Notícias sobre Osteoporose

Boas e más notícias

As más notícias

A osteoporose ocorre mais nas mulheres depois da menopausa e nas pessoas idosas.

As fraturas provocadas pela osteoporose podem ocorrer em qualquer osso, mas são mais frequentes nas vértebras, nos quadris  e no punho.

A osteoporose é uma doença silenciosa, que durante muito tempo pode não dar sintomas. Por vezes as fraturas podem até acontecer sem que você saiba (por ex. as fraturas vertebrais).

boas-mas-noticiasAs boas notícias

Nunca é cedo demais para prevenir

A osteoporose pode ser prevenida. O objetivo é conseguir ossos fortes enquanto somos novos e perder pouco osso quando começamos a envelhecer.

O que fazer?
Ter um estilo de vida saudável, com alimentação rica em cálcio e vitamina D e praticando exercício físico regularmente.

Nunca é tarde demais para tratar

A osteoporose pode ser tratada. O principal objetivo é reduzir as fraturas.

Fonte: Associação Nacional contra a Osteoporose

Para que serve o cálcio?

Essencial para os ossos – Essencial para a vida

O cálcio é um dos mais importantes elementos do corpo humano: todas as células necessitam de cálcio para funcionarem correctamente.

No corpo humano o cálcio encontra-se em 3 locais:

no esqueleto, o “armazém” onde se encontra guardado 95% do cálcio nas células

no sangue, onde circula para as células e os orgãos que dele necessitam

O nosso corpo não consegue fabricar cálcio, por isso todo ele vem da alimentação (ou de suplementos).

Se faltar cálcio nas células ou no sangue o organismo vai buscá-lo ao armazém: o esqueleto.

Quando e em que quantidade?

O cálcio é um dos responsáveis pela força e resistência dos ossos nas várias etapas da vida:

na infância e na adolescência: fundamental para o crescimento do esqueleto
até aos 25-35 anos: importante para a obtenção do pico de massa óssea
a partir dos 35 anos: necessário para repor a perda de osso que se começa a verificar
na gravidez e na amamentação as necessidades são maiores: cálcio para a mãe e para o bebé
após a menopausa: com a falta de estrogéneos é necessário para evitar a perda rápida de osso
depois dos 65 anos: a absorção pelo intestino é pior, pelo que é necessário ingerir mais

Ingestão de cálcio recomendada em função da idade
População Ingestão de cálcio diária óptima (mg)
Lactentes:
Nasimento – 6 meses 400
6 meses – 10 anos 600
Crianças:
1 ano – 5 anos 800
6 anos – 10 anos 800 – 1200
Adolescentes – Adultos:
11 anos – 24 anos 1000
Mulheres:
25 anos – 50 anos 1000
Gravidez – aleitamento 1200 – 1500
— 50 anos – 60 anos (menopausa) —
Com THS 1000
Sem THS 1500
Depois dos 65 anos 1500
Homens:
25 anos – 65 anos 1000
Depois dos 65 anos 1500

 

O cálcio na alimentação

O leite e os seus derivados (p.ex. queijo, iogurte) são os alimentos mais ricos em cálcio da nossa alimentação.

Outros alimentos que também possuem uma grande quantidade de cálcio são os legumes verdes (p.ex. espinafres, brócules) e alguns cereais, frutos secos e peixes (principalmente os que podem ser comidos com espinhas).

O cálcio dos lacticínios é mais fácilmente absorvido pelo nosso organismo do que o cálcio de outros alimentos, pelo que o leite e derivados devem ser considerados os nossos principais fornecedores de cálcio.

Os vegetais verdes contêm oxalatos, um elemento que torna díficil a absorção do cálcio. O mesmo problema sucede com os cereais, por conterem fitatos. Mas atenção: isso não significa que os deva excluir da sua alimentação.

Fonte: Associação Nacional contra a Osteoporose

AMPLIE SUA SAÚDE: REDUZA O COLESTEROL

Controle da gordura em excesso pode reduzir ocorrência de problemas sérios

Quando existem casos de familiares próximos, como pais, irmãos e avós, com diagnóstico de colesterol elevado, histórico de infarto, ou mesmo morte súbita precoce, deve-se fazer a dosagem de colesterol regularmente. Mas mesmo tendo o elemento genético como principal, doenças como obesidade e diabetes, além de outros fatores, contribuem de maneira importante para a elevação dos lípides e, por isso, devem ser observados.

