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Prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de boca

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O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que o ano termine com 14.170 novos casos confirmados de câncer na boca. Assim, como os outros tipos, o diagnóstico precoce é fundamental para um tratamento eficiente da doença. No caso da boca, a visita frequente ao dentista é fundamental, porque o profissional pode identificar lesões suspeitas. Mas a prevenção ainda é a melhor aliada.

Segundo o INCA, os tumores de cabeça e pescoço correspondem a cerca de 10% dos tumores malignos; desses, 40% situam-se na cavidade oral.

Na língua, a lesão pode apresentar-se como uma afta ou lesão ulcerada, ambas dolorosas e de fácil percepção. “O paciente deve procurar imediatamente um profissional especializado quando essa lesão ulcerada não melhora com tratamentos, progride e aumenta de tamanho, começa a sangrar e apresentar bordas endurecidas”, afirma o médico Roberto Elias, especialista em cirurgia de cabeça e pescoço.

Outra manifestação pode ser apenas uma lesão plana vermelha (eritroplasia) ou branca (leucoplasia) que habitualmente são indolores. Nesses últimos casos, geralmente são diagnosticadas em estágios mais avançados da doença.

O álcool e tabaco são os principais fatores de risco, de forma independente. Quando associados, o potencial oncogênico aumenta de forma considerável, em até 140%. Há, ainda, outros fatores de risco: infecções, em especial pelo HPV, e trauma repetitivo local, geralmente causado por próteses dentárias mal adaptadas.

A doença é mais comum entre homens de 40 a 60 anos. A má higiene bucal também contribui para o surgimento da doença. Isso porque usuários de tabaco e álcool normalmente se descuidam da saúde oral, o que propicia infecções que contribuem para o quadro.

Sintomas

– Lesões na cavidade oral ou nos lábios que não cicatrizam por mais de 15 dias;

– Manchas/placas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas, palato (céu da boca), mucosa jugal (bochecha);

– Nódulos (caroços) no pescoço;

– Rouquidão persistente.

– Nos casos mais avançados o paciente pode apresentar dificuldade de mastigação e de engolir, dificuldade na fala e sensação de que há algo preso na garganta.

Tratamento

Se diagnosticado no início e tratado da maneira adequada, a maioria (80%) dos casos desse tipo de câncer tem cura. Geralmente, o tratamento emprega cirurgia e/ou radioterapia. Os dois métodos podem ser usados de forma isolada ou associada. As duas técnicas têm bons resultados nas lesões iniciais e a indicação vai depender da localização do tumor e das alterações funcionais que possam ser provocadas pelo tratamento. As lesões iniciais são aquelas restritas ao local de origem.

Fonte: Site Terra

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Saúde Bucal

Como um adulto deve cuidar dos seus dentes?

Qual é a melhor maneira de uma adulto cuidar dos seus dentes?

A boa higiene bucal é a condição essencial para manter um sorriso bonito e saudável durante toda a vida adulta. Os adultos também têm cáries e doenças gengivais que podem tornar-se problemas sérios. Durante toda sua vida de adulto é essencial que você continue a:

higienistEscovar os dentes no mínimo três vezes ao dia usando um creme dental com flúor para remover a placa bacteriana, aquela película pegajosa que se forma sobre os dentes e que é a principal causa da gengivite e das cáries.

