Piercing smile: estiloso ou perigoso? O acessório que faz sucesso entre os jovens pode trazer riscos à saúde bucal

 A cada temporada uma nova tendência surge entre os mais apaixonados por moda. A onda dos piercings teve seu ápice em 1990, mas ainda faz sucesso entre os que desejam se destacar na multidão.

Existem diversas joias e modelos e fica a gosto do cliente a região a ser perfurada. Além de umbigo, nariz, orelha e sobrancelhas, os piercings bucais também são bastante populares. Entre os mais usados estão o de língua, frênulo da língua (freio), lábio e dente. Porém, uma categoria diferente começou a fazer sucesso recentemente: o piercing de smile.

Aço cirúrgico é a melhor opção de material para o piercing pois não oxida. Atente-se a suas alergias na hora de fazer essa escolha e opte pelo modelo anelar para facilitar a cicatrização.
Aço cirúrgico é a melhor opção de material para o piercing pois não oxida. Atente-se a suas alergias na hora de fazer essa escolha e opte pelo modelo anelar para facilitar a cicatrização.

Foto: mrkornflakes / Shutterstock.com

O nome da joia faz referência ao sorriso já que o piercing fica localizado no chamado “freio superior”, uma camada fina de pele que só aparece quando a pessoa sorri. Muita gente opta por esse tipo de piercing porque é mais fácil de esconder em ocasiões que não permitem um visual tão ousado. Mas será que essa ideia é 100% segura?

A área onde esse tipo de piercing é colocado é uma das mais sensíveis da boca. Portanto, quem deseja colocar o acessório precisa ter cuidados redobrados para que não haja nenhuma complicação grave. Confira:

– Colocação: O piercing deve ser feito por um profissional, com materiais esterilizados e descartáveis;

– Escovação: Deve ser feita regularmente, porém com menos intensidade para que a joia não cause pressão na gengiva;

– Alimentação: Além de todas as restrições requisitadas pela colocação de piercings em geral, também é importante evitar o uso dos dentes frontais para mastigação;

– Limpeza: O piercing deve ser higienizado duas vezes ao dia e isso independe da escovação. Faça gargarejo com enxaguante bucal sem álcool e utilize uma haste de algodão para limpar a joia com soro fisiológico.

Dentistas não recomendam o uso do smile – ou qualquer piercing bucal – pois pode causar inflamação da gengiva, sangramentos e até deixar a boca mais vulnerável a doenças sexualmente transmissíveis.

 Fonte:Terra

Conheça riscos de piercing para saúde bucal

 O que é um piercing na boca?

É qualquer tipo de piercing que pode ser na língua, nos lábios ou nas bochechas. Nos anos mais recentes, os piercings na região da boca têm se tornado uma forma de expressão individual. Como o piercing na orelha, os brincos e anéis de metal colocados na boca são de diferentes estilos e compreendem peças como pinos, tarraxas e argolas. Mas o piercing colocado na língua, lábios ou bochechas envolvem riscos maiores do que os colocados na orelha. Antes de perfurar qualquer parte, dentro ou fora da boca, converse com seu dentista.

Quais os riscos deste tipo de piercing?
É possível que você desconheça os efeitos colaterais que um piercing oral oferece. Estes efeitos são:
-Infecção – A boca contém milhões de bactérias que podem causar infecções depois de um piercing oral. Tocar as partes de metal depois de colocados na boca também torna maior o risco de se contrair uma infecção.
– Sangramento prolongado – Caso um vaso sanguíneo seja perfurado pela agulha durante o procedimento de colocação, pode haver um sangramento difícil de ser controlado com perda excessiva de sangue.
– Dor e inchaço – São sintomas comuns de piercing na boca. Em casos mais sérios, se a língua inchar demais, poderá fechar a passagem de ar e dificultar a respiração..
– Dentes danificados – O contato com a joia pode danificar o dente. Dentes com restaurações – por exemplo, coroas ou jaquetas – também podem ser danificados pelas peças de metal.
– Ferimento na gengiva – As peças de metal não só podem ferir o tecido da gengiva que é sensível, mas também podem causar retração gengival. A retração gengival tem aparência desagradável e torna seus dentes mais vulneráveis a cáries e a periodontite.
– Interferência com a função normal da boca – As joias aumentam a produção de saliva, impedindo que você pronuncie corretamente as palavras e também dificultam a mastigação.
– Doenças transmissíveis pelo sangue – O piercing da boca foi identificado pelo Instituto Nacional de Saúde como uma possível forma de transmissão da hepatite B, C, D e G.
– Endocardite – O piercing oral pode causar endocardite, que é a inflamação das válvulas e dos tecidos cardíacos. A ferida causada pela perfuração dá às bactérias da boca a oportunidade de entrar na corrente sanguínea, podendo chegar ao coração.