ATENÇÃO PARA OS EXCESSOS

A nutricionista Fernanda dos Santos Saccoletto, explica que alguns alimentos devem ser consumidos com cautela: bacon, chantilly, ovas de peixes, biscoitos amanteigados, doces, pele de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas com gordura, gemas de ovos, sorvetes cremosos, creme de leite, lagosta e embutidos, como salsichas, por exemplo.

“É importante evitar as preparações ricas em gorduras, como alimentos fritos por imersão ou empanados, e o consumo excessivo de alimentos industrializados”, orienta.

Proveniente de fontes alimentares, o colesterol também é produzido pelo fígado humano com a finalidade de sintetizar muitos de nossos hormônios.

Assim, de acordo com Dr. Bortolotto,cardiologista, o grande problema não está no colesterol, mas no excesso da substância no organismo.

“Quando em quantidades excessivas, o colesterol termina por penetrar na parede dos vasos, facilitando o surgimento de placas de aterosclerose. Ao obstruírem artérias coronárias, por exemplo, estas placas podem ocasionar infarto”, alerta o médico, lembrando também que, além de representar um dos principais fatores de risco para o surgimento de doenças cardiovasculares, quando associada à hipertensão arterial, pode causar severos danos aos vasos.

Por isso, o cardiologista reforça que dieta saudável, com baixo teor de gorduras saturadas e maior quantidade Controle da gordura em excesso pode reduzir ocorrência de problemas sérios Sem dúvida, o histórico familiar representa um indicador de extrema importância, mas, da mesma forma, indivíduos obesos, hipertensos, diabéticos e mulheres após a menopausa precisam, obrigatoriamente, realizar o acompanhamento de seus níveis de colesterol com frequência”, esclarece Dr. Bortolotto.

FIQUE LIGADO fibras e frutas, atividades físicas regulares, diminuição do peso e acompanhamento especializado para o tratamento tanto da hipertensão quanto do colesterol são fundamentais e precisam ser realizados de forma adequada.

FAÇA SUA PARTE NA LUTA CONTRA O COLESTEROL

Por Fernanda Dos Santos Saccoletto, nutricionista

Prefira carnes brancas (peixes e aves sem pele) e cortes magros de carne vermelhas, sempre grelhados, assados ou cozidos.

 Substitua leite e iogurte integrais pelos desnatados e diminua o consumo de queijos amarelos (dê preferência aos queijos magros, como ricota e queijo minas).

 Aumente a quantidade de fibras da dieta! Encontradas nos vegetais crus, frutas e nos cereais integrais, como aveia, linhaça, chia, arroz integral e granola, seu consumo diário diminui a absorção do colesterol.

 Na sobremesa, substitua doces por frutas.

 Controle seu peso corporal! Pessoas acima do peso têm mais chances de desenvolver problemas de colesterol.

 Procure consumir margarinas sem gordura trans e enriquecidas com fitosterois.

 Pratique atividade física com regularidade!

Dr. Luiz Aparecido Bortolotto REVISTA HAOC • EDIÇÃO 11 •

Obesidade infantil

Obesidade em criança

Obesidade em criança

Os números são alarmantes quando se fala em obesidade infantil. As dobrinhas que antes agradavam à família, hoje preocupam as autoridades mundiais em saúde. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) estima que o número de crianças obesas do Brasil cresceu 240% nas últimas duas décadas. O problema já é considerado epidemia mundial. A OMS calcula que, no mundo, uma em cada dez crianças está acima do peso.
Obesidade em criança Toda essa preocupação tem sentido. A obesidade acarreta uma série de problemas graves de saúde. Entre a lista de consequências dos quilos a mais estão o diabetes tipo II – até então encontrado só nos adultos -, a hipertensão, os altos índices de colesterol e a síndrome metabólica, que resulta de uma associação de fatores de risco que aumenta as chances de doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio.

As crianças são os reflexos dos pais e vão comer o que eles põem no prato
“A chance de uma criança obesa ser um adulto com o mesmo problema é enorme”, alerta a dra. Léa Diamant, endocrinologista da Clínica de Especialidades Pediátricas do Hospital Israelita Albert Einstein.

Segundo a médica, são raros os casos de problemas endocrinológicos nas crianças. “O aumento de peso na maioria das vezes vem da alimentação inadequada e da falta de atividade física”, afirma.

Bons exemplos em casa

O cardápio básico do brasileiro – composto de arroz, feijão, bife e salada – está ficando para trás. Hoje as opções são os pratos rápidos, comida congelada e, para quem tem ainda mais pressa, o chamado fast food.

