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Você nunca mais vai escovar os dentes do mesmo jeito…

… Ou deixar de fazer a limpeza após as refeições por preguiça. Estudos mostram que bactérias da boca também podem provocar ou piorar problemas nos pulmões, cérebro e coração

por texto | Evanildo da Silveira | edição | Diogo Sponchiato | ilustração | Samuel Rodrigues

 Editora Globo

Melhor pensar duas vezes antes de postergar a escovação depois do almoço ad infinitum. E o motivo não é só o mau hálito ou a conservação de um sorriso bonito. Uma boca bem cuidada tem mais a ver com a saúde do resto do corpo do que você supõe. A cada ano surgem novas evidências ligando problemas dentais a diabete, infecções pulmonares, males cardíacos e até parto prematuro. Isso ocorre porque a cavidade bucal é um tremendo ninho de bactérias: são pelo menos 700 espécies que convivem entre a dentição, a gengiva e a língua. Enquanto você usa frequentemente a escova e o fio dental — e visita o dentista para uma limpeza mais pesada pelo menos uma vez por ano —, os micro-organismos moram lá numa boa sem causar transtornos. Agora, basta um cuidado mais relaxado ou uma predisposição mais forte (algo que não tem como prever) para que as bactérias se multipliquem — daí a placa bacteriana — e cárie e gengivite comecem a fazer parte de sua vida.

A inflamação da gengiva representa o principal perigo, inclusive porque é silenciosa. Vermelhidão e sangramento aparecem, mas raramente há dor. “O problema é que ela pode evoluir para um estágio que chamamos de periodontite, quando as bactérias atingem o tecido ao qual se prendem os dentes. Isso cria, com um tempo, uma bolsa entre a gengiva e o dente com uma carga bacteriana enorme”, explica o periodontista Cláudio Pannuti, da Universidade de São Paulo. E é a partir daí que não só a boca, cujos dentes podem cair se o mal não for remediado, mas todo o corpo fica bastante ameaçado: as bactérias podem se valer de fissuras na gengiva para penetrar na corrente sanguínea e ganhar acesso ao organismo.

A relação entre encrencas na gengiva e no periodonto (esse tecido que dá suporte à dentição) e problemas a distância não é exatamente uma novidade para médicos e dentistas. De acordo com o periodontista Juliano Milanezi de Almeida, da Universidade Estadual Paulista, em Araçatuba, o pai da medicina Hipócrates já a mencionava no século 5 a.C. Mas o elo só entrou para a ciência moderna quando o cirurgião dentista americano Willoughby Dayton Miller publicou um artigo no final do século 19 intitulado A Boca Humana como Foco de Infecção. “O texto já propunha a ligação entre os micro-organismos orais e o desenvolvimento de abscessos cerebrais e complicações gástricas e pulmonares”, conta Almeida. Os seguidores de Miller passaram a defender a extração de dentes doentes como um meio de livrar o organismo de maiores danos sistêmicos. O movimento avançou até a década de 1950, quando acabou sendo revisto — nem sempre seria realmente necessário fazer essa retirada preventiva.

No entanto, na última década, especialistas voltaram a examinar o elo, encontrando muitos dados que legitimam um maior cuidado com os dentes e a gengiva a fim de evitar problemas remotos. No coração, por exemplo. Uma extensa revisão de estudos capitaneada pela Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, nos Estados Unidos, atesta o papel dos transtornos bucais, especialmente a gengivite e a periodontite, em danos ao sistema circulatório. O artigo conclui que quem tem periodontite apresenta um risco 34% maior de sofrer de uma doença cardiovascular, como um infarto, comparando com pessoas de gengiva saudável. Outras pesquisas acusam uma relação íntima entre a perda de dentes — consequência de anos de periodontite — e derrames. “Há dados apontando que adultos com um número igual ou menor do que 24 dentes possuem um risco 57% maior de ter um acidente vascular cerebral”, relata Ricardo Neves, diretor da Unidade de Odontologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InCor. Geralmente, um adulto saudável dispõe de uma arcada dentária com 32 unidades.

