Arquivo da categoria: Orientações

Existem muitos tipos de chupetas à venda : Diferentes, engraçadas, sofisticadas.Postaremos várias orientações sobre a forma de utilizá-la e quando ela deve ser excluída .Abaixo falaremos sobre sua higienização.

Existem muitos tipos de chupetas à venda : Diferentes, engraçadas, sofisticadas.Postaremos várias orientações sobre a forma de utilizá-la e quando ela deve ser excluída .Abaixo falaremos sobre sua higienização.

Como desinfetar chupetas?

As chupetas apresentam-se contaminadas por microrganismos?

O uso da chupeta pode apresentar efeitos negativos sobre a dentição, a fala e, possivelmente, contribuir para o desmame precoce. Entretanto, os pesquisadores têm se preocupado apenas com os efeitos da sucção não-nutritiva, particularmente em relação ao complexo orofacial e à satisfação psicoemocional da criança, sendo poucos os estudos direcionados à avaliação da contaminação microbiana das chupetas. Pesquisas sugerem que a utilização da chupeta se constitui em um meio efetivo para o transporte dos inúmeros microrganismos, patogênicos ou não, existentes na cavidade oral, os quais podem ocasionar o desenvolvimento de otite média, candidose, lesões de cárie, diarréia e parasitoses intestinais por contaminação fecal, entre outros. Até o momento, o microrganismo mais estudado como contaminante das chupetas é a Candida albicans, por ser o agente etiológico da candidíase, uma doença infecciosa comum na infância. No entanto, sabe-se que outros microrganismos como lactobacilos e estreptococos do grupo mutans também podem colonizar o látex ou o silicone do bico das chupetas . Apesar disso, as chupetas, na maior parte das vezes, não são desinfectadas após sua utilização, sendo apenas enxaguadas e secas.

Qual a importância da desinfecção das chupetas?

A utilização de agentes químicos ou físicos para a desinfecção das chupetas faz-se necessária para evitar que esses objetos de uso pessoal e rotineiro em idades precoces se tornem veículos para a transmissão ou reinoculação de microrganismos em crianças.

As embalagens das chupetas em geral contêm as seguintes instruções: ferver a chupeta antes de usar e guardar em local seco e fechado; não colocar laços ou fitas para prender a chupeta no pescoço, devido ao risco de estrangulamento; examinar a chupeta regularmente, jogando-a fora quando estiver danificada; e não mergulhar a chupeta em substâncias doces, para prevenção do desenvolvimento de lesões de cárie. Ao nosso ver, um protocolo eficaz para a desinfecção, de fácil execução, deveria também ser incluído nas instruções das embalagens, a fim de instruir os responsáveis sobre a utilização das chupetas por seus filhos.

Como deve ser efetuada a desinfecção das chupetas após sua utilização?

As chupetas devem ser desinfetadas antes da primeira utilização e, pelo menos 1 vez ao dia, após o seu uso. Para esse procedimento, a opção mais prática e eficaz é lavar a chupeta após o uso, remover o excesso de água e borrifar um antimicrobiano, o gluconato de clorexidina a 0,12%, acondicionado em um frasco spray (adquirido em farmácias de manipulação), em toda a superfície do látex ou silicone do bico . Em seguida, a chupeta pode ser guardada no local de costume. Antes que a criança utilize novamente a chupeta, essa deverá ser lavada em água corrente. Como alternativa, sugerimos aos pais ou responsáveis submeter as chupetas, diariamente, à fervura em água por 15 minutos.

Via APCD

Limpador Lingual é um grande parceiro para a saúde bucal.

Limpador Lingual é um grande parceiro para a saúde bucal .

Apesar de visto como artigo de luxo ou complemento dispensável para a higiene da boca, especialmente pelos menos informados sobre a saúde bucal, uma série de estudos científicos mostram a maior capacidade dos limpadores linguais para diminuir a quantidade de bactérias, leveduras e outros microorganismos da boca. Tudo o que fica depositado sobre a lingua, acaba retido e/ou engolido pelas pessoas, podendo gerar graves transtornos e malefícios ao nosso hálito e a nossa saúde com o passar do tempo.

Para conhecer um pouco mais sobre a capacidade desse valioso recurso, recomendo a leitura do artigo no link a seguir: http://rou.hostcentral.com.br/PDF/v38n2a05.pdf

O que fazer se um dente cair em virtude de um acidente?

O que fazer se um dente cair em virtude de um acidente?

Uma pergunta recorrente no nosso meio é, o que devemos fazer se uma criança ou mesmo adulto bate a boca e quebra um dente ou chega ao ponto de perdê-lo por inteiro ?

Via TePe

Nossos colegas do “Profissão Dentista”, outro bom blog do segmento, elaboraram esta boa cartilha de orientação que visa educar e ajudar as pessoas a conhecerem as condutas nesses casos

Higiene bucal previne isso…

Higiene bucal previne isso...

Vejam as figuras acima !!

