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VOCÊ JÁ PAROU PARA PENSAR EM COMO SEU FILHO RESPIRA?

Já observou se ele mantem os lábios fechados quando está assistindo TV, brincando ou mesmo comendo?Você acha que o modo dele respirar pode impactar no modo como ele se alimenta?
O respirador oral normalmente tem preferência por alimentos macios e moles, e costuma beber liquido junto com os alimentos. Isso acontece em decorrência da dificuldade para mastigar. A mastigação nessas crianças costuma ser bem alterada: com lábios abertos, rápida, ruidosa e desordenada. Isso ocorre porque, como a criança não consegue respirar pelo nariz, é obrigada a manter os lábios abertos, durante a mastigação, para também respirar. Nesta competição, a respiração, indiscutivelmente, vence; daí a preferência por alimentos que facilitem a mastigação e líquidos que ajudem na deglutição destes.
Conheça as outras possíveis consequências da respiração oral:
– Rendimento físico e escolar diminuídos por dormirem mal (quando há obstrução nasal), e por haver uma menor oxigenação, quando se respira pela boca, as trocas gasosas (gás carbônico/oxigênio) são mais rápidas, podendo prejudicar a oxigenação necessária;
– Crescimento físico diminuído: decorrente de má alimentação;
– Alterações na postura corporal: alguns autores descrevem que são frequentes alterações posturais, secundarias a compensações realizadas para facilitar a respiração;
– Alterações de fala: geralmente provenientes das deformidades dos dentes e da face;
– Otite (inflamação do ouvido): Normalmente acompanha um quadro de hipertrofia (aumento) de adenoide, podendo levar a uma diminuição temporária da audição;
– Ronco noturno e excesso de baba no travesseiro: estando a criança com algo (rinite alérgica intensa, adenoide muito grande etc.) que impeça sua respiração pelo nariz, esta tem que manter a boca aberta para aumentar a passagem do ar. (favorecendo o ronco) e, com isso, mantém mais tempo a respiração do que a deglutição, ocorrendo a presença de baba.

Devido a todas essas possíveis consequências, o respirador oral necessita de um tratamento multiprofissional precoce. O médico ira diagnosticar e tratar a causa da respiração oral, o fonoaudiólogo ira auxiliar o paciente a reaprender a respirar pelo nariz, fortalecendo seus músculos da face e adequando possíveis alterações na mastigação, deglutição, voz e fala.
O ortodontista irá corrigir as alterações dentárias e em alguns casos o fisioterapeuta colaborará para reeducar a postura corporal do indivíduo.
Caso seu filho apresente alguns dos sintomas descritos nesse texto, converse com seu pediatra e procure um Fonoaudiólogo Especialista em Motricidade Orofacial, ele saberá como te ajudar.
Fonoaudióloga Dra. Patrícia Junqueira | CRfa. 2 – 5567.
O vídeo explica como o rosto de uma criança precisa crescer em sentido anterior de modo a permitir o desenvolvimento das vias aéreas. Alguns tipos de ortodontia prendem ou impedem o crescimento facial e consequentemente, essas crianças ficarão sujeitos a alterações da respiração e a apnéia obstrutiva do sono.

 

Fonte: Patrícia Junqueira e Dra Marta Meireles

Consequências da Respiração bucal

 

 

1 – Alterações da Face e da Oclusão Dentária: O fluxo aéreo natural deve acontecer pela cavidade nasal. Quando acontece pela boca, algumas forças atuam deslocando estruturas e guiando o crescimento ósseo de maneira anormal.
2 – Ronco a Apnéia Do Sono: Seguindo as alterações faciais e com a possível soma de outros fatores, a via aérea alta tende a ficar obstruída durante o sono, o que pode levar ao ronco e à apneia do sono.
3 – Infecções das Vias Aéreas: O ar que entra pela boca perde o “condicionamento” realizado pelo nariz. Assim, a garganta e pulmão podem ficar fragilizados pela agressão desse ar de má qualidade.
4 – Cansaço Frequente: A respiração pela boca provoca desconforto durante o dia e um sono ruim durante a noite. O resultado pode ser um cansaço contínuo.
5 – Piora da Bronquite (Asma).
Fonte: ‎OrtodontiaMiofuncional‬ /Clínica Odontomania