Para Silvia Piovacari, coordenadora da Nutrição Clínica do Einstein, o bom exemplo de hábitos alimentares tem que vir de casa. As crianças são os reflexos dos pais e vão comer o que eles põem no prato. A recomendação é de que haja no prato, diariamente: verduras, frutas e legumes, no almoço e no jantar.

Não é preciso ser radical e abolir todas as guloseimas de que os pequenos tanto gostam. Os especialistas indicam o bom senso como a melhor alternativa. Doces, lanches e refrigerantes podem ser consumidos, mas com pouca freqüência e em quantidades limitadas.

A chance de uma criança obesa ser um adulto com o mesmo problema é enorme
“Os pais precisam fazer opções inteligentes quando o assunto é a alimentação dos pequenos e saber negociar com eles as guloseimas para ocasiões especiais. O importante é que elas não façam parte da rotina da criança”, explica a nutricionista.

Brincadeira saudável

Outro hábito que ajuda os pequenos a manter os ponteiros da balança lá em cima é a falta de atividade física. E engana-se quem acredita que uma aula de judô ou balé por semana pode ajudá-los a queimar toda a energia. Bom mesmo é brincadeira de criança.

“Eles precisam correr, pular, andar de bicicleta, patins e passar tardes brincando com outras crianças”, afirma a dra. Léa.

A ‘geração videogame’ é a grande candidata a formar uma legião de pessoas obesas – que preferem o computador a uma bola de futebol – e com uma série de problemas tanto de saúde física, quanto de mental. E as estatísticas comprovam: 80% dos adultos obesos foram crianças obesas.

De olho na balança

As crianças ganham por volta de dois quilos e meio por ano, o que corresponde a 200 gramas por mês. Na fase do estirão, que precede a puberdade, o aumento de peso é maior, mas compensado pelo crescimento. Quando o pequeno ganha um quilo por mês, é preciso estar atento.

“Recomendo que os pais fiquem atentos ao peso dos filhos, principalmente se tiverem casos de obesidade na família. Se você vê uma criança engordar três quilos em seis meses é preciso procurar ajuda de um especialista”, comenta a médica.

Para cada idade há um peso adequado, medido pelo IMC, utilizado tanto em adultos quanto em crianças. Entretanto, os pequenos têm uma tabela específica que leva em conta a idade e o sexo. “Se a criança estiver com sobrepeso, é um sinal de alerta”, adverte a dra. Léa.

Tratamento persistente

No caso das crianças, a melhor alternativa para a perda de peso é a união de dois fatores: reeducação alimentar e atividade física. Quanto maior a criança, mais difícil o tratamento porque os hábitos alimentares inadequados já a acompanham há tempos.

A nova dieta não deve ser restritiva nem radical. Não adianta cortar todas as guloseimas e oferecer um prato de salada. “Partimos dos hábitos que ela já tem e diminuímos os excessos gradativamente, enquanto oferecemos alimentos mais saudáveis”, explica a nutricionista.

Partimos dos hábitos que ela já tem e diminuímos os excessos gradativamente, enquanto oferecemos alimentos mais saudáveis
O apoio da família é fundamental nessa hora, afinal quem resiste a um pedaço de bolo de chocolate enquanto come uma fatia de pão integral com ricota? Pais, irmãos, avós e babás precisam mostrar à criança que também se alimentam de forma saudável.

Os exercícios devem fazer parte do cardápio saudável. Deixar de lado o videogame e a TV para ir a um parque, brincar na área de lazer do prédio ou até mesmo participar de atividades nas escolas são fundamentais para a criança, seja ela obesa ou não.

O tratamento exige persistência, isso porque apenas 20% das crianças conseguem atingir o peso adequado. O restante pode ter o que os especialistas chamam de efeito sanfona, ou seja, engordam e emagrecem repetidamente. Portanto, o melhor sempre é prevenir.

Vitamina A

Veja porque a vitamina A é importante na infância

O Brasil é o país de toda a América com mais casos de deficiência de vitamina A. A importância desse nutriente vai desde o aprimoramento da visão (casos graves de deficiência chegam a causar cegueira) até proteção contra doenças e reforço da imunidade. Bebês de 0 a 1 ano de idade devem consumir 375gramas diários de vitamina A, enquanto crianças de 1 a 3 anos de idade precisam de 400gramas no mesmo período. A dose sobe para 500 gramas para as crianças com 4 a 6 anos de idade.

