Saiba mais sobre apneia do sono

Apneia obstrutiva do sono

 

​O que é 
Apneia significa “parada de respiração”. A apneia do sono é o distúrbio no qual o indivíduo sofre breves e repetidas interrupções da respiração enquanto dorme.
Quando isso acontece, o paciente pode roncar alto ou causar ruídos sufocantes enquanto tenta respirar. O cérebro e o corpo do mesmo são privados de oxigênio. Isso pode acontecer algumas vezes por noite, ou em casos mais graves, centenas de vezes por noite. Na tentativa de reestabelecer a patência da via aérea superior, ocorrem diversos despertares.
Esses despertares são muitas vezes breves, às vezes durando apenas poucos segundos, e essa é a razão pela qual o indivíduo afetado geralmente não percebe que os apresenta durante o sono. Este padrão se repete durante a noite e um paciente com apnéia severa do sono pode acordar centenas de vezes por noite.
Mesmo que os despertares sejam geralmente muito curtos, eles fragmentam e interrompem o ciclo do sono. Essa fragmentação do sono pode causar níveis significativos de fadiga e sonolência diurna, que são sintomas comuns da apneia do sono.
Sintomas
Os sinais e sintomas mais associados com a apneia do sono são roncos, apneias testemunhadas pelo companheiro de cama e sonolência excessiva diurna. As pausas respiratórias podem terminar em engasgos, sensação de sufocamento, vocalizações ou breves despertares.
Como resultado ocorre a fragmentação do sono e consequente sonolência diurna e cansaço, sintomas subjetivos e que muitas vezes não são reconhecidos pelo paciente. Nesses indivíduos um substancial aumento do risco de acidentes automobilísticos e profissionais acontece pela sonolência excessiva, que pode ser medida pela escala de Epworth.
A apneia do sono pode gerar no indivíduo a sensação de cansaço pela manhã e sensação de sono não reparador, ainda que o mesmo tenha tido uma noite de sono longa e aparentemente tranquila. Durante o dia ainda pode ocorrer dificuldade para a concentração ou pode até mesmo episódios de sono incontroláveis e isso ocorre pelos diversos despertares, mesmo que inconscientes, ao longo da noite.
Ao contrário dos sintomas acima descritos, a insônia não é considerada um sintoma comum da apneia do sono e, quando aparece, é mais frequente nas mulheres com apneia.
Os principais sintomas da apneia do sono são:
  • ​Ronco alto ou frequente
  • Pausas respiratórias presenciadas durante o sono
  • Sons sufocantes ou ofegantes e sensação de sufocamento durante o sono
  • Sonolência diurna ou fadiga
  • Sono fragmentado
  • Dor de cabeça matinal
  • Nocturia (acordar durante a noite para ir ao banheiro urinar)
  • Dificuldade na concentração
  • Perda de memória
  • Diminuição do desejo sexual
  • Irritabilidade
Outros sintomas incluem boca seca ao despertar e salivação excessiva, provavelmente devido à respiração oral, além de sono agitado e sudorese noturna, pelo aumento do esforço respiratório.
Devido a apneias repetidas, hipóxia intermitente e desequilíbrio do sistema nervoso autônomo, os pacientes têm maior risco de desenvolver aterosclerose, hipertensão arterial sistêmica, insuficiência coronariana, arritmias e acidente vascular encefálico.
Fatores de risco
O principal fator de risco para a apneia do sono é o excesso de peso corporal. Indivíduos com excesso de peso ou obesidade são mais propensos a ter apneia do sono. No entanto,  também pode ocorrer em pessoas magras.
Os fatores de risco comuns para a apneia do sono incluem:
– Excesso de peso
A obesidade, classificada como um índice de massa corporal (IMC) acima de 30 ou mesmo o sobrepeso (IMC) acima de 25 é um fator de risco bem estabelecido para a apneia do sono.
– Aumento da circunferência do pescoço
Mesmo na ausência de obesidade, valores acima de 40 cm de circunferência cervical estão associados a um risco aumentado para apneia do sono.
– Idade
A apneia do sono pode ocorrer em qualquer idade. No entanto, é mais comum em indivíduos mais velhos.
– Gênero
A apneia do sono é mais comum nos homens do que nas mulheres. Para as mulheres, o risco de apnéia do sono aumenta após a menopausa.
 – Hipertensão arterial
A pressão arterial elevada é extremamente comum em pessoas com apneia no sono.
– Deformidades Craniofaciais
Principalmente envolvendo anormalidades mandibulares, como micrognatia ou retrognatia e condições congênitas (síndromes de Marfan, de Down e de Pierre Robin).
– Hipertrofia de Amígdalas ou adenoides
Essa associação ocorre principalmente em crianças.
– História familiar
Especula-se que a apneia do sono é dependente, em aproximadamente 40% dos casos, de uma combinação genética e, em 60%, de influências ambientais. Isso significa que indivíduos com familiares que possuem o diagnóstico têm um maior risco de apresentar apneia do sono.