  • Usar fio dental diariamente para remover a placa bacteriana que se instala entre os dentes e sob a gengiva. Se a placa não for retirada, pode endurecer e formar o tártaro, que só poderá ser retirado pelo dentista.
  • Limitar a ingestão de açúcares e alimentos que contêm amido, principalmente alimentos pegajosos. Quanto mais você come entre as refeições, maior a oportunidade dos ácidos da placa bacteriana conseguirem atacar o esmalte dos dentes.
  • Consulte seu dentista periodicamente para um exame profissional detalhado ou uma limpeza. Como adulto, o que é importante saber sobre os dentes? Mesmo escovando os dentes e usando fio dental regularmente, podem surgir problemas de saúde bucal na idade adulta. Felizmente, seu dentista pode ajudá-lo a resolver a maior parte desses problemas.
  • A gengivite, no seu estágio inicial, é reversível. Seus sintomas são gengivas avermelhadas, inchadas e sensíveis, com tendência ao sangramento durante a escovação. Se perceber qualquer destes sintomas, converse com seu dentista para evitar problemas mais graves. No estágio avançado, a doença periodontal pode causar a perda dos dentes.
  • A saúde da gengiva também pode afetar a sua saúde geral. Estudos recentes mostram uma possível conexão entre a periodontite (uma doença da gengiva) e outras doenças, como, por exemplo a diabetes, problemas cardíacos e uma possível ligação com nascimentos prematuros. Para evitar o aparecimento de qualquer doença gengival, escove os dentes pelo menos três vezes ao dia, use fio dental diariamente e faça uma limpeza geral com o dentista a cada seis meses.
  • À medida que ficamos mais velhos, as cáries em volta das restaurações (chamadas cáries recorrentes) e na raiz dos dentes se tornam mais comuns. Daí a importância de escovar com um creme dental com flúor, usar fio dental e ir ao dentista periodicamente.
  • Também a sensibilidade pode se tornar mais séria com o avançar da idade. Com o tempo, a gengiva se retrai naturalmente expondo áreas do dente que não são protegidas pelo esmalte. Essas áreas tendem a doer em função da temperatura dos alimentos ingeridos. Nos casos mais graves, pode ocorrer sensibilidade até ao ar frio. Se tiver dentes sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, vá ao dentista. A sensibilidade pode indicar a existência de cárie ou fratura no dente.
  • As próteses são usadas para fortalecer os dentes danificados. As coroas recobrem e protegem o dente afetado, fortalecendo-o e melhorando sua aparência, forma e alinhamento. Os implantes e as pontes são usados para preencher o espaço deixado pelos dentes extraídos. Os implantes substituem um ou mais de um dente ou servem de ponto de apoio para a fixação de dentaduras. Consulte o dentista para se informar sobre a possibilidade de implantes no seu caso específico. As próteses fixas são usadas para substituir dentes extraídos. São fixadas aos dentes naturais ou aos implantes situados ao lado dos espaços deixados pelos dentes extraídos. Fonte:Colgate

Para os dentistas :

Ergonomia no âmbito odontológico

 

Por: Vanessa Navarro

Etimologicamente, a palavra ergonomia deriva dos termos gregos: érgon (trabalhos) e nomos (leis e regras), sendo definida como as leis que regem o trabalho.

O termo “ergonomia” foi usado pela primeira vez em 1857, pelo polonês Wojciech Jastrzebowski, que publicou o artigo “Ensaios de ergonomia ou ciência do trabalho, baseada nas leis objetivas da ciência sobre a natureza”. Contudo, a Ergonomia só adquiriu status de uma disciplina mais formalizada, a partir do início da década de 1950, com a fundação da Ergonomics Research Society, na Inglaterra.

Define-se como ergonomia (ou fatores humanos) a disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre os seres humanos e outros elementos de um sistema, e a profissão que aplica teorias, princípios, dados e métodos a projetos, a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho global do sistema.

Segundo o especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho, Carlos Helton de Araújo Aguiar, a prática passou a ganhar destaque em território brasileiro a partir de 1943, quando, com o intuito de assegurar uma proteção eficiente do trabalhador nas organizações, publicou-se o Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, que aprovou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e, posteriormente, com a Portaria MTB nº 3.214, de 08 de junho de 1978, que aprovou as Normas Regulamentadoras (NR) do Capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do Trabalho, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho, além de outras legislações correlatas à matéria. Dentre essas Normas, tem-se a NR-17, que trata da Ergonomia.

Ergonomia aplicada à Odontologia

O engenheiro de Segurança do Trabalho explica que a ergonomia no campo da Odontologia destina-se a melhorar as condições de trabalho dos cirurgiões-dentistas, criando e aperfeiçoando as ferramentas, instrumentos e mobiliário utilizados pelos profissionais de saúde bucal. “O objetivo é a diminuição do estresse físico e mental, prevenindo assim, as doenças relacionadas à prática odontológica, e consequentemente buscando uma produtividade mais expressiva”.

