa e a necessidade de mais estudos sobre o tema.

Na outra ponta, fica claro que pacientes crônicos renais, devem valorizar a visita regular ao dentista e os cuidados com a melhor higiene bucal para vetar complicações oriundas dessa fonte da cavidade bucal.

Para saber mais do tema, recomendo a leitura abaixo:

http://www.scielo.br/pdf/ramb/v51n5/a21v51n5.pdf

via tepe

Como devo realizar a higiene bucal do meu filho?

O uso racional de creme dental na infância

Como devo realizar a higiene bucal do meu filho?
O modo de higienização bucal dependerá da idade do seu filho. No recém-nascido, a limpeza deve ser realizada com uma gaze ou fralda embebida de água filtrada, a fim de remover os resíduos do leite. Com o surgimento dos primeiros dentes, deve-se utilizar uma escova dental infantil sem creme dental ou pasta dental sem flúor.

Qual o creme dental que se deve usar?
A pasta de dente com flúor (vide na embalagem do produto) só poderá ser utilizada quando a criança souber cuspir completamente o seu excesso, ou seja, por volta dos três ou quatro anos de idade. Antes disso, só a pasta sem flúor.
Qual a quantidade de pasta que deve ser colocada na escova?
Embora, hoje, na mídia, a publicidade dos cremes dentais orientem, erroneamente, o modo de colocação da pasta no sentido logitudinal .O ideal é o uso da técnica transversal, ou seja, a quantidade de um grão de ervilha . Além disso, recomenda-se manter as pastas fora do alcance das crianças e a supervisão dos responsáveis durante a escovação dos filhos, pois as pastas comercializadas, atualmente, contêm sabores atrativos às crianças, estimulando a sua ingestão.

Qual a ação do flúor nos dentes?
O flúor é utilizado como agente terapêutico na prevenção da cárie dentária; graças ao seu uso, houve um declínio na prevalência da doença cárie. Porém, com a ingestão de flúor em excesso, vem-se aumentando, significativamente, a fluorose.

O que é a fluorose? Como ela se manifesta?
A fluorose dentária é um defeito qualitativo do esmalte dental, devido ao aumento da ingestão de flúor durante a fase de formação dos dentes. Com a ampla distribuição e consumo de flúor, através de várias fontes, como água, sal, sucos, refrigerantes, cereais matinais, salgadinhos, vitaminas e medicamentos com flúor, pasta dental, bochechos e aplicação tópica de flúor, surge também a grande preocupação da alta ingestão de concentração de flúor, durante a formação dos dentes, o que acarreta a fluorose. Esta pode se manifestar desde seu grau mais leve, em linhas ou manchas brancas até um grau mais avançado, em que ocorrem manchas amarronzadas e a perda de porções de esmalte dental.

Que tipo de flúor o meu filho deve utilizar?
O cirurgião-dentista analisará criteriosa e individualmente as fontes de ingestão de flúor e o risco da doença cárie, podendo, assim, orientar ao responsável o método mais seguro e racional do flúor para a prevenção da cárie e da fluorose dentária.

Fonte: APCD

No que consiste o tratamento de canal?

O tratamento endodôntico consiste na remoção do
tecido pulpar(popularmente conhecido como “nervo”)
infl amado ou infeccionado geralmente devido à cáries
ou traumas. Após a remoção da polpa os canais são limpos,
alargados, desinfectados e obturados (preenchidos).

Quais os benefícios do tratamento de canal?
O tratamento de canal salva dentes que de outra
maneira teriam que ser extraídos. Apesar da polpa ter sido removida, o dente permanece vital em relação aos tecidos que o circundam, isto é, ao osso e tecido gengival.
O dente com canal tratado não é um dente morto.

Quantas consultas são necessárias?
O tratamento pode ser na maioria das vezes realizado
em sessão única. Somente os casos mais complicados
necessitarão de mais sessões.

O tratamento de canal é dolorido?
A associação de dor durante o tratamento de canal
faz parte do passado. Atualmente o tratamento endodôntico
é realizado com ausência de dor. Ao contrário,
a endodontia frequentemente alivia estados dolorosos
presentes antes da intervenção.