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Quanto tempo dura um piercing?
Se você não contrair nenhuma infecção e seus piercings orais não interferirem com as funções normais da boca, podem ser usados de forma permanente. Mas, não deixe de ir ao dentista se sentir qualquer tipo de dor ou algum outro problema. Por causa dos riscos envolvidos mesmo depois que a ferida da perfuração desaparece (como é o caso de engolir peças soltas ou danificar os dentes), a melhor coisa é não fazer piercing oral.

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Conteúdo oferecido por: © 2016 Colgate-Palmolive Company. 
Terra -beta

Piercing na boca pode ser um risco para saúde

 

O que é um piercing na boca?
É qualquer tipo de piercing que pode ser na língua, nos lábios ou nas bochechas. Nos anos mais recentes, os piercings na região da boca têm se tornado uma forma de expressão individual. Como o piercing na orelha, os brincos e anéis de metal colocados na boca são de diferentes estilos e compreendem peças como pinos, tarraxas e argolas. Mas o piercing colocado na língua, lábios ou bochechas envolvem riscos maiores do que os colocados na orelha. Antes de perfurar qualquer parte, dentro ou fora da boca, converse com seu dentista.
Quais os riscos deste tipo de piercing?
É possível que você desconheça os efeitos colaterais que um piercing oral oferece. Estes efeitos são:
– Infecção – A boca contém milhões de bactérias que podem causar infecções depois de um piercing oral. Tocar as partes de metal depois de colocados na boca também torna maior o risco de se contrair uma infecção.
– Sangramento prolongado – Caso um vaso sanguíneo seja perfurado pela agulha durante o procedimento de colocação, pode haver um sangramento difícil de ser controlado com perda excessiva de sangue.
– Dor e inchaço – São sintomas comuns de piercing na boca. Em casos mais sérios, se a língua inchar demais, poderá fechar a passagem de ar e dificultar a respiração..
– Dentes danificados – O contato com a joia pode danificar o dente. Dentes com restaurações – por exemplo, coroas ou jaquetas – também podem ser danificados pelas peças de metal.
– Ferimento na gengiva – As peças de metal não só podem ferir o tecido da gengiva que é sensível, mas também podem causar retração gengival. A retração gengival tem aparência desagradável e torna seus dentes mais vulneráveis a cáries e a periodontite.
– Interferência com a função normal da boca – As joias aumentam a produção de saliva, impedindo que você pronuncie corretamente as palavras e também dificultam a mastigação.
– Doenças transmissíveis pelo sangue – O piercing da boca foi identificado pelo Instituto Nacional de Saúde como uma possível forma de transmissão da hepatite B, C, D e G.
– Endocardite – O piercing oral pode causar endocardite, que é a inflamação das válvulas e dos tecidos cardíacos. A ferida causada pela perfuração dá às bactérias da boca a oportunidade de entrar na corrente sanguínea, podendo chegar ao coração.
Via Beta