A má utilização dos equipamentos e a falta de postura na realização de algumas tarefas podem interferir na saúde geral do cirurgião-dentista. “No caso do cirurgião-dentista, seu posto de trabalho é definido meio a uma vasta gama de equipamentos, mobiliários e o ambiente. Diante de tal complexidade, a combinação adequada torna-se um desafio, pois entre outros aspectos, exige concentração e precisão de movimentos, regidos pela não existência de um posicionamento postural delimitado, haja vista uma busca constante por um bom campo visual de trabalho diante do paciente, somado à necessidade de alcance dos instrumentos a serem utilizados. Esse contexto estabelece repetitividade de movimentos, além da rotação do tronco, flexão da cabeça forçando a musculatura cervical, escapular e torácico-lombar, manutenção dos membros superiores suspensos, entre outros constrangimentos corporais”, esclarece o especialista.

Sabe-se que a Odontologia é considerada uma profissão desgastante, pelo seu aspecto físico e intelectual, e também por ser exercida em uma situação de relação humana direta entre o profissional e o paciente. “O odontólogo, no desempenho clínico, sofre considerável constrangimento postural, devido às limitações espaciais inerentes à própria tarefa. Seu campo de trabalho, além de possuir dimensões reduzidas, pode estar localizado em regiões bucais de difícil acesso, exigindo que o profissional assuma posturas inadequadas, como a rotação e a flexão acentuadas do tronco e pescoço, além dos movimentos para preensão digital dos diversos instrumentais, conjugados com a execução de força, flexão e rotação do punho”, elucida o engenheiro.

Riscos ocupacionais

O engenheiro de Segurança do Trabalho, Carlos Helton de Araújo Aguiar, revela que, diante do vasto leque de riscos ocupacionais, os que estão fortemente ligados ao desenvolvimento da LER/DORT são os biomecânicos, relacionados com posturas de trabalho desconfortáveis e assimétricas, força excessiva, velocidade dos movimentos, repetitividade e duração da atividade, enquadrando-se, assim, nos riscos ergonômicos.

“O conceito de LER/DORT pode ser descrito pela Instrução Normativa INSS/DC nº 98, de 05 de dezembro de 2003, como uma síndrome relacionada ao trabalho, que pode acometer tendões, sinóvias, músculos, nervos, fáscias e ligamentos, caracterizada pela ocorrência de vários sintomas concomitantes ou não, tais como: dor, parestesia, sensação de peso, fadiga, de aparecimento insidioso, geralmente nos membros superiores, mas podendo acometer membros inferiores”.

Hoje, os distúrbios osteomusculares são queixas comuns e de destaque entre os cirurgiões-dentistas, e revelam a íntima relação entre a prática odontológica e o desenvolvimento de LER/DORT, pelo desgaste físico e psicológico a que o profissional é submetido no seu cotidiano laboral. “Esses distúrbios representam graves problemas para os dentistas, interferindo na sua capacidade funcional. Problemas como degeneração de discos intervertebrais na região cervical da coluna, bursite, tendinite, artrite nas mãos, entre outros, são doenças muito prevalentes entre os odontólogos”, relata o engenheiro.

A Odontologia, em função de características inerentes à profissão, como equipamentos e instrumentos elaborados sem obedecer a critérios ergonômicos, campo operatório não iluminado adequadamente, ambiente de trabalho exposto aos níveis de ruído acima do tolerável, problemas organizacionais, trabalho sob pressão temporal e clientes cada vez mais exigentes, submete os profissionais a diversos agentes estressantes de origem ocupacional. “O estresse também seria responsável pelas lesões que ocorrem nos músculos, tendões e nervos, causando fortes dores no corpo”, revela o especialista.

Regiões do corpo afetadas

gráfico ergonomia

De acordo com o gráfico acima, as principais regiões de desconforto/dor registradas foram: região cervical (73%), pescoço (66%), bacia (31%), costas-inferior ou coluna lombar (63%), costas-superior (59%), costas-médio (58%), ombro direito (46%) e ombro esquerdo (37%).

