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o colesterol é sempre vilão?

Um índice alto de colesterol no corpo muitas vezes está ligado ao nosso estilo de vida

​A imagem é sempre de um vilão, mas o colesterol é um tipo de gordura importante para o funcionamento do organismo. Ele está presente em nosso sangue e em todos os tecidos, contribuindo para a produção de muitos hormônios, de vitamina D, de ácidos envolvidos na digestão e também tem papel na regeneração das células.

Produzido pelo nosso corpo diariamente, também obtemos colesterol ao ingerir alimentos como carne, leite integral e ovos. O problema está quando acumulamos em excesso no nosso corpo, o que pode gerar problemas graves de saúde como AVC, infartos e outros problemas cardiovasculares.

Para entender a sua importância e como ele está ligado a nossa rotina, conversamos com o dr. Gabriel Ferreira Rozin, especialista em Medicina do Estilo de Vida  do Einstein. Confira abaixo e tire suas dúvidas!

Existem tipos de colesterol?
Dentro do termo “colesterol”  estão compreendidas várias substâncias complexas, chamadas de lipoproteínas,  que são primariamente produzidas pelo fígado e circulam no nosso organismo. Existem vários tipos de lipoproteínas, mas as que têm maior relevância na prática clínica são a lipoproteína de baixa densidade (LDL) e a de alta densidade (HDL). Colesterol é um tipo de gordura presente nessas lipoproteínas, e que é vital para a saúde do organismo. Ele faz parte de todas as membranas celulares e é a base para a produção de muitos hormônios. No entanto o excesso de colesterol no organismo pode ser a causa de diversos problemas de saúde.

Quais problemas de saúde o colesterol pode causar? E quais comportamentos do dia a dia contribuem para esses problemas?
O excesso de colesterol, especificamente o excesso de LDL na sua forma oxidada, é a base do desenvolvimento da doença aterosclerótica, que é o acúmulo de placas gordurosas nas paredes das artérias. A obstrução das artérias leva a doenças como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, isquemia periférica (nos membros inferiores). Além disso, o excesso de gordura circulante está também relacionado à maior chance de desenvolver diabetes, por contribuir com a resistência à insulina.

Vale lembrar que o controle do colesterol é um dos componentes da prevenção da doença aterosclerótica. Outros fatores que também contribuem para a doença são hipertensão arterial, tabagismo, diabetes, sedentarismo e obesidade, que devem ser igualmente abordados para reduzir a chance futura de doença.

Como o exercício físico e o estilo de vida saudável podem ajudar no controle do colesterol?
A principal modificação de estilo de vida para reduzir o colesterol LDL é reduzir a quantidade de gordura saturada presente na alimentação. Isso significa reduzir o consumo de:

  • Carnes (bovina, suína, frango, peixes);
  • Laticínios (leite integral, queijos, iogurte, manteiga);
  • Gema de ovo;
  • Frituras;
  • Outras gorduras industrializadas presentes em salgadinhos, doces, biscoitos, bolos, sorvetes e chocolates.
Independentemente da dieta, intervenções de estilo de vida que levem a perda de peso também reduzem o colesterol, especialmente atividade física aeróbica. Entretanto é difícil competir com a alimentação. Estudos demonstram que mesmo em atletas de alto rendimento, se a alimentação for muito rica em gordura o colesterol continua alto a despeito do alto gasto calórico.

Quais adaptações posso fazer na rotina para cuidar do meu colesterol?
Preferir alimentos de origem vegetal em relação aos animais é um bom começo. Nossa tradição alimentar põe com frequência a carne como principal elemento da refeição, e isso geralmente significa gorduras demais.

Trocar o excesso de carnes por proteínas de origem vegetal (por exemplo, mais feijões, grão de bico ou lentilhas, brócolis ou couve flor) é uma boa forma de reduzir o conteúdo de gordura da refeição sem perder no conteúdo proteico ou nutricional. Substituir sobremesas industrializadas por frutas é fundamental! Atividade física regular, mesmo que de intensidade leve a moderada, como caminhadas diárias, também podem ter um impacto positivo sobre o colesterol.