Outra ameaça ao peito incitada pelas bactérias da boca é a chamada endocardite, uma grave e potencialmente fatal inflamação no tecido que reveste as válvulas cardíacas. Se um indivíduo já tem uma lesão aí, os micro-organismos que escapam da gengiva podem fazer a festa. “Uma das condições básicas para que haja essa doença é a presença de bactérias na circulação e a boca é uma das principais portas de entrada para elas”, diz o cardiologista Max Grinberg, do InCor. O que assusta é que tudo leva a crer que as condições da boca do brasileiro, inclusive aquele que mais precisaria de uma higiene adequada, deixam a desejar. “Fizemos um levantamento no InCor com 1.000 pacientes que estavam na fila para cirurgia de válvula cardíaca e observamos que 18,5% deles apresentavam uma saúde bucal satisfatória. Os outros 80,5% tinham focos infecciosos ali e tiveram de ser tratados antes da operação”, conta Neves.

ATAQUE INDIRETO
Daquela legião de espécies bacterianas que habitam a cavidade bucal humana, não são muitas as que aterrorizam o corpo ao chegar à corrente sanguínea — entre as mais estudadas, destacam-se a Streptococcus viridans, a Porphyromonas gingivallis e a Bacteroides forsythus. Além de se envolverem diretamente em infecções e placas nos vasos, tais bichinhos complicam a vida de outras regiões por desatarem um intenso processo inflamatório. Embora essa seja uma reação natural de defesa, a liberação constante de substâncias inflamatórias pode incendiar áreas já acometidas por uma doença, caso dos pulmões e das articulações. “A alta presença de substâncias inflamatórias ainda facilita a formação das placas nas artérias, favorecendo o infarto”, diz o periodontista Giuseppe Alexandre Romito, da Universidade de São Paulo.

Essas partículas incendiárias, por assim dizer, também atormentam pessoas com diabete, condição marcada pela incapacidade de o açúcar ser levado para dentro das células do organismo. Há indícios de que a inflamação crônica da doença periodontal contribua para que a glicose fique sobrando no sangue, motivo de diversas complicações, algumas delas fatais. Em se tratando de diabete, aliás, pesquisas mostram que a encrenca é de mão dupla: o excesso de açúcar, por sua vez, fomenta a ação das bactérias na gengiva. Já deu pra perceber que isso cria um círculo vicioso, capaz de resultar na queda dos dentes e em picos de glicose no sangue.

Mesmo quem não tem diabete precisa cuidar bem da boca se quiser ter um cérebro saudável com o avançar da idade. A inflamação detonada na zona bucal parece acentuar casos de déficit cognitivo na maturidade. Um trabalho da Universidade West Virginia, nos Estados Unidos, com dados de uma comunidade de pessoas acima de 60 anos, revela que quadros de deterioração dos dentes e da gengiva estão diretamente relacionados com piores índices de memória e raciocínio lógico nessa faixa etária.

Da mesma forma, o mau estado bucal também se torna um vilão para as grávidas. Tanto o processo inflamatório como as bactérias já são acusados por pesquisas de patrocinar o parto prematuro, quando o bebê nasce com menos de 37 semanas. “Os micro-organismos podem chegar à placenta e estimular que ela rompa antes do tempo, acelerando o nascimento da criança”, explica Romito. Gestantes, portanto, precisam levar à risca o conselho de dar atenção à sua boca — recado que, depois das evidências apresentadas por aqui, se estende para todo mundo, das crianças aos mais velhinhos. Lançar mão do fio dental e caprichar na escovação pelo menos três vezes ao dia são formas de não apenas deixar os dentes impecáveis, mas prevenir problemas e complicações que, só na aparência (e só na aparência mesmo), não parecem ter nada a ver com a sua cavidade bucal.