Carlos Helton de Araújo Aguiar menciona que tais dados revelam que os músculos posturais que permanecem em esforço estático (músculos antigravitacionais) são mais suscetíveis à fadiga muscular. “Outras regiões relevantes verificadas, como o punho direito (47%), punho esquerdo (36%) e as mãos direita e esquerda (ambas com 42%), cujos movimentos envolvem músculos dinâmicos (músculos motores primários) de ação direta na manipulação das ferramentas de trabalho, estão relacionadas à repetitividade presente em muitos atos operatórios odontológicos e podem sinalizar para uma sobrecarga de esforço repetitivo de risco às doenças, entre elas, a LER/DORT”.

Mais saúde e qualidade de vida para o dentista

Segundo o Engenheiro de Segurança do Trabalho,  existem algumas medidas básicas que se seguidas corretamente podem melhorar o bem-estar e conforto do dentista.

Sobre a organização do trabalho

  • Estabelecer pausas durante as horas de trabalho, dedicando à realização de alongamento, principalmente para o pescoço, membros superiores e coluna.
  • Primar pelo descanso semanal.
  • Em tratamentos que exijam várias horas de atendimento, dividi-los em pelo menos duas sessões.
  • Orientar e treinar o auxiliar para que ele assista o cirurgião-dentista durante todo o tratamento, e não somente em algumas etapas.

Sobre as condições de trabalho

  • Realizar manutenções periódicas no sistema de climatização (ar-condicionado), evitando a contaminação por agentes biológicos nocivos à saúde.
  • Verificar se os equipamentos de trabalho geram níveis de ruído dentro do limite permitido.
  • Verificar se a temperatura de conforto térmico está em nível aceitável.
  • Verificar se o tipo de iluminação e o nível mínimo de iluminância estão adequados à atividade.
  • Adaptar e organizar o mobiliário, de modo a permitir posições ergonômicas desejáveis.

Sobre os aspectos biomecânicos

  • Realizar atividade física, pelo menos, três vezes por semana, por pelo menos 30 minutos, buscando atividades que também fortaleçam os membros superiores.
  • Reeducar a postura durante a realização do tratamento, buscando manter:
    – A coluna relativamente reta e apoiada no encosto do mocho.
    – A cabeça ligeiramente fletida, evitando a flexão exagerada.
    – Os cotovelos a 90° próximos ao corpo e/ou apoiados.
    – O tronco o mais próximo da cadeira do paciente.
    – Os pés totalmente apoiados no chão.
    – A altura do mocho ajustada de forma que o ângulo formado pela coxa e perna fique entre 90° e 120°.
    – Evitar exagerar as torções, inclinações laterais e flexão de tronco.

Bactérias – uma invasão na boca

Cárie, gengivite, periodontite: essas palavras estão na boca de todos, mas o que realmente significam?


Cerca de 50 bilhões de bactérias habitam a boca de cada indivíduo. O tipo mais perigoso é o “estreptococos”. Eles se sentem mais felizes sobre os resíduos que aderem à superfície dos dentes e vivem principalmente de açúcar. Isso produz ácidos orgânicos que dissolvem cerca de 2,5 milímetros da camada protetora do esmalte. Se os germes penetram tão profundamente como a dentina, cavidades de cáries podem surgir nos dentes. Sem tratamento, a polpa dental torna-se inflamada e dor intensa é o resultado.


Evite alimentos açucarados

Evite alimentos açucarados

Bactérias como essas se instalam nos nichos de retenção da superfície oclusal (superfície de mastigação) entre os dentes e ao longo da margem da gengiva ao redor dos dentes. Em outras palavras: nos lugares mais difíceis de removê-las e onde elas podem se desenvolver tranquilamente. Porque as bactérias convertem carboidratos em ácidos, a deterioração dos dentes é provocada por doces, alimentos e bebidas que contém açúcares (incluindo a frutose e lactose). Se tudo isso ainda é somado a ácidos encontrados em sucos ou frutas, o esmalte vai sofrer novos ataques.