Para melhorar a visão infantil

“Células da retina usam a vitamina A para fornecer os ajustes da luminosidade e educar o cérebro quanto à noção de claro e escuro”, afirma a nutricionista Simone Freire, especialista em Saúde Pública pela Unifesp. A carência do nutriente, além de afetar o desenvolvimento dessa habilidade (e sujeitar os olhos à exposição luminosa excessiva, prejudicando a visão ao longo dos anos), pode levar ao ressecamento da córnea – nas situações extremas, isso torna a membrana espessa e opaca a ponto de causar cegueira irreversível. Nas crianças até cinco anos, entretanto, dificilmente a dieta consegue oferecer doses suficientes de vitamina A, daí a necessidade de suplementação.

Para crescer com saúde

A mortalidade infantil chega a diminuir 33% quando há suplementação de vitamina A em crianças de seis meses a cinco anos de idade. “Alimentos ricos deste nutriente são responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento do esqueleto”, afirma o pediatra Sylvio Renan. O desenvolvimento psíquico também depende da presença de vitamina A, que ajuda na formação dos neurônios. “Mesmo se não houver uma campanha do Ministério da Saúde na sua região, procure o pediatra e discuta com ele a necessidade dessa suplementação na dieta infantil”, conclui o especialista da MBA Pediatria e Nefrologia.

Pele resistente

Tombos, arranhões e machucados são comuns na infância e a recuperação rápida de episódios assim depende diretamente da presença de vitamina A no organismo. “Ela atua na manutenção dos tecidos que formam a pele, por isso quando há falta do nutriente, pode ocorrer um processo chamado queratinização, ou seja, o ressecamento e enfraquecimento desses tecidos”, diz a nutricionista Simone Freire. Na prática, isso significa machucados que demoram demais para cicatrizar e maiores chances de infecções. “Vale lembrar que o tecido epitelial também está presente nos órgãos internos, por isso estômago, intestino e bexiga urinária, por exemplo, também sofrem quando há falta de vitamina A no organismo”, completa.

Imunidade

As mais de 250 milhões de crianças que enfrentam carência de vitamina A no mundo, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, estão mais vulneráveis a doenças, como acontece com a população infantil de algumas regiões do Brasil. “Nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Bahia e Amazonas a situação virou um problema de saúde pública”, disserta o pediatra Sylvio Renan. A quantidade de linfócitos T, responsáveis pela proteção do corpo contra micro-organismos causadores de doenças, está relacionada com a quantidade de vitamina A disponível no organismo. “Se falta vitamina A, a síntese desse tipo de linfócito é afetada, cai a imunidade e o organismo torna-se mais receptivo a vírus e bactérias perigosas”, adverte a nutricionista Simone Freire.

Reforço no DNA

As informações hereditárias se mantêm com mais força no DNA, e poderão ser passadas para os futuros descendentes com sucesso, quando a presença de vitamina A no organismo atende as recomendações médicas. Fígado, gema de ovo, leite e derivados são repletos do nutriente em sua forma integral. Já os de origem vegetal, como manga, mamão, abóbora e cenoura, só serão metabolizados com um estímulo. “O carotenol só se transforma em retinol (derivado da vitamina A) com o estímulo dos raios solares, por isso é importante tomar diariamente 15 minutos de sol”, diz o pediatra Sylvio Renan. A exposição deve acontecer até às 10h ou após as 16h, quando os raios ultravioletas não oferecem perigo à pele.

Para promover a absorção de ferro

De nada adianta consumir alimentos ricos em ferro se o corpo não possui vitamina A suficiente para que o mineral seja metabolizado. “A carência de vitamina A afeta negativamente a absorção do ferro e isso dificulta a transmissão do oxigênio através das células”. “O sangue com oxigênio alimenta, praticamente, todas as funções do organismo, por isso a carência de ferro e de vitamina A está relacionada a uma variedade tão grande de problemas e precisa ser evitada a todo custo”, conclui o pediatra.

Fonte: Postal Saúde

Férias: coma gostosuras sem prejudicar os dentes

Saber trocar itens muito açucarados por outros atraentes e docinhos como frutas e bebidas naturais é a grande sacada para não estragar o sorriso.
 Foto:  Serhiy Kobyakov / Shutterstock
Com a chegada das férias, as crianças tendem a passar boa parte do tempo em casa, e a vontade de comer guloseimas aumenta. Mas, com controle e criatividade, profissionais mostram que é possível passar por essa fase sem prejudicar o sorriso dos seus filhos.