O que fazer após o término do tratamento?
O endodontista limita sua prática ao tratamento
endodôntico, portanto é necessário retornar ao seu
dentista o mais breve possível para a restauração fi nal
do dente. Evitando assim a recontaminação do canal
tratado por bactérias presentes na saliva.

Meu dente vai fi car escuro após o tratamento endodôntico?
Não. O escurecimento dental esta relacionado a
uma inadequada limpeza do dente durante a fase de
acesso e preparo dos canais. Além do uso de cimentos,
que possuíam medicamentos em sua composição,
eram os causadores deste escurecimento. Porém nos
dias atuais a maioria destes materiais com esta composição já não são utilizados.

O tratamento de canal deixa o meu dente mais fraco?
Não. O que ocorre muitas vezes é que o dente
indicado para tratamento endodôntico apresentase
com paredes fragilizadas ou pouca estrutura
dental. A fragilidade do dente esta relacionada ao
remanescente de estrutura dental e a uma adequada
escolha de material e tipo de procedimento restaurador à ser realizado.

Meu dente não dói, mas o dentista falou que precisa tratar o canal porque tem lesão! O que é lesão?
A lesão é uma resposta patológica à um canal contaminado por bactérias, que resulta na destruição de osso e formação de uma imagem radiolúcida(preta) que aparece no final de uma raiz e pode ser visualizada através de uma radiografia. No caso de lesão sem dor, o dente apresenta-se em um quadro crônico,porém por alguma razão que leve ao desequilíbrio do sistema imunológico, este quadro tornar-se agudo e irá gerar muita dor, além da possibilidade de formação de edema e inchaço da face caso não receba nenhum tratamento. A terapia endodôntica é realizada para fazer a descontaminação do dente, remover o agente
agressor e permitir que o organismo tenha condições
de reparar a lesão, voltando a formar tecido ósseo na
área patológica. Dentes nesta situação necessitam de
controle clínico e radiográfico para o acompanhamento do processo de cicatrização.

Fonte APCD

Sensibilidade dentinária.Porque ocorre?

Sensibilidade dentinária.Porque ocorre?

Beber algo quente dói, tomar sorvete nem pensar e até alimentos mais ácidos não são tolerados por pessoas com dentes sensíveis. Segundo um estudo desenvolvido na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, o problema atinge uma em cada oito pessoas.

Na maioria das vezes, ocorre desgaste do esmalte do dente. Dessa forma, prolongamentos nervosos ficam expostos e causam a sensação de choque quando algum alimento frio, quente, ácido, e até mesmo adocicado, é ingerido.

Um dos problemas associados à sensibilidade dentinária é a retração gengival. Normalmente, o modo de escovação ou a escova usada podem causar o trauma na gengiva que faz com que ela se retraia e deixe a dentina exposta. A negligência de higiene bucal, o mau alinhamento dentário, a mordida traumatizante (oclusão) e alguns hábitos viciosos como o de ranger dos dentes (bruxismo), podem cooperar com o surgimento e desenvolvimento de retrações das gengivas.

Outra consequência da retração da gengiva pode ser o mau hálito. Isso porque a condição favorece o acúmulo de depósitos de bactérias e restos alimentares, pois exige técnica e atenção diferenciada na prática da higiene bucal.

Para tratar a retração gengival é preciso procurar um dentista para saber em qual estágio está o problema. Em alguns casos é possível corrigir cirurgicamente.

Previna-se com sete passos

1- Seja eficaz na higiene bucal
2- Não escove os dentes com força exagerada
3- Corrija mordida e alinhamento dos dentes
4- Evitar hábitos nocivos como palitar dentes ou usar o fio dental de forma inadequada
5- Evite escovas de cerdas duras ou emborrachadas, prefira as cerdas ultra macias
6- Visite o dentista no mínimo semestralmente
7- Consuma alimentos ricos em fibras e nutrientes e desprovidos de açúcar refinado em excesso

fonte :Terra

Orientações sobre o uso da Chupeta

Orientações sobre o uso da Chupeta

Uso de chupeta

Meu filho pode usar chupeta?