Dr. Gabriel Ferreira Rozin, médico da área de Revisão Continuada de Saúde do Einstein. 

Fator de risco: Colesterol

O que é

O colesterol é um tipo de gordura vital para o funcionamento do organismo. Presente no sangue e em todos os tecidos, ele contribui para a produção do hormônio cortisol e dos hormônios sexuais, de vitamina D, de ácidos envolvidos na digestão e também tem papel importante na regeneração das células.

Além de ser produzido pelo próprio organismo, o colesterol pode ser obtido em alimentos como carnes, leite integral e ovos. Sua presença é indispensável para o funcionamento equilibrado das funções vitais, porém, quando em excesso, ele pode trazer algumas complicações.

A mais comum delas é a formação de placas de gordura nas artérias que levam ao endurecimento e entupimento dos vasos sanguíneos. Com a obstrução dos vasos, o coração recebe uma quantidade menor de oxigênio e nutrientes, tendo suas funções comprometidas e levando a doenças como angina, infarto, morte súbita e, quando acomete as artérias carótidas e cerebrais, pode levam até a acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Tipos e causas

O que influencia se o colesterol é saudável ou prejudicial é o tipo da lipoproteína (pequena estrutura formada por lipídios e proteínas) que o envolve.

Existem, portanto, dois tipos de colesterol: o bom e o ruim. O HDL (High Density Lipoproteins, em inglês) recolhe o colesterol ruim acumulado nos vasos sanguíneos para eliminar pelo fígado. Já o ruim, o LDL (Low Density Lipoprotein), quando acumulado, pode provocar o entupimento das artérias. Este colesterol está associado a fatores de risco como diabetes, tabagismo e pressão alta.

O excesso de peso, o sedentarismo e a alimentação desbalanceada também podem interferir para o aumento das taxas de colesterol.

Fatores de risco

Alimentação rica em gordura saturada e açúcar, excesso de peso, sedentarismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, estresse, hereditariedade, idade e gênero. As mulheres costumam ter um aumento no nível do colesterol ruim após o início da menopausa.

Sinais, sintomas e diagnóstico

O colesterol elevado não tem obrigatoriamente sintomas. Na maioria dos casos, os sinais aparecem em consequência da formação das placas de gordura nas artérias, quando a situação já pode estar avançada. Quando atinge as artérias coronarianas, levando à angina do peito e infarto do miocárdio, os sintomas mais comuns são dores no peito (peso, aperto, queimação ou até pontadas), falta de ar, sudorese, palpitações e fadiga. Nas artérias cerebrais, os sintomas neurológicos que levam ao acidente vascular cerebral podem ser formigamentos, paralisias, perda da fala e sonolência.

É fundamental avaliar os níveis de colesterol regularmente. Para aqueles que têm histórico familiar de doenças cardiovasculares, o acompanhamento deve ser feito desde a infância. A partir dos 20 anos, a medição deve ser de cinco em cinco anos, reduzindo para uma frequência anual a partir dos 35 anos.

O diagnóstico e o acompanhamento são feitos por meio de um exame sanguíneo, que avalia as taxas do colesterol total, do HDL e do LDL.

Tratamento

Existem medicamentos que atuam na diminuição dos níveis do LDL, o colesterol ruim, e podem levar a um pequeno aumento nos índices do bom colesterol. O importante é que este tratamento seja sempre aliado à mudança de estilo de vida. A adoção de hábitos saudáveis como a prática regular de atividade física e controle do peso e da alimentação é fundamental para um tratamento bem sucedido.

Prevenção

A melhor forma de prevenir o aumento do colesterol ruim é aliar exercícios físicos à alimentação saudável, evitando o consumo de gorduras saturadas, óleos, carne vermelha em excesso, gema de ovo, manteiga, laticínios, mortadela, salame, queijos amarelos e alimentos industrializados.