Para começo de conversa, o ideal é manter a alimentação saudável mesmo nas férias, com espaço para exceções em passeios ou aniversários de amiguinhos.Mastigar vegetais crus, como a cenoura, fortalece a mandíbula Foto: Shutterstock

Alimentos com excesso de açúcar e carboidrato – balas, bolachas, salgadinhos, refrigerantes – devem ser evitados, já que são eles os grandes responsáveis pelas cáries. Mas quando for dia de ceder à tentação, é preciso saber remediar.

10 alimentos que contribuem para o fortalecimento dos dentes:

Mastigar vegetais crus, como a cenoura, fortalece a mandíbula Foto: Shutterstock

Mastigar vegetais crus, como a cenoura, fortalece a mandíbula

O pepino faz parte do grupo dos vegetais que estimula a mastigação

Mastigar vegetais crus, como a cenoura, fortalece a mandíbula Foto: Shutterstock

Para ajudar na construção dos dentes,

Mastigar vegetais crus, como a cenoura, fortalece a mandíbula Foto: Shutterstock

invista na sardinha Fonte de fibra,

consumir pera provoca a mastigação e a limpeza dos dentes

Mastigar vegetais crus, como a cenoura, fortalece a mandíbula Foto: Shutterstock

O atum é fonte de vitamina D e excelente para manter a saúde dental

Mastigar vegetais crus, como a cenoura, fortalece a mandíbula Foto: Shutterstock

Acostumar a criança apenas com o doce de frutas é uma ótima maneira de manter sua alimentação saudável e sua boquinha sem cáries

“Uma boa higienização oral durante o dia com o uso de fio dental e pasta com flúor são as principais medidas de prevenção de cáries”, diz Melisa Sofia Gomez, nutricionista do Centro de Pesquisa e Atendimento Odontológico para Pacientes Especiais (CEPAE) da UNICAMP.

Outra dica é não permitir que a criança vá dormir sem escovar os dentes ou tome leite de madrugada, já que a salivação diminui durante o sono e funciona como um fator de proteção para inibir a formação de cárie.

Já o problema do refrigerante, além de conter açúcar, é a alta acidez, capaz de prejudicar o esmalte dentário. Para consumi-lo de uma forma menos “agressiva” aos dentes é usando o canudinho, pois dessa forma o líquido vai direto para a garganta sem entrar em contato com o esmalte dental.

Outro vilão são os sucos industrializados, que chegam a ter mais concentração de açúcar do que os próprios refrigerantes. “Além disso, eles contêm conservantes e aditivos que são prejudiciais para a saúde. O ideal seria consumir sucos naturais de frutas. Para quem prefere a praticidade, pode optar por polpas congeladas, mas é importante verificar quais não têm adição de conservantes ou aditivos”, diz a nutricionista.

Aproveite o tempo juntos
Para a psicóloga infantil, Maria Aparecida Roth Castro, boa parte dessa vontade de consumir alimentos que fazem mal aos dentes é dos pais. “Se uma casa costuma ter em cima da mesa frutas e produtos integrais de fácil acesso, as crianças serão habituadas com esses alimentos. E não adianta ter guloseimas em casa e esconder, se a criança souber, ela vai querer, até porque o gosto de quebrar as regras aumenta o desejo”, diz a especialista.

Por isso, uma boa saída é dar o exemplo também na hora de comer. Aproveite o tempo livre das férias para fazer bebidas e comidas juntos, combinando frutas e legumes. A preparação em conjunto melhora muito a aceitação de novos alimentos.

“A criança que apresenta problemas para comer associa a hora da refeição a momentos de obrigação e desconforto. Por isso, os pais podem tentar criar situações mais agradáveis relacionadas aos alimentos, como cozinhar juntos, criar alimentos com carinhas, cores ou formatos divertidos, contar histórias sobre a comida entre outras”, diz Maria Aparecida.

Para que ela exercite a mastigação, os pais podem oferecer alimentos mais duros e com sabores mais docinhos e formas diferentes, como pedaços de coco, cenoura em palitos, gomos de tangerina ou até um milho na espiga, pois o jeito de comê-lo costuma interessar as crianças.

“A mastigação é muito importante para o desenvolvimento orofacial, contribuindo para a fala, posição correta da língua e a respiração nasal”.

Agência Beta

 

Conheça doenças bucais que podem atrapalhar o seu namoro

Para garantir a integridade da saúde e do relacionamento, basta ficar atento a algumas dicas de prevenção de algumas doenças bucais e viver feliz para sempre.

Algumas doenças bucais, além de serem um risco para a saúde, podem comprometer relacionamentos amorosos. Afinal, não é todo mundo que aguenta passar a noite em claro por conta do ronco ou que toma coragem para conversar sobre mau hálito. Por outro lado, outros problemas orais começam justamente no ponto de partida das relações – o beijo.

