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Saiba como prevenir a halitose

Prevenção da Halitose

Dia Mundial de Combate ao Mau Hálito - dia 22 de setembro de 2012, sábado

Para Prevenir a Halitose, você deve:

1-Escovar corretamente os dentes 3 vezes ao dia para remover a placa dental e evitar cárie.

2. Usar corretamente o fio dental 2 vezes ao dia para remover a placa interdental e evitar doença periodontal.

3. Limpar a língua 1 a 2 vezes ao dia para prevenir a formação da placa bacteriana lingual ou saburra.

Mau hálito: Suas causas, tratamentos e consequências. (Parte 1)

4. Aumentar o fluxo salivar pela mastigação de produtos duros ou o uso de alimentos ácidos.

5. Diminuir a descamação excessiva da mucosa da boca evitando morder os lábios e bochechas, evitando respirar pela boca.

6. Observar se costuma ter com freqüência dor de garganta ou cáseos.

7. Observar se costuma ter descamação aparentemente sem motivo em certas partes do corpo.

8. Observar se costuma ter com freqüência o intestino preso ou diarreia.

9. Verificar se não sofre de diabetes, uremia, se costuma tomar algum remédio de odor carregado.

10. Verificar se costuma usar alimentos de odor carregado (principalmente alho e cebola crus em excesso).

11. Observar que não deve fazer uso indiscriminado de medicamentos controlados ou com efeito colateral xerostômico.

12. Observar que não deve ficar mais de 4 horas em jejum, sem comer nada.

Outras causas de halitose você não vai ter condições de reconhecer e portanto deve procurar um profissional habilitado para este tipo de tratamento.

 fonte: Cartilha do Bom Hálito - Olinda Tárzia

Dicas para prevenir a halitose

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Para Prevenir a Halitose, você deve:

1) Escovar corretamente os dentes 3 vezes ao dia para remover a placa dental e evitar cárie.

2) Usar corretamente o fio dental 2 vezes ao dia para remover a placa interdental e evitar doença periodontal.

3) Limpar a língua 1 a 2 vezes ao dia para prevenir a formação da placa bacteriana lingual ou saburra.

4) Aumentar o fluxo salivar pela mastigação de produtos duros ou o uso de alimentos ácidos.

5) Diminuir a descamação excessiva da mucosa da boca evitando morder os lábios e bochechas, evitando respirar pela boca.

6) Observar se costuma ter com freqüência dor de garganta ou cáseos.

7) Observar se costuma ter descamação aparentemente sem motivo em certas partes do corpo.

8) Observar se costuma ter com freqüência o intestino preso ou diarréia.

9) Verificar se não sofre de diabetes, uremia, se costuma tomar algum remédio de odor carregado.

10) Verificar se costuma usar alimentos de odor carregado (principalmente alho e cebola crus em excesso).

11) Observar que não deve fazer uso indiscriminado de medicamentos controlados ou com efeito colateral xerostômico.

12) Observar que não deve ficar mais de 4 horas em jejum, sem comer nada.

Fonte : Cartilha da Halitose- Olinda Tarzia

‘Tem alguma dúvida?Fale conosco.Somos credenciados CETH – Centro de excelência no tratamento da halitose’

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Entenda o que é saburra lingual

 

Saburra lingual

A saburra se forma quando ocorre um aumento de certa proteína na saliva, chamada mucina. O aumento de mucina na saliva pode ocorrer por “stress” excessivo ou por abaixamento da produção de saliva (fluxo salivar baixo). A redução do fluxo salivar pode acontecer por diversas causas, sendo as mais freqüentes o próprio “stress” e o uso de medicamentos controlados (tarja preta) e outros medicamentos que como efeito colateral que também diminui a produção de saliva.

Nesta situação, quanto maior a descamação das células da boca maior a produção de odor pelos microorganismos da saburra.

Um indivíduo com salivação normal não deve formar saburra.

Indivíduo Normal

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Língua sem Saburra

Salivação Normal de um Indivíduo sem Saburra

A aparência da saburra varia de indivíduo para indivíduo, podendo variar de esbranquiçada, gosmenta ou amarelada, podendo se localizar sobre a língua toda ou somente na parte de trás da língua.