Editora Globo

Por que minha gengiva as vezes sangra?

Você vem percebendo que sua gengiva sangra constantemente e sem razão aparente? Quando você percebe um sangramento fora do comum e constante, é motivo de alerta, você pode estar com gengivite ou periodontite.

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Diversos problemas de saúde estão relacionados ao sangramento da gengiva. Confira nosso post e se inteire sobre o assunto!

Gengivite: o principal causador
A principal causa de sangramento na gengiva é ocasionada por um problema chamado gengivite. De uma forma generalizada, pode-se dizer que a gengivite é a inflamação constante de suas gengivas devido à remoção inadequada das placas dentárias.

Normalmente, estas placas devem ser retiradas de seus dentes por meio da escovação regular (sempre após as principais refeições) em consultas periódicas ao dentista de sua preferência.

Quando a remoção não é feita, o acúmulo das placas forma toxinas que irritam suas gengivas. O tratamento na fase inicial da gengivite é muito simples, mas quando isso não acontece, surge outro problema chamado periodontite.

Periodontite: placas endurecidas
Como você já viu mais acima, o dente produz placas que precisam ser retiradas com escovação e tratamento dentário. Quando isso não acontece e você passa a acumular tais placas nos dentes, elas endurecem e formam uma crosta escurecida, conhecida como tártaro.

A periodontite é, de certa forma, a gengivite em estágio mais avançado. Ela pode deixar seus dentes “soltos” “correndo o risco de cair. Isso se dá porque a inflamação da gengiva ocasiona reabsorção dos ossos e ligamentos que dão sustentação aos seus dentes.

Alterações hormonais na gravidez
Pode parecer estranho para algumas pessoas, mas sim, a alteração de alguns hormônios pode causar o sangramento de suas gengivas. Isso acontece principalmente em gestantes.

Nestas, o sangramento gengival também pode ser ocasionado pelo modo errado de escovação. A mulher grávida enjoa com muita frequência e, sempre após os vômitos, escova os dentes, deixando a gengiva muito mais irritada. O correto, não somente para grávidas, mas para todos que têm alguma irritação ou outro incômodo estomacal causador de vômitos, por qualquer motivo, é lavar a boca apenas com água ou um enxaguante bucal. Deixe a escovação para depois, quando o líquido ácido do estômago já tiver sido eliminado da boca.

Outras causas de sangramento na gengiva
Existem problemas menores, mas não menos importantes, que também causam o sangramento na sua gengiva. Entre os principais podemos citar a falta de vitamina K no organismo, escovações feitas de forma incorreta, uso de dentaduras sem ajuste correto, uso do fio dental de forma inadequada, uso de medicamentos ou substâncias para afinar o sangue e outras infecções específicas nos dentes, entre outros casos.

Consulte sempre o seu dentista
A falta de um acompanhamento odontológico pode agravar esses problemas. Casos mais sérios podem gerar doenças ainda mais prejudiciais e afetar não apenas sua estética, mas seu organismo.

Por isso, não deixe de consultar o seu dentista com uma frequência de pelo menos seis em seis meses ou sempre que perceber qualquer alteração. Somente assim, a causa do sangramento de sua gengiva pode ser explicada e a manutenção da sua saúde bucal realizada.

Via TePe

Cuidar da gengiva aumenta a imunidade de pacientes com HIV

 

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Foto: Natalia Gaak NWH / Shutterstock

Durante a pesquisa, foi constatado que algumas bactérias causadoras da periodontite tinham a capacidade de modificar as funções do vírus que causa a AIDS
Com o tratamento da periodontite, o número das células de defesa do organismo, chamadas linfócitos CD4, aumentavam, segundo pesquisa
Um estudo realizado por profissionais das principais instituições de ensino do país – USP, UNIP e UNICAMP – concluiu que cuidar da saúde periodontal pode aumentar a imunidade de pacientes com HIV.