Os traços hereditários que aumentam o risco de apneia do sono incluem obesidade e características físicas, como alterações maxilares. Outros fatores familiares comuns – como atividade física e hábitos alimentares – também podem desempenhar um papel.
Tipos/ classificação
A classificação da apneia do sono é baseada no resultado do índice de apneia e hipopneia por hora de sono (IAH) de seu exame diagnóstico: A polissonografia.
Pode ser classificada em:
  • ​Leve : IAH maior ou igal a 5 e menor ou igual a 15
  • Moderada : IAH maior que 15 e menor o igual a 30
  • Grave: IAH maior que 30
Para a confirmação diagnóstica é necessária a realização de um exame do sono. O exame padrão-ouro para a avaliação dos distúrbios respiratórios do sono é o estudo polissonográfico de noite inteira, realizado no laboratório sob supervisão de um técnico habilitado (saiba mais sobre esse exame clicando aqui), porém existem outras opções diagnósticas, como a polissonografia domiciliar (exame polissonografico de noite inteira realizado no conforto de sua própria casa).
Outros dispositivos de rastreamento do sono podem ser capazer de detectar a apneia do sono, porém devem ser selecionados a alguns pacientes, como aqueles sem comorbidades e alta com suspeita diagnóstica.
Tratamento
Uma vez estabelecido o diagnóstico de apneia obstrutiva do sono , o paciente deve ser incluído na decisão de uma estratégia de tratamento adequada baseado nas comorbidades do paciente e na gravidade do caso.
As principais opções de tratamento incluem :
– Tratamento conservador:
É realizado por intermédio da higiene do sono e do emagrecimento. Simples medidas, como a retirada de bebidas alcoólicas e de certas drogas (benzodiazepínicos, barbitúricos e narcóticos), a adequada posição do corpo (nos pacientes com apneia relacionada ao decubito) podem ser eficazes para o tratamento de SAOS.
– Fonoterapia:
Exercícios orofaríngeos supervisionados por Fonoaudióloga especializada em Medicina do sono, visando fortalecer a musculatura da via aérea superior.
– CPAP:
O aparelho chamado CPAP (do inglês, Continuous Positive Airway Pressure) consiste em um pequeno compressor de ar muito silencioso de alta tecnologia que gera e direciona um fluxo contínuo de ar, (40-60 L/min), através de um tubo flexível, para uma máscara nasal ou nasobucal confortavelmente aderida à face do indivíduo.
– Tratamento com aparelhos intraorais (AIOs):
Existem atualmente dois modelos de AIOs utilizados para o controle de SAOS: os de avanço mandibular e os dispositivos de retenção lingual. Para apneia do sono o mais indicado é o aparelho de avanço mandibular e seu mecanismo de ação se baseia na extensão/distensão das vias aéreas superiores pelo avanço da mandíbula. Essa distensão previne o colapso entre os tecidos da orofaringe e da base da língua, evitando o fechamento da via aérea superior.
Além de representar uma modalidade de tratamento não invasiva, ter um baixo custo, ser reversível e de fácil confecção, os AIOs vêm sendo cada vez mais utilizados, com sucesso,  para o controle de SAOS leve.
Os AIOs também podem ser uma opção de tratamento para os indivíduos com SAOS moderada e grave que não aceitam CPAP e para aqueles que são incapazes de tolerar ou que falharam nas tentativas do seu uso.
– Tratamento cirúrgico:
As cirurgias direcionadas para SAOS têm por objetivo a modificação dos tecidos moles da faringe (palato, amígdalas, pilares amigdalianos e base da língua) ou ainda do esqueleto (maxila, mandíbula e hioide).
Autoteste
As seguintes perguntas irão ajudá-lo a avaliar o risco de apnéia do sono:
1. Você experimenta algum desses problemas?
– Sonolência diurna
– Sono não reparador
– Fadiga
– Insônia
2. Você já acordou com sensação de sufocamento ou engasgo ?
3. O seu parceiro/a de cama percebeu que você ronca ou apresenta pausas respiratórias enquanto dorme?
4. Você tem algum desses outros sintomas?
Nocturia (acordar durante a noite para ir ao banheiro urinar)
Dor de cabeça matinal
Dificuldade em concentrar
Perda de memória
Diminuição do desejo sexual
Irritabilidade
5. Você possui alguma dessas características físicas?
Obesidade – índice de massa corporal (IMC) de 30 ou superior
Tamanho grande da circunferência do pescoço –
Língua ou amígdalas amplas
Maxila embutida
Pólipos nasais ou desvio de septo
6. Você tem algum desses problemas médicos que são comuns em pessoas com apneia do sono?
Pressão alta
Hipertensão Pulmonar
Distúrbios do humor
Doença arterial coronariana
Acidente vascular encefálico
Insuficiência cardíaca congestiva
Arritmias cardíacas
Diabetes tipo 2 ou Resistência insulínica
Fonte: Hospital Israelita Albert Einstein
dra. Nathalia Borio, pneumologista do Einstein 
Fotos:Internet (Podem ter direitos autorais)