A periodontite é generalizada

A periodontite é generalizada

Enquanto a cárie destrói o dente de forma individual, a doença periodontal afeta as estruturas adjacentes – em primeiro lugar as gengivas e depois, gradualmente, o ligamento periodontal (que conecta a raiz dental com a parte óssea) e o osso. A doença periodontal também é causada por bactérias e ocorre lentamente ao longo de décadas. Ao contrário da cárie dentária, danos ao periodonto dificilmente podem ser reparados e muitas vezes a perda do dente é o resultado. Pior ainda: o risco de doenças cardiovasculares aumentam com a doença periodontal . Os primeiros sinais de periodontite incipiente são gengivas inflamadas (gengivite). Sangramento nas gengivas são, muitas vezes, uma indicação clara de periodontite. Uma em cada cinco pessoas com mais de 40 anos de idade é afetada.


Mudança de paradigma na profilaxia

Mudança de paradigma na profilaxia

Cada vez mais os profissionais de saúde oral estão ampliando o trabalho de prevenção contra a doença periodontal. A moderna profilaxia periodontal previne automaticamente contra cáries, porque tem como objetivo a remoção da placa bacteriana. Limpar os dentes e espaços interdentais é fundamental para manter os dentes por toda a vida. E isso requer uma escova dental de boa qualidade, uma escova interdental e fio dental. A cárie pode ser reparada. A gengivite pode ser curada (e muito facilmente com escova e fio dental). Mas a doença periodontal não tem cura. A boa higiene oral é a melhor maneira de prevenir esse processo – ainda mais porque isso pode ser um verdadeiro prazer quando se usa os produtos corretos.

Fonte:Curaprox

Tenha um belo sorriso e dê um upgrade na autoestima!

turbine o sorriso

 

Todo mundo sonha em ter dentes bonitos e saudáveis para ostentar um sorriso chamativo. Mesmo assim, nem sempre estamos satisfeitos com a imagem refletida no espelho. Dentes tortos, amarelados ou acometidos por problemas mais graves comprometem a estética do nosso sorriso.

A boa notícia é que, adotando algumas dicas, você conseguirá resgatar a sua autoestima e autoconfiança para rir à toa. Confira o nosso artigo e descubra como conquistar um sorriso perfeito.

Mantenha uma boa higiene bucal

O ponto de partida para ter um sorriso saudável e bonito é manter uma boa higiene bucal. Sempre escove os dentes após a refeição, use fio dental e um enxaguante recomendado pelo seu dentista. Outras medidas fundamentais consistem em caprichar na escovação noturna e lembrar-se de limpar a língua, bochechas e gengiva.

Tenha uma alimentação adequada

Alimente-se de forma adequada e priorize uma dieta diversificada e equilibrada, composta por  alimentos ricos em fibras, como grãos, cereais, frutas, legumes, verduras e proteínas. Os alimentos gordurosos e açucarados devem ser evitados, pois podem causar inflamações na gengiva e até mesmo cáries.

Visite o dentista regularmente

Se você quer ter um sorriso bonito, é importante fazer visitas periódicas ao dentista. Não procure o profissional apenas quando seu dente doer ou algum problema sério surgir. As visitas em caráter preventivo são mais baratas. Além disso, elas se configuram como uma das melhores ferramentas de manutenção de dentes bonitos e saudáveis. Além disso, especialistas (cirurgiões dentistas) são os únicos capazes de melhorar a estética dos dentes e restaurar sorrisos.

Evite o cigarro

Se você fuma, saiba que é difícil conquistar um sorriso bonito mantendo esse hábito prejudicial. O tabagismo aumenta – e muito – a probabilidade de desenvolver doenças graves de gengiva, além de causar o amarelamento dos dentes e  provocar o mau hálito.

Use produtos de qualidade

Eis uma dica fundamental para ter um sorriso perfeito: usar produtos de qualidade. Opte por escovas de cerdas maciais, use bons limpadores de língua e priorize cremes dentais e enxaguantes bucais de marcas conceituadas no mercado. Além disso, é necessário escolher os produtos de acordo com suas reais necessidades. Hoje em dia, por exemplo, existem escovas especiais que atendem, inclusive, pessoas com implantes e aparelhos dentários.