O uso de chupetas, também chamado hábito de sucção não nutritiva, é aceitável
em bebês e crianças de tenra idade. Portanto, este hábito nos primeiros anos de
vida não é considerado ruim. Geralmente está associado à necessidade de
satisfação afetiva e de segurança, que pode ser atendida com a prática do
aleitamento materno. Existem, inclusive, evidências científicas de que crianças
amamentadas no peito por pelo menos seis meses estão menos propensas a
desenvolverem hábitos de sucção não nutritiva, incluindo-se a sucção de chupetas
que é o mais prevalente. No entanto, nos casos em que a amamentação natural
não pode ser realizada e mesmo com a oferta do aleitamento materno, as
necessidades de sucção da criança não estejam satisfeitas, o uso do bico é
recomendado.

Até que idade ele pode fazer uso da chupeta?
A Associação Brasileira de Odontopediatria1 e o Ministério da Saúde2 recomendam
que a idade de 3 anos seja a época limite para a eliminação do uso de chupeta na
vida da criança. Entretanto reconhecem que o ideal seria remover gradualmente
este hábito até a idade de 2 anos, pois existe a chance de auto-correção de
possíveis desarmonias nas arcadas dentárias, em conseqüência do mesmo.

O que o uso prolongado pode causar?
O hábito de sucção de chupeta, quando prolongado além do limite recomendado,
pode promover força nos dentes e nas estruturas que os envolvem. A deformidade
será maior ou menor dependendo da frequência (quantas vezes e quanto tempo a
criança suga por dia), intensidade (força usada para sugar) e duração do hábito
(quantos meses ou anos de sucção). Com isso, podem ser observadas alterações
de mordida, como por exemplo, a mordida aberta e ou mordida cruzada posterior.

Quais as condutas para minimizar a instalação de alterações nas arcadas
dentárias?

Na faixa etária considerada aceitável para o uso da chupeta, recomenda-se que ela
não seja disponibilizada o tempo todo. Há situações, inclusive, em que vemos a
chupeta pendurada no pescocinho da criança, tornando mais fácil seu acesso em
qualquer momento, o que está contra-indicado. É importante que os pais e
responsáveis fiquem atentos à demanda da criança, sem se antecipar a ela, ou
seja, não ofertá-la a menos que a criança solicite, nos momentos de sono ou de
tensão emocional, exatamente para atender as necessidades de consolo, aconchego
e acalanto. Tão logo esta necessidade seja satisfeita, a chupeta deve ser removida.
Se a criança estiver dormindo, retirar de sua boca, se ela não apresentar
resistência. Se estiver acordada, passado o choro, distrair a criança e guardar a
chupeta, tirando-a do seu campo de visão.
A Associação Brasileira de Odontopediatria, em sintonia com o Ministério da Saúde
reconhece que uma forma importante de prevenção do uso prolongado da chupeta
é o incentivo ao aleitamento materno feito com exclusividade nos seis primeiros
meses de vida. Se a criança expressar que este aleitamento não foi suficiente para
satisfazer suas necessidades de sucção, a chupeta então deverá ser utilizada
racionalmente, não sendo oferecida a qualquer sinal de desconforto, como relatado
acima. A chupeta deve ser utilizada como complementar à sucção, na fase em que
o bebê necessita deste exercício funcional.

Como eliminar este hábito?
O importante a ser ressaltado é que o uso de medidas não traumáticas para a
remoção do hábito de sucção não nutritiva é fundamental, uma vez que envolve
questões emocionais. Isto exige a avaliação da melhor maneira e o melhor
momento para a remoção do hábito. Para tanto, a Associação Brasileira de
Odontopediatria enfatiza a importância de que a consulta ao Odontopediatra se dê
o mais cedo possível, ou seja, no primeiro ano de vida. Isto porque, dentre tantas
vantagens, favorece o recebimento pelos pais, de orientações para ajudá-los a
interromper os hábitos de sucção não nutritiva de seus filhos até no máximo aos 36
meses de idade.

Como fazer a higienização das chupetas?
As chupetas devem ser higienizadas diariamente.Leia nosso Post sobre higienização de chupetas aqui em nosso Blog.
Um ponto importante é que, de um modo geral, a troca da chupeta deve ser
efetuada assim que sejam observados sinais de que o bico da chupeta está
danificado.