​Qual a relação do sangramento nasal com o tempo seco?

Baixo teor de umidade no ar ambiente pode resultar em secura e irritação das mucosas. Este fator é comum nos meses de inverno, e nos locais com aquecimento central, sem umidificadores.

A vermelhidão da mucosa do nariz, que acompanha a rinite alérgica ou viral, pode propiciar pequenos traumas, levando ao sangramento.

​​O que fazer na h​ora do sangramento?

Sangramentos nasais são muito comuns, mas nem sempre graves. As principais causas são exposição ao ar seco e manipular o interior do nariz.

Se seu nariz ou de seu filho começar a sangrar, o principal é saber como proceder, a maioria dos casos cessa espontaneamente. E como saber se é sério ou não? Quando procurar o Hospital?

Você deve procurar um médico se o sangramento:

  • em grande quantidade, causando dificuldade de respirar
  • lhe deixar muito pálido, cansado ou com confusão mental
  • não cessar, mesmo com as auto- medidas realizadas em casa
  • acontecer logo após uma cirurgia do nariz, ou se você tem, sabidamente, alguma lesão intra-nasal
  • vier acompanhado de outros sintomas, como dor no peito
  • acontecer após algum trauma, como ser atingido na face
  • não parar, e você fizer uso de algum anticoagulante ou anti agregante plaquetário

Como evitar?

  • use um umidificador no quarto
  • deixe sempre a mucosa nasal úmida, através de sprays nasais/soro fisiológico
  • tome cuidado ao manipular seu nariz, para evitar pequenos traumas, que podem levar a um sangramento.

Qual o tratamento?

Algumas medidas podem ser auto- realizadas em casa, no momento do sangramento:

  1. Assoe o nariz. Isso pode aumentar o sangramento num primeiro momento, não se assuste!
  2. Fique sentado ou em pé com a cabeça inclinada para frente. NÃO deite ou coloque a cabeça para trás!
  3. Aperte suas narinas por alguns segundos (na ponta do nariz)
  4. Fique pressionando seu nariz, com papel descartável, por alguns minutos (respire pela boca)
  5. Se o sangramento persistir, repita os passos. Se mesmo assim não parar de sangrar, procure o pronto atendimento.
Fonte: Hospital A.Einstein
fernanda domingos giglio petreche
e Juliana aparecida soares

Você ronca ? Leia aqui

Ronco e Apneia do Sono     

Quem não conhece alguém que ronca? E quem não conhece alguém que ronca, ser motivo de chacota? Sim, o ronco é uma doença que causa constrangimento e segmentação social e pode levar a uma outra doença que causa ainda maiores danos, a chamada apneia do sono.