A redução do consumo de álcool e a cessação do tabagismo também são indispensáveis para a manutenção da saúde e dos níveis de colesterol.

Dr. Marcos Knobel, cardiologista

Fonte : Hospital Albert Einstein

Saiba mais sobre Colesterol

Como Baixar o Colesterol – Dieta, Suplementos, Exercícios e Dicas

No corpo humano, o colesterol é necessário para a formação de hormônios, células saudáveis, vitamina D e componentes que contribuem com a digestão. Ele pode ser produzido naturalmente pelo organismo ou obtido por meio da alimentação.
Entretanto, o fato de uma pessoa ter níveis muito altos da substância pode se tornar um verdadeiro problema. É que apesar da condição não apresentar sintomas, ela aumenta os riscos de ocorrer ataque no coração, acidente vascular cerebral (AVC) e doença arterial coronariana.


Existem dois tipos de colesterol: o HDL – também chamado pelo nome de colesterol bom – e o LDL – que é conhecido como o colesterol ruim. Quanto maiores forem as taxas do LDL no organismo, maiores são as chances que ela sofra com a doença arterial coronariana. E quanto maior for a quantidade do HDL, menores são as possibilidades do desenvolvimento da doença.
Se por um lado o colesterol alto pode ocorrer de forma hereditária, por outro, ele também é fruto de um estilo de vida não saudável. A boa notícia é que é possível tratar o problema, com uma dieta saudável, prática de exercícios físicos e o uso de suplementos.
E é exatamente sobre isso que nós vamos falar: como baixar o colesterol ao utilizar esses três métodos de tratamento.
Como baixar o colesterol com a dieta
Se é o estilo de vida não saudável que pode causar o colesterol alto, então, manter uma alimentação de maior qualidade certamente ajudará a reverter a situação. A dieta que auxilia nesse sentido traz os seguintes itens:
Nozes: Ricas em proteínas vegetais, fibras, gorduras saudáveis, vitamina E, magnésio e potássio, as nozes podem reduzir em 5%, em média, o nível do colesterol. Para isso, basta consumir de 30 a 35 g, ou um punhado, delas todos os dias;
Aveia e cevada: A dupla é fonte de uma fibra solúvel chamada betaglucana, que ao formar um gel no intestino, prende o colesterol e impede que ele seja absorvido;
Frutas e vegetais: Por serem fontes de vitaminas e minerais, as frutas e os vegetais já devem aparecer na dieta de qualquer pessoa, independente dela ter problemas com colesterol ou não. Mas, especificamente em relação à condição, eles ajudam por serem pobres em gorduras saturadas, cujo consumo está ligado ao colesterol elevado. Além disso, esses alimentos são ricos em fibras solúveis que contribuem com a diminuição do colesterol. Entre os que entram na lista podemos destacar as lentilhas, batata-doce, feijão, ervilhas, berinjela, brócolis, maçã, morango, quiabo e ameixa seca;
Salmão, sardinha e arenque: O ômega-3 encontrado em peixes como salmão, sardinha e arenque pode ajudar a abaixar os níveis do colesterol ruim. Uma pesquisa feita pela Universidade Loma Linda, nos Estados Unidos, descobriu que trocar gorduras saturadas pelo ômega-3 desses peixes pode aumentar em até 4% os níveis do colesterol do bem, que colabora com a eliminação de colesterol do organismo;