Respirar pela Boca é Hábito que Traz Malefícios às Crianças

 

Baixo rendimento escolar, problemas de crescimento, dificuldades de mastigação e infecções respiratórias estão na lista de transtornos.

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Respirar pela boca na infância causa uma série de malefícios ao organismo e o problema, de acordo com os pediatras, é que o hábito nem sempre é notado pelos pais. Cerca de 30% das crianças em idade pré-escolar sofrem com a síndrome da respiração bucal (SRB), transtorno responsável não somente por noites mal-dormidas, como pelo baixo desempenho escolar, problemas de crescimento e de postura, dificuldade de deglutição, mastigação e oclusão, além de apresentarem maior chance de desenvolvimento de infecções respiratórias.

De acordo com o otorrinolaringologista Fabrizio Romano, do Hospital Infantil Sabará, quando os pequenos respiram pela boca, o cérebro recebe menor quantidade de oxigênio, o que prejudica a capacidade de atenção e consequentemente o rendimento escolar. “Além disso, o nariz funciona como um filtro de ar. Ao respirar pela boca, todas as impurezas, como vírus e bactérias, penetram mais facilmente no nosso organismo”, alerta o especialista.

“Em alguns casos, os pais podem notar a respiração bucal já nos primeiros dias de vida. Quando o diagnóstico e o tratamento acontecem precocemente, os riscos de seqüelas são menores. É importante enfatizar que o certo é sempre respirar pelo nariz”, destaca Romano.

Como é possível identificar a respiração pela boca?
Crianças com SRB, segundo o especialista, costumam ficar com a boca aberta por tempo prolongado e dormem com ela assim. Além disso, elas roncam com mais facilidade, babam durante o sono, têm dificuldade na hora de se alimentar, possuem respiração barulhenta, tendem a ter a arcada dentária superior para frente e a posterior para trás, apresentam boca ressecada, rosto alongado, cabeça, ombros e braços projetados para frente.

As causas por trás da SRB podem ser orgânicas, quando ocorre desvio de septo ou aumento da adenóide – tecido que reveste as cavidades nasais ou amígdalas – tecido linfóide situado à entrada da garganta. E também são funcionais, quando as alergias são responsáveis pela obstrução do nariz e fazem com que respiremos pela boca.

O tratamento para a SRB, segundo o médico, depende da causa, mas costuma ser feito por um time de especialistas: pediatra, otorrino, alergista, fonoaudiologista e ortodentista. Em alguns, pode ser necessário operar a adenóide. A solução ainda pode estar no uso do aparelho ortodôntico. O acompanhamento com a fonoaudióloga é outra opção para tratar o transtorno.

1. Há algum número mostrando a porcentagem das crianças que respiram pela boca?
A rinite alérgica chega a acometer cerca de 20 a 30% das crianças e quando os sintomas são persistentes, pode ocorrer a síndrome da respiração bucal. A SRB é um dos problemas mais comuns em crianças pré-escolares.

2. Quando é possível identificar o problema? Quando ainda são bebês? Quais os sintomas para que os pais possam identificar o distúrbio?
Existem casos em que a respiração bucal aparece desde o nascimento, às vezes nos primeiros anos de vida. Os sinais que os pais devem observar são: dormir de boca aberta, roncar. Dificuldade para se alimentar.

3. É verdade que é difícil e leva tempo para os pais perceberam que os filhos só respiram pela boca?
Às vezes o quadro se instala lentamente, e os pais acham aquilo normal. É importante enfatizar que o certo é sempre respirar pelo nariz.