Guy Sofá Dormir Homem Livro Exploração Ron

Apesar da restrição social imposta pelo ronco, esta primeira doença não causa, em curto prazo, danos físicos definitivos.
Entretanto, o ronco é uma doença progressiva, que tende a, gradualmente, agravar-se até o ponto de evoluir para uma patologia chamada Apneia do Sono. A apneia do sono consiste em paradas respiratórias durante o sono, por no mínimo 10 segundos seguidos.
Calculamos a sua gravidade pelo número de paradas por hora que o indivíduo tem, por exemplo. Um índice de 15 (IAH) significa que durante o sono, ele para de respirar pelo menos 10 segundos, 15 vezes por hora. Essas paradas podem chegar a 120 segundos (sendo considerada apenas 1 apneia), assim como o índice pode variar de 0 a mais de 100, ou seja, nenhuma ou mais de 100 apneias por hora.

A Academia Americana de Doenças do Sono as classificam assim:

Até 5 apneias por hora: normal
De 6 a 15 apneias por hora: leve
De 16 a 30 apneias por hora: moderada
Mais de 30 apneias por hora: severa

Alterações do Sono :

Sono agitado
Ronco
Pesadelos recorrentes
Terror noturno
Apneia do sono

Sintomas (se você apresenta um ou mais destes sintomas, você deve nos procurar para uma avaliação):

Sonolência durante o dia
Cansaço
Depressão
Perda de memória
Irritabilidade
Impotência

Sinais (riscos) :

Angina 
Síndrome metabólica e dificuldade de emagrecer 
Hipertensão arterial 
Infarto do miocárdio 
Acidente vascular cerebral 
(o apneico tem 5 vezes mais chance de ter um infarto ou AVC) 
Aumento do risco de acidentes automobilísticos 7 vezes superior

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Fatores predisponentes:

A obesidade e idade avançada são outros fatores que podem desencadear ou piorar a apneia. Estudos estão sendo realizados para a comprovação de doenças vinculadas a apneia do sono, inclusive, da Diabetes tipo II e alguns distúrbios do metabolismo.

Tratamentos:

Para o correto diagnóstico são necessários exames específicos solicitados por uma equipe médica multidisciplinar (cardiologistas, pneumologistas, otorrinolaringologistas e dentistas) para que seu tratamento seja realizado com total segurança e eficiência. O mais importante é a polissonografia, um exame onde você dorme em um laboratório e seu sono é monitorado durante toda a noite. Exame este indispensável.

Hoje, o tratamento de eleição, pela maior parte dos médicos envolvidos, é o CPAP (pressão positiva contínua). O CPAP é um aparelho que injeta ar sob pressão pelas narinas, fazendo a desobstrução das vias aéreas. É um tratamento altamente eficiente mas pouco aceito pelos pacientes por ter um custo elevado e ser de difícil adaptação.Por se tratar de um tubo que liga uma máscara facial (pacientes relatam muito incômodo com seu uso) a uma máquina que emite ruídos por toda noite, metade dos pacientes que usam o CPAP desistem do tratamento em 1 ano e 80% desistem em até 3 anos.

Existem ainda as cirurgias palatais de tecido mole (remoção de parte do céu da boca) que estão praticamente abolidas porque o paciente volta a ter apneias, e hoje essas cirurgias são indicadas em casos bem específicos, tendo uma efetividade ainda bastante duvidosa. As únicas cirurgias realizadas em pacientes com apneia, que realmente funcionam são as Ortognáticas (aquelas que deslocam os ossos da face), em especial aquelas que trazem os ossos maxilares acima de 1 cm para frente, mas elas são caras, restritas a alguns casos e por ter um pós-operatório nada agradável, essas cirurgias têm alto índice de rejeição, mas são as únicas que realmente curam.