Piercing – Consequências e complicações na cavidade oral

Piercing na cavidade oral
 

INTRODUÇÃO E REVISÃO DA LITERATURA

Estudos mostram que a popularidade do uso de jóias em lugares não convencionais, como umbigo, mamilos, sombrancelhas, lá­bios e língua têm crescido significativamente. Apesar da prática de aplicação de piercing apresentar-se como modismo dos tempos atuais, verifica-se historicamente que, desde o antigo Egito, o piercing já era usado no um­bigo como sinal de realeza. Já os Romanos usavam piercing no mamilo como sinal de viri­lidade e coragem (Maibaum W. e Margherita A-1997). Os Maias usavam na língua por mo­tivos espirituais, na América do Norte, o pier­cing era uma tradição dos Sioux (Botchway C. e Kuc 1-1998). A influência do piercing labial parece ter origem no Alaska com os esquimós e Aleutas, onde era utilizado para representar diferentes acontecimentos na vida das pes­soas, como a passagem para a puberdade e a iniciação no mundo da caça e do casamento (BoardmanR.eSmithA.-l997).

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O piercing intra-oral vem sendo motivo de preocupação e discussão pelos odontólogos devido suas interferências prejudiciais na cavidade oral. As complicações podem ser de origem infecciosa ou não. As impli­cações infecciosas ocorrem ou por meios de técnicas e instrumentais precários ou não esterelizados; ou após o piercing, quan­to a ferida não é tratada adequadamente (Reichl R. B. e Dailey J.C.-1996).

A colocação do piercing oral geralmen­te é feita sem anestesia, por pessoas que não apresentam qualquer tipo de licença. A perfuração na língua é feita com uma agulha espessa padrão 14 (seu diâmetro é sete vezes maior que a agulha utilizada nos consultórios odontológicos), e uma peça temporária, maior que a definitiva, é colocada durante o período de inflamação, que ocorre entre três a cinco semanas de cicatrização. A linha média da língua é o local mais comumente selecionado para o piercing, uma vez que as veias, artérias e nervos linguais correm lateralmente a linha média. Hemorragias ou injúrias a nervos não são frequentes. A língua é marcada no centro a mais ou menos 2,5 cm da ponta (BoardmanR. e Smith A.-1997).
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Pesquisas relatam que as potenciais complicações relacionadas ao uso do pier­cing na cavidade oral são: (1) retrações gengivais; (2) fraturas dentárias; (3) perda da gustação; (4) interferência na fala, mas­tigação e deglutição; (5) dano pulpar por trauma crónico; (6) aumento do fluxo sali­var; (7) transmissão de infecção sistémica como AIDS e hepatite B, C, D e G; (8) infec­ção lingual localizada; (9) disseminação de infecção com edema, podendo levar à angi­na de Ludwig e obstrução das vias aéreas; (10) hemorragia; (11) aspiração de parte do piercing; (12) alergia ao metal do piercing;

(13) dificuldade de tomadas radiográficas; (14) infecção pelo sangue, septicemia e síndrome de choque tóxico; (15) formação de quelóide, pseudolinfoma, linfadenopatia e veação tipo sarcoidal. ILawence HM. Í996, Fehrenbach J.M.1998, Reichl fl.B. e Dailey J.C. 1996, Jacobson J. Margot V.D. 1997, Tweeten S.S. e Rickman L. S. 1998).

Em um estudo em São Francisco, Rebecca Boardman e Richard Smith(1997) relacionaram os problemas e complicações derivados de piercing aplicados na língua e nos lábios, por meio de um questionário. Foi observado, em uma amostra de 51 pacientes com piercing na língua, que 25,49% apresen­taram danos aos dentes, 3,92% necessita­ram de tratamento médico ou odontológico 7,89% apresentaram injúria gengival, 5,88% tiveram infecção, 15,68% ficaram com fluxo salivar aumentado e o tempo médio de cica­trização foi de 3.97 semanas. Por outro lado, em 24 pacientes com piercing nos lábios, foi observado que nenhum apresentou danos aos dentes, necessidade de assistência mé­dica ou odontológica, assim como nenhum caso de infecção, 12,5% apresentaram injú­ria gengival, 33,33% perceberam aumento no fluxo salivar e o tempo médio de cicatri­zação foi de 5.06 semanas (Boardman R. e Smith A.-1997).