4. Por que isso acontece? Quais as razões para que as pessoas respirem pela boca?
Nos recém nascidos, atresia de coanas. Nas crianças pré-escolares as principais razões são os quadros alérgicos, principalmente rinites e a hipertrofia de adenóides. Nos adultos, desvios de septo e pólipos no nariz.

5. É correto afirmar que crianças que respiram pela boca têm mais chances de desenvolver infecções respiratórias ou alergias (rinite, asma, sinusite)? Por quê?
Infecções sim, o nariz funciona como um filtro do ar que respiramos, quando se respira pela boca, todas as impurezas do ar, inclusive vírus e bactérias penetram mais facilmente no nosso organismo. Em relação às alergias é ao contrário, são elas que podem causar a SRB.

6. O fato de respirar pela boca pode ser uma das causas da alergia ou somente pode agravar o problema?
É ao contrário, as alergias causam obstrução do nariz e fazem a criança respirar pela boca.

7. Sei que crianças que respiram pela boca costumam apresentar feições específicas, quais são elas?
Crianças que passam anos respirando pela boca começam a ter alterações nos dentes, que se projetam para frente, o pálato (céu da boca) fica mais alto e o rosto se alonga. É a chamada face adenoideana.

8. Qual o tratamento para este tipo de problema? Com otorrino e fono?
O tratamento depende da causa do problema, mas normalmente envolve o otorrino, o alergista, a fono e o ortodontista.

9. A adenóide tem alguma relação com o problema?
É uma das causas mais comuns. Todas as crianças têm adenóides, que se localiza na parte posterior do nariz. Quando elas estão muito grandes, eles impedem a passagem de ar causando obstrução nasal, roncos, respiração bucal e infecções como sinusites e otites.

10. É verdade que o diagnóstico deve ser feito o quanto antes possível para evitar complicações? Quais são essas complicações?
Quanto antes o diagnóstico e o tratamento, menor o risco de sequelas como as alterações dos dentes e da face, problemas auditivos e dificuldades de aprendizagem e rendimento escolar.

Respirar pela boca é hábito que traz malefícios às crianças

Fonte: Hospital Infantil Sabará

Respirar pela Boca é Hábito que Traz Malefícios às Crianças

Baixo rendimento escolar, problemas de crescimento, dificuldades de mastigação e infecções respiratórias estão na lista de transtornos.

Respirar pela boca na infância causa uma série de malefícios ao organismo e o problema, de acordo com os pediatras, é que o hábito nem sempre é notado pelos pais. Cerca de 30% das crianças em idade pré-escolar sofrem com a síndrome da respiração bucal (SRB), transtorno responsável não somente por noites mal-dormidas, como pelo baixo desempenho escolar, problemas de crescimento e de postura, dificuldade de deglutição, mastigação e oclusão, além de apresentarem maior chance de desenvolvimento de infecções respiratórias.

De acordo com o otorrinolaringologista Fabrizio Romano, do Hospital Infantil Sabará, quando os pequenos respiram pela boca, o cérebro recebe menor quantidade de oxigênio, o que prejudica a capacidade de atenção e consequentemente o rendimento escolar. “Além disso, o nariz funciona como um filtro de ar. Ao respirar pela boca, todas as impurezas, como vírus e bactérias, penetram mais facilmente no nosso organismo”, alerta o especialista.

“Em alguns casos, os pais podem notar a respiração bucal já nos primeiros dias de vida. Quando o diagnóstico e o tratamento acontecem precocemente, os riscos de seqüelas são menores. É importante enfatizar que o certo é sempre respirar pelo nariz”, destaca Romano.

Como é possível identificar a respiração pela boca?

Crianças com SRB, segundo o especialista, costumam ficar com a boca aberta por tempo prolongado e dormem com ela assim. Além disso, elas roncam com mais facilidade, babam durante o sono, têm dificuldade na hora de se alimentar, possuem respiração barulhenta, tendem a ter a arcada dentária superior para frente e a posterior para trás, apresentam boca ressecada, rosto alongado, cabeça, ombros e braços projetados para frente.