Devido a isso, a odontologia vem desenvolvendo aparelhos intraorais (AIO) específicos para tratamento do ronco e da apneia do sono que possui um alto índice de aceitação e possui mais de 80% de eficiência comprovada. São aparelhos simples e confortáveis, que você pode levar onde quer que vá, resolvendo a sua apneia e seu ronco, mesmo que você esteja em uma viagem de avião ou ônibus.

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Os aparelhos intraorais não são os tratamentos mais eficientes, mas são os que garantem os melhores resultados, a custos acessíveis, pouco invasivo e reversível, sem incomodar a sua noite de sono e de seu parceiro(a).    Fonte:Neon

  •  Usamos Aparelhos PPV

  • Monitoramento do ronco

  • MONITORAMENTO DIGITAL DA APNEIA DO SONO

 Fazemos o monitoramento da apneia do sono  através da tecnologia Biologix.

Biologix é uma solução com validação clínica, inovadora, fácil de usar e de baixo custo. Com apenas o sensor sem fio Oxistar e um smartphone com o aplicativo instalado,  monitoramos a apneia do sono em casa, sem complicações.

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“Cárie pega?”

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Cárie pega????

Vez por outra assistimos na TV ou lemos em matérias jornalísticas que a cárie pega e que se pode evitar transmitir cárie para crianças evitando beijá-las, evitando provar ou soprar a comidinha, etc. Entretanto, não existe evidência científica de que essas medidas contribuam efetivamente para reduzir o risco de cárie em crianças. Todas as pessoas têm na boca microrganismos que podem produzir ácidos que vão promover a desmineralização dos tecidos duros dos dentes. Entretanto, para que isso aconteça, é necessário consumir açúcares. Assim, devemos pensar na cárie como uma doença associada ao estilo de vida e não como doença transmissível e para preveni-la devemos evitar que hábitos de dieta prejudiciais à saúde dos dentes sejam transmitidos.

Quer evitar que seu filho tenha sobrepeso ou se torne obeso?

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A obesidade em crianças tem crescido assustadoramente e as pesquisas para entender as razões desse crescimento têm incluído o estudo da microbiota intestinal. Este estudo mostra que mães obesas ou com sobrepeso têm maior chance de terem filhos que sejam obesos ou tenham sobrepeso com 1 e 3 anos de idade. Além disso, a chance é maior se a criança tiver nascido de parto cesariana. Futuras mamães, muita atenção então ao peso antes mesmo de pensar em engravidar! Seus filhos serão eternamente gratos.

Fonte: Crescer Sorrindo-UERJ

Mamão papaia tem ação anticancerígena

Pesquisa da USP revela que mamão papaia tem ação anticancerígena

Substâncias presentes no mamão colocadas em contato com células de tumores do intestino diminuíram sua proliferação

Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), no Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), revelou que o mamão papaia, dependendo do ponto de amadurecimento, inibe a proliferação de células de câncer no intestino. A descoberta, de João Paulo Fabi e Samira Prado, foi publicada no Scientific Reports, publicação do grupo Nature.

A pesquisa, que analisou tumores humanos, foi realizada in vitro. Os resultados relacionaram a modificação das estruturas das fibras alimentares – dentre elas a pectina – com os efeitos da pectina em células cancerígenas.

Foi observado que as pectinas diminuíram a interação entre as células de câncer e as proteínas da matriz extracelular. Os estudos devem avançar agora para a etapa in vivo, quando se verificará se os resultados encontrados se repetem em organismos vivos.

O Núcleo de Divulgação Científica da USP produziu um vídeo detalhado sobre a pesquisa, clique aqui para visualizar.

Fonte: Jornal da USP  

MEU FILHO CHUPA O DEDO.E AGORA?

Tira a mão daí!

Minha filha tem 3 anos e chupa o dedo o tempo todo, desde que nasceu. Isso já interferiu nos dentes e na fala. O que eu faço?