Tome cuidado com as receitas caseiras

Nada de usar as receitas caseiras do tempo da vovó. Além de não funcionarem, elas podem prejudicar a sua saúde bucal. É o caso da escovação feita com bicarbonato de sódio. Usar essa substância com frequência pode enfraquecer os dentes e fragilizar o esmalte. O uso de limão também não é indicado para a finalidade de clarear os dentes. Lembre-se que os clareamentos seguros e eficazes são os realizados no consultório de dentistas.

Simplesmente sorria! Não basta ter dentes bonitos, é preciso sorrir e mostrar seu bom humor e autoestima através dele. Se você estiver feliz com seus dentes, não esconda o seu sorriso. Ele abrirá muitas portas para você.

Via TePe

Tártaro: Regiões mais afetadas

Região perto da língua é a mais atingida pelo tártaro

 

    


Uma vez com tártaro, só um profissional é capaz de tirá-lo. A escovação ainda é a melhor arma

Foto: Lighthunter / Shutterstock

Uma forma eficiente de evitar o tártaro é saber onde ele costuma se alojar na boca e intensificar a escovação nessa área.  O tártaro nada mais é do que o nome popular dado ao cálculo dentário que tem uma formação mineral e cristalina. Ele se forma por conta do acúmulo de placa bacteriana.

“Quando uma determinada região do dente acumula placa bacteriana em excesso acontece uma reação bioquímica natural entre ela e a saliva. O cálcio presente na saliva acaba incorporando a placa e a calcificando”, explica Giuseppe Alexandre Romito, professor titular da disciplina de Periodontia da USP.

Não existe uma regra para o local de aparição do tártaro, mas segundo Giuseppe existem duas partes da boca em que a incidência desse cálculo dental é maior. Na face interna dos dentes inferiores, perto da língua, e ao lado da bochecha, nos molares superiores.

“Nessas duas regiões existem esguichos de glândulas salivares. Juntando a placa bacteriana com o excesso de saliva nessas partes, o tártaro se forma com mais facilidade”, diz o especialista.

Escovação: única arma
Para evitar o tártaro, basta ter uma higiene bucal correta. “Se a pessoa tem tártaro com certeza em algum momento da vida ela foi negligente com a higienização da boca. Não existe outro motivo para a formação do tártaro senão falta de uma limpeza correta dos dentes”, diz Giuseppe.

E tártaro atrai tártaro. Segundo o especialista, a superfície lisa do dente já consegue aderir bastante placa bacteriana. Porém, uma superfície já contaminada pelo tártaro fica mais áspera e enrugada, absorvendo a sujeira e as bactérias ainda mais.

“E uma vez com tártaro, só um profissional é capaz de tirá-lo. Não existem ainda produtos no mercado que possibilitem a remoção em casa. Portanto repito, faça uma boa escovação dos dentes diariamente e use o fio dental. A prevenção ainda é a melhor arma contra o tártaro”.

Via Terra

Probiótico em goma de mascar pode ajudar a combater cáries

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Uma goma de mascar feita com probióticos microencapsulados, que são liberados com a mastigação, produz compostos que inibem a ação de microrganismos cariogênicos. A descoberta é resultado de pesquisas desenvolvidas ao longo dos últimos três anos na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara.

Experimentos in vitro apontaram a espécie Lactobacillus acidophilus como a mais apropriada para o desenvolvimento desse novo chiclete. Em consequência da tecnologia aplicada, o probiótico é capaz de sobreviver às condições de processamento, permanecer vivo dentro da goma (sem refrigeração), resistir ao maior período possível de estocagem, atender a certas exigências de percepção sensorial (gosto, textura, cor e odor) e, enfim, ser liberado pela mastigação na cavidade oral, produzindo compostos que combatem o Streptococcus mutans, um dos principais patógenos causadores da cárie.