Sempre que houver saburra sobre a língua, o primeiro passo será removê-la com um limpador lingual adequado. Existem vários modelos de limpador lingual, os melhores são os que permitem uma boa limpeza na parte de trás da língua, onde sempre se forma maior quantidade de saburra.

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Língua Saburrosa Antes e Depois da Limpeza

 

 

Após a limpeza da língua com o limpador lingual estamos no melhor momento para a aplicação de um bom enxaguante, entendendo-se como bom enxaguante aqueles próprios para o tratamento de mau hálito.

Fonte:Cartilha do bom hálito

Dra Olinda Tárzia

Dicas disfarçam mau hálito causado por alho e cebola

Cinco dicas disfarçam mau hálito causado por alho e cebola

 

Alguns compostos do algo e da cebola não podem ser decompostos durante a digestão, sendo liberados pela respiração e suor

Foto: chuckstock / Shutterstock

Ingredientes como alho e cebola fazem toda a diferença na hora de preparar algumas refeições. O problema é que depois de comê-los o hálito fica bastante comprometido e esse cheiro é difícil de sumir. O cheiro forte desses dois alimentos parece impregnar porque suas substâncias odoríferas (de cheiro desagradável) são absorvidas pelo intestino, metabolizadas no fígado, liberadas na corrente sanguínea e excretadas pelos pulmões.

Mas, para tentar disfarçar o mau hálito, existem alguns truques que funcionam e não são tão complicados de fazer. Mariana Pereira Alves, coordenadora do Centro de Excelência no Tratamento da Halitose (CETH), no Espírito Santo, listou alguns deles.

Masque chiclete ou balas de sabor forte de menta
O cheiro da menta é mais forte do que o do alho e da cebola, e por isso acaba mascarando o odor forte desses alimentos.

Coma maçã, salsa e espinafre
Cientistas norte-americanos descobriram que alguns alimentos, como maçã, salsa e espinafre ajudam a eliminar o mau hálito. Para o estudo, publicado no Jornal Food Science, voluntários comeram alho cru e, em seguida, mediram o nível de mau cheiro da respiração. Logo após, comeram vários alimentos sugeridos para banir o mau hálito. De todos eles, maçã crua foi a mais eficaz e funcionou como desodorizante para as enzimas que causam o odor. Todos os alimentos que se mostraram eficazes são ricos em polifenóis, compostos que quebram o sabor forte do alho.

Beba líquidos como chá verde, suco de tomate e limonada
Bebidas como chá verde, limonada e suco de tomate ajudam a eliminar o mau hálito. O chá verde, por exemplo, tem função antibactericida, antioxidante e removedora de odor. Já o suco de limão é adstringente e bactericida. Ele tem o poder de eliminar as bactérias da boca e do sistema digestivo. O suco de tomate tem fibras, vitaminas, minerais e água que ajudam na hidratação, na produção de saliva e na limpeza da boca.

Outra boa pedida é o suco de hortelã ou um suco que tenha esse ingrediente na composição. A hortelã estimula o funcionamento do sistema digestivo e ainda deixa um frescor na boca. Abacaxi com hortelã é uma boa combinação, pois o abacaxi, por ser uma fruta cítrica, também é adstringente e bactericida.

Tenha sempre um kit dental na bolsa
Uma boa opção é logo depois de comer uma refeição rica em alho e cebola, pedir licença e ir ao banheiro escovar os dentes. A escovação vai eliminar os restos de comida entre os dentes que favorecem a proliferação das bactérias que causam o mau hálito, além de deixar um gosto e cheiro refrescante na boca.

Intensifique a limpeza dos dentes com o fio dental e um limpador lingual
Depois de escovar os dentes, utilize o fio dental e o limpador de língua para remover com eficiência todos os restos de alimentos da boca. Quanto mais limpa estiver a boca, mais livre de bactérias causadoras de mau hálito ela estará.