Para entender a pesquisa é necessário saber que a doença periodontal é uma infecção forte na gengiva que provoca sangramento, perda de estruturas ósseas e, em alguns casos, perda do dente. Por ser uma infecção, há a presença de bactérias que, além da boca, podem se espalhar pelo organismo.

“Durante a pesquisa, percebemos que algumas dessas bactérias tinham a capacidade de modificar as funções do vírus que causa a AIDS, aumentando sua capacidade de se multiplicar, por exemplo”, diz Renato Corrêa Viana Casarin, professor do curso de Mestrado em Odontologia da UNIP e co-autor da pesquisa.

A partir disso, foi possível associar as infecções gengivais com a queda da imunidade de pacientes soropositivos. Ou seja, prevenindo ou controlando a periodontite é possível reduzir as bactérias que estimulam o vírus da HIV e, conseqüentemente, a quantidade de vírus no organismo.

“Já se sabe que quanto menos carga viral, maior a imunidade do indivíduo que possui o HIV. E isso ficou bastante claro em nossa pesquisa que, com o tratamento da periodontite, o número das células de defesa do organismo, chamadas linfócitos CD4, aumentavam”, diz o especialista.

Durante todo o tratamento e pesquisa o cuidado com a doença bucal sempre foi reforçado com informações sobre o benefício de se tratar a inflamação da gengiva e técnicas de escovação e remoção de placa bacteriana.

Saúde bucal e qualidade de vida
Com base nos resultados, os especialistas envolvidos na pesquisa garantem que ter uma higienização bucal impecável ajuda, e muito, a melhorar a saúde e a qualidade de vida dos portadores do vírus HIV.

“Os portadores do vírus HIV devem ter um rígido controle de sua saúde bucal, visitando o dentista frequentemente (período que varia de 3 a 6 meses, dependendo da indicação do profissional). Esses pacientes inclusive podem apresentar outros problemas bucais associados a presença do vírus HIV, sendo o diagnóstico e o tratamento precoce de grande importância para o tratamento e, consequentemente, para a saúde geral”, diz Renato.
Via Terra

SAÚDE EXIGE GENGIVA SAUDÁVEL !

SAÚDE EXIGE GENGIVA SAUDÁVEL !

Estudos científicos mostram que as inflamações das gengivas, ou gengivites, podem evoluir, ao redor de cada dente, para situações mais drásticas e destrutivas do suporte ósseo que segura cada um dos seus dentes, tornando-se periodontites. A esse conjunto de doenças bucais, gengivites e periodontites, dá-se o nome de doença periodontal.

Após os 30 anos de idade, a doença periodontal é a razão para o que mais prejudica a dentição – superando até mesmo as cáries como risco de prejuízo a saúde. Esta realidade ainda é muito evidente, especialmente entre pessoas mal informadas sobre higiene bucal e negligentes quanto as visitas rotineiras ao dentista.

Ao examinar a boca, dentista e pessoas informadas, podem atestar a gravidade desta doença através dos altos níveis de perdas dentárias, ainda registrados na sociedade brasileira, da grande ocorrência de retrações das gengivas, da percepção de sangramento bucal ( inclusive ao escovar ou usar fio dental) e do mau hálito,todos sintomas que podem retratar a existência desta doença da boca.

O acúmulo de bactérias,de restos de alimentos e de restos das próprias bactérias sobre os dentes, forma a placa bacteriana. Ela é reconhecida como o agente principal que leva a esta perigosa doença da boca (doença periodontal). É fato que nas pessoas, com menos de trinta anos apaixonadas por açucar e sem boa higiene bucal regular, ela está ainda mais associada com o risco de cárie e sinais menos drásticos desse problema, embora cáries e doença periodontal possam ser vistos e diagnosticados durante toda a vida para qualquer descuidado.

Além destes devastadores efeitos para a boca, outros estudos mostram que a doença periodontal pode favorecer um aumento no risco de doenças cardiovasculares, como a endocardite infecciosa e as decorrentes da aterosclerose, caso das anginas, dos derrames e do infarto.