Estudos in vivo realizados com 65 voluntários mostraram que mascar a goma feita com microrganismos probióticos aumenta em até mil vezes a presença do Lactobacillus acidophilus na saliva. “Isso indica que a sua utilização pode beneficiar o tratamento da cárie”, afirmou Elizeu Antonio Rossi, professor da FCFAR à Agência Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo).

Rossi orientou a farmacêutica Nadiége Dourado Pauly-Silveira na tese de doutorado que deu origem à nova goma e coordenou um Auxílio Regular vinculado ao estudo.

De acordo com o pesquisador, a equipe da FCFAR/Unesp já estudou e desenvolveu produtos com microrganismos probióticos em busca de benefícios específicos para doenças coronarianas, câncer de cólon e de mama, osteoporose e diabetes.

“Um diferencial interessante dessa nova pesquisa na cavidade oral é que a ação probiótica é local. Ou seja, provavelmente não se trata de uma ação sistêmica, que necessariamente envolva efeitos a partir da adesão do microrganismo probiótico no intestino”, contou.

Pesquisas científicas anteriores já haviam apontado que o uso de probióticos de fato se mostrava viável para a alteração da microbiota oral: probióticos e patógenos como o Streptococcus mutans podem competir por receptores de adesão e nutrientes – sem contar que os primeiros produzem compostos capazes de inibir o desenvolvimento dos segundos, aspecto sobre o qual Rossi e Pauly-Silveira se debruçaram.

Etapas e desafios

Uma vez que os experimentos in vitro comprovaram a eficácia do Lactobacillus acidophilus na inibição do Streptococcus mutans, os pesquisadores testaram metodologias conhecidas e variadas de microencapsulação dos probióticos. O estudo envolveu adaptações e associações de técnicas que resultaram em um pedido de patente, atualmente em fase de análise.

“Revestir os probióticos adequadamente permitiu superar uma série de obstáculos, como manter esses microrganismos vivos dentro da goma – tanto no que se refere ao calor empregado no processamento do produto quanto na temperatura ambiente em que seria armazenado – pelo maior tempo possível de estocagem e sem prejudicar gosto, textura, cor e odor”, explicou Rossi.

Os desafios seguintes foram assegurar que o microencapsulamento não estivesse hermético demais a ponto de impedir a liberação dos probióticos durante a mastigação, bem como analisar a aceitação do produto. Para tanto, 65 voluntários experimentaram a nova goma.

A quantificação dos probióticos disponibilizados pela goma exigiu coletas de saliva e contagens em meio de cultivo, antes e depois de dez minutos de mastigação.

“Constatamos que a quantidade de Lactobacillus acidophilus presente na saliva aumentou em até mil vezes. Já em relação à aceitação, a nova goma recebeu média em torno de sete em uma escala até nove – resultado semelhante ao alcançado pelo produto padrão, o que nos leva a crer que a introdução dos probióticos não afeta negativamente a percepção sensorial “, afirmou Rossi.

O Lactobacillus acidophilus permaneceu viável dentro da goma por 154 dias, sem refrigeração. De acordo com o pesquisador, “foi a melhor marca entre os demais probióticos testados, que chegavam a períodos em torno de 56 dias”.

Já a escolha da goma de mascar como meio para a introdução dos probióticos se deu por conta da boa aceitação que se pode obter entre crianças e adultos. Soluções para bochecho e comprimidos mastigáveis também foram cogitados, mas fugiam do escopo de trabalho do grupo, que atua na área de alimentos.

O próximo passo será o início de testes clínicos, para os quais a equipe de Rossi já contatou odontologistas que possam acompanhar dois grupos de crianças por pelo menos um ano: um grupo sob orientação para consumo diário da goma com probióticos e outro grupo de controle, que receberá uma goma com efeito placebo.

“Tudo indica que teremos resultados benéficos. Além disso, a goma que desenvolvemos é isenta de açúcar, ou seja, assim como algumas que estão no mercado, ela também não propicia o desenvolvimento de cáries – a diferença é que, além de não propiciar, o produto também atacará o problema.”
Via. Uol saúde

Ensinar bons hábitos de higiene bucal para seus filhos é uma das melhores lições de saúde que você pode dar!