E já que estamos falando nisso …

Entrevista sobre halitose com Dra Olinda,professora da FOB-USP,doutora em bioquímica e pesquisadora

 
 

 Olinda Tárzia.  é Doutora em Bioquímica pela FOB-USP (Faculdade de Odontologia de Bauru), professora de Graduação da disciplina de Halitose da FOB-USP e da primeira turma de especialização em Halitose no mundo, na Faculdade São Leopoldo Mandic, em Campinas. Com uma carreira intensamente dedicada ao ensino e à pesquisa, Dra. Olinda é autora do primeiro protocolo de tratamento de Halitose, dando origem ao livro “Halitose: Um Desafio que tem Cura“, reconhecido internacionalmente como a primeira publicação mundial sobre o tema:

Pergunta: Qual a maior resistência do paciente de halitose durante o tratamento?

Em geral eles desconhecem os riscos sistêmicos que as bactérias produtoras de mau hálito podem provocar se caírem na corrente circulatória ou se forem espiradas. Por esse motivo negligenciam os tratamentos sistêmicos à partir do momento que sentem bons resultados com o tratamento local.

Quando o tratamento sistêmico envolve procedimentos para corrigir o fluxo salivar, em geral exige mudanças de hábitos e nesse aspecto a resistência é razoável.

Pergunta: Qual a sua visão sobre o tratamento de halitose entre os colegas dentistas que não tratam o problema ou que desconhecem a existência do tratamento?

Acredito que hoje já está começando a aumentar o interesse pelo assunto, porém muitos deles não têm tempo para se dedicar a fazer um curso ou estudar e deixam para depois.

Muitos colegas começam a valorizar de fato o tratamento e se interessar pelos conhecimentos básicos sobre o assunto no momento em que se tornam pacientes e recebem tratamento adequado.

Pergunta: Na sua opinião a halitose deveria ser uma especialidade odontológica?

No momento acho que se trata de uma idéia prematura. Há falta de professores do assunto, as escolas de odontologia não têm grade curricular correspondente. Falta massa crítica.

Dentro de algum tempo é bem provável que venha a se tornar especialidade reconhecida.

Pergunta: A halitose é contagiosa?

Ao contrário das halitoses de causas sistêmicas, toda a halitose cuja origem seja a boca ou a garganta e vias aéreas, pelo fato de acontecerem por contaminação bacteriana, pode ser transmissível.

No entanto, dependendo da resistência do hospedeiro (entenda-se: composição e fluxo salivar normais) pode não acontecer, mesmo quando ocorra eventual exposição à flora patogênica.

Pergunta: O que a Sra. gosta mais: dar aulas e se dedicar à pesquisa científica sobre o assunto ou ao atendimento e acolhimento do paciente?

A gente só se sente completa quando ensina, pesquisa, aprende mais e se dedica ao paciente. É difícil escolher uma das opções. Até para sair da rotina é muito bom variar a forma de interagir com o assunto.

Pergunta: Qual perfil deve ter um profissional que trata de halitose?

É importante saber ouvir o paciente, ter paciência e passar credibilidade, caso contrário eles não executam os procedimentos propostos de acordo, prejudicando o tratamento. Também não pode se esquecer de se atualizar sempre porque se trata de uma área em rápida evolução.

 

 Via Paula Rollemberg

Halitose tem cura.Leia aqui maiores explicações sobre este tema que tanto preocupa as pessoas.

 

A halitose corresponde ao cheiro das moléculas que surgem no ar expirado devido às alterações fisiológicas, patológicas ou mesmo devido à deficiência de função das glândulas salivares e/ou higiene bucal.

Depois de uma anamnese bem feita é importante realizar a Halimetria (medida do hálito) no Oralchroma que, ao separar os odores em picos distintos, permite identificar, além da intensidade do hálito, também a sua origem, o que confrontado com a anamnese facilita bastante o diagnóstico correto para a montagem dos procedimentos de tratamento. Em geral, o tipo de odor identifica a causa e dá “pistas” para o tratamento adequado.

Na área odontológica, as causas mais frequentes são a saburra lingual (biofilme bacteriano lingual) e a doença periodontal que, em geral, acontecem devido às alterações na composição da saliva ou até à sua relativa falta (hiposalivação).

Por isso, a primeira orientação é que se observe a parte de cima da língua, verificando se existe um material viscoso branco ou amarelado (pelo menos na porção do terço posterior), se existe sangramento gengival, se o paciente sente a boca seca, se usa fio dental diariamente, se tem algum dente amolecido, uma ou mais cavidades extensas de cárie e se costuma ou não ter tártaro.

