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Comer devagar ajuda a manter o bom hálito
Mastigar bem os alimentos ajuda a estimular e equilibrar o fluxo salivar e é a saliva a maior responsável pela limpeza da boca

Quantas vezes já ouvimos nossas mães dizerem: come devagar para não engasgar! Pois nós encontramos outro motivo para te convencer a comer mais lentamente; manter seu hálito bom. Isso mesmo. A velocidade com que você mastiga sua comida pode estar diretamente relacionada com o cheiro que você exala pela boca.

Um sistema excretor salivar ativo contribui diretamente para um bom hálito e para uma boa digestão
Um sistema excretor salivar ativo contribui diretamente para um bom hálito e para uma boa digestão

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Foto: Pressmaster / Shutterstock

Para que você possa entender direitinho vamos explicar tudo desde o início. Comer devagar, mastigando bem e apreciando os alimentos, funciona como um estímulo mecânico que ativa a ação neural, que por sua vez ativa as células das glândulas salivares, estimulando a produção de saliva.

“Essa saliva estimulada irá envolver o alimento e formar o bolo alimentar. Além de alimentos fibrosos, que exigem a mastigação mais vigorosa, os alimentos mais cítricos estimulam esse mecanismo de maneira mais acentuada, aumentando ainda mais o volume de secreção produzida. Esse aumento ocorre de forma quantitativa e qualitativa”, diz Ana Elisa da Silva, cirurgiã-dentista e membro da Associação Brasileira de Halitose (ABHA).

Tá, mas o que tudo isso tem a ver com o hálito? Segundo Ana Elisa, uma pessoa que está com esse processo em equilíbrio, ou seja, com as glândulas salivares estimuladas e ativadas, terá também benefícios na salivação em repouso.

“A saliva irá lavar a cavidade bucal removendo restos de alimentos, células descamadas, micro-organismos e fluidos gengivais. Um sistema excretor salivar ativo contribui diretamente para um bom hálito e para uma boa digestão”, diz a especialista.

Importância da saliva
A saliva, quando equilibrada, é um líquido claro, viscoso e alcalino que lubrifica e protege os tecidos da boca. Em contra partida, sabemos que uma saliva viscosa, com restos de alimentos, pigmentos e células descamadas da mucosa favorece a proliferação de bactérias, formando uma película concentrada sobre a superfície dental e sobre a língua.

“A diminuição da salivação pode provocar cáries, dificuldades de fala e de deglutição, proliferação de fungos, formação da saburra lingual e mau hálito”, diz a especialista.

Comer de pressa, não!
Por isso tudo, se você tem o hábito de comer de pressa, comece a se policiar, pois além de causar mau hálito, essa prática pode prejudicar a digestão e até causar prisão de ventre. E o pior é que tudo isso está ligado. Veja na explicação abaixo:

“Quando se come com pressa normalmente os alimentos não são mastigados adequadamente e o processo de digestão pode ser lento e inadequado causando a constipação intestinal ou prisão de ventre. Nessa situação, as partículas de alimentos demoram a serem metabolizadas pelas bactérias proteolíticas do intestino (as mesmas presentes na boca) e ocorre a produção de gases voláteis mau cheirosos ricos em enxofre”, explica Ana Elisa.

Esses gases ao serem transportados pela corrente sanguínea chegam ao pulmão e são liberados na respiração, causando o mau hálito.

Hábitos e o hálito
Segundo Ana Elisa, hábitos de vida saudável, dieta adequada, hidratação, evitar jejum prolongado e controlar do stress representam muito para a produção de níveis adequados de saliva e um hálito agradável.

“Em especial a dieta equilibrada rica em fibras e frutas cítricas e rica em água (limão, laranja, melancia, abacaxi, kiwi, maça) contribui de maneira especial para a produção salivar. Recomenda-se também consumir com moderação os alimentos odoríferos como o alho e a cebola e estar sempre atento ao hálito quando se faz uma dieta a base de proteínas. O açúcar também é considerado um vilão, pois contribui muito para a formação da placa bacteriana”, diz a especialista.

Agência Beta

Restrições alimentares e longos períodos de jejum podem prejudicar o hálito

Muitos alimentos são famosos por causar mau hálito. Os mais infames são a cebola e o alho, mas alimentos gordurosos, como queijos, carnes e ovos também podem contribuir para o odor desagradável.

Portanto, é comum pensar que uma pessoa em dieta está livre do problema. Porém, a realidade não é bem essa.

A começar, existem diversos tipos de dieta. Algumas permitem apenas um tipo de alimento, e dependendo da escolha, uma possível consequência é o mau hálito. É o caso da dieta rica em lipídeos, que são responsáveis pela geração de acidose ou cetose, levando a um cheiro desagradável no hálito.