A mononucleose infecciosa é conhecida como doença do beijo simplesmente pelo fato do vírus Epstein-Barr ser transmitido assim pelo beijo. Os sintomas são mal-estar, febre, dor de cabeça e de garganta, aumento de gânglios, ínguas no pescoço e inflamação leve e transitória do fígado (hepatite). A prevenção é feita fortalecendo o sistema imunológico. Foto: Shutterstock

Doença do beijo
A mononucleose infecciosa é conhecida como doença do beijo simplesmente pelo fato do vírus Epstein-Barr ser transmitido assim – pelo beijo. É a doença típica do Carnaval e basta ter contato direto da mucosa com a saliva contaminada que o vírus já se instala. Os sintomas são mal-estar, febre, dor de cabeça e de garganta, aumento de gânglios, ínguas no pescoço e inflamação leve e transitória do fígado (hepatite). “Esse beijo contaminado pode causar herpes de lábio, algumas formas de hepatite, gripes e resfriados”, explica dentista Rodrigo Bueno de Moraes, consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO).

A prevenção é feita fortalecendo o sistema imunológico. “A melhor maneira de evitar a doença é ter bons cuidados bucais diários, evitar falhas na higiene bucal, observar a pré-existência de traumas ou feridas internas na boca, ao redor dos dentes ou no contorno dos lábios”, diz o especialista. Outra dica é passar no dentista e no otorrinolaringologista.

Herpes
O beijo também é o vilão transmissor do herpes. A transmissão ocorre quando uma pessoa com o herpes manifestado beija a boca da outra. O vírus atinge 90% da população mundial, mas nem todas manifestam a doença. As pessoas predispostas apresentam como sintoma um período inicial de dor e ardência local, com posterior aparecimento de vesículas (bolhas) agrupadas que se rompem e formam crostas. Geralmente essas lesões são dolorosas e podem durar de sete a 15 dias. “É melhor evitar contato direto com pessoas que apresentem infecção ativa, pois o vírus é altamente contagioso”, diz a dermatologista Ana Carolina Amaral, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

A mononucleose infecciosa é conhecida como doença do beijo simplesmente pelo fato do vírus Epstein-Barr ser transmitido assim pelo beijo. Os sintomas são mal-estar, febre, dor de cabeça e de garganta, aumento de gânglios, ínguas no pescoço e inflamação leve e transitória do fígado (hepatite). A prevenção é feita fortalecendo o sistema imunológico. Foto: Shutterstock

Para prevenir, Ana Carolina indica hidratação dos lábios e uso de filtro solar. Mas, como o herpes é uma doença crônica, por vezes, pode ser recorrente e reaparecer por alguns fatores desencadeantes, como exposição solar em excesso, alterações hormonais, infecções, baixa imunidade e estresse. “Já existem hidratantes labiais com filtro solar em sua composição, e é indicado o uso diário desse produto, principalmente para os pacientes que apresentam reativação da doença”, recomenda.

HPV e o câncer de boca

A mononucleose infecciosa é conhecida como doença do beijo simplesmente pelo fato do vírus Epstein-Barr ser transmitido assim pelo beijo. Os sintomas são mal-estar, febre, dor de cabeça e de garganta, aumento de gânglios, ínguas no pescoço e inflamação leve e transitória do fígado (hepatite). A prevenção é feita fortalecendo o sistema imunológico. Foto: Shutterstock
Cânceres de boca e orofaringe – doenças que atingiam homens com mais de 50 anos – estão cada vez mais recorrentes entre jovens (entre 30 e 45 anos) de ambos os sexos que não fumam nem bebem em excesso, mas praticam sexo oral desprotegido. Isso porque o HPV – papilomavírus humano –, que é transmitido sexualmente, está diretamente ligado a casos de câncer de cabeça e pescoço. Para o oncologista, Ricardo Caponero, da Clinonco, parte desse aumento pode ser atribuída a mudanças no comportamento sexual. “Ainda não se fala sobre esse assunto e por isso a conscientização é praticamente nula”, diz.