Uma sequência de imagens que demostra a ocorrência de doenças das gengivas pela falta de higiene bucal, chegando a perda de tecidos e muitas vezes, dos dentes.

Escovação adequada e uso constante de fio dental ou escovas interdentais são a fórmula perfeita para a obtenção da saúde bucal; Só eles removem o vilão que causa esse tipo de doença, a placa bacteriana ou biofilme, como preferir…
Vejam também em nosso blog nossa publicação sobre as escovas interdentais e a forma de utiliza-las .

DOENÇAS TRANSMITIDAS PELO BEIJO NA BOCA

DOENÇAS TRANSMITIDAS PELO BEIJO NA BOCA

Cuidados com a boca, bons hábitos de higiene e de cuidados pessoais. Você já deve ter escutado muitas informações sobre o beijo e suas relações de risco para a transmissão ou contágio por doenças e sempre se pergunta, que de fato é efetivo para a prevenção das doenças do beijo?

Neste dia do beijo, aonde celebramos o carinho e os bons fluídos por trás desse ato, reiteramos um alerta do Hospital Israelita Albert Einstein de São Paulo que pode auxiliar a compreensão do que podemos fazer para tornar o prazer seguro.
Assista ao vídeo abaixo:

Via TEPE

A higiene entre dentes é indispensável e ficou fácil ! Mãos a obra…

Esse vídeo produzido pela TePe, mostra a simplicidade e técnica requerida para a prática da higiene dos vãos dos dentes, utilizando as escovas interdentais, nitidamente eficazes quando comparadas ao fio dental, conforme aponta a literatura científica mundial.

Essa é mais uma valiosa dica para que as pessoas lembrem de limpar os vãos dos dentes, geralmente as áreas mais esquecidas e por onde começam a maioria das doenças bucais, caso das cáries e das gengivites.

Em um mundo aonde se busca eficácia e simplicidade na execução de tarefas, essa é uma oportunidade valiosa para a preservação da sua saúde e para a realização da higiene dos espaços ” mais esquecidos” da sua boca.

Saiba mais sobre Endocardite bacteriana .Informe-se aqui.

Endocardite bacteriana mata.Informe-se aqui.

Endocardite bacteriana mata
A endocardite bacteriana mata e pode surgir de uma simples dor de dente. Seguindo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), a doença é responsável por uma alta morbidade e por significativas taxas de mortalidade. Em torno de 20% dos doentes não sobrevivem. Porém, quando a endocardite bacteriana tem foco dentário ela chega a ser responsável por cerca de 10% dos casos de morte, de vítimas de doenças no coração, em todo o mundo.

Para quem ainda não conhece, a endocardite é o nome dado às afecções, infecciosas ou não, do endocárdio, camada interna do coração da qual fazem parte as válvulas cardíacas. O comprometimento da saúde bucal está diretamente associado à endocardite infecciosa. A doença afeta o coração com rapidez e pode comprometer as funções vitais, exigindo uma internação prolongada. Em 6 de novembro deste ano o atleta norte-americano Laurence Young, Ala-armador da Internacional/Santos, aos 30 anos, morreu em um hospital do Litoral Norte Paulista vítima de uma endocardite bacteriana de origem em uma infecção bucal. O Incor, que é um centro de referência na doença, registra a cada mês dez a doze pacientes com endocardite. Cerca de 40% destes casos têm origem bucal e são descobertos tanto por infecções espontâneas, resultantes de dentes ou gengivas em mau estado, quanto pela manipulação de área infectada para trata mento odontológico. Nestes casos, o que provoca a doença é a bactéria Streptococcus viridans, que habita normalmente a boca, sem provocar qualquer dano. Mas, ao entrar na circulação, esta bactéria vai parar no coração e pode provocar a endocardite.

Fique atento: A boca é a maior cavidade do corpo em contato com o mundo exterior. Porta de entrada do tubo digestivo e auxiliar da respiração. Por suas características e funções, a boca é um ninho de bactérias. Em apenas um mililitro de saliva pululam 150 milhões de bactérias. Quando o equilíbrio entre essas bactérias se quebra podem surgir o que dentistas e médicos chamam de doenças periodontais (gengivite e periodontite), inflamações na gengiva ou no tecido que une os dentes ao osso. Em suas formas mais graves, elas contribuem para o desenvolvimento de distúrbios cardíacos. De cada dez brasileiros, nove sofrem em algum grau desse tipo de afecção. Na maioria dos casos, ela decorre de uma higiene bucal inadequada e da falta de visitas periódicas ao dentista.

As implicações da gengivite e da periodontite seguem basicamente o seguinte caminho: inflamados, os tecidos se tornam irritáveis e sangram durante a mastigação, pela ação da escova de dentes ou do fio dental. Essa hemorragia, por sua vez, possibilita que os micróbios que desencadearam o processo entrem na corrente sanguínea e cheguem a outras partes do organismo. É relativamente fácil que isso aconteça porque a gengiva e o periodonto têm irrigação sanguínea abundante. Por este motivo, a endocardite bacteriana está mais presentes em vítimas de doença periodontal. Para evitar esse mal as sociedades americanas de cardiologia e odontologia estabelecem que, antes de se submeter a uma cirurgia na boca, todo paciente propenso a ter uma endocardite bacteriana deve tomar, uma hora antes, uma dose de antibióticos. O objetivo é evitar os riscos de infecção durante a operação.