Ensinar bons hábitos de higiene bucal para seus filhos é uma das melhores lições de saúde que você pode dar!

Como cuidar dos dentes de crianças pequenas?

Como posso cuidar dos dentes dos meus filhos na idade entre um e três anos?

Ensinar bons hábitos de higiene bucal para seus filhos é uma das melhores lições de saúde que você pode ensinar a eles. Isto significa ajudá-los a escovar os dentes no mínimo três vezes ao dia, mostrar a maneira certa de usar o fio dental, incentivá-los a comer pouco entre as refeições e sempre ir ao dentista.

A maioria dos dentistas recomenda que as crianças devam começar a ir ao dentista com dois anos de idade. Isto dá ao profissional a oportunidade de acompanhar o crescimento e o desenvolvimento dos dentes do seu filho e, além disso, você pode aprender vários tópicos, como os dentes se desenvolvem, a importância do flúor, como ajudar seu filho a cuidar bem dos dentes, como lidar com o uso da chupeta, sobre a alimentação e como prevenir ferimentos na boca.

Nunca deixe de dizer que é bom ir ao dentista. Explique a seu filho que uma consulta com o profissional ajuda manter a boa higiene bucal. Ao transmitir uma atitude positiva, você estimulará o seu filho a ir ao dentista regularmente.

O que devo fazer quando os dentes do meu filho começarem a nascer
Os dentes começam a nascer quando o bebê tem seis meses de idade e continuam a erupcionar até o terceiro ano de idade. Isto faz com que muitas crianças tenham gengivas mais sensíveis e irritáveis nesta época. Pode-se massagear a gengiva usando o dedo, uma colher fria ou um mordedor que foi colocado na geladeira. Também há a possibilidade do uso de gel e medicamentos contra a dor no período em que os dentes estão aparecendo. Fale com seu dentista ou pediatra sobre estes medicamentos. Se seu filho estiver com febre durante o aparecimento da dentição, o melhor é avisar seu médico para garantir que a febre não esteja relacionada com outro problema.

Qual é a maneira certa de escovar os dentes do meu filho pequeno
Primeiramente é importante estar ao lado de seu filho no momento da escovação até ele atingir a idade de seis anos. Siga as indicações abaixo:

Use uma pequena quantidade de creme dental com flúor. Não deixe seu filho engolir o creme.
Use uma escova macia. Primeiro limpe as superfícies internas dos dentes, onde o acúmulo de placa é maior. As cerdas da escova devem estar em um ângulo de 45 graus em relação à gengiva. Escove suavemente para frente e para trás.
Escove todas as superfícies dos dentes voltadas para a bochecha. As cerdas da escova devem estar em um ângulo de 45 graus em relação à gengiva. Escove suavemente para frente e para trás.
Escove a superfície de mastigação dos dentes, para frente e para trás.
Chupar o dedo faz mal? Como posso evitar isto?
O reflexo de sugar é normal e saudável nos bebês. Mas, o hábito de chupar o dedo pode causar problemas de desenvolvimento da boca e do queixo, e afetar a posição dos dentes, principalmente se continuar depois que os dentes permanentes tiverem nascido. O resultado disso pode ser dentes anteriores que nascem inclinados para fora, ou mordida aberta. Isto pode causar problemas na vida adulta, como, por exemplo, dentes que se desgastam rapidamente, maior número de cáries e desconforto ao mastigar. As chupetas também podem causar danos parecidos, se usadas após a erupção dos dentes permanentes.

A melhor maneira de tratar o hábito de chupar o dedo é através de estímulos positivos, não de palavras e comportamentos negativos. Para seu filho, o hábito de chupar o dedo é uma coisa natural. Elogie seu filho quando não estiver chupando os dedos. Talvez seja preciso resolver o problema de ansiedade que leva seu filho a ter este hábito. Você pode conscientizar seu filho que ele tem este hábito, colocando um esparadrapo no dedo que ele chupa ou uma meia em sua mão à noite. Seu dentista ou pediatra pode receitar um medicamento com sabor amargo para passar no dedo o que leva a criança a perder este hábito com mais facilidade.

Odontologia Especializada

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