Existem duas vacinas contra o HPV. Uma delas, a bivalente, protege contra dois tipos de vírus, mais associados ao câncer de colo do útero – o 16 e o 18. A quadrivalente também previne contra os tipos 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais. A vacina contra HPV foi aprovada para uso em mulheres de 9 a 26 anos, e, de preferência, deve ser administrada antes do início da vida sexual. A posologia recomendada é de três doses (com intervalo de dois meses entre elas)

Ronco

A mononucleose infecciosa é conhecida como doença do beijo simplesmente pelo fato do vírus Epstein-Barr ser transmitido assim pelo beijo. Os sintomas são mal-estar, febre, dor de cabeça e de garganta, aumento de gânglios, ínguas no pescoço e inflamação leve e transitória do fígado (hepatite). A prevenção é feita fortalecendo o sistema imunológico. Foto: Shutterstock
O ronco é um distúrbio respiratório que atinge entre 30% e 40% dos adultos, sendo mais frequente nos homens, além de aumentar com a idade. Estima-se que mais de 60% das pessoas, acima dos 55 anos, sofrem com o barulho noturno, que é resultado das vibrações dos tecidos da garganta quando o ar passa em direção aos pulmões. “O ronco causa sérios problemas sociais, pois, dependendo do grau, desgasta a relação do casal, levando-o muitas vezes a dormir em quartos separados”, diz a dentista Valéria Bordallo, especialista em ronco e apneia.

O mais indicado para tratar o ronco é procurar um dentista especializado, que pode indicar um aparelho intraoral, dependendo do caso. Com ele, a mandíbula é projetada para frente para liberar o ar durante o sono. Em alguns casos, uma consulta com o otorrinolaringologista também é recomendada.

Mau hálito

A mononucleose infecciosa é conhecida como doença do beijo simplesmente pelo fato do vírus Epstein-Barr ser transmitido assim pelo beijo. Os sintomas são mal-estar, febre, dor de cabeça e de garganta, aumento de gânglios, ínguas no pescoço e inflamação leve e transitória do fígado (hepatite). A prevenção é feita fortalecendo o sistema imunológico. Foto: Shutterstock
A maior causadora da halitose é a saburra lingual, uma placa bacteriana esbranquiçada que se forma na parte posterior da língua e surge quando há diminuição da salivação ou descamação. Ela que exala o odor desagradável, típico da halitose. O problema é que quem sofre de halitose normalmente tem fadiga olfatória, isso quer dizer que se acostuma com o cheiro e não sente o próprio hálito.

“Quando o hálito não é bom, o beijo passa a ser evitado e a intimidade é afetada, consequentemente, o sexo também passa a não ser tão bom, e também é evitado”, diz a psicóloga Marina Vasconcellos, terapeuta de casal. Para não deixar o relacionamento chegar a uma crise, é preciso conversar sobre o problema. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Halitose – ABHA -, 99% dos portadores de mau hálito disseram que queriam ter sido avisados antes.

A abordagem possa ser feita depois de um beijo. Pergunte, como quem não quer nada, o que ele comeu, pois sentiu um gosto estranho na boca. Caso ele não entenda a insinuação, em outro dia, faça o comentário novamente, e pergunte se não é melhor marcar um horário no dentista para saber se está tudo certo. “Um parceiro é a pessoa mais indicada pra falar sobre isso, com delicadeza e mostrando interesse em ajudá-lo”, avalia a psicóloga.

 Fotos: Shutterstock
Beta Terra

A educação em saúde bucal deve iniciar-se nos primeiros anos de vida.

É importante cultivarmos bons hábito de higiene e alimentação desde a mais tenra idade , dificultando ou mesmo impedindo o processo carioso.

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 Devemos adotar  medidas de prevenção, como higiene bucal, controle da dieta e utilização de fluoretos, que podem ser utilizados sob diversas formas ,de acordo com a idade da criança. 

 

Com 5 passos é possível manter dentes saudáveis na velhice

 Nunca é tarde para cuidar da saúde bucal.

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Ainda assim, o ideal é começar com esses cuidados desde a gravidez. Como esse conceito é relativamente novo, os idosos ainda sofrem com as consequências de uma vida de negligência com os dentes. Mas em apenas cinco passos, é possível ter uma relação saudável com sua boca na terceira idade.

Faça o autoexame
Nessa fase da vida, existe a possibilidade de surgirem lesões, decorrentes de próteses mal adaptadas ou de algum outro fator. Assim, é aconselhável fazer o autoexame mensalmente. Em frente ao espelho, em um local bem iluminado, procure por lesões na gengiva, bochechas, língua, assoalho e céu da boca. “Quando diagnosticadas no c2 momeço, essas lesões podem ser tratadas sem grandes transtornos”, diz a coordenadora do programa Envelhecer Sorrindo, Malu Frigerio, da Faculdade de Odontologia da USP

Use escova interdental
Quando uma pessoa perde um ou mais dentes, é possível que os outros dentes migrem para ocupar o espaço vazio. Para facilitar a higienização, a escova interdental é ideal. “Também nos casos de próteses fixas, ou de implantes, esse tipo de escova acessa lugares que uma escova de dentes comum não consegue, devido ao tamanho, curvatura, quantidade de cerdas”, afirma Malu Frigerio.