Segundo o Dr. Alênio Calil, diretor do vice-presidente da SOBREHALI (Sociedade Brasileira de Estudos da Halitose), outro hábito comum de dietas que podem culminar em mau hálito é o jejum prolongado. “A queda de açúcar no sangue, em condições normais, não deve ir além, e por esta razão o organismo começa a queimar triglicerídeos depositados, com a finalidade de preservar a glicose que já está atingindo concentrações baixas”.

O mau hálito surge quando “os triglicerídeos começam a ser utilizados para a produção de energia, surgem os ácidos graxos, que durante as trocas gasosas em nível pulmonar, escapam, comprometendo a qualidade do hálito, pois possuem odor desagradável”, explica o Dr. Alênio.

O mau hálito também pode ser causado pelo uso de remédios para emagrecimento. Os medicamentos produzem alterações na composição da saliva, bem como na sua quantidade. A redução do fluxo salivar facilita o aumento da descamação da mucosa bucal e o acúmulo de bactérias no dorso na língua, formando uma camada amarela esbranquiçada sobre a língua conhecida como saburra lingual (principal causadora de mau hálito).

Para evitar os odores desagradáveis, Dr. Alênio aconselha que os profissionais de saúde bucal recomendem aos pacientes em dieta a redução dos seguintes alimentos: carne, queijo, alho, cebola, azeitonas, ovos, alimentos condimentados, maionese, azeite, chocolate, leite, manteiga, creme de leite, salame, presunto, mortadela, repolho, sardinha, alcachofra, couve-flor e brócolis

 

www.cethsaude.com.br

Quais as causas do mau hálito ?

Halitose

Mais conhecida por mau hálito, a halitose é muito comum na população. As causas são diversas, mas sabe-se que 80-90% dos casos têm origem bucal.

Causas de origem bucal

As bactérias presentes na boca são capazes de produzir compostos com odor desagradável. Se a higiene oral for feita de forma incorreta, essas bactérias se proliferam descontroladamente e produzem grandes quantidades desses compostos, gerando o mau hálito. Esses compostos têm em comum a presença do enxofre, que é o componente responsável pelo odor desagradável. A língua também merece destaque, pois quando não a higienizamos corretamente ocorre o acúmulo de resíduos e células mortas, isso resulta em uma placa branca-amarelada no dorso da língua. Essa placa é conhecida como saburra lingual, que é um meio ideal para a proliferação bacteriana capazes de produzir compostos sulfurados. As doenças das gengivas (gengivite e periodontite) também são associadas à higiene deficiente e, portanto, geram o mau hálito. Produtos corretos e higienização adequada podem ser grandes aliados na prevenção da halitose.

Causas com origem nas vias aéreas

As amídalas, por ter uma superfície com reentrâncias, favorecem o acúmulo de cáseos amigdalianos, que são acúmulos de restos mal cheirosos. Os cáseos amigdalianos podem ser expelidos durante a fala, tosse ou espirros.

Outras causas

Existem outras origens da halitose como diabetes, problemas no pulmão, intestino ou rins, fumo, deficiência de vitamina A e D e pouca produção de saliva. Alguns medicamentos para depressão, emagrecimento e pressão alta, podem levar a alterações na saliva que favorecem o aparecimento da halitose.

Sabe-se, contudo, que a halitose não tem como causa problemas no estômago, o que muitos profissionais erroneamente ainda acreditam.

Halitose temporária

Pacientes com inflamação das amídalas e sinusopatias podem ter halitose temporária que não deve persistir após a cura da inflamação. A halitose também pode aparecer em pacientes respiradores bucais, pois a boca fica constantemente seca devido à passagem excessiva de ar e a saliva fica mais grossa o que favorece o aparecimento de odor desagradável.

Halitose matinal

É importante salientar que é absolutamente normal o mau hálito matinal. Durante a noite nosso metabolismo muda e há uma diminuição drástica da produção de saliva e da motricidade lingual. Esses dois fatores favorecem a proliferação bacteriana, já que a língua e a saliva têm também como função a auto-limpeza da cavidade oral. Além disso, nosso corpo entra em hipoglicemia, o que gera odor cetônico na boca. Todos esses fatores resultam no característico odor desagradável pela manhã, que deverá desaparecer com a correta higienização, isso é, escovação adequada e uso do fio dental. Caso isso não ocorra, o paciente deve procurar um profissional credenciado CETH.