Como as possíveis complicações do piercing na cavidade oral são de extrema im­portância para o conhecimento do cirurgião dentista, o objetivo deste trabalho é infor­mar o cirurgião-dentista a respeito das con­sequências e complicações bucais do uso do “piercing” na cavidade oral e como orientar o paciente sobre seu uso e manutenção.

DISCUSSÃO

São poucas as informações sobre os efeitos do piercing na cavidade oral, entretanto exis­te um grande consenso, por parte dos pes­quisadores, de que os estabelecimentos de aplicação de piercing não apresentam pro­fissionais qualificados para executarem essa prática. Não há nenhum tipo de educação formal de esterilização, cuidados efetivos com a pele e controle eficaz de infecção, co­locando em risco e expondo os pacientes a complicações pós- operatórias. Pode-se ob­servar que a grande maioria dos aplicadores de piercing recomendam o uso indiscrimina­do de agentes e veículos químicos como gluconato de clorexidina 0,12%, fenóis e óleos essenciais, sem transmitir instruções ade­quadas sobre estes produtos, assim como suas consequências pelo uso excessivo. Um determinado estabelecimento de colocação te piercing oference como recomendação para cuidado na fase inicial de cicatrização, uma folha com a seguinte observação: “para piercing na língua, lábio e bochecha, lave com anti-séptico bucal “Listerine” cada vez que você comer ou beber qualquer coisa, com exceção de água potável…” (Logam B. K.eGullbergR.G.-1998). Os óleos essenciais são compostos fenólicos que têm ação inespecífica sobre as bactérias. Tem-se como exemplo comercial nesta classe o Listerine. O Listerine apre­senta em sua composição mistura de óleos essenciais, timol, menta, eucaliptol e metil-salicilato; é encontrado em veículo alcoóli­co a 26,9% e pH 5,0 (Lascala N. I-1997). Fenóis e óleos essenciais têm sido usados em colutório há anos. Uma forma de colutório embora não seja tão eficaz quanto a clorexidina, tem atividade anti-placa apoiada por um certo número de estudos de uso doméstico de curto a longo prazos (Lawrence H.-1998). O Listerine é um produto inalterável e de baixa “substantividade”. Apresenta como efeitos colaterais: sensação de queimação, gosto amargo, possibilidade de manchamento das superfícies dos dentes, além do fato de ser diluído em álcool e, portanto, poder causar injúrias nos tecidos bucais (Lascala N. T. -1997).

O complexo gluconato de clorexidina é uma base forte e dicatiônica em níveis de pH acima de 3,5 com as duas cargas positivas em cada lado da ponte de hexametileno. E pela sua natureza dicatiônica é extremamente interativo com ânions, que é determinante na sua eficácia, segurança, efeitos colaterais locais e dificuldades com a formulação do produto. Este anti-séptico tem uma ampla ação antimicrobiana incluindo um amplo número de bactérias Gram-positivas e Gram-negativas. A clorexidina tem um sabor amargo, difícil de mascarar, em alguns indivíduos causa distúbios de paladar e, com mais freqüência, pode causar erosão na mucosa. Em uso oral como colutórios, foi relatado que a clorexidina possui um certo número de efeitos colaterais, sendo o mais comum deles a descoloração amarronzada dos dentes, de alguns materiais restauradores, e das mucosas, notavelmente no dorso da língua (Lawrence H.-1998). A con­centração mais recomendada para uso oral, dos produtos que contenham clorexidina é de 0,12% (Lascala N. T.-1997). Por falta de regulamentação, a literatura não tem estatística dos riscos de transmissão de doenças como hepatite B, AIDS, tétano, sífilis e tuberculose, através da aplicação de piercing (Botchway C. e Kuc I.-1998). Nos Estados Unidos, muitos estados têm criado legislação específica para regular o piercing. Há um projeto de lei, na Califórnia, que obriga os profissionais que fazem o piercing a se­rem registrados no condado onde trabalham (Reichl R. B. e Dailey J.C.-1996). No Brasil, o projeto de lei n°1.395 de 1999, regulamenta o licenciamento e funcionamento de ateliês que realizam tatuagem e colocação de brincos, argolas, alfinetes e similares, com perfuração da epiderme. Entretanto, já existe uma lei es­tadual, apresentada pelo deputado Campos Machado (PTB-SP), onde determina ser proi­bido, no seu estado, fazer tatuagens e colocar brincos e alfinetes no corpo de menores de 18 anos, o chamado piercing, mesmo com autorização dos pais. O vereador Janualdo de Mardil (PSDB-RJ) e o deputado Campos Machado contam que deputados de Brasília já demonstraram interesse em transformar a proibição em lei federal (Varella F.-1997). Apesar das leis e proibições terem o seu papel, elas não garantem a aplicação de piercing na cavidade oral sem riscos e com­plicações, sendo uma responsabilidade do profissional de saúde o conhecimento sobre tais enfermidades, para que possa orientar de forma adequada e tratar, quan­do necessário, pacientes que se encontrem nestas situações.