Cacau: Um estudo de 2007 mostrou que pessoas que consumiram cacau em pó ao longo de 12 semanas tiveram um aumento de 24% no colesterol do bem. Uma forma (deliciosa) de obter o cacau é comer chocolates amargo e meio amargo;
Alho: O alho está associado a benefícios como diminuição do colesterol, prevenção de coágulos sanguíneos, redução da pressão arterial e proteção contra infecções;
Óleo de oliva: Além de dar um sabor a mais às saladas, o óleo de oliva é fonte de ácidos graxos monoinsaturados, que diminuem os níveis do colesterol do mal;
Espinafre: Ele é fonte de luteína, uma substância que auxilia as paredes das artérias a se livrar do colesterol que causam entupimento, o que é um fator de risco para o surgimento de ataque no coração;
Abacate: O abacate fornece gorduras monoinsaturadas, que não somente reduzem o colesterol ruim, como aumentam o colesterol bom. Mas não é só isso: ele também possui o beta-sitosterol, uma substância que diminui a quantidade de colesterol que é absorvida dos alimentos.
Obviamente, não basta somente incluir esses itens na dieta, para baixar os níveis de colesterol é necessário evitar comidas que elevam essas taxas como manteiga, margarina, carnes gordurosas, embutidos, leites, cremes e iogurtes ricos em gordura, biscoitos, pudins, bolos, doces, frituras, queijos amarelos, requeijão, chantily e produtos industrializados.
Como baixar o colesterol com exercícios físicos
Aliada à alimentação, a prática de exercícios físicos também colabora com um estilo de vida saudável e auxilia na redução do colesterol. E para as pessoas sedentárias ou que não têm muito ânimo para malhar, fica a boa notícia: para obter o benefício não é necessário correr uma maratona ou se matar na academia.
De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, basta fazer um treino aeróbico de intensidade moderada, que totalizem duas horas e meia de malhação por semana, que podem ser divididas em cinco dias da semana.
A regularidade na prática de atividades físicas aumenta os níveis do colesterol do bem e pode diminuir as taxas do colesterol do mal de 10 a 15%. Segundo o que o médico e professor de cardiologia da Universidade de Kentucky em Lexington, nos Estados Unidos, Thomas F. Whayne, os resultados positivos podem ser vistos dentro de um mês após o início do programa de treinamento.
Entre as modalidades que podem compor esse programa, podemos destacar a corrida, tênis, andar de bicicleta, caminhada vigorosa, natação. No entanto, o ideal é que você encontre uma atividade que te dê prazer ao ser realizada e te motive a continuar comparecendo ao treino.
Como baixar o colesterol com suplementos
Ao lado da dieta saudável e da prática de exercícios, há como baixar o colesterol também através do uso de suplementos. Entretanto, antes de escolher um desses produtos, é fundamental que você converse com seu médico e verifique qual a melhor opção para seu caso e como ele deve ser utilizado. É importante fazer uma pesquisa também para saber se os benefícios que o suplemento em questão promete realmente são cumpridos.
Por exemplo, em relação ao suplemento feito à base de extrato de alcachofra, o que se sabe é que um experimento recente descobriu que a substância não afeta de maneira significativa os níveis de LDL ou HDL. Tal estudo vai contra os resultados de uma pesquisa do ano 2000, que afirmou que o produto poderia reduzir os níveis do colesterol ruim em 23%.
Há ainda o feno-grego, uma semente que é transformada em pó. Trabalhos científicos da década de 1990 até identificaram que em altas doses, o suplemento feito a partir dele pode diminuir o nível total de colesterol e o LDL. Porém, como esses estudo foram pequenos e de qualidade questionável, não existem evidências consideradas suficientes para indicar que seu uso traz benefícios.
Já em relação aos suplementos de fibras solúveis, é verdade que eles podem ajudar, tendo em vista que cada grama da substância que é consumida significa dois pontos a menos no nível do colesterol ruim. O problema é que para obter grandes benefícios é necessário ingerir uma grande quantidade dessas fibras.
É importante pensar também nos efeitos colaterais que esses suplementos podem trazer. Enquanto os produtos feitos com os esterois vegetais podem trazer prisão de ventre, náusea, gases ou diarreia, os preparados com niacina (vitamina B3) podem gerar dor de cabeça, náusea, vômito, coceira e ruborização na pele.
Já as fibras solúveis podem causar problemas gastrointestinais e o extrato de alcachofra pode causar efeitos como gases e reações alérgicas a pessoas que tem alergia a tasneiras.
Outro cuidado essencial antes de escolher um suplemento é verificar suas contraindicações e checar com o médico se pode haver algum tipo de interação entre o produto e algum remédio que você esteja tomando.


Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite – (no G+)
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AMPLIE SUA SAÚDE: REDUZA O COLESTEROL

Controle da gordura em excesso pode reduzir ocorrência de problemas sérios

Quando existem casos de familiares próximos, como pais, irmãos e avós, com diagnóstico de colesterol elevado, histórico de infarto, ou mesmo morte súbita precoce, deve-se fazer a dosagem de colesterol regularmente. Mas mesmo tendo o elemento genético como principal, doenças como obesidade e diabetes, além de outros fatores, contribuem de maneira importante para a elevação dos lípides e, por isso, devem ser observados.

ATENÇÃO PARA OS EXCESSOS

A nutricionista Fernanda dos Santos Saccoletto, explica que alguns alimentos devem ser consumidos com cautela: bacon, chantilly, ovas de peixes, biscoitos amanteigados, doces, pele de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas com gordura, gemas de ovos, sorvetes cremosos, creme de leite, lagosta e embutidos, como salsichas, por exemplo.

“É importante evitar as preparações ricas em gorduras, como alimentos fritos por imersão ou empanados, e o consumo excessivo de alimentos industrializados”, orienta.

Proveniente de fontes alimentares, o colesterol também é produzido pelo fígado humano com a finalidade de sintetizar muitos de nossos hormônios.

Assim, de acordo com Dr. Bortolotto,cardiologista, o grande problema não está no colesterol, mas no excesso da substância no organismo.

“Quando em quantidades excessivas, o colesterol termina por penetrar na parede dos vasos, facilitando o surgimento de placas de aterosclerose. Ao obstruírem artérias coronárias, por exemplo, estas placas podem ocasionar infarto”, alerta o médico, lembrando também que, além de representar um dos principais fatores de risco para o surgimento de doenças cardiovasculares, quando associada à hipertensão arterial, pode causar severos danos aos vasos.

Por isso, o cardiologista reforça que dieta saudável, com baixo teor de gorduras saturadas e maior quantidade Controle da gordura em excesso pode reduzir ocorrência de problemas sérios Sem dúvida, o histórico familiar representa um indicador de extrema importância, mas, da mesma forma, indivíduos obesos, hipertensos, diabéticos e mulheres após a menopausa precisam, obrigatoriamente, realizar o acompanhamento de seus níveis de colesterol com frequência”, esclarece Dr. Bortolotto.

FIQUE LIGADO fibras e frutas, atividades físicas regulares, diminuição do peso e acompanhamento especializado para o tratamento tanto da hipertensão quanto do colesterol são fundamentais e precisam ser realizados de forma adequada.

FAÇA SUA PARTE NA LUTA CONTRA O COLESTEROL

Por Fernanda Dos Santos Saccoletto, nutricionista

Prefira carnes brancas (peixes e aves sem pele) e cortes magros de carne vermelhas, sempre grelhados, assados ou cozidos.

 Substitua leite e iogurte integrais pelos desnatados e diminua o consumo de queijos amarelos (dê preferência aos queijos magros, como ricota e queijo minas).

 Aumente a quantidade de fibras da dieta! Encontradas nos vegetais crus, frutas e nos cereais integrais, como aveia, linhaça, chia, arroz integral e granola, seu consumo diário diminui a absorção do colesterol.

 Na sobremesa, substitua doces por frutas.

 Controle seu peso corporal! Pessoas acima do peso têm mais chances de desenvolver problemas de colesterol.

 Procure consumir margarinas sem gordura trans e enriquecidas com fitosterois.

 Pratique atividade física com regularidade!

Dr. Luiz Aparecido Bortolotto REVISTA HAOC • EDIÇÃO 11 •