Por Cláudia Rezende, mãe de Clara, 3 anos – atualizada em 

Essa é a clara (Foto: Arquivo pessoal)
Apoio profissional

Apesar de trazer conforto e acalmar, a mania de chupar o dedo tem consequências negativas. Por experiência própria, nunca quis isso para minha filha. Prometemos presentes, demos remédios, mas nada adiantou. Até que fomos a uma odontopediatra que conversou com ela e explicou como isso poderia prejudicá-la. Dali em diante, ela decidiu por conta própria que iria parar. Deu certo!
Bruna Fadelli, mãe de Bárbara, 7 anos

Ajuda extra

Minha filha tinha esse costume à noite. Então, demos a ela uma boneca e falamos que ela iria “protegê-la”. Ela se sentiu mais segura assim. Fica a dica!
Katiuscia Faustini, mãe de Letícia, 9 anos, e Izadora, 4

Insistência

Depois de várias tentativas, resolvemos na base da conversa. Quando ela estava com o dedo na boca, pedíamos a ela que o tirasse dali. Não teve segredo. Aos poucos, ela foi deixando esse hábito e hoje não temos mais problemas.
Daniela Marques, mãe de Pietra, 6 anos

Acordo                                                                                                                                        Fiz uma proposta ao meu filho: se ficasse alguns dias sem chupar o dedo, poderia escolher um brinquedo. Não foi fácil, mas, ao final, ele conseguiu o presente e nunca mais colocou o dedo na boca.

Joyce Galhardo, mãe de Heitor, 9 anos

Palavra de especialista

Paciência e diálogo
Não há nada de errado em chupar o dedo, desde que não se torne um hábito. Os bebês começam a sugar a língua e os dedos ainda no útero da mãe, quando se preparam instintivamente para a amamentação. Nos primeiros meses de vida, é por meio da boca e da sucção que os pequenos se alimentam e se sentem seguros. O problema aparece quando o reflexo se estende além do primeiro ano. No entanto, quando a criança começa a comer alimentos sólidos e a brincar mais, a tendência é que ela pare de chupar o dedo naturalmente. Caso isso não aconteça, fique de olho se o comportamento não está afetando o dia a dia dela. Algumas podem apresentar problemas na socialização, na fala e na estrutura da face por causa dessa mania. Nesses casos, o ideal é buscar ajuda especializada de um pediatra, psicólogo, odontopediatra ou fonoaudiólogo. Vale lembrar que a amamentação é a melhor forma de evitar o problema: além de satisfazer o instinto de sugar, a criança não precisa recorrer a chupetas e bicos artificiais. Para acabar com o hábito de modo tranquilo, incentive brincadeiras com o uso das mãos (de bater palminhas a blocos de montar). Distraídas, as crianças “esquecem” dos dedos. E não adianta ter pressa e usar métodos agressivos. Só com paciência e conversa seu filho vai entender e deixar de lado o costume.
Melina Amarins, psicóloga e psicopedagoga do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), e Helenice Biancalana, presidente da Associação Paulista de Odontopediatria

Revista Crescer

Dia Nacional do Livro Infantil

A pedagoga, Ellen Brandalezi, explica a importância do livro no crescimento da criança!

Ler e ouvir histórias são práticas que aguçam a imaginação em qualquer idade. Na infância, a leitura contribui de forma bastante significativa para o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças, pois ouvindo e lendo histórias elas podem imaginar, fantasiar, expressar sentimentos e, acima de tudo, adquirir conhecimentos importantes para a sua transformação.
As histórias infantis são repletas de magia e encantamento e, por meio das mais diversas experiências, os pequenos leitores e ouvintes podem entrar em contato com suas emoções, aprendendo a lidar melhor com as questões da vida de forma simbólica. Além disso, favorece o aprimoramento dos aspectos linguísticos e contribui para um melhor desempenho escolar.