Pacientes hospitalizados

Normalmente a halitose não traz nenhum prejuízo para a saúde das pessoas saudáveis, porém em pacientes pós-cirúrgicos ou internados em Unidades Intensivas ou Semi Intensivas normalmente ocorre maior acúmulo de bactérias na cavidade bucal uma vez que a higienização se torna dificultada. O quadro de higiene oral precária e a debilidade da saúde do paciente favorecem as infecções pulmonares e hospitalares causadas por bactérias de origem bucal, o que pode prolongar ainda mais o tempo de internação. O uso de enxaguante específico especialmente desenvolvido para esta situação pode diminuir a quantidade de bactérias patogênicas e tornar a recuperação do paciente mais rápida.

Fonte:CETH


Para Prevenir a Halitose, você deve:
1) Escovar corretamente os dentes 3 vezes ao dia para
remover a placa dental e evitar cárie.
2) Usar corretamente o fio dental 2 vezes ao dia para
remover a placa interdental e evitar doença periodontal.
3) Limpar a língua 1 a 2 vezes ao dia para prevenir a
formação da placa bacteriana lingual ou saburra.
4) Aumentar o fluxo salivar pela mastigação de produtos
duros ou o uso de alimentos ácidos.
5) Diminuir a descamação excessiva da mucosa da boca
evitando morder os lábios e bochechas, evitando respirar
pela boca.
6) Observar se costuma ter com freqüência dor de garganta
ou cáseos.
7) Observar se costuma ter descamação aparentemente
sem motivo em certas partes do corpo.
8) Observar se costuma ter com freqüência o intestino preso
ou diarréia.
9) Verificar se não sofre de diabetes, uremia, se costuma
tomar algum remédio de odor carregado.
10) Verificar se costuma usar alimentos de odor carregado
(principalmente alho e cebola crus em excesso).
11) Observar que não deve fazer uso indiscriminado de
medicamentos controlados ou com efeito colateral
xerostômico.
12) Observar que não de vê ficar mais de 4 horas em jejum,
sem comer nada.
Outras causas de halitose você não vai ter
condições de reconhecer e portanto deve procurar um
profissional habilitado para este tipo de tratamento.

Somos credenciados da CETH – centro de excelência em Halitose

Fonte : Cartilha de Halitose – Dra OLINDA TÁRZIA – Conahaol

Remédios e mau hálito em idosos

 Antidepressivos e anti-hipertensivos prejudicam a salivação e podem causar cáries, saburra lingual, boca seca e ardência.
O Mau hálito em idosos é comum e, embora não seja considerado uma doença, pode ser um alerta para muitas questões envolvendo a saúde de quem está envelhecendo. Por isso, preocupada em garantir que a terceira idade tenha uma sobrevida com qualidade, a Associação Brasileira de Halitose (ABHA), fez uma pesquisa com 252 idosos em todo o País.

A pesquisa indicou que a principal causa da halitose nesta população é o consumo alto de medicamentos, atribuídos às doenças crônicas que aumentam com idade avançada. Entre os entrevistados, 60% afirmaram consumir mais de um medicamento por dia e 82% tomam pelo menos um. Muitos desses remédios, como antidepressivos e anti-hipertensivos, prejudicam a salivação e podem causar cáries, saburra lingual, boca seca e ardência.

A boca seca, relatada por 70% dos entrevistados, é um dos principais causadores do mau hálito, pois reduz a capacidade de auto-limpeza bucal, favorecendo a ação das bactérias. Por sua vez, essas bactérias acumuladas criam uma camada esbranquiçada sobre a língua, a chamada saburra lingual, que produz compostos mal cheirosos.

O ronco, outro item bastante citado pelos entrevistados (70%), também contribui para o aparecimento da saburra lingual, pois causa uma grande descamação da mucosa bucal.

Para evitar a halitose
Existem cuidados especiais, além de apenas escovar os dentes e passar o fio dental, que os idosos podem ter para que o mau hálito não faça parte do seu dia-a-dia. Fazer a limpeza diária da língua com limpadores próprios para remover a saburra, limpar as próteses e mantê-las bem polidas evitam o acúmulo de bactérias.
O consumo alto de medicamentos, atribuídos às doenças crônicas que aumentam com idade avançada, são a maior causa de mau hálito em idosos
“Consumir bastante líquidos, mastigar bem para estimular a salivação, evitar fumo e bebidas alcoólicas, além de ter uma dieta rica em fibras, são algumas práticas que evitam o mau hálito”, diz Maria Cecília Aguiar, especialista em Odontogeriatria, coordenadora da pesquisa e vice-presidente da Associação Brasileira de Halitose (ABHA).