Box

– 90% dos brasileiros sofrem de algum grau de doença periodontal, inflamações na gengiva ou no tecido que une o dente ao osso
– 1 mililitro de saliva contém 150 milhões de bactérias
– 1 grama de placa bacteriana abriga 100 bilhões de micróbios
– O risco de problemas cardíacos é 25% maior entre pacientes com doença periodontal

Causa

A causa da endocardite bacteriana é a presença de agentes infecciosos no sangue, que pode decorrer de uma atividade normal, como espremer uma espinha ou escovar os dentes, o diagnóstico se faz por métodos de ecocardiografia, e pela demonstração de infecção sanguínea, através de hemocultura, a demonstração de bactérias livres no sangue.
Tratamento:
O tratamento visa controlar a infecção e a correção do fator que predispôs a endocardite. São longos tratamentos, com muitas semanas de internação hospitalar, com uso de um grande número de medicamentos, inclusive antibióticos, e muitas vezes necessitando de cirurgia cardíaca.

Sintomas

Febre de longa duração, suores noturnos persistentes, baço aumentado de volume, alterações cardíacas ou agravamento súbito de uma doença cardíaca previamente existente.

Matéria: Código BR
Imagem: odontoblogger

Escova interdental.Importante na sua higiene bucal.

Escova Interdental:
Uma grande aliada na limpeza das regiões entre os dentes. Muitos pacientes acham que ela serve apenas para ajudar na higienização de aparelhos fixos. Fique sabendo sobre as indicações, tipos, eficiência e sobre as principais marcas disponíveis no mercado.
Todo mundo sabe que os dentes tem vários dimensões e todas elas devem ser higienizadas, não é? A escova dental comum consegue limpar 2 faces dentais dos dentes da frente (a face da frente e a de trás) e 3 faces dos dentes do fundo ( a face frontal, a traseira e a face que a gente usa para morder os alimentos). E as faces entre um dente e outro? Se você usa apenas a escova comum, você está deixando de limpar quase 50 % da sua boca, sem exagero! É aí que o fio dental e a escova interdental entram em ação.
Para um melhor controle do biofilme (ou placa bacteriana), os métodos de higienização mecânicos são os mais eficientes. Métodos mecânicos, entenda-se: escova dental, fio dental, escova de tufo e escova interdental. Isso está mais do que provado em vários estudos e evidências científicas. Mas quando usar o fio dental e quando usar a escova interdental para uma melhor limpeza da boca?
Sabem quando a gente insere o fio dental entre os dentes e temos que fazer uma pequena pressão para ele entrar na região entre o dente e a gengiva? Nesse caso, os dentes estão juntinhos e um bem perto do outro. Essa é a verdadeira indicação do fio dental. Ele deve ser introduzido até ficar entre o dente e a gengiva e delicadamente esfregado para limpar a região.
E quando os dentes são separados? E quando tem uma perda dental que deixa um grande espaço? E quando o fio dental entra muito fácil, sem oferecer resistência? Opa, é aí que a escova interdental deve entrar em ação.
As escovas interdentais podem ser:
1) Cônicas – Indicadas para limpar entre os espaços dos aparelhos fixos e em espaços maiores entre os dentes.
2) Cilíndricas – Indicadas para qualquer espaço onde o fio dental esteja entrando folgado. Pergunte ao seu dentista sobre a necessidade de trocar o fio pelo escova interdental.
Elas também vêm em vários tamanhos diferentes. Quem gosta de dar uma explorada nas prateleiras de grandes farmácias, pode encontrar diferentes marcas desse tipo de escova. Os tamanhos geralmente são identificados por cores.
Qual marca escolher? Isso vai depender de sua adaptação com cada escova e quanto você está disposto a gastar com sua higiene bucal e sua saúde. Existem diversas marcas mas eu particularmente indico duas:
– TePe – Escovas de qualidade indiscutível, em vários tamanhos, inclusive extra-finas. Durabilidade excelente e empunhadura anatômica.Tecnologia sueca.
Curaprox – Marca suíça de muita qualidade. Desvantagem: Difícil de encontrar e por ser um produto importado, seu preço fica mais elevado que os outros.Já existem farmácias e telefones de sits que fazem a entrega.
Opiniões baseadas em minha experiência clínica de indicação das escovas interdentais. Não tenho vínculo com nenhuma das empresas acima

Finalmente, qual tamanho escolher? Usar as cônicas ou cilíndricas? Isso é papel do seu dentista. O melhor é analisar cada caso individualmente e indicar
corretamente o uso de fio dental e/ou escovas
interdentais.
Agradecimento a material cedido por Luiz Rodolfo da dicas odonto.

.

3Curtir · · Compartilhar