Se identificada a presença de saburra lingual, deve ser instituído além do uso do fio dental e da escovação dos dentes, o uso de um limpador lingual adequado e após a limpeza da língua a aplicação de enxaguante com princípio ativo próprio para o caso. Também é preciso fazer uma avaliação do fluxo salivar para corrigir uma possível hiposalivação, causa predisponente à aderência das bactérias no dorso da língua.

É bem provável que também já existam alterações periodontais, facilmente observadas, identificadas quanto à sua gravidade e tratadas pelo periodontista.

No entanto, o periodontista não pode esquecer que ao tratar o periodonto, deve também eliminar o ponto inicial da contaminação que é o dorso da língua, caso contrário, com certeza haverá a recontaminação e recidiva da doença periodontal, até em relativamente pouco tempo.

Nesse caso o tratamento pode ser apenas local ou eventualmente também sistêmico em relação à restauração da função normal das glândulas salivares e, em alguns casos mais extremos o uso de antibiótico adequado. Nunca se deve esquecer que para o metronidazol (o mais comumente usado) funcionar deve sair na saliva e manter aí sua concentração adequada. Isso significa que é de alta importância restaurar o fluxo salivar normal do paciente, forçando um aumento de salivação principalmente durante o tratamento com metronidazol.
Via Portal Profissão saúde.


Dra. Olinda Tárzia

  É Doutorada em Odontologia  pela Universidade de São Paulo (USP). É professora da USP e responsável pelo  Departamento de Bioquímica e é pesquisadora há mais de 20 anos sobre o tema halitose. 


 

Somos credenciados pela CETH

Halitose tem cura

O mau hálito ou halitose, hoje indexada no CID (código internacional das doenças) com número R19.6, é uma entidade clínica multifatorial  e multidisciplinar, causada por diversos fatores.

Podemos considerar 5 grupos de fatores capazes de desenvolver halitose:

a) Fatores Locais não Patológicos;

b) Fatores Locais Patológicos;

c) Fatores Sistêmicos com Manifestações Bucais;

d) Fatores Sistêmicos não Patológicos;

e) Fatores Sistêmicos Patológicos.

Entre os fatores locais e não patológicos nós podemos considerar a chamada halitose da manhã ao acordar, e que deve desaparecer após o café da manhã e a higiene bucal. Em alguns casos trata-se apenas de falta de higiene bucal adequada que deve ser orientada pelo profissional.

Com relação aos fatores locais patológicos, estes envolvem a presença de microorganismos patogênicos capazes de produzir compostos mau cheirosos conhecidos como compostos sulfurados voláteis. Por se tratar de contaminação, da mesma maneira que a cárie e a doença periodontal, pode ser transmissível. Então, este tipo de halitose “pega”.

As halitoses por fatores sistêmicos com manifestações bucais correspondem ao sangramento gengival espontâneo devido às discrasias sanguíneas ou doenças de fundo hematológico (que são raras). Nesse caso aumenta a proliferação de microrganismos proteolíticos que vão produzir compostos odoríferos. Também pode ser contagiosa.

Os fatores sistêmicos não patológicos correspondem às alterações metabólicas com quebra acentuada dos triglicerídeos que acontece devido aos longos períodos de jejum e/ou consumo muito limitado de carboidratos. Os metabólitos finais da metabolização dos triglicerídeos (ácidos graxos) caem na corrente circulatória e escapam no ar expirado. Este tipo de halitose não é transmissível.

Quando os fatores sistêmicos são patológicos temos que considerar que existe alguma doença de fundo gerando odorivetores de cheiro desagradável que, uma vez presentes na circulação, saem através dos pulmões durante a expiração. É o caso do paciente renal crônico, diabético não compensado, etc. Este grupo de halitoses também não é contagiosa.

Em resumo, conforme as diferentes causas ou fatores capazes de desenvolver halitose nós podemos selecionar tipos de halitose que são transmissíveis e outras que não o são.

 

Somos credenciados pela Ceth.Para saber mais , agende uma visita conosco.

Odontoshop Butantã: 11 3624-0481


Dra. Olinda Tárzia

texto publicado por Dra Olinda que é Doutorada em Odontologia  pela Universidade de São Paulo (USP). É professora da USP e responsável pelo  Departamento de Bioquímica e é pesquisadora há mais de 20 anos sobre o tema halitose. 