As causas por trás da SRB podem ser orgânicas, quando ocorre desvio de septo ou aumento da adenóide – tecido que reveste as cavidades nasais ou amígdalas – tecido linfóide situado à entrada da garganta. E também são funcionais, quando as alergias são responsáveis pela obstrução do nariz e fazem com que respiremos pela boca.

O tratamento para a SRB, segundo o médico, depende da causa, mas costuma ser feito por um time de especialistas: pediatra, otorrino, alergista, fonoaudiologista e ortodentista. Em alguns, pode ser necessário operar a adenóide. A solução ainda pode estar no uso do aparelho ortodôntico. O acompanhamento com a fonoaudióloga é outra opção para tratar o transtorno.

1. Há algum número mostrando a porcentagem das crianças que respiram pela boca?

A rinite alérgica chega a acometer cerca de 20 a 30% das crianças e quando os sintomas são persistentes, pode ocorrer a síndrome da respiração bucal. A SRB é um dos problemas mais comuns em crianças pré-escolares.

2. Quando é possível identificar o problema? Quando ainda são bebês? Quais os sintomas para que os pais possam identificar o distúrbio?

Existem casos em que a respiração bucal aparece desde o nascimento, às vezes nos primeiros anos de vida. Os sinais que os pais devem observar são: dormir de boca aberta, roncar. Dificuldade para se alimentar.

3. É verdade que é difícil e leva tempo para os pais perceberam que os filhos só respiram pela boca?

Às vezes o quadro se instala lentamente, e os pais acham aquilo normal. É importante enfatizar que o certo é sempre respirar pelo nariz.

4. Por que isso acontece? Quais as razões para que as pessoas respirem pela boca?

Nos recém nascidos, atresia de coanas. Nas crianças pré-escolares as principais razões são os quadros alérgicos, principalmente rinites e a hipertrofia de adenóides. Nos adultos, desvios de septo e pólipos no nariz.

5. É correto afirmar que crianças que respiram pela boca têm mais chances de desenvolver infecções respiratórias ou alergias (rinite, asma, sinusite)? Por quê?

Infecções sim, o nariz funciona como um filtro do ar que respiramos, quando se respira pela boca, todas as impurezas do ar, inclusive vírus e bactérias penetram mais facilmente no nosso organismo. Em relação às alergias é ao contrário, são elas que podem causar a SRB.

6. O fato de respirar pela boca pode ser uma das causas da alergia ou somente pode agravar o problema?

É ao contrário, as alergias causam obstrução do nariz e fazem a criança respirar pela boca.

7. Sei que crianças que respiram pela boca costumam apresentar feições específicas, quais são elas?

Crianças que passam anos respirando pela boca começam a ter alterações nos dentes, que se projetam para frente, o pálato (céu da boca) fica mais alto e o rosto se alonga. É a chamada face adenoideana.

8. Qual o tratamento para este tipo de problema? Com otorrino e fono?

O tratamento depende da causa do problema, mas normalmente envolve o otorrino, o alergista, a fono e o ortodontista.

9. A adenóide tem alguma relação com o problema?

É uma das causas mais comuns. Todas as crianças têm adenóides, que se localiza na parte posterior do nariz. Quando elas estão muito grandes, eles impedem a passagem de ar causando obstrução nasal, roncos, respiração bucal e infecções como sinusites e otites.

10. É verdade que o diagnóstico deve ser feito o quanto antes possível para evitar complicações? Quais são essas complicações?

Quanto antes o diagnóstico e o tratamento, menor o risco de sequelas como as alterações dos dentes e da face, problemas auditivos e dificuldades de aprendizagem e rendimento escolar.

Respirar pela boca é hábito que traz malefícios às crianças