Para estimular o hábito da leitura é importante que haja o incentivo de todos convivem com a criança e, assim como os brinquedos, os livros também devem fazer parte do seu dia a dia. Ler para a criança, disponibilizar um momento do dia e um espaço confortável para que ela leia e manuseie livros, compartilhar da sua leitura, oferecer diversidade literária, leva-la a bibliotecas e livrarias, são formas de estimular uma relação saudável da criança com a leitura. Afinal, esta não deve ser uma prática penosa, e sim um momento prazeroso e de satisfação. Para isso também é importante que sejam oferecidos livros adequados à compreensão da criança, de acordo com as peculiaridades de cada fase do desenvolvimento.

Nos primeiros anos de vida da criança, até por volta dos 3 anos, os livros que estimulam os sentidos são os mais atrativos. Livros de borracha, plástico e tecido são mais agradáveis ao tato. Figuras em alto relevo, texturas, cores vibrantes e sons tendem a despertar a atenção dos pequenos. Apontar para as imagens do livro nomeando-as e utilizando onomatopeias estimula a oralidade e contribui para a ampliação do vocabulário. Cantar musiquinhas com apoio nas imagens do livro também auxilia no desenvolvimento da linguagem.

Entre 4 e 6 anos de idade, as crianças tendem a se interessar por histórias pequenas com bastante ilustração e frases curtas por página. Os contos de fadas são atrativos, pois são repletos de fantasia e propõem uma viagem ao mundo da imaginação onde a criança tem a possibilidade de se projetar nos personagens e entrar em contato com seus sentimentos, organizando conflitos e emoções que possa estar vivenciando. Poemas, parlendas e cantigas também são gêneros que atraem nessa fase e, além de estimular a consciência fonológica, contribuem para os processos de alfabetização.

De 7 a 9 anos os interesses se expandem e a escolha de diferentes gêneros textuais faz parte da construção da autonomia da criança. Histórias em quadrinhos, fábulas e contos ajudam a ampliar a imaginação e a construir uma nova perspectiva acerca dos acontecimentos do mundo real.

Com o passar do tempo, por volta dos 10 anos, as histórias curtas vão dando lugar a textos mais extensos e elaborados e os mecanismos de leitura vão sendo aprimorados. Histórias de humor, aventuras e contos de mistério são os gêneros mais atrativos nesta fase.

Com a chegada da adolescência os livros são escolhidos de acordo com as principais características da personalidade do leitor. As preferências transitam entre romances, ficção científica, conflitos sociais e até mesmo histórias macabras.  Revistas, jornais, livros literários também são explorados à medida que os jovens começam a se preparar para os vestibulares. Quanto maior o acervo literário acessado pelos jovens, maior será sua capacidade de reflexão e de ampliação do senso crítico.

O hábito da leitura perpassa por um caminho de estímulos e incentivos desde a mais tenra idade, entretanto, é importante lembrar que nem todos seguem esse percurso no mesmo ritmo e com o mesmo desempenho. A indicação etária é sugerida de acordo com as etapas do desenvolvimento infantil, porém, vale levar em consideração os gostos e interesses da criança para que a leitura seja de fato prazerosa e faça sentido ao leitor.

Fonte: Ellen Brandalezi, psicopedagoga da Oncologia e Pediatria Einstein

Alimentos industrializados na infância

Porque evitar os alimentos industrializados na infância

Apesar da elevada disponibilidade de alimentos industrializados para a criança, seu uso diário e indiscriminado não é recomendado, pois interfere na formação do hábito alimentar saudável.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças até dois anos de idade não devem consumir alimentos industrializados. Nesta fase, o indicado é consumir alimentos naturais, que oferecem uma maior quantidade de nutrientes sem aditivos químicos, como, conservantes, aromatizantes, corantes e espessantes, pois essas substâncias podem dar inícios às alergias, e em longo prazo, efeito tóxico no fígado, por exemplo.

Além dos aspectos nutricionais, em muitas situações, os alimentos industrializados podem apresentar custo mais elevado que o natural, o que pode comprometer o orçamento da família.

Outro cuidado importante em relação aos alimentos processados está relacionado à quantidade excessiva de açúcar, gordura e sódio. Essas substâncias em excesso podem aumentar o risco de doenças crônicas no futuro, como obesidade, colesterol elevado no sangue e diabetes.

