Notas

Dica do dia: Água Aromatizada

Água aromatizada

Uma opção para aqueles que não gostam de água natural

​A água é um importante aliado para manter o corpo hidratado, principalmente em dias mais quentes. Porém, algumas pessoas têm dificuldade de tomar água pura e preferem alternativas.

Uma escolha saudável e que ajuda a manter a saúde em dia é a água aromatizada que também mantém a hidratação e, através da adição de um sabor fica mais palatável. Ela possui poucas calorias e também fica atrativa visualmente. É super-hidratante, refrescante e dependendo do que se adiciona no preparo, pode ser até diurética. Porém, por mais hidrante e saborosa que seja, ela não substitui totalmente a nossa necessidade de água diária. O interessante é consumir as duas, podendo tomar a água aromatizada no lugar de sucos ou outras bebidas. Para aqueles que gostam de água com gás, também é possível aromatizá-la, porém deve ser um consumo moderado, pois, em excesso, ela pode causar um desequilíbrio de sais minerais.

Para aromatizar a água podem ser incluídas frutas picadas ou em rodelas como as amoras, framboesas, abacaxi, melancia, morango, limão, laranja, carambola; legumes como pepino; ervas como alecrim, hortelã, capim santo; especiarias como cravo, canela em pau, gengibre, anis estrelado. É preciso ter atenção para não exagerar nas quantidades dos ingredientes para que não vire um suco. Não vale adoçar.

Os benefícios dela podem variar de acordo com a fruta, especiaria ou erva que você adicionar no dia. Que tal variar diariamente e cada dia ter um benefício diferente?  Por exemplo, o pepino é mais diurético. O abacaxi e a hortelã podem ser mais digestivos, canela mais termogênica, limão e laranja são ricos em vitamina C e podem ajudar na imunidade.

Dica de preparo:
Colocar a água bem gelada em uma jarra, de preferência de vidro, acrescentar os ingredientes escolhidos e deixar a jarra tampada por 1 hora na geladeira para acentuar o sabor. Consumir em até 4 horas.

Fonte: Hospital Albert Einstein

Por que sentimos mais fome no frio?

É só o inverno chegar que passamos a sentir mais fome que o normal. Isso acontece porque durante as estações mais frias do ano, o corpo precisa trabalhar mais para produzir calor e manter a temperatura interna na casa dos 37°. Esse gasto de energia causa sensação de fome, já que precisamos ingerir mais calorias para compensar o trabalho extra. O problema, porém, é que a maioria das pessoas opta por alimentos ricos em açúcar e gordura e se depara com quilos a mais quando o frio acaba.

Foto: Getty Images

O que causa o soluço?

O soluço é um problema ligado ao sistema nervoso e pode ser gerado por vários motivos bem diferentes, como ingestão de bebidas com gás, mudanças súbitas de temperatura, derrame, depressão e até pneumonia. O tipo mais comum de soluço, que passa depois de alguns minutos, é causado por uma irritação no nervo frênico, responsável pelo movimento do diafragma – músculo que controla nossa respiração. Assim, quando o estômago fica cheio, esse nervo é pressionado e a reação do diafragma é se contrair. Dessa forma, a laringe – que fica na garganta – bloqueia o ar que vai da boca para os pulmões e faz com que as cordas vocais vibrem.
Isso também explica porque costumamos beber água ou prender a respiração quando estamos com soluço. São formas de fazer o diafragma voltar ao seu ritmo normal.
Foto: Getty Images

Halitose tem cura

O mau hálito ou halitose, hoje indexada no CID (código internacional das doenças) com número R19.6, é uma entidade clínica multifatorial  e multidisciplinar, causada por diversos fatores.

Podemos considerar 5 grupos de fatores capazes de desenvolver halitose:

a) Fatores Locais não Patológicos;

b) Fatores Locais Patológicos;

c) Fatores Sistêmicos com Manifestações Bucais;

d) Fatores Sistêmicos não Patológicos;

e) Fatores Sistêmicos Patológicos.

Entre os fatores locais e não patológicos nós podemos considerar a chamada halitose da manhã ao acordar, e que deve desaparecer após o café da manhã e a higiene bucal. Em alguns casos trata-se apenas de falta de higiene bucal adequada que deve ser orientada pelo profissional.

Com relação aos fatores locais patológicos, estes envolvem a presença de microorganismos patogênicos capazes de produzir compostos mau cheirosos conhecidos como compostos sulfurados voláteis. Por se tratar de contaminação, da mesma maneira que a cárie e a doença periodontal, pode ser transmissível. Então, este tipo de halitose “pega”.

As halitoses por fatores sistêmicos com manifestações bucais correspondem ao sangramento gengival espontâneo devido às discrasias sanguíneas ou doenças de fundo hematológico (que são raras). Nesse caso aumenta a proliferação de microrganismos proteolíticos que vão produzir compostos odoríferos. Também pode ser contagiosa.

Os fatores sistêmicos não patológicos correspondem às alterações metabólicas com quebra acentuada dos triglicerídeos que acontece devido aos longos períodos de jejum e/ou consumo muito limitado de carboidratos. Os metabólitos finais da metabolização dos triglicerídeos (ácidos graxos) caem na corrente circulatória e escapam no ar expirado. Este tipo de halitose não é transmissível.

Quando os fatores sistêmicos são patológicos temos que considerar que existe alguma doença de fundo gerando odorivetores de cheiro desagradável que, uma vez presentes na circulação, saem através dos pulmões durante a expiração. É o caso do paciente renal crônico, diabético não compensado, etc. Este grupo de halitoses também não é contagiosa.

Em resumo, conforme as diferentes causas ou fatores capazes de desenvolver halitose nós podemos selecionar tipos de halitose que são transmissíveis e outras que não o são.

 

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Dra. Olinda Tárzia

texto publicado por Dra Olinda que é Doutorada em Odontologia  pela Universidade de São Paulo (USP). É professora da USP e responsável pelo  Departamento de Bioquímica e é pesquisadora há mais de 20 anos sobre o tema halitose.