Como escolher o tipo de chupeta?
Ao comprar uma chupeta, é importante que os responsáveis verificarem as
orientações nas embalagens, uma vez que existe a especificação do tamanho para
cada faixa etária. O formato de chupeta recomendado é o ortodôntico e o material
ideal é o silicone, pois o látex favorece maior retenção de bactérias.
__________________________________________________________________
1. Serra-Negra JC, Dadalto ECV. Hábitos bucais deletéreis. In: Associação
Brasileira de Odontopediatria. Manual de Referências para Procedimentos Clínicos
em Odontopediatra, 2009. p. 394-9. www.abodontopediatria.org.br
2. Departamento de Atenção Básica. Secretaria de Atenção Básica. Ministério
da Saúde. Caderno de Atenção Básica n°17, 92p. Brasília. 2006

Existem muitos tipos de chupetas à venda : Diferentes, engraçadas, sofisticadas.Postaremos várias orientações sobre a forma de utilizá-la e quando ela deve ser excluída .Abaixo falaremos sobre sua higienização.

Existem muitos tipos de chupetas à venda : Diferentes, engraçadas, sofisticadas.Postaremos várias orientações sobre a forma de utilizá-la e quando ela deve ser excluída .Abaixo falaremos sobre sua higienização.

Como desinfetar chupetas?

As chupetas apresentam-se contaminadas por microrganismos?

O uso da chupeta pode apresentar efeitos negativos sobre a dentição, a fala e, possivelmente, contribuir para o desmame precoce. Entretanto, os pesquisadores têm se preocupado apenas com os efeitos da sucção não-nutritiva, particularmente em relação ao complexo orofacial e à satisfação psicoemocional da criança, sendo poucos os estudos direcionados à avaliação da contaminação microbiana das chupetas. Pesquisas sugerem que a utilização da chupeta se constitui em um meio efetivo para o transporte dos inúmeros microrganismos, patogênicos ou não, existentes na cavidade oral, os quais podem ocasionar o desenvolvimento de otite média, candidose, lesões de cárie, diarréia e parasitoses intestinais por contaminação fecal, entre outros. Até o momento, o microrganismo mais estudado como contaminante das chupetas é a Candida albicans, por ser o agente etiológico da candidíase, uma doença infecciosa comum na infância. No entanto, sabe-se que outros microrganismos como lactobacilos e estreptococos do grupo mutans também podem colonizar o látex ou o silicone do bico das chupetas . Apesar disso, as chupetas, na maior parte das vezes, não são desinfectadas após sua utilização, sendo apenas enxaguadas e secas.

Qual a importância da desinfecção das chupetas?

A utilização de agentes químicos ou físicos para a desinfecção das chupetas faz-se necessária para evitar que esses objetos de uso pessoal e rotineiro em idades precoces se tornem veículos para a transmissão ou reinoculação de microrganismos em crianças.

As embalagens das chupetas em geral contêm as seguintes instruções: ferver a chupeta antes de usar e guardar em local seco e fechado; não colocar laços ou fitas para prender a chupeta no pescoço, devido ao risco de estrangulamento; examinar a chupeta regularmente, jogando-a fora quando estiver danificada; e não mergulhar a chupeta em substâncias doces, para prevenção do desenvolvimento de lesões de cárie. Ao nosso ver, um protocolo eficaz para a desinfecção, de fácil execução, deveria também ser incluído nas instruções das embalagens, a fim de instruir os responsáveis sobre a utilização das chupetas por seus filhos.

Como deve ser efetuada a desinfecção das chupetas após sua utilização?

As chupetas devem ser desinfetadas antes da primeira utilização e, pelo menos 1 vez ao dia, após o seu uso. Para esse procedimento, a opção mais prática e eficaz é lavar a chupeta após o uso, remover o excesso de água e borrifar um antimicrobiano, o gluconato de clorexidina a 0,12%, acondicionado em um frasco spray (adquirido em farmácias de manipulação), em toda a superfície do látex ou silicone do bico . Em seguida, a chupeta pode ser guardada no local de costume. Antes que a criança utilize novamente a chupeta, essa deverá ser lavada em água corrente. Como alternativa, sugerimos aos pais ou responsáveis submeter as chupetas, diariamente, à fervura em água por 15 minutos.

Via APCD