Estimule a salivação
Alguns medicamentos costumam alterar o fluxo salivar, como os antidepressivos, muito usados nessa etapa da vida. Quando a medicação não puder ser substituída, há meios para estimular a salivação, como a goma de mascar e frutas cítricas. Se a sensação ainda persistir é possível lançar mão de saliva artificial, disponível no mercado. “A saliva artificial no entanto precisa ser reposta com frequência no caso do atrito da prótese com a mucosa provocar lesões ulcerosas”, diz a especialista.

Cuide bem da dentadura
As próteses totais, conhecidas como dentaduras, devem ser higienizadas após cada refeição. A prótese deve ser segurada firmemente para evitar que caia e sofra uma fratura. O ideal é usar uma escova para prótese e um sabão neutro para remover resíduos de alimentos. Enxague abundantemente com água corrente.

Duas vezes por semana, é recomendado colocar as próteses, durante 30 minutos, em uma solução com 100ml de água e uma colher de chá de água sanitária ou vinagre branco. Também é preciso enxaguar bem. “Existem no mercado produtos efervescentes, que também são capazes de realizar essa função de limpeza”.

Outro ponto importante é limpar gengiva, língua e bochechas com uma escova de dentes macia.

Vá ao dentista
Assim como em qualquer fase da vida, os idosos precisam visitar o dentista regularmente. Em casos controlados, o ideal é ir de seis em seis meses.

Beta Terra

 

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 Fumar afeta a saúde bucal


A saúde bucal e o Fumo– Fumar afeta a saúde bucal

Adultos que são fumantes ativos são quatro vezes mais propensos a terem má condição de saúde bucal do que aqueles que nunca fumaram e duas vezes mais propensos a terem três ou mais problemas de saúde bucal, segundo um novo relatório publicado pelo Centro Nacional de Estatística em Saúde, parte dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos.

O relatório “Fumo e Saúde Bucal em Adultos com Dentes com idade entre 18-64 anos” afirma que os fumantes ativos não apresentam apenas estado de saúde bucal mais insatisfatório e mais problemas de saúde bucal do que ex-fumantes e aqueles que nunca fumaram; eles também são menos propensos a visitar um profissional da saúde bucal ao experimentar um problema bucal por não terem condições financeiras de pagar pelo tratamento odontológico.

O relatório destaca achados do Inquérito Nacional de Saúde (NHIS) de 2008, que examinou as diferenças entre fumantes ativos, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram com idades entre 18 e 64 anos em termos de condição de saúde bucal, número de problemas de saúde bucal e a utilização dos serviços odontológicos.

Os achados principais do relatório incluem:

  • Fumantes ativos (16%) foram duas vezes mais propensos que ex-fumantes (8%) e quatro vezes mais propensos que pessoas que nunca fumaram (4%) a ter má condição de saúde bucal.
  • Fumantes ativos (35%) foram quase uma vez e meia mais propensos que ex-fumantes (24%) e mais que duas vezes mais propensos que pessoas que nunca fumaram (16%) a ter três ou mais problemas de saúde bucal.
  • Fumantes ativos (19%) foram cerca de duas vezes mais propensos que ex-fumantes (9%) e pessoas que nunca fumaram (10%) a não ter visitado o dentista por mais de cinco anos ou nunca ter ido ao dentista.
  • O custo foi a razão pela qual a maioria dos adultos com problemas de saúde bucal nunca visitaram o dentista nos últimos seis meses; 56% dos fumantes ativos , 36% dos ex-fumantes e 35% dos que nunca fumaram não podiam arcar com os custos do tratamento ou não tinham seguro.

“As evidências de associação entre o uso de tabaco e doenças bucais foram claramente demonstradas em todos os relatórios do Surgeon General sobre tabaco desde 1964”, diz o resumo do relatório. “O uso de tabaco é um fator de risco para câncer bucal, doença periodontal e cárie dentária, entre outras doenças. Os problemas de saúde bucal podem ser sinais de alerta precoces de outros problemas de saúde como diabetes, HIV, doença cardíaca ou derrame. A boa saúde bucal é fundamental para a boa saúde geral”.

O relatório completo (em inglês) está disponível online em www.cdc.gov e também pode ser baixado como documento no formato PDF.

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