Artigo enviado pelo Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal – cro-df@cro-df.org.br

Piercing bucal

Piercing bucal

1. O que é o piercing bucal?

Contemporaneamente, o piercing é um tipo de adorno que pode ser “colocado” na cavidade bucal, como em qualquer outra parte do corpo, usualmente, nas orelhas, nariz, região peri-umbilical (umbigo), genitálias masculina e feminina. Historicamente, foram usados por diversos povos, por motivos culturais, sociais ou religiosos. Atualmente são mais utilizados pelo público adolescente.

2. Como é realizada a colocação na cavidade bucal?

É necessária a perfuração dos tecidos para sua instalação, normalmente sem anestesia local. Infelizmente, a colocação dos piercings é uma prática realizada por “técnicos”, que são proibidos por lei de administrar anestesia local e, normalmente, desconhecem sobre anatomia, fisiologia e patologia da cavidade bucal.

3. Quais são os locais freqüentes de aplicação na cavidade bucal?

Podem ser aplicados na língua, lábios e bochechas, sendo raramente colocados nos freios labiais

4. Quais são as complicações e riscos decorrentes dessa prática?

Infelizmente, há várias complicações que podem ocorrer pela colocação do piercing na cavidade bucal, dentre elas a retração gengival , fratura e desgaste dos dentes (quando em contato com a gengiva e o dente), inflamação e infecção da mucosa, dor, formação de cálculos salivares (tártaros), mau hálito, excesso de salivação, dificuldade na deglutição (ato de engolir) e fonação (ato de falar), risco de hemorragia, formação de corrente galvânica quando em contato com outros metais das restaurações dentárias (espécie de “choque” produzido pela criação de corrente elétrica), alergia aos materiais utilizados aspiração da peça. Na literatura médica e odontológica, há relatos de colapso hipotensivo por hemorragia (crise de pressão baixa) e angina de Ludwig (inchaço provocado por infecção aguda na região da garganta, que pode conduzir ao óbito).

5. Quais são os cuidados necessários com o piercing na cavidade bucal?

É necessário fazer a remoção do piercing para a limpeza manual diária com detergente e álcool (após dois meses da colocação). Em casos de dor, inflamação ou infecção é recomendada a consulta ao cirurgião-dentista. Quando houver necessidade, por alterações durante a fonação, a visita ao profissional fonoaudiólogo pode auxiliar.

6. Caso o paciente não aceite a remoção do piercing…

Em vista de muitas possíveis complicações e riscos causados pela utilização do piercing, o cirurgião-dentista desempenha um papel preventivo, conduzindo à remoção do adorno. Caso o paciente relute na remoção, ele deve ser orientado com relação aos cuidados necessários com a manutenção, como foi esclarecido na questão anterior.

Fonte APCD