Você pode achar que estamos exagerando, mas não. Vários estudos já encontraram acúmulo de gordura na artéria de crianças, e isso configura risco para doença cardiovascular.

Com isso, vamos prestar atenção na alimentação das crianças. E quando falamos de alimentos industrializados, o leque é grande, portanto achamos importante dar alguns exemplos:

  • Chocolate
  • Balas, pirulitos e todas as guloseimas que levam açúcar
  • Bebidas com achocolatados
  • Café
  • Salgadinhos, biscoitos e bolachas
  • Embutidos
  • Refrigerantes
  • Bebidas lácteas
  • Leite fermentado
  • Bebidas à base de soja
  • Petit Suisse
  • Sucos industrializados
  • Macarrão instantâneo

Importante: Essas informações também valem para os tios, avós e amigos. Nunca ofereça nada às crianças sem o consentimento dos pais. Fica a dica!

 Fonte: Meu pratinho saudável

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Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

O açúcar está presente em vários alimentos, sendo utilizado principalmente para deixá-los mais saborosos. Pequenas quantidades de alimentos como achocolatado e ketchup fazem com que a dieta fique rica em açúcar, favorecendo o aumento do peso e a propensão para desenvolver diabetes.

A lista abaixo traz a quantidade de açúcar presente em alguns alimentos, sendo representado por pacotinhos de 5 g de açúcar.

1. Refrigerante

Os refrigerantes são bebidas ricas em açúcar, e o ideal é trocá-los por sucos naturais de fruta, que contêm apenas o açúcar já presente nas frutas e além disso, os sucos naturais são ricos em vitaminas importantes para o bom funcionamento do organismo. Veja dicas para fazer compras saudáveis no supermercado e manter a dieta.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

2. Chocolate

Os chocolates são ricos em açúcar, principalmente o chocolate branco. A melhor opção é escolher o chocolate amargo, com pelo menos 60% de cacau, ou o ‘chocolate’ de alfarroba, que não é preparado com cacau, mas com alfarroba.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

3. Leite condensado

O leite condensado é feito apenas com leite e açúcar, devendo ser evitado na alimentação. Quando necessário, em receitas, deve-se preferir o leite condensado light, lembrando que mesmo a versão light também é muito doce.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

4. Creme de avelã

O creme de avelã tem como principal ingrediente o açúcar, sendo preferível utilizar patês caseiros ou geleia de frutas para consumir com torradas ou passar no pão.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

5. Iogurte

Para produzir iogurtes mais saborosos, a indústria adiciona açúcar na receita desse alimento, sendo ideal consumir iogurtes light, que são feitos apenas a partir do leite simples ou o açúcar natural.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

6. Ketchup

O ketchup e molhos barbecue são ricos em açúcar, devendo ser substituídos por molho de tomate, que é rico em antioxidantes que ajudam na prevenção de doenças como câncer.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

7. Biscoito recheado

Além de muito açúcar, os biscoitos recheados também são ricos em gordura saturada, que aumenta o colesterol ruim. Assim, o ideal é consumir biscoitos simples sem recheio, de preferência integrais, ricos em fibras.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

8. Cereais do café da manhã

Os cereais utilizados no café da manhã são muito doces, principalmente os de chocolate ou com recheio por dentro. Por isso, deve-se preferir cereais de milho ou as versões light, que contêm menos açúcar adicionado.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

9. Achocolatado

Cada colher de achocolatado normal contém 10 g de açúcar, devendo preferir as versões light, que além de serem ricas em vitaminas e minerais, também são saborosas.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

10. Gelatina

O principal ingrediente da gelatina é o açúcar, e por ela ser de fácil digestão, aumenta rapidamente a glicemia, favorecendo o aparecimento de diabetes. Por isso, o ideal é consumir a gelatina diet ou zero, que são ricas em proteínas, nutriente ideal para fortalecer o corpo.

Saiba a quantidade de açúcar nos alimentos mais consumidos

Fonte: Tua Saúde:dieta e nutrição