Círculo vicioso
A halitose não tratada pode comprometer, e muito, a qualidade de vida dos idosos, chegando a levá-los à depressão. “O mau hálito prejudica as relações interpessoais, afeta a autoestima e a confiança de quem sofre do problema. Além disso, o mau hálito pode indicar que há algo errado com a saúde geral, podendo sinalizar, inclusive, problemas graves como o câncer”, afirma a dentista.

É aí que se forma o círculo vicioso, já que, como mostrou a pesquisa, muitos medicamentos usados para o tratamento da depressão têm como efeito colateral a redução da salivação, uma das principais causa do mau hálito. Outro ponto é que, quando as glândulas produtoras da saliva passam a ter um funcionamento inadequado, ficando envelhecidas, ocorre a senilidade de glândulas salivares. “Porém, esse não é um processo natural do envelhecimento saudável, é uma consequência do envelhecimento associado a doenças”, diz Maria Cecília.

 Matéria retirada do Portal Terra Saúde | Disponível em http://bit.ly/1rJ4d82   e Clínica Hálito Center

Mau Hálito – Saiba mais sobre este assunto

Halitose

Mais conhecida por mau hálito, a halitose é muito comum na população. As causas são diversas, mas sabe-se que 80-90% dos casos têm origem bucal.

Causas de origem bucal

As bactérias presentes na boca são capazes de produzir compostos com odor desagradável. Se a higiene oral for feita de forma incorreta, essas bactérias se proliferam descontroladamente e produzem grandes quantidades desses compostos, gerando o mau hálito. Esses compostos têm em comum a presença do enxofre, que é o componente responsável pelo odor desagradável. A língua também merece destaque, pois quando não a higienizamos corretamente ocorre o acúmulo de resíduos e células mortas, isso resulta em uma placa branca-amarelada no dorso da língua. Essa placa é conhecida como saburra lingual, que é um meio ideal para a proliferação bacteriana capazes de produzir compostos sulfurados. As doenças das gengivas (gengivite e periodontite) também são associadas à higiene deficiente e, portanto, geram o mau hálito. Produtos corretos e higienização adequada podem ser grandes aliados na prevenção da halitose.

Causas com origem nas vias aéreas

As amídalas, por ter uma superfície com reentrâncias, favorecem o acúmulo de cáseos amigdalianos, que são acúmulos de restos mal cheirosos. Os cáseos amigdalianos podem ser expelidos durante a fala, tosse ou espirros.

Outras causas

Existem outras origens da halitose como diabetes, problemas no pulmão, intestino ou rins, fumo, deficiência de vitamina A e D e pouca produção de saliva. Alguns medicamentos para depressão, emagrecimento e pressão alta, podem levar a alterações na saliva que favorecem o aparecimento da halitose.

Sabe-se, contudo, que a halitose não tem como causa problemas no estômago, o que muitos profissionais erroneamente ainda acreditam.

Halitose temporária

Pacientes com inflamação das amídalas e sinusopatias podem ter halitose temporária que não deve persistir após a cura da inflamação. A halitose também pode aparecer em pacientes respiradores bucais, pois a boca fica constantemente seca devido à passagem excessiva de ar e a saliva fica mais grossa o que favorece o aparecimento de odor desagradável.

Halitose matinal

É importante salientar que é absolutamente normal o mau hálito matinal. Durante a noite nosso metabolismo muda e há uma diminuição drástica da produção de saliva e da motricidade lingual. Esses dois fatores favorecem a proliferação bacteriana, já que a língua e a saliva têm também como função a auto-limpeza da cavidade oral. Além disso, nosso corpo entra em hipoglicemia, o que gera odor cetônico na boca. Todos esses fatores resultam no característico odor desagradável pela manhã, que deverá desaparecer com a correta higienização, isso é, escovação adequada e uso do fio dental. Caso isso não ocorra, o paciente deve procurar um profissional credenciado CETH.

Pacientes hospitalizados

Normalmente a halitose não traz nenhum prejuízo para a saúde das pessoas saudáveis, porém em pacientes pós-cirúrgicos ou internados em Unidades Intensivas ou Semi Intensivas normalmente ocorre maior acúmulo de bactérias na cavidade bucal uma vez que a higienização se torna dificultada. O quadro de higiene oral precária e a debilidade da saúde do paciente favorecem as infecções pulmonares e hospitalares causadas por bactérias de origem bucal, o que pode prolongar ainda mais o tempo de internação. O uso de enxaguante específico especialmente desenvolvido para esta situação pode diminuir a quantidade de bactérias patogênicas e tornar a recuperação do paciente mais rápida.
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Dra Renata Ramos – Odontoshop Butantã