Em Campanha Dani Calabresa “ensina a curar” mau hálito

Blitz do Hálito no CQC. O Ceth, Cetao, Inpes e Sobrehali  promoveram esta ação para  alertar a população sobre os problemas, causas, consequências do Hálito não Saudável.

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Veja o vídeo com  a brincadeira :

http://mais.uol.com.br/view/qcji1ffyt7fw/dani-calabresa-ensina-a-curar-mau-halito-04020C183464CCB94326?types=V%2CF%2CS%2CP%2CT&

Halitose- saiba mais

Halitose
Mais conhecida por mau hálito, a halitose é muito comum na população. As causas são diversas, mas sabe-se que 80-90% dos casos têm origem bucal.

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Causas de origem bucal

As bactérias presentes na boca são capazes de produzir compostos com odor desagradável. Se a higiene oral for feita de forma incorreta, essas bactérias se proliferam descontroladamente e produzem grandes quantidades desses compostos, gerando o mau hálito. Esses compostos têm em comum a presença do enxofre, que é o componente responsável pelo odor desagradável. A língua também merece destaque, pois quando não a higienizamos corretamente ocorre o acúmulo de resíduos e células mortas, isso resulta em uma placa branca-amarelada no dorso da língua. Essa placa é conhecida como saburra lingual, que é um meio ideal para a proliferação bacteriana capazes de produzir compostos sulfurados. As doenças das gengivas (gengivite e periodontite) também são associadas à higiene deficiente e, portanto, geram o mau hálito. Produtos corretos e higienização adequada podem ser grandes aliados na prevenção da halitose.

Causas com origem nas vias aéreas

As amídalas, por ter uma superfície com reentrâncias, favorecem o acúmulo de cáseos amigdalianos, que são acúmulos de restos mal cheirosos. Os cáseos amigdalianos podem ser expelidos durante a fala, tosse ou espirros.

Outras causas

Existem outras origens da halitose como diabetes, problemas no pulmão, intestino ou rins, fumo, deficiência de vitamina A e D e pouca produção de saliva. Alguns medicamentos para depressão, emagrecimento e pressão alta, podem levar a alterações na saliva que favorecem o aparecimento da halitose.

Sabe-se, contudo, que a halitose não tem como causa problemas no estômago, o que muitos profissionais erroneamente ainda acreditam.

Halitose temporária

Pacientes com inflamação das amídalas e sinusopatias podem ter halitose temporária que não deve persistir após a cura da inflamação. A halitose também pode aparecer em pacientes respiradores bucais, pois a boca fica constantemente seca devido à passagem excessiva de ar e a saliva fica mais grossa o que favorece o aparecimento de odor desagradável.

Halitose matinal

É importante salientar que é absolutamente normal o mau hálito matinal. Durante a noite nosso metabolismo muda e há uma diminuição drástica da produção de saliva e da motricidade lingual. Esses dois fatores favorecem a proliferação bacteriana, já que a língua e a saliva têm também como função a auto-limpeza da cavidade oral. Além disso, nosso corpo entra em hipoglicemia, o que gera odor cetônico na boca. Todos esses fatores resultam no característico odor desagradável pela manhã, que deverá desaparecer com a correta higienização, isso é, escovação adequada e uso do fio dental. Caso isso não ocorra, o paciente deve procurar um profissional credenciado CETH. Caso queira saber mais procure-nos.Somos credenciados CETH e teremos prazer em orientá-los.

Pacientes hospitalizados

Normalmente a halitose não traz nenhum prejuízo para a saúde das pessoas saudáveis, porém em pacientes pós-cirúrgicos ou internados em Unidades Intensivas ou Semi Intensivas normalmente ocorre maior acúmulo de bactérias na cavidade bucal uma vez que a higienização se torna dificultada. O quadro de higiene oral precária e a debilidade da saúde do paciente favorecem as infecções pulmonares e hospitalares causadas por bactérias de origem bucal, o que pode prolongar ainda mais o tempo de internação. O uso de enxaguante específico especialmente desenvolvido para esta situação pode diminuir a quantidade de bactérias patogênicas e tornar a recuperação do paciente mais rápida.175660920