Estima-se que as bactérias da placa bacteriana – quando conseguem penetrar regularmente pelo espaço entre o dente e a gengiva, gerando as inflamações típicas da doença periodontal, estão aptas a penetrar pelos pequenos vasos sanguíneos que existem ao redor ds dentes e adentrarem o sistema circulatório do nosso organismo pelas gengivas aonde se localizam.

Com o tempo e a repetição constante deste fenômeno, especialmente em alguém negligente com o tratamento e a prevenção desta doença, o acúmulo e a penetração destas bactérias e seus restos no sangue, podem chegar aos grandes vasos sanguíneos e estimular desde infecções dos tecidos que revestem o coração – caso das endocardites ou, com maior frequência, cooperar com o processo de formação e estabilização das placas de gordura, ou placa de aterosclerose, favorecendo o surgimento de infartos ou derrames, por exemplo.

Além desta via direta de ação, as bactérias e seus restos que compõe a placa bacteriana dental, ao adrentarem o sistema circulatório pelas gengivas que revestem os dentes, também podem sensibilizar o organismo para gerar uma série de reações químicas. Estas reações químicas levam a liberação de substâncias inflamatórias em várias partes do corpo atingidas pela circulação do sangue.

O aumento na circulação destas substâncias faz crescer o risco para as doenças ateroscleróticas citadas e também para uma série de outros problemas da saúde, caso dos partos prematuros, dos desequilíbrios do diabete, das infecções respiratórias, das artrites e das doenças renais.

Como se vê, tratar da boca é algo que pode repercutir positivamente para a prevenção dos dentes e da saúde do corpo. … Pense nisso!

TePe – ADORO SORRIR

Como está sua gengiva?

Gengivas saudáveis

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Esta é a aparência que sua boca deve ter se suas gengivas são saudáveis:
Gengivas rosadas e saudáveis
Dentes firmemente fixados às gengivas
Ausência de sangramento ao escovar os dentes, usar fio dental ou comer

Gengivite
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Gengivas avermelhadas, em vez de cor rosada natural
Gengivas inchadas
Sangramento ao escovar os dentes, usar fio dental ou comer.

Periodontite
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Gengiva avermelhada e com retração
Sangramento regular ao comer ou com a escovação, ou uso do fio dental.
A gengiva pode começar a retrair fazendo com que os dentes pareçam maiores.

Periodontite Avançada
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Gengivas vermelhas
Linha da gengiva muito baixa onde ocorreu a retração
Os dentes parecem muito longos
A gengiva sangra sozinha
Os dentes começam a se soltar.
Estes sinais são significativos e não devem ser ignorados. Se você tiver algum dos sinais citados, você deve consultar o seu dentista.

Parodontax

GENGIVAS E RINS – MAIS UMA LIGAÇÃO PERIGOSA EM PAUTA.

GENGIVAS E RINS - MAIS UMA LIGAÇÃO PERIGOSA EM PAUTA.

As doenças bucais, em especial as que acometem as gengivas, conhecidas por doenças periodontais, podem repercutir no agravamento de situações renais graves, caso de pacientes sob hemodiálise, influenciando seu risco deevolução indesejada para essa delicada situação.

Atualmente esse é um dos novos e importantes tópicos debatidos na Medicina Periodontal. Atualização científica é a chave para entender todo o mecanismo que liga uma condição a outra.

Recomendamos a leitura de mais um texto científico que exemplifica o quanto essa relação é potencialmente valiosa e a necessidade de mais estudos sobre o tema.

Na outra ponta, fica claro que pacientes crônicos renais, devem valorizar a visita regular ao dentista e os cuidados com a melhor higiene bucal para vetar complicações oriundas dessa fonte da cavidade bucal.

Para saber mais do tema, recomendo a leitura abaixo:

http://www.scielo.br/pdf/ramb/v51n5/a21v51